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    Confusão em festa do Emmy: Criador de O Aprendiz agride o comediante Tom Arnold

    17 de setembro de 2018 /

    A véspera do Emmy foi marcada por uma briga física entre um dos produtores mais premiados da Academia da Televisão e o comediante Tom Arnold, durante uma festa que celebrava os indicados ao troféu em Los Angeles. Arnold revelou nas redes sociais que foi agredido e chegou a ser enforcado pelo produtor Mark Burnett. O motivo, aparentemente, foi o fato do comediante estar produzindo um programa para a Vice Media com o objetivo de investigar gravações secretas de Donald Trump em “O Aprendiz”, programa criado por Burnett. O material que o produtor teria escondido conteria provas de racismo de Trump, como xingamentos e comentários de baixo nível, entre outras acusações. Burnett já disse, em outras ocasiões, que não escondia nada porque não tinha acesso às fitas, que são propriedade da produtora MGM. Algo, entretanto, fez o sangue do produtor ferver durante o encontro casual com Arnold, quando o assunto deve ter sido trazido à tona. Afinal, ele se recusava a ser entrevistado para o programa do comediante. “Mark Burnett surtou e me enforcou nesta grandiosa festa para o Emmy e correu com sua camiseta cor de rosa rasgada e sem sua corrente de ouro. Estou esperando pela polícia de Los Angeles”, publicou o ator. Patton Oswalt, ator amigo de Arnold, postou uma foto com ele, tranquilizando os fãs. “Estou com Tom Arnold, gente. Ele está bem. Temos de proteger esse anjo brutal.” A mulher de Burnett, Roma Downey (conhecida como estrela da série “O Toque de um Anjo”), acusa Arnold de tentar armar uma emboscada para ela e Mark. Ela enviou ao TMZ uma foto mostrando um hematoma em sua mão e culpando Arnold pelo ferimento na confusão. Arnold negou: “Mentira. Você mente, seu marido maluco me atacou, sua psicopata. Eu vou à polícia processar você por difamação.” Ele diz que Kevin Bacon e sua filha são testemunhas do que aconteceu e que Roma arrancou o celular da mão de Bryan Fogel, diretor que venceu o Oscar 2018 de Melhor Documentário por “Ícaro”, porque ele estava registrando a agressão. Com essa publicidade, “The Hunt for the Trump Tapes” estreia já nesta terça-feira, 18 de setembro, no canal pago americano Viceland. #TheHuntForTheTrumpTapes starts Tuesday 10:30p @VICELAND #TrumpTapes pic.twitter.com/WLmWUdXLyp — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett just went apeshit & choked me at this huge Emmy party then he ran away with his torn Pink shirt & missing gold chain. I’m waiting for LAPD — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Got this bruise tonight when Tom Arnold tried to ambush my husband Mark and me at a charity event. Is your TV show worth it Tom?Please stop pic.twitter.com/lXvuKjIMI2 — Roma Downey (@RealRomaDowney) September 17, 2018 Bullshit. You lie your crazy husband attacked me you psycho. I’m filing police report & suing you for defamation. https://t.co/9yXAEXM6na — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Roma knocked Bryan Fogel’s phone out of his hand after Mark Burnett chocked me. Bryan came with me. He won the Oscar this year for his amazing documentary Icarus. He has tape. https://t.co/nPJyDAarsE — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett doesn't seem too thrilled about my new tv show. #TheHuntForTheTrumpTapes Starts Tuesday 10:30p @VICELAND & we do a Mark Burnett/Apprentice episode the first night. Yes Roma, saving my country is worth it. Brutal bruise. Should've gone to a dr last wk when you hurt it — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 I’m with @TomArnold, everyone. He’s okay. We gotta protect this brutal angel. pic.twitter.com/9grT4QTVZK — Patton Oswalt (@pattonoswalt) September 17, 2018 Just spoke with Tom Arnold’s lawyer. He confirmed the altercation (he calls it an “unprovoked attack” by Burnett) and says Tom “has a witness” that will back him up. https://t.co/ILO2lTixxB — Matthew Belloni (@THRMattBelloni) September 17, 2018 FYI: Kevin Bacon is a solid reliable brawl witness. Sosie Bacon is a wingman. — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018

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  • Filme

    Primeiro drama da carreira do diretor de Debi e Lóide vence o Festival de Toronto

    16 de setembro de 2018 /

    O filme “Green Book”, de Peter Farrelly, foi o vencedor do Festival de Toronto 2018. Drama sobre racismo nos Estados Unidos, “Green Book” foi também um dos longas mais elogiados pela crítica durante a realização do evento, surpreendendo a imprensa americana por não ter integrado nenhuma lista prévia de filmes que mereciam maior atenção nessa arrancada rumo ao Oscar. De subestimado, virou favorito a chegar forte na premiação da Academia. Filmes premiados em Toronto costumam ter reconhecimento no Oscar, como aconteceu com “La La Land”, “12 Anos de Escravidão”, “O Quarto de Jack”, “Quem Quer Ser um Milionário?” e muitos outros. A razão de ter pego a mídia desprevenida reflete a ficha corrida de seu diretor. Peter Ferrelly pautava sua carreira, até então, por besteiróis realizados com seu irmão Bobby Farrelly, uma parceria que durou 20 anos, de “Debi e Lóide” (1994) a “Debi e Lóide 2” (2014). “Green Book” é seu primeiro filme solo. E também seu primeiro drama. Comparado a um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas, traz Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) como um caipira que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços brancos nos anos 1960, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também os aproximam. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, essa situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, “Green Book” era o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período, com endereços que aceitavam hospedar e alimentar negros. A obra bateu outro drama sobre racismo aguardado com muito mais expectativa, “If Beale Street Could Talk”, de Barry Jenkins (o diretor de “Moonlight”), além do badalado “Roma”, de Alfonso Cuarón (“Gravidade”), vencedor do Festival de Veneza 2018, que também aborda diferenças sociais. Estes acabaram em 2º e 3º lugares, respectivamente. Os principais troféus de Toronto são decididos pelo voto popular. E o público também elegeu “Free Solo” de E. Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin, como Melhor Documentário, e “The Man Who Feels no Pain”, do indiano Vasam Bala, o Melhor Filme da Seção da Meia-noite. Já a crítica internacional preferiu “Skin”, do isralense Guy Nativ, história real de um skinhead arrependido (vivido por Jaime Bell) que faz um acordo com o FBI e oferece provas de crimes de sua antiga gangue em troca de ajuda para remover tatuagens racistas de seu corpo. Além do voto aberto em todos os filmes de sua programação, Toronto também tem uma seção competitiva, incluída em 2015, cujos vencedores são definidos por um júri especializado. E a produção que venceu a seção Plataforma (Platform) neste ano foi “City of Last Things”, uma coprodução entre China, Taiwan, Estados Unidos e França, dirigida pelo malaio Wi Ding Ho. Em sua 43ª edição, o Festival de Toronto exibiu 345 filmes ao todo. Na cerimônia de premiação foram ressaltados os esforços para aumentar a participação feminina na indústria do cinema, apontando que 35% dos longas da programação deste ano foram dirigidos por mulheres.

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  • Série

    Criador de Black-ish confirma que censura de episódio pela Disney o empurrou para a Netflix

    13 de setembro de 2018 /

    O criador da sitcom “Black-ish”, Kenya Barris, confirmou em nova entrevista ao The Hollywood Reporter os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a rede ABC pela Netflix. E não foi dinheiro. Conforme especulado pela imprensa, ele esta descontente com a rede após ter um episódio da série censurado por expressar posicionamentos políticos contrários ao presidente dos EUA, Donald Trump. O capítulo em questão, “Please Baby Please”, trazia o protagonista Dre (Anthony Anderson) contando uma história para o seu filho na hora de dormir. Usando metáforas, Dre refletia sobre acontecimentos políticos do ano – e o episódio usava animações e trechos de telejornais para ilustrar a trama. “Please Baby Please” chegou a ser gravado e ainda receberia narração especial do cineasta Spike Lee (“Faça a Coisa Certa”). No entanto, dias antes da exibição prevista (em 27 de fevereiro), executivos da ABC e da sua companhia-mãe, a Disney, decidiram não colocar “Please Baby Please” no ar. Barris assume que foi “a gota d’água” para o fim do seu relacionamento com a Disney. “Eu percebi que não seria útil para eles depois disso, não como eles queriam que eu fosse”, explicou. “Eu sei que a Disney tinha preocupações sobre o ângulo da história que estávamos contando. Uma coisa que aprendi na TV aberta é que, quando você está falando de política, precisa apresentar todos os lados”, continua. Apesar das ressalvas, Barris aponta que a abordagem de Ben Sherwood, chefe de TV da Disney, não foi ideal no momento delicado de descartar o episódio. “Ben queria manter a aparência da ABC como um ambiente aberto para qualquer tipo de expressão, quando não era. Isso eu vejo muito claramente. Quando você tem os seus limites, você precisa dizer. Eu respeitaria mais a Disney se eles fizessem isso”, comenta Barris. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do produtor-roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. A situação levou Barris a pedir liberação de seu contrato com a companhia, que originalmente seguiria por mais três anos, e assinar um acordo milionário com a Netflix. “Eu pensei comigo mesmo: ‘Se vou sair daqui, quero sair para um lugar onde estarei completamente liberado’. Eu quero fazer algo na Netflix com atitude – algo ousado e sem pedir desculpas”, diz. Sem Barris, “Black-ish” vai seguir para a sua 5ª temporada, marcada para estreia em 16 de outubro. Ele também deixa o spin-off “Grow-ish” no Freeform e dois projetos em desenvolvimento, “Besties”, também no Freeform, e um remake de “A Feiticeira” com atriz negra na ABC.

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  • Etc

    Tuíte racista sobre Mbappé rende processo de R$ 7 milhões para o youtuber Júlio Cocielo

    13 de setembro de 2018 /

    O youtuber Júlio Cocielo vai responder na Justiça sua “brincadeira” com o jogador francês Mbappé no Twitter. Os promotores de Direitos Humanos Eduardo Valério e Bruno Orsini Simonetti acusaram o influenciador digital de racismo e entraram com uma ação em que exigem um pagamento de R$ 7 milhões por danos coletivos. Durante a Copa do Mundo da Rússia, Cocielo publicou que “Mbappé conseguiria fazer uns (sic) arrastão top na praia”. O youtuber foi duramente criticado por usuários e gerou uma grande discussão na internet. Diante da polêmica, os promotores decidiram levar o caso para a justiça – a dupla pediu a quebra do sigilo bancário, além da condenação por racismo. “Trata-se de um jovem jogador negro, francês de ascendência camaronesa, de compleição física robusta e que mostrou, nos jogos da seleção francesa na Copa da Rússia, impressionantes velocidade e explosão, daí advindo, em notória manifestação de racismo, a sua associação com os assaltantes (negros, na ótica do autor) que praticam crimes de roubo nas praias brasileiras, sobretudo fluminenses, sempre sob contínua e desabalada corrida”, escrevem na ação. Para reforçar a denúncia, Valério e Simonetti anexaram comentários racistas feitos por Cocielo entre 2010 e 2018 na mesma rede social. Na visão dos acusadores, o influenciador digital ‘violou direitos fundamentais e o Tratado Internacional de Direitos Humanos’ com as postagens ofensivas. Na ação, os promotores ainda se apegam aos números de tuítes de Cocielo antes e depois dos comentários sobre Mbappé. De acordo com o relato inserido na denúncia, o youtuber apagou mais de 50 mil tuítes antigos. De pouco mais de 81 mil posts, a conta caiu para 32 mil no dia seguinte à postagem sobre o atacante francês. Cocielo usou a mesma rede social para pedir desculpas pelos comentários sobre o jogador do PSG, eleito a revelação do último Mundial e que teve papel fundamental na conquista da Copa do Mundo pela França. Mas assim mesmo perdeu diversos patrocínios.

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  • Série

    Showrunner de The Witcher sai do Twitter após ataques por mudança de etnia da protagonista feminina

    11 de setembro de 2018 /

    A showrunner responsável pela adaptação de “The Witcher” para a Netflix, Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), anunciou sua saída do Twitter pouco tempo depois do vazamento da descrição da intérprete de Ciri na série. Ela foi atacada por mudar a etnia da protagonista feminina. “Esta na hora de um hiato do Twitter. O amor aqui é incrível, e o ódio é esclarecedor, como um Trial of Grasses [referência ao jogo], mas eu preciso ler menos e escrever mais, ou não vamos ter um episódio final. Volto logo com mais informações. Sejam legais uns com os outros, okay?”, ela postou. Hissrich foi atacada quando veio à nota uma chamada para o teste de elenco que vai definir a intérprete de Ciri. Na descrição, a produção convocava atrizes “de 16 ou 15 anos, negras, asiáticas ou de minorias étnicas, que possam interpretar uma personagem de 13 ou 14 anos. Não pode ter mais de 18 anos”. Usuários do Twitter mostraram descontentamento e resgataram tuítes antigos, publicados em maio, onde a showrunner dizia que não alteraria etnias dos personagens originais. Nos livros do escritor Andrzej Sapkowski e no jogo de “The Witcher”, Ciri é de raça branca. Em poucos horas, um abaixo assinado que pedia respeito à obra original reuniu 35 mil assinaturas. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. A atriz de Ciri ainda não foi anunciada. O único ator confirmado na produção até o momento é Henry Cavill (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) no papel de Geralt de Rivia. Ainda não há previsão para o lançamento da série.

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  • Etc,  Filme

    Spike Lee é acusado de inventar fatos em Infiltrado na Klan para favorecer imagem da polícia

    26 de agosto de 2018 /

    O cineasta Spike Lee envolveu-se numa polêmica com outro diretor afro-americano, Boots Riley (de “Sorry to Bother You”), por conta de seu novo filme, “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman). Numa longa crítica publicada nas redes sociais, Riley desancou o filme de Lee, acusando-o de mudar eventos históricos para retratar a policia americana de uma forma mais positiva. Ele alega ainda que Lee teria recebido US$ 200 mil da polícia de Nova York para dirigir uma campanha publicitária para melhorar a sua imagem junto das comunidades minoritárias e que “Infiltrado na Klan” se assemelha a uma espécie de extensão desse trabalho. Riley ainda comparou o novo filme de Lee ao anterior, “Chi-Raq”, afirmando que o diretor bate na tecla de que “os negros devem deixar de se preocupar com a violência policial e preocuparem-se com o que fazem uns aos outros, pois a policia é contra o racismo”. E isto acontece enquanto o movimento Black Lives Matter denuncia a violência policial contra os negros nos Estados Unidos, que só tem aumentado. O diretor ainda afirma que a história supostamente real de Ron Stallworth, um ex-detetive que se infiltrou na Ku Klux Klan nos anos 1970, tem várias partes inventada, com o único objetivo de pintar uma imagem positiva da polícia. “É uma história inventada em que as partes falsas tentam fazer do policial o protagonista na luta contra a opressão racial”, diz. Ele chama atenção para o fato de que, na vida real, Stallworth fez parte da COINTELPRO, uma série de operações secretas e muitas vezes ilegais conduzidas pelo FBI para atacar organizações políticas, entre elas os militantes dos Pantera Negras. Stallworth chegou a se infiltrar por três anos no grupo para sabotá-lo, atuando contra a luta pela igualdade racial. “Sem as coisas inventadas e com o que sabemos da história real do trabalho policial em grupos radicais, e como eles se infiltraram e conduziram organizações de Supremacia Branca para atacar esses grupos, Ron Stallworth é na verdade um vilão”, afirma Riley. “Spike lançar um filme em que pontos da história são fabricados para fazer um policial negro e seus colegas parecerem aliados na luta contra o racismo é realmente decepcionante, para dizer o mínimo”, concluiu. Durante a divulgação de “Infiltrado na Klan”, Lee tentou evitar a polêmica, mas acabou comentando, rapidamente, numa entrevista ao jornal britânico The Times. “Vejam os meus filmes, eles têm sido muito críticos em relação à polícia, mas, por outro lado, nunca direi que todos os policias são corruptos, que todos os policias detestam as pessoas de cor. Eu não vou dizer isso. Quer dizer, nós precisamos da polícia. Infelizmente, a polícia, em muitos casos, não aplica a lei; eles quebraram a lei”. Lee ainda frusiy que “os negros não são um grupo monolítico”, e citou algumas críticas que recebeu quando anunciou “Malcom X”. “Como pode um burguês como Spike Lee fazer ‘Malcolm X?’”, lembrou, citando comentários negativos que ouviu antes das filmagens. “Infiltrado na Klan” rendeu o Grande Prêmio do Juri do Festival de Cannes 2018 para Spike Lee. O filme, que já está em cartaz nos Estados Unidos, tem estreia marcada no Brasil apenas para novembro. Ok. Here's are some thoughts on #Blackkklansman. Contains spoilers, so don't read it if you haven't seen it and you don't wanna spoil it. pic.twitter.com/PKfnePrFGy — Boots Riley (@BootsRiley) August 17, 2018

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  • Série

    Globo desenvolve série inspirada no filme Besouro

    24 de agosto de 2018 /

    A rede Globo está desenvolvendo uma série baseada no filme “Besouro” (2009). Segundo a colunista Patrícia Kogut, o diretor do longa, João Daniel Tikhomiroff, está trabalhando com Glória Perez e uma equipe de autores da Casa dos Roteiristas da Globo para desenvolver a trama da atração. A trama vai acompanhar Besouro Mangagá, nome pelo qual ficou conhecido Manoel Henrique Pereira, um capoeirista que viveu em Salvador na década de 1920 e até hoje é cultuado pelo movimento negro. No filme, Besouro é apresentado como um justiceiro, que enfrenta os desmandos dos fazendeiros do Recôncavo Baiano, num período em que os negros ainda eram tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura. Além de exímio capoeirista, o personagem também tem o “corpo fechado”, protegido que é por entidades do Candomblé. A produção da série teria ganhado força depois que a emissora foi acusada de racismo por ter escalado um elenco predominantemente branco para “Segundo Sol”, uma novela ambientada na Bahia, onde 76% das pessoas se declaram de pele parda ou preta. O problema é que o Besouro da Globo será uma versão mais, digamos, mulatinha. Segundo apurou o blog Notícias da TV, o personagem será retratado longe de seu berço histórico, numa trama passada em São Paulo ou Rio de Janeiro, e deverá perder sua intensa relação com o Candomblé, para não afugentar espectadores católicos e evangélicos. Em outras palavras, não poderá ser muito negro. A Globo ainda não apresentou o projeto oficialmente e todas as informações ainda são rumores.

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  • Filme

    Clipe do filme Infiltrado na Klan revela blues inédito de Prince

    22 de agosto de 2018 /

    A Focus Features divulgou o clipe de “Mary Don’t You Weep”, música inédita de Prince que faz parte da trilha do filme “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman). A música é um blues tocado ao piano, que soa triste e improvisado, todo cantado em falsete. Já o clipe, assinado pelo diretor Spike Lee, resume-se a uma edição de cenas e fotos do filme. A última imagem é uma foto de Prince e Lee juntos. Segundo Lee, Prince gravou a canção ainda nos anos 1980, em uma fita cassete. O músico morreu em abril de 2016, sem nunca tê-la lançado oficialmente. “Eu acredito que Prince queria que eu usasse essa música. Essa fita cassete estava enfiada nos fundos dos cofres de Prince em Paisley Park, e é encontrada justamente agora. Isso não foi um acidente”, disse o cineasta, em entrevista para a Rolling Stone. “Infiltrado na Klan” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que supostamente verídica. Passada nos anos 1970, a trama gira em torno de Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs. Mesmo depois de ser aceito como detetive, ele continuou sendo assediado pelos colegas racistas da corporação. E decidiu combater o preconceito indo direto na fonte. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele teve que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisava ser o “policial certo”: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) com motivos para odiar neonazistas. Já em cartaz nos Estados Unidos, o filme só vai chegar em 22 de novembro no Brasil.

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  • Etc

    Kelly Marie Tran responde aos racistas que a atacaram no Instagram com promessa de fazer mais sucesso

    21 de agosto de 2018 /

    A atriz Kelly Marie Tran, estrela de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, assinou um artigo na edição desta terça-feira (21/8) do jornal The New York Times sobre os efeitos do bullying que sofreu nas redes sociais,. Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas e misóginas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro do ano passado. Oito meses depois, ela apagou todas suas postagens, registrando em sua página apenas uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Tran decidiu abandonar as redes sociais sob pressão da campanha de ódio. No texto, ela reflete que “o problema não foram as palavras deles, mas o fato de que eu passei a acreditar nelas e entrei em uma espiral de ódio por mim mesma”. Tran descreve, ao longo do artigo, como o bullying destrói a auto-estima e traumatiza quem o recebe, ao descrever como os insultos impactaram sua personalidade. “As palavras pareciam confirmar o que minha vivência como mulher e pessoa não branca me ensinou: que eu deveria permanecer nas margens, nos espaços, e que eu era válida apenas como uma personagem coadjuvante nas suas vidas e histórias”, escreveu. “Essa experiência reforçou uma narrativa que ouvi minha vida toda: de que eu era ‘a outra’, que eu não pertencia aqui, que não era boa o bastante, simplesmente porque não era como todo mundo”. “Todos esses sentimentos, eu percebo agora, podem ser resumidos em um só: vergonha. Vergonha daquilo que me faz diferente, vergonha da cultura da qual eu venho”, acrescentou a atriz, que nasceu nos Estados Unidos, mas é filha de refugiados vietnamitas. “Por mais que eu odeie admitir isso, quando comecei a receber essas mensagens odiosas, me culpei. Pensei: ‘Bom, talvez se eu fosse mais magra, ou deixasse crescer o meu cabelo’. Pior de tudo, cheguei a pensar: ‘Bom, talvez se eu não fosse asiática'”, continua. “Eu passei por uma espécie de lavagem cerebral em que achava que minha existência era limitada pelas fronteiras da aprovação de outra pessoa”. Ela conclui prometendo lutar contra esse padrão em todos os seus futuros papéis. “Quero viver em um mundo onde crianças de outras etnias não precisem crescer desejando ser brancas. Quero viver em um mundo onde mulheres não são objetos de escrutínio por sua aparência, suas ações, sua existência no geral”, discursa. “Eu quero viver em um mundo onde pessoas de todas as raças, religiões, classes socioeconômicas, orientações sexuais, gênero e habilidades sejam vistas como o que sempre foram: seres humanos”. Contrariando os fãs de extrema direita da saga espacial, a atriz deve retornar para o papel da mecânica Rose Tico em “Star Wars: Episódio 9”, que ainda não tem título oficial, mas já começou a ser filmado pelo diretor J.J. Abrams para lançamento em dezembro de 2019. “Você pode me conhecer como Kelly. Eu sou a primeira mulher de cor a ter um papel principal em um filme de ‘Star Wars’. Eu sou a primeira mulher asiática a aparecer na capa da revista Vanity Fair. Meu nome verdadeiro é Loan. E estou apenas começando”, ela encerra, quase como na abertura de uma série de super-heroína. O texto causou comoção nas redes sociais, onde foi aplaudido por vários atores de descendência asiática, que trabalham em Hollywood. Por sinal, o timing não poderia ser melhor, logo após o fim de semana em que o filme “Podres de Rico”, primeira produção hollywoodiana com elenco totalmente composto por atores de descendência asiática em 25 anos (desde “O Clube da Felicidade e da Sorte”), estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte.

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  • Série

    Criador de Black-ish assina contrato de exclusividade para criar novas séries na Netflix

    17 de agosto de 2018 /

    Conforme especulado, o roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, fechou um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Ele é o terceiro talento televisivo atraído para um acordo de desenvolvimento de novas séries para a plataforma. Mas, ao contrário de Shonda Rhimes e Ryan Murphy, seu contrato é apenas para séries, já que possui um relacionamento cinematográfico com a Fox. Todos os três foram tirados do alcance da Disney, que prepara sua própria plataforma. Kenya Barris e Shonda Rhimes saíram da ABC, onde comandavam carros-chefes de audiência da rede do conglomerado Disney, como a citada “Black-ish” e “Grey’s Anatomy”, e Murphy era a joia da coroa dos estúdios Fox, recém-adquiridos pela Disney, graças a sucessos como “American Horror Story” e “9-1-1”, entre outras atrações. No final de julho, Barris anunciou o encerramento de sua parceria com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015, mas o negócio com a Netflix já estava sendo especulado desde abril, quando a relação do produtor com a ABC começou a dar sinais de desgaste. Os problemas de Barris ficaram claros após o canal vetar a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas”. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Mas o que se comenta é que ele não aprovou a atitude da emissora. Para completar, a rede não vinha apostando em suas novas criações. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. Ele só vinha emplacando séries no canal pago juvenil do conglomerado, o Freform. Todo o material dispensado pode, agora, ressurgir na Netflix, bem como novas produções do requisitado roteirista, que na despedida do ABC Studios deixará uma nova série no Freeform, “Besties”. Por sinal, Cindy Holland, a “rainha do conteúdo” da Netflix, frisou em seu discurso de boas-vindas duas palavras que devem ter feito Barris sorrir: “liberdade criativa”. “Kenya Barris é um dos nossos grandes contadores de histórias modernos”, disse Holland, em comunicado. “Ele usa sua voz para tornar o público mais consciente do mundo ao seu redor, enquanto simultaneamente os faz rir. Sua honestidade, brilho cômico e ponto de vista singular, combinados com a liberdade criativa que ele desfrutará na Netflix, prometem criar novas histórias poderosas para todos os nossos assinantes em todo o mundo.”

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  • Filme

    Viggo Mortensen conduz Mahershala Ali pelo sul racista dos EUA no trailer de Green Book

    14 de agosto de 2018 /

    A Universal divulgou fotos, pôster e o primeiro trailer de “Green Book”, um dos filmes selecionados para o Festival de Toronto 2018 com ambição de se projetar para o Oscar. A prévia revela uma trama envolvente sobre percepções raciais nos Estados Unidos segregado dos anos 1960, sugerindo um “Conduzindo Miss Daisy” (1989) às avessas com dois atores do maior calibre. Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) interpreta um caipira que arranja emprego como motorista de um pianista erudito negro, vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”). Conforme os dois embarcam numa longa viagem pelo sul dos Estados Unidos, cumprindo uma turnê do pianista em apresentações para ricaços brancos, as diferenças entre os dois se tornam evidentes, mas também começam a diminuir. O pianista ensina um pouco de refinamento para o grosso motorista, que, por sua vez, apresenta ao patrão alguns dos prazeres simples da vida. Entretanto, a situação da dupla chama atenção de racistas. Por curiosidade, “Green Book” era o nome de um guia de viagens para negros, vendido nos Estados Unidos do período. A história é baseada em fatos reais e foi escrita e dirigida por Peter Farrelly em sua primeira incursão dramática, após ficar conhecido por formar com seu irmão Bobby uma das parcerias mais bem-sucedidas das comédias americanas dos anos 1990, responsável por sucessos como “Débi & Lóide” (1994) e “Quem Vai Ficar com Mary” (1998). O elenco também inclui Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”), Don Stark (“Café Society”), P.J. Byrne (“Rampage”), Brian Stepanek (“Young Sheldon”) e Iqbal Theba (“Glee”). A première vai acontecer em setembro, durante o Festival de Toronto, e ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Tesnota usa sequestro para explorar tensão das divisões étnicas e sociais da ex-União Soviética

    11 de agosto de 2018 /

    “Tesnota” é o primeiro longa-metragem do diretor russo Kantemir Balagov, que também responde pela montagem e pelo roteiro do filme, este em parceria com Anton Yarush. Indícios claros de um trabalho autoral, que se confirma desde as primeiras imagens, nada convencionais. Apresenta uma fotografia que enfatiza tons escuros e cores fortes ao mesmo tempo, fazendo sobressair as tensões do ambiente. O foco do filme é uma comunidade judaica, fechada e marginalizada, na localidade de Nalchik, cidade natal do diretor e capital da República Cabárdia-Balcária, parte da Federação Russa. O ano: 1998. A personagem central Ilana (Darya Zhovnar), de 24 anos, trabalha na oficina do pai como mecânica e ama um personagem cabardino, num relacionamento algo clandestino, não aceito pela família. Trata-se do que na própria trama do filme é referido como sendo as tribos, que são discriminadas pelos russos. O evento central da narrativa é o sequestro de um casal de noivos, logo após a cerimônia de compromisso deles. David, o noivo, é o irmão mais novo de Ilana. E a questão que se colocará é a de como pagar o resgate pedido sem mexer com a polícia, para evitar maiores complicações. O dinheiro servirá para mostrar, de um lado, um espírito de coletividade e solidariedade, mas, de outro, o ressentimento de alguns, a chantagem e também a tentativa de se aproveitar da situação para conseguir algum objetivo, difícil de ser alcançado por outro meio. A família de Ilana e David não tem posses suficientes e a própria oficina mecânica, que é sua fonte de sustento, estará em questão. Assim como o casamento de Ilana. Passaram a vida se mudando de um lado para o outro, para tentar sobreviver e escapar dos preconceitos. O sequestro parece levá-los de volta para a estrada. Inevitável será enfrentar questões éticas, que poderão complicar ou arruinar a vida de cada um deles: pai, mãe, irmãos e parceiros amorosos. As decisões que todos têm de tomar são vitais, decisivas e urgentes. Todo esse clima de angústia e tensão é muito bem trabalhado ao longo do filme, em ritmo lento e seguro. Pouco é explicitado verbalmente, o que importa é o que está por trás do não dito. Está muito presente nos semblantes, gestos, posturas, silêncios. Elementos fundamentais em “Tesnota”, que dependem do bom desempenho do elenco. O cineasta tem uma referência e fonte de influência muito fortes. Estudou e atuou no departamento de cinema da Universidade de Stravropol, com Alexander Sokurov, um grande cineasta russo da atualidade que, por sinal, é um dos produtores de “Tesnota”. O filme foi exibido nos festivais de Munique, Montreal e Cannes, onde se destacou na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), recebendo o prêmio da crítica internacional (FIPRESCI).

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  • Filme

    Brie Larson, Michael B. Jordan e Jamie Fox vão estrelar filme sobre famoso caso de racismo judicial

    11 de agosto de 2018 /

    Os atores Brie Larson (“Kong: Ilha da Caveira”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) vão estrelar o drama “Just Mercy”, próximo filme do cineasta indie Destin Daniel Cretton. O longa vai adaptar o livro de memórias “Just Mercy: A Story of Justice and Redemption”, que conta a história real de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan vai interpretar Stevenson e Foxx dará vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson não foi divulgado. Mas este será o terceiro filme consecutivo do diretor com participação da atriz. Ela despontou para as premiações de cinema em “Temporário 12” (2013), vencendo o troféu de Melhor Atriz do Festival de Locarno e obtendo indicação ao Spirit Awards, dois anos de conquistar o Oscar por “O Quarto de Jack” (2015), e reprisou a parceria com Cretton em “O Castelo de Vidro” no ano passado. A previsão de estreia é para janeiro de 2020.

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