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    YouTuber Júlio Cocielo perde patrocínios após repercussão de tuíte racista

    2 de julho de 2018 /

    O YouTuber Júlio Cocielo, um dos mais populares representantes de sua geração, perdeu a maioria dos patrocinadores após um tuíte considerado racista no fim de semana. Ao mencionar o veloz craque francês de 19 anos Kylian Mbappé, ele escreveu: “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein.” O tuíte foi ao ar no sábado (30/1), causou repulsa generalizada e foi apagado logo em seguida, junto com um impressionante número de outros tuítes ofensivos de Cocielo – nada menos que 50 mil. A explicação para tantos “comentários infelizes” foi que na época “tinham uma interpretação totalmente diferente de hoje, um momento delicado”. A íntegra de seu comunicado pode ser lida abaixo. Exemplos do que Cocielo achava que tinha “uma interpretação totalmente diferente de hoje” incluem um tuíte de 2013, em que ele escreveu: “Gritei vai macaca pela janela e a vizinha negra bateu no portão de casa pra me dar bronca”. Outro comentário do mesmo ano abordava justamente esse tipo de problema com uma solução exemplar: “O Brasil seria mais lindo se não houvesse frescura com piadas racistas. Mas já que é proibido, a única solução é exterminar os negros”. O momento é realmente delicado para manifestações racistas, que deixam de valer a pena para os comediantes quando empresas de peso buscam estabelecer exemplos de responsabilidade social. Como a rede americana ABC, que decidiu cancelar “Roseanne”, sua série de maior audiência, justamente devido a um tuíte racista da protagonista e criadora da atração, a comediante Roseanne Barr. No caso de Cocielo, o comediante se viu pressionado por seus patrocinadores – empresas como Adidas, McDonald’s e Coca-Cola, patrocinadoras oficiais da Fifa, além de Submarino, Itaú, Tic-Tac e Foster. Algumas dessas empresas emitiram comunicados oficiais. A Adidas afirmou que, por repudiar “todo e qualquer tipo de discriminação, decidiu suspender a parceria com o youtuber Júlio Cocielo”. A Coca-Cola afirmou que não pretende ter mais ligação com Cocielo e completou: “O respeito à diversidade é um dos principais valores da nossa companhia, em nossas campanhas celebramos as diferenças e promovemos a união. Manifestações preconceituosas não são toleradas. Repudiamos qualquer forma de racismo, machismo, misoginia ou homofobia”. O site Submarino também afirmou que “repudia veementemente qualquer manifestação racista e que tomará as providências necessárias”. E o Itaú, que exibiu até sábado um vídeo para a Copa com Cocielo, comunicou que o youtuber “não faz mais parte” de qualquer ação publicitária” e “repudia toda e qualquer forma de discriminação e preconceito. Esperamos que o respeito à diversidade sempre prevaleça”. Além disso, o banco também tirou do ar a peça publicitária com o YouTuber. O jovem que dava seus primeiros passos como ator, após estrelar “Internet – O Filme” e “Os Penetras 2” no ano passado, acabou virando a maior vítima de si mesmo. Mas vale lembrar que não foi o primeiro YouTuber a revoltar o público com piadas irresponsáveis. O mais popular de todos, Whindersson Nunes, também causou com piadas machistas, ao desdenhar uma campanha feminista em vídeo de 2014 e num tuíte, que descreveu estupro como “uma palavra muito forte, vamos chamar de sexo sem aviso prévio”. Veja a íntegra do post que originou a polêmica e aquele em que Júlio Cocielo se desculpa: sobre tudo que tá rolando pic.twitter.com/siQUpz8tC9 — júlio cocielo (@cocielo) June 30, 2018

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  • Série

    I Am the Night: Série que reúne ator e diretora de Mulher-Maravilha ganha primeiro trailer tenso

    2 de julho de 2018 /

    O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “I Am the Night”, série que volta a reunir a diretora Patty Jenkins e o ator Chris Pine após o sucesso de “Mulher-Maravilha. A prévia enfatiza o suspense da trama para criar um clima bastante tenso. A série é baseada numa história real, registrada na autobiografia “One Day She’ll Darken” de Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde encontrou sua mãe biológica, descobrindo que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o famoso serial killer do caso da Dália Negra. Pine vive o protagonista Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter, e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o levará aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A atriz India Eisley (“Anjos da Noite: O Despertar”) vive Hodel e o elenco também conta com outra intérprete do filme da Mulher-Maravilha, a atriz Connie Nielsen como a mãe biológica da jovem, uma linda socialite que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. A adaptação foi escrita por Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador famoso de Muay Thai, que participou do filme “Guerreiro” e teve sua vida narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic. Também escreveu livros sobre a luta e trabalha como roteirista na série “SEAL Team”. Jenkins assina a direção dos dois primeiros episódios e compartilha créditos de produção com Sheridan e Pine, além de Michael Sugar (produtor da série “13 Reasons Why”). A estreia é esperada para janeiro.

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  • Etc,  Série

    Netflix divulga vídeo para exaltar seus artistas negros com participação da brasileira Vaneza Oliveira

    26 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo em que destaca os atores e criadores negros que trabalham na plataforma. O vídeo reúne 47 artistas, e entre eles a brasileira Vaneza Oliveira, da série “3%”, que viajou até Nova York para participar da gravação. Na foto, ela aparece ao lado de astros como Mike Colter (o Luke Cage), Caleb McLaughlin (o Lucas de “Stranger Things”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Simone Missick (“Luke Cage”), Laverne Cox (“Orange Is The New Black”), Danielle Brooks (“Orange Is The New Black”), DeWanda Wise (“Ela quer Tudo”), Logan Browning (“Cara Gente Branca”), Lena Waithe (“Master of None”), Marlon Wayans (“Marlon”), Russell Hornsby (“Seven Seconds”), Sydelle Noel (“Glow”), Hayley Law (“Riverdale”) e Alisha Boe (“13 Reasons Why”), além dos cineastas Ava Duvernay (que fez o documentário “A 13ª Emenda” na Netflix), Justin Simien (criador de “Cara Gente Branca”) e Spike Lee (criador de “Ela quer Tudo”), entre muitos outros. A atriz comemorou sua participação na produção, destacando uma imagem do “evento” em seu Instagram. Veja abaixo. “Esse com toda certeza foi o momento mais incrível da minha vida. E não só por estar ao lado de pessoas que admiro mas também pela troca e acolhimento. Nos olhamos, cantamos… e sorrimos com a felicidade de saber que estávamos juntos fazendo parte de algo histórico”, ela escreveu. “Eu sou muito grata por fazer parte disso… Grata por ter encontrado na minha vida pessoas que me apoiaram para viver esse momento. Obrigada @netflix @netflibrasil @3porcento. Tudo começou com vocês acreditando no meu trabalho e esse foi um dos maiores presentes que já recebi. Obrigada @strongblacklead pelo convite. Foi incrível ver que a representatividade da mulher negra latina está fortalecendo esse movimento. Essa é uma daquelas fotos que, quando estiver velhinha toda vez que alguém perguntar vou contar a história inteira e repetir que “isso não é um momento, é um movimento”. A última frase é uma citação ao texto que acompanha o vídeo, narrado por Caleb McLaughlin. “Nós não somos um gênero, pois não há um jeito único de ser negro. Escrevemos a história enquanto negros. Com nuances e complexidade; resilientes e fortes. Isto não é um momento, isto é um movimento. Somos protagonistas negros fortes”, diz o ator, ressaltando a diversidade crescente das tramas que trazem negros como protagonistas e profissionais criativos. A ideia do vídeo foi inspirada pela famosa foto “A Great Day in Harlem”. Tirada em 1958 pelo fotógrafo Art Kane, ela reuniu 57 lendas da jazz, como Charles Mingus e Thelonius Monk em frente a um sobrado no Harlem, bairro da cidade de Nova York. Divulgado pela primeira vez na TV paga americana, durante o intervalo dos prêmios BET, que destacam os melhores aristas negros da indústria do entretenimento dos Estados Unidos, o vídeo também é um evidente esforço de relações públicas, já que foi promovido poucos dias após a Netflix demitir seu chefe de comunicações por usar o termo racista “nigger” durante uma reunião. MY GREAT DAY IN HOLLYWOOD PORTUGUESE/ENGLISH A inspiração para essa foto veio de uma foto icônica em 1958 “A great day in Harlem” Esse com toda certeza foi o momento mais incrível da minha vida. E não só por estar ao lado de pessoas que admiro mas tmb pela troca e acolhimento. Nos olhamos, cantamos… e sorrimos com a felicidade de saber que estávamos juntos fazendo parte de algo histórico. Eu sou muito grata por fazer parte disso… Grata por ter encontrado na minha vida pessoas que me apoiaram para viver esse momento. Obrigada @netflix @netflibrasil @3porcento tudo começou com vcs acreditando no meu trabalho e esse foi um dos maiores presentes que já recebi. Obrigada @strongblacklead pelo convite. Foi incrível ver que a reprentatividade da mulher negra latina está fortalecendo esse movimento. Essa é uma daquelas fotos que, quando estiver velhinha toda vez que alguém perguntar vou contar a história inteira., e repetir que “isso não é um momento, é um movimento.” The inspiration for this photo comes from the iconic 1959's photo 'A great day in Harlem'. This was surely the most incredible day of my life. And not just for being side by side with people I admire but also for the exchange and care. We looked each other in the eyes, we sung… and we smiled with the happiness of knowing we were together, being part of something historical. I'm very thankful to be part of this… thankful for having met people who supported me into living this moment. Thank you @Netflix @netflixbrasil @3porcento, it all started with you guys believing my work, and this was one of the biggest gifts I've ever received. Thank you @strongblacklead for the invitation. It was great to see that the afro-latina woman representation is strengthening this movement. This is one of these fotos I'll remember when I'm older, and tell the whole story everytime someone asks about it, and repeat: it is not a moment, it's a movement. #neflix #netflixbrasil #3porcento #strongblacklead Uma publicação compartilhada por Vaneza Oliveira Oficial (@vaneza.o) em 25 de Jun, 2018 às 8:11 PDT

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  • Filme

    Adaptação do best-seller O Ódio que Você Semeia ganha trailer impactante

    25 de junho de 2018 /

    A Fox divulgou quatro fotos e o primeiro trailer da adaptação de “O Ódio que Você Semeia” (The Hate U Give), best-seller de Angie Thomas. A prévia resume a história da jovem Starr Carter (Amandla Stenberg, de “Jogos Vorazes”), uma estudante dedicada numa escola em que é uma das raras negras. Apesar disso, ela nunca teve problemas raciais e fazia de tudo para não ser vista pelos colegas como “a garota negra” da aula. Até o dia em que descobre o racismo da pior forma, ao ver o namorado assassinado por um policial branco. Testemunha do crime, ela decide deixar de ser incolor para assumir uma posição na luta contra o preconceito. E as cenas de abuso começam a aumentar, conforme a protagonista começa a perceber o mundo a seu redor. A adaptação tem roteiro de Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), direção de George Tillman Jr. (“Uma Longa Jornada”) e o elenco é repleto de rostos conhecidos, como Anthony Mackie (o Falcão de “Os Vingadores: Guerra Infinita”), Issa Rae (protagonista da série “Insecure”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”), Algee Smith (“Detroit em Rebelião”), o rapper Common (“Selma”) e K.J. Apa (o Archie de “Riverdale”). A estreia está marcada para 19 de outubro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Infiltrado na Klan: Novo filme de Spike Lee ganha trailer legendado

    13 de junho de 2018 /

    A Universal revelou o título nacional e o primeiro trailer de “Infiltrado na Klan”, que é como vai se chamar “BlacKkKlansman”, o novo filme de Spike Lee no Brasil. A prévia mostra o tom bem-humorado, mas também bastante provocante com que o diretor aborda sua trama polêmica, que conquistou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2018. “Infiltrado na Klan” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que verídica. Passada nos anos 1970, a trama gira em torno de Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs. Mesmo depois de ser aceito como detetive, ele continuou sendo assediado pelos colegas racistas da corporação. E decidiu combater o preconceito indo direto na fonte. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”, como define a prévia: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. A dupla consegue penetrar na perigosa organização e uma das sacadas do trailer é demonstrar como o discurso de extrema direita é persuasivo. Uma das cenas mostra os seguidores da KKK repetindo slogans do líder da organização, David Duke (vivido por Topher Grace, de “Homem-Aranha 3”), como “America first” (que significa colocar os interesses dos Estados Unidos acima dos demais países), que refletem a visão política atual do presidente Donald Trump. O público de Cannes aplaudiu demoradamente a forma como o filme se encerra com imagens documentais dos confrontos recentes entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, acompanhadas pelo discurso de Donald Trump sobre a existência de “algumas boas pessoas” entre os racistas. Spike Lee pretende lançar o filme em agosto nos Estados Unidos, na data que marca um ano do confronto de Charlottesville. No Brasil, porém, a estreia foi agendada apenas para 22 de novembro.

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  • Etc

    Grupo que tentou sabotar Pantera Negra assume autoria de ataque contra Kelly Marie Tran, de Star Wars

    11 de junho de 2018 /

    Um grupo de “fãs” racistas que tentou sabotar o filme do “Pantera Negra” com notas negativas em sites como Rotten Tomatoes e IMDb diz ter sido responsável pelo bullying virtual cometido contra Kelly Marie Tran, primeira atriz de descendência asiática a interpretar uma personagem importante de “Star Wars”. O assédio foi tão agressivo que a levou a abandonar suas contas nas redes sociais. Em post publicado no fim de semana no Facebook, mas já removido, o grupo chamado Down With Disney’s Treatment of Franchises and His Fanboys acusou a presidente da Lucasfilm e produtora de “Star Wars”, Kathleen Kennedy, de adotar uma “agenda feminazi” que levou à “perversão” do “cânone” dos filmes, que apresentam caçadores de recompensas intergalácticos e seus amigos robôs falantes. O post, que foi fotografado antes da exclusão pelo site Screenrant, não expressa nenhum remorso por quaisquer ações. Em vez disso, comemora a saída de Tran da mídia social como uma vitória “gloriosa e sangrenta”. O objetivo do grupo seria fazer com que “Star Wars” abandone sua “diversidade forçada” para “trazer de volta o Herói Masculino Hetero Branco” que caracterizou a trilogia original. Para isso, pretende forçar a Disney, chamada de “corporação corrupta, a abandonar a franquia por meio de ações contínuas de pressão. Veja o post original abaixo. Em fevereiro, o grupo foi expulso do Facebook por criar um evento chamado “Give Black Panther a Rotten Audience Score” no Rotten Tomatoes, que visava fazer com que o filme do super-herói da Marvel tivesse uma nota de público negativa. Na época, a justificativa era que a Disney incentivava as críticas negativas para os filmes da DC, produzidos pelo estúdio rival Warner Bros. Em ambos os casos, os ataques buscam justificativas no universo dos fãs para incentivar outras pessoas a cometerem atos claramente racistas.

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  • Filme

    Mark Hammill defende Kelly Marie Tran dos fãs de Star Wars com frase famosa que chocou fãs de Star Trek

    8 de junho de 2018 /

    O ator Mark Hammill, o eterno Luke Skywalker, parafraseou uma frase famosa de William Shatner, o eterno Capitão Kirk, sobre fãs obcecados por franquias espaciais. Mas enquanto Shatner chocou os trekkers com sua mensagem dura, o contexto era uma participação no humorístico “Saturday Night Live”. Já Hammill disparou os phasers nas redes sociais, após autointitulados fãs praticaram bullying impiedoso contra a atriz Kelly Marie Tran, levando-a a excluir todas as suas publicações no Instagram. “Como não amar?”, escreveu o ator na legenda de uma foto em que aparece ao lado da companheira de elenco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. E então acresceu a hashtag “arranjem uma vida, nerds”, evocando o Capitão da Enterprise, em defesa da colega. Tran vem sendo hostilizada de forma racista nas redes sociais desde o lançamento do oitavo episódio da franquia bilionária, devido à sua etnia asiática. Entretanto, ela entrou na produção achando que o papel de Rose Tico representava “uma honra e uma responsabilidade”. “Vários fãs de ‘Star Wars’ que são asiáticos nunca tiveram um personagem com o qual pudessem se identificar. Seria sempre a ‘Rey asiática’, por exemplo. Fico muito emocionada quando vejo as pessoas se identificando com o meu personagem”, ela disse para a revista Variety. Veja abaixo a mensagem de Hamill e relembre o contexto original da frase, num trecho da participação de Shatner no SNL. What's not to love? #GetALifeNerds Uma publicação compartilhada por Mark Hamill (@hamillhimself) em 6 de Jun, 2018 às 3:22 PDT

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  • Filme

    Jamie Foxx revela ter sofrido racismo em seu primeiro musical na faculdade

    6 de junho de 2018 /

    O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) revelou uma experiência traumática de racismo que sofreu ao tentar seguir sua carreira, quando ainda era um estudante de Música na United States International University, na Califórnia. Durante o seu programa de entrevistas para a internet, “Off Script”, ele contou que foi proibido de subir ao palco durante uma apresentação musical por ser negro, e teve que cantar atrás das cortinas, enquanto os colegas brancos apareciam diante do público. “Me chamaram para participar de um espetáculo, porque precisavam de um tenor”, explicou Foxx, ao receber no programa a comediante Sarah Silverman, sem revelar o nome do musical ou dos estudantes envolvidos na peça. “Eles não me permitiam entrar no palco, mas me deixavam ficar atrás da cortina, porque não havia negros na produção. Então, eu cantava lá atrás, apenas nos momentos da música em que eles precisavam.” Foxx ainda afirmou que essa foi a sua primeira experiência com musicais. Mas ele começou a tocar piano com apenas cinco anos de idade e chegou a trabalhar como pianista e líder do coro da igreja em que frequentava no Texas quando era mais novo. Depois de completar o Ensino Médio, ele ganhou uma bolsa na United States International University, onde estudou música clássica e composição, e experimentou racismo pela primeira vez em sua jornada, que o levou a conquistar um Oscar de Melhor Ator por “Ray” em 2005. Veja abaixo a íntegra do programa com a revelação do astro de Hollywood.

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  • Etc

    Atriz de Os Últimos Jedi deleta Instagram após ataques racistas de “fãs” de Star Wars

    5 de junho de 2018 /

    Vítima de bullying virtual intenso desde que apareceu em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, a atriz Kelly Marie Tran apagou todas as publicações de seu Instagram. A intérprete de Rose Tico decidiu abandonar as redes sociais após a participação no filme torná-la alvo constante de ataques xenófobos e misóginos. Kelly Marie Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro. Nesta terça-feira (5/6), em vez de novas postagens, sua página registra apenas o branco caucasiano da cor de fundo e uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Enquanto isso, Rian Johnson, diretor de “Os Últimos Jedi”, publicou um tuíte em que chama as pessoas que usam as redes sociais para fazer comentários de ódio de “uma minoria”. “Nas redes sociais, uma minoria de pessoas doentes conseguem projetar uma grande sombra no muro, mas nos últimos quatro anos conheci muitos fãs de ‘Star Wars’ de verdade. Nós gostamos e não gostamos das coisas, mas fazemos isso com humor, amor e respeito. Nós somos a vasta maioria, estamos nos divertindo e nos dando bem”, disse. A tal “minoria”, porém, não se dá bem com ninguém. Tran não foi a primeira atriz de “Star Wars” a abandonar mídias sociais devido ao abuso dos “fãs”. Daisy Ridley, que interpreta Rey, deletou sua conta em 2016 após sofrer uma enxurrada de ataques devido a um comentário sobre controle de armamento.

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  • Série

    Após cancelamento, Roseanne pode ganhar spin-off centrado na filha da protagonista

    2 de junho de 2018 /

    A série americana “Roseanne”, que foi cancelada após comentários racistas da protagonista e criadora Roseanne Barr no Twitter, pode ganhar um spin-off sem a comediante. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter afirmam que a rede ABC, que exibia a atração, estaria planejando um novo programa centrado em Darlene, filha de Roseanne na série. A intérprete da personagem, Sara Gilbert, já teria, inclusive, sondado os colegas do elenco para ver se gostariam de participar do projeto. O THR ouviu que John Goodman, intérprete do pai de Darlene e marido de Roseanne, estaria “muito interessado”. O spin-off teria o mesmo produtor, Tom Werner, e obviamente outro nome. O problema é que “Roseanne” é baseada numa personagem criada por Roseanne Barr, o que pode fazer com que a produção do spin-off enfrente problemas com a atriz, já que a ABC não aceita que ela se beneficie financeiramente do projeto. Vale observar que ela sumiu do Twitter, após condenar integrantes do elenco da série que a criticaram. A preocupação da ABC em reviver a série se deve, em parte, ao destino da equipe. Mais de 200 funcionários perderam seus empregos com o cancelamento súbito da comédia. Mas também há um fator comercial inegável, já que o revival da atração, criada em 1988, tinha surpreendido as expectativas ao se tornar a série mais vista de 2018 em seu retorno à TV, 21 anos após a exibição de seu último episódio original – em 1997. A expectativa é que o programa deveria gerar pelo menos US$ 60 milhões em receita publicitária em sua 11ª temporada, segundo a Kantar Media. Por isso, fontes do THR afirmam que a ABC terá prejuízo de “dezenas de milhões de dólares” por decidir cortar a série. Ao mesmo tempo, a rede emitiu um comunicado interno em que se desculpou com a equipe de “Roseanne” e expressou o desejo de encontrar uma maneira de continuar a trabalhar juntos com os agora desempregados. A presidente da ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, após a protagonista atacar gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Dungey, que é a única mulher negra a comandar uma rede de TV nos Estados Unidos, considerou a publicação de Roseanne no Twitter “detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores”, ao justificar o cancelamento da série em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

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  • Filme

    Stallone filmará história do primeiro negro campeão mundial do boxe, preso por racismo

    30 de maio de 2018 /

    O ator Sylvester Stallone lançou a sua própria produtora, a Balboa Productions, inspirada no nome de seu personagem mais famoso, Rocky Balboa. E o primeiro projeto será um filme sobre o pugilista Jack Johnson. Stallone foi patrocinador do perdão que Johnson recebeu do presidente Donald Trump na semana passada. Filho de ex-escravos, Johnson entrou para a história ao se tornar o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em 1908. Quatro anos após conquistar o título, o atleta foi preso sob a acusação de que seu relacionamento com mulheres brancas violava o ‘Mann Act’, que proibia o transporte de “uma mulher branca entre territórios americanos para fins imorais’. A mãe de uma dessas mulheres o acusou de sequestrar a filha, que era uma ex-prostituta. Mas a mulher, Lucille Cameron, com que Johnson posteriormente se casou, recusou-se a corroborar as alegações. Mesmo assim, o boxeador foi julgado e condenado por ter viajado com outra mulher branca, por um tribunal formado apenas por pessoas brancas. Ele fugiu e viveu com Lucille Cameron na Europa, na América do Sul e no México por sete anos, até fechar um acordo para cumprir um ano de prisão nos Estados Unidos. O caso virou símbolo da luta contra o racismo nos Estados Unidos. A história também já tinha sido levada aos cinemas, por meio do documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, dirigido por Ken Burns em 2004. Na semana passada, Trump aceitou um pedido de Stallone e emitiu o perdão presidencial ao atleta, que morreu em 1946. “Hoje eu concedi um perdão executivo a John Arthur ‘Jack’ Jackson. O primeiro africano-americano campeão peso-pesado do mundo, um grande lutador. Teve uma vida dura. Hoje nós fizemos algo importante, porque fizemos algo certo. Jack Jackson não foi tratado da forma correta e nós acertamos isso, estou honrado por ter participado disso”, declarou Trump.

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    Donald Trump critica presidente da Disney após cancelamento de Roseanne

    30 de maio de 2018 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump decidiu se manifestar sobre a polêmica que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, após um tuíte racista da protagonista, criadora e produtora Roseanne Barr contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Barr atacou gratuitamente a assessora Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney, Bob Iger. Pois Trump foi ao Twitter questionar o CEO do grupo Walt Disney. “Bob Iger ligou para Valerie Jarrett para falar que a ‘ABC não iria tolerar comentários feito por Roseanne Barr’. Ele nunca ligou para o presidente Donald J. Trump para se desculpar pelas declarações horríveis feitas sobre mim pela ABC. Ou será que eu perdi a ligação?”, escreveu o presidente dos Estados Unidos. Há algum tempo, Trump já havia elogiado a série por “representar seus apoiadores”. Foi quando a série quebrou recordes de audiência em seu revival no começo do ano. Trump comemorou com Roseanne Barr, que é sua eleitora e defensora apaixonada. O novo comentário, porém, foi ridicularizado no Twitter. Vários usuários lembraram que Trump deve acreditar que o mundo gira ao seu redor, pois seus tuítes costumam reduzir os mais diferentes assuntos dos noticiários à queixas pessoais. Também houve quem considerasse que Trump compartilhava da visão racista de sua eleitora famosa. Veja abaixo o tuíte de Trump e as reações na rede social. Boo Hoo… #tittybaby pic.twitter.com/cPcrJabBup — Nadine0524 (@Nadine05244) May 30, 2018 pic.twitter.com/L906GmwiYX — BeadDreamer (@gldnrul) May 30, 2018 Me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me — la (@yolarae) May 30, 2018 You are just a horrible self centered human being aren’t you?? Everything must always be about you. This tweet here just confirms that you condone Rosanne’s feelings of racism… is it because the feelings are mutual? — J.Scott Maycroft (@maycroft1977) May 30, 2018 You was busy when ABC called pic.twitter.com/Vkg5xyfwSA — twobeersonthedeck (@twobeersonthed1) May 30, 2018 pic.twitter.com/SylKS5DiOC — Jaina Solo (@JainaResists) May 30, 2018

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    Roseanne Barr reclama dos traidores de sua série, que criticaram seu tuíte racista

    30 de maio de 2018 /

    Roseanne Barr voltou ao ataque. Após ser criticada por meio mundo, inclusive colegas de elenco, pelo tuíte racista que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, ela resolveu responder aos “traidores”. Vale lembrar que tudo começou na madrugada de terça (29/5), quando Roseanne Barr atacou gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre integrantes da própria série. E agora Roseanne resolveu abordar estes casos. O primeiro alvo foi Michael Fishman, intérprete de D.J. Connor em “Roseanne”, que publicou no Twitter uma mensagem criticando as declarações da colega e afirmando que seu personagem, pai de uma menina negra, representava sua “visão inclusiva”. “Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos”, escreveu Fishman. “Eu criei a plataforma para essa inclusão e você sabe. Eu. E você me joga na fogueira. Legal”, rebateu a comediante. Já Sara Gilbert, que vivia a filha de Roseanne na série, recebeu uma resposta mais contida: “Uau. Inacreditável”. Em seu tuíte, Gilbert tinha dito que “os comentários recentes de Roseanne” eram “abomináveis” ​​e não refletiam “as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa”. “Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Instigada por um seguidor, Roseanne resolveu dizer que perdoava a atriz. “Eu entendo porque ela disse o que disse. Eu a perdoo. Me chocou um pouco, mas eu realmente estraguei as coisas”. Mas os dois atores citados não foram os únicos integrantes da produção a se manifestar. A produtora Wanda Sykes foi a primeira, ao informar que não trabalharia mais na série após o tuíte racista. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. Outra atriz do elenco, Emma Kinney, anunciou que faria o mesmo em seguida, mas acabou sendo superada pelo cancelamento. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão”, ela escreveu. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. Diante dessa repulsa coletiva, que também incluiu anunciantes, a presidente da rede ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, ela afirmou, em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

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