“Stranger Things” domina Netflix e bate recordes
O fenômeno “Stranger Things” dominou completamente a audiência da Netflix na última semana. Completamente, neste caso, quer dizer que a criação dos irmãos Duffer ocupou do 1º ao 4º lugar do ranking das séries mais vistas em inglês da plataforma. De forma impressionante, todas as quatro temporadas da série registraram as maiores audiência do streaming entre a segunda-feira da semana passada (30/5) e o último domingo (5/6). É possível que muita gente tenha maratonado o começo para recordar eventos passados, mas há relatos de novos assinantes atraídos para descobrir o conteúdo que está eletrizando o público mundial. O lançamento da 4ª temporada em 27 de maio já tinha marcado o maior fim de semana de estreia da Netflix, com 287 milhões de horas assistidas em apenas três dias. Agora, na primeira semana completa de disponibilidade na plataforma, os sete novos episódios renderam mais 335 milhões de horas de streaming. Com isso, o novo ano de “Stranger Things” já ocupa o 3º lugar entre as temporadas de séries em inglês mais vistas na Netflix em todos os tempos, atingindo um total de 621,8 milhões de horas. Tudo indica ainda que o Mundo Invertido vai aparecer no topo do ranking no levantamento da semana que vem. À sua frente, estão apenas as duas temporadas produzidas de “Bridgerton”, mas praticamente coladas. A estreia do romance de época da produtora Shonda Rhimes ocupa o 2º lugar com 625,4 milhões de horas, enquanto a 2ª temporada lidera o ranking com 656,26 milhões de horas. A 4ª temporada de “Stranger Things” deve abrir grande vantagem sobre “Bridgerton” nos próximos dias e passar para uma disputa de outro nível, com a recordista de todas as línguas. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A Netflix calcula essa lista com base somente na audiência durante os primeiros 28 dias de disponibilidade de um título, o que significa que a 4ª temporada de “Stranger Things” ainda tem 18 dias para subir no ranking. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, continua escalando as paradas musicais, numa redescoberta da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década. Nesta semana, a gravação entrou pela primeira vez no Top 10 da revista Billboard, lugar que não tinha conseguido alcançar no lançamento original de 37 anos atrás. Fenômeno.
“Top Gun: Maverick” ultrapassa US$ 500 milhões e quebra recordes
“Top Gun: Maverick” continua voando alto nas bilheterias mundiais. Um dia depois de bater o recorde de maior arrecadação da carreira de Tom Cruise nos EUA, a produção da Paramount ultrapassou com folga a cobiçada marca de US$ 500 milhões de faturamento em todo o mundo – e ainda quebrou novos recordes. Ao todo, o filme atingiu US$ 548,6 milhões após dois fins de semana de exibição. Mais da metade desta arrecadação vem dos EUA e Canadá, onde a soma está em US$ 291 milhões, segundo dados da Comscore – quase US$ 50 milhões acima dos US$ 243 milhões contabilizados por “Guerra dos Mundos” (2005), que era o maior sucesso doméstico de Tom Cruise até então. Só entre sexta e este domingo (5/6), a sequência de “Top Gun” (1986) fez US$ 86 milhões na América do Norte. O número representa um recorde: menor queda de bilheteria na segunda semana de exibição, para um filme com abertura superior a US$ 100 milhões. O recordista anterior era “Shrek 2”, que caiu 33% em seu segundo fim de semana nos EUA e Canadá. “Top Gun: Maverick” bateu esta margem ao perder 32% do público em relação a sua estreia. O detalhe é que o recorde é ainda maior no mercado internacional, onde o longa faturou US$ 81,7 milhões neste fim de semana, apenas 20% a menos que em seu lançamento. O declínio não é somente insignificante. É inédito. Nunca antes a bilheteria mundial registrou números parecidos. E isto sem contabilizar os cinemas da China e da Rússia, que não tem planos de projetar a produção. As maiores arrecadações vêm do Reino Unido (US$ 47,8 milhões até o momento, com queda de apenas 12% desde a abertura), Austrália (US$ 23,4 milhões, com queda de só 6%) e Japão (US$ 21,9 milhões e queda de 26%). Nem os filmes da Marvel tiveram números parecidos. Trata-se de um fenômeno nunca antes visto. Outro fato impressionante é que “Top Gun: Maverick” conseguiu aumentar suas bilheterias em sua segunda semana no circuito IMAX, adicionando US$ 18,5 milhões com esse formato restrito, puxado pelos cinemas da Austrália (+4%), Brasil (+15%), México (+9%), Taiwan (+25%), Arábia Saudita (+24%) e Hong Kong (+11%). O desempenho chama especial atenção porque o filme de Tom Cruise enfrentou sua primeira batalha contra “Jurassic World: Domínio” no mercado internacional. A produção da Universal abriu em 15 países e faturou US$ 55,5 milhões até este domingo, valor 1% maior que a estreia internacional de “Jurassic World” (2015) e “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018). Segundo o Comscore, o Brasil é um dos países em que as criaturas gigantes engoliram os aviões supersônicos, assim como o México e a Itália. Mas o grande confronto está reservado para o fim de semana que vem, quando ases indomáveis e dinossauros jurássicos vão disputar as bilheterias dos EUA. Será difícil para “Top Gun: Maverick” sustentar-se no topo pela terceira vez consecutiva, mas a retenção de público da produção da Paramount tem sido, até este momento, um desafio à lógica. Para completar, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” também comemorou uma marca importante, ao cruzar os US$ 900 milhões mundiais. O filme da Marvel ficou em 2º lugar nos EUA com US$ 9,3 milhões em sua quinta semana em cartaz, totalizando US$ 388,7 milhões no mercado doméstico. Trata-se da maior bilheteria de 2022 na América do Norte. Mas o sucesso é muito maior no exterior, onde a arrecadação chegou a US$ 520,7 milhões, para render um total de US$ 909,4 milhões – recorde de faturamento mundial do ano.
“Top Gun: Maverick” vira maior bilheteria de Tom Cruise nos EUA
“Top Gun: Maverick” já é a maior bilheteria da carreira de Tom Cruise nos EUA. De acordo com levantamento da Comscore, o filme atingiu a marca neste sábado (4/6), quando ultrapassou os US$ 243 milhões contabilizados por “Guerra dos Mundos” (2005), maior sucesso doméstico do astro até então. Projeções estimam que a continuação de “Top Gun” deva arrecadar US$ 85 milhões neste fim de semana nos EUA, seu segundo em cartaz, encerrando o domingo com US$ 290 milhões de arrecadação. Vale reparar que, enquanto o filme praticamente voa sozinho na América do Norte, em territórios estrangeiros a produção da Paramount já começa a enfrentar a concorrência de “Jurassic World: Domínio”, que só será lançado nos EUA na próxima sexta-feira (10/6). Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” soma US$ 450 milhões, o que, em contraste com o recorde norte-americano, mantém o longa muito abaixo do sucesso mundial das produções mais populares do astro – como o citado “Guerra dos Mundos” e nada menos que cinco dos seis “Missão: Impossível” já lançados.
Tom Cruise agradece público pelo recorde de “Top Gun: Maverick”
O astro Tom Cruise usou as redes sociais para agradecer ao público que tornou a estreia de “Top Gun: Maverick” a maior abertura de sua carreira. “Obrigado a todos que viram ‘Top Gun: Maverick’ e ajudaram a torná-lo um fim de semana histórico com sua abertura”, escreveu o ator em sua conta oficial no Twitter. A comemoração foi feita após o filme quebrar uma sina do ator de 59 anos. Ele nunca tinha atingido mais de US$ 100 milhões num fim de semana inaugural e ao voltar ao papel de Maverick faturou US$ 124 milhões entre sexta e este domingo (29/5) na América do Norte, segundo dados da Comscore. O valor é quase o dobro de sua maior abertura anterior no mercado norte-americano: US$ 64,9 milhões atingidos por “Guerra dos Mundos” em 2005. Como segunda-feira (30/5) foi feriado de Memorial Day nos EUA, o faturamento da produção da Paramount seguiu crescendo, até ultrapassar US$ 160 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição doméstica. O valor representou outro recorde, superando o rendimento máximo já atingido num Memorial Day: US$ 153 milhões, registrado por “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” em 2007. A continuação de “Top Gun” também voa alto no mercado internacional. Tudo somado, já atingiu uma arrecadação global de US$ 300 milhões, contabilizada até segunda. “Esses resultados são absurdamente fantásticos”, disse Chris Aronson, presidente de distribuição doméstica da Paramount, em sua própria comemoração. “Estou feliz por todos. Estou feliz pela empresa, por Tom, pelos cineastas”, acrescentou. Graças a este desempenho, “Top Gun: Maverick” já está entre as principais bilheterias de 2022. Thank you to everyone who saw #TopGun: Maverick and helped make it a historic opening weekend. — Tom Cruise (@TomCruise) May 31, 2022
Volta de “Stranger Things” vira maior estreia da história da Netflix
A Netflix registrou uma audiência recorde com o retorno de “Stranger Things”. Três anos após o lançamento dos últimos capítulos, a estreia da 4ª temporada acumulou 286,79 milhões de horas de visualização em todo o mundo. E isto em apenas três dias, desde o lançamento na sexta (27/5) até o domingo (29/5) passado. Os números superam com folga o recorde anterior de estreia em inglês na plataforma, registrado em março pelo lançamento da 2ª temporada de “Bridgerton”, com 193 milhões de horas de exibição em seu primeiro fim de semana. Outro detalhe impressionante da façanha da série sci-fi dos irmãos Duffer é que a audiência de seus primeiros dias já representa 44% de toda a visualização da temporada recordista de “Bridgerton”. A produção de época de Shonda Rhimes possui a maior audiência das séries em inglês da Netflix, com 656,26 milhões de horas de exibição acumulada em todo o mundo no período de 28 dias desde seu lançamento. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A estreia altamente antecipada da 4ª temporada de “Stranger Things” também ajudou a resgatar o interesse nas temporadas anteriores da série, que ressurgiram no Top 10 global da plataforma. Na verdade, no Top 5, ocupando a 3ª, 4ª e 5ª posições do ranking, atrás de “O Poder e a Lei” (The Lincoln Lawyer) em 2º lugar. A volta de “Stranger Things” também foi um fenômeno nas redes sociais. Apenas no Twitter, foram feitas quase 5 milhões de postagens no mundo inteiro, sendo que o Brasil correspondeu a cerca de um terço de toda esta movimentação. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, alcançou o 1º lugar na parada de sucessos do iTunes e o 2º lugar na parada americana do Spotify neste fim de semana. Isto também tem despertado interesse na carreira da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década.
“La Brea” registra melhor estreia de série internacional da Globoplay
A série “La Brea” registrou a melhor estreia da Globoplay entre todos os conteúdos licenciados da plataforma desde 2018. Isto significa que teve a melhor estreia de série internacional da empresa, já que o streaming da Globo só começou a exibir séries estrangeiras naquele ano. A informação foi divulgada sem acompanhamento de dados. Assim como outras plataformas, a Globoplay não revela os números de sua audiência. Entretanto, os dois episódios iniciais da série foram exibidos na TV aberta em 16 de maio, rendendo a maior audiência da faixa da Tela Quente em mais de um ano: 20,6 pontos de média no ibope da Grande São Paulo. A última vez que a Tela Quente superou os 20 pontos foi em 22 de fevereiro do ano passado, com o longa “Como Eu Era Antes de Você” (2016). Desde então, a sessão noturna dos filmes da Globo se acostumou a marcar menos de 10 pontos. Nem mesmo a primeira exibição de “Aquaman” (2018) na TV aberta (em 2/5) conseguiu elevar os índices à altura anterior, ficando em 18,9 pontos. A Globo repetiu com “La Brea”, que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida”, a mesma estratégia usada com “Manifest”, que eletrizou o público da Tela Quente em 2019, antes de começar a ser exibida na Globoplay. A tática ajudou “Manifest” a bater o recorde de público da plataforma, com números não divulgados. “La Brea” teria, portanto, superado o sucesso de “Manifest” em streaming. Logo depois da exibição da estreia na TV aberta, a 1ª temporada de “La Brea” chegou completa na Globoplay. Ao estilo de “Manifest”, a nova série de mistério sci-fi também foi um sucesso nos EUA, onde se tornou uma das maiores estreias da temporada na TV aberta, além de bater o recorde de audiência da plataforma Peacock. A atração é a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva, que lhe rendeu uma rápida renovação para 2ª temporada, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da catástrofe vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas, ou pelo menos é o que imaginam, antes de perceberem pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Sem spoilers. Ao mesmo tempo, na superfície, um pai e uma filha lutam para reencontrar o resto de sua família, tragada para o interior do buraco, e descobrem que não foi a primeira vez que esse fenômeno aconteceu. A produção reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis.
“Top Gun: Maverick” vira maior bilheteria de estreia de Tom Cruise
Se alguém duvidava, “Top Gun: Maverick” confirmou: Tom Cruise é tão poderoso quanto um super-herói. Só o ator que dispensa dublês consegue fazer frente à Marvel e DC nas filas de cinema deste ano. A bilheteria de “Top Gun: Maverick” registrou o recorde de arrecadação da carreira do astro. Ele nunca tinha atingido mais de US$ 100 milhões num fim de semana inaugural e ao voltar ao papel de Maverick faturou US$ 124 milhões entre sexta e este domingo (29/5) na América do Norte, segundo dados da Comscore. O valor é quase o dobro da principal abertura de Cruise no mercado norte-americano: os US$ 64,9 milhões atingidos por “Guerra dos Mundos” em 2005. Como segunda-feira (30/5) é feriado de Memorial Day nos EUA, o faturamento da produção da Paramount tem a estimativa de passar dos US$ 150 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição doméstica. O valor definitivo pode ser outro recorde. O rendimento máximo já atingido num Memorial Day foi de US$ 153 milhões, registrado por “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” em 2007. A continuação de “Top Gun” também voa alto no mercado internacional. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia – afinal, não deixa de ser propaganda do poderio militar dos EUA – , o filme estreou com US$ 124 milhões em 62 mercados. Em 32 países, o desempenho representou a maior estreia de Tom Cruise de todos os tempos, e em 18 foi a maior de uma produção live-action da Paramount. As maiores arrecadações internacionais vieram do Reino Unido (US$ 19,4 milhões), França (US$ 11,7 milhões), Austrália (US$ 10,7 milhões), Japão (US$ 9,7 milhões), Alemanha (US$ 6,5 milhões) e Brasil (US$ 5,3 milhões), todas com recordes para o astro e o estúdio. Rodado com câmeras IMAX, o filme ainda arrecadou US$ 10,4 milhões com o formato no exterior, registrando o maior fim de semana de estreia nesse circuito em 50 mercados. Tudo somado, dá uma arrecadação global de US$ 248 milhões até este domingo. E isto representa a segunda maior abertura live-action da História da Paramount Pictures, atrás apenas de “Transformers: A Era da Extinção” em 2014. O desempenho impressiona especialmente porque, desde o começo da pandemia, apenas filmes de super-heróis vinham conseguindo aberturas desse tamanho. Um detalhe importante é que o público do filme não foi o mesmo dos super-heróis. Não faltaram prognósticos negativos sobre o fato de o “Top Gun” original ser muito antigo para possuir apelo para o público atual. E, de fato, 18% dos ingressos nos EUA foram adquiridos por pessoas com mais de 55 anos. Mais da metade, 55%, por pagantes com mais de 35 anos. E isto significa que o filme foi capaz de atrair uma faixa etária que ainda não tinha ido em peso às salas escuras desde a pandemia. Adultos, quem diria, existem e também podem gerar recordes. O filme chegou às telas cercado de expectativa, após um adiamento de dois anos devido à covid-19 e uma première com muitos aplausos e elogios no Festival de Cannes. A obra do diretor Joseph Kosinski realmente agradou a crítica, atingindo 97% na avaliação registrada pelo Rotten Tomatoes, mas animou ainda mais o público, rendendo um cobiçado A+, a maior nota possível no CinemaScore – pesquisa de qualidade feita na saída dos cinemas dos EUA. Com o estouro supersônico de “Top Gun: Maverick”, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” caiu para o 2º lugar, após liderar as vendas de ingressos por três fins de semana. Faturou US$ 16,4 milhões entre sexta e domingo para atingir um total de US$ 370 milhões na América do Norte e US$ 873 milhões mundiais – a maior bilheteria de 2022. O Top 3 dos EUA e Canadá completa-se com a estreia da animação “Bob’s Burgers: O Filme”, que abriu com US$ 12,6 milhões no mercado doméstico e, sem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros, deve chegar no país em streaming pela Star+.
“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” vira maior bilheteria do estúdio indie A24
O estúdio A24, que disputa com o Neon a condição de melhor estúdio de cinema realmente independente dos EUA, está celebrando uma façanha neste fim de semana. O filme “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (Everything Everywhere All At Once) atingiu US$ 52,3 milhões domésticos neste domingo (22/5) para se tornar a maior bilheteria da história da empresa nos EUA. A trama mirabolante sobre o multiverso, estrelada por Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), superou “Joias Brutas” (2019), drama criminal estrelado por Adam Sandler, que até então era a joia da empresa com US$ 50 milhões. Além do sucesso financeiro, a sci-fi indie é uma fenômeno de crítica, com 95% de resenhas positivas no Rotten Tomatoes. No filme, Yeoh vive uma mãe de família exaurida pela dificuldade de pagar seus impostos nos EUA, quando descobre a existência do multiverso e de muitas versões dela mesma em diferentes realidades. Não só isso: um de seus maridos de outro mundo lhe revela que o destino do multiverso está em suas mãos. E para impedir o fim de todos os mundos, ela precisará incorporar as habilidades da totalidade de suas versões para enfrentar Jamie Lee Curtis (“Halloween”) e outras ameaças perigosas que a aguardam em sua missão. O elenco ainda destaca Ke Huy Quan (o menino Short Round de “Indiana no Templo da Perdição”) como o marido de Yeoh, Stephanie Hsu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como sua filha e o veterano James Hong (“Aventureiros do Bairro Proibido”), entre outros. Escrito e dirigido pela dupla Daniel Kwan e Daniel Scheinert (ambos de “Um Cadáver Para Sobreviver”), conhecida pelo pseudônimo Daniels, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” tem estreia marcada para 23 de junho no Brasil. Veja o trailer nacional da produção abaixo.
Teaser de “La Casa de Papel: Coreia” contextualiza nova série
A Netflix divulgou um novo teaser do remake sul-coreano de “La Casa de Papel”, que revela a premissa da atração. A trama introduz elementos políticos e contexto totalmente coreanos, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, após o fim das fronteiras entre Sul e Norte, os antigos norte-coreanos reparam que continuam pobres, enquanto os milionários do Sul se tornam mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: disfarces de Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. “La Casa de Papel: Coreia” será estrelada por Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Os demais integrantes são Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jun Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki e Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo. Os roteiros da adaptação sul-coreana são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). A estreia vai acontecer em 24 de junho.
“La Brea” dá audiência recorde para Tela Quente
A Globo está comemorando o sucesso da exibição de “La Brea” na Tela Quente de segunda-feira (16/5). Graças aos dois episódios iniciais da série, uma das faixas mais problemáticas da programação da emissora teve audiência recorde. “La Brea” rendeu 20,6 pontos de média no ibope da Grande São Paulo, maior audiência da Tela Quente em 2022. Na verdade, maior audiência do horário em mais de um ano. A última vez que a Tela Quente superou os 20 pontos foi em 22 de fevereiro do ano passado, com o longa “Como Eu Era Antes de Você” (2016). Desde então, a sessão noturna dos filmes da Globo se acostumou a marcar menos de 10 pontos. Nem mesmo a primeira exibição de “Aquaman” (2018) na TV aberta (em 2/5) conseguiu elevar os índices à altura anterior, ficando em 18,9 pontos. A Globo repetiu com “La Brea”, que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida”, a mesma estratégia usada com “Manifest”, que eletrizou o público da Tela Quente antes de começar a ser exibida na Globoplay. A tática ajudou “Manifest” a bater o recorde de público da plataforma, com números não divulgados. Depois da exibição da estreia na TV aberta, a 1ª temporada de “La Brea” chegou completa nesta terça (17/5) na Globoplay. Ao estilo de “Manifest”, a nova série de mistério sci-fi também foi um sucesso nos EUA, onde se tornou uma das maiores estreias da temporada na TV aberta, além de bater o recorde de audiência da plataforma Peacock. A atração é a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva, que lhe rendeu uma rápida renovação para 2ª temporada, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para quem não viu a estreia, “La Brea” começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da tragédia vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas, ou pelo menos é o que imaginam, antes de perceberem pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Sem spoilers. Ao mesmo tempo, na superfície, um pai e uma filha lutam para reencontrar o resto de sua família, tragada para o interior do buraco, e descobrem que não foi a primeira vez que esse fenômeno aconteceu. A produção reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis. Veja o trailer nacional da série abaixo.
Netflix divulga trailer do final de “Peaky Blinders”
A Netflix divulgou o trailer da 6ª e última temporada da série britânica “Peaky Blinders”, que vai chegar ao Brasil no dia 10 de junho. A reta final da produção foi exibida no Reino Unido entre 27 de fevereiro e 3 de abril, e o episódio de estreia atingiu a maior audiência de toda a série ao mostrar o destino de Polly Shelby, personagem da atriz Helen McCrory, que morreu em abril do ano passado devido a um câncer de mama. O final teve praticamente a mesma audiência e ainda rendeu comoção nacional. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar como Thomas Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1º Guerra Mundial, transformou sua família e amigos numa perigosa gangue de rua e se tornou uma das pessoas mais influentes do Reino Unido. Não contente em conquistar seu bairro, ele expandiu seus negócios ilícitos até os EUA e virou político, sendo eleito para o parlamento britânico. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight recebeu críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018.
Netflix troca intérprete de uma das irmãs de “Bridgerton”
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (12) a saída de Ruby Stokes do elenco de “Bridgerton”. A atriz deu vida a Francesca Bridgerton ao longo de duas temporadas e deixou a atração para focar em seu novo projeto na plataforma, a adaptação de “Lockwood & Co” – uma série sobrenatural. Para substituí-la, a Netflix contratou Hannah Dodd, recentemente vista na minissérie “Anatomia de um Escândalo”. A troca foi divulgada nas redes sociais junto de uma foto da nova intérprete. Veja abaixo. “Bridgerton” é baseada numa franquia literária escrita por Julia Quinn, que a cada exemplar conta a história de amor de um dos oito irmãos da família do título. Portanto, a personagem Francesca também será protagonista de uma temporada futura – provavelmente a 6ª, ainda não confirmada. A série encontra-se atualmente renovada até o quarto ano de produção. A produção de Shonda Rhimes (“Grey’s Anathomy”) fez sua estreia na Netflix em dezembro de 2020, quando se tornou a série em inglês mais vista da plataforma. A 2ª temporada bateu esse recorde, liderando o ranking com 656 milhões de horas visualizadas. BRIDGERTON NEWS: Hannah Dodd (Anatomy of a Scandal) will star as Francesca Bridgerton in Season 3. She takes over the role from Ruby Stokes who is moving on to star in Netflix's Lockwood & Co. 💛 Can't wait to welcome Hannah to the family. pic.twitter.com/XEinB4uCFQ — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) May 12, 2022
Teaser revela as máscaras de “La Casa de Papel: Coreia”
A Netflix divulgou um pôster e novo teaser do remake sul-coreano de “La Casa de Papel”, que revelam a data de estreia e a nova máscara adotada pelos criminosos da atração. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos vão adotar um disfarce diferente. Mas desta vez não será a máscara de um artista famoso. Trata-se do rosto de Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras Hahoetal, usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que “La Casa de Papel” não deixa de ser um ataque contra o sistema dos mais ricos. “La Casa de Papel: Coreia” será estrelada por Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Os demais integrantes são Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jun Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki e Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo. Os roteiros da adaptação sul-coreana são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). A estreia vai acontecer em 24 de junho.











