Elon Musk vai comprar o Twitter
O bilionário sul-africano Elon Musk, dono da companhia de carros Tesla e de foguetes SpaceX, anunciou nesta segunda-feira (25/4) ter entrado num acordo para a compra do Twitter, após semanas de negociações. O valor estimado a aquisição foi de US$ 44 bilhões (cerca de R$ 214 bilhões na cotação atual). Ele decidiu comprar o Twitter após adquirir 9,2% de ações na empresa em 4 de abril, transformando-se no maior acionista individual da plataforma. Mas em seguida disse que não queria integrar o comitê executivo da empresa. Dias depois, fez a proposta para comprar 100% do Twitter, pagando US$ 7 bilhões a mais que o valor de mercado da companhia – avaliada em US$ 37 bilhões. Num primeiro momento, o conselho de administração do Twitter (grupo de diretores com poder de decisão na plataforma) se posicionou contra a oferta de Musk. Mas, durante a noite de domingo (24/4), uma reunião de acionistas decidiu que deveriam abrir negociações com o bilionário, após ele detalhar sua proposta com garantias financeiras e informar que aquela seria sua “última e melhor” proposta. Como o negócio ainda está sujeito a aprovações regulatórias, o comunicado cita que o processo de compra só deve ser finalizado no segundo semestre. A partir da aprovação, o novo proprietário pretende fazer mudanças radicais na empresa. Para começar, a companhia deixará de ter ações negociadas na bolsa e se tornará de capital fechado. Além disso, Musk quer alterar a política de controle das publicações, permitindo que violadores contumazes, como o ex-presidente Donald Trump, banido do Twitter, e bolsonaristas acusados de crimes pelo STF possam voltar a escrever na rede social. “Liberdade de expressão é a base do funcionamento da democracia, e o Twitter é a praça de discussão digital, onde são debatidos os assuntos vitais para o futuro da humanidade”, disse Musk em comunicado. O empresário já criticou várias vezes as políticas de moderação de conteúdo de redes sociais, criadas para tentar coibir desinformação e barrar discursos de ódio. Mas Mark Zuckerberg, o “dono” do Facebook, Instagram e Whatsapp, já teve que explicar no Congresso dos EUA porque tinha uma política de moderação mais branda que a do Twitter, sendo responsabilizado pela proliferação de notícias falsas e grupos de ódio em suas redes. Por outro lado, Musk também pretende combater bots (robôs ou usuários de comportamento automatizado), responsáveis por semear spam e fake news. Para isso, quer autenticar todos os seres humanos que participam do site. Outro de seus planos para “melhorar o Twitter” é tornar públicos os algoritmos da rede, para que as pessoas confiem mais na plataforma. “Estou ansioso para trabalhar com a companhia e comunidade de usuários para desbloquear seu potencial”, afirmou o bilionário.
Boninho e revista Veja travam briga nas redes sociais
O produtor do “BBB 22″, José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho, deu uma declaração sobre o reality show da Globo para uma repórter da revista Veja durante a última madrugada que virou uma grande polêmica ao longo deste domingo (24/4). As três frases que iniciaram a confusão, ditas por Boninho durante o segundo dia de desfile de Carnaval no Sambódromo no Rio de Janeiro, foram: “Meu favorito [no BBB] era o Pedro Scooby. Agora não vejo a hora de todo mundo sair. Não aguento mais”. Após a publicação repercutir, Boninho fez uma postagem no Instagram para dizer que estava brincando, que foi “pegadinha” e ainda chamou a repórter de “foca” (iniciante). Mas não se contentou. Horas depois se contradisse ao publicar um vídeo no Stories afirmando que nunca deu entrevista para Veja, pois seria “perda de tempo”. Como resultado, a Veja publicou um texto duro, em tom de editorial, em suas redes sociais. “Primeiro, disse que havia feito uma brincadeira e que a repórter havia caído numa ‘pegadinha’, como se essa fosse uma atitude defensável de alguém que é diretor de um veículo importante como a TV Globo. E chamou a repórter de ‘foca’, uma referência a profissionais que estão começando na profissão – como se ele conhecesse a jornalista, o que não é o caso”, diz um trecho do pronunciamento da Veja. “A declaração foi dada a uma jornalista com o crachá de Veja à mostra, portando um colete verde utilizado pelos profissionais de imprensa e numa área reservada ao trabalho dos veículos de comunicação. Ao passar pela repórter, ele recebeu a pergunta e respondeu”, continuou o texto. Para completar, a revista devolveu o “perda de tempo” do produtor. “A razão do desespero de Boninho pode estar no fato de a atual edição do programa ser uma das piores da história, com muitas críticas de telespectadores, que vêm decretando o fim prematuro da edição há tempos nas redes sociais devido à baixa qualidade da atração.“ Era uma bobagem e ganhou dimensão enorme pelo desrespeito demonstrado por um produtor poderoso a uma profissional de imprensa.
STF desbloqueia Telegram no Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), revogou neste domingo (20/3) o bloqueio do Telegram no Brasil, após o aplicativo atender aos pedidos da Justiça brasileira. “Considerado o atendimento integral das decisões proferidas em 17/3/2022 e 19/3/2022, revogo a decisão de completa e integral suspensão do funcionamento do Telegram no Brasil, proferida em 17/3/2022”, determinou o ministro. O bloqueio fez com que o Telegram finalmente respondesse às intimações do STF. Até então, o serviço de mensagens aproveitava-se do fato de não ter sede nem representação no país para ignorar as tentativas de contato. Mas bastou a ordem de bloqueio para o próprio fundador do aplicativo, o russo Pavel Durov, justificar seu silêncio, dizendo que problemas de e-mail o impediram de responder às demandas anteriores. Ele afirmou que, a partir de agora, atenderia ao STF. Para comprovar seu comprometimento, o Telegram cumpriu todas as ordens emitidas pelo STF, chegando a apagar uma mensagem controversa de Jair Bolsonaro contendo links para um inquérito da Polícia Federal (PF) sobre a invasão por um hacker dos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A retirada da postagem era uma das exigências de Moraes, já que expunha para hackers o funcionamento eletrônico do STE. No lugar da postagem, agora aparece a informação de que a publicação não pode ser apresentada porque violou leis locais. Além disso, a plataforma indicou um representante no Brasil, Alan Campos Elias Thomaz, conforme havia sido determinado. Como parte da ação, o Telegram ainda pontuou sete medidas que adotará para combater a desinformação na plataforma. São elas o monitoramento manual diário dos 100 canais mais populares do Brasil, acompanhamento manual diário de todas as principais mídias brasileiras, marcar postagens específicas em canais como imprecisas, restringir postagem pública para usuários banidos por espalhar desinformação, atualizar os Termos de Serviço, fazer análise legal e de melhores práticas e promover informações verificadas. “Essa medida nos permite diminuir o risco de repetidas violações, e já a aplicamos aos autores de canais que foram previamente identificados pela Justiça como ilegais no Brasil (como o de Allan dos Santos)”, afirmou o Telegram em mensagem reproduzida na decisão de desbloqueio emitida por Alexandre de Moraes.
STF bloqueia Telegram no Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta (18/3) o bloqueio do aplicativo de mensagens Telegram no país. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal e foi encaminhada a plataformas digitais e provedores de internet, que devem adotar em cinco dias os mecanismos para inviabilizar a utilização do Telegram no país. Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 500 mil para as operadoras e R$ 100 mil para pessoas físicas e jurídicas que insistirem em continuar usando o aplicativo após a ordem de bloqueio. Em fevereiro, Moraes havia determinado que o aplicativo de mensagens fizesse o bloqueio de perfis acusados de disseminar desinformação. Enquanto os demais serviços de mensagens e redes sociais do país atenderam a mesma demanda, o Telegram ignorou a ordem, aproveitando-se do fato de que o STF não conseguiu intimar a representação da empresa responsável pelo aplicativo, que não tem sede no país. Em outra frente, no início do mês, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também tentou localizar os representantes da empresa, por meio do escritório de advocacia que a representa no Brasil. Um ofício também foi endereçado ao diretor-executivo do serviço de mensagens, o russo Pavel Durov. Os tribunais já tinham alertado que a ausência de respostas levaria ao bloqueio do funcionamento do serviço, o que acabou acontecendo agora. No domingo passado (13/3), uma reportagem do “Fantástico” mostrou que o Telegram é usado para propagar desinformação, discursos de ódio, tráfico de drogas, comércio de dinheiro de falso, propaganda nazista, comércio de armas, imagens de pedofilia e até vendas de certificados de vacinação.
Ministério da Justiça altera classificação de “Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola”
Após proibir a exibição do filme “Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola” nas plataformas de streaming, o Ministério da Justiça e Segurança Pública emitiu um despacho determinando que a classificação indicativa do filme escrito e estrelado por Danilo Gentili mude de 14 para 18 anos. Num evidente contraste, a pasta recomendou ainda que a exibição do filme na TV aberta ocorra apenas após às 23h. Segundo o documento, assinado pelo secretário Nacional de Justiça, José Vicente Santini, “a nova classificação etária, com os devidos descritores de conteúdo, deve ser utilizada em qualquer plataforma ou canal de exibição de conteúdo classificável em até 5 dias corridos”. A decisão foi divulgada após o ministro da Justiça Anderson Torres compartilhar no Twitter o trecho de outro despacho, publicado no Diário Oficial da União de terça (15/3), que determinava que Netflix, Telecine, Globoplay, YouTube, Apple TV+ e Amazon Prime Video suspendessem a exibição e oferta do filme, “tendo em vista a necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista”. Caso as plataformas não cumprissem a determinação em cinco dias, seria aplicada multa diária no valor de R$ 50 mil. Foi o primeiro ato de censura federal a um filme desde o final da ditadura militar. A decisão extrema aconteceu após uma campanha de perfis bolonaristas nas redes sociais, entre eles o do secretario especial de Cultura Mario Frias, atacando uma cena de cunho sexual do filme, que envolve o ator Fabio Porchat e os menores Bruno Munhoz e Daniel Pimentel. No contexto da trama, a cena criticava a pedofilia. O contraste entre as duas determinações do Ministério da Justiça em relação ao filme se deve ao fato de terem partido de secretarias diferentes. A ordem de censura total não foi iniciada pela Secretaria Nacional de Justiça, mas pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), que é comandada pelo advogado Rodrigo Roca, um dos defensores do senador Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas. A ordem de censura aconteceu, portanto, quando o filme encontrava-se liberado para maiores de 14 anos e com poucas restrições, independente do pedido de reclassificação via Secretaria Nacional de Justiça. Para contornar essa questão, o Ministério da Justiça teria apressado o processo de reclassificação, que dura em média 30 dias, para que fosse iniciado, discutido e encerrado em menos de 24 horas. Anteriormente, um pedido de reclassificação etária do filme tinha sido recusado.
Danilo Gentili resgata cena de novela para criticar Mario Frias: “Agressão a mulher”
O humorista Danilo Gentili postou uma cena da novela “Os Mutantes”, da rede Record, para fazer piada com a iniciativa do Ministério da Justiça de ressuscitar a censura federal para impedir o filme “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” de ser visto nas plataformas de streaming. A decisão extrema aconteceu após uma campanha de perfis bolonaristas nas redes sociais, entre eles o do secretario especial de Cultura Mario Frias, atacando uma cena de cunho sexual do filme, que envolve o ator Fabio Porchat e os dois menores. Na trama, a cena criticava a pedofilia. Gentili respondeu exibindo em seu perfil no Twitter uma cena de “Os Mutantes” que conta com a participação de Frias. Vilão da história, ele aparece agredindo fisicamente uma mulher. “Que cena horrível que incentiva a agressão contra as mulheres. Isso passou em TV aberta? E se uma criança assiste? Nossa… deveríamos censurar?”, escreveu o apresentador do programa “The Noite”, em tom irônico. Que cena horrível que incentiva a agressão contra as mulheres. Isso passou em TV aberta?E se uma criança assiste? Nossa…Deveríamos censurar? pic.twitter.com/2kR8YfBOEs — Danilo Gentili 🇺🇦 (@DaniloGentili) March 15, 2022
Mario Frias exibe no Twitter cena que diz ser explícita e repugnante
A cena que revoltou perfis bolsonaristas contra o filme “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” está sendo divulgada na íntegra pelo secretário de Cultura Mario Frias em seu Twitter. Exibida há dois dias, desde domingo (13/3), a cena já foi vista 13,3 mil vezes no perfil de Frias, que segue fazendo sua divulgação, mesmo após a censura do filme pelo Ministério da Justiça. Por coincidência, o Twitter não foi alvo do despacho que visa restabelecer a censura federal no Brasil, encerrada com o fim da ditadura militar. O documento determina apenas que Netflix, Telecine, Globoplay, YouTube, Apple TV+ e Amazon Prime Video suspendam a exibição e oferta do filme, “tendo em vista a necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista”. Mario Frias publicou a cena integralmente dizendo que ela é uma “explícita apologia ao abuso sexual infantil protagonizada pelo Fábio Porchat no filme em cartaz na Netflix”. Acrescentou que “é uma afronta às famílias e às nossas crianças”. E ressaltou que “utilizar a pedofilia como forma de ‘humor’ é repugnante! Asqueroso!” Ele não fez ressalvas sobre usar a mesma cena como forma de “política”. De modo revelador, a cena também não foi considerada inadequada para as políticas de controle do Twitter. Nem o perfil de Mario Frias foi denunciado, até agora, como “desrespeitoso ou ofensivo”. Em outro post, Frias acrescentou que tomaria “as medidas cabíveis para que nossas crianças não sejam contaminadas por esse conteúdo sujo e imoral”. Sua contribuição para a contaminação foram 823 retuítes. Dentre os retuítes, 79 pessoas que ajudaram na divulgação da “apologia ao abuso sexual infantil” de Frias também acrescentaram comentários, todos indignados contra o intérprete Fabio Porchat e o roteiro de Danilo Gentili. Não há registros de queixas contra a divulgação da cena “repugnante” por Frias nem por eles mesmos. Além de Frias, vários perfis bolsonaristas estão ajudando a propagar a cena de um minuto de duração. O público pode encontrá-la com facilidade sem a necessidade de assistir aos demais 1h45 minutos que sofreram censura federal com um despacho publicado no Diário Oficial da União desta terça (15/3). Veja abaixo o print do post do secretário especial de Cultura.
Público vai poder votar no Oscar 2022
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA (AMPAS, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda (14/2) que o público vai poder votar no Oscar 2022 em duas categorias: de Filme Favorito e Cena Favorita. A votação popular vai acontecer pelo Twitter com duas hashtags, respectivamente #OscarFanFavorite e #OscarsCheerMoment, e já está valendo. O único critério de elegibilidade é o título ter sido lançado em 2021 — independentemente de ter sido indicado a alguma categoria ao prêmio deste ano ou não. O filme que receber mais votos dos fãs até o dia 3 de março será reconhecido durante a transmissão da cerimônia oficial, que vai acontecer em 27 de março. Mas isto não significa a criação de um Oscar do Público. Será apenas uma menção. Já as cenas vencedoras serão exibidas durante a transmissão do Oscar. Além disso, cinco usuários que participarem da campanha receberão um pacote de prêmios que inclui um ano inteiro de ingressos gratuitos no cinema de sua escolha, assinaturas de serviços de streaming e itens exclusivos da loja do Museu da Academia – tudo válido apenas para os “eleitores” americanos. “Estamos entusiasmados com a parceria com o Twitter para ajudar a construir um público digital engajado e empolgado até a cerimônia deste ano”, disse Meryl Johnson, vice-presidente de marketing digital da AMPAS, em comunicado à imprensa. Vale lembrar que a Academia chegou a cogitar a criação de uma categoria de filme popular em 2019, como forma de incentivar mais espectadores a assistirem à cerimônia para aumentar a audiência do evento. Mas a iniciativa foi crivada de críticas e abandonada. Desde então, a audiência do evento só caiu. A 94ª edição do Oscar vai acontecer no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT e a plataforma de streaming Globoplay.
Awkwafina se desculpa por sotaque negro do começo da carreira e sai do Twitter
A atriz e comediante Awkwafina decidiu abandonar o Twitter após uma velha polêmica sobre seu apropriação do sotaque negro voltar aos tópicos mais comentados nos últimos dias. Antes de ficar conhecida por filmes como “Oito Mulheres e um Segredo” (2018), “Podres de Ricos” (2018), “A Despedida” (2019), “Jumanji: Próxima Fase” (2019) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), Awkwafina tentou a carreira como rapper, usando expressões associadas à fala negra (“AAVE”, sigla que significa Inglês Vernacular Afro-Americano, também conhecido como “ebonics”) e abusando de forte sotaque supostamente negro (“blaccent”). A polêmica retornou após um artigo na revista Vice, escrito por Bettina Makalintal. “Enquanto pegava emprestados elementos da cultura negra para fazer um nome para si mesma, a mulher nascida como Nora Lum performou uma série de esterótipos racistas para parecer legal. Por meio disso, ela construiu seu nome e se transformou de uma rapper viral da internet em uma atriz aclamada pela crítica.” Vale lembrar que Awkwafina nasceu e cresceu no Queens, em Nova York, um bairro classe média de grande presença negra – Run-DMC veio de lá. E ela detalha sua origem e influências numa série de sucesso, “Awkwafina Is Nora from Queens”. Diante da repercussão do artigo da Vice, ela publicou um comunicado se desculpando e anunciou sua saída do Twitter. “Existe um contexto socio-político para tudo, especialmente da comunidade negra deste país”, escreveu a atriz. “Estamos falando de um grupo afetado de forma desproporcional por políticas institucionais e pela força da lei, tudo isso enquanto vêem sua cultura sendo apropriada para ganhos monetários sem respeito por suas origens”. “Mas devo enfatizar: zombar, menosprezar ou ser indelicado de qualquer maneira possível às custas dos outros: Simplesmente. Não. É. Minha. Natureza. Nunca foi e nunca será”, continuou. “Na vida, apropriações linguísticas e a globalização da internet interpretam um papel na linha tênue entre ofensa e cultura pop”, acrescentou. “Como uma pessoa de cor não-negra, reafirmo que sempre vou ouvir e trabalhar para entender o contexto histórico do AAVE, o que é apropriado e o que não é a respeito de qualquer grupo marginalizado.” Ela atribui seu uso de “blaccent” à sua própria origem imigrante, ambiente escolar público, consumo de TV e cinema, bem como seu “respeito pelo hip-hop”. “Acho que, como grupo, os americanos asiáticos ainda estão tentando descobrir o que essa jornada significa para eles, o que é correto e onde eles não pertencem”, disse ela, “e embora eu ainda esteja aprendendo e fazendo esse trabalho pessoal, tenho certeza de que quero passar o resto da minha carreira sem fazer nada além de elevar nossas comunidades. Fazemos isso primeiro falhando, aprendendo, reconhecendo, ouvindo e tendo empatia, e continuarei incansavelmente a fazer exatamente isso.” Para completar, ela anunciou sua saída do Twitter “por alguns anos”, mas avisou que continuará presente em todas as “outras plataformas que não sugerem que eu me mate”, porque “não agredi ninguém bêbada para virar fugitiva”. pic.twitter.com/pxSLXZD2J0 — nora (@awkwafina) February 5, 2022 To Clarify: I am retiring from the ingrown toenail that is Twitter. Not retiring from anything else, even if I wanted to, and I didn’t drunkenly hit someone with a shoehorn and now escaping as a fugitive. Also am avail on all other socials that don’t tell you to kill yourself! — nora (@awkwafina) February 5, 2022
Morte da influenciadora Gabby Petito vira série documental
A morte da influenciadora Gabby Petito, de 22 anos, virou série documental de “true crime”. A plataforma Peacock divulgou nesta segunda (13/12) o trailer da atração, que já estreia na sexta-feira (17/12) nos EUA. Intitulada “The Murder of Gabby Petito: Truth, Lies and Social Media”, a série exibe depoimentos da família de Gabby, vídeos postados nas redes sociais da jovem e detalhes da investigação criminal, que teve início quando ela foi encontrada morta após uma viagem com o noivo, Brian Laundrie, nos Estados Unidos. O plano era percorrer a Costa Oeste do país de carro e conhecer todos os parques da região. No entanto, no dia 30 de agosto a influenciadora parou de entrar em contato com a família, enquanto o rapaz voltou para sua casa dois dias depois. Ele chegou a usar um cartão de crédito da jovem após ela ter sumido. No dia 13 de setembro, os familiares de Brian Laundrie informaram que ele também havia desaparecido. O corpo de Petito foi encontrado uma semana depois, no dia 21 de setembro, com marcas de estrangulamento apontadas como causa da morte. E Laundrie, que chegou a ser considerado foragido da polícia, teve seus restos mortais achados próximos à casa onde morava um mês mais tarde, já em estado de decomposição. Especialistas confirmaram que os ossos eram mesmo dele. Em declaração para a imprensa, o xerife Kurt Hoffman, da região de Sarasota, disse que a morte de Laundrie “provavelmente foi suicídio”. Isto não impediu a investigação, que continuou para determinar o que realmente aconteceu entre os dois.
Kellan Lutz e Ashley Greene revivem personagens de “Crepúsculo” no Instagram
Os astros de “Crepúsculo” Kellan Lutz e Ashley Greene retomaram seus papéis da franquia para um comercial e fotos nostálgicas no Instagram. Os intérpretes de Emmett e Alice Cullen nos filmes da franquia de vampiros publicaram no Instagram nesta quarta (20/10) fotos em que reencenam um momento do “beisebol vampiro”, visto no primeiro longa da saga. Os atores usaram até mesmo figurino – e uma peruca – para deixar o clique perfeito. “Uma explosão do passado com o Kellan Lutz fez meu coração pular e me divertir”, escreveu a atriz de 34 anos na rede social. O responsável pela reunião foi o dono de uma loja de produtos sobre música e cultura emo, que convidou os atores para fazer um vídeo promocional de seu negócio. Veja abaixo as fotos, um registro de bastidores e o vídeo promocional que registra os atores de volta a seus personagens. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Greene Khoury (@ashleygreene) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Kellan Lutz (@kellanlutz) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Cutshall (@mattcutshall) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Arielle Vandenberg (@arielle)
Gil do Vigor viraliza na pré-estreia de “Eternos” em Hollywood
O ex-“BBB 21” Gilberto Nogueira, mais conhecido como Gil do Vigor, viralizou nas redes sociais brasileiras ao aparecer num vídeo da première de “Eternos”, novo filme do Marvel Studios, na noite de segunda-feira (18/10). O economista, que vive atualmente em Los Angeles, foi convidado para assistir ao longa junto com a imprensa e famosos, participando da sessão exclusiva que contou com a presença do elenco formado por Angelina Jolie, Salma Hayek e Richard Madden, entre outros. Não bastasse o convite, ele ainda foi flagrado ao passar no tapete azul durante uma entrevista de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios. O vídeo foi publicado pela revista americana Variety e reproduzido por várias contas brasileiras. Ao ver a repercussão, Gil ainda brincou nas redes sociais. Veja abaixo. Enquanto isso, o resto do público brasileiro precisa esperar pela estreia do filme em 4 de novembro. cara imagina que sonho o privilégio tão grande de conquistar tanta gente com entretenimento e logo depois ter a sorte de aparecer no mesmo vídeo que gil do vigor parabéns kevin feige vc sabe que venceu https://t.co/IIgRtNx2vX — reibe (@findmytom) October 19, 2021 Ahahahahahahah. Eu mesmooo! https://t.co/b4GIO7h0mr — GIL DO VIGOR (@GilDoVigor) October 19, 2021
Letitia Wright é acusada de postura antivacina no set de “Pantera Negra 2”
A atriz Letitia Wright foi acusada de se posicionar contra a exigência de vacinação durante as filmagens de “Black Panther: Wakanda Forever”, a continuação de “Pantera Negra”. De acordo com uma reportagem do site The Hollywood Reporter, essa postura criou vários problemas e levou a Disney a passar a exigir vacinação para todos os atores de suas produções a partir da próxima semana. Letitia Wright já tinha tornado sua postura antivax (antivacina) pública em dezembro do ano passado, quando publicou nas redes sociais um vídeo de um guru negacionista que questionava a eficácia dos imunizantes contra a covid-19, tudo à base de achismos. Inundada por comentários negativos, até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Ela apagou a publicação e parou de se posicionar sobre o assunto, mas nos bastidores sua opinião continuaria igual. A atitude criou uma crise de relacionamento entre a atriz e a Disney e levou ao rompimento de laços profissionais entre ela e a equipe que cuidava de sua carreira. Mas Wright não é a única estrela que tem protestado contra exigência de vacinação nas filmagens. O comediante Rob Schneider seria outro que não perde a oportunidade de espalhar fake news sobre os imunizantes. A vacinação também é questionada por Jim Carrey. E, no mundo da música, os exemplos antivax se multiplicam, incluindo Nick Minaj, Kanye West, M.I.A. e até a ex-RBD Maitê Perroni. A situação tem criado problemas financeiros e de convivência nos sets, porque boa parte da turma antivax também é contra o uso de máscaras, alegando que elas não protegem ninguém. Muitos artistas se recusam a policiar os colegas que não usam máscaras, dizendo que não é sua função – caso assumido por Anthony Anderson, da série “Black-ish”, na reportagem. E com isso as seguradoras têm rejeitado apólices de indenização por problemas causados pelo contágio de covid, incluindo paralisação e adiamento de filmagens, deixando os estúdios à mercê da sorte. Para enfrentar o que a revista THR descreveu como um cenário caótico, a Disney decidiu começar a impor um sistema de isolamento para não vacinados, tornando obrigatória a comprovação da vacinação para trabalhos em equipe. A medida, afirma a empresa, é para garantir a segurança de todos os envolvidos em suas produções. “Black Panther: Wakanda Forever” já concluiu suas filmagens, mas, de acordo com os novos critérios da Disney, Letitia Wright não aparecerá em mais nenhuma produção do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) se não se vacinar contra a covid-19. Vale lembrar que situação parecida criou um impasse entre Sean Penn e a NBCUniversal, mas por motivo inverso. Vendo que alguns integrantes da equipe de produção de “Gaslit” se recusavam a se vacinar, Penn informou que não voltaria ao set para gravar a minissérie sobre o escândalo de Watergate enquanto todos não se vacinassem. Após dois meses de impasse, o estúdio informou que todos os membros da produção teriam que se vacinar. Em entrevista ao THR, George Clooney chamou a postura antivax de alguns colegas de estupidez e infantilidade. “É estupido. E é estúpido porque cada geração em nosso país, por mais de uma vida, foi solicitada a sacrificar algo pela segurança de seus semelhantes – levar um tiro, lutar contra os nazistas”, lembrou ele. “Tudo o que se pede a alguém aqui é tomar uma injeção no braço e colocar uma máscara. Cresçam.” Giancarlo Esposito, que estrela a produção da Disney “The Mandalorian”, foi além, afirmando que não vacinados não devem interagir com outras pessoas. “Se você não quiser se vacinar, vá para uma pequena ilha”, disse o ator. “[Caso contrário], você está dizendo ‘Fod*-se’ para todos os outros seres humanos. Todos nós temos que fazer isso se quisermos viver. Não entendo como as pessoas não se vacinam. Eu perdi amigos queridos, então sei que é real. Não apenas na Europa, mas na América, amigos que eram completamente saudáveis e sem comorbidades. A vacina é a resposta. Não quer se vacinar, então não trabalhe. Fique em algum lugar onde você não possa comprometer a saúde de ninguém.” Já Jennifer Aniston, a eterna Rachel de “Friends”, foi às redes sociais recentemente revelar ter cortado relações com todos os colegas que se posicionam contra a imunização da covid-19.











