Diretor de A Bela e a Fera negocia filmar remake de A Noiva de Frankenstein
O diretor Bill Condon, do sucesso “A Bela e a Fera”, está negociando com a Universal para comandar outro remake de história de amor de um monstro incompreendido. Ele deve assumir o comando da refilmagem de “A Noiva de Frankenstein”, clássico de 1935 estrelado por Elsa Lanchester e Boris Karloff, com direção de James Whale. Condon, inclusive, já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), que ele também dirigiu, sobre os últimos anos da vida de James Whale, o cineasta original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. A refilmagem está sendo produzida por Alex Kurtzman e Chris Morgan, como parte do universo compartilhado de monstros góticos do estúdio Universal, que debutará nos cinemas com “A Múmia”, em 9 de junho. Anteriormente, o estúdio tentou convencer Angelina Jolie a viver a personagem-título e negocia com Javier Bardem para viver o monstro. A Universal tem buscado grandes nomes para estrelar estes filmes, escalando Tom Cruise para enfrentar a Múmia e Johnny Depp no vindouro remake de “O Homem Invisível” (1933). O novo roteiro de “A Noiva de Frankenstein” foi escrito por David Koepp (“Parque dos Dinossauros” e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”).
Diretor do terror O Homem nas Trevas vai filmar remake de Labirinto
A Sony contratou Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas” e “A Morte do Demônio”) para dirigir o remake/continuação da fantasia infantil “Labirinto – A Magia do Tempo”, estrelada por David Bowie e a jovem Jennifer Connelly em 1986. Segundo o site Deadline, o diretor uruguaio e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”) vão escrever a história, que seria uma nova aventura passada no mesmo universo e não uma refilmagem do longa original. O filme de 1986 acompanhava a jornada da adolescente vivida por Connelly, que, cansada de ser babá do irmão mais novo, deseja que ele suma, sendo atendida pelo Rei dos Duendes. Desesperada ao perceber o que fez, ela entra num mundo mágico, repleto de fantoches e pedras que soltam pum, para enfrentar a criatura vivida por Bowie e recuperar seu irmãozinho. “Labirinto” contou com músicas de Bowie, roteiro de Terry Jones (dos Monty Python) e produção de George Lucas (criador de algo chamado “Star Wars”). Um supertime que, curiosamente, não impediu seu fracasso de bilheteria. A derrota financeira levou o diretor Jim Henson a entrar em depressão profunda. Ele nunca mais dirigiu nenhum filme até sua morte, quatro anos depois. O lançamento em vídeo e as exibições televisivas, porém, mudaram a percepção do público a respeito da obra, a ponto de muitos até acharem que o filme foi um dos grandes sucessos dos anos 1980. A obra também foi valorizada pelo reconhecimento obtido por Connelly em seus filmes seguintes. A atriz acabou ganhando o Oscar por “Uma Mente Brilhante” em 2002. A decisão de realizar o remake foi tomada no ano passado, quando se comemorou 30 anos de lançamento do original e aconteceu a morte de Bowie. Ainda não há previsão para o começo das filmagens ou data de lançamento. Antes de filmar “Labirinto”, Alvarez e Basu vão trabalhar juntos em outro projeto: a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”.
A Bela e a Fera supera US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais
A Disney já começou a comemorar seu desempenho de 2017. Seu primeiro grande lançamento do ano, “A Bela e a Fera”, tornou-se também o primeiro filme a superar a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo inteiro. E as comemorações incluem um vídeo de agradecimento ao público mundial. Veja abaixo. O estúdio fez o anúncio da entrada da fábula encantada no mundo da fábula de dinheiro por meio do Facebook. O valor também foi confirmado pelo site Box Office Mojo, que coleta informações sobre o mercado. O remake com atores da animação de 1991 arrecadou US$ 435,9 milhões somente nos Estados Unidos, além de US$ 564,1 milhões no mercado internacional. No exterior, o reinado da princesa vivida por Emma Watson foi mais próspero na China, onde o filme arrecadou mais de US$ 85 milhões, seguindo pelo Reino Unido, com US$ 72 milhões. No Brasil, o filme lidera as bilheterias desde seu lançamento e já rendeu o equivalente a US$ 36 milhões. Até o momento, “A Bela e a Fera” é o filme mais visto do mundo em 2017, com quase o dobro do faturamento do 2º colocado, “Logan”, com US$ 596,5 milhões. No ano passado, a Disney bateu o recorde histórico de faturamento mundial de cinema, emplacando um sucesso atrás do outro até superar US$ 7 bilhões de arrecadação. Para 2017, o estúdio ainda reserva diversas animações, filmes da Marvel e um final de ano com “Star Wars”.
Lady Gaga vai filmar cenas do remake de Nasce uma Estrela no festival de Coachella
Lady Gaga vai gravar cenas para o novo remake de “Nasce uma Estrela” no festival de Coachella, no qual ela será uma das atrações principais deste ano. O detalhe é que, segundo o site Festival Ticketing, de vendas de ingressos, a cantora filmará em dois dias diferentes da data de sua apresentação – em 18 e 19 de abril, terça e quarta-feira, respectivamente. Apesar de ser filmagem, o que deve incluir pausas e repetições, há ingressos à venda para as apresentações como se fossem um show de verdade, mas a módicos US$ 10. O evento está sendo descrito como um show de música country, revelando o estilo musical da personagem vivida por Gaga, e pede que o público se vista a caráter para a participação, com jeans, botas e, se possível, chapéu. Todo o dinheiro arrecado será destinado à Born This Way Foundation, ONG da própria Gaga. Mas celulares e câmeras serão confiscados para evitar “spoilers”. Claro que é difícil haver spoiler numa trama que foi filmada três vezes anteriormente. O papel da cantora em ascensão já foi vivido por Janet Gaynor em 1937, Judy Garland em 1954 e Barbra Streisand em 1976. Por sua vez, o astro decadente, vivido por Frederic March, James Mason e Kris Kristofferson no passado, agora será interpretado por Bradley Cooper. Além de contracenar com Gaga, Cooper também vai assinar a direção do filme, fazendo sua estreia na função. O roteiro, por sua vez, é de Will Fetters, conhecido por adaptações dos livros “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014), ambos do escritor Nicholas Sparks. E Elton John revelou que compôs pelo menos uma música para o filme. O quarto “Nasce Uma Estrela” tem estreia marcada para o dia 28 de setembro de 2018.
Diretora de Crepúsculo vai filmar remake de Miss Bala
O thriller mexicano “Miss Bala” (2011), cujo sucesso internacional rendeu projeção e visto de trabalho para o diretor Gerardo Naranjo (série “Narcos”) e a atriz Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), vai ganhar seu remake hollywoodiano. A diretora Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”) foi contratada pela Sony para a refilmagem e já negocia com Gina Rodriguez, a estrela da série “Jane the Virgin”, para o papel principal. O estreante Gareth Dunnet Alcocer está escrevendo o roteiro. Exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2011, o filme levemente baseado em fatos reais foi o representante mexicano no Oscar 2012, mas não conseguiu chegar entre os indicados a Melhor Filme em Língua Estrangeira. Produzido pelos atores Diego Luna e Gael García Bernal, o filme gira em torno da ambição de uma jovem que deseja ser coroada rainha da beleza numa região do México dominada pelo crime organizado.
Abigail Breslin revive cenas clássicas em 36 fotos do remake de Dirty Dancing
A rede ABC divulgou 36 fotos do remake televisivo de “Dirty Dancing – Ritmo Quente” (1987). As imagens mostram a atriz Abigail Breslin (a “Pequena Miss Sunshine” já crescida) e o dançarino Colt Prattes (da trupe da cantora Pink) revivendo cenas clássicas, originalmente interpretadas por Jennifer Grey e Patrick Swayze no sucesso dos anos 1980. Mas também destaca alguns dos coadjuvantes. O elenco de apoio inclui Sarah Hyland (série “Modern Family”), Katey Sagal (série “Sons of Anarchy”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Debra Messing (série “Will & Grace”), Billy Dee Williams (“Star Wars: O Império Contra-Ataca”), Trevor Einhorn (série “The Magicians”), J. Quinton Johnson (“Jovens, Loucos e Mais Rebeldes”), Tony Roberts (“Uma Semana a Três”), Michael Lowry (série “Powers”) e a cantora Nicole Scherzinger A atração será a segunda tentativa de capitalizar o sucesso do filme na TV. A primeira foi uma série lançada na NBC em 1988, um ano após a estreia do filme, que acabou cancelada no começo da 1ª temporada, provando-se um grande fracasso. Na época, a conclusão era que “Dirty Dancing” não era “Dirty Dancing” sem Patrick Swayze e Jennifer Grey. A teoria foi comprovada durante o lançamento cinematográfico de “Dirty Dancing – Noites de Havana” (2004), uma reimaginação da trama clássica em outro contexto. Também fracassou na bilheteria. A Lionsgate está produzindo a nova adaptação, que tem roteiro de Jessica Sharzer (série “American Horror Story”) e direção de Wayne Blair (“Música da Alma”). Ao contrário de outras adaptações de musicais que têm sido exibidas como especiais de fim de ano pela TV americana, o novo “Dirty Dancing” não será apresentado ao vivo, mas gravado, como demonstram as imagens abaixo, com cenas num lago.
Remake de Duna será escrito por roteirista vencedor do Oscar
O remake da sci-fi clássica “Duna” terá um roteirista vencedor do Oscar. A produção contratou Eric Roth, que conquistou o Oscar de Melhor Roteiro por “Forrest Gump” (1995) e foi indicado outras três vezes ao prêmio, para adaptar a história de Frank Herbert, que chegou a ser considerada infilmável no século passado. Conhecido por ser um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, “Duna” já foi adaptado para o cinema por David Lynch em 1984, mas o resultado final sofreu intervenções do produtor Dino De Laurentiis e, apesar de visualmente inovador, não foi muito bem recebido. A obra também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova produção terá direção de Denis Villeneuve em sua terceira sci-fi consecutiva, após o reconhecimento de público e crítica conquistado por “A Chegada” e a grande expectativa que cerca o vindouro “Blade Runner 2049”. “Duna” se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em especial, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Ainda não tem previsão para o remake chegar aos cinemas.
Roteirista de Aquaman vai escrever remake de O Monstro da Lagoa Negra
A Universal está animada com seu projeto de remakes de monstros e já encomendou ao roteirista Will Beall (criador da série “Training Day” e escritor de “Aquaman”) uma nova versão da história do clássico “O Monstro da Lagoa Negra” (1954). O projeto está em desenvolvimento há muitos anos no estúdio, e já chegou a ter o diretor Gary Ross (“Jogos Vorazes”) incumbido das filmagens. Por curiosidade, ele é filho de Arthur A. Ross (1920–2008), o roteirista do longa original. O estúdio também sondou a atriz Scarlett Johansson (“A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”) para liderar o elenco, mas a produção ainda não tem cronograma de filmagens ou previsão de lançamento. O primeiro filme da nova leva de monstros da Universal será “A Múmia”, que acaba de divulgar seu novo trailer.
Robert Rodriguez negocia dirigir remake de Fuga de Nova York
O diretor Robert Rodriguez (“Sin City”) está em negociações para dirigir o remake de “Fuga de Nova York” (1981), clássico sci-fi de John Carpenter. Segundo o site Deadline, a Fox pretende dar início a uma franquia com a produção, que se passa num futuro distópico. Originalmente estrelado por Kurt Russell, “Fuga de Nova York” mostrava a transformação da ilha de Manhattan numa enorme prisão de segurança máxima, cercada por muros gigantescos, onde os criminosos mais perigosos dos EUA são deixados à própria sorte. A trama começa após um ato terrorista derrubar o avião presidencial em Nova York, levando o governo a buscar ajuda de Snake Plissken, um dos mais perigosos terroristas do planeta, que precisa encontrar e salvar o presidente na prisão quilométrica em troca de sua liberdade e da própria vida, já que foi injetado com um explosivo que será detonado em 22 horas – o tempo que tem para completar a missão. Considerada uma das ficções científicas mais influentes dos anos 1980, a produção ganhou sequência, “Fuga de Los Angeles”, em 1996. Recentemente, Carpenter venceu um processo por plágio de “Fuga de Nova York” contra o produtor Luc Besson por “Sequestro no Espaço” (2012). Ao contrário de outros filmes inspirados do filme de 1981, a produção francesa copiou diversos conceitos do filme original, apenas trocando a ilha de Manhattan por uma prisão espacial. Besson foi condenado a pagar uma indenização para Carpenter, que na época mencionou que o plágio poderia prejudicar seus planos para refilmar o clássico. Carpenter será, de fato, o produtor executivo do remake. Já o roteiro está sendo atualizado por Neil Cross, o criador da série britânica “Luther”. Caso a negociação seja bem-sucedida, Rodriguez começará a filmagem assim que finalizar outra sci-fi, “Alita: Battle Angel”, adaptação do mangá “Battle Angel Alita”, que está rodando para a própria Fox.
Terror cult dos anos 1980, Maniac Cop vai ganhar remake do diretor de Drive
O terror “Maniac Cop – O Exterminador” (1988), filme cult da era dos slashers sangrentos, vai ganhar um remake do dinamarquês Nicolas Winding Refn. Segundo o site da revista Variety, o cineasta conhecido por “Drive” (2011) e “O Demônio de Neon” (2016) deve iniciar as filmagens no verão americano em Los Angeles. “Maniac Cop” trocava o monstro mascarado e o cenário suburbano/campestre de filmes como “Halloween” e “Sexta-Feira 13” por um policial fardado, deformado e psicopata, que assassinava brutalmente inocentes nas ruas de Nova York. O filme tinha roteiro de Larry Cohen (“Nasce um Monstro”) e direção de William Lustig (“O Maníaco”), dois mestres do terror, e ainda por cima incluía Bruce Campbell (o Ash de “Evil Dead”) como um dos suspeitos de ser o assassino. Fez tanto sucesso que rendeu duas continuações. Em comunicado, a produtora executiva do remake, Lene Børglum (também de “O Demônio de Neon”), afirmou que a ideia é transformar a trama em um suspense contemporâneo e realista, com menos ênfase na trama de terror. Segundo ela, o projeto é antigo e tende a refletir as críticas à brutalidade policial nos EUA, mas as dificuldades em conseguir os direitos do primeiro filme fizeram com que o projeto demorasse para sair do papel.
MacGyver é renovada para sua 2ª temporada
A rede CBS anunciou a renovação de “MacGyver” para sua 2ª temporada. Série de pior avaliação da atual temporada, com apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o remake da atração clássica dos anos 1980 (lançada como “Profissão Perigo” no Brasil) é uma das atrações mais assistidas das noites de sexta-feira na TV americana. A média de audiência da 1ª temporada é de 7,9 milhões de telespectadores, o dobro de “Grimm”, por exemplo, que durou seis temporadas nas sextas do canal NBC. Vale lembrar que o episódio piloto foi comandado pelo cineasta James Wan (“Velozes e Furiosos 7”), rendendo 10,9 milhões de espectadores, a maior audiência de estreia da CBS em mais de uma década – desde “Ghost Whisperer”, lançada em 2005. Desenvolvido por Peter Lenkov (produtor-roteirista de “Havaii Five-0”), o reboot traz Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) como uma versão mais jovem de MacGyver, acompanhado por uma equipe que não existia na série clássica.
Ivan Reitman revela planos para novos filmes dos Caça-Fantasmas
O diretor Ivan Reitman, responsável pelo clássico “Os Caça-Fantasmas” de 1984 e sua continuação de 1989, afirmou que o fracasso do remake feminino do ano passado não sepultou os planos para desenvolver mais produtos da franquia. Em entrevista ao site io9, ele revelou que há planos para outros filmes e que a Sony já trabalha num longa animado, que deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. “Nós nos debruçamos em uma animação [após terminar o último filme] e já estamos desenvolvendo filmes live-action. Eu quero trazer todas essas histórias juntas, construindo um universo onde elas façam sentido. Parte do meu trabalho agora é fazer isso”, relevou. Lançado em julho de 2016, o último filme arrecadou apenas US$ 229 milhões de bilheteria mundial e colocou estes planos em banho-marinha. Reitman, que compartilhou do fiasco como produtor, lamentou algumas escolhas do diretor Paul Feig, mas mesmo assim defende o filme. “Nós certamente teriamos gostado de ter obtido um sucesso maior, mas considerando que o filme anterior foi há quase 30 anos, ele realmente teve um ótimo desempenho. Eu, pessoalmente, tinha outros pontos de vista em termos de que caminhos o filme deveria tomar e mantive um diálogo ininterrupto com Paul [Feig] sobre isso. Mas Paul era o diretor e ele é um profissional muito talentoso. Eu quir dar espaço suficiente para que ele fizesse o filme que ele achasse que deveria ser feito.”
Comerciais da nova versão de DuckTales destacam o Pato Donald
A nova versão de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”, a clássica série animada da Disney, ganhou duas prévias que destacam a participação do Pato Donald. E o tio de Zezinho, Huguinho e Luisinho não deve ter sido escolhido por acaso, já que seu protagonismo assinala uma grande diferença em relação à produção original, na qual Donald teve apenas aparições esporádicas – surgiu em 8 capítulos de um total de 98. Isto não é uma má notícia. Ao contrário, pois a série é inspirada nas aventuras quacksicas de Carl Barks, o criador de Patópolis (ou seja, da maioria dos patos da Disney), e em seus quadrinhos a presença de Donald sempre foi garantia das melhores piadas e situações de maior perigo. Em outras palavras, a nova versão é mais fiel aos gibis. Vale lembrar que os quadrinhos de Carl Barks, publicados entre os anos 1940 e 1960, são considerados verdadeiras obras de arte e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O responsável pela voz original de Donald é Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. O resto do elenco foi todo refeito. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dubla o Tio Patinhas. Já o trio de sobrinhos terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” vai passar no canal pago americano Disney XD, mas ainda não tem previsão de estreia.












