“Top Gun: Maverick” supera “Vingadores: Guerra Infinita” nas bilheterias dos EUA
O sucesso de “Top Gun: Maverick” continua inabalável no mercado norte-americano. O filme estrelado por Tom Cruise superou na sexta (19/8) a arrecadação de “Vingadores: Guerra Infinita” e passou a ser a 6ª maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e Canadá. Há praticamente dois meses em cartaz, a continuação tardia de “Top Gun” (1986) nunca saiu do Top 5 das maiores bilheterias, o que a levou a somar US$ 679 milhões no mercado doméstico, superando os US$ 678 milhões dos super-heróis da Marvel. Acima dele, estão apenas “Pantera Negra” (US$ 700 milhões), “Avatar” (US$ 760 milhões), “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (US$ 804 milhões), “Vingadores: Ultimato” (US$ 858 milhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 935 milhões). A produção da Paramount tem chances de chegar pelo menos em “Pantera Negra” e entrar no Top 5 de todos os tempos, contando com a falta de grandes lançamentos nas próximas semanas. A próxima grande estreia é, curiosamente, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, previsto para estrear apenas em novembro. Mas para impulsionar este lançamento, a Disney planeja reexibir o primeiro “Pantera Negra” nos cinemas, o que pode impedir a ultrapassagem de “Top Gun: Maverick”. Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” soma US$ 1,38 milhões de faturamento global, qualificando-se como a 13ª maior bilheteria mundial de todos os tempos.
BLACKPINK tem a maior estreia musical de 2022 no YouTube
O novo clipe do grupo sul-coreano BLACKPINK se tornou a maior estreia musical de 2022 no YouTube, nas primeiras 24 horas. “Pink Venom” alcançou impressionantes 86,2 milhões de visualizações em seu primeiro dia de exibição, entre a meia-noite de quinta (18/8) e a meia-noite de sexta (19/8) no portal de vídeos, de acordo com a contagem pública da plataforma. Com isso, o grupo quebrou seu próprio recorde. O desempenho torna a produção o quarto clipe com mais visualizações em 24 horas de todos os tempos do YouTube, logo atrás de “How You Like That”, o clipe recordista anterior do BLACKPINK, que alcançou 86,3 milhões de visualizações em junho de 2020. Os dois primeiros lugares são ocupados por outro fenômeno do K-Pop: o BTS, que acumulou 101,1 milhões para “Dynamite” em 2020 e 108,2 milhões de visualizações para “Butter” no ano passado. Mas o BLACKPINK tem uma música a mais que o BTS no Top 5. “Ice Cream”, colab com Selena Gomez, está em 5ª lugar com 79,0 milhões de visualizações em agosto de 2020. Vale apontar que o impulso de “Pink Venom” está longe de arrefecer. Em 30 horas, o clipe superou a marca de 100 milhões de visualizações em 30 horas. Os fãs do grupo, conhecidos como “Blinks”, também deram 6 milhões de curtidas em “Pink Venom” durante a janela de lançamento inicial no YouTube. Assim, tudo indica que a nova música vai se juntar aos sucessos de “Kill This Love” e “How You Like That”, que já foram vistos mais de 1 bilhão de vezes na plataforma de vídeos. “Pink Venom” é a primeira música nova do grupo em dois anos, desde o lançamento de “The Album”, seu primeiro disco completo de estúdio, que rendeu hits como “How You Like That” e “Lovesick Girls”. A nova canção faz parte do álbum “Born Pink”, com lançamento previsto para 16 de setembro e que já acumulou mais de 1,5 milhões de pedidos de pré-venda. Ou seja, vem aí outro recorde. Eleito na sexta (19/8) o “maior grupo feminino do mundo” pela revista americana “Time”, o quarteto formado pelas cantoras Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa também vai participar dos VMAs 2022, premiação da MTV onde concorre na categoria Melhor Performance do Metaverso e a cantora Lisa ainda disputa o prêmio de Melhor K-pop pelo single solo “LALISA”. O evento marcado para 28 de agosto servirá para apresentar “Pink Venom” pela primeira vez ao vivo, além de marcar a estreia do grupo no principal evento da MTV americana.
“Top Gun: Maverick” supera “Titanic” nas bilheterias dos EUA
“Top Gun: Maverick” se tornou a 7ª maior bilheteria de cinema da América do Norte em todos os tempos neste fim de semana, ao superar o blockbuster “Titanic”. Em sua 11ª semana em cartaz, a produção da Paramount se mantém entre os filmes mais vistos dos EUA e Canadá e adicionou mais US$ 7 milhões desde sexta (5/8), aparecendo em 6º lugar no ranking doméstico. Com isso, chegou a US$ 662 milhões em vendas de ingressos, deixando para trás os US$ 659,3 milhões de “Titanic”. Se não diminuir o ritmo, o filme estrelado por Tom Cruise ainda deve ultrapassar a 6ª maior bilheteria da América do Norte, “Vingadores: Guerra Infinita”, que soma US$ 678,8 milhões – mas dificilmente entrará no Top 5, que tem na entrada “Pantera Negra” com US$ 700 milhões. Em todo o mundo, “Top Gun: Maverick” já faturou US$ 1,35 bilhão, o que representa a 13ª maior bilheteria mundial da História. Como Tom Cruise também é produtor do longa, ele deve ficar US$ 100 milhões mais rico com essa vendagem surpreendente de ingressos. Por conta disso, o astro anda conversando sobre uma continuação com a Paramount e com o elenco do filme, como revelou o coadjuvante Miles Teller no mês passado.
“Stranger Things 4” ultrapassa 1,2 bilhão de horas assistidas na Netflix
A Netflix revelou nesta terça-feira (5/7) que “Stranger Things 4” ultrapassou a marca de 1,2 bilhão de horas de exibição mundial na plataforma. A 4ª temporada da criação dos irmãos Duffer foi a primeira série em inglês a superar a marca do bilhão, feito atingido na semana passada, e agora chega a 1,26 bilhão de horas desde a estreia em 27 de maio. O número é praticamente o dobro da audiência da segunda série mais vista da categoria, “Bridgerton 2”, que atingiu 656,2 milhões de horas. Em relação a qualquer idioma, “Stranger Things 4” só fica atrás de “Round 6”, fenômeno sul-coreano que rendeu 1,6 bilhão de horas de streaming. Um detalhe, porém, chama atenção. A contagem abrange as duas partes da 4ª temporada – o que é atípico na contabilidade da plataforma, que sempre encerra sua totalização após 28 dias de exibição. Aparentemente, a série sci-fi é uma exceção à regra, já que teve a audiência dos dois volumes somadas. Só na última semana, “Stranger Things 4” teve 188,1 milhões de horas acumuladas. E o mais curioso é, entre os dias 4 e 10 de julho, o público mundial da Netflix decidiu ver basicamente apenas a série dos irmãos Duffer. Todas as quatro temporadas produzidas preenchem o Top 5 da plataforma, com “Stranger Things 1” em 2º, “Stranger Things 2” em 4º e “Stranger Things 3” em 5º lugar. O intruso no meio dessa preferência homogênea é “The Umbrella Academy” na 3ª posição do ranking global, com 43,8 milhões de horas assistidas na semana passada.
“Your Honor” vai acabar na 2ª temporada
A série “Your Honor” terá só mais uma temporada, revelou o astro Bryan Cranston. Originalmente uma minissérie, a atração foi renovada e, segundo Cranston, o segundo ano também será o último da produção. “Estou [atualmente] me preparando para a 2ª e última temporada de ‘Your Honor’, que é uma série limitada que fiz para a Showtime”, disse Cranston em entrevista para o podcast “Armchair Expert”, de Dax Shepard. “Como eles dizem, teve uma audiência mais alta do que qualquer outra série que eles já tiveram – e, portanto, teremos mais uma temporada disso.” Baseada na atração israelense “Kvodo”, “Your Honor” teve realmente a temporada de estreia mais assistida de um lançamento do Showtime em todos os tempos, atraindo uma média de 6,6 milhões de telespectadores semanais. As gravações da 2ª temporada acabaram de começar, com o roteirista Joey Hartstone assumindo a função de showrunner. O criador Peter Moffat optou por não continuar à frente da produção porque mora no Reino Unido e queria ficar perto da família durante a pandemia. Na trama, Cranston interpreta a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento e fuga… ou algo pior – isto porque a vítima do atropelamento era o filho de um poderoso mafioso, que prometia vingança. Os novos capítulos voltarão a trazer Cranston como o respeitado juiz Michael Desiato. Além disso, a atração também continuará contando, entre seus produtores, com o casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Fight” e “Evil”. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Paramount+. Veja o trailer nacional da 1ª temporada abaixo.
“Stranger Things 4” ultrapassa 1 bilhão de horas na Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (5/7) que “Stranger Things 4” ultrapassou a marca de 1 bilhão de horas de exibição mundial na plataforma. Segundo os dados oficiais do streamer, “Stranger Things” foi vista por 1,15 bilhão de horas desde a estreia em 27 de maio. A criação dos irmãos Duffer é a primeira série em inglês a superar a marca do bilhão. Em relação a qualquer idioma, “Stranger Things 4” fica atrás apenas de “Round 6” (1,6 bilhão). Um detalhe, porém, chama atenção. A contagem abrange as duas partes da 4ª temporada – o que é atípico na contabilidade da plataforma, que sempre encerra sua totalização após 28 dias de exibição. Aparentemente, a série sci-fi é uma exceção à regra, já que teve a audiência dos dois volumes somadas. Os primeiros sete episódios registraram 930,32 milhões de horas, enquanto os dois capítulos finais representam cerca de 221 milhões de horas acumuladas entre os dias 27 de maio e 3 de julho. É importante explicar que os dois episódios finais estão disponíveis há poucos dias (desde 1 de julho) e, embora sejam longos, possuem apenas quatro horas de conteúdo. Mesmo assim, correspondem a 73% de toda a visualização da série na semana passada. Além de liderar o ranking de série em inglês mais vista de todos os tempos, “Stranger Things 4” também voltou ao topo do ranking da Netflix nesta semana, após perder o lugar para o lançamento de “The Umbrella Academy” na semana passada. Com a audiência somada da Parte 1 e da Parte 2, a atração atingiu 301,28 milhões de horas na última semana, abrindo larga vantagem para “The Umbrella Academy”, que ficou em 2º lugar com 87,9 milhões de horas vistas, após nove dias no ar.
Criador de “La Brea” revela novidades da 2ª temporada
O criador de “La Brea”, David Appelbaum revelou a principal novidade da 2ª temporada da série, que quebrou o recorde de audiência da “Tela Quente” no Brasil e virou a atração internacional mais vista da Globoplay. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ele contou que parte dos próximos episódios vai se passar no ano de 1988. “A próxima temporada continuará focada na trama vivida em 10 mil anos A.C.”, contou Appelbaum. “Contudo, nós não iremos mais estar na Los Angeles atual. Ao invés disso, vamos contar a história da Los Angeles de 1988.” O showrunner espera que essa mudança ajude a revitalizar a atração. “Acredito que isso irá acrescentar uma nova camada de diversão e apresentar uma nova rede de intrigas aos episódios. Será algo que irá surpreender o público.” A referência a 1988 diz respeito ao final da temporada inaugural, quando um portal para este período se abre no passado e os personagens Josh (Jack Martin), Riley (Veronica St. Clair) e Lilly (Chloe De Los Santos) desaparecem em seu interior. Além disso, os novos episódios vão mostrar Izzy (Zyra Gorecki) chegando ao mundo pré-histórico, mas num lugar distante, onde hoje existe Seattle. Sua chegada também abre novas aventuras na trama. “Na essência, a série é sobre uma família dividida tentando se reconciliar. Queremos trazer esse mesmo espírito para a 2ª temporada, mas em um contexto totalmente novo”, ele explicou, aludindo ao modo como a trama será contada, com personagens espalhados pelo tempo e o espaço. “A história é um passeio emocionante de ação e aventura, mas também é crucial que façamos uma trama profundamente emocional”, continuou. “Encontrar esse equilíbrio foi um dos principais objetivos quando traçamos a 2ª temporada.” “La Brea” é a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”). Lançada em setembro do ano passado nos Estados Unidos, também se tornou uma das maiores estreias da temporada da TV aberta americana, além de bater o recorde de audiência da plataforma Peacock. Mas apesar da repercussão positiva, que lhe rendeu uma rápida renovação para 2ª temporada, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da catástrofe vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas – ou pelo menos é o que imaginam, antes de perceberem pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Ao mesmo tempo, na superfície, um pai e uma filha lutam para reencontrar o resto de sua família, tragada para o interior do buraco, e descobrem que não foi a primeira vez que esse fenômeno aconteceu. Em sua busca, acabam encontrando uma forma de viajar até o local onde seus entes queridos foram parar. A produção reúne em seu elenco Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis. A 2ª temporada tem estreia marcada para 27 de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
“Top Gun: Maverick” atinge US$ 1 bilhão e lidera bilheterias de 2022
Tom Cruise finalmente entrou no clube dos filmes bilionários. “Top Gun: Maverick” tornou-se neste fim de semana o primeiro título estrelado pelo astro a faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. A continuação de “Top Gun” (1986) atingiu esta marca ao terminar neste domingo (26/6) com um total estimado de US$ 521,7 milhões nos EUA e Canadá e US$ 484,7 milhões no exterior. Assim, sua receita global chegou a US$ 1,006 bilhão. Até então, o maior sucesso mundial de Tom Cruise era “Missão: Impossível — Efeito Fallout”, que arrecadou US$ 791 milhões em 2018. No contexto do estúdio, os números são ainda mais espantosos. Considerando todo o catálogo da Paramount, “Top Gun: Maverick” só faturou menos que “Titanic” (US$ 659,3 milhões) nas bilheterias da América do Norte. Mas “Titanic” era uma coprodução com a 20th Century Fox. Além disso, o filme quebrou recordes de bilheteria do estúdio em 15 países, incluindo Reino Unido, Austrália, França e Brasil. A produção da Paramount também tornou-se o segundo lançamento de Hollywood a ultrapassar US$ 500 milhões no mercado interno desde o começo da pandemia – perde apenas para “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que atingiu US$ 804,7 milhões na América do Norte. E o segundo a chegar a US$ 1 bilhão durante esse período em todo o planeta, também atrás do filme do “Homem-Aranha” (de impressionantes US$ 1,9 bilhão). Com esse desempenho, a obra do diretor Joseph Kosinski tomou de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” a liderança das bilheterias domésticas e mundiais de 2022. Até a semana passada, a produção da Marvel liderava os dois rankings, mas seu faturamento estacionou com o lançamento em streaming na sexta-feira (24/6), ficando em US$ 409 milhões domésticos e US$ 947 milhões globais. De acordo com a Paramount, 16% do público de “Top Gun: Maverick” teria visto o filme mais de uma vez nos cinemas, enquanto 4% voltaram para vê-lo quatro vezes ou mais.
“Top Gun: Maverick” atinge US$ 900 milhões de bilheteria mundial
“Top Gun: Maverick” ultrapassou a marca de US$ 900 milhões arrecadados em todo o mundo, de acordo com levantamento da consultoria Comscore, aumentando o recorde de maior bilheteria na carreira de Tom Cruise. Ao todo, o filme chegou a US$ 901,8 milhões nesta terça-feira (21/6), somando mais US$ 100 milhões em apenas quatro dias. A sequência de “Top Gun” (1986) conseguiu superar com folga “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que era o maior sucesso mundial do ator até então, com US$ 791,1 milhões. Seu total é de US$ 806,4 milhões, com US$ 422,2 milhões conquistados no público doméstico até esta sexta (17/6). “Top Gun: Maverick” é atualmente o filme de maior bilheteria do ano na América do Norte. A produção também está prestes a superar “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” como filme de maior bilheteria mundial de 2022. O lançamento da Marvel tem US$ 943 milhões de arrecadação mundial e pode ser ultrapassado já no próximo fim de semana. Além de ser o maior sucesso do ator no mundo inteiro, “Top Gun: Maverick” também rendeu as maiores bilheterias de Tom Cruise em 23 mercados específicos, incluindo nos EUA, Reino Unido, Austrália e Brasil. Em compensação, não chegou aos cinemas da Rússia e da China. O filme foi dirigido por Joseph Kosinski, que já havia trabalhado com Cruise anteriormente em “Oblivion” (2013), e na sexta passada (17/6) lançou “Spiderhead” na Netflix, com participação de outro ator de “Top Gun: Maverick”, Miles Teller.
“Top Gun: Maverick” atinge US$ 800 milhões e vira maior bilheteria de Tom Cruise
“Top Gun: Maverick” ultrapassou a marca de US$ 800 milhões arrecadados em todo o mundo, de acordo com levantamento da consultoria Comscore, quebrando novos recordes para virar a maior bilheteria na carreira de Tom Cruise. A sequência de “Top Gun” (1986) conseguiu superar com folga “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que era o maior sucesso mundial do ator até então, com US$ 791,1 milhões. Seu total é de US$ 806,4 milhões, com US$ 422,2 milhões conquistados no público doméstico até esta sexta (17/6). “Top Gun: Maverick” é atualmente o filme de maior bilheteria do ano na América do Norte. Os críticos adoraram o filme, atribuindo-lhe uma classificação de 97% no Rotten Tomatoes e elogiando seus efeitos visuais deslumbrantes, bem como sua hábil mistura de nostalgia com uma história capaz de agradar à nova geração de espectadores. O sucesso também reforça a longa parceria entre Cruise e o estúdio Paramount, que também é responsável pela franquia “Missão: Impossível”. Além de ser o maior sucesso do ator no mundo inteiro, “Top Gun: Maverick” também rendeu as maiores bilheterias de Tom Cruise em 23 mercados específicos, incluindo os EUA, Reino Unido, Austrália e Brasil. Em compensação, não chegou aos cinemas da Rússia e da China. O filme foi dirigido por Joseph Kosinski, que já havia trabalhado com Cruise anteriormente em “Oblivion” (2013), e nesta sexta lançou “Spiderhead” na Netflix, com participação de outro ator de “Top Gun: Maverick”, Miles Teller.
Oficial: “Stranger Things” é a série em inglês mais vista da Netflix
A volta de “Stranger Things” tornou-se oficialmente a temporada de série em inglês mais vista da história da Netflix. Em apenas 17 dias, os sete novos episódios da produção atingiram mais de 781 milhões de horas de streaming, superando com folga a 2ª temporada de “Bridgerton”, que detinha o recorde anterior com 656 milhões de horas em 28 dias. O mais impressionante é que “Stranger Things” também se destacou no ranking geral, que inclui produções em outras línguas. A 4ª temporada da série agora só perde para o fenômeno sul-coreano “Round 6”, que rendeu 1,65 bilhão de horas em seus primeiros 28 dias no ar. Vale lembrar que a 4ª temporada de “Stranger Things” ainda não acabou. A Netflix dividiu os novos episódios em duas partes, com dois capítulos guardados para 1º de julho. Não está claro como a audiência desses dois episódios finais será contabilizada, já que a empresa só considera em suas contas os primeiros 28 dias de cada temporada, e o quarto ano da série dos irmãos Duffer foi lançado em 27 de maio.
“Top Gun: Maverick” bate “Doutor Estranho” e vira maior bilheteria do ano nos EUA
“Top Gun: Maverick” bateu mais um recorde neste começo de semana, ao ultrapassar a arrecadação norte-americana de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” e se tornar a maior bilheteria de 2022 nos EUA e Canadá. O filme da Paramount atingiu US$ 401,8 milhões em vendas de ingressos contabilizados nesta terça (14/6) – isto é, até a noite de segunda-feira – , superando os US$ 398,1 milhões do super-herói da Marvel. Durante todo o período pandêmico, apenas outro filme vendeu mais ingressos que os voos de Tom Cruise: “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que fez US$ 573 milhões – mas foi lançado no final do ano passado. Outra marca de “Top Gun: Maverick” nos últimos dias foi a arrecadação de US$ 51,9 milhões no último fim de semana, a quinta maior bilheteria de qualquer filme em seu terceiro fim de semana de exibição, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 90 milhões), “Pantera Negra” (US$ 66 milhões), “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (US$ 56 milhões) e “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 52,5 milhões). A continuação de “Top Gun” também é o maior sucesso de Cruise no mercado interno em todos os tempos, com boa chance de se aproximar dos US$ 500 milhões e atingir até US$ 1 bilhão globalmente. Em todo o mundo, o longa está com uma arrecadação de cerca de US$ 760 milhões.
“The Boys” bate recorde e é renovada para 4ª temporada
A plataforma de streaming da Amazon anunciou a renovação de “The Boys” para sua 4ª temporada. A empresa esperou apenas completar a primeira semana da estreia do terceiro ano de produção no Prime Video para confirmar o que já se esperava, acrescentando como bônus a revelação de um novo recorde de audiência. “Desde nossa primeira conversa com [o showrunner] Eric Kripke e a equipe criativa sobre a 3ª temporada de ‘The Boys’, sabíamos que a série estava ficando ainda mais ousada – um feito impressionante, considerando o grande sucesso da 2ª temporada indicada ao Emmy”, disse Vernon Sanders, chefe de televisão global da Amazon Studios, em comunicado. “’The Boys’ continua a ultrapassar os limites narrativos, ao mesmo tempo em que se diverte incansavelmente e enfia a agulha numa sátira social que parece muito real”, continuou. “Este mundo estilizado da série tem um alcance global incrível e a audiência do fim de semana de estreia é prova disso. Estamos imensamente orgulhosos do elenco e da equipe, que gerou uma franquia para o Prime Video, e estamos ansiosos para trazer mais ‘The Boys’ para nossos assinantes.” Como a maioria dos streamers, o Prime Video não divulga dados de visualização em sua programação, mas o comunicado afirma que a audiência global de “The Boys” nos três dias após a estreia da 3ª temporada cresceu 17% em relação à estreia da 2ª temporada. Isto é um feito e tanto, considerando que a série bateu o recorde de público da plataforma em seu segundo ano de exibição. “Falando pelo elenco e equipe, somos muito gratos à Sony, Amazon e principalmente aos fãs por abraçarem a série e nos permitirem fazer mais”, acrescentou Kripke. “Estamos empolgados em continuar a luta de Bruto e os Boys contra Capitão Pátria e os Sete, bem como comentar mais sobre o mundo insano em que vivemos.” A 3ª temporada de “The Boys” estreou em 3 de junho com o lançamento dos três primeiros episódios, que mostraram mais violência, cenas explícitas e humor sombrio que nunca. A série continua a exibir episódios inéditos semanais até 8 de julho. O sucesso é tanto que a atração ganhou um spin-off animado, “The Boys: Diabolical”, e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis, que contará com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”). We're comin' back for Season 4. Til then here's a lil' fourshadowing. pic.twitter.com/5JeKSOvJMb — THE BOYS (@TheBoysTV) June 10, 2022








