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    Boneca de “Round 6” aparece na Avenida Paulista

    1 de novembro de 2021 /

    A série sul-coreana “Round 6” já bateu todos os recordes de audiência desde que foi lançada em 18 de setembro, mas a Netflix continua investindo em sua divulgação. Neste feriadão, a boneca do primeiro jogo da trama apareceu simplesmente na Avenida Paulista, numa encenação com atores que parou o trânsito e envolveu transeuntes da região, uma das mais movimentadas de São Paulo. Para a ação, a boneca “aprendeu” português, dizendo com algum sotaque a frase coreana que repetia na série: “Batatinha, 1, 2, 3”. Veja abaixo. Fenômeno mundial, “Round 6” tinha sido vista por 142 milhões de assinantes da Netflix em seu primeiro mês. O número, divulgado em 19 de outubro, deve ter crescido muito mais desde então. Em termos de comparação, essa audiência é quase o dobro do 2º colocado, o sucesso de “Bridgerton”, até agosto passado a série mais assistida da Netflix com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de mais de 23 milhões em um mês. Embora a Netflix ainda não tenho anunciado a continuação, o criador e diretor da série, Hwang Dong-hyuk, já está trabalhando em ideias para os próximos capítulos. Limites? Não temos! Em vídeos divulgados nas redes sociais, mostram uma boneca (a mesma de Round 6), nas ruas de São Paulo, mais especificamente, na Avenida Paulista. Com direito aos efeitos sonoros do kdrama (batatinha frita 1,2,3) e pessoas se divertindo no local. Iriam? 🗣 pic.twitter.com/bcMnogYDr3 — Round 6 Brasil (@Round6Brasil) November 1, 2021 Gente, que?????? Boneca da “batatinha 1,2,3”do Round 6 na Paulista pic.twitter.com/sllnjDvDbM — Laís Amaral (@lalamaral) October 30, 2021

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” supera US$ 600 milhões mundiais

    31 de outubro de 2021 /

    O filme “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a US$ 605 milhões de bilheteria mundial nesta domingo (31/10), somando quase US$ 100 milhões a mais em uma semana. A maior parte deste valor vem da China, onde a produção estreou neste fim de semana, faturando US$ 28,2 milhões nos últimos três dias. Ao todo, o longa arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo um faturamento raro em plena pandemia. Trata-se da segunda maior arrecadação de Hollywood desde o começo do surto de covid-19, ficando atrás apenas dos US$ 716,5 milhões de “Velozes e Furiosos 9”. Ambos os filmes são da Universal Pictures, mas o longa de 007 é uma coprodução com a MGM. Além da China, a última aventura de Daniel Craig como James Bond continua a ter um desempenho notável no Reino Unido, onde se tornou o 6º filme de maior bilheteria de todos os tempos, com pandemia e tudo, ultrapassando os blockbusters “Titanic” e “Star Wars: O Último Jedi”. O total do Reino Unido está agora em US$ 116,4 milhões. Outros países que puxam a arrecadação são a Alemanha, onde a produção fez US$ 62 milhões até o momento, a França com US$ 26,1 milhões e a pequena Holanda, onde “007 – Sem Tempo para Morrer” se tornou o maior lançamento da Universal de todos os tempos, com US$ 18,4 milhões. Graças a esse sucesso, o filme superou expectativas. Mesmo com as limitações de público ocasionadas pela pandemia, já deixou de ser o título de menor bilheteria da fase de Daniel Craig na franquia, deixando para trás “007 – Quantum of Solace”, que faturou US$ 589,5 milhões mundiais em 2008. Além disso, nos próximos dias vai ultrapassar os US$ 616,5 milhões arrecadados por “007 – Cassino Royale” em 2006. Embora tenha entrado em cartaz há cinco semanas, o longa ainda não chegou na Austrália, onde terá lançamento em 11 de novembro, possibilitando um novo impulso em sua bilheteria.

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    “Bridgerton” encerra gravações da 2ª temporada

    30 de outubro de 2021 /

    Chegaram ao fim as gravações da 2ª temporada de “Bridgerton”. O anúncio foi feito nas redes sociais por Nicola Coughlan, intérprete da fofoqueira misteriosa Lady Whistledown. “Mal posso esperar para compartilhar esta temporada de ‘Bridgerton’ com vocês, foi uma alegria completa”, ela escreveu. “Estou muito orgulhosa e animada para vocês todos verem isso. Vejo vocês em 2022/1814”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que conta a cada exemplar a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton. No segundo volume, “O Visconde que Me Amava”, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Ela será interpretada por Simone Ashley, dando sequência à reformulação racial do universo de Julia Quinn, onde todos são brancos – como realmente era a aristocracia do século 19. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Ao contrário das reclamações que esse tipo de inciativa gerava há alguns anos, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos chegarão em 2022 e a Netflix já renovou a atração para 3ª e 4ª temporadas, além de ter anunciado a produção de uma série derivada com foco na Rainha Charlotte. Any that’s a wrap on Pen 🌼 I can’t wait to share this season of Bridgerton with you, it’s been a complete joy. I’m so proud and so excited for you all to see it. See you in 2022/1814 Yours Truly,Lady Whistledown🪶 pic.twitter.com/ILtEyah4CW — Nicola Coughlan (@nicolacoughlan) October 29, 2021

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    Trailer de “Lightyear” é o mais visto da Disney em 2021

    29 de outubro de 2021 /

    O primeiro trailer de “Lightyear”, animação derivada de “Toy Story”, atingiu o infinito e além em suas visualizações. Segundo informação da Disney, a prévia disponibilizada na quarta-feira (27/10) foi vista 83 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. Trata-se do trailer mais visto dentre todos os já produzidos da franquia “Toy Story”, bem à frente do antigo recordista, “Toy Story 4”, que teve 62 milhões de visualizações. Considerando todos os trailers já feitos pelo estúdio Pixar, perde apenas para “Os Incríveis 2”, que atingiu a impressionante marca de 114 milhões de views em 2018. Neste ano, porém, nenhum outro trailer da Disney gerou tanto tráfico. “Lightyear” bateu até o primeiro vídeo de “Eternos”, da Marvel, assistido 77 milhões de vezes em sua estreia no final de maio. Na época, a prévia de “Eternos” foi apontada como o trailer mais visto de todo o conglomerado desde o começo da pandemia. Além de liderar as visualizações da Disney no YouTube, “Lightyear” também entrou nas principais tendências globais do Twitter, alcançando o 1ª lugar como o tópico mais comentado durante a maior parte de seu dia de estreia. Além disso, ainda gerou cinco tópicos derivados, incluindo Chris Evans, “Toy Story” e “To Infinity and Beyond”. O vídeo também foi o assunto mais comentado nos fórums do Reddit, além de ter se tornado o principal vídeo global do YouTube (nas seções “geral” e “filmes”). Completamente diverso de “Toy Story”, em “Lightyear” o personagem-título não é um boneco, mas um astronauta numa aventura sci-fi legítima, durante a primeira jornada nas estrelas que irá torná-lo lendário. Outra diferença marcante é a voz do protagonista. Dublador oficial do personagem em “Toy Story”, Tim Allen deu lugar a Chris Evans, o Capitão América do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Uma curiosidade sobre os dois é que ambos fazem aniversário no mesmo dia. “Lightyear” tem direção de Angus MacLane, animador da Pixar que co-dirigiu “Procurando Dory” e também já trabalhou com “Toy Story” – dirigiu dois curtas da franquia e animou “Toy Story 3”. A estreia está marcada para junho de 2022. E aqui está o trailer novamente:

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” supera US$ 500 milhões mundiais

    24 de outubro de 2021 /

    O filme “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou uma marca importante de arrecadação global neste fim de semana, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais. O valor torna a nova aventura de James Bond o segundo título de Hollywood a superar US$ 500 milhões desde 2019, situando “007 – Sem Tempo para Morrer” atrás apenas de “Velozes e Furiosos 9” (US$ 716,5 milhões) em toda a pandemia. Ambos os filmes são da Universal Pictures, mas o longa de 007 é uma coprodução com a MGM. Em cartaz há quatro semanas, “007 – Sem Tempo para Morrer” teve bilheteria de US$ 120 milhões na América do Norte e rendeu US$ 405,4 milhões em 72 mercados internacionais. O detalhe é que a estreia na China ainda não aconteceu. O lançamento no segundo maior mercado de cinema do planeta está marcado para a próxima sexta-feira (29/10). Depois disso, o longa ainda chegará na Austrália em 11 de novembro. Atualmente, o mercado europeu é onde a produção tem feito maior sucesso, puxado pelo desempenho no Reino Unido, onde ultrapassou US$ 100 milhões neste fim de semana, seguido pela Alemanha, com US$ 56 milhões. Devido às limitações da pandemia, a expectativa é que o filme deixe para trás a bilheteria de pelo menos um dos longas anteriores estrelados por Daniel Craig. A menor arrecadação do atual James Bond foi “007 – Quantum of Solace”, que em 2008 faturou US$ 589,5 milhões mundiais.

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    Duna bate recorde da Warner e chega a US$ 220 milhões mundiais

    24 de outubro de 2021 /

    “Duna” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá com US$ 40,1 milhões nas bilheterias, apesar de enfrentar a concorrência de si mesmo num lançamento simultâneo na HBO Max. O épico de ficção científica estreou em 4.125 cinemas na América do Norte, além de ser disponibilizado em streaming, uma prática adotada para todos os filmes da Warner Bros. em 2021 nos EUA. Diferente do que vinha acontecendo com outros lançamentos híbridos do estúdio, o resultado superou expectativas. Foi o melhor desempenho de todos os filmes da Warner que seguiram este formato de distribuição – ou seja, teve a melhor estreia da Warner no ano – , superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong” (US$ 31,7 milhões). O filme também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049” (US$ 32,8 milhões). Além dos EUA e Canadá, “Duna” chegou a outros países, em especial a China, local que rendeu US$ 21,6 milhões neste fim de semana. Juntando as bilheterias de outros mercados, inclusive do Brasil onde também estreou nos últimos dias, o valor internacional foi maior que o desempenho norte-americano, atingindo US$ 47,4 milhões de quinta a este domingo (24/10). No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, a produção já tem US$ 180,6 milhões no mercado internacional, que, somada à arrecadação doméstica, eleva o faturamento total a US$ 220,2 milhões mundiais. O problema para a Warner é que agora as tais cópias de alta qualidade já existem e o filme ainda tem um longo caminho a percorrer antes de recuperar seu orçamento de US$ 165 milhões e gastos adicionais com P&A (cópias e publicidade). Para complicar, o longo tempo de projeção do filme, de 155 minutos, reduz o número de sessões diárias nos cinemas e, portanto, sua capacidade de gerar grande faturamento. A favor da continuidade do sucesso estão as avaliações de público e crítica, com notas A- no CinemaScore e 83% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar nas bilheterias da América do Norte, “Halloween Kills” somou mais US$ 14,5 milhões no fim de semana para atingir US$ 73,1 milhões na América do Norte e US$ 90,9 milhões mundiais. Na 3ª posição, “007 – Sem Tempo para Morrer” comemorou a ultrapassagem dos US$ 500 milhões de arrecadação global, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais – dos quais US$ 120 milhões correspondem ao mercado interno. O 4º colocado, “Venom: Tempo de Carnificina”, também comemorou uma marca importante, ao ultrapassar US$ 350 milhões globalmente com uma contabilidade doméstica de US$ 181,8 milhões e US$ 170,6 milhões no exterior. O Top 5 se fecha com a segunda estreia da semana. Ao enfrentar “Duna” e os blockbusters remanescentes nas bilheterias, a animação “Ron Bugado”, produção do 20th Century Studios distribuída pela Disney, fez apenas US$ 7 milhões em sua estreia norte-americana, o que foi considerado decepcionante diante dos elogios da crítica e até mesmo da avaliação positiva do público que assistiu – 81% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Para completar, o fim de semana ainda registrou um recorde no circuito limitado norte-americano, graças à estreia de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch). O filme de Wes Anderson obteve a maior média de ingressos vendidos da era pandêmica, com uma arrecadação estimada em US$ 25 mil por sala de exibição. Exibido em apenas 52 salas, fez US$ 1,3 milhão e, de forma impressionante para a sua baixa quantidade de telas, conseguiu se posicionar no 9º lugar do ranking.

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    “Maid” vira minissérie mais vista da Netflix

    20 de outubro de 2021 /

    A minissérie “Maid”, lançada em 1 de outubro, está sendo tratada pela Netflix como um nova recordista da plataforma. O relatório de desempenho trimestral da empresa, apresentado para o mercado financeiro na terça-feira (19/10), revelou uma estimativa de 67 milhões de assinaturas para a produção até o fim do mês, o que superaria o número de assinantes que visualizaram a premiada “O Gambito da Rainha”, vista por 62 milhões de contas em seus primeiros 28 dias. Com isso, “Maid” se tornaria a minissérie mais vista da Netflix em todos os tempos. Os números também a colocariam numa posição privilegiada entre todas as séries da companhia, atrás apenas do público de temporadas individuais de “Round 6”, “Bridgerton”, “The Witcher”, “Lupin” e “La Casa de Papel”, e empatada com “Sex/Life” e “Stranger Things”. Assim como aconteceu com “O Gambito da Rainha”, “Maid” também deve concorrer a prêmios. O nome de Margaret Qualley (“The Leftovers”) é cantado em prosa e verso pela crítica por um desempenho de cortar o coração no papel principal. Inspirada pela autobiografia best-seller de Stephanie Land, “Superação: Trabalho Duro, Salário Baixo e o Dever de Uma Mãe Solo”, a minissérie gira em torno de uma mãe solteira (Qualley) que, ao fugir do marido agressor com a filha pequena, precisa aprender a se virar sem teto ou dinheiro, trabalhando como faxineira. São quatro episódios que parecem um filme, dirigidos pelo cineasta John Wells (“Álbum de Família”) e coproduzidos pela atriz Margot Robbie – que trabalhou com Qualley em “Era uma Vez… em Hollywood”. Veja o trailer abaixo.

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    “Round 6” esmaga recordes ao ser vista por 142 milhões de assinantes da Netflix

    19 de outubro de 2021 /

    A Netflix divulgou números assombrosos da audiência de “Round 6”, série sul-coreana que virou um fenômeno mundial. Um mês após seu lançamento, a atração foi vista por 142 milhões de assinantes da plataforma. A atualização dos números de exibição foram revelados no relatório financeiro do terceiro trimestre da empresa de streaming. “Incrivelmente, 142 milhões de famílias de assinantes em todo o mundo optaram por assistir ao título nas primeiras quatro semanas. A amplitude da popularidade de ‘Round 6’ é realmente incrível”, disse a empresa em um comunicado ao mercado investidor. A empresa observou que a série virou o seu programa mais assistido em 94 países, incluindo os EUA, e que “perfurou o zeitgeist cultural” ao inspirar esquetes no humorístico “Saturday Night Live” e memes no TikTok vistos mais de 42 bilhões de vezes. O comunicado acrescentou ainda que a demanda por produtos de consumo – em vista do surgimento de fantasias piratas da série para o Halloween – é “alta” e que os itens oficiais já estão a caminho do varejo. Vale lembrar que a Netflix já tinha anunciado na semana passada que “Round 6” havia se tornado sua série mais assistida, celebrando o fato de ser a primeira vista por mais de 100 milhões de perfis de assinantes do serviço. Na época, a plataforma contabilizava 111 milhões de visualizações. Em uma semana, os episódios da série foram vistos mais 31 milhões de vezes. Com os novos números, sua audiência massiva é quase o dobro do 2º colocado, o sucesso de “Bridgerton”, até então a série mais assistida da Netflix, com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de mais de 20 milhões em quatro semanas. O impacto, claro, também virou pressão para que a história continue. Embora este não fosse o plano original do criador, o cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”) já começou a comentar seus planos para retomar a série. Outro efeito dessa popularidade é que a Netflix tem buscado chamar atenção do público para outras séries sul-coreanas em seu catálogo. São muitas, mas para cada “Kingdom” há uma dúzia de doramas românticos que não compartilham o menor denominador comum com o apelo dos jogos vorazes e violentos de “Round 6”.

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    “Halloween Kills” é maior estreia de terror da pandemia

    17 de outubro de 2021 /

    “Halloween Kills – O Terror Continua” teve uma estreia matadora na América do Norte, com arrecadação de US$ 50,4 milhões em 3.705 cinemas durante o fim de semana. O desempenho acima das expectativas representou dois recordes do período da pandemia. Trata-se da maior estreia de terror do período, desde fevereiro de 2020, e a maior bilheteria doméstica para um filme de lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming sem custo extra. A produção foi disponibilizada na plataforma americana Peacock. Anteriormente, “Godzilla vs. Kong” ostentava a maior abertura de distribuição híbrida da pandemia, com US$ 31,6 milhões nos EUA e Canadá. “Viúva Negra” não entra nesta estatística por ter sido lançado em streaming com custo extra. Já o recorde de melhor bilheteria de terror deixou para trás “Um Lugar Silencioso – Parte II”, que tinha feito US$ 47,5 milhões em maio. A performance da continuação de “Halloween” ainda consolidou o terror como um dos gêneros que mais faturou durante a pandemia, perdendo apenas para os filmes de super-heróis. Apesar da elevada venda de ingressos, a crítica odiou a produção, desejando a morte definitiva da franquia para evitar novos constrangimentos – uma nova continuação vai estrear no ano que vem. “Halloween Kills” atingiu apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes, um diferença gritante em relação aos 79% obtidos pelo longa anterior, de 2018. No exterior, houve menos entusiasmo, com um faturamento de apenas US$ 5,5 milhões de 20 países, o que resultou num total global de US$ 55,9 milhões. De todo modo, o serial killer mascarado Michael Myers não teve dificuldades para vencer James Bond nos EUA. “007 – Sem Tempo para Morrer” perdeu 56% de seu público inicial, caindo para o 2º lugar em seu segundo fim de semana de exibição, com uma receita de US$ 24,3 milhões. Em dez dias, o total norte-americano do filme está em US$ 99,5 milhões. Mas, ao contrário de “Halloween Kills”, é um fenômeno global. O thriller de ação e espionagem continua alcançando números cada vez maiores no exterior, rendendo US$ 54 milhões só neste fim de semana. Ao todo, a produção da MGM atingiu US$ 447,5 milhões mundiais neste domingo (17/10), e isso antes de chegar na China, onde estreia em 29 de outubro. “Venom: Tempo de Carnificina” ficou em 3ª lugar com US$ 16,5 milhões em seu terceiro fim de semana na América do Norte. A soma da adaptação de quadrinhos da Sony está em US$ 168,1 milhões no mercado doméstico. Mas o filme acaba de estrear no exterior, onde ocupou o topo do ranking internacional com uma arrecadação de US$ 62,3 milhões em 44 países. Contabilizando o lançamento num punhado de mercados na semana passada, a totalização está em US$ 283,7 milhões em todo o mundo. A animação “A Família Addams 2” ocupou o 4º posto, com US$ 7,2 milhões, chegando a US$ 42,2 milhões domésticos em três semanas. Isto deixou a maior estreia do fim de semana, o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott, na incômoda posição de 5º lugar, com US$ 4,8 milhões no mercado interno. O filme agradou à crítica, com 86% no Rotten Tomatoes, mas foi um fracasso estrondoso de público. A arrecadação também foi pífia no exterior, onde rendeu US$ 4,2 milhões em 37 países. Somando tudo, o longa teve um lançamento global de apenas US$ 9 milhões. Um desastre para a Disney, que herdou a produção orçada em US$ 100 milhões da 20th Century Fox.

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    “Round 6” bate recorde e vira série mais vista da Netflix

    12 de outubro de 2021 /

    É oficial. A Netflix confirmou nas redes sociais que “Round 6” bateu recorde de audiência e se tornou a série mais assistida da plataforma. Primeira produção vista por mais de 100 milhões de perfis de assinantes do serviço, a série foi sintonizada, ao todo, por 111 milhões de lares. Os números foram revelados nesta terça (12/10), 25 dias após a estreia da atração. A audiência massiva superou com larga vantagem o sucesso de “Bridgerton”, até então a série mais assistida da Netflix, com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de quase 20 milhões em três semanas. O impacto, claro, também virou pressão para que a história continue. Embora este não fosse o plano original do criador, o cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”) já começou a comentar seus planos para retomar a série. Já a Netflix decidiu aproveitar a popularidade da atração para promover outras séries sul-coreanas de seu catálogo. São muitas, mas para cada “Kingdom” há uma dúzia de doramas românticos que não compartilham o menor denominador comum com o apelo dos jogos vorazes e violentos de “Round 6”. A propósito, a atração mais próxima de “Round 6” na Netflix é uma série japonesa, “Alice in Borderland”, lançada em dezembro passado e renovada para a 2ª temporada. Fica a dica. Não vou dizer quem ganhou o jogo, mas posso dizer oficialmente que a Coreia ganhou a Netflix. Assistida por 111 milhões de lares, Round 6 é a minha maior série de todos os tempos. pic.twitter.com/7dDUzESEKt — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 12, 2021

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    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” soma US$ 400 milhões de bilheteria

    10 de outubro de 2021 /

    “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” cruzou mais uma marca importante durante a pandemia, ultrapassando neste fim de semana a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. O total inclui US$ 212,5 milhões do mercado norte-americano e US$ 189,1 milhões no internacional. E isto sem contar as bilheterias da China, onde o filme foi barrado. Curiosamente, “Viúva Negra” também não foi exibido no mercado chinês e mesmo assim faturou US$ 379 milhões nos cinemas. As duas produções da Marvel foram os maiores sucessos comerciais da Disney neste ano, seguidas por “Free Guy”, “Cruella” e “Jungle Cruise”. Graças a este desempenho, a Disney está se tornando (oficialmente na segunda-feira) o primeiro estúdio a atingir US$ 2 bilhões em vendas mundiais de ingressos em 2021.

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias

    10 de outubro de 2021 /

    “007 – Sem Tempo para Morrer” desembarcou na América do Norte com uma arrecadação de US$ 56 milhões no fim de semana. Foi um desempenho abaixo das estimativas do mercado e da expectativa criada pela estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” na semana passada (US$ 90,1 milhões), mas valeu o 1º lugar nas bilheterias e, ao somar-se ao faturamento internacional, fez o filme ultrapassar os US$ 300 milhões em todo o mundo. As projeções da MGM previviam que a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond renderia US$ 60 milhões em seu lançamento doméstico, especialmente após três adiamentos e o sucesso do filme no exterior, onde foi lançado com antecedência há duas semanas. Mas enquanto filmes de super-heróis como “Venom: Tempo de Carnificina” são consumidos por um público mais jovem e destemido em relação à covid-19, a franquia “007” sempre atraiu uma média etária de 35 anos, demografia que ainda tem relutado em retornar aos cinemas durante a pandemia. Os US$ 56 milhões de “007 – Sem Tempo para Morrer” não são nem de longe um desastre. Trata-se da quinta maior estreia norte-americana da era da pandemia e foi realmente alimentada por um público diferente da continuação de “Venom”. Enquanto 36% dos que compraram ingressos para ver James Bond nos EUA tinham mais de 45 anos, esta faixa correspondeu a apenas 9% do público do super-herói. Mas há ainda um outro fator de impacto na bilheteria. Mais longo de todos os filmes de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer” tem quase três horas de duração, o que reduz o número de vezes que pode ser exibido por sala e por dia, diminuindo proporcionalmente a quantidade de ingressos comercializada para suas sessões. Para fazer frente a este desafio, o estúdio ampliou a distribuição, colocando o longa em 4,4 mil cinemas, o lançamento mais amplo da franquia, num esforço para impedir números menores. De todo modo, os filmes do espião britânico sempre tiveram maior apelo internacional que doméstico. Isto não mudou com a pandemia. Só neste filme de semana, o longa arrecadou mais US$ 89,5 milhões em 66 países diferentes, chegando a um total de US$ 257,4 milhões fora dos EUA – e isto sem a China. Com a contabilidade americana, o valor global chega a US$ 313,3 milhões. “Venom: Tempo de Carnificina” caiu para o 2º lugar com US$ 32 milhões em seu segundo fim de semana nos EUA e Canadá. Com isso, atingiu um total doméstico de US$ 141,7 milhões, um excelente desempenho de dez dias. Com uma estratégia de lançamento conservadora para não enfrentar “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Duna” no mercado internacional, a Sony começou a exibir o filme apenas neste fim de semana no exterior, arrecadando US$ 24,8 milhões em 13 países, para um total internacional inicial de US$ 43,9 milhões. A distribuição foi basicamente centrada na América Latina, onde a produção faturou US$ 20 milhões, a melhor arrecadação do estúdio na região durante a pandemia. Juntando com os valores norte-americanos, a soma chega em US$ 185,6 milhões mundiais. A MGM também emplacou o 3º lugar nos EUA e Canadá com a animação “A Família Addams 2”, que faturou US$ 10 milhões no fim de semana para atingir um total doméstico de US$ 31,1 milhões em 10 dias. O Top 5 norte-americano se completa com “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 4,2 milhões) e o prólogo da série “Família Soprano”, “The Many Saints of Newark” (com apenas US$ 1,5 milhão).

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    Estrela de “Round 6” vira atriz sul-coreana mais seguida do Instagram

    5 de outubro de 2021 /

    Graças à popularidade mundial de “Round 6”, a jovem Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067 na série, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram. Após a estreia da atração na Netflix, em 17 de setembro, a artista viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para mais de 14 milhões. “No começo, eu fiquei meio surpresa, já que estava checando em tempo real. Quando abri o aplicativo uma vez, o número subiu, quando abri outra vez, subiu ainda mais”, ela contou em entrevista à Herald Pop. “Eu pensei que o amor por ‘Round 6’ estava sendo refletido em números, como se fosse o destino, e fiquei grata. O fato de que tantas pessoas ao redor do mundo estão demonstrando interesse na série me deixa muito feliz”, completou a atriz. A jogadora 067, Kang Sae-byeok, é uma das principais personagens da série e o maior papel da carreira de Jung Ho-yeon, que até “Round 6” era mais conhecida como modelo. Ela chamou atenção aos 19 anos, na competição “Korea’s Next Top Model” de 2013, e desde então apareceu em várias campanhas, desfiles e editorais de moda, inclusive nas revistas Vogue americana e britânica. Seus trabalhos anteriores como atriz se resumiam a cinco curtas-metragens e quatro clipes musicais de K-Pop. Criada pelo cineasta Hwang Dong-hyuk (“A Fortaleza”), a série reúne 456 competidores em seis jogos, que terminam com os eliminados mortos e os vencedores avançando para a disputa final, valendo um valor bilionário em wons, a moeda sul-coreana.

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