Misfits: Série britânica de super-heróis delinquentes vai ganhar remake americano
O canal pago americano Freeform anunciou a produção do piloto de sua terceira série de super-heróis. Desta vez, não se trata de uma adaptação de quadrinhos da Marvel, como “Clock and Dagger” (Manto e Adaga) e “Runaways” (Fugitivos), mas o remake americano de “Misfits”. “Misfits” foi criada em 2009 por Howard Overman (“Atlantis”) e teve cinco temporadas produzidas pelo canal pago britânico E4, lançando uma nova geração de astros, como Joseph Gilgun (hoje em “Preacher”), Ruth Negga (também em “Preacher”), Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), Karla Crome (série “Under the Dome”), Robert Sheehan (série “Fortitude”), Natasha O’Keeffe (série “Peaky Blinders”), Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”) e Nathan Stewart-Jarrett (série “Famous in Love”). O curioso é que o projeto de remake americano vem desde 2010, quando a atração vivia o auge de sua popularidade. Os responsáveis por realizar a nova versão são a dupla Josh Schwartz e Stephanie Savage (criadores de Gossip Girl”) em parceria com Diane Ruggiero (co-criadora de “iZombie”). E o elenco central já foi escalado com Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons Mais Escuros), Tre Hall (série “Rebel”), Allie MacDonald (série “Orphan Black”) e Jake Cannavale (série “Nurse Jackie”), filho do ator Bobby Cannavale (série “Vinyl”). A trama foi mantida. Assim como a versão original, o remake vai acompanhar um grupo de jovens infratores em um programa de serviço comunitário, que desenvolve poderes sobrenaturais ao ser atingido por uma misteriosa tempestade elétrica. Lathrop vai viver Alicia, uma menina festeira mimada, que parece ter três objetivos principais na vida: divertir-se, ficar gostosa e conquistar garotos. Hall interpreta Curtis, um talentoso e arrogante jogador de futebol com uma carreira promissora à sua frente, que está acostumado a conseguir tudo. MacDonald será a dura e trash Kelly, que tem um temperamento explosivo e a propensão de partir pra porrada por qualquer coisa. E Cannavale dará vida a Nathan, um ladrão e golpista de ego inflado. Schwartz, Savage e Ruggiero assinam a produção ao lado de Howard Overman, criador da série original. O piloto ainda precisará ser aprovado para o remake ganhar encomenda de temporada.
Warner pode processar a Universal pelo nome Dark Universe
O anúncio do universo compartilhado de monstros da Universal não caiu bem num estúdio rival. Isto porque o nome escolhido pelo projeto estava nos planos da Warner. Batizado de Dark Universe (Universo Sombrio), a franquia estendida de monstros já ganhou logotipo e páginas nas redes sociais. Mas pode acabar na Justiça. O site The Hollywood Reporter apurou ter ouvido de uma fonte não identificada da Warner, que o estúdio pretende processar a Universal pelo uso do nome Dark Universe, já que se trata de marca registrada. Dark Universe é uma linha de quadrinhos da DC Comics que a própria Warner planeja explorar em seus próximos filmes. “A Warner Bros. já tem planos para o título ‘Dark Universe’, com filmes e séries com a temática sobrenatural, baseados nos quadrinhos da DC que levam o selo de Dark Universe”, disse a fonte ao The Hollywood Reporter. O Dark Universe da Universal inicia com o lançamento de “A Múmia”, que chega aos cinemas dia 8 de junho deste ano, e terá prosseguimento com “A Noiva de Frankenstein”, agendado para 14 de fevereiro de 2019. Também farão parte desse universo filmes de Van Helsing, Lobisomem, o Homem Invisível e Drácula. A Warner, por sua vez, já tinha anunciado os planos de lançar um filme intitulado “Dark Universe”, que seria a denominação cinematográfica dos quadrinhos da “Liga da Justiça Sombria”. A publicação reúne diferentes personagens sob a liderança de John Constantine. Entre os coadjuvantes rotativos encontram-se Monstro do Pântano, Desafiador (Deadman), Madame Xanadu, Dália Negra, Zatanna, Shade, Magia (já vista no filme “Esquadrão Suicida”) e o demônio Etrigan.
Todos são suspeitos no primeiro trailer legendado de Assassinato no Expresso do Oriente
A Fox divulgou o pôster, 13 fotos em alta definição e o primeiro trailer legendado de “Assassinato no Expresso do Oriente”. E a nova versão já chama atenção pelo título, diferente do filme de 1974, com uma preposição a mais, refletindo a tradução nacional do livro de Agatha Christie, publicado em 1934. A prévia apresenta os personagens como estereótipos de um romance de mistério – “o professor”, “o mordomo”, “a governanta”, etc. Todos são suspeitos de uma assassinato cometido a bordo do trem que dá título à produção. E quem leu o livro ou viu o filme anterior sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como outro estereótipo, “o maior detetive do mundo”, que se propõe a responder à pergunta inevitável dos enredos do gênero: “quem é o assassino”. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, cuja primeira adaptação rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Desta vez, quem vive o detetive belga Hercule Poirot é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Halle Berry é absorvida pelo novo remake de A Bolha Assassina
O clássico sci-fi “A Bolha Assassina” vai ganhar uma terceira versão estrelada pela atriz Halle Berry (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), segundo o site da produtora oficial, Swen Group. Em sua descrição, o projeto é apresentado como uma reimaginação e não um remake. E a sinopse realmente é diferente. Diz o texto da produtora: “Quando um grupo de mineiros descobre algo escondido debaixo da terra, eles involuntariamente desencadeiam uma criatura hedionda além da imaginação. Agora, os moradores da cidade devem enfrentá-la, antes que ela destrua tudo.” Para quem não lembra, a história clássica começava com a queda de um meteoro, que trazia em seu interior a bolha gelatinosa e gosmenta do título. Pequena de início, ela gruda no braço do primeiro curioso que a encontra, mas logo passa a absorver outras pessoas, crescendo a cada refeição, até se tornar do tamanho de um Godzilla. O projeto da nova versão é antigo. Para se ter noção, Rob Zombie (“Rejeitados pelo Diabo”) chegou a cogitar sua direção em 2009, antes do diretor Simon West (“Os Mercenários 2”) ser anunciado em 2015. West ainda estaria à frente da produção. A ideia é lançar o filme em 2018 para coincidir com os 60 anos do longa original, que chegou aos cinemas em 1958 com o jovem Steve McQueen (“Bullit”) no papel principal. A data também marca os 30 anos da estreia do primeiro remake, lançado em 1988 com roteiro de ninguém menos que Frank Darabont (criador de “The Walking Dead”). Se a tradição for mantida, pode-se aguardar uma quarta versão para 2048!
Anna Faris e Eugenio Derbez vão estrelar remake da comédia Um Salto para a Felicidade
A atriz americana Anna Faris (série “Mom”) e o mexicano Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”) vão estrelar um remake da comédia “Um Salto para a Felicidade” (Overboard), sucesso de 1987, originalmente estrelada pelo casal Kurt Russel e Goldie Hawn. Segundo o site Deadline, a nova versão vai mudar a situação dos protagonistas. Desta vez, será o personagem masculino, interpretado por Derbez, quem cai de um iate e perde a memória, esquecendo que é um milionário arrogante, enquanto Faris viverá uma mãe solteira e pobre, que resolve aproveitar a situação para dizer que Derbez é seu marido. Não houve justificativa oficial para a mudança, mas é fácil entendê-la. Por mais divertido que seja o original dirigido por Garry Marshall, a ideia de um mulher independente virar dona de casa para fazer comida e cuidar de crianças não cairia tão bem nos dias de hoje. Além de Faris e Derbez, o elenco também contará com Eva Longoria (série “Desperate Housewives”) como a dona de uma pizzaria que emprega Kate. O papel não consta do filme original, mas é descrito de forma similar ao do melhor amigo do personagem de Russel, vivido por Michael G. Hagerty em 1987. O remake será escrito e dirigido por Bob Fisher e Rob Greenberg. O primeiro é roteirista de comédias de sucesso, como “Penetras Bons de Bico” (2005) e “Família do Bagulho” (2013) e fará sua estreia como diretor, enquanto Greenberg criou a série “We Are Men” e dirigiu episódios de várias sitcoms – de “Scrubs” a “How I Met Your Mother”. Ainda não há previsão para a estreia.
Sofia Coppola conquista Cannes com western gótico sobre empoderamento feminino
O novo filme de Sofia Coppola, “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), foi o primeiro a entusiasmar crítica e público no Festival de Cannes. Remake de um western dirigido por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, com mais suspense e até terror que o original, o longa subverte as expectativas por mudar o ponto de vista, contando a história pela perspectiva das mulheres da trama. Na entrevista coletiva do festival, a diretora disse que descobriu o filme por indicação da amiga e designer de produção Anne Ross. “O filme ficou na minha cabeça. O original é sob o ponto de vista do homem. Achei que podia contar a história sob o ponto de vista das mulheres”, explicou. Sofia nunca tinha feito um remake, por isso foi buscar mais informações na fonte original, o livro de 1966, escrito por Thomas Cullinan. Ela tampouco tinha realizado um thriller com clima gótico, filmado à luz de velas – a fotografia de Philippe Le Sourd é deslumbrante. Mas o que chama mais atenção é o elenco estelar da produção, liderado por Nicole Kidman (“Lion”), como a diretora de um internato para moças no Sul rural dos Estados Unidos durante a Guerra Civil do século 19. Neste local, Kirsten Dunst (“As Duas Faces de Janeiro”) vive uma professora, enquanto Elle Fanning (“Demônio de Neon”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) são estudantes. Este universo feminino é invadido pela chegada de um soldado do exército da União ferido, interpretado por Colin Farrell (“O Lagosta”), que as mulheres decidem abrigar e tratar. Mas, cercado de beleza, ele logo começa a abusar da hospitalidade daqueles mulheres, que estão sozinhas, mas não desamparadas. “Toda vez que um grupo de mulheres é isolado do mundo exterior, uma nova dinâmica se estabelece entre elas. O que fiz foi me afastar da memória do filme de Don Siegel e pensar em como eu poderia contar aquela história de novo, sob um ponto de vista diferente”, contou a cineasta. Há um cuidado em evitar transformar o homem em vítima de mulheres vingativas. Ele é claramente um predador, invadindo um ninho. “Para mim, ele chega e arruína tudo. Nós estávamos bem só nós mesmas, apenas não podíamos ter filhos”, apontou Nicole Kidman. Vale lembrar que as mulheres do filme estão numa escola não para aprenderem uma profissão, mas sendo educadas para atrair bons maridos. Entretanto, a guerra levou os homens embora. O único que aparece faz parte do exército inimigo. O instinto feminino natural é ajudá-lo. Mas se ele mostrar sua verdadeira face, as mulheres ainda serão maioria. As mulheres já são maioria em muitas áreas, mas curiosamente não no cinema. Kidman aproveitou a discussão sobre empoderamento feminino para reclamar da pouca quantidade de diretoras contratadas pela indústria ou selecionadas para festivais. Neste ano, entre as duas dezenas de filmes na mostra competitiva de Cannes, apenas três são assinados por mulheres. “Temos de apoiar as cineastas. Muita gente diz que as coisas estão diferentes, mas não é o que mostram as estatísticas”, disse ela. “Apenas 2% dos filmes lançados no ano passado foram dirigido por mulheres. É uma estatística que diz tudo, e acho que é importante que continuemos repetindo”, acrescentou. “Para nossa sorte, temos Sofia e Jane aqui neste ano”, referindo-se também à australiana Jane Campion, que dirige Kidman na continuação da minissérie “Top of the Lake”, exibida fora de competição em Cannes. “Nós, mulheres, precisamos dar apoio a outras realizadoras mulheres”, concluiu. Esta não foi a única discussão levantada durante a entrevista coletiva de “O Estranho que Nós Amamos”. Sofia também defendeu que filmes devem ser vistos em salas de cinema, entrando na polêmica da participação de produções da Netflix no festival. “Fiquei feliz por filmar em película de 35mm, pensando em enquadramentos e fotografia para uma tela grande. Espero que as pessoas assistam ao filme em uma sala de cinema. É uma atmosfera totalmente diferente, uma experiência única em nossas vidas modernas”, ela declarou. Colin Farrell, único homem do elenco, não conseguiu se conter, emendando: “Já viram o vídeo na internet no qual David Lynch fala sobre assistir a filmes em celulares? É um lindo poema de 45 segundos. E diz: ‘Você acha que está vendo um filme de verdade numa p…a de telefone?’. Chequem no YouTube. É realmente lindo!”, provocou o ator. Nunca é demais lembrar a Farrell e aos leitores que David Lynch também está no Festival de Cannes. Ele foi acompanhar a projeção de seu novo trabalho, o revival da série “Twin Peaks”, que não será lançado nos cinemas, mas já está disponível no Brasil pela Netflix, para ser visto “numa p… de telefone”.
Universal oficializa seu universo de monstros e anuncia A Noiva de Frankenstein
A Universal anunciou oficialmente seus planos para criar um universo compartilhado de monstros, dando nome ao projeto: Dark Universe (Universo Sombrio). O estúdio lançou páginas dedicadas à franquia nas redes sociais, que já disponibilizaram uma foto que reúne as estrelas dos filmes e um vídeo que apresenta seu logotipo. A foto acima reúne Tom Cruise, Russell Crowe e Sofia Boutella, de “A Múmia”, Javier Bardem e Johnny Depp, que estrelarão os próximos filmes. Já o vídeo reúne cenas das produções clássicas de monstros do estúdio, e pode ser visto abaixo. Além disso, a Universal confirmou qual será o próximo lançamento desse universo. Após a estreia de “A Múmia”, que inicia a nova era das produções de monstros em junho, virá “A Noiva de Frankenstein”, com lançamento previsto para fevereiro de 2019. A nova versão do clássico de 1935 será dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), sobre os últimos anos da vida de James Whale, o diretor original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. Até o momento, apenas Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) está confirmado no elenco, como o monstro de Frankenstein. Anteriormente, o estúdio tentou convencer Angelina Jolie a interpretar a personagem-título, que foi vivida por Elsa Lancaster nos anos 1930. O filme também deve contar com a presença de Russell Crowe, reprisando o papel de Dr. Jekyll, introduzido em “A Múmia”. Seu personagem deve ser o principal elo de ligação entre os filmes. Johnny Depp, por sua vez, foi confirmado como o Homem Invisível, que deve ganhar um filme próprio logo a seguir. A criação do Dark Universe está a cargo dos produtores Alex Kurtzman (que também dirige “A Múmia”) e Chris Morgan (da franquia “Velozes e Furiosos”), que o vislumbram como uma antítese dos filmes de monstros clássicos da Universal – originalmente, produções baratas, em preto e branco e com atores típicos do gênero terror, lançadas entre os anos 1930 e 1950. Como demonstra “A Múmia”, os novos filmes terão grandes orçamentos, muitos efeitos visuais e astros do primeiro time de Hollywood. Welcome to a new world of gods and monsters. #DarkUniverse https://t.co/yMPyGVMcvH pic.twitter.com/Yg1KAxg4WX — #DarkUniverse (@darkuniverse) May 22, 2017
Diretor de Esquadrão Suicida negocia filmar remake de Scarface
A Universal está negociando com o diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) para assumir o novo remake de “Scarface”, apuraram os sites The Hollywood Reporter e Variety. A produção será a terceira versão da história da ascensão de um chefão do crime organizado, e conta com roteiro escrito por ninguém menos que os irmãos Coen (“Fargo”). O projeto já possui mais de uma década de desenvolvimento e, por muito tempo, contou com o cineasta Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”) à sua frente. Mas quando chegou a hora de iniciar a produção, houve conflito de agenda com “O Protetor 2”. Como o estúdio já marcou a data de estreia, a corrida é para definir logo um substituto e iniciar as filmagens. Ironicamente, Ayer foi o autor da primeira versão do roteiro do remake, que desde então foi revisado por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), reescrito por Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”) e refeito novamente por Terence Winter (“O Lobo de Wall Street”), antes parar nas mãos dos Coen. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de todas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. A nova versão também trará um protagonista latino. O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) terá o papel principal. A estreia está marcada para agosto de 2018.
Remake de Dinastia ganha trailer escandaloso, com muito sexo, ostentação e cabelos puxados
A rede CW divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Dynasty”, remake da série novelesca “Dinastia”, grande sucesso dos anos 1980. A prévia mostra uma revisão escandalosa do original, com muito sexo, inclusive sexo gay, numa atualização sem pudor, que ainda aumenta a ostentação e a rivalidade de tapas e cabelos puxados das atuais protagonistas rivais. Sexy ao extremo, o remake explicita o que era sugestão e transforma a vida de luxo da família Carrington em pura luxúria. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, e foi uma grande concorrente de “Dallas”, outra série no mesmo formato. Em seu pico de audiência, entre 1984 e 1985, “Dinastia” foi o programa de televisão mais visto nos EUA. A prévia, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão exagerada dos momentos clássicos da 1ª temporada original. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama ainda noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, ganham interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. A trama apresentada intensifica o conflito entre a filha promíscua e a madrasta manipuladora, que nos anos 1980 acabou ofuscado pela chegada da primeira esposa, vivida por Joan Collins a partir da 2ª temporada. O remake parece também ter guardado a personagem para mais tarde. A produção foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, já que foram os criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. O piloto tem direção de Brad Silberling (do filme “Desventuras em Série”) e a exibição vai acontecer às quartas, na temporada de outono dos Estados Unidos.
Trailer de cinco minutos da nova série SWAT explora polêmica racial e muita ação
A rede CBS divulgou as fotos e o trailer de cinco minutos do reboot da série “SWAT”, sucesso dos anos 1970, que retorna totalmente repaginada. O contexto da atualização se estabelece a partir de uma tragédia, quando um adolescente negro se torna vítima de um tiroteio entre a polícia e criminosos. O caso evoca polêmicas raciais do noticiário norte-americano e leva à decisão de promover um oficial negro ao comando da SWAT, após o antigo comandante ser responsabilizado pelo tiro no jovem inocente. O contraponto desse drama são cenas intensas de ação, com direito a capotagens espetaculares de carros, uma especialidade do diretor do piloto: ninguém menos que Justin Lin, responsável pela maioria dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”. A série é estrelada por Shemar Moore (ex-“Criminal Minds”) no papel de Daniel ‘Hondo’ Harrelson, dividido entre a comunidade em que cresceu e seu dever como policial. Mas em vez de considerar isso um problema, o vídeo demonstra que será sua inspiração, ao ser encarregado de comandar a unidade altamente treinada da SWAT de Los Angeles, considerada a tropa de elite do combate ao crime. O elenco também conta com Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Alex Russell (“Poder sem Limites”), Jay Harrington (série “Better Off Ted”), Lina Esco (série “Kingdom”), Kenny Johnson (série “Bates Motel”) e David Lim (série “Quantico”). Desenvolvida por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York” e “Sleepy Hollow”) e produzida por Shawn Ryan (criador da igualmente clássica série policial “The Shield”) e Justin Lin, “SWAT” será exibida às quintas-feiras, a partir de novembro nos Estados Unidos. Shemar Moore returns to @CBS in #SWAT. Take your first look at this intense police drama, coming this fall. pic.twitter.com/wbbAB9zeHs — S.W.A.T. (@swatcbs) May 17, 2017
Julianne Moore será protagonista do remake americano de Gloria
A atriz Julianne Moore (vencedora do Oscar por “Para Sempre Alice”) vai estrelar o remake americano de “Gloria”, comédia dramática do chileno Sebastián Lelio, que rendeu o Urso de Prata de Melhor Atriz a Paulina García no Festival de Berlim de 2013. Sebastián Lelio também vai escrever e dirigir a versão americana, situação que já rendeu saia justa para vários diretores. Ao menos, ele terá a companhia de um compatriota que já estreou em Hollywood. A produção está a cargo de Pablo Larraín, que estreou em inglês com “Jackie” no ano passado. Segundo o diretor, o filme não será um remake típico, mas uma reimaginação das situações vistas no longa original, a partir dos mesmos personagens, que podem tomar direções diferentes na nova produção. “Como uma das maiores atrizes do mundo, Julianne Moore dará suas próprias características para a personagem, sendo uma grande honra inesquecível para a gente. Será como um jazz: sentiremos o espírito do longa chileno, mas iremos revigorá-lo”, declarou Lelio, em comunicado. O longa de 2013 acompanhava Gloria, uma mulher solitária de 58 anos, cujos filhos já saíram de casa há algum tempo. Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes dedicados à terceira idade. Lá, conhece vários homens, com quem costuma se empolgar e, logo depois, se decepcionar. A situação muda quando surge Rodolfo, um ex-oficial da Marinha, que a faz se apaixonar e imaginar um relacionamento permanente, mas também a obrigada a confrontar alguns dos seus segredos mais sombrios. As filmagens vão acontecer no final do ano.
Segredos e Mentiras é cancelada após 2ª temporada
A rede ABC anunciou o cancelamento de “Segredos e Mentiras” (Secrets and Lies) após a 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar para 3,2 milhões de telespectadores, um tombo insuperável diante de uma temporada inaugural com média de 5,6 milhões. O resultado demonstra que os produtores não souberam continuar a premissa. Desenvolvida por Barbie Kligman (roteirista de “The Vampire Diaries” e “Private Practice”), a série era remake de uma minissérie australiana de mesmo nome. O detalhe é que a original contava toda a sua história, uma investigação de homicídio, em apenas seis episódios, enquanto a versão americana esticou o enredo por 10 capítulos na 1ª temporada. Com a resolução da trama inicial, apenas a personagem de Juliette Lewis retornou no segundo ano. Mas o novo caso, totalmente criado pelos roteiristas americanos, não empolgou como a reciclagem da ideia australiana. O novo caso investigado pela detetive Andrea Cornell (Juliette Lewis) envolvia o assassinato da mulher de um herdeiro milionário. E, como de praxe, o marido era o principal suspeito. A crítica odiou, rendendo rejeição no Rotten Tomatoes – média de 35%. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago Sony com o título traduzido para o português.
Mumuzinho compartilha primeira foto dos novos Trapalhões
Mumuzinho compartilhou em seu Instagram a primeira foto que reúne o elenco dos novos “Trapalhões”. Os atores que estarão no remake posaram para o clique ao se encontrem em um workshop preparatório para as gravações. A foto reúne Lucas Veloso (novela “Velho Chico”), Bruno Gissoni (novela “Babilônia”), Gui Santana (ex-“Pânico”), Mumuzinho (“Esquenta!”) e o cantor Nego do Borel – que vão interpretar personagens inspirados em Didi, Dedé, Zacarias, Mussum e Tião Macalé, respectivamente. Para evitar confusão, Lucas e Bruno serão Didico e Dedeco, uma vez que Renato Aragão e Dedé Santana, o Didi e o Dedé originais, também vão marcar presença nos novos episódios, como tios dos jovens. A Globo ainda não anunciou a data de estreia do programa, que tem direção de Ricardo Waddington (programa “Amor & Sexo” e novela “Boogie Oogie”), mas a expectativa é que entre no ar no segundo semestre deste ano. Mais um dia de workshop com essas feras. #remake #ostrapalhoes Uma publicação compartilhada por Mumuzinho (@mumuzinhoc) em Mai 11, 2017 às 7:53 PDT











