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    Trailer revela improvisos da nova série de Will Arnett

    24 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Murderville”, nova série de comédia estrelada por Will Arnett (“Arrested Development”). A prévia revela a estrutura da atração, uma sátira de séries policiais baseada em improvisos. Na trama, Arnett vive um detetive policial que comanda a investigação de um assassinato diferente a cada episódio, sempre acompanhado por um convidado famoso, que participa sem roteiro e ideia do que vai acontecer, tendo que improvisar sua participação do início ao fim das gravações. A produção é baseada numa atração britânica, “Murder in Successville”, da BBC3. O remake americano terá participações de Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Ken Jeong (“Se Beber Não Case”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Marshawn Lynch (“Westworld”), Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) e do apresentador Conan O’Brien. “Murderville” é a quarta série estrelada por Arnett na Netflix. Anteriormente, ele estrelou “Bojack Horseman”, “Flaked” e o revival de “Arrested Development” na plataforma. A estreia está marcada para 3 de fevereiro.

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  • Filme

    Primeiro filme árabe da Netflix causa polêmica no Oriente Médio

    23 de janeiro de 2022 /

    O primeiro filme original em árabe da Netflix, “Perfeitos Desconhecidos”, virou polêmica e enfrenta críticas pesadas de conservadores em todo o Oriente Médio desde seu lançamento na quinta passada (20/1). O longa está sendo acusado, entre outras coisas, de promover a homossexualidade, a perversão e a infidelidade, e até mesmo de fazer parte de um complô para derrubar a sociedade árabe. Um dos muitos remakes internacionais do sucesso italiano de mesmo nome, dirigido por Paolo Genovese em 2016, o filme acompanha um grupo de amigos libaneses que concorda em deixar os celulares desbloqueados na mesa durante um jantar, expondo interações picantes e segredos sombrios. Com um elenco liderado pela cineasta Nadine Labaki (“Cafarnaum”) e a estrela egípcia Mona Zaki (“Sherazade, Conte uma História”), a trama inclui um personagem gay e outras histórias consideradas tabu, que raramente são discutidas abertamente em muitos países do Oriente Médio. No Twitter, o filme foi alvo de uma enxurrada de mensagens homofóbicas, sob a acusação de incentivar a “degradação moral” dos valores islâmicos e “divulgar ideias ocidentais” decadentes. Um usuário acusou o filme de ser um “crime”, acrescentando que não deveria apenas ser banido, mas que todos os envolvidos deveriam enfrentar “processo” e serem julgados como criminosos. A maior surpresa de tudo isso é a Netflix acreditar que isso não aconteceria. Filmes tão inocentes quanto “Eternos” e “Amor, Sublime Amor” foram proibidos nos cinemas de boa parte do Oriente Médio por fazer referências à questões LGBTQIAP+. Como “Perfeitos Desconhecidos” foi lançado direto em streaming, evitou os censores de cinemas, tornando-se um dos poucos filmes a mostrar estas questões para o público árabe. A principal reação aconteceu no Egito (o filme é uma co-produção egípcia), particularmente contra Zaki, que em uma cena do filme tira a calcinha (embora nada seja visto, pois não há nudez). Um usuário do Twitter acusou Zaki – uma grande estrela no Egito – de fazer parte de uma agenda internacional para forçar mudanças sociais. Um advogado egípcio, Ayman Mahfouz, afirmou que o filme era uma “conspiração para perturbar a paz da sociedade árabe” e que Zaki era a “campeã” de tudo. Este mesmo advogado – que em 2020 processou o filho transgênero do ator egípcio Hesham Selim por um post no Instagram por supostamente promover a homossexualidade – está preparando um processo para remover a produção da Netflix. O filme também foi atacado pelo político egípcio Mustafa Bakri, que em comunicado ao presidente da Câmara dos Deputados do Egito disse que ele “incita a homossexualidade e a infidelidade”. No Egito, ao contrário dos países do Golfo Pérsico, a homossexualidade não é oficialmente ilegal, embora seja costumeiramente reprimida na sociedade. Apesar da reação feroz, o longa também recebeu apoio de segmentos progressistas da comunidade árabe, com muitas pessoas elogiando tanto o enredo – por levantar tópicos da vida real muitas vezes ignorados – quanto a própria produção, ao mesmo tempo em que criticam as atitudes retrógradas daqueles que o atacam. “Árabes enlouquecendo por causa de um filme que mostra cônjuges infiéis, adolescentes sendo adolescentes, personagens gays… me faz perceber que não estamos nem 1% perto de discutir temas como seres civilizados em vez de nos fecharmos em uma bolha hipócrita reprimida”, disse um usuário do Twitter, em meio a uma campanha com uma hashtag que se traduz como #EuTambémSouUmPefeitoDesconhecido. Uma das maiores estrelas internacionais do Egito, Amr Waked, foi além e tuitou que qualquer um que estivesse “com medo” de que um filme pudesse mudar sua fé não tinha fé. Graças à polêmica, “Perfeitos Desconhecidos” tem sido um grande sucesso até agora, liderando as paradas de visualização da Netflix na região e chamando a atenção do mundo. Na França, atualmente é o sexto título mais popular da plataforma. Veja abaixo o trailer do filme dublado em português.

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  • Filme

    Remake de “Um Homem Chamado Ove” com Tom Hanks define diretor

    18 de janeiro de 2022 /

    O remake do drama sueco “Um Homem Chamado Ove”, que será estrelado por Tom Hanks, finalmente definiu seu diretor. Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) vai comandar o projeto, quase esquecido após ter sido anunciado em 2017. Com isso, a produção marcará um reencontro entre o diretor e o roteirista David Magee após sua colaboração no drama “Em Busca da Terra do Nunca” (2004), pela qual Magee foi indicado ao Oscar. O filme original, escrito e dirigido por Hannes Holm, baseava-se no romance homônimo de Fredrik Backman e foi premiado como Melhor Comédia Europeia de 2016 pela Academia Europeia de Cinema, e ainda teve a maior bilheteria entre os lançamentos estrangeiros nos Estados Unidos naquele ano. No remake, Hanks interpretará um viúvo mal-humorado (vivido por Rolf Lassgård no original), cuja infelicidade é exacerbada quando ele é descartado como presidente da associação do bairro onde ele mora e empurrado para a aposentadoria em seu trabalho. Sem prazer de viver, ele resolve se suicidar. Mas toda tentativa é interrompida por alguma circunstância que o leva a ajudar um vizinho carente. No processo, Ove desenvolve novos relacionamentos que o conduzem a uma jornada inusitada de introspecção e de cuidar dos outros, mesmo que nunca desista de suas tentativas de acabar com tudo. Em sua declaração no comunicado oficial do projeto, Forster optou por ignorar o filme bem-sucedido, que inclusive disputou o Oscar, para elogiar o livro, como se fosse fazer a primeira adaptação da história. “Quando li pela primeira vez o romance de Fredrik Backman, me apaixonei pela noção de que a amizade tem o poder de moldar a vida de uma pessoa”, disse o diretor. “Mal posso esperar para criar um filme com tanto humor e coração ao lado de Tom e Rita” (Wilson, esposa e sócia da produtora de Hanks). Veja abaixo o trailer legendado do filme original.

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  • Série

    Versão coreana de “La Casa de Papel” revela elenco com atriz de “Lost”

    18 de janeiro de 2022 /

    A Netflix divulgou um teaser com o elenco completo do remake sul-coreano de “La Casa de Papel”, que também ganhou um título oficial. Tão grande que ninguém vai usar, mas vai lá: “La Casa de Papel: Coreia – Área de Economia Conjunta”. A lista de atores destaca Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Os demais integrantes são Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jun Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki e Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo. Os roteiros da adaptação sul-coreana estão a cargo de Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção será realizada por Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). Ainda não há previsão para a estreia. Em mim você fez um furto, baby, e meu coração tu roubou. 👀💰 La Casa de Papel: Coreia – Área de Economia Conjunta estreia esse ano no meu site. pic.twitter.com/9l6zD6lN4I — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 18, 2022

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  • Série

    Will Arnett fará série de comédia policial baseada em improvisos

    14 de janeiro de 2022 /

    A Netflix anunciou uma nova série de comédia estrelada por Will Arnett (“Arrested Development”), que já teve as primeiras fotos reveladas nas redes sociais. A série vai se chamar “Murderville” e será uma sátira das atrações policiais da TV aberta baseada em improvisos. Na trama, Arnett viverá um detetive policial que comandará uma investigação diferente por episódio, sempre acompanhado por um convidado famoso, que não receberá roteiro e terá de improvisar sua participação do início ao fim das gravações. A ideia é baseada numa atração britânica, “Murder in Successville”, da BBC3. O remake americano terá, entre os convidados confirmados, participações de Annie Murphy (“Schitt’s Creek”), Ken Jeong (“Se Beber Não Case”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Marshawn Lynch (“Westworld”), Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) e do apresentador Conan O’Brien. “Murderville” será a quarta série estrelada por Arnett com produção da Netflix. Anteriormente, ele estrelou “Bojack Horseman”, “Flaked” e o revival de “Arrested Development” na plataforma. Além das fotos divulgadas pela Netflix, Arnett também publicou um vídeo para anunciar a produção em seu Instagram. Veja abaixo. A estreia está marcada já para 3 de fevereiro. Welcome to Murderville, a new series starring Will Arnett as a detective who, in every episode, has to solve a murder with a new celebrity guest star as his partner. The catch is: the guest star is never given a script so they have to improvise their way through the case! pic.twitter.com/B3ceg1ZREI — Netflix (@netflix) January 13, 2022 (2/2)! pic.twitter.com/XXHdw52enM — Netflix Is A Joke (@NetflixIsAJoke) January 13, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Arnett (@arnettwill)

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    Elenco de “Perdidos no Espaço” se despede dos fãs

    11 de janeiro de 2022 /

    Parte do elenco de “Perdidos no Espaço” se reuniu virtualmente após o fim da série para se despedir dos fãs. A Netflix divulgou o vídeo do encontro, em que os atores compartilharam experiências e o que mais sentirão falta após a atração. Encerrada em 1 de dezembro com o lançamento da 3ª temporada, “Perdidos no Espaço” foi uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (que ainda criou “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). E que por sua vez já era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha era substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas da versão da Netflix, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, mostrou como tudo termina. O reboot trouxe Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica, o que não aconteceu no revival. Outra diferença é que o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, desta vez foi apresentado como um alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. Com 84% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Perdidos no Espaço” foi o trabalho mais elogiado da carreira de seus criadores, rendeu muitos fãs e deixará saudades.

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    Chay Suede cai em armadilha mortal no trailer de “A Jaula”

    11 de janeiro de 2022 /

    A Buena Vista Brasil divulgou no YouTube o trailer de “A Jaula”, uma produção da plataforma Star+ estrelada por Chay Suede (“Amor de Mãe”) e Alexandre Nero (“Império”), que vai chegar primeiro aos cinemas. A produção de suspense intenso é um remake do thriller argentino “4×4” (2019). Na trama, Suede vive um ladrão que arromba um carro de luxo sem saber que está entrando numa armadilha. O empresário vivido por Nero instalou no veículo um sistema especial, que prende em seu interior quem entrar sem autorização e impede que alguém possa ver ou ouvir seus pedidos de ajuda. O elenco também destaca participação de Mariana Lima (“Onde Está Meu Coração”). A adaptação do longa original de Mariano Cohn (“Querida, Vou Comprar Cigarros e Já Volto”) foi escrita por João Candido Zacharias (“Danado de Bom”) e marca a estreia na ficção do diretor João Wainer, responsável pelos documentários “Pixo” (2009) e “Junho — o Mês que Abalou o Brasil” (2014). A estreia cinematográfica vai acontecer em 17 de fevereiro.

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  • Filme

    “Operação Invasão” vai ganhar remake do diretor de “Dupla Explosiva”

    10 de janeiro de 2022 /

    O já antigo projeto de refilmagem de “The Raid” (2011), excepcional filme de ação indonésio lançado no Brasil como “Operação Invasão”, sofreu uma reviravolta. Segundo o site Deadline, o diretor do filme original, Gareth Evans, vai juntar forças com Michael Bay (“Transformers”) e Patrick Hughes (“Dupla Explosiva”) para desenvolver a nova versão do filme original para a Netflix. Desta vez, Evans servirá apenas como produtor executivo, em parceria com Michael Bay, enquanto a direção caberá a Hughes. Além de dirigir, Hughes também vai assinar o roteiro junto com James Beaufort, ex-ator da franquia “Power Rangers”, que fez uma figuração no filme mais recente do cineasta, “Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”. O filme original foi escrito e dirigido por Evans, e acompanhava uma equipe de elite da S.W.A.T. da Indonésia durante uma missão num condomínio dominado pelo crime. Presos no interior do edifício, eles enfrentam um exército de assassinos para sobreviver. A história teve uma sequência em “Operação Invasão 2” (The Raid 2), lançado em 2014. E desde esta época se fala em seu remake americano. Em 2017, o diretor e roteirista Joe Carnahan chegou a afirmar que faria a nova versão, com Frank Grillo no papel principal. Mas este projeto nunca avançou. Os envolvidos no filme original acabaram ganhando grande projeção, em especial os atores Iko Uwais e Joe Taslim, bastante cotados atualmente em Hollywood. Uwais estrelou “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, a série “Assassinos Wu” e ainda está no elenco do vindouro “Os Mercenários 4”, enquanto Taslim integra a série “Warrior” e estrelou “Mortal Kombat”. Gareth Evans, por sua vez, dirigiu o filme de terror “Apóstolo” para a Netflix, criou a elogiada série “Gangs of London” e tem mais dois longas em desenvolvimento: o thriller de ação “Havoc”, com Tom Hardy (o “Venom”), e “Blister”, que está sendo mantido em sigilo completo. Veja abaixo o trailer original de “The Raid/Operação Invasão”.

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    Versão dramática de “Um Maluco no Pedaço” ganha trailer intenso

    10 de janeiro de 2022 /

    A plataforma Peacock divulgou o primeiro trailer de “Bel-Air” em suas redes sociais. A versão dramática da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). traz o ator, rapper e jogador de basquete Jabari Banks no papel que consagrou Will Smith nos anos 1990. Com clima intenso, a prévia chega a mostrar cenas de violência, mas mantém a mesma premissa. Na trama, Will se envolve em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia e é enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles, onde ganha uma nova chance na vida. Mas, para isso, precisa aprender a se adequar à nova vizinhança e mudar seu estilo de vida. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria o clássico sitcom se os personagens interpretassem um drama em vez de uma comédia. Na época, o trabalho acabou elogiado por Will Smith e, depois da repercussão, os dois se encontraram e a conversa tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. A versão original de “Um Maluco no Pedaço” foi exibida por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, porém, só chegou na TV aberta a partir do ano 2000, quando estreou no SBT. A série foi o primeiro trabalho como ator de Will Smith, que até então só tinha atuado em clipes como Fresh Prince, seu nome de rapper. Atualmente, todas as temporadas da atração original fazem parte do acervo da HBO Max. “Bel-Air” tem produção de Westbrook Studios, a produtora de Smith e de sua esposa Jada Pinkett Smith, em parceria com a Universal TV, e vai estrear em 13 de fevereiro. You know the Banks family, but not like this. From executive producer Will Smith and Westbrook – #BelAirPeacock is streaming February 13. 🚕 Let's go home. pic.twitter.com/r6LD6y2yK3 — Peacock (@peacockTV) January 10, 2022

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    “Morte no Nilo” tem trailer cheio de suspeitos

    21 de dezembro de 2021 /

    O 20th Century Studios divulgou o pôster e o novo trailer de “Morte no Nilo”, continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que traz Kenneth Branagh de volta ao papel do detetive Hercule Poirot. A prévia do novo mistério, embalada por “Policy of Truth”, do Depeche Mode, apresenta os suspeitos de um assassinato cruel durante uma viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo. Curiosamente, a prévia faz questão de esconder quem morreu, com uma edição que mostra a vítima em várias cenas como se fosse suspeita de seu próprio assassinato. E esta não é a única peculiaridade da montagem. Envolvido em escândalos sexuais, o ator Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”) tem a presença dramaticamente minimizada, tornando-se o único integrante do elenco grandioso a não receber closes no trailer. Além de Hammer e Branagh, o filme reúne Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”), Annette Bening (“Capitã Marvel”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Ali Fazal (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sophie Okonedo (“Hellboy”), Emma Mackey (“Sex Education”), Dawn French (“Delicious”), Rose Leslie (“Game of Thrones”), Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”), Russell Brand (“Arthur, o Milionário Irresistível”) e Tom Bateman, que retoma o papel de Monsieur Bouc de “Assassinato no Expresso do Oriente”, embora o personagem não faça desta história, em sua versão original. Branagh também dirige a adaptação, como fez em “Assassinato no Expresso do Oriente”, filme que também contou com o mesmo roteirista, Michael Green, e praticamente a mesma premissa. A diferença básica é que, em vez de um trem europeu, desta vez o detetive Poirot tem que descobrir um assassino a bordo de um navio de luxo na África. O livro de Agatha Christie em que a produção se baseia foi publicado em 1937 e já teve uma adaptação anterior no cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974) e reuniu outro elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. A estreia está marcada para 10 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja o trailer abaixo, em versões legendada e dublada em português.

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    Volta da série clássica “Uma Turma Genial” não passa da 1ª temporada

    18 de dezembro de 2021 /

    A HBO Max cancelou a nova versão de “Uma Turma Genial” (Head of the Class) após a 1ª temporada. Um final extremamente súbito para a continuação de uma série que durou 5 temporadas e mais de 100 capítulos em sua transmissão original. A dupla Amy Pocha e Seth Cohen (roteiristas de “Whiskey Cavalier”) foi responsável por atualizar a trama exibida na rede ABC entre 1986 e 1991. No Brasil, a série foi um sucesso da TV Globo no início dos anos 1990. “Ficamos gratos por trabalhar com Bill (Lawrence, produtor), Amy e Seth para trazer de volta uma série tão icônica e agradecemos a eles e ao excelente elenco por seu trabalho árduo e dedicação”, disse um comunicado da HBO Max, ao informar o cancelamento. Foi o segundo cancelamento consecutivo estrelado pela atriz Isabella Gomez, que antes fazia parte da série “One Day at a Time”, por coincidência outro remake de série clássica. Sua escalação foi responsável pela maior mudança da nova “Turma Genial”, transformando o professor veterano vivido por Howard Hesseman nos anos 1980 numa professora. Os demais integrantes do elenco incluíam Dior Goodjohn, Gavin Lewis, Adrian Matthew Escalona, ​​Brandon Severs, Jolie Hoang-Rappaport, Jorge Diaz, Katie Beth Hall e Christa Miller, além de Robin Givens, que estrelou a série original e fez a conexão entre as duas gerações ao repetir seu papel como Darlene Hayward, chefe da associação de pais e mestres da escola na nova trama. O revival não chegou a ser lançado no Brasil. Veja abaixo o trailer americano da atração.

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    Netflix cancela “Julie and the Phantoms” e não avisa

    18 de dezembro de 2021 /

    A Netflix cancelou a série “Julie and the Phantoms” usando seu método favorito para informar aos fãs: o silêncio. Foram quase um ano e meio sem que o destino da atração se tornasse conhecido, numa estratégia que usou a passagem do tempo como fator de esquecimento. Como também é costume na comunicação da plataforma, que só se manifesta para dar boas notícias, o cancelamento não ganhou menção oficial, sem qualquer satisfação aos fãs. Em vez disso, o público precisou descobrir que a série musical tinha acabado após sua única temporada por meio de Kenny Ortega, o diretor e produtor da atração. Num post publicado neste sábado (18/12) em seu Instagram, Ortega afirmou que a Netflix só comunicou que não faria a 2ª temporada nesta semana. Ele agradeceu o carinho dos fãs e disse que, apesar de triste, a equipe de “Julie and the Phantoms” estava orgulhosa de seu trabalho. “Ficamos sabendo nesta semana que a Netflix não fará a nossa 2ª temporada. Apesar de nossos corações tristes, seguimos em frente com orgulho pelo que conquistamos como um time e a família que construímos enquanto criávamos ‘Julie’. Esperamos que vocês continuem a nos acompanhar à medida que continuamos com nossos trabalhos e carreiras. Bom final de ano para todos”, escreveu o cineasta. Curiosamente, a série americana era remake da produção juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”, que também acabou na 1ª temporada, deixando os fãs inconformados – apesar de ter vencido o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo em 2013. Na adaptação americana, a história ganhou ares de “High School Musical” assombrado, o que também tem relação com Kenny Ortega, que dirigiu os três filmes da franquia do Disney Channel. A trama girava em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que redescobre o prazer musical quando encontra mortos da sua idade, isto é, uma banda formada por três fantasmas, mortos nos anos 1990. Pena que não é uma banda de rock gótico, que teria a ver com o tema, mas de pop teen comum do Disney Channel do fim dos anos 2000 (em versão de 2021), que passa longe de assombrar. O elenco destacava Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil). Já os músicos da banda fantasma eram Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”). Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) vivia o pai de Julie, que nesta versão era viúvo, e o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) interpretava o irmão mais novo da protagonista. A produção americana venceu três prêmios Emmy e o prêmio Imagen, dedicado a talentos latinos nos EUA, de melhor estrela jovem para Madison Reyes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenny Ortega (@kennyortegablog)

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    “O Beco do Pesadelo” assume clima de terror em novos trailers

    11 de dezembro de 2021 /

    A Searchlight Pictures divulgou dois novos trailers de “O Beco do Pesadelo” (Nightmare Alley), filme noir repleto de estrelas de Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. Uma das novas prévias tem clima de terror, enquanto a outra apresenta com mais detalhes a história e os personagens de péssimo caráter. O filme é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A primeira adaptação cinematográfica acompanhava um vigarista (Tyrone Power em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente Molly (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, ele segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. O próprio Del Toro assina o roteiro da adaptação em parceria com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). Mas ainda não está claro o quanto seu filme será fiel à obra original. Na nova versão, o papel principal ficou com Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), a vidente é vivida por Toni Colette (“Hereditário”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) tem o papel da psicóloga. A produção também permite o reencontro entre Blanchett e Rooney Mara após “Carol”. A última tem o papel de assistente e interesse romântico do protagonista. O elenco grandioso ainda inclui David Strathairn (“The Expanse”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes do diretor), Mary Steenburgen (“Zoey e sua Fantástica Playlist”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Paul Anderson (“Peaky Blinders”), Jim Beaver (“Supernatural”), Holt McCallany (“Mindhunter”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e David Hewlett (“Stargate: Atlantis”). Bastante elogiado pela crítica norte-americana, o filme já apareceu em algumas listas de melhores do ano. A estreia está marcada para a próxima sexta (17/12) nos EUA, mas apenas em 27 de janeiro no Brasil.

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