Acusações de racismo e agressão de Azealia Banks contra Russell Crowe são desmentidas pela polícia
A acusação de Azealia Banks contra Russell Crowe deu em nada. A rapper prestou queixa na polícia e usou o Facebook para acusar o ator de agressão e racismo em outubro passado. Ela apagou todos os posts, mas a investigação continuou até quarta (7/12), quando a polícia de Los Angeles concluiu não haver evidência alguma das alegações. Não só isso: após ouvir as testemunhas, a promotoria declarou que todas as ações de Crowe foram justificadas. O barraco aconteceu na noite de 15 de outubro, quando Crowe reuniu cerca de 10 convidados em seu quarto de hotel para um jantar. Um dos convidados, o rapper e ator RZA, levou Azealia como acompanhante. E, segundo relatos de testemunhas, ela mal chegou e começou a reclamar e rir da seleção musical do anfitrião, por ser de “gente branca”. Depois que o ator e outro convidado foram chamados de “homens brancos chatos”, outra convidada saiu em defesa deles. Foi o suficiente para Azealia estourar, ameaçando quebrar um copo e fazer os presentes sangrarem “como num filme de Tarantino”. Foi a deixa para Crowe segurá-la por trás e levá-la para fora do quarto, e chamar a segurança para retirá-la do hotel. Fontes do site TMZ dizem que a rapper esperou por um pedido de desculpas de Crowe antes de registrar a queixa. Mas o ator acreditava não ter feito nada de errado. Desde que a história veio à tona, a conta do ator no Instagram virou um verdadeiro campo de batalha entre defensores de Crowe e Azealia. Muitos comentários o chamaram de racista, agressor de mulheres e compartilharam links para a notícia sobre a briga. Outros foram mais agressivos, desejando que ele “apodreça na cadeia” ou seja “atropelado por um ônibus”. Alguns fãs de Crowe, porém, apontaram que a própria Azealia é quem tem fama de racista. Ela até teve o Twitter suspenso depois de proferir ofensas racistas contra Zayn Malik. Além disso, também disparou impropérios homofóbicos contra um comissário de bordo, durante um voo. Crowe, claro, tampouco é pacifista. Em 2005, ele foi acusado de agressão por supostamente ter arremessado um telefone na cara de um funcionário de hotel. Veja abaixo o post do Facebook que Azealia apagou e que contém uma acusação grave de violência física e racismo contra Crowe. Segundo a polícia apurou, era tudo mentira. O ator ainda não decidiu se vai processar a rapper por calúnia e difamação.
A Grande Muralha ganha vídeo épico de 9 minutos de duração
A produção de “A Grande Muralha” divulgou um vídeo de 9 minutos de ostentação para o mercado chinês. Mesmo com muitas repetições, a prévia ressalta a opulência épica do filme, destacando figurino, cenografia, centenas de figurantes e muitos efeitos visuais. Apesar de estrelada por Matt Damon (“Jason Bourne”), o vídeo também enfatiza o elenco chinês. Como a produção original é do estúdio Legendary, trata-se inevitavelmente de um filme de monstros, conforme tem sido a maioria de seus lançamentos (de “Godzilla” ao vindouro “Kong: Ilha da Caveira”). E como a Legendary foi adquirida por uma empresa chinesa, a ação se passa na China, tem coadjuvantes chineses e é dirigida por um mestre do cinema chinês, Zhang Yimou (“Flores do Oriente”). A trama traz Matt Damon e Pedro Pascal (série “Narcos”) como cavaleiros medievais, que, ao viajarem ao Oriente, acabam descobrindo porque a Grande Muralha foi erguida na China: para proteger seus habitantes de monstros vorazes, é claro. O elenco também inclui Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), Andy Lau (“O Clã das Adagas Voadoras”), Tian Jing (“O Mestre dos Jogos”), Hanyu Zhang (“O Tomar da Montanha do Tigre”) e o cantor Han Lu (da boy band EXO). A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.
Fences: Drama dirigido e estrelado por Denzel Washington ganha novo trailer
A Paramount Pictures divulgou o pôster e o segundo trailer de “Fences”, drama dirigido e estrelado por Denzel Washington (“Sete Homens e um Destino”). A prévia destaca a performance dramática do ator e de Viola Davis (“Esquadrão Suicida”), no papel de sua esposa, que podem emplacar indicações ao Oscar. Baseado na premiada peça de August Wilson, a trama já rendeu aos dois atores os prêmios Tony (o Oscar do teatro) em 2010. A trama traz Washington como um pai de família na década de 1950, um lixeiro urbano assombrado por seu sonho irrealizado de se tornar um astro do beisebol, e que busca desestimular a aspiração esportiva do filho numa época marcada pela segregação. Denzel já dirigiu dois filmes antes de encarar o texto de Wilson, que é considerado um clássico do teatro americano: as cinebiografias “Voltando a Viver” (2002) e “O Grande Desafio” (2007). O próprio Wilson assinou o roteiro da adaptação, que tem estreia marcada para 25 de dezembro nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Estrelas Além do Tempo: Trailer celebra as engenheiras negras que colocaram o homem no espaço
A Fox divulgou o trailer legendado do drama histórico “Estrelas Além do Tempo”. Mas vale observar que a “tradução” escolhida para o título original “Hidden Figures” desvirtua seu verdadeiro tema, sobre a importante e pouco conhecida participação das engenheiras negras no programa espacial americano. Como a prévia mostra, a trama conta a história verídica de um grupo de mulheres que ajudou a colocar o homem no espaço, enquanto combatia o machismo e o racismo para realizar seu trabalho. No filme, elas são representadas pelas atrizes Octavia Spencer (vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas”), Taraji P. Henson (série “Empire”) e a cantora Janelle Monáe, em sua estreia no cinema. O elenco também destaca, em papeis coadjuvantes, os atores Kevin Costner (“O Homem de Aço”), Kirsten Dunst (série “Fargo”), Jim Parsons (série “The Big Bang Therory”), Glen Powell (série “Scream Queens”), Mahershala Ali (franquia “Jogos Vorazes”) e Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”). Dirigido por Theodore Melfi (“Um Santo Vizinho”), o filme adapta o livro homônimo de Margot Lee Shetterly, com roteiro de Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2”) e trilha sonora do músico Pharrell Williams (“Meu Malvado Favorito 2”). O lançamento vai acontecer em 6 de janeiro nos EUA, uma semana antes do feriado americano dedicado a Martin Luther King. No Brasil, a estreia vai acontecer somente um mês depois, em 2 de fevereiro.
Bruno Gagliasso presta queixa na polícia contra ataque racista sofrido por sua filha
O ator Bruno Gagliasso decidiu ir pessoalmente à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática prestar queixa de racismo contra sua filha, na manhã dessa quarta-feira (16/11). A menina Titi, de dois anos, foi alvo de comentários racistas nas redes sociais após a mulher de Bruno, a atriz Giovanna Ewbank, postar uma foto do casal com a filha no seu perfil no Instagram. “Vocês tinham que adotar uma menina de olhos azuis isso sim iria combinar e não aquela pretinha parece uma macaquinha #lugardepretoénaafrica!”, escreveu um usuário. “Você e seu marido até que combina, mas a criança que vocês adotaram não combinou muito porque ela é pretinha e lugar de preto é na África”, ele ainda insistiu. O perfil racista já foi excluído. “Não foi o primeiro, mas espero que seja o último. Que esse caso sirva de exemplo e eu vou até o final. A polícia vai achar e quem fez isso vai ter que pagar”, disse Bruno ao jornal Hoje, da rede Globo, na delegacia. “Não adianta apagar o perfil, não adianta apagar o comentário, não adianta usar de subterfúgios para mascarar a conexão, porque a Polícia Civil tem tecnologia suficiente para identificar os criminosos, que serão individualizados e punidos ao rigor da lei”, afirmou a delegada Daniela Terra. Titi nasceu em Malauí, na África. Casados desde 2010, Bruno e Giovanna adotaram a menina em julho e, desde então, postam muitas fotos da menina em momentos felizes. O comentário racista foi postado em uma destas fotos. A polícia já tem pistas de dois perfis suspeitos na internet e vai tentar chegar aos responsáveis. A pena para os crimes de injúria por preconceito e racismo pode chegar a quatro anos de prisão.
Séries Divorce e Insecure são renovadas
Além de “Westworld”, o canal pago HBO renovou suas duas novas séries de comédia, “Divorce” e “Insecure”. “Divorce” é estrelada por Sarah Jessica Parker, que voltou ao canal 12 anos após o fim da série “Sex And The City” (1998-2004). Criada por Sharon Horgan (série “Pulling”), a série registra o final do relacionamento dos protagonistas, vividos por Parker e Thomas Haden Church (“Compramos um Zoológico”). Já “Insecure” adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) criada e estrelada por Issa Rae. A própria atriz adaptou e estrela a atração, como uma jovem que enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. As duas séries estrearam em 9 de outubro e voltarão com novos episódios em 2017.
Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank acionam justiça por racismo contra sua filha
Os atores Bruno Gagliasso (série “Dupla Identidade”) e Giovanna Ewbank (novela “Escrito nas Estrelas”) já encaminharam seus advogados a prestar queixa por racismo, sofrido por sua filha Titi nas redes sociais, na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática no Rio de Janeiro. Os ataques aconteceram nos perfis dos artistas em posts de fotos em que a menininha aparecia. “Vocês tinham que adotar uma menina de olhos azuis isso sim iria combinar e não aquela pretinha parece uma macaquinha #lugardepretoénaafrica!”, escreveu um usuário. “Você e seu marido até que combina, mas a criança que vocês adotaram não combinou muito porque ela é pretinha e lugar de preto é na África”, ele ainda insistiu. O perfil racista já foi excluído. Titi, que tem apenas dois anos de idade, não foi a única vítima do perfil racista no Instagram. A mesma conta atacou também a cantora Gaby Amarantus, escrevendo a hashtag #Forapretos no perfil dela. Bruno e Gaby estiveram no Domingão do Faustão na noite do último domingo (13/11) como parte do júri da Dança dos famosos e falaram sobre os ataques. “Cabe à polícia cuidar disso”, disse o ator, confirmando que entrou na justiça para lidar com o caso. “Existem muitas formas de combater o preconceito e a gente combate com amor e justiça. Temos policiais bons que vão descobrir quem fez isso. Minha filha tem algo que esses caras não têm: amor”, completou. No Instagram, Giovanna também se pronunciou. Ela usou uma frase de Nelson Mandela para refletir sobre o ocorrido: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar”. Casados desde 2010, Bruno e Giovanna adotaram Titi em julho. Eles viajaram a Malauí, na Sul do continente africano, cerca de sete vezes até finalizar o processo de adoção da menina. A primeira “aparição” de Titi ao público foi por meio de uma publicação do irmão de Giovana nas redes sociais. “O anjo da família chegou. Bem-vinda, Titi, nós te amamos!”, escreveu o tio. Recentemente, o casal adotou outra criança da África, chamada Chissomo. Os cuidados, entretanto, serão à distância. Os dois vão arcar com as despesas da menina, como alimentação e estudos, enquanto ela permanece sob os cuidados dos pais biológicos no seu país de origem.
O Nascimento de Uma Nação é obra impactante de um diretor mergulhado em polêmica
Quando se discute os primeiros avanços da linguagem cinematográfica, é inevitável citar “Um Nascimento de Uma Nação”. No entanto, por trás daquela produção de 1915, em que D.W. Griffith promoveu evoluções narrativas e técnicas, há um discurso racista repulsivo, que ainda gera controvérsias cem anos depois. Nem mesmo “Intolerância”, lançado no ano seguinte como uma “compensação”, removeu o estigma de Griffith de cineasta maldito, ainda que genial. Protagonista em “Nos Bastidores da Fama”, o ator Nate Parker debuta como diretor fazendo uma provocação ao legado deixado pela obra de Griffith, apropriando-se do mesmo título para contar a história de Nat Turner, líder de uma histórica rebelião de escravos na Virgínia de 1831. A ironia é que Parker acabou carregando também uma polêmica consigo, esta de cunho pessoal: no mesmo instante em que se discutia as possibilidades de seu filme se destacar no Oscar 2017, veio a público uma acusação de suposto estupro que ele teria cometido quando ainda era universitário e que teria levado a vítima a cometer suicídio Apesar de ter vencido o Festival de Sundance no começo do ano, “O Nascimento de Uma Nação” agora vê as suas chances de novas premiações reduzidas a zero, além de amargar um fracasso comercial que certamente acionou o alarme da Fox Searchlight, que obteve os direitos de distribuição do longa pelo valor recorde de US$ 17,5 milhões, o dobro do orçamento da produção, após sua repercussão inicial. Mais uma vez vem a indagação para problematizar a experiência cinematográfica: é possível separar a obra artística de seu autor? Atendo-se somente ao filme, é indiscutível o seu impacto e relevância, ao tratar um tópico sombrio da história da humanidade, que deve ser sempre lembrado, especialmente quando ainda se nutre preconceito por etnias específicas. Trata-se também de uma abordagem diferente dos filmes de escravidão, que não se contenta com a denúncia, ao mostrar a reação de negros contra os abusos de seus “donos”. Nat Turner, vivido pelo próprio Nate Parker, era um escravo visto com certo fascínio por seus próprios contemporâneos, não somente por ter recorrido a subterfúgios para se alfabetizar, mas pela influência natural que exercia como pregador, proporcionando para si e para os outros algum alento com a sua crença no divino. Foi também quem promoveu uma rebelião histórica, quando a situação atingiu um limite em que nada mais poderia ser feito a não ser se rebelar. Ainda que Parker, como diretor, não consiga resistir a tentação de conferir um tom poético às suas imagens, como no enforcamento que se apresenta a partir de um plano fechado em uma borboleta, ou nas duas ou três visões de um anjo, o seu registro é muito mais contundente que o celebrado “12 Anos de Escravidão” (2013), impondo a crueza que se espera de uma história capaz de ressoar no presente, onde a intolerância permanece enraizada.
EUA negam visto a ator mirim do filme Lion, forte candidato ao Oscar 2017
Os Estados Unidos negaram visto de entrada ao ator mirim indiano Sunny Pawar. Segundo o site da revista Variety, menino de 8 anos iria ao país para promover o filme “Lion”, forte candidato ao Oscar, em que ele contracena com Nicole Kidman, Rooney Mara e Dev Patel. Pawar voaria nesta semana para Los Angeles acompanhado de seu pai para participar de exibições promocionais do filme, seguindo depois para um evento em Nova York. Mas a alfândega americana proibiu sua entrada no país. Uma das produções mais elogiadas do ano, vencedor do Festival de Chicago e 2º lugar no Festival de Toronto, “Lion” conta a história de um menino perdido nas ruas de Calcutá, que acaba adotado por um casal de australianos. Anos depois, ele volta para a Índia para encontrar seus pais biológicos. Sunny Pawar interpreta o personagem central do filme, durante as cenas de sua infância. O consulado americano em Mumbai, na Índia, não revelou porque negou o visto de entrada ao menino. O estúdio responsável pelo filme, The Weinstein Company, tenta resolver a situação, já que pretendia promover o menino como candidato a concorrer ao Oscar na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. “‘Lion’ é uma história de amor, inclusão e benevolência independente de raça, religião ou etnia. O governando barrando a entrada de um garoto de 8 anos, que é a estrela do filme, no nosso país só mostra o quanto nós precisamos ser lembrados sobre os valores da nossa nação”, declarou um representante do estúdio em nota. Em sua campanha, o presidente eleito dos EUA Donald Trump prometeu que fecharia as fronteiras americanas para imigrantes, especialmente muçulmanos. “Donald Trump pede a suspensão total e completa da entrada de muçulmanos nos Estados Unidos até que os legisladores do nosso país compreendam o que está ocorrendo”, escreveu a equipe de campanha do candidato em um comunicado intitulado “Comunicado de Donald Trump para impedir a imigração muçulmana”. “Até que sejamos capazes de determinar e entender esse problema e o perigo que ele representa, nosso país não pode ser vítima desses ataques horrendos de pessoas que acreditam apenas na jihad, e que não tem nenhum senso de razão ou respeito pela vida humana”, diz o comunicado. O coordenador da campanha de Trump, Corey Lewandowski, afirmou que a proposta se aplicaria a “todo mundo”, considerando tanto muçulmanos que requisitam vistos de imigrantes quanto os que buscam entrar no país como turistas.
Príncipe Harry assume namoro com atriz de Suits ao defendê-la de ataques
A assessoria da família real britânica confirmou o namoro do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle (série “Suits”) ao divulgar um comunicado oficial para defendê-la de ataques nas redes sociais e do assédio dos tabloides britânicos. O comunicado emitido pelo Palácio de Kensington nesta terça-feira (8/11) não é assinado por Harry e trata do Príncipe na terceira pessoa. Mas só pode ter sido escrito sob sua autorização. Segundo o texto, Harry estaria “profundamente decepcionado consigo mesmo por não ter sido capaz de proteger” a amada, vítima de racismo (pela cor da pele) e de machismo (por ser mais velha que ele). “Ele também está ciente de que há curiosidade significativa sobre sua vida privada (…) Ele raramente tomou medidas formais sobre publicações regulares de histórias fictícias que são escritas sobre ele e tem trabalhado duro para desenvolver uma relação profissional com a mídia, com foco em seu trabalho e nos problemas que ele se preocupa. Mas, na semana passada, houve uma linha cruzada. Sua namorada, Meghan Markle, tem sido alvo de uma onda de abusos e assédios. Alguns tem sido públicos – o esfregaço na primeira página de um jornal nacional; as conotações raciais em comentários; o sexismo e o racismo nas mídias sociais e comentários de artigo na web”, disse o comunicado. O texto acrescenta ainda que o Príncipe sente que “isso não é um jogo, é a sua vida” e que “não é certo que, em alguns meses de relacionamento, a Sra. Markle seja submetida a uma tempestade”.
Azealia Banks vai à polícia contra Russell Crowe
O babado escalou. Depois de usar o Facebook para acusar Russell Crowe de agressão e racismo (e apagar o post depois), a rapper Azealia Banks decidiu prestar queixa contra o ator neozelandês. Segundo o site TMZ, a cantora compareceu a uma delegacia de Beverly Hills, onde registrou uma ocorrência contra o ator por lesão corporal. No sábado à noite, Crowe reuniu cerca de 10 convidados em seu quarto de hotel para um jantar. O rapper e ator RZA levou Azealia que, segundo relatos, teria começado a reclamar e rir da seleção musical do anfitrião, de “gente branca”. Depois que o ator e outro convidado foram chamados de “homens brancos chatos”, outra convidada saiu em defesa deles. Foi o suficiente para Azealia estourar, ameaçando quebrar um copo e fazer os presentes sangrarem “como num filme de Tarantino”. Foi a deixa para Crowe segurá-la por trás e levá-la para fora do quarto, e chamar a segurança para retirá-la do hotel. Fontes do TMZ dizem que a rapper esperou por um pedido de desculpas de Crowe antes de registrar a queixa. Mas o ator acreditava não ter feito nada de errado. Desde que a história veio à tona, a conta do ator no Instagram virou um verdadeiro campo de batalha entre defensores de Crowe e Azealia. Muitos comentários chamam-no de racista, agressor de mulheres e compartilham links para a notícia sobre a briga. Outros são mais agressivos, desejando que ele “apodreça na cadeia” ou seja “atropelado por um ônibus”. Já os fãs de Crowe lembram que a própria Azealia é quem tem fama de racista. Ela até teve o Twitter suspenso depois de direcionar ofensas racistas a Zayn Malik. Além disso, também disparou impropérios homofóbicos contra um comissário de bordo, durante um voo. Crowe, claro, tampouco é pacifista. Em 2005,ele foi acusado de agressão por supostamente ter arremessado um telefone na cara de um funcionário de um hotel.
Russell Crowe é acusado de agressão e racismo por Azealia Banks, mas há controvérsias
A cantora Azealia Banks usou seu Facebook na noite de domingo (16/10) para acusar o ator Russell Crowe de agressão e racismo. Em posts, que foram deletados momentos depois, ela diz: “Para recapitular minha noite, eu fui a uma festa no quarto de hotel de Russell Crowe, na qual ele me chamou de ‘p***a’, me estrangulou, me jogou para fora e cuspiu em mim”, escreveu ela. Ela ainda continuou e declarou que não foi defendida pelos outros convidados: “A noite passada foi uma das mais difíceis para dormir que eu já tive em muito tempo. Os homens da sala permitiram que acontecesse. Me sinto terrível hoje”. “É um fraco da p****, cara” completou em outro post. “Estou me sentindo horrível, mal-tratada, sozinha e depressiva neste momento. Eu queria que alguém tivesse batido nele por mim”, ainda escreveu Azealia. Veículos como o Metro, Daily Mail e Daily Star noticiaram a suposta agressão à cantora. De acordo com o Daily Mail, o motivo que levou Azealia a apagar as postagens logo em seguida foi o surgimento de outras versões para o que teria acontecido de fato. De acordo com uma fonte da publicação britânica, testemunhas alegam que foi Azealia quem agrediu Crowe, chegando sem ser convidada numa festa em seu quarto, e que, por isso, ele foi obrigado a retirá-la. O episódio, ainda segundo a publicação, aconteceu no quarto de um hotel no Beverly Hills Hotel. Segundo o TMZ, que teria falado com testemunhas que estavam na festa, Azealia teria ameaçado “cortar os convidados e vê-los sangrar”. A reunião na suíte de Crowe teria 10 pessoas, que foram convidadas para jantar e ouvir música. O rapper e ator RZA foi quem teria levado a cantora como sua acompanhante. A confusão começou, segundo fontes do TMZ, quando Azealia começou a caçoar da seleção musical do ator e chamado Crowe e outro convidado de “gente branca chata”. Uma convidada teria saído em defesa do anfitrião e criticado a atitude da rapper. “Vocês iam amar se eu quebrasse um dos meus copos, golpear vocês na garganta e esguichar sangue por todo lado, como um filme de Tarantino”, teria dito Azealia. Crowe, de acordo com esta versão, teria permanecido calmo, pegado a cantora no colo, a colocado para fora do quarto e acionado seguranças do hotel, que teriam dito que Azealia deveria se retirar. Ainda de acordo com o TMZ, foi a própria cantora que usou a palavra “negona” (tradução livre do pejorativo “nigger”) e não o ator neozelandês, que não teria tido nenhuma atitude racista, ao contrário de Azealia. Uma investigação será aberta para interrogar quem estava na festa e esclarecer os fatos. Não é a primeira vez, entretanto, que Crowe é acusado por seu comportamento violento. Em 2005, o ator foi acusado de agressão e posse ilegal de arma, por supostamente ter arremessado um telefone na cara de um funcionário de um hotel, gerando um corte no olho do homem. Ele explicou o que realmente teria ocorrido. “Eu estava tentando fazer uma ligação para a Austrália para falar com meus filhos, que estavam aguardando a chamada, quando esse ‘cara’ se recusou a facilitar as minhas tentativas de comunicação, tornando as coisas mais difíceis para mim. Ele simplesmente desligou na minha cara. Então desci as escadas para trocar umas palavrinhas com ele. Eu nunca toquei nesse cara, nem cheguei a encostar um dedo nele. Ele se machucou fugindo de mim, porque escorregou e bateu a cabeça” Em novembro de 2014, ao lançar o longa “Noé”, Crowe assumiu que tem comportamento explosivo, por conta de sua “extrema sensibilidade”. “Eu sou extremamente sensível, e talvez seja por essa razão que o meu lado negativo apareça com mais intensidade. Na realidade sou uma pessoa mais intuitiva, que consegue perceber através de um simples aperto de mãos, se a pessoa é do bem ou do mal”, disse ele à época.
Kevin Hart e Ice Cube vão voltar a se reunir em Policial em Apuros 3
Enquanto as distribuidoras brasileiras de cinema seguem ignorando os filmes estrelados por Kevin Hart – os filmes estrelados por atores negros, na verdade – , ele segue arrebentando as bilheterias dos EUA. Depois de surpreender com o filme de seu show de stand up, “Kevin Hart: What Now?”, que estreou em 2º lugar no fim de semana norte-americano, foi confirmado uma nova sequência de seu sucesso “Policial em Apuros”. No Brasil, “Policial em Apuros 2” saiu direto em DVD. Nos EUA, fez US$ 34 milhões em seu primeiro final de semana e desbancou “Star Wars: O Despertar da Força”. Por isso, o terceiro filme da franquia está a caminho. Em entrevista ao site The Wrap, o diretor Tim Story revelou que já se reuniu com os astros Kevin Hart e Ice Cube para começar a trabalhar no terceiro longa. “Kevin Hart e Ice Cube vão voltar, e eles são a dupla mais estranha e divertida do cinema. Estamos finalizando o roteiro e temos ideia grandiosas”, afirmou Story. Ainda não há previsão para o lançamento nos EUA. No Brasil, a gente já sabe que não vai chegar nos cinemas. Kevin Hart só tem filme lançado no Brasil quando trabalha como coadjuvante de algum comediante branco.












