Zoey’s Extraordinary Playlist: Série musical estrelada por Jane Levy é renovada
A rede NBC renovou “Zoey’s Extraordinary Playlist”, até aqui seu único lançamento da atual temporada a garantir uma 2ª temporada. O anúncio foi feito após os cancelamentos de “Perfect Harmony”, “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”, também anunciados nesta quinta (11/6), e “Sunnyside”, tirada do ar ainda no ano passado. A série acompanha a personagem da atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que eles se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. “Zoey’s Extraordinary Playlist” foi criada por Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013), e tem produção do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018). Além de Jane Levy, o elenco também inclui Lauren Graham (“Gilmore Girls”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”), Alex Newell (“Glee”), John Clarence Stewart (“Luke Cage”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Mary Steenburgen (“The Last Man on Earth”/”O Último Cara da Terra”). A série não tem muita audiência – 1,9 milhão de espectadores ao vivo – , mas aumenta seu público nas plataformas digitais – atingindo até 3,6 milhões. Para completar, tem fãs bastante entusiasmados entre a crítica americana, o que lhe rende 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
Love Life: HBO Max renova sua primeira – e única – série original
A plataforma HBO Max anunciou sua primeira renovação de série. Quinze dias após o seu lançamento, em 27 de maio, o serviço de streaming da WarnerMedia encomendou novos episódios da antologia romântica “Love Life”, estrelada por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e produzida pela Lionsgate. A confirmação da 2ª temporada acontece após a HBO Max acelerar a exibição dos episódios. Em vez de durar oito semanas, conforme o plano original, a série será completada já na semana que vem. A decisão se deve ao fato de “Love Life” também ser a única série live-action original da plataforma, que foi ao ar em meio à paralisação das produções televisivas devido à pandemia de coronavírus. O público respondeu positivamente à estratégia. “É muito gratificante ver ‘Love Life’ como um sucesso imediato. Estamos orgulhosos de ter uma 2ª temporada de nossa primeira comédia original”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max. “Saudamos Anna, nossa equipe criativa e parceiros da Lionsgate, e estamos encantados com o fato de o público ter gravitado Love Life de maneira tão significativa”. A 1ª temporada segue a jovem Darby (Kendrick) em sua jornada do “primeiro ao último amor”, representando vários relacionamentos diferentes ao longo de 10 episódios. Mas a 2ª temporada acompanhará uma nova personagem, explorando o que acontece quando você vive a vida inteira sabendo quem é sua alma gêmea, apenas para descobrir anos depois, em seu casamento, que aquele não era o parceiro certo. Apesar de completar sua história nos primeiros episódios, Darby deve aparecer em participação especial no segundo ano, já que a trama vai se manter em Nova York. “Love Life” é produzida pelo cineasta Paul Feig, com quem Kendrick trabalhou no recente “Um Pequeno Favor”. Criada por Sam Boyd, roteirista do similar “Em um Relacionamento Sério” (2018), a 1ª temporada também incluiu Zoe Chao (“Living with Yourself”), Sasha Compère (“Miracle Workers”), Scoot McNairy (“Narcos: México”), Peter Vack (“The Bold Type”) e a menina Audrey Bennett (“Evil”) como a versão mirim de Darby. A plataforma HBO Max ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Harlots: Série sobre bordel do século 18 é cancelada
A plataforma Hulu cancelou a série “Harlots”, sobre prostitutas de um bordel inglês de luxo do século 18, que não terá 4ª temporada. O anúncio foi feito quase um ano após a estreia da 3ª temporada, lançada em julho de 2019. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração se passava na Londres do século 18 e acompanhava Margaret Wells (Samantha Morton, a Alfa de “The Walking Dead”) em sua luta para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel, onde também trabalhavam suas filhas. O elenco de “Harlots” ainda destacava Jessica Brown Findlay (Lady Sybil na série “Downton Abbey”), Lesley Manville (indicada ao Oscar 2018 por “Trama Fantasma”) e Liv Tyler (“The Leftovers”), que entrou na trama na 2ª temporada. No Brasil, a série era exibida pelo Fox Premium.
The Outpost: Produção da 3ª temporada é retomada na Sérvia
As produtoras Electric Entertainment e Arrowstorm Entertainment revelaram nesta segunda-feira (8/6) que já estão de volta à Sérvia para retomar as gravações da 3ª temporada de “The Outpost”, série de fantasia e aventura exibida nos EUA pela rede The CW. A produção foi interrompida no início do surto de coronavírus em meados de março, mas, com a reabertura gradual do comércio na Europa, já recebeu autorização para retornar aos sets. O anúncio foi feito em conjunto por Dean Devlin, CEO da Electric Entertainment, e Jason Faller e Kynan Griffin, da Arrowstorm Entertainment. Eles vão trabalhar nas gravações com a Balkanic Media, uma empresa de produção com sede em Belgrado, que possui um extenso plano de produção pós-bloqueio, contendo diretrizes completas e abrangentes sobre como manter a segurança e a higiene no local das gravações. Todos os membros da equipe estão passando por treinamento para garantir que as medidas de segurança sejam seguidas. “Estamos empolgados em ser uma das primeiras produções a retomar o trabalho após a pausa na indústria de TV e cinema”, disse Devlin. “A Balkanic Media se empenhou para garantir a segurança de todos no set, e estamos felizes por a 3ª temporada de The Outpost ser concluída e ficar pronta para estrear no outono [norte-americano] de 2020.” Entre as medidas tomadas, estão exames diários do elenco, conduzidos na chegada ao estúdio, e a produção de arquivos médicos para cada membro da produção, com o registro de todos os exames. A série de fantasia conquistou um público fiel na CW, tanto que manteve praticamente os mesmos índices de audiência em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada, justamente ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. Geralmente exibida no verão (entre maio e julho) nos Estados Unidos, a 3ª temporada vai estrear excepcionalmente na temporada nobre de outono, devido à pandemia de coronavírus. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.
Cush Cumbo anuncia saída da série The Good Fight
A atriz Cush Jumbo não voltará a “The Good Fight” quando a série da plataforma CBS All Access voltar em sua 5ª temporada. Ela anunciou sua despedida da atração na sexta (29/5), por meio de um comunicado. “Nos últimos cinco anos, vive um período incrível trabalhando com Robert, Michelle e as equipes de ‘The Good Wife’ e ‘The Good Fight'”, disse Jumbo. “Sentirei muita falta de todos eles, mas estou muito animada para explorar novas paisagens. Devido à pandemia que nos obrigou a encerrar mais cedo, não fomos capazes de encerrar a história de Lucca por completo e, portanto, espero que as agendas permitam que eu possa voltar na próxima temporada para fazer isso.” Jumbo interpretava Lucca Quinn desde o início da série, mas a personagem era ainda anterior, vindo de “The Good Wife”, atração da qual “The Good Fight” é derivada. Ela é a terceira integrante do elenco central a deixar o programa, seguindo Rose Leslie, que saiu ao final da 3ª temporada, e Delroy Lindo, que também encerraria sua participação no final do quarto ano. “Adoramos cada momento de trabalho com Cush nos últimos cinco anos e todos no universo ‘The Good Fight’ sentirão terrivelmente a sua falta”, disseram os criadores da série, Robert e Michelle King. Eles também reforçaram que, “diante do final prematuro da 4ª temporada”, têm “esperança que Cush possa retornar quando retomarmos as filmagens da 5ª temporada, com o objetivo de dar a Lucca uma despedida adequada.” “The Good Fight” foi renovada para sua 5ª temporada no início deste mês, depois da 4ª temporada ser interrompida pela pandemia de coronavírus, o que tinha deixado a trama sem fim. A série é estrelada por Christine Baranski, Sarah Steele, Nyambi Nyambi, Michael Boatman, Zach Grenier, John Larroquette e Audra McDonald. Além deles, Hugh Dancy também se juntou à 4ª temporada em um papel recorrente.
Diary of a Future President: Série de Gina Rodriguez é renovada na Disney+ (Disney Plus)
A Disney+ (Disney Plus) anunciou a renovação de “Diary of a Future President” para sua 2ª temporada. A série em que Gina Rodriguez, a estrela de “Jane the Virgin”, é Presidente dos EUA estreou em janeiro na plataforma de streaming americana e voltará em 2021 com mais 10 episódios. Na trama, a vida de Elena Cañero-Reed, primeira presidente latina dos EUA, é apresentada por meio de flashbacks, que recordam como era sua adolescência entre os altos e baixos do ensino médio. Graças a esse recurso, Gina Rodriguez assume o papel de narradora, deixando o protagonismo para a estreante Tess Romero, intérprete da Elena adolescente em sua fase de descobertas – do primeiro amor, da primeira grande amizade e até do primeiro namorado de sua mãe – , numa trama típica de comédia teen, com o diferencial de que a protagonista vai virar presidente dos EUA quando crescer. Criação de Ilana Peña (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série ainda destaca em seu elenco Selenis Levya (a Gloria de “Orange Is the New Black”) como mãe da protagonista, Michael Weaver (“The Real O’Neals”) como o candidato a padrasto e o estreante Charlie Bushnell como o irmão mais velho. “Histórias otimistas e sinceras que inspiram são fundamentais para o nosso conteúdo e a série da criadora Ilana Peña tem esses atributos de sobra”, diz Agnes Chu, vice-presidente sênior de conteúdo da Disney+ (Disney Plus). “Famílias ao redor do mundo se apaixonaram por Elena e a família Cañero-Reed e estamos entusiasmados por trazer de volta a jornada muitas vezes hilária e sempre significativa de Elena na adolescência por mais uma temporada. Foi maravilhoso fazer parceria com a extraordinária Gina Rodriguez para defender pontos de vista específicos e diversos e estamos ansiosos para ver ainda mais da presidente Cañero-Reed nestes próximos capítulos”. Além de atuar, Rodriguez também dirigiu o episódio inaugural e produz a série, e voltará a realizar essas funções nos novos episódios.
Netflix renova Control Z em tempo recorde
A Netflix anunciou a renovação de “Control Z” para a 2ª temporada em tempo recorde. Para ressaltar a rapidez, a empresa reuniu o elenco numa videochamada e registrou a reação de surpresa dos atores, que ainda estavam em clima de divulgação da temporada inaugural. O vídeo do anúncio foi divulgado no YouTube e nas redes sociais. Veja abaixo. A série mexicana é uma das produções de mistério colegial lançadas após o sucesso da espanhola “Elite” na plataforma, e foi lançada há apenas uma semana, no dia 22 de maio. Com ingredientes que lembram “Gossip Girl” e “Pretty Little Liars”, além do recente filme “País da Violência” (Assassination Nation), a trama gira em torno de segredos escandalosos revelados por um hacker anônimo. Os alvos são os alunos mais populares do Colégio Nacional. Mas é uma estudante reclusa quem demonstra mais interesse em descobrir o culpado, se não for ela própria a responsável pela campanha de difamação. A série foi criada por Carlos Quintanilla (“Mujeres Asesinas”), Adriana Pelusi (“O Casamento da Vovó”) e Miguel García Moreno (“La Candidata”). O elenco inclui Ana Valeria Becerril (“Muerte al Verano”), Xabiani Ponce de León (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”), Lidia San José (“Luis Miguel: The Series”), Paulina Castro (“A Casa das Flores”), Andres Baida (“Los Elegidos”) e Mauro Sanchez Navarro (“Atrapada”).
It’s Always Sunny in Philadelphia vira comédia mais duradoura da TV
O canal pago americano FX renovou “It’s Always Sunny in Philadelphia” para sua 15ª temporada, o que representa um recorde de duração. A produção se tornou a série de comédia live-action (com atores reais) mais longeva da história da TV americana. A sitcom estreou em 2005 e com a renovação ultrapassou a marca de “The Adventures of Ozzie and Harriet”, uma das primeiras séries desse formato, que ficou no ar por 14 temporadas, entre 1952 e 1966. Vale observar que o recorde diz respeito apenas ao número de temporadas, pois “Ozzie and Harriet” ainda lidera em quantidade de episódios produzidos – 434 capítulos versus 153 de “It’s Always Sunny in Philadelphia”. A produção do FX é uma criação de Glenn Howerton e Rob McElhenney, que também são protagonistas da trama, interpretando os personagens Dennis e Mac, respectivamente. Charlie Day (Charlie), Kaitlin Olson (Dee) e o veterano Danny DeVito (Frank) completam o elenco principal da atração. “It’s Always Sunny in Philadelphia” acompanha os cinco personagens, que são amigos e administram um bar na Filadélfia, cidade que dá nome à série. Ao estilo de “Seinfeld”, a trama é conhecida por seu humor ácido e por não esconder o egoísmo e os comportamentos antiéticos dos protagonistas. Falando sobre a possibilidade de bater o recorde no ano passado, McElhenney disse para os fãs: “Enquanto vocês ainda estiverem assistindo, continuaremos fazendo”. Outras atrações recordistas da TV americana incluem a animação “Os Simpsons”, que estreou em 1989 e está na 31ª temporada, e “Law & Order: Special Victims Unit”, lançada em 1999, quetornou-se a série dramática mais duradoura de todos os tempos ao atingir sua 21ª temporada.
Expresso do Amanhã chega na Netflix bem diferente do filme original
A Netflix começou a disponibilizar a série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) nesta segunda (25/5) no Brasil, mantendo a tradução do filme de 2013 em que se baseia. E o primeiro episódio já deixa claro que a versão em episódios é bem diferente do longa-metragem dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho, grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”. Assim como no filme estrelado por Chris Evans, Tilda Swinton e grande elenco, a trama se passa num mundo pós-apocalíptico, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. Mas dentro do veículo há um sistema de classes sociais, que divide os passageiros entre os trabalhadores miseráveis que ficam nos últimos vagões e os privilegiados da Primeira Classe. A divisão acumula tensões e, inevitavelmente, deflagrará uma revolução. Mas a série, que já foi renovada para a 2ª temporada, não resolve isso de imediato e nem parece interessada em avançar a trama para ultrapassar a história do filme e contar o que acontece depois do final na tela grande. Em vez disso, suspende e estende o clima conflituoso para apresentar-se como um programa procedimental, em que o pós-apocalipse vira pano de fundo para uma investigação criminal. Antes da revolução, o protagonista Andre Layton (Daveed Diggs, da série “The Get Down”) é retirado do último vagão, onde ficam os pobres, por ordem de Melanie Cavill (Jennifer Connelly, de “Noé”), chefe de hospitalidade e assistente do misterioso Sr. Wilford, que criou e dirige o trem, mas – como no filme – nunca é visto. Ex-policial, Layton é incumbido de resolver um crime nos vagões da Primeira Classe. Um cadáver foi descoberto em um compartimento, e o assassinato precisa ser resolvido para a manutenção do status quo. A apropriação da premissa pós-apocalíptica para uma estrutura procedimental dividiu opiniões, rendendo uma nota mais baixa que o esperado no Rotten Tomatoes – 63% de aprovação para a estreia. Este resultado foi consequência da intervenção dos executivos da TNT na produção. Originalmente concebida para o canal pago TNT, a série foi criada há cinco anos por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da emissora sobre os rumos da atração, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e isso atrasou a estreia, já que o capítulo inicial foi reescrito e precisou ser inteiramente refilmado por outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. A TNT só aprovou a produção após o aspecto procedimental ser incluído na trama. A estreia aconteceu há oito dias (em 17/5) nos EUA, atraindo 3,3 milhões de telespectadores na transmissão dupla realizada pelos canais TNT e TBS. A audiência representou o maior público de estreia de série da TNT desde o lançamento de “The Alienist”, em 2018. Como dois episódios já foram exibidos nos EUA, a Netflix está disponibilizando os dois primeiros capítulos de uma vez no Brasil nesta segunda. Os demais chegarão na plataforma conforme forem transmitidos nos EUA, sempre às segundas, com um dia de diferença. Confira abaixo o trailer legendado do lançamento nacional de “Expresso do Amanhã” em streaming.
The Alienist: Trailer da 2ª temporada volta a juntar Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning
A TNT divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “The Alienist”, um dos maiores sucessos da TV paga americana de 2018. Batizada de “The Alienist: The Angel of Darkness”, a continuação volta a reunir os atores Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning, que desta vez trocam a caça a um serial killer por um caso envolvendo o sequestro de um recém-nascido. A trama adapta o segundo livro de Caleb Carr com os personagens, traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, e acompanha a investigação do sequestro da filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. O trio de especialistas não convencionais volta a se juntar para encontrar o bebê desaparecido. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) vive John Moore, repórter investigativo do New York Times. E Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) é a ex-secretária da polícia Sara Howard, que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. A exibição da 1ª temporada rendeu a maior audiência da TNT em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em janeiro de 2018, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões em sua primeira semana de disponibilidade online. Segundo a TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 26 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, a temporada inaugural foi lançada pela Netflix, que ainda não programou a exibição dos novos capítulos.
ABC renova sete séries veteranas, incluindo os dramas A Million Little Things e The Rookie
A rede ABC apostou na consolidação de sua programação ao anunciar a renovação de sete séries veteranas: as comédias “The Goldbergs” (8ª temporada), “Black-ish” (7ª temporada), “American Housewife” (5ª temporada), “The Conners” (3ª temporada) e “Mixed-ish” (2ª temporada), além dos dramas “A Million Little Things” e “The Rookie” (ambos vão pra 3ª temporada). “Em um momento em que estamos fisicamente separados e as experiências compartilhadas importam mais do que nunca, esses programas são base da estratégia que nos colocou em 1º lugar nesta temporada – aproximando pessoas, criando momentos culturais e criando conteúdo que diverte e inspira gerações”, afirmou a presidente da rede, Karey Burke, em comunicado. “Nossa principal prioridade agora é trabalhar com nossos parceiros de estúdio para garantir um retorno seguro às produções, para que possamos aproveitar o forte momento de uma programação vencedora”, acrescentou. As renovações desta quinta (21/5) juntam-se a anúncios anteriores, que reforçam a continuidade das atrações consagradas no canal, como os dramas “Grey’s Anatomy” e seu spin-off “Station 19”, sem esquecer do novo sucesso “The Good Doctor”. Em compensação, três séries tradicionais da emissora foram encerradas: “Modern Family”, “How to Get Away with Murder” e “Fresh off the Boat”, que serão substituídas por novos projetos em 2021.
Prodigal Son é renovada para 2ª temporada
A rede Fox anunciou a renovação de “Prodigal Son” para sua 2ª temporada, que assim se tornou a última série a definir seu destino na programação da emissora. A série teve um desempenho mediano, com 3,3 milhões de espectadores ao vivo e 54% de aprovação da crítica, na medição do site Rotten Tomatoes. Mas, no final, a decisão de renovar a série dependeu mais da disponibilidade de Michael Sheen (“Masters of Sex”), que tinha contrato apenas para uma temporada. Com nova assinatura do ator, a atração voltará ao ar em 2021. Produzida por Greg Berlanti, o produtor com mais séries no ar atualmente e em todos os tempos, “Prodigal Son” é uma espécie de “Hannibal”/”O Silêncio dos Inocentes” em versão família. A produção traz Tom Payne (o Jesus de “The Walking Dead”) como um psicólogo forense que ajuda a polícia a capturar serial killers, graças à seu conhecimento íntimo sobre como eles pensam. Esta especialidade é resultado de uma experiência traumática: a descoberta, na infância, de que seu pai (Michael Sheen) era um psicopata famoso, o serial killer conhecido como Cirurgião, que agora lhe dá dicas sobre como psicopatas pensam, em encontros na prisão. “Desde o momento em que o ‘Prodigal Son’ estreou, os fãs ficaram cativados pelas surpreendentes performances de Tom Payne e Michael Sheen, que enfrentam um dos relacionamentos familiares mais únicos da televisão”, disse o presidente da Fox Entertainment, Michael Thorn, no comunicado sobre a renovação. Criada por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception”, a série também aborda os demais integrantes da família do protagonista, como uma mãe manipuladora, vivida por Bellamy Young (de “Scandal”), e uma irmã aparentemente normal demais, interpretada por Halston Sage (“The Orville”). O elenco ainda inclui Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”), Frank Harts (“The Path”) e Keiko Agena (“The First”).
Fox renova The Resident e Last Man Standing
A rede Fox anunciou a renovação das séries “Last Man Standing” e “The Resident”, que vão, respectivamente, para suas 9ª e 4ª temporada. Ambas as atrações são produzidas pela 20th Century Fox Television, que a Disney adquiriu ao comprar os estúdios da Fox. “‘The Resident’ e ‘Last Man Standing’ são partes importantes da Fox, e estamos muito satisfeitos por eles voltarem na próxima temporada”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em comunicado. “Queremos agradecer a todos os escritores, atores, diretores, produtores e equipes talentosas por ambos os programas e, é claro, aos nossos amigos e parceiros de produção na 20th Century Fox Television.” “Last Man Standing” tem uma média de 8 milhões de espectadores, incluindo o público multiplataforma, e é a série de comédia mais assistida da Fox, enquanto “The Resident” atrai 10 milhões de espectadores multiplataforma e está entre os 10 dramas televisivos mais vistos entre os espectadores de 18 a 34 anos nos EUA. As duas séries se juntam a uma pequena lista de originais live-action já renovados na Fox. Além delas, o canal só oficializou as voltas de “9-1-1” e seu spin-off “9-1-1: Lone Star”. Por outro lado, renovou todas as suas séries animadas – “Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “Bob’s Burgers”, “Bless the Harts” e “Duncanville”. Apesar de ser a mais longeva, a 9ª temporada de “Last Man Standing” será apenas a terceira exibida na Fox, após a rede resgatar a série estrelada por Tim Allen, que foi cancelada pela ABC em 2017, após seis temporadas. Considerada uma comédia conservadora, “Last Man Standing” destoava do tom inclusivo das séries de famílias modernas da ABC, encontrando seu público natural na rede que lançou a Fox News. Já “The Resident” sobreviveu ao excesso de séries médicas lançadas recentemente – “New Amsterdam” na NBC e “The Good Doctor” na ABC – para se estabelecer entre os líderes de audiência do canal.












