Capitão América: Guerra Civil registra maior estreia do ano nos EUA
“Capitão América: Guerra Civil” não teve dificuldades em estabelecer o recorde de maior estreia de 2016, abrindo em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 181,7 milhões em seu primeiro fim de semana. O resultado representa a quinta maior abertura de todos os tempos nos EUA e o maior sucesso de um filme “solo” de herói da Marvel, acima de “Homem de Ferro 3” (US$ 174,1 milhões), mas abaixo dos dois longas dos Vingadores. Detalhe: quatro das cinco maiores aberturas do cinema americano são produções da Disney! O sucesso de arrecadação reforça a avaliação de que “Capitão América: Guerra Civil” está sendo visto como um filme dos Vingadores. Neste sentido, a diferença de seu desempenho em relação ao lançamento dos filmes anteriores da franquia é bastante expressiva: “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) abriram com US$ 65 milhões e US$ 95 milhões, respectivamente. No mercado internacional, onde o filme teve seu lançamento antecipado a partir de 28 de abril, o desempenho é ainda mais impressionante, com quase US$ 500 mil arrecadados em 11 dias – dos quais US$ 220 milhões foram faturados neste fim de semana. Somando a receita norte-americana, o filme já está com US$ 678,3 milhões de faturamento mundial. Graças a essa arrancada, a expectativa é que “Capitão América: Guerra Civil” supere facilmente a cobiçada marca de US$ 1 bilhão em ingressos vendidos. A Disney, por sinal, protagoniza uma disputa interna para comemorar qual filme chegará primeiro ao clube do bilhão em 2016. Afinal, “Zootopia” continua vendendo ingressos em todo o mundo e atingiu, nos últimos três dias, o montante de US$ 956,4 milhões. Embora tenha sido lançado há dois meses, o longa animado faturou mais US$ 20 milhões ao longo desta semana e continua em cartaz em muitos países. “Mogli, o Menino Lobo” é outro candidato da Disney ao primeiro bilhão do ano. Após três fins de semana liderando as bilheterias dos EUA, o filme perdeu o trono para “Capitão América”, mas atingiu US$ 776,1 milhões em todo o mundo e já superou “Deadpool” (US$ 762 milhões) no ranking das maiores arrecadações mundiais de 2016. Por enquanto, porém, o segundo maior faturamento mundial do ano pertence a “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. O longa da Warner está com US$ 865,4 milhões, mas já neste fim de semana despencou para o final do Top 10 dos EUA, demonstrando o final de seu fôlego na competição comercial. Vale lembrar, ainda, que “Batman vs. Superman” abriu com US$ 166 milhões nos EUA e viu seu faturamento despencar em sua segunda semana, graças, em parte, à recepção negativa da crítica (apenas 27% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes). Já “Capitão América: Guerra Civil” abriu não apenas com maior dianteira financeira, mas também com a benção da crítica (91% de aprovação no Rotten Tomatoes). BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 181,7 milhões Total EUA: US$ 181,7 milhões Total Mundo: US$ 678,3 milhões 2. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 21,8 milhões Total EUA: US$ 284,9 milhões Total Mundo: US$ 776,1 milhões 3. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 20,7 milhões Total Mundo: US$ 20,7 milhões 4. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 146,2 milhões 5. Keanu Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 6. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 48,7 milhões Total Mundo: US$ 48,7 milhões 7. Zootopia Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 327,6 milhões Total Mundo: US$ 956,4 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 59,1 milhões Total Mundo: US$ 71 milhões 9. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 1,4 milhão Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 7 milhões 10. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 327,2 milhões Total Mundo: US$ 865,4 milhões
Capitão América: Guerra Civil já lidera a bilheteria mundial
O lançamento internacional de “Capitão América: Guerra Civil” rendeu US$ 200,2 milhões e já coloca o filme na liderança da bilheteria mundial em seu primeiro fim de semana em cartaz. A arrecadação aconteceu em 37 países – ou 63% do mercado de cinema mundial – e teve direito a alguns recordes, inclusive no Brasil, onde o filme atingiu a maior bilheteria de estreia de todos os tempos, com estimados US$ 12,3 milhões no fim de semana estendido, segundo o site The Hollywood Reporter. Os valores oficiais do desempenho nacional serão conhecidos na segunda (2/5). No próximo final de semana, “Capitão América: Guerra Civil” chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso de 2016. Leia a crítica aqui.
Capitão América: Guerra Civil registra segunda maior estreia de todos os tempos no Brasil
“Capitão América: Guerra Civil” tornou-se a segunda maior estreia de cinema no Brasil em todos os tempos, com US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) de arrecadação na quinta-feira (28/1), o dia de seu lançamento. O filme também teve a maior distribuição de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. O monopólio foi uma das razões para o bom desempenho nas bilheterias nacionais, inferior apenas ao de “Star Wars: O Despertar da Força”, que faturou R$ 9,5 milhões em sua estreia em dezembro no país – também com operação abafa, ocupando número recorde de salas. A bilheteria nacional de “Capitão América: Guerra Civil” foi antecipada numa reportagem do site da revista Variety sobre o sucesso internacional do filme. Com apenas um dia em cartaz, a produção já soma US$ 38,7 milhões em todo o mundo, contabilizados de 30 países diferentes. A Coreia do Sul lidera a lista, com US$ 7,7 milhões, seguida pela França, com US$ 3,7 milhões. O Brasil é o terceiro maior mercado do filme. Estimativas apontam que a produção da Marvel pode render US$ 200 milhões apenas nos cinco primeiros dias em cartaz, antes de sua estreia nos Estados Unidos, prevista para a próxima sexta (6/5). O filme também foi muito bem-recebido pela crítica internacional. No site americano Rotten Tomatoes, que avalia a nota média dos críticos americanos, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu 94% de aprovação. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, o longa explora a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América recusar o plano do governo americano para supervisionar os super-heróis depois dos acontecimentos de “Vingadores: Era de Ultron” (2015), que causaram muitas mortes de civis.
Capitão América: Guerra Civil tem um dos maiores lançamentos de todos os tempos no Brasil
A estreia de “Capitão América: Guerra Civil” monopoliza os cinemas brasileiros a partir desta quinta (28/4). A Disney lançou o filme em nada menos que 1,4 mil salas. Trata-se do segundo maior lançamento de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todo o parque exibidor nacional. O recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, que ocupou 1.504 salas em dezembro passado. O filme dos super-heróis é ótimo, mas mesmo que fosse podre já teria vantagem para abrir em 1º lugar e até conquistar um possível recorde de bilheteria com esta exposição excessiva. Além disso, como teve lançamento monstro, todo o resto da programação precisa se espremer para o circuito alternativo. As “demais” estreias somam nada menos que oito filmes, entre eles um drama estrelado por um ex-intérprete de super-herói, Tobey Maguire, da trilogia original do “Homem-Aranha”. Enquanto “Capitão América” introduz o novo Homem-Aranha, Maguire segue a carreira com a cinebiografia do enxadrista Bobby Fischer em “O Dono do Jogo”, uma história de gênio torturado que remete ao premiado “Uma Mente Brilhante” (2001). Maior estreia limitada, chega em 55 salas. A comédia francesa “O que Eu Fiz para Merecer Isso” vem a seguir, em 22 salas, enquanto o resto tem distribuição contada nos dedos das mãos. Em dez salas, o documentário vencedor de Berlim, “Fogo no Mar”, de Gianfranco Rosi, registra o êxodo dos refugiados para a Europa em uma perigosa travessia. Já a lista dos que ocupam menos de cinco salas inclui o drama francês “Dois Rémi, Dois”, inspirado em “O Duplo”, de Fiódor Dostoievski, e, criminosamente, quatro ótimos longas brasileiros. O premiado “Exilados do Vulcão”, de Paula Gaitán, vencedor do Festival de Brasília de 2013, esperou quase três anos para chegar as cinemas. E recebeu isso do mercado: uma sala em São Paulo, uma no Rio, uma em Belo Horizonte, uma em Aracaju e outra em Vitória. A situação é ainda pior para “A Frente Fria que a Chuva Traz”, que marca a volta de Neville D’Almeida aos cinemas. O diretor de clássicos como “A Dama do Lotação” (1978) e “Os Sete Gatinhos” (1980) não filmava há duas décadas, desde “Navalha na Carne” (1997). E o esforço de seu retorno é saudado com exibição em duas salas, uma no Rio e outra em São Paulo. Absurdo!!! A marginalização sofrida é desproporcional. Não apenas pelo conteúdo, baseado na peça de um dramaturgo atual, Mário Bortolotto (“Nossa Vida Não Cabe Num Opala”), como pela embalagem, com um elenco repleto de estrelas jovens bastante populares – Chay Suede e Bruna Linzmeyer. Ou seja, há apelo comercial. O que aumenta ainda mais o questionamento a essa sabotagem explícita. Será que o cinema brasileiro é tão desprezível que o mercado não se importa em fazer isso com um cineasta do porte de Neville D’Almeida? Será que a culpa é da Disney, que ocupou as salas; do circuito exibidor, que ofereceu as salas; ou da Ancine, que só bufa diante do número de salas disponíveis para os lançamentos nacionais? Claro que, como é praxe neste país, a culpa será das vítimas, que erraram ao produzir filmes brasileiros de qualidade e voltaram a errar ao tentar lançá-los durante o período em que os blockbusters sufocam o circuito (6 dos 12 meses do ano). Humilhante. Para completar as estreias, o mercado ainda espreme o documentário futebolístico “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins, vencedor do prêmio do público na última Mostra de Tiradentes, em uma sala em São Paulo, e “Teobaldo Morto, Romeu Exilado”, de Rodrigo de Oliveira, em três salas entre Vitória, Goiânia e Aracaju. Pela ganância desmedida e falta de regulamentação, o filme dos super-heróis da Marvel será lembrado, infelizmente, como vilão. De propósito ou não, assumiu o papel de grande inimigo do cinema nacional, impossibilitando, com sua tática de dominação, que trabalhos reconhecidamente competentes pudessem alcançar maior público. O melhor filme já feito pela Marvel não merecia virar emblema do descontrole do mercado.
Game of Thrones: Estreia da 6ª temporada bate recorde de audiência da série
A estreia da 6ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde de audiência da série nos Estados Unidos. O episódio “The Red Woman” foi visto por 10,7 milhões de telespectadores em todas as plataformas. O total soma a exibição ao vivo, duas reprises e as exibições nos serviços de streaming HBO Now e o HBO Go. O detalhe é que apenas com a inclusão dos serviços de streaming a conta vira recorde. Ao vivo, o programa teve 7,9 milhões de telespectadores, 1% a menos do que a estreia da 5ª temporada (8,1 milhões). Em compensação, o primeiro episódio do ano passado somou 9% a menos (9,8 milhões) que o atual em todas as plataformas. Isto já é um indicativo de que a audiência da TV paga americana está migrando para os streamings. Nos EUA, o HBO oferece um serviço de vídeo independente, que não está ligado à assinatura de um pacote de TV a cabo. No Reino Unido, “Game of Thrones” também foi recordista e registrou 2,2 milhões de espectadores, a maior audiência já registrada para a série no país. O número é ainda mais significativo se for levado em consideração que lá a produção é exibida durante a madrugada, às 2h.
Os Dez Mandamentos se torna o filme brasileiro com mais ingressos vendidos
“Os Dez Mandamentos — O Filme”, versão para o cinema da novela da Record, ultrapassou o público de “Tropa de Elite 2” (2010) e se tornou o filme brasileiro com mais ingressos vendidos em todos os tempos. No último fim de semana, “Os Dez Mandamentos” atingiu a venda de 11,216 milhões ingressos, segundo o site de análise de mercado Filme B, superando os 11,146 milhões de “Tropa 2” (números da Ancine). Em 3º lugar, está “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Luiz Carlos Barreto. A impressionante bilheteria de “Os Dez Mandamentos”, entretanto, vem acompanhada por polêmica, devido ao fato de algumas sessões, completamente vendidas, não terem lotado e da distribuição de ingressos em cultos. Segundo a Igreja Universal, grupos voluntários e projetos beneficentes apoiaram o lançamento para que o público em geral tivesse a oportunidade de assistir ao filme. Até a tarde desta terça-feira (12/4), a renda acumulada de “Os Dez Mandamentos” era de R$ 116 mil, o que o coloca no topo do ranking da bilheteria de 2016 – à frente de blockbusters de Hollywood como “Deadpool” e “Batman vs Superman”. O sucesso de “Os Dez Mandamentos” também se estende a outros negócios, como a venda de seus direitos de exibição para canais pagos de filmes – acordo inédito para uma produção que iniciou sua trajetória como novela. E ao lançamento, na televisão, de “Dez Mandamentos – Segunda Temporada”, nova fase da novela, que estreou na semana passada com aumento de 56% na audiência em relação à estreia da produção original. Além disso, deu origem à Record Filmes, braço cinematográfico da Record, que deverá se tornar uma alternativa de parceria para cineastas como a Globo Filmes.
Bilheterias: Nova comédia de Melissa McCarthy empata com Batman vs. Superman nos EUA
Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”) é a nova chefa das bilheterias. Sua comédia “A Chefa” estreou em 1º lugar nos EUA, num empate técnico com “Batman vs. Superman”. Como os números ainda são projeções, a ordem oficial pode ser alterada na segunda-feira, já que a diferença é mínima. Extraoficialmente, “A Chefa” lidera com US$ 23,480 milhões, enquanto “Batman vs. Superman” faturou US$ 23,435. A vantagem estimada da comédia é de apenas US$ 45 mil – algo como 8 salas de cinema lotadas. Como parâmetro, o terror “The Invitation”, de Karyn Kusama (“Garota Infernal”), teve lançamento restrito em 10 salas neste fim de semana e faturou US$ 67,7 mil. Independente de qual seja sua posição, o desempenho de “A Chefa” não deve gerar muita comemoração na Universal Pictures. Superar um filme em cartaz a três semanas é mais fácil do que o poderoso título de “Batman vs. Superman” leva a supor. O que conta, para o estúdio que financiou a produção, é a renda. E “A Chefa” teve a segunda pior abertura da carreira de protagonista de McCarthy, superando apenas “Tammy” (2014), que estreou com US$ 21,5 milhões para se tornar seu maior fracasso. Detalhe: ambos os filmes foram escritos e dirigidos por Ben Falcone, o marido da comediante. Foram, na verdade, os únicos filmes da carreira de cineasta de Falcone, o que pode ter diversos desdobramentos daqui para frente. Felizmente, “A Chefa” custou pouco, US$ 29 milhões, e não deve dar prejuízo, mesmo que desabe na próxima semana. E não faltam motivos para que isso aconteça. Apenas 18% da crítica americana gostou de seu humor grosseiro. Pior que isso: o público deu nota C+ na pesquisa do CinemaScore, oficializando que a comédia é repugnante. Vale lembrar que, há duas semanas, os “nerds especializados” consideraram o B de “Batman vs. Superman” como uma vitória do Apocalipse. Enquanto isso, “Batman vs. Superman” segue aumentando seu faturamento, que já encosta nos US$ 300 milhões no mercado doméstico. Após três fins de semana, sua arrecadação está estimada em US$ 296,6 milhões nos EUA. No ano passado, apenas seis filmes superaram esta marca. Em 2014, foram apenas três. “Batman vs. Superman” também superou “Zootopia” no ranking nacional, tornando-se a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA, atrás apenas de “Deadpool” (US$ 358,4 milhões). Mundialmente, porém, o longa da Warner Bros. chegou em US$ 783,4 milhões e já superou “Deadpool” (US$ 755 milhões). Só não é maior bilheteria mundial de 2016 devido ao sucesso internacional de “Zootopia”. “Zootopia”, que aparece em 3º lugar nas bilheterias do fim de semana, desacelerou com US$ 296 milhões nos EUA, mas seu faturamento global continua nas alturas, em US$ 852,5 milhões, o número a ser batido pelos demais. Além de “A Chefa”, o fim de semana só teve outra estreia ampla, “Hardcore – Missão Extrema”, produção russa que venceu a mostra Midnight Madness do Festival de Toronto. Estrelada por Sharlto Coplay (“Elysium”) e totalmente filmada como um videogame de tiros em primeira pessoa, a obra dividiu a crítica (51% no Rotten Tomatoes) e não empolgou o público, que lhe deu o mesmo C+ de “A Chefa”. Trocando em dólares, foram apenas US$ 5 milhões nas bilheterias, metade do que o estúdio STX pagou por seus direitos de distribuição em Toronto. Uma grande decepção, com estreia marcada para 21 de abril no Brasil. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. A Chefa Fim de semana: US$ 23,48 milhões Total EUA: US$ 23,4 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 2. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 23,43 milhões Total EUA: US$ 296,6 milhões Total Mundo: US$ 783,4 milhões 3. Zootopia Fim de semana: US$ 14,3 milhões Total EUA: US$ 296 milhões Total Mundo: US$ 852,5 milhões 4. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 46,7 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 5. Hardcore – Missão Extrema Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 5 milhões Total Mundo: US$ 7,1 milhões 6. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 53,8 milhões Total Mundo: US$ 56,9 milhões 7. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 14,1 milhões Total Mundo: US$ 14,1 milhões 8. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 61,8 milhões Total Mundo: US$ 141,4 milhões 9. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 67,9 milhões Total Mundo: US$ 94 milhões 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 10,4 milhões Total Mundo: US$ 10,4 milhões
Batman vs. Superman supera US$ 700 milhões de arrecadação mundial
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” superou US$ 700 milhões de arrecadação mundial na terça-feira (5/4), apurou o site da revista Variety. A marca, atingida antes que o filme completasse duas semanas em cartaz, faz de “Batman vs. Superman” a terceira maior bilheteria de 2016, logo atrás de “Deadpool” (US$ 753 milhões) e “Zootopia” (US$ 805 milhões). Mesmo assim, há quem garanta que, apesar desse início avassalador, o filme não conseguirá entrar no seleto clube dos bilionários (filmes que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão). A razão está na queda da arrecadação em sua segunda semana, de 68% em relação ao fim de semana inaugural. Foi um dos maiores desabamentos de um filme de super-herói já registrados, atrás apenas do fraco “X-Men Origens: Wolverine” (2009), que vazou 69% em sua segunda semana. Entretanto, o desempenho não representa a queda mais brusca de um blockbuster. “Transformers: A Vingança dos Derrotados” perdeu 73% do público em sua segunda semana e mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, perdendo somente de “Avatar”. A própria Warner experimentou solavanco maior com seu campeão de ingressos vendidos, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, que caiu 72% antes de bater o recorde de faturamento do estúdio. Analistas do mercado consideraram que filmes baseados em franquias populares costumam perder tração em sua segunda semana, devido ao grande número de ingressos adquiridos em pré-venda pelos fãs mais ansiosos. Como não caiu mais de 70% como nos casos mencionados e permanece em cartaz em muitos cinemas, a perda de público pode ser considerada normal e não deve virar motivo real de preocupação para a Warner. “Não estamos preocupados com a queda”, disse, por sinal, o diretor de distribuição doméstica da Warner Jeff Goldstein ao site The Hollywood Reporter. “Estamos mais focados no total que atingimos. E nosso número global é gigantesco”.
Os Dez Mandamentos vira segundo filme mais visto do cinema brasileiro
Após dez semanas em cartaz, “Os Dez Mandamentos” se tornou o segundo filme mais visto do cinema brasileiro. A produção da Record já acumula 10,8 milhões de espectadores, agora à frente “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7 milhões), e só é superado pelo campeão “Tropa de Elite 2” (11,1 milhões). Os dados são da empresa comScore, que faz a análise das bilheterias nacionais. A diferença para “Tropa de Elite 2” é de apenas 400 mil espectadores. A reta final é sempre mais árdua de ser superada, mas o filme da novela ainda demonstra fôlego. Atualmente, ocupa o 3º lugar no ranking semanal – atrás de “Zootopia” e “Batman vs. Superman”. Ao todo, “Os Dez Mandamentos” já rendeu R$ 114 milhões nos cinemas. Mas seu sucesso se estende a outros negócios, como a venda para canais pagos de filmes – acordo inédito para uma produção que iniciou sua trajetória como novela. E ao lançamento, na televisão, de “Dez Mandamentos – Segunda Temporada”, nova fase da novela, que estreou na segunda (5/4) com aumento de 56% na audiência em relação à estreia da produção original. O fenômeno continua.
Bilheterias: Batman vs. Superman mantém 1º lugar e já supera O Homem de Aço
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” se manteve como o filme mais visto do mundo pelo segundo fim de semana consecutivo. Em cartaz há apenas 11 dias, o lançamento da Warner já soma US$ 682,8 milhões em todo o mundo, superando toda a bilheteria de “O Homem de Aço”, o longa anterior de super-heróis da DC Comics, que fez US$ 668 milhões em 2013. Foram mais US$ 52,3 milhões arrecadados apenas nos últimos três dias na América do Norte, elevando, por sua vez, a bilheteria doméstica a US$ 261,4 milhões. Mesmo assim, há quem veja o copo meio vazio. A razão está na queda da arrecadação, de 68% em relação ao fim de semana inaugural. Foi um dos maiores desabamentos de um filme de super-herói já registrados, atrás apenas do fraco “X-Men Origens: Wolverine” (2009), que vazou 69% em sua segunda semana. Entretanto, o desempenho não representa a queda mais brusca de um blockbuster. “Transformers: A Vingança dos Derrotados” perdeu 73% do público em sua segunda semana e mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, perdendo somente de “Avatar”. A própria Warner experimentou solavanco maior com seu campeão de ingressos vendidos, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, que caiu 72% antes de bater o recorde de faturamento do estúdio. Analistas do mercado consideraram que filmes baseados em franquias populares costumam perder tração em sua segunda semana, devido ao grande número de ingressos adquiridos em pré-venda pelos fãs mais ansiosos. Como não caiu mais de 70% como nos casos mencionados e permanece em cartaz em muitos cinemas, a perda de público pode ser considerada normal e não deve virar motivo real de preocupação para a Warner. “Não estamos preocupados com a queda”, disse, por sinal, o diretor de distribuição doméstica da Warner Jeff Goldstein ao site The Hollywood Reporter. “Não importa qual filtro seja usado, atingir US$ 52 milhões de bilheteria em qualquer fim de semana é uma realização enorme. Estamos mais focados no total que atingimos. E nosso número global é gigantesco”. O estúdio comemora vários recordes com o lançamento. Uma marca expressiva foi atingida justamente no Brasil, onde “Batman vs. Superman” já se tornou a maior arrecadação da Warner em todos os tempos. Mas os super-heróis da DC não são os únicos comemorando recordes. “Deadpool” também fez História. Com US$ 754,4 milhões mundiais e ainda aparecendo no Top 10 norte-americano, o lançamento de fevereiro da 20th Century Fox atingiu nesta semana a maior bilheteria de um filme para maiores (classificação “R” nos EUA) de todos os tempos. O recorde pulverizado pertencia a “Matrix Reloaded”, que fez US$ 742 milhões em 2003. O maior lançamento da semana, porém, decepcionou. “Deus Não Está Morto 2” abriu em 4º lugar, com US$ 8,1 milhões, um desempenho mais fraco que o registrado pelo filme original (US$ 9,2 milhões) em sua estreia em 2013. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 52,3 milhões Total EUA: US$ 261,4 milhões Total Mundo: US$ 682,8 milhões 2. Zootopia Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 275,9 milhões Total Mundo: US$ 787,6 milhões 3. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 11,3 milhão Total EUA: US$ 36,4 milhões Total Mundo: US$ 54,8 milhões 4. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 8,1 milhões Total EUA: US$ 8,1 milhões Total Mundo: US$ 8,1 milhões 5. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 46,8 milhões Total Mundo: US$ 50,2 milhões 6. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 5,7 milhões Total EUA: US$ 56,3 milhões Total Mundo: US$ 136,6 milhões 7. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 63,5 milhões Total Mundo: US$ 81,7 milhões 8. Meet the Blacks Fim de semana: US$ 4,08 milhões Total EUA: US$ 4,08 milhões Total Mundo: US$ 4,08 milhões 9. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 4,05 milhões Total EUA: US$ 6,1 milhões Total Mundo: US$ 6,1 milhões 10. Deadpool Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 355,1 milhões Total Mundo: US$ 754,4 milhões
Haters não se conformam e inventam que Batman vs. Superman fracassou
É impressionante. Os blogueiros nerds que detonaram “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” meses antes do lançamento – e antes que qualquer um tivesse visto o filme – não se renderam diante dos recordes de bilheteria acumulados pela estreia da produção. Diga-se de passagem: a maior estreia mundial de um filme de super-heróis em todos os tempos. Não faltaram publicações que insistiram que o filme fracassou porque a bilheteria de domingo havia caído. E, por causa disso, a Warner estaria “preocupadíssima”. A favor de sua tese, os haters contaram as críticas negativas. “Batman vs. Superman” teve 29% de aprovação crítica no site Rotten Tomatoes e nota B no levantamento do público feito pelo CinemaScore. Que tal comparar, então, com o desempenho de outro blockbuster vilipendiado pela crítica? “Transformers: A Vingança dos Derrotados” teve 19% de aprovação no RT e B+ no CinemaScore. Pois bem, a bomba de Michael Bay teve uma queda de arrecadação de 73% em sua segunda semana. E mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, atrás apenas de… “Avatar”! Mas os haters insistem. A bilheteria vai desabar. Já é um fracasso garantido. O ódio aumenta, conforme se verifica o equívoco de sua avaliação. As pitonisas não se conformam pelo erro colossal que cometeram no dimensionamento do “fracasso”. Assim, em vez de mudar de assunto, insistem que o filme não deu certo. Os dados, porém, são inequívocos. A “queda” de “Batman vs. Superman”, após as críticas negativas, rendeu US$ 35 milhões em bilheteria, entre segunda e quarta, só nos EUA. Além disso, o site Fandango, de venda de ingressos, registra que a procura pelo filme está sendo 30% maior que a dos típicos blockbusters, com grande parcela do público pagando para assistir ao filme pela segunda vez. Especialistas projetam, como pior quadro, uma queda de até 68% no segundo fim de semana – menos que o terceiro “Transformers” – , o que ainda garantiria a liderança, com folga, nas bilheterias e quase US$ 270 milhões somados na conta doméstica. Por que, então, seu desempenho piorou tanto no domingo – a maior queda já registrada num filme de super-heróis, segundo a revista Forbes? Chama-se “pré-venda”, registra o Fandango. Vendeu-se antecipadamente mais ingressos para sexta e sábado. O filme é um sucesso, com diversos recordes positivos, e não há como contestar este fato. O que aconteceu foi que a Warner jogou duro, manteve embargo da crítica até o último minuto, impedindo que a opinião da imprensa contaminasse o público, ao mesmo tempo em que liberou o Twitter dos fanboys, que despejaram elogios sobre a produção. E não deu folga para a competição, numa campanha de ocupação de salas em escala nunca antes vista ao redor do mundo. Só a estreia no Brasil dominou 45% de todas as salas disponíveis no circuito nacional. A “tática do abafa” controlou o mercado e deixou os blogueiros, que se achavam influentes, sem a bola (ou sem essa bola toda). Ou seja, a indústria cinematográfica demonstrou ser um negócio de adultos, para surpresa de quem achava que adaptações de quadrinhos eram coisa de nerds. Por isso, tanto ódio. Tantas crianças rebeladas, com a pança tentando caber numa camiseta do Capitão América, o herói do próximo filme que ninguém ainda viu, mas que já deve ser, disparado, o melhor lançamento do ano. Cabe agora à Disney fazer o possível para que, neste caso, os blogueiros videntes tenham razão. Veja Também: RUMOR ESPALHA QUE ESQUADRÃO SUICIDA PASSA POR REFILMAGENS PARA FICAR MAIS ENGRAÇADO
Batman vs. Superman supera novos recordes de bilheteria no Brasil
Os recordes globais de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” tiveram início no Brasil, um dos primeiros países em que o filme estreou. Na quinta (24/3), um dia antes do lançamento nos EUA, o filme arrecadou R$ 12,9 milhões e marcou a maior abertura da história da Warner Bros. no país. Pois agora chegam os números do fim de semana inteiro. E novo recorde. “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” faturou R$ 39,9 milhões entre quinta (24) e domingo (27/3), segundo apurou a empresa de monitoramento comScore, que faz o aferimento diretamente nos cinemas. O valor ainda é maior quando entram na conta as pré-estreias da quarta à noite. Aí, segundo o Rentrak, a soma chega a R$ 44 milhões. Trata-se da maior bilheteria registrada no país desde que as estreias de cinema passaram a acontecer na quinta-feira. O filme de super-heróis da Warner superou o recordista anterior, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2” (R$ 37,4 milhões), e também deixou para trás “Vingadores: Era de Ultron” (R$ 37,2 milhões), “Velozes & Furiosos 7” (R$ 37 milhões) e “Star Wars – O Despertar da Força” (R$ 33 milhões). Dentre os citados, apenas “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”, teve estreia anterior a março de 2014, época da mudança do calendário cinematográfico, mas também chegou às telas numa quinta, dia 15 de novembro, numa estratégia da distribuidora Paris Filmes para aproveitar o público no feriado da Proclamação da República de 2012. O resultado não chega a ser surpresa, tendo em vista que sua distribuição foi a mais ampla da história da Warner no Brasil. O filme monopolizou 45% de todo o parque exibidor nacional, chegando a mais de 1,3 mil salas de cinema. No resto do mundo, o filme também vem registrando bilheterias significativas. Além do Brasil, a estreia foi recorde da Warner na China, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, entre outros países. Ao todo, o filme fez US$ 420 milhões de arrecadação mundial, o que representa a maior bilheteria de estreia de um filme de super-herói de todos os tempos. Nem “Os Vingadores” conseguiram isso. De fato, “Batman vs. Superman” só teve abertura global inferior a três outros filmes, “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 529 milhões), “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (US$ 524,9 milhões) e o último “Harry Potter” (US$ 483,2 milhões). O sucesso de público aconteceu de forma inversamente proporcional à avaliação da crítica, que desancou “Batman vs Superman” com resenhas demolidoras – e até renderam um vídeo hilário com Ben Affleck – , marcando apenas 29% de aprovação no levantamento do site Rotten Tomatoes. Aproveite e leia a crítica da Pipoca Moderna.
Batman vs. Superman quebra recordes e vira maior estreia de super-heróis do mundo
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” inaugurou oficialmente o universo compartilhado dos super-heróis da DC Comics de forma grandiosa, fulminando os recordes anteriores dos filmes derivados de quadrinhos. Em seu fim de semana de estreia, liderou as bilheterias dos EUA com uma arrecadação de US$ 170,1 milhões. Mas seu impacto foi ainda maior em escala global, acumulando recordes de faturamento no Brasil, China, Índia, Japão, Reino Unido e diversos outros países, para atingir um total impressionante de US$ 424,1 milhões em ingressos vendidos. O resultado foi um cala-a-boca geral, que enquadrou parte dos blogs nerds que profetizaram seu fracasso meses antes da estreia, além da crítica profissional, responsável por resenhas de forte teor negativo. A resposta aos meros 29% de aprovação crítica, na medição do site Rotten Tomatoes, foi uma nota B no CinemaScore, a pesquisa de opinião realizada com o público americano – equivalente a 70% de aprovação, considerando que A+ é 100% e F- é 0%. Os números que realmente importam para a Warner Bros. são ainda mais animadores. Para começar, o predomínio sobre as demais adaptações de quadrinhos do estúdio. Foram quase US$ 10 milhões a mais que o antigo campeão, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que fez US$ 160,9 milhões em seu fim de semana de estreia em 2012. A produção ainda quebrou outro recorde, mais importante, superando o maior lançamento já registrado pela Warner nos EUA em todos os tempos: os US$ 169,2 milhões da abertura de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” em 2011. Outras marcas históricas batidas incluem: maior lançamento já registrado no fim de semana da Páscoa e maior estreia já vista antes do período do verão americano. Mas o recorde que deve dar mais orgulho à Warner – e render citação no marketing pós-lançamento – é bem mais significativo. Os US$ 420 milhões de arrecadação mundial são simplesmente a maior bilheteria de estreia de um filme de super-herói de todos os tempos. Nem “Os Vingadores” conseguiram isso. De fato, “Batman vs. Superman” só teve abertura global inferior a três outros filmes, “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 529 milhões), “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (US$ 524,9 milhões) e o último “Harry Potter” (US$ 483,2 milhões). Em suma, quem previa que seu fracasso forçaria o cancelamento do filme da “Liga da Justiça” e de outros projetos de super-heróis da DC Comics pode começar a refazer as contas. Seu sucesso deve tornar ainda mais prioritárias as adaptações dos quadrinhos da Warner, agora consolidadas como concorrência séria para os filmes da Marvel. A recepção de arrasa-quarteirões do líder das bilheterias deixou pouco espaço para os demais filmes em cartaz. Mesmo assim, “Zootopia” continuou saindo-se bem, com um belo desempenho tanto doméstico quanto internacional – já acumula US$ 696,7 milhões em todo o mundo. O único lançamento amplo que arriscou bater de frente com “Batman vs. Superman” foi “Casamento Grego 2”, apostando que seu público seria outro. Perdeu a aposta, com apenas US$ 18,1 milhões e uma estreia modesta em 3º lugar. Fora dessa disputa milionária, duas cinebiografias musicais abriram em circuito limitado: “I Saw the Light”, com Tom Hiddleston no papel da lenda country Hank Williams, e “Born to Be Blue”, com Ethan Hawk como o jazzista Chet Baker. Ambos tiveram bom desempenho por sala. O primeiro fez US$ 50 mil em 5 salas (US$ 10 mil por sala), enquanto o segundo rendeu US$ 47 mil em 3 salas (US$ 15,7 mil por sala). Ou seja, tiveram o dobro de faturamento por tela que “Casamento Grego 2” (US$ 5,7 mil por sala). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 170,1 milhões Total EUA: US$ 170,1 milhões Total Mundo: US$ 420 milhões 2. Zootopia Fim de semana: US$ 23,1 milhões Total EUA: US$ 240,5 milhões Total Mundo: US$ 696,7 milhões 3. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 18,1 milhões Total EUA: US$ 18,1 milhões Total Mundo: US$ 26,2 milhões 4. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 34,4 milhões 5. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 46,6 milhões Total Mundo: US$ 118,4 milhões 6. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 56 milhões Total Mundo: US$ 68,1 milhões 7. Deadpool Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 349,4 milhões Total Mundo: US$ 745,9 milhões 8. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 55,6 milhões Total Mundo: US$ 55,6 milhões 9. Hello, My Name is Doris Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 3,2 milhões Total Mundo: US$ 3,2 milhões 10.Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 1,7 milhão Total Mundo: US$ 1,7 milhão












