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  • Série

    The Flash: Trailer da 7ª temporada some com o demitido Homem-Elástico

    22 de agosto de 2020 /

    A rede The CW divulgou o trailer da 7ª temporada de “The Flash”, que combina cenas já vistas com material inédito. A prévia mostra que a série vai retomar a história do ponto em que foi interrompida pela pandemia de covid-19. Além do conflito com a versão feminina do vilão Mestre dos Espelhos (Efrat Dor), o vídeo já registra o sumiço de um dos personagens centrais da série, o Homem-Elástico. Ele não deve voltar a aparecer após a demissão de Hartley Sawyer em junho. O motivo foi o ressurgimento de tuítes antigos contendo referências misóginas e racistas. Escritos antes de Sawyer ingressar na série, os posts eram tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram, mas isso não impediu sua demissão, após se tornar um integrante fixo do elenco em 2018. Seu sumiço deve ser abordado no primeiro episódio da nova temporada, que será exibido em 2 de março nos EUA. “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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  • Filme

    Sacha Baron Cohen é flagrado como Borat em nova gravação

    19 de agosto de 2020 /

    Sacha Baron Cohen foi flagrado em um vídeo caracterizado como Borat, seu personagem mais conhecido, que ele encarnou no filme homônimo de 2006. As imagens registradas nas redes sociais sugerem uma suposta sequência da comédia. Nas imagens, Sacha aparece guiando um veículo em Long Beach, na Califórnia, e é possível vê-lo claramente caracterizado como o personagem. O veículo está montado junto de um caminhão onde operadores de câmeras apontam para o ator. Não há anúncio oficial em relação a uma sequência do filme, que acompanha um jornalista do Cazaquistão enviado aos Estados Unidos para uma grande reportagem sobre a cultura do país. O comediante está realmente gravando um trabalho inédito no momento, mas não está claro qual seu tema. Ele foi flagrado outras vezes aprontando com conservadores, enquanto vestia disfarces diferentes. Em junho, um vídeo registrou sua performance como um cantor caipira barbudo numa convenção da extrema direita americana no Estado de Washington, onde liderou uma cantoria racista. E em julho, o ex-prefeito de Nova York e atual advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, chamou a polícia após ter uma entrevista “invadida” pelo comediante. Tudo levava a crer que essas investidas faziam parte de uma nova temporada de “Who Is America?”, programa de pegadinhas do canal pago Showtime, que arranjou várias polêmicas com políticos e líderes da direita americana em seus episódios iniciais, exibidos em 2018. Até ele aparecer como Borat… Just saw a live shooting of Borat driving some yellow hooptie truck in my hood!!! 😂🙌🏾…. pic.twitter.com/NSDmrKgPPe — Switzon S. Wigfall, III (SSWIII) (@switzonthegreat) August 17, 2020

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  • Filme,  Série

    Small Axe: Série de filmes de Steve McQueen sobre luta racial ganha primeiro trailer

    10 de agosto de 2020 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Small Axe”, que apresenta a “série” como uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo foi divulgado no domingo (9/8), data em que se completou 50 anos do evento que ele retrata. Todos os filmes abordarão a luta racial no Reino Unido entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro vai se chamar “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970. Naquele mês, negros e imigrantes sul-asiáticos marcharam juntos em direção a delegacias de polícia, denunciando a brutalidade dos oficiais contra as comunidades não-brancas britânicas. Nove dos líderes ativistas acabaram presos, incluindo os três sócios do restaurante Mangrove, cuja invasão pela polícia foi o estopim para os protestos. O julgamento marcou época. O elenco destaca Letitia Wright (a Shuri de “Pantera Negra”) como líder dos ativistas que protestam contra o racismo policial, além de Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Malachi Kirby (“Raízes”), Rochenda Sandall (“Line of Duty”), Jack Lowden (“Duas Rainhas”), Sam Spruell (“The Bastard Executioner”), Gershwyn Eustache Jr. (“Britannia”) e Gary Beadle (“No Coração do Mar”). Apropriadamente, o título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Small Axe” é uma coprodução entre a Amazon e a ABC, e os outros filmes da coleção são intitulados “Lovers Rock”, “Alex Wheatle”, “Education” e “Red, White and Blue”, que é estrelado por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “Mangrove” deveria ter sido exibido no cancelado Festival de Cannes. Agora vai abrir o Festival de Nova York, junto com “Lovers Rock” e “Red, White and Blue”, no dia 25 de setembro. A previsão é que eles sejam lançados logo em seguida na BBC e na Amazon.

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  • Série

    Woke: Ator de New Girl “descobre” o racismo em trailer de nova série

    9 de agosto de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o segundo trailer de “Woke”, nova série de comédia estrelada por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A prévia resume a história, que é uma versão exagerada e absurda de fatos reais. “Woke” se inspira na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e aborda um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada por Knight e Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série traz Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, ele tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até virar alvo de ação racista da polícia. A partir do momento em que sente a dor do preconceito na própria pele, começa a alucinar e ver seus personagens animados onde quer que vá, começando a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também inclui o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e Blake Anderson (da série “Workaholics”). A estreia está marcada para 9 de setembro nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Macabro combina policial e terror na história dos irmãos necrófilos de Nova Friburgo

    9 de agosto de 2020 /

    Marcos Prado tem uma carreira como diretor bastante curiosa. Sua maior experiência é na produção, tendo sido, inclusive, produtor executivo dos dois “Tropas de Elite”, do José Padilha, além de outros dois documentários famosos desse cineasta. Mas seu trabalho na direção começou com o documentário. Seu primeiro documentário para o cinema, “Estamira” (2004), é o retrato de uma mulher que vive em um lixão do Rio de Janeiro, que tem problemas mentais e filosofa sobre o mundo. Confesso que esse filme me deixou um tanto perturbado. Fiquei ao mesmo tempo temeroso de entender o pensamento da personagem e olhar para seus olhos. E é interessante ver que Prado, depois de uma primeira experiência na ficção com “Paraísos Artificiais” (2012), tenha voltado a lidar com o medo (a experiência do medo em “Estamira” é puramente subjetiva), desta vez deliberadamente, ao contar a história dos “irmãos necrófilos” de Nova Friburgo, que foram notícia nos jornais na década de 1990. “Macabro” foi o primeiro filme inédito a ser lançado comercialmente nestes tempos de pandemia, no circuito dos drive-ins. E só por isso já chama a atenção. Por mais que não tenha conseguido uma recepção de tapete vermelho pela crítica, “Macabro” tem jeito de filme que será, no futuro, reavaliado e visto como um exemplar de suspense/terror/policial marcante e com aspectos valorosos. Prado aproveita uma onda bastante positiva de filmes de gêneros que cresceram consideravelmente no Brasil nos últimos anos. Sem falar que, em comparação com a maioria dos muitos exemplares de horror e suspense estrangeiros que têm chegado ao circuito, ainda ganha pontos por nos aproximar dos acontecimentos. O modo como o filme se inicia, com o protagonista vivido por Renato Góes, o Sargento Téo, cometendo um erro ao atirar em um homem em uma operação na favela, confundindo uma furadeira elétrica com uma arma (baseado em um incidente recente real), é uma maneira de começar já abordando os erros da polícia e a situação de racismo e violência que marcam a sociedade brasileira. Talvez nem precisasse que o cabo vivido por Guilherme Ferraz dissesse duas vezes que ele era o único negro daquela cidade, além da família dos irmãos assassinos procurados, mas talvez sim, seja necessário, para tornar mais didática a situação. Fosse em outra época, muito provavelmente, essa questão racial não seria sequer abordada e o filme focaria especificamente na busca pelos assassinos e estupradores e também em seus atos brutais. Há um pouco de fragilidade no modo como o filme parece querer justificar os atos dos irmãos como atos de vingança após anos de maus tratos. Isso é compensado com a construção de uma atmosfera de medo herdada do cinema de horror, como nas cenas de ataque às vítimas, mostradas sempre no escuro e tornando a aparência de um deles próxima de um monstro, a partir do depoimento de uma sobrevivente. Isso ajuda a enriquecer o mistério, ao trazer a feitiçaria para os crimes. O filme é feliz ao estabelecer um vínculo entre dois personagens em especial: o Sargento Téo e uma ex-namorada da adolescência, Dora (Amanda Grimaldi). Essa relação ajuda a aproximar o público dos personagens e a aumentar a dramaticidade na cena em que Dora é abordada por um dos irmãos. É uma das melhores cenas do filme, ao lado de uma cena de briga de Téo com o coronel da região, realizada com câmera na mão. Por sinal, há também que se destacar a beleza da fotografia, a cargo de Azul Serra (“Turma da Mônica – Laços), que enfatiza a exuberância da paisagem natural de Nova Friburgo.

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  • Filme,  Música

    Zoë Saldaña se diz arrependida por ter vivido Nina Simone no cinema

    5 de agosto de 2020 /

    A atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) se disse arrependida por interpretar Nina Simone na cinebiografia “Nina”, lançada em 2016. Na época da produção, a escalação de Saldaña rendeu polêmica entre ativistas negros, porque a atriz tem pele mais clara e traços latinos, que não condiziam com a negritude da cantora. “Eu nunca deveria ter interpretado Nina. Eu deveria ter feito tudo que podia, na época – porque eu tenho um tipo de poder, embora não seja o mesmo [das pessoas brancas] – para pressionar pela escalação de uma mulher negra para interpretar Nina, que era uma mulher negra excepcionalmente perfeita”, disse a atriz numa live no Instagram, durante conversa com Steven Canals, criador da série “Pose”, cujo tema era justamente afro-latinidade e “colorismo” (discriminação baseada em tons de pele negra). Filha de pai dominicano com raízes haitianas e de mãe porto-riquenha, Saldaña precisou usar maquiagem para escurecer sua pele, além de usar próteses dentárias e próteses para alargar o nariz, de modo a assumir feições afro-americanas. Ela foi bastante criticada por essa “black face”, mesmo sendo negra. Os herdeiros da cantora reforçaram que Zoë “não era negra o suficiente” para o papel e India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams” (em 2003) defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone, não apenas por sua participação destacada nos movimentos civis. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra famosa em todo o mundo”, disse. No auge da polêmica, Lisa Simone Kelly, a filha de Nina Simone, veio a público defender Zoë Saldaña, declarando que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “Ela [Zoë] claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também foi acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chegou a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. Hoje, Zoë Saldaña concorda com todas as críticas. “Na época, eu achei que tinha permissão para interpretá-la, porque sou uma mulher negra. E sou mesmo. Mas estamos falando de Nina, e ela teve uma jornada que deveria ser honrada de forma específica… ela merecia melhor, e eu sinto muito, porque amo a música dela”, acrescentou a atriz. Ela finalizou o assunto fazendo um apelo para Hollywood contar novamente a história da cantora, desta vez com uma atriz afro-americana e apresentando sua importância de forma correta. Ver essa foto no Instagram Zoe Saldana (@zoesaldana) sits down with "Pose" (@poseonfx) creator and executive producer Steven Canals (@stevencanals) to chat about Afro-Latinidad, colorism in the Latinx community, Nina Simone, and more. #AfroLatinx #AfroLatinidad #BESE #ZoeSaldana #StevenCanals #Pose #PoseFX #AfroLatinos #Dominican #PuertoRican Uma publicação compartilhada por BESE (@bese) em 3 de Ago, 2020 às 6:54 PDT

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  • Etc

    Ator de Demolidor denuncia chefe da Marvel por racismo

    26 de julho de 2020 /

    O ator Peter Shinkoda, que interpretou o vilão Nobu em duas temporadas de “Demolidor”, acusou o ex-chefe de televisão da Marvel, Jeph Loeb, de racismo. Ele diz que ele sabotou as histórias dos personagens asiáticos da série, citando um comentário racista do produtor no set. “Eu não quero mais proteger ninguém. Jeph Loeb disse aos roteiristas que não deveriam escrever cenas para Nobu e Gao [Wai Ching Ho], e isso foi reiterado muitas vezes para os roteiristas e showrunners. O que ele disse foi que ‘ninguém dava a mínima’ para personagens chineses e asiáticos”, revelou o ator, durante uma live da campanha #SaveDaredevil (Salvem Demolidor) neste domingo (26/7). Shinkoda contou que Loeb costumava citar a trilogia “Blade”, da Marvel, dizendo que o protagonista “matava 200 asiáticos por filme e ninguém ligava”. “Originalmente, Nobu teria uma ótima história explorando o seu passado, mas isso foi jogado fora. Alguns roteiristas disseram para mim que se arrependem de ter feito o que ele mandou, porque estavam animados com o que tinham planejado”, acrescentado. Jeph Loeb perdeu seu poder e foi afastado da Marvel por motivos obscuros, mas que, até então, pareciam ter relação com política interna e o desempenho de suas séries. A divisão que o executivo comandava, Marvel Television (responsável pela produção de “Demolidor”), foi fechada em meio a uma reação em cadeia, envolvendo o cancelamento de todas as suas séries – menos uma que já estava sendo produzida, “Helstrom” – e suas funções foram absorvidas por Kevin Feige, o chefão do Marvel Studios. A começar pelos vindouros lançamentos da Disney+ (Disney Plus), as novas séries da Marvel serão produzidas por Feige e realizadas pelo Marvel Studios. O vídeo com a denúncia pode ser visto abaixo. As frases mais polêmicas podem ser ouvidas a partir do 10º minuto.

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  • Série

    Woke: Trailer apresenta série de comédia sobre racismo com ator de New Girl

    18 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Woke”, nova série de comédia estrelada por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A série é inspirada na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e aborda um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada por Knight e Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série traz Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, ele tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até virar alvo de ação racista da polícia. A partir do momento em que sente a dor do preconceito na própria pele, começa a alucinar e ver seus personagens animados onde quer que vá, começando a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também inclui o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e Blake Anderson (da série “Workaholics”). A estreia está marcada para o dia 9 de setembro nos EUA.

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  • Etc

    Advogado de Trump chama polícia ao cair em pegadinha de Sacha Baron Cohen

    9 de julho de 2020 /

    O ex-prefeito de Nova York e atual advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, chamou a polícia após ter uma entrevista “invadida” pelo comediante Sacha Baron Cohen. De acordo com o site Page Six, do New York Post, Giuliani foi o Mark Hotel, em Manhattan, para uma entrevista sobre a resposta do governo à pandemia e não desconfiou de nada pois encontrou um ambiente profissional. Até ser surpreendido pela aparição do ator. “Esse cara entra correndo, vestindo uma roupa doida, que eu diria ser uma roupa de transgênero rosa”, disse o político para o site. “Era um biquíni rosa, com renda, debaixo de uma blusa de malha translúcida, parecia absurdo. Ele tinha barba, pernas peludas, e não era o que eu chamaria de aparência atraente”, prosseguiu. Prevendo que se tratava de uma pegadinha, Guiliani não perdeu tempo e acionou a polícia. Só depois soube que se tratava de Baron Cohen, mas a esta altura o humorista já tinha saído do hotel, correndo pelas ruas da Upper East Side usando apenas um roupão de banho. Depois do incidente, Giuliani confessou ser fã do comediante, em especial de seu filme mais famoso, “Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América” (2008). No começo do mês, o ator fantasiou-se de cantor country e fez o público entoar frases racistas num comício de extrema direita em Olympia, nos Estados Unidos. Tudo indica que ele esteja preparando uma 2ª temporada de seu programa “Who is America?”, no canal pago Showtime, que arranjou várias polêmicas com políticos e líderes da direita americana em seus episódios exibidos em 2018. A tática de Baron Cohen é fazer políticos assumirem seus preconceitos em entrevistas, disfarçando-se de apoiador ou um personagem capaz de despertar alguma reação extrema.

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  • Etc,  Filme

    Earl Cameron (1917 – 2020)

    4 de julho de 2020 /

    O ator Earl Cameron, um dos primeiros e maiores astros negros do cinema britânico, morreu na sexta-feira (3/7) em sua casa em Kenilworth, na Inglaterra, de causas não reveladas. Ele tinha 102 anos. Cameron virou ator por acaso. Imigrante de Barbados, trabalhava como lavador de pratos quando foi visitar um amigo nos bastidores de um musical no West End londrino no final dos anos 1940. Naquele dia, um ator foi demitido e ele acabou aproveitado no ensaio para cantar um refrão. Não só entrou na peça como participou de diversas montagens teatrais, antes de fazer sua estreia bombástica nas telas em 1951, escalado pelo célebre diretor Basil Dearden como um marinheiro recém-chegado de navio em Londres, no clássico noir “Beco do Crime”. Naquele filme, o personagem de Cameron se envolvia com uma garota branca (Susan Shaw), num contexto de racismo e crime que entrou para a História. Foi o primeiro romance interracial produzido pelo cinema britânico. Apesar desse começo impactante, ele foi relegado a papéis menores nos longas seguintes, atuando geralmente em produções passadas na África, ainda no período colonial britânico, como “Simba” (1955), “Odongo” (1956), “A Morte Espreita na Floresta” (1956), “A Marca do Gavião” (1957) e até na série “O Caçador Branco” (1957). Só foi voltar à Londres urbana em novo filme de Dearden, o clássico “Safira, a Mulher Sem Alma” (1959), noir excepcional, vencedor do BAFTA de Melhor Filme Britânico, que se passava nos clubes noturnos de jazz da capital inglesa e novamente revisitava as relações interracionais e o racismo contra imigrantes caribenhos. Desde vez, ele interpretou um médico, irmão da personagem-título. Era o assassinato de sua irmã, confundida com uma mulher branca pela polícia, que dava início à trama, apresentada como uma investigação de crime racial. Após outras aventuras coloniais, inclusive um Tarzan – foi parceiro do herói em “Tarzan, o Magnífico” (1960) – , ele estrelou seu terceiro drama racial, “Lá Fora Ruge o Ódio” (1961), mais uma vez numa relação com uma mulher branca. Dirigido por Roy Ward Baker, o drama trazia o ator como o operário-modelo de uma fábrica, que era selecionado para receber uma promoção, despertando grande ressentimento entre seus colegas brancos. Cameron fez outro Tarzan – “Os Três Desafios de Tarzan” (1963) – e sua maior produção colonial, “Os Rifles de Batasi” (1964), de John Guillermin, antes de virar um agente secreto aliado de James Bond em “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965). Ele também participou de “Dezembro Ardente” (1973), romance estrelado e dirigido por Sidney Poitier em Londres, integrou a produção libanesa “Maomé – O Mensageiro de Alá” (1976), ao lado de Anthony Quinn, e voltou a contracenar com o intérprete de 007, Sean Connery, em “Cuba” (1979). Mas aos poucos tomou o rumo da TV, onde apareceu em dezenas de produções, inclusive nas célebres séries “Doctor Who” e “O Prisioneiro”, antes de dar uma pausa de 15 anos nas telas. Retornou apenas na década de 1990 para dar continuidade à longa filmografia. Entre seus trabalhos mais recentes estão o thriller “A Intérprete” (2005), de Sydney Pollack, estrelado por Nicole Kidman, o premiado “A Rainha” (2006), de Stephen Frears, que consagrou Helen Mirren, e “A Origem” (2010), de Christopher Nolan, com Leonardo DiCaprio.

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  • Etc

    Sacha Baron Cohen engana extremistas com pegadinha musical

    28 de junho de 2020 /

    Sacha Baron Cohen voltou a aprontar. No sábado (27/6), o intérprete de Borat e Bruno se disfarçou de cantor caipira barbudo numa convenção da extrema direita americana no Estado de Washington, onde liderou uma cantoria racista. A participação foi gravada e viralizou nas redes sociais, especialmente entre os que reconheceram o ator e aproveitaram para trollar os manifestantes. A aparição não rendeu maiores explicações, mas pode significar o resgate da produção de “Who Is America?”, programa de pegadinhas do canal pago Showtime, que arranjou várias polêmicas com políticos e líderes da direita americana em seus episódios iniciais, exibidos em 2018. Nem os representantes de Cohen nem do Showtime se manifestaram, após o disfarce do ator ser descoberto. O evento que ele invadiu foi o March For Our Rights a favor do armamentismo, feito para contra-atacar o movimento March for Our Lives, de estudantes que criticam a facilidade de acesso às armas nos EUA, criado em resposta ao massacre da Parkland High School na Flórida, em 2018. Diante de cerca de 500 manifestantes do grupo Washington 3%, considerado uma milícia armada de supremacistas brancos pela esquerda, Cohen cantou uma música pedindo ao público que atacassem os liberais, a CNN, a Organização Mundial de Saúde, Barack Obama, Hillary Clinton, o Dr. Anthony Fauci, Bill Gates, o vírus chinês e todos que usam máscaras. A multidão aplaudiu a letra, além das provocações anti-semitas e anti-asiáticas inseridas pelo humorista para convencer a plateia a se envolver na cantoria. Veja o vídeo abaixo.

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  • Série

    Simpsons, Família da Pesada, Big Mouth e Central Park trocam dubladores brancos de personagens negros

    27 de junho de 2020 /

    Várias produtoras e canais de séries animadas americanas anunciaram que não utilizarão mais atores brancos para dublar personagens negros ou de outras etnias. A decisão foi resultado de uma súbita conscientização causada pelo questionamento do racismo estrutural, que virou pauta urgente, após o assassinato de George Floyd por policiais brancos e o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) tomar as ruas dos EUA. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate foram quem chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas, na quarta passada (24/6), como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). “Este é um momento para reconhecer nossos atos de cumplicidade”, postou Kristen Bell nas redes sociais. Aqui está um dos meus. Interpretar a personagem Molly em ‘Central Park’ mostra uma falta de consciência do meu privilégio generalizado. A escalação de um personagem mestiça com uma atriz branca prejudica a especificidade da raça mista e da experiência dos negros americanos”, apontou. “Estava errado e nós, da equipe do ‘Central Park’, estamos comprometidos em fazer a coisa certa”, continuou Bell. “Fico feliz em renunciar a esse papel e passá-lo a alguém que possa dar uma interpretação muito mais precisa e me comprometerei a aprender, crescer e fazer minha parte por maior igualdade e inclusão”. Em uma declaração conjunta, a equipe do programa da plataforma Apple TV+ tentou justificar a escolha da atriz, que esteve no elenco da série “desde quase o primeiro dia de desenvolvimento do programa – antes mesmo de haver uma personagem para ela interpretar – e desde então ela apresentou uma performance engraçada, sincera e bonita”. “Mas, após reflexão, Kristen, junto com toda a equipe criativa, reconhece que a escalação da personagem Molly é uma oportunidade de obter uma representação correta – escalar uma atriz negra ou de raça mista e dar a Molly uma voz que ressoe com todas as nuances e experiências da personagem como a desenhamos”, continuam. Kristen Bell, porém, continuará a ser parte da série, dublando uma nova personagem que será introduzida na 2ª temporada, enquanto a interpretação de Molly passará para outra atriz. Já Jenny Slate perdeu o emprego, após decidir parar de interpretar Missy em “Big Mouth”, da Netflix. “No começo do programa, eu raciocinei comigo mesma que era admissível que eu interpretasse Missy porque a mãe dela é judia e branca — assim como eu”, afirmou a atriz em sua conta no Instagram. “Mas Missy também é negra, e personagens negros em programas animados devem ser interpretados por pessoas negras”, acrescentou. As decisões das duas atrizes criaram um efeito cascata. Na sexta (26/6), o ator Mike Henry, também branco, anunciou que deixaria de dublar o personagem negro Cleveland Brown na popular série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy), da rede Fox. “Foi uma honra interpretar Cleveland por 20 anos. Eu amo esse personagem, mas pessoas de cor (não brancas) devem interpretar os personagens de cor. É por isso que estou deixando o papel”, escreveu ele no Twitter. Além do personagem aparecer em “Uma Família da Pesada”, ele também estrelou sua própria série, “The Cleveland Show”, por quatro anos, exibida entre 2009 e 2013. A iniciativa de Henry, por sua vez, repercutiu em outra série da Fox, que se viu forçada a repensar sua atitude pouco responsável em relação à escalação de seus papéis. “Os Simpsons”, que já tinha um problema histórico com Apu, finalmente deu o braço a torcer, anunciando também na sexta que não escalaria mais atores brancos para interpretar personagens de minorias étnicas. “A partir de agora ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos representando personagens que não são brancos”, informou uma nota sucinta da Fox. O anúncio, na verdade, é bem tardio. Em janeiro, o ator branco Hank Azaria já tinha dito que não dublaria mais o comerciante indiano Apu, após a representação racista do personagem ter ganhado até documentário – “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas do sul da Ásia. Azaria tinha ficado incomodado com a forma escolhida pelos produtores de “Os Simpsons” para lidar com o questionamento racial. O tema virou piada, num episódio exibido em 2018 que criticou a forma como situações “inofensivas no passado” tinham virado “politicamente incorretas”. O fato é que, neste caso, “Os Simpsons” não previram o futuro e quase foram atropelados pela História. A mudança tardia de atitude agora deve afetar também o personagem do Dr. Hibbert, médico negro interpretado pelo ator branco Harry Shearer. Assim como Azaria (voz de Moe e do Comic Book Guy), Shearer dubla vários personagens e deve permanecer na série como o Sr. Burns, Ned Flanders e o diretor Skinner.

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  • Etc

    Disney coloca princesa Tiana no lugar de A Canção do Sul em seus parques

    25 de junho de 2020 /

    A princesa Tiana, protagonista da animação “A Princesa e o Sapo” (2009), vai ganhar uma nova atração nos Parques da Disney na Califórnia e na Flórida. Em anúncio desta quinta (25/6), a empresa revelou que ela será o novo tema de uma montanha-russa, substituindo a homenagem dos parques ao filme “A Canção do Sul”, de 1946, considerado racista por seu retrato romantizado da escravidão nos Estados Unidos. “A Canção do Sul” já tinha ficado fora do Disney+ (Disney Plus) pelos mesmos motivos. De acordo com o comunicado, a Disney vinha trabalhando para renovar o tema da atração desde o ano passado, destacando na primeira princesa negra do estúdio. Após os assassinatos de George Floyd e Breonna Taylor — duas pessoas negras mortas por policiais negros nos EUA —, a pressão pela retirada de referências à “A Canção do Sul” dos parques se intensificou nas redes sociais. O filme do século passado venceu o Oscar por sua canção “Zip-a-Dee-Doo-Dah”, que se tornou muito popular. Na história, um garoto vai visitar a plantação de sua avó após a Guerra Civil nos EUA. Diversas críticas são feitas ao filme pela forma como retrata as pessoas negras e o próprio período histórico. Na época do lançamento do Disney+ (Disney Plus), Bob Iger, então CEO da Disney, afirmou que o filme “não era apropriado ao mundo de hoje, nem com ressalva ou aviso para o público”.”É difícil, dadas as representações em filmes como esse, divulgá-lo sem, de alguma forma ou outra, ofender as pessoas, por isso decidimos não disponibilizá-lo”, ele explicou no ano passado. Carmen Smith, executiva de desenvolvimento criativo e estratégias inclusivas da Walt Disney Company, afirmou ter ficado incrivelmente orgulhosa de ver o novo passeio ganhar vida: “É importante que nossos convidados possam se ver nas experiências que criamos”. A produtora criativa sênior que liderou o projeto, Charita Carter, também comemorou o resultado: “Como a princesa Tiana, acredito que coragem e amor são os principais ingredientes para aventuras maravilhosas. Estou muito satisfeita por fazer parte de trazer essa experiência divertida aos nossos visitantes”. Tanto Charita Carter quanto Carmen Smith são mulheres negras que lideram setores criativos da Disney.

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