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    Trilha do novo filme de Spike Lee terá música inédita de Prince

    6 de agosto de 2018 /

    O cineasta Spike Lee revelou que incluiu uma música inédita de Prince na trilha sonora de seu novo filme, “Infiltrado na Klan”. Intitulada “Mary Don’t You Weep”, a música será ouvida durante os créditos finais e foi acrescentada após a exibição do longa no Festival de Cannes, onde venceu o Grande Prêmio do Júri. “Eu sabia que precisávamos de uma canção para os créditos”, contou Lee, em entrevista à revista Rolling Stone. “Eu sou muito próximo de Troy Carter, um dos executivos do Spotify, então o convidei para uma exibição particular do filme. Depois, ele mesmo me disse: ‘Spike, eu tenho uma música para você'”. Segundo Lee, Prince gravou a canção ainda nos anos 1980, em uma fita cassete. O músico morreu em abril de 2016, sem nunca tê-la lançado oficialmente. “Eu acredito que Prince queria que eu usasse essa música. Essa fita cassete estava enfiada nos fundos dos cofres de Prince em Paisley Park, e é encontrada justamente agora. Isso não foi um acidente”, brinca o cineasta. O público de Cannes aplaudiu demoradamente a forma como o filme se encerra com imagens documentais dos confrontos recentes entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, acompanhadas pelo discurso de Donald Trump sobre a existência de “algumas boas pessoas” entre os racistas. “Infiltrado na Klan” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que verídica. Passada nos anos 1970, a trama gira em torno de Ron Stallworth (vivido por John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs. Mesmo depois de ser aceito como detetive, ele continuou sendo assediado pelos colegas racistas da corporação. E decidiu combater o preconceito indo direto na fonte. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. O filme estreia na próxima sexta (10/8) nos Estados Unidos, no fim de semana que marca um ano do confronto de Charlottesville. No Brasil, porém, a estreia foi agendada apenas para 22 de novembro.

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  • Filme

    Seth Rogen se desculpa e intervém em produção após foto de dublê mirim revelar uso de “blackface” em filmagem

    3 de agosto de 2018 /

    O ator e cineasta Seth Rogen pediu desculpas públicas pelo uso de “blackface” num dublê mirim durante as filmagens de um filme que ele está produzindo. O caso em que uma criança branca foi pintada de preto para aparentar tom de pele mais escuro veio à tona após fotos vazadas pelo site TMZ. Uma delas pode ser vista acima. O menino fotografado com a maquiagem atuava em cena no lugar do ator Keith L. Williams, conhecido por sua participação na série “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth). A produção do filme, intitulado “Good Boys”, inicialmente respondeu à polêmica dizendo que “não é incomum usar maquiagem para igualar os tons de peles de atores e dublês”. As imagens foram repudiadas nas redes sociais, e o rapper e ator Common, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo filme “Selma”, resumiu a situação dizendo que “não há desculpa para o uso de ‘blackface'”. Em declaração oficial à imprensa, Rogen desautorizou a equipe, ao concordar com as críticas. “Eu devo começar dizendo que isso não deveria ter acontecido, e eu sinto muito. Eu não vou dar nenhum tipo de desculpas para isso. Eu apenas direi que, assim que fiquei sabendo, intervi para que essa prática parasse”, ele escreveu. “Eu dou a minha palavra que, em todos os projetos meus ou do meu time, vou tomar todas as precauções para que nada similar volte a acontecer”, continuou. “Estou tendo conversas com a equipe de produção para achar a melhor maneira de implementar isso. Preciso ser ativo nesse sentido. Reagir não é o bastante”. Em janeiro, a Disney enfrentou acusações semelhantes na produção do filme de “Aladdin”, que foi denunciada por usar maquiagem para escurecer a pele de figurantes brancos. O estúdio retrucou que os figurantes em questão precisavam ter habilidades especiais, como malabarismo e dança, e que a contratação foi feita com base nisso, ao invés da cor de pele. “Good Boys” é o primeiro filme dirigido pela dupla de roteiristas Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (da série “The Office” e do filme “Professora Sem Classe”). Eles também escreveram a história, que acompanha um grupo de garotos pré-adolescentes em uma jornada épica pelo vale de San Fernando, na Califórnia, para consertar um brinquedo quebrado antes que seus pais cheguem em casa. Além de Keith L. Williams, o elenco mirim inclui Jacob Trembley (“O Quarto de Jack”), Brady Noon (série “Boardwalk Empire”) e as adolescentes Molly Gordon (série “Animal Kingdom”) e Midori Francis (“Oito Mulheres e um Segredo”). Com distribuição da Universal Pictures, “Good Boys” tem estreia marcada para agosto de 2019 nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Criador de Black-ish abandona ABC por negociação de exclusividade com a Netflix

    1 de agosto de 2018 /

    O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, vai trocar a TV pelo streaming. Ele anunciou ter encerrado sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, e a imprensa americana afirma que isso acontece no momento em que ele negocia valores para fechar um acordo com a Netflix. Com esse acordo, Barris se juntaria a Shonda Rhimes e Ryan Murphy entre os contratados exclusivos da plataforma de streaming. O negócio, na verdade, está sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal ABC vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não estava feliz era com a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conclomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. De todo modo, em comunicado oficial, o produtor jogou panos quentes nos rumores sobre seu descontentamento com a ABC. “Sou muito grato a Patrick Moran e o seu time na ABC Studios, que me apoiaram em todas as etapas enquanto eu criava as palavras que seriam ditas pelos personagens de ‘Black-ish’, ‘Grown-ish’ e agora ‘Besties’. Deixar a ABC me deixa um sentimento agridoce, mas entre os projetos que estão no ar e os que estão em desenvolvimento, eu sei que continuarei trabalhando com a ABC por muito anos.” A declaração final de Barris refere-se ao fato de que todas as séries que estão na ABC, continuarão na ABC, mesmo após ele (supostamente) assinar com a Netflix

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  • Etc,  TV

    Comedy Central não exibirá programas com YouTuber acusado de racismo

    25 de julho de 2018 /

    O canal pago Comedy Central cancelou a exibição de todos os programas com a participação do YouTuber humorista Rodrigo Fernandes, mais conhecido como Jacaré Banguela. A decisão foi tomada após ele ser acusado de fazer piadas racistas, a partir de um tuíte que comparou Jaden Smith, filho de Will Smith, a um “flanelinha”. Repreendido por seguidores, ele não enxergou racismo na situação, mas logo outros tuítes de teor polêmico foram resgatados para reforçar a acusação. Rodrigo Fernandes participou de um programa de comédia stand-up do canal pago e chegou a comemorar o convite em suas redes sociais, mas a gravação não irá ao ar. Quando soube do comentário com teor preconceituoso de um de seus colaboradores, o Comedy Central avaliou com sua matriz, nos Estados Unidos, a posição do canal sobre o caso. “A Viacom e suas marcas repudiam todo e qualquer tipo de conteúdo de cunho racista, misógino, homofóbico ou que ofenda qualquer pessoa que possui o livre direito de escolher suas preferências religiosas, políticas, sexuais, dentre outras”, afirmou a assessoria do canal pago. Comprovando que o Brasil é mais tolerante com racismo, enquanto a participação do humorista no canal da empresa americana foi cancelada, ele continua na programação do SBT como jurado do quadro “Famosos da Internet”, do programa “Eliana”. Jacaré Banguela foi o terceiro YouTuber e “influencer” brasileiro acusado de preconceito em menos de um mês, após Júlio Cocielo, que comparou a velocidade do jogador francês Mbappé a de um ladrão fazendo arrastão na praia, e Cauê Moura. Ambos perderam patrocínios por piadas ofensivas. Por coincidência, todos os três participaram de “Internet – O Filme”, uma comédia com a nata dos “influencers” digitais – definição adorada por publicitários que é, além de brega no último, aparentemente maligna.

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    Roseanne Barr está “enojada” com apoio recebido por James Gunn após ser demitido pela Disney

    24 de julho de 2018 /

    Roseanne Barr está inconformada. Ou, em suas palavras, “enojada”. Depois de ser demitida e ter a série que leva seu nome cancelada devido a um tuíte racista que escreveu contra uma ex-assessora do presidente americano Barack Obama, ela decidiu se revoltar contra as mensagens de apoio recebidas por James Gunn, diretor da franquia “Guardiões da Galáxia”, demitido pelo mesmo conglomerado (Disney) após uma blitz da extrema direita que trouxe à tona antigos tuítes com piadas sobre pedofilia e estupro. “Estou enojada por ler todas as mensagens de apoio às piadas de pedofilia de James Gunn, já que as mesmas pessoas apoiaram a minha demissão por uma piada que elas nem entenderam”, escreveu a comediante em seu Twitter, na segunda (23/7). A demissão de Roseanne Barr aconteceu em maio, quando ela publicou um tuíte em que dizia que Valerie Jarrett, ex-assessora de Obama, era o resultado da mistura entre “macacos” e a “Irmandade Muçulmana”. A frase repercutiu negativamente na internet porque Jarrett é uma mulher negra que nasceu no Irã, fazendo com que o comentário fosse considerada extremamente racista, levando a presidente da rede ABC a anunciar o fim da série “Roseanne”, que era líder de audiência da TV americana em seu retorno ao ar. À época, Roseanne culpou o uso de remédios pelo comentário na rede social. Recentemente, porém, em seu canal no YouTube, ela deu outra justificativa. “Eu achei que a vadia fosse branca, porra”, disparou num vídeo, igualmente ofensivo e odioso. Há diferenças entre os dois casos. Os tuítes de James Gunn foram feitos há mais de uma década, quando ele não era funcionário da Marvel/Disney, ao contrário de Roseanne, que era funcionária da ABC/Disney quando escreveu seus disparates neste ano. Além disso, o diretor mostrou humildade diante da situação e se assumiu arrependido dos dias em que buscava chocar sem se preocupar com sensibilidades. Outra diferença foi apresentada pela jornalista Dana Schwartz, da revista Entertainment Weekly, que afirmou em seu Twitter que piadas sobre pedofilia não são pedofilia, ainda que não tenham a menor graça. Já piadas racistas são racismo mesmo.

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    Presidente da Paramount Television é demitida após supostos comentários racistas em reunião de trabalho

    20 de julho de 2018 /

    A executiva Amy Powell, presidente da Paramount Television, foi demitida após virem à tona acusações de comentários raciais inapropriados. A decisão foi divulgada via comunicado pelo CEO Jim Gianopulos. Segundo a nota, “diversos indivíduos” se sentiram incomodados por comentários com conteúdo racial feitos pela executiva e chegaram a reportá-la ao setor de recursos humanos da empresa. Segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, a gota d’água teria acontecido durante uma reunião sobre a série baseada no filme “O Clube das Desquitadas” (o título nacional já era datado em 1996), que terá um elenco com atores negros e está sendo escrito pela roteirista Tracy Oliver (“Viagem das Garotas”). No dia 28 de junho, Tracy usou o Twitter para fazer uma reclamação, mas sem citar nomes. “Passei por uma situação hoje que realmente mostra o quanto precisamos de representantes em todos os lados. A voz de uma mulher negra não importa se quem tem o poder de tomar decisões não entende ou não quer entender o que estamos dizendo”, escreveu, antes de alfinetar o #MeToo, dizendo que o movimento feminista não tem se pronunciado por questões raciais. “Onde está o #MeToo para as merd*s raciais daqui [de Hollywood]?”. Veja abaixo. O conteúdo dos comentários feitos pela executiva não foram divulgados. No entanto, o THR afirma que ela teria feito generalizações sobre mulheres negras que causaram mal-estar, fazendo com que algumas pessoas da reunião se sentissem ofendidas. Inicialmente, Amy receberia uma punição disciplinar. Porém, a Paramount decidiu demiti-la. “Após dias conduzindo uma investigação, falando com as pessoas envolvidas, com o RH e o nosso time de representantes legais, chegamos à essa conclusão e decidimos terminar nosso contrato com Amy”, diz o comunicado oficial. A demissão acontece cerca de um mês após Jonathan Friedland, diretor de comunicação da Netlifx, ter o contrato com a plataforma encerrado por uso de termos racistas numa reunião. Amy Powell nega as acusações e diz que pretende provar que foi injustiçada. “Não há nenhuma verdade na alegação de que eu fiz comentários insensíveis em um ambiente profissional – ou em qualquer situação – os fatos serão divulgados e eu serei inocentada”, disse, em nota à imprensa. Fontes do THR afirmam que ela pretende processar o estúdio. Contratada para lançar a divisão televisiva da Paramount em 2013, Amy Powell tirou do papel diversas séries bem-sucedidas, como “13 Reasons Why” na Netflix, “The Alienist” na TNT, “Escola do Rock” na Nickelodeon e a vindoura “Jack Ryan” na Amazon, que já foi renovada antes da estreia. Had a moment today that REALLY pointed out why we need representation across the board. A black female voice doesn't matter if the decision makers don't understand nor even want to understand what you're saying. Where's the #metoo for race shit out here? — Tracy Y. Oliver (@TracyYOliver) June 28, 2018

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  • Etc

    Jaden Smith descobre piada polêmica de Jacaré Banguela e agradece reação dos brasileiros

    20 de julho de 2018 /

    O ator e cantor Jaden Smith, filho do astro Will Smith, percebeu na noite de quinta (19/7) que seu nome estava sendo muito comentado por brasileiros, o que o levou a descobrir a piada polêmica do YouTuber comediante Rodrigo Fernandes, conhecido como Jacaré Banguela. Publicada no Twitter na última terça-feira, a piada o comparava a um flanelinha e causou revolta nas redes sociais, levando o “influencer” a ser chamado de racista. Diante do apoio recebido, Smith resolveu se manifestar com um agradecimento ao público brasileiro, escrevendo “I love you, Brazil” em seu Twitter. Em seguida, ele escreveu em português “Como os espelhos podem ser reais se nossos olhos não são reais”. Trata-se da tradução de seu tuíte mais famoso, publicado em 2013, com 43 mil compartilhamentos. Para completar, ainda convidou os brasileiros a ouvirem seu novo disco. Veja esta timeline abaixo. I Love You Brazil — Jaden Smith (@officialjaden) July 19, 2018 como os espelhos podem ser reais se nossos olhos não são reais — Jaden Smith (@officialjaden) July 20, 2018 brasil confira meu novo álbumhttps://t.co/bjxzoVWPSc — Jaden Smith (@officialjaden) July 20, 2018

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    Mais um YouTuber brasileiro causa polêmica com piada racista. Desta vez, o alvo foi o filho de Will Smith

    19 de julho de 2018 /

    Mais uma semana, mais um YouTuber fazendo piada racista. O humorista Rodrigo Fernandes, conhecido como Jacaré Banguela, é o novo sem noção da vez, que não percebeu a chegada do século 21 e agora lida com a repercussão. Após ter zoado o vício em drogas de Casagrande no mês passado, ele agora resolveu zoar o filho de Will Smith, Jaden, comparando-o a um “flanelinha”. Não deu outra: o comediante foi acusado de racismo nas redes sociais. “Tenho quase certeza que o filho do Will Smith me pediu dinheiro ontem na esquina da rua Haddock Lobo dizendo que ‘tava’ olhando meu carro”, escreveu Rodrigo Fernandes ao publicar a foto de Jaden Smith com o pai no estádio da final da Copa do Mundo da Rússia, no último domingo (15/7). Quando um amigo mandou ele apagar a postagem, o humorista ainda reclamou. “Além de ter criado a internet, você também está censurando ela? Ah, Pablito”, escreveu. “É o departamento de vai dar mer…, mandando um memorando”, rebateu o amigo. Não demorou para diversos seguidores apontarem o teor preconceituoso da “brincadeira”, lembrando imediatamente o episódio envolvendo o YouTuber Júlio Cocielo, que comparou a velocidade do jogador francês Mbappé a de um ladrão fazendo arrastão na praia. “Jacaré Banguela” chegou a figurar entre os assuntos mais comentados do Twitter. E só depois da repercussão negativa, o humorista apagou a postagem. Mas sem concordar que se tratava de uma piada racista. “Falar que o cara está vestido igual um flanelinha é racismo? Jura mesmo?”, questionou o humorista. Um tuiteiro indignado quase desenhou para explicar a Rodrigo Fernandes que a piada era obviamente racista. “Entendo o teu privilégio ao ser alheio a essas questões, mas realmente me entristece saber que, em 2018, principalmente depois do caso Cocielo, seja necessário te explicar esse tipo de coisa”, respondeu o seguidor. Depois da polêmica, alguns internautas encontraram postagens de 2012 em que o humorista faz outras “piadas” racistas. “Gordo pode ser baleira, portugueses e louras podem ser burros. Argentino pode ser filho da p… e o negro tem que poder ser macaco”, escreveu Rodrigo Fernandes, em março de 2012. No mesmo mês ainda acrescentou: “Eu nunca vi um macaco processando outro por ter chamado ele de negro. Será que isso só acontece com animais que… pensam?”. Em 20 de junho, Rodrigo Fernandes foi repreendido por seguidores no Instagram ao publicar um vídeo de uma pessoa oferecendo um pó semelhante a cocaína para Casagrande, que estava na TV comentando a Copa. Centenas de comentários repudiaram a suposta brincadeira e pediram para o comediante apagá-la de sua rede social. Na ocasião, ele também se fez de desentendido. Jacaré Banguela é o terceiro YouTuber e “influencer” brasileiro acusado de racismo em menos de um mês. Além do citado Júlio Cocielo, Cauê Moura também enfrentou a ira das redes sociais. Ambos perderam patrocínios por piadas ofensivas. Por coincidência, todos os três participaram de “Internet – O Filme”, uma comédia com a nata dos “influencers” digitais – definição adorada por publicitários que é, além de brega no último, aparentemente maligna.

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    The Neighborhood ganha primeiro comercial com ator de New Girl e atriz de 2 Broke Girls

    15 de julho de 2018 /

    A rede CBS divulgou o primeiro comercial com o elenco oficial de “The Neighborhood”. E houve mudanças radicais desde a exibição do material inicial da série. É que após o piloto ser aprovado, a produção trocou os intérpretes de um dos casais principais. Max Greenfield (da série “New Girl”) e Beth Behrs (de “2 Broke Girls”) entraram nos lugares de Josh Lawson (de “House of Lies”) e Dreama Walker (série “Apartment 23”) como o casal da família Johnson. Como a mudança foi de última hora, os primeiros vídeos da série ainda traziam Lawson e Walker. Compare abaixo o desempenho das duas versões. Por coincidência, a própria premissa da série é uma inversão de papéis. A prévia resume o conflito central, ao exibir a chegada de novos vizinhos num bairro de classe média habitado por famílias negras. O detalhe é que os Johnsons são brancos simpáticos, o que causa desgosto no patriarca da família da casa ao lado, Calvin, um negro orgulhoso de sua raça, mas, por outro lado, isso diverte seus filhos adultos, que veem no choque cultural uma chance de zoar o pai intransigente. Cedric the Entertainer (o barbeiro Eddie da trilogia “Um Salão do Barulho”) vive Calvin e o elenco ainda destaca Tichina Arnold (a mãe de “Todo Mundo Odeia o Chris”), Sheaun McKinney (série “Vice Principals”) e Marcel Spears (série “The Mayor”). Gravada em estúdio diante de uma plateia, como as sitcoms clássicas, “The Neighborhood” foi criada por Jim Reynolds, roteirista de mais de 100 episódios de “The Big Bang Theory”, e teve seu piloto dirigido pelo veterano James Burrows, por sua vez responsável por mais de 200 episódios de “Will & Grace”. A estreia vai acontecer em 1 de outubro nos Estados Unidos.

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    Após pedir boicote de YouTuber por racismo, Bruno Gagliasso vira alvo por piadas homofóbicas

    7 de julho de 2018 /

    Como no ditado da pedra e do teto de vidro. Pouco dias após conclamar boicote de patrocinadores ao YouTuber Júlio Cocielo por piada racista, o ator Bruno Gagliasso teve piadas antigas de cunho homofóbico descobertas em sua timeline. Questionadas por internautas por veicularem comerciais com o ator, tanto a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, da Prefeitura do Rio, quanto o banco Itaú se pronunciaram. O órgão municipal afirmou que a campanha na qual Bruno aparecia, com o slogan “Homofobia é uma violência de ódio”, foi veiculada em 2015, durante o evento Rio Sem Preconceito, feita pela gestão passada, e que agora “aposta em militantes e ativistas para trazer visibilidade para a causa”. O atual coordenador de diversidade sexual do Rio, Nélio Georgini, falou sobre o caso em seu Facebook: “Não me colocarei juiz do ato do ator (que me parece ser um cara do bem que errou)”. No Twitter, uma usuária identificada como Chris Delgado cobrou um posicionamento do Itaú a respeito de campanhas publicitárias envolvendo Gagliasso. O perfil oficial do banco respondeu: “Nós repudiamos todo tipo de preconceito e discriminação. Esse vai ser sempre o nosso posicionamento. O ator citado não faz mais parte das nossas campanhas.” Após a repercussão de publicações feitas há quase uma década, Bruno usou seu perfil no Twitter para se justificar: “Estou aqui em 2018 respondendo com minhas ações e atitudes por quem já fui também em 2009 e mesmo antes disso. De alguma forma, todos estamos. Não é passando o pano no preconceito, mas sim passando tudo a limpo, que o mundo vai se tornar um lugar melhor”, ele explicou. Veja abaixo. Questionado por usuários se não era exatamente o mesmo caso de Cocielo, ele e sua mulher, a também atriz Giovanna Ewbank, excluíram de suas contas nas redes sociais os posts em que acusavam o YouTuber de racismo e cobravam ação de patrocinadores. Por sua vez, além de pedir desculpas, Cocielo chegou a apagar 50 mil tuítes preconceituosos, sendo o mais recente da semana passada. Estou aqui em 2018 respondendo com minhas ações e atitudes por quem já fui também em 2009 e mesmo antes disso. De alguma forma todos estamos. Não é passando o pano no preconceito, mas sim passando tudo a limpo, que o mundo vai se tornar um lugar melhor. — Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) 5 de julho de 2018

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    Famosos pedem boicote a Cocielo e fazem campanha contra piadas racistas

    4 de julho de 2018 /

    O tuíte racista de Júlio Cocielo, que tem mais de 16 milhões de seguidores no seu canal no YouTube, uniu diversas celebridades para cobrar conscientização dos ditos “influenciadores digitais”, e exigir boicote contra comediantes racistas. No sábado (30/7), durante o jogo entre as seleções da França e da Argentina, pela Copa do Mundo, Cocielo escreveu no Twitter sobre o principal jogador francês: “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. O post contra o rapaz negro, que está doando todo o dinheiro recebido na Copa para causas sociais, acabou inspirando internautas a conferir o passado do comediante, e resgataram tuítes de “piadas” que falavam até em exterminar negros. Cocielo pediu desculpas. Mas isso não aliviou sua situação. Ele

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    Mais um YouTuber perde patrocínio por tuítes racistas e machistas

    4 de julho de 2018 /

    Depois de Júlio Cocielo perder patrocínios por conta de um tuíte racista, outro YouTuber seguiu o mesmo caminho. Cauê Moura, que tem 5 milhões de assinantes em seu canal no YouTube, também chamou a atenção de forma negativa e sentiu no bolso. A Warren Brasil, empresa financeira e plataforma de investimentos, anunciou nesta quarta-feira (4/7) em seu perfil no Facebook que encerrou o contrato com o canal do YouTube “Ilha de Barbados”, do qual Cauê Moura faz parte. Além dele, o canal junta PC Siqueira e Rafinha Bastos. A decisão da companhia de Porto Alegre, na verdade, aconteceu em maio, mas foi anunciada hoje após internautas resgatarem tuítes antigos de Cauê Moura e cobrarem posicionamento da empresa. “Nós repudiamos todo e qualquer discurso de ódio, de segregação, machista e homofóbico”, diz o post da Warren Brasil, que não quer ter sua marca associada ao YouTuber. Conhecido por posts no Twitter repletos de palavrões, ele tem um passado de arrepiar em sua timeline, que pode ser vislumbrado na arte abaixo, repleta de tuítes machistas e racistas, que impressionam ainda mais por terem sido postados como se fossem piadas. Após perder o patrocinador, Moura se desculpou, apagou todas as “piadas completamente absurdas, nojentas, deploráveis” e disse que isso nunca mais iria se repetir. “Ilha de Barbados” deve continuar no ar com o trio de apresentadores. Por coincidência, Cauê Moura e Júlio Cocielo estrearam no cinema no mesmo longa: “Internet – O Filme”, em 2017.

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    Série documental produzida por Jay-Z sobre a origem do movimento Black Lives Matter ganha trailer

    3 de julho de 2018 /

    O canal pago americano Paramount Network divulgou o trailer da série documental “Rest in Power: The Trayvon Martin Story”, produzida pelo rapper Jay-Z. A prévia destaca seu nome real em letras garrafais, Shawn Carter. A série mostra como a morte de Trayvon Martin deu origem a um movimento de revolta social. O jovem negro foi assassinado na Flórida, nos Estados Unidos, em 2012. E seu assassino, George Zimmerman, conseguiu ser absolvido de todas as acusações em um julgamento, alegando legítima defesa e usando uma lei obscura da constituição local. O ativismo em torno do caso acabou inspirando a criação do movimento Black Lives Matter, que tem reivindicado desde então uma ação mais enfática da Justiça em casos de pessoas negras executadas indiscriminadamente no território americano. Com roteiro e direção da dupla Jenner Furst e Julia Willoughby Nason (que também fizeram outra minissérie documental de temática racial, “TIME: The Kalief Browder Story”), “Rest in Power” contará a história em seis episódios e tem estreia marcada para 30 de julho nos EUA.

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