Comerciais da nova versão de DuckTales destacam o Pato Donald
A nova versão de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”, a clássica série animada da Disney, ganhou duas prévias que destacam a participação do Pato Donald. E o tio de Zezinho, Huguinho e Luisinho não deve ter sido escolhido por acaso, já que seu protagonismo assinala uma grande diferença em relação à produção original, na qual Donald teve apenas aparições esporádicas – surgiu em 8 capítulos de um total de 98. Isto não é uma má notícia. Ao contrário, pois a série é inspirada nas aventuras quacksicas de Carl Barks, o criador de Patópolis (ou seja, da maioria dos patos da Disney), e em seus quadrinhos a presença de Donald sempre foi garantia das melhores piadas e situações de maior perigo. Em outras palavras, a nova versão é mais fiel aos gibis. Vale lembrar que os quadrinhos de Carl Barks, publicados entre os anos 1940 e 1960, são considerados verdadeiras obras de arte e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O responsável pela voz original de Donald é Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. O resto do elenco foi todo refeito. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dubla o Tio Patinhas. Já o trio de sobrinhos terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” vai passar no canal pago americano Disney XD, mas ainda não tem previsão de estreia.
Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro
“Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.
Trailer mostra Alicia Silverstone como mãe do menino de Diário de um Banana
A 20th Century Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada” (Diary of a Wimpy Kid: The Long Haul), reboot da franquia infantil, que introduz um novo elenco. Ainda sem legendas, a prévia revela que a trama vai girar em torno de férias frustradas. A família criada pelo escritor infantil Jeff Kinney vai pegar a estrada. E logicamente Greg e seu irmão Rodrick vão aprontar. Além de mostrar os personagens bem mais jovens, a produção destaca dois adultos que também já foram adolescentes famosos, Tom Everett Scott (“The Wonders: O Sonho Não Acabou”) e Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”), como os pais do menino banana – agora vivido por Jason Drucker (série “Every Witch Way”). A direção é de David Bowers, que comandou dois dos filmes anteriores. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD. O que fez com que as sequências, “Diário de um Banana 2 – Rodrick É O Cara” (2011) e “Diário de um Banana 3: Dias de Cão” (2012) fossem lançadas em poucos cinemas. Mas se aqui a franquia não teve destaque, foi sucesso absoluto nas bilheterias norte-americanas. “Diário de um Banana: Caindo na Estrada” estreia em 15 de junho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.
Novas séries baseadas em Charmed, L.A. Law e Os Garotos Perdidos ficam para 2018
Os fãs de séries que aguardam ansiosamente alguns dos projetos anunciados no final do ano passado terão que esperar mais um pouco por pelo menos três títulos de grandes franquias. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, os remakes de “LA Law” e “Charmed” e a adaptação do filme “Os Garotos Perdidos” (The Lost Boys) tiveram seus desenvolvimentos adiados para a temporada de outono de 2018. O motivo foi a grande quantidade de projetos encaminhados para a próxima fall season, aliada à falta de cancelamentos que pudesse abrir brechas na programação televisiva. A rede CW ainda mantém seu interesse nas versões de “Charmed” e “The Lost Boys”, especialmente com o fim de “The Vampire Diaries”. Mas pediu novas versões dos roteiros. Fontes do THR afirmam que a premissa de “Charmed” foi a que menos agradou, mas os executivos do canal creditam isso à falta de tempo da produtora Jennie Snyder Urman, que está ocupada com “Jane the Virgin”. Com mais tempo, ela poderá redesenvolver o projeto, que foi escrito por duas roteiristas de “Jane”, Jessica O’Toole e Amy Rardin, e, ao contrário da trama contemporânea original, será situado nos anos 1970. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Shannen Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. Por sua vez, a versão televisiva do cultuado filme de vampiros “Os Garotos Perdidos” tem produção de Rob Thomas, criador das séries “Veronica Mars” e “iZombie”. E o projeto também tem viés nostálgico. Diferente do filme sobre dois irmãos recém-chegados a uma pequena cidade litorânea repleta de jovens vampiros, a série seria situada nos anos 1960 e centrada nos vampiros, avançando uma década a cada temporada. Como as gravações da 3ª temporada de “iZombie” já acabaram, Thomas tem tempo de sobra para aprimorar o roteiro antes da produção do piloto. Já o remake de “LA Law” foi prontamente recusado pela Fox. Entretanto, o projeto de resgate da série de advogados, que foi sucesso na década de 1980, não será arquivado. A premissa está sendo reescrita por Steven Bochco (após o cancelamento de “Murder in the First”), visando mudar sua estrutura de caso da semana para uma trama mais complexa, de olho no perfil do público da TV paga e dos serviços de streaming. A série original, exibida na NBC, faturou 15 prêmios Emmy durante seu auge, incluindo quatro de Melhor Série Dramática. A trama girava em torno dos funcionários de um poderoso escritório de advocacia de Los Angeles, mostrando os casos que defendiam e também suas vidas fora do trabalho, enfatizando as competições entre os advogados dentro da própria firma.
Paramount mata Jason e enterra remake de Sexta-Feira 13
O monstro imortal da franquia “Sexta-Feira 13” não vai mais voltar do além. Os planos da produção de um remake foram enterrados pela Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio teria confirmado a morte de Jason Voorhees, que não voltará a assustar mais nenhum campista no Lago Cristal, pondo fim ao seu longo reinado de terror. Os planos do remake sumiram do calendário de lançamentos da Paramount pouco mais de um mês antes da data marcada para o início das filmagens. Especula-se que a decisão tenha sido tomada após o fraco desempenho de “O Chamado 3” nos EUA. Apesar de ter estreado em 1º lugar no Brasil, o filme deixou a desejar nas bilheterias americanas, arrecadando apenas US$ 13 milhões para um orçamento de US$ 25 milhões em seu primeiro fim de semana. Em vez de considerar que “O Chamado 3” possa ter fracassado simplesmente por ser um filme ruim, parece existir um entendimento de que o filme demorou demais a ser feito e, após 12 anos, outra geração de frequentadores de cinema não tinha a mesma expectativa de quem assistiu aos primeiros filmes. A culpa seria, portanto, do tempo. Neste mesmo raciocínio, o último “Sexta-Feira 13” foi lançado há oito anos. O remake começaria a ser rodado em março, sob direção de Breck Eisner (“O Último Caçador de Bruxas”), visando um lançamento na sexta-feira 13 de outubro, duas semanas antes do fim de semana do Halloween. Segundo o produtor Brad Fuller (“Ouija”), o roteiro escrito por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”) traria mudanças em relação à origem de Jason, apresentada no primeiro “Sexta-Feira 13” (1980), por conta da introdução do pai do monstro.
Vídeo de Diário de um Banana 4 revela Alicia Silvestone como mãe do protagonista
A 20th Century Fox divulgou o primeiro vídeo oficial de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada” (Diary of a Wimpy Kid: The Long Haul), reboot da franquia infantil, que introduz um novo elenco. A prévia é apresentada pelo autor dos livros em que os filmes se baseiam, o escritor Jeff Kinney. E, além de mostrar os personagens bem mais jovens, destaca dois adultos que se tornaram conhecidos nos anos 1990, Tom Everett Scott (“The Wonders: O Sonho Não Acabou”) e Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”), como os pais do menino banana – agora vivido por Jason Drucker (série “Every Witch Way”) O quarto filme da franquia adapta o nono livro de Kinney, que acompanha uma viagem de carro em família. O que acontece a seguir é o que acontece sempre em comédias americanas de férias frustradas, mostrando que os Heffley não são diferentes dos Griswold. A direção é de David Bowers, que comandou dois dos filmes anteriores. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD. O que fez com que as sequências, “Diário de um Banana 2 – Rodrick É O Cara” (2011) e “Diário de um Banana 3: Dias de Cão” (2012) fossem lançadas em poucos cinemas. Mas se aqui a franquia não teve destaque, foi sucesso absoluto nas bilheterias norte-americanas. “Diário de um Banana: Caindo na Estrada” estreia em 15 de junho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.
Voltron: Reboot do anime clássico ganha trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer dublado da 2ª temporada da série animada “Voltron”. Trata-se de um reboot do anime clássico “Voltron: O Defensor do Universo”, grande sucesso dos anos 1980. A série de “Voltron” acompanha uma equipe de exploradores do espaço que pilota um robô gigante conhecido como Voltron. A história da produção original é das mais bizarras. Os produtores americanos adquiriram os direitos de dois desenhos animados japoneses em 1984 e, além de decidirem emendar as duas séries, cortaram as cenas de violência e ainda inventaram todos os diálogos na tradução. Virou cult. Desta vez, a produção está a cargo da DreamWorks Animation e, após disponibilizar a 1ª temporada sem alarde no ano passado, a plataforma de streaming promete novos episódios a partir de 20 de janeiro.
Ex-Doctor Who vai dublar o Tio Patinhas no novo desenho de DuckTales
A nova versão de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”, a clássica série animada da Disney dos anos 1980, ganhou um elenco de dubladores de peso. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dará voz ao Tio Patinhas na versão original em inglês da atração. Já o trio de sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco traz ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como Patrícia. Um vídeo foi divulgado pela Disney em que os atores cantaram o tema clássico da abertura do desenho animado, que foi originalmente ao ar entre 1987 e 1990. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como o Pato Donald, a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. Vale lembrar que “DuckTales” foi inspirado nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, o criador de Patópolis. Nos gibis, os sobrinhos, incluindo Donald, acompanhavam aventuras do Tio Patinhas ao redor do mundo, entre os anos 1940 e 1960. As publicações marcaram época e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O reboot de “DuckTales” vai passar no canal pago americano Disney XD, mas ainda não tem previsão de estreia.
Trailer americano do filme do Homem-Aranha tem o dobro de cenas inéditas
A versão americana do trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem praticamente o dobro de cenas da prévia divulgada no Brasil – e em todo o mercado internacional. A maioria das sequências inéditas se concentra no cotidiano estudantil de Peter Parker (Tom Holland), praticamente ignorado no outro vídeo, com destaque para sua amizade com o personagem vivido pelo estreante Jacob Batalon. Uma das cenas, inclusive, revela que o amigo nerd descobre a identidade secreta do herói. Também aparecem as musas da trama, Laura Harrier (série “One Life to Live”), Zendaya (série “Agente K.C.”) e muito brevemente Angourie Rice (“Dois Caras Legais”). É importante observar que nenhum desses atores se parece com os papéis que supostamente interpretam. Mas alguns são bastante parecidos com outros personagens dos quadrinhos. Afinal, será que a morena Betty Brant virou loira e passou a se vestir como Gwen Stacy? E Ned Leeds virou asiático, gordo e assumiu, além da aparência, a personalidade de Ganke Lee? Fica a dúvida se a Marvel estaria fazendo uma pegadinha ou se esses “detalhes” são mesmo erros de adaptação, escalação de elenco ou descrições dos personagens. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil. Confira também o trailer brasileiro aqui.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha primeiro trailer e é espetacular de verdade
Que diferença a Marvel faz. O primeiro trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” mostra o quanto um filme do Homem-Aranha pode ser espetacular de verdade. A prévia divulgada pela Sony não apenas integra o herói aracnídeo no universo dos Vingadores, mas mantém o mesmo clima das demais produções de super-heróis da Marvel, equilibrando diversão com humor bem dosado, evolução de personagem, vilão ameaçador e cenas de ação grandiosas. Tudo isso com um grande bônus: a presença de Robert Downey Jr. Além das cenas que ele rouba como Tony Stark, o vídeo encerra com um take de fazer fanboy babar, juntando o Aranha ao Homem de Ferro. O filme mostrará o cotidiano de Peter Parker no colegial (a.k.a. Ensino Médio), em meio a diversos coadjuvantes de sua juventude nos quadrinhos (um mix de personagens inventados e outros muito modificados) e vilões clássicos como o Abutre (Michael Keaton, o “Batman”) e o Consertador (Michael Chernus, da série “Orange Is the New Black”). Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil. Vibre abaixo com o trailer legendado ou, se preferir, sofra com o dublado.
Tom Holland surge fantasiado em nova foto oficial de Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Sony e Marvel divulgaram uma nova imagem oficial de Tom Holland caracterizado como o herói de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Trata-se da primeira imagem oficial do filme sem logotipo de revista. A anterior foi lançada via revista Entertainment Weekly. O filme mostrará o cotidiano de Peter Parker no colegial (a.k.a. Ensino Médio), em meio a diversos coadjuvantes de sua juventude nos quadrinhos (um mix de personagens inventados e outros muito modificados), participação do Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e vilões clássicos como o Abutre (Michael Keaton, o “Batman”) e o Consertador (Michael Chernus, da série “Orange Is the New Black”). Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.
Teaser de Homem-Aranha: De Volta ao Lar revela o novo uniforme do herói
A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que traz o cineasta Jon Favreau repetindo o papel de Happy Hogan para entregar um novo uniforme ao herói. A prévia revela a novidade desenvolvida por Tony Stark (Robert Downey Jr.): teias que, quando estendidas sob os braços, ajudam o Homem-Aranha (Tom Holland) a planar como os adeptos do wingsuit. O design, por sinal, sempre fez parte do uniforme original dos quadrinhos. O curto vídeo foi exibido em primeira mão no fim de semana, durante a Comic-Con Experience (CCXP), por isso é curioso que a versão legendada ainda não tenha sido postada pela Sony Pictures Brasil. O filme mostrará o cotidiano de Peter Parker no colegial (a.k.a. Ensino Médio), em meio a diversos coadjuvantes de sua juventude nos quadrinhos (um mix de personagens inventados e outros muito modificados) e vilões clássicos como o Abutre (Michael Keaton, o “Batman”) e o Consertador (Michael Chernus, da série “Orange Is the New Black”). Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “HHomem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.
Dwayne Johnson divulga fotos e vídeos de cenas de ação de Jumanji
O astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) divulgou novas fotos e um vídeo dos bastidores de “Jumanji” no Instagram, em que aparece lutando contra dublês musculosos durante a filmagem de cenas de ação. Além dele, o elenco central também inclui Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”), Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) e Nick Jonas (série “Kingdom”). Continuação da aventura clássica homônima, estrelada por Robin Williams em 1995, o filme tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro). Um vídeo publicado por therock (@therock) em Dez 4, 2016 às 6:25 PST












