Atriz de Supernatural viverá filha de Damien Darhk em Legends of Tomorrow
A atriz Courtney Ford (séries “Dexter”, “True Blood” e “Supernatural”) terá um papel recorrente na 3ª temporada de “Legends of Tomorrow”. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, ela viverá uma das principais antagonistas do grupo de heróis: a filha de Damien Darhk (Neal McDonough). Darhk tinha realmente uma filha em suas primeiras aparições na série “Arrow”. Mas era uma criança e se chamava Nora Darhk. A personagem de Ford, além de ser adulta, está sendo chamada de Eleanor. Mas pode muito bem ser a mesma pessoa, vinda do futuro e com um pseudônimo – vale lembrar que a série combina super-heróis e viagens no tempo. “Eleanor” será apresentada no quinto episódio da nova temporada e a EW a descreve como uma mulher inteligente e muito manipuladora, capaz de dizer às pessoas exatamente o que querem ouvir para ficar em vantagem. Apesar da aparência inocente, seria extremamente perigosa e possui um charme macabro, que lhe rende uma comparação à Wandinha Addams adulta. A escalação embute mais uma curiosidade. Courtney Ford é casada na vida real com o ator Brandon Routh, que interpreta Ray Palmer na série. E, aproveitando-se disto, a trama explorará uma atração do herói por Eleanor, apesar de suas maquinações maléficas. Ela não virá sozinha. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), o produtor Marc Guggenheim revelou que Neal McDonough voltaria a viver Darhk em “Legends of Tomorrow”. “Será o Darhk posterior à ‘Arrow’. Vamos encontrá-lo depois que ele é morto. Achamos uma forma divertida de trazê-lo de volta”, disse o produtor. Não só isso. Darhk voltará como líder de um novo grupo de supervilões, diferente da Legião do Mal recrutada por Zoom. A 3ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 10 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Jared Leto estaria furioso com a ideia de um filme do Coringa com outro ator
As fontes anônimas que alimentaram o site The Hollywood Reporter com a informação de que Leonardo DiCaprio estaria cotado para estrelar um filme solo do Coringa podem ter conseguido seu objetivo. Várias publicações de fofoca – geeks e noveleiras – estão afirmando que o ator Jared Leto ficou irritadíssimo com os boatos. Segundo a própria reportagem do THR, Leto “deixou sua insatisfação clara sobre múltiplos Coringas com os agentes que o representam”, e uma agência rival estaria usando essa “falha” dos representantes do ator para tentar atraí-lo para sua lista de clientes. Ou seja, causa e efeito. Um boato bem plantado pode render negócios em Hollywood. Ou apenas outro boato refletindo o boato original. Fato ou invenção, o filme solo do Coringa não foi confirmado pela Warner, que, por outro lado, confirmou a produção de “Esquadrão Suicida 2” e “Coringa vs. Arlequina”, ambos com Leto no papel do Palhaço do Crime.
Leonardo DiCaprio estaria cotado para viver o Coringa em filme produzido por Martin Scorsese
Leonardo DiCaprio está sendo cotado para viver o Coringa no filme solo do vilão, informou o site da revista The Hollywood Reporter. A preferência teria relação com o produtor do longa, o cineasta Martin Scorsese, com quem DiCaprio já filmou cinco longa-metragens. Caso o boato se confirme, a contratação de DiCaprio mudaria toda a concepção conhecida da produção. Quando os planos da Warner Bros. vieram à tona, falava-se num ator mais jovem e que se encaixasse “dentro do orçamento” para um filme de origem. A trama do novo longa, ainda sem previsão de lançamento, seria passada em Gotham City durante os anos 1980. Mas vale observar que a notícia é especulativa e parte de uma teoria de conspiração de fonte anônima. Segundo a fonte informou e o THR publicou, sem destacar que é um rumor, a ideia de contratar Scorsese como produtor seria apenas uma artimanha para trazer DiCaprio a bordo. Detalhe: Scorsese não assinou (ainda?) contrato com o estúdio para participar do projeto. Além disso, apesar do nome de Scorsese estar em evidência, o cineasta contratado para comandar o longa, na verdade, é completamente diferente: Todd Phillips, diretor de comédias, mais conhecido pela franquia “Se Beber Não Case!”. Phillips também está escrevendo o roteiro, em parceria com Scott Silver (“8 Mile: Rua das Ilusões”). A notícia plantada pelo THR ainda insiste que o filme de Batman que Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) irá dirigir não fará parte da continuidade do Universo DC e nem terá Ben Affleck no papel principal, afirmações já negadas oficialmente por todas as partes – Warner, Affleck e Reeves. A Warner tampouco se pronunciou sobre este filme do Coringa, que inauguraria um projeto de filmes de prestígio sobre os personagens da DC Comics, concebidos como as graphic novels da editora nos anos 1980, criadas por autores renomados e fora da cronologia das publicações convencionais. Desta forma, enquanto Jared Leto continuaria a ser o Coringa nos filmes do Universo DC – em “Esquadrão Suicida 2” e num longa sobre o Coringa e a Arlequina – , outro ator interpretaria o personagem neste projeto. Fontes anônimas tem tradição em causar polêmicas sobre projetos da Warner. Uma delas, inclusive, vociferou – e ganhou eco em grande parte da mídia – sobre como o estúdio considerava o filme da “Mulher-Maravilha” desastroso e um fracasso à espera da estreia. Uma mentira que ganhou repercussão da mídia geek. O THR tem seu próprio blog geek, chamado de Heat Vision, e é de lá que vem o novo rumor, que potencialmente criará problemas para o estúdio em relação a Jared Leto.
Ator de Piratas do Caribe vai viver Robin na série dos Novos Titãs
A série baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs definiu o intérprete de Dick Grayson, o Robin original e fundador da primeira versão dos Titãs nas publicações da DC Comics. O ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) foi escalado no papel principal da produção. “Dick Grayson é um dos heróis mais importantes e icônicos no Universo da DC e não foi fácil encontrar seu intérprete, mas nós conseguimos. Brenton tem a profundidade emocional e a presença física do antigo protegido de Batman e do futuro líder dos Titãs. Temos sorte dele ter escolhido trazer seus talentos para este projeto e esse personagem”, disse Geoff Johns, presidente da DC Entertainment, em comunicado. O comunicado não explica se ele viverá Robin ou Asa Noturna em “Titans”. Querendo se distanciar de Batman e provar que não era mais um menino, ele assumiu a identidade de Asa Noturna nos anos 1980. A sinopse da série, por sinal, alude à este momento sem se aprofundar. Segundo o texto oficial da produção, série dos Titãs vai seguir um grupo de jovens super-heróis recrutados em todos os cantos do Universo DC Universe. A história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e outros. Com 28 anos, Thwaites é um pouco velho para viver o Robin de 13 anos (ou 16 anos, na revisão dos reboots) que formou a Turma Titã clássica, e até mesmo o Asa Noturna, que teria 21 anos na cronologia dos “Novos 52”. Fisicamente, ele também é bem diferente de Dick Grayson. Embora devesse ser, o ator não é o mais velho da equipe. A intérprete de Estelar estará com 30 anos quando a série for exibida. Para quem não lembra, Asa Noturna e Estelar formam um casal nos Novos Titãs. Thwaites é o segundo australiano do elenco. A primeira foi a atriz Teagan Croft, de apenas 13 anos, o que animou os fãs dos quadrinhos pela preocupação etária dos produtores, logo abandonada nas contratações seguintes. Intitulada “Titans”, a série está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, pontos baixos de uma carreira em franca decadência. Sua genialidade promete um novo fenômeno, desta vez em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A participação de Berlanti, por exemplo, já garantiu que a ruiva Estelar seja interpretada por uma atriz negra, como é regra nas séries de super-heróis que ele produz – veja-se Jimmy Olsen, Miss Marte (ambos em “Supergirl”), Iris West e Kid Flash (em “The Flash”). A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo de heróis adolescentes para combater o crime, adotando o nome “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. “Titans” será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming.
Atitude de Ed Skrein, que desistiu de filme para não viver papel asiático, chacoalha Hollywood
A decisão de Ed Skrein (“Deadpool”) de desistir de um papel no reboot de “Hellboy”, diante da reação das redes sociais à sua escalação como um personagem que originalmente era asiático nos quadrinhos, pode ter grande influência no futuro das adaptações cinematográficas. A revista Entertainment Weekly entrevistou alguns diretores de casting de Hollywood e verificou que a repercussão deve mudar o modo como o cinema escala seus atores. Skrein tinha sido contratado para viver o Major Ben Daimio, um personagem de descendência japonesa nos quadrinhos. Branco e britânico, ele não não tinha nada em comum com o papel e, ao entender a reação do público, percebeu que também estava tirando uma oportunidade de trabalho de um ator asiático – e papéis para asiáticos são bastante escassos em Hollywood. “É claro que a representação deste personagem de uma maneira culturalmente precisa tem significado para as pessoas, e vi que negligenciar essa responsabilidade continuaria uma tendência preocupante para obscurecer histórias e vozes de minorias étnicas nas Artes”, escreveu Skrein no Twitter, justificando sua decisão de abandonar o longa. “É nossa responsabilidade tomar decisões morais em tempos difíceis e dar voz à inclusão”. “Agora, acho que todos tiveram um chamado para despertar… Esta discussão é incrivelmente saudável, e acho que já foi muito adiada”, disse a diretora de casting Lucinda Syson, que escalou Skrein no papel principal de “Carga Explosiva: O Legado”(2015). “Ele vai ser sempre lembrado por simbolizar a representação autêntica na tela”, completou o diretor de casting Russell Boast (série “Chance”), que dirige o comitê de diversidade da Casting Society of America. “Eu acho que sua decisão vai ressoar com muitos atores que nunca pensaram em recusar papéis e protestar contra este jogo de embranquecimento que está sendo jogado”. O embranquecimento de personagens (whitewashing, em inglês) é um hábito histórico de Hollywood. Mas se no passado ninguém reclamava de ver Charleton Heston como um mexicano ou hebreu, nos últimos anos a autenticidade na representação étnica tem sido bastante cobrada. Escalações equivocadas não têm mais passado em branco, gerando reclamações cada vez mais barulhentas. Seja Emma Stone como uma personagem de ascendência chinesa em “Sob o Mesmo Céu” (2015) ou Scarlett Johansson interpretando o papel principal de “A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell” (2017), uma japonesa colocada dentro do corpo de uma mulher branca, literalmente apagando sua identidade cultural original. Entretanto, até Skrein tomar sua atitude, nenhum ator optou por se afastar desse tipo de papel, e os cineastas também aceitaram as escolhas de casting, argumentando com freqüência que Hollywood não tem estrelas de cinema asiáticas. De acordo com Julia Kim (“O Protetor”), uma rara diretora de casting asiática, a decisão de Skrein vai levar outros atores a refletirem se vale a pena se desgastar em defesa de sua escalação racialmente incorreta num filme. “Ele poderia ter realmente se beneficiado com um grande papel como esse em um grande filme. Mas também teria sido uma atenção negativa, e esta é uma atenção positiva… De certa forma, sua decisão transferiu a responsabilidade para os próprios atores e corrigiu o problema de dentro para fora. Isso define uma plataforma, que os outros atores podem ou não seguir, mas não terão mais como evitar”. Em outras palavras, a decisão de Skrein, juntamente com a explicação de sua atitude nas redes sociais, torna mais difícil para outros atores se defenderem diante de suas escalações equivocadas. Uma coisa é os fãs assinarem petições e criarem campanhas para a representação correta de personagens asiáticos ou de outras etnias no cinema. Outra bem diferente é quando um ator chama a responsabilidade para si e dá um exemplo. Isso também vale para os estúdios, especialmente os que estão por trás de franquias que podem perder fãs por insistirem no embranquecimento. Vale lembrar que até o produtor asiático Roy Lee chegou a defender a versão americana de “Death Note”, dizendo que a adaptação tinha transportado a trama para os Estados Unidos e, por isso, fazia sentido que o papel principal fosse interpretado por Nat Wolff. Entretanto, esta “adaptação” não tirou da trama o personagem de Ryuk, que é um shinigami, um espírito que só existe na cultura japonesa, e que foi interpretado por um ator branco, Willem Dafoe. Skrein já mudou a cabeça dos produtores de “Hellboy”, Larry Gordon e Lloyd Levin, que, se antes não viam problema em escalar um inglês como o Major Ben Daimio, agora divulgaram um comunicado afirmando que se comprometeriam a encontrar um ator asiático para o papel. “Não foi nossa intenção ser insensível às questões de autenticidade e etnia”, disseram eles, “e vamos procurar reformular a parte com um ator mais consistente com o personagem no material de origem”. O que a reportagem da Entertainment Weekly negligencia – de forma muito conveniente, por sinal – é que essa mesma insensibilidade racial tem sido usada na substituição sistemática de personagens brancos por intérpretes negros nas adaptações de quadrinhos, especialmente nas séries de TV. Em todas as produções de Greg Berlanti, à exceção do protagonista de “Riverdale”, os personagens ruivos dos quadrinhos são vividos por atores negros. Entretanto, quando os roteiristas decidem criar personagens inéditos para as mesmas séries, optam invariavelmente por conceber novos papéis para brancos. E se a Marvel transformou o asiático O Ancião na britânica Tilda Swinton em “Doutor Estranho”, também fez a nórdica Valquíria ganhar a interpretação da atriz negra Tessa Thompson no vindouro “Thor: Ragnarok”, com direito aos mesmos equívocos culturais – no caso da Valquíria, uma longa tradição viking, com reflexo até nas óperas de Richard Wagner. Que tal refletir sobre isto, também?
Série dos Inumanos ganha novos vídeos com cenas de bastidores e traição
A Marvel divulgou dois novos vídeos da série “Inhumans”, baseada nos quadrinhos dos Inumanos, que será a primeira coprodução entre uma rede de TV e a rede de cinemas IMAX. Um deles é um comercial que foca o conflito entre os personagens, destacando a traição de Maximus (Iwan Rheon, da série “Game of Thrones”) contra seu irmão Raio Negro (Anson Mount, da série “Hell on Wheels”) e demais integrantes da família real. O outro é um vídeo de bastidores, que destaca como todos pareciam animados com a produção, em especial o diretor Roal Reiné (“Atrás das Linhas Inimigas 4: Missão África”). Especialista em continuações de baixo orçamento para o mercado de vídeo, os primeiros episódios da série serão seus trabalhos de maior projeção. Com oito episódios em sua 1ª temporada, “Inhumans” é baseado em personagens criados por Stan Lee e Jack Kirby nos anos 1960 e tem estreia marcada para o dia 29 de setembro na ABC, mas os dois capítulos iniciais serão exibidos antes, no dia 31 de agosto, nas salas de cinema IMAX dos Estados Unidos. O canal pago Sony exibirá a série no Brasil.
Evangeline Lilly revela primeira foto como a super-heroína Vespa
A atriz Evangeline Lilly divulgou em seu Twitter a primeira foto do set de “Homem-Formiga e a Vespa”, revelando seu uniforme como a heroína do título. Na legenda, ela homenageou Jack Kirby, que criou o visual da personagem nos quadrinhos e estaria completando 100 anos de nascimento. A imagem é o primeiro registro da atriz usando o traje da Vespa. E é possível reparar que a vestimenta é diferente do uniforme original (de sua mãe) visto na cena pós-créditos de “Homem-Formiga”. Mais escuro, ele não inclui a cor amarela que caracteriza a Vespa nos quadrinhos. Entretanto, pode ser apenas um protótipo, uma vez que artes conceituais do filme (veja aqui) mantém o visual tradicional, igual ao traje da cena pós-créditos. Entre as novidades da continuação estão confirmadas as presenças de Laurence Fishburne (“Matrix”, série “Hannibal”) e Michelle Pfeiffer (“A Família”), respectivamente como o Dr. Bill Foster, também conhecido como o herói Golias Negro, e Janet Van Dyne, a Vespa original. Outros atores confirmados são Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Randall Park (protagonista da série de comédia “Fresh Off the Boat”) e Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), intérpretes de Sonny Burck, CEO da empresa Cross Technologies, do agente da SHIELD Jimmy Woo e da vilã Fantasma, uma hacker brilhante capaz de ficar invisível – e que é um homem nos quadrinhos do Homem de Ferro. Eles se juntam a Paul Rudd e Evangeline Lilly, que vivem o Homem-Formiga e a Vespa, e outros personagens importantes do primeiro filme, como Hank Pym (interpretado por Michael Douglas), Luis (Michael Peña), Dave (T.I.), Maggie Lang (Judy Greer) e Cassie (Abby Ryder Fortson), a filha de Scott Lang, a identidade civil do Homem-Formiga. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Teaser de personagens da série do Justiceiro inclui Karen Page
O Twitter oficial da série do Justiceiro (Punisher) divulgou um novo vídeo bastante revelador. Para começar, o teaser destaca os personagens da série, e entre eles está Karen Page. A ex-assistente de Matt Murdock, que se tornou repórter investigativa, não fará apenas uma participação especial. De acordo com o IMDb, sua intérprete, a atriz Deborah Ann Woll, fará parte do elenco fixo da atração. Com isso, a nova série evoluiu de forma mais assumida como um spin-off de “Demolidor”. Ou seja, não será um prólogo que conta como Frank Castle (Jon Bernthal) virou o Justiceiro, mas uma continuação dos eventos vistos na 2ª temporada de “Demolidor”. O elenco contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible/O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. O vídeo também inclui outra revelação: os títulos dos episódios da 1ª temporada estão incluídos na prévia em código morse. A atração tem roteiros e produção de Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como a própria prévia deixa claro. Fall in. pic.twitter.com/nq7kxyidIC — The Punisher (@ThePunisher) August 28, 2017
Foto da 2ª temporada de Luke Cage revela “braço biônico” de Misty Knight
A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da 2ª temporada de “Luke Cage”, uma das séries de super-heróis da Marvel produzidas pela Netflix. A imagem reflete os acontecimentos de “Os Defensores” e mostra que o braço amputado da detetive Misty Knight (Simone Missick) foi substituído por uma prótese. Por sinal, a personagem já está confortável com o membro artificial, pois aparece segurando uma arma, ao lado de Luke Cage (Mike Colter). Nos quadrinhos, a personagem tem um braço biônico superpoderoso, que foi criado por Tony Stark. Além de lhe dar uma força sobre-humana, o “braço de ferro” também inclui explosões de energia, campos de gravidade e até mesmo a possibilidade de controlar robôs. Segundo a publicação, a Marvel está mantendo em segredo se o braço de Misty é biônico e se há envolvimento de Stark em sua criação. Por curiosidade, recentemente, uma empresa americana real desenvolveu próteses para crianças que lembram a armadura do Homem de Ferro. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 2018 na Netflix.
Veja a primeira foto de Tom Welling na série Lucifer
A Fox divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira foto de Tom Welling (o Clark Kent de “Smallville”) na 3ª temporada de “Lucifer”. Ele vai viver mais um personagem que não existe nos quadrinhos em que a série supostamente se baseia: Marcus Pierce, que se tornará rival de Lucifer (Tom Ellis). De acordo com a descrição oficial, trata-se de “um renomado oficial de polícia que é tudo que Lucifer não é: estrategista, reservado e respeitado. Mas talvez a parte mais irritante seja o que eles têm em comum. Ambos são charmosos, carismáticos e infernalmente bonitos. Quando Pierce começa a desenvolver uma conexão com a detetive Decker (Lauren German), as características infernais de Lucifer começam a aparecer”. Com cada vez menos semelhanças com a publicação da Vertigo (divisão adulta da DC Comics) que a nomeia, “Lucifer” volta a exibir episódios inéditos no dia 2 de outubro nos Estados Unidos. Já a exibição nacional está tão atrasada que a série só vai estrear sua 1ª temporada no Brasil em 18 de setembro, no canal pago Universal.
Ed Skrein desiste de Hellboy após protestos contra nova escalação de ator branco em papel asiático
A escalação do ator britânico Ed Skrein (“Deadpool”) em “Hellboy”, para viver o Major Ben Daimio, personagem asiático nos quadrinhos, gerou protestos e acusações de embranquecimento nas redes sociais. Sentindo-se pressionado, o ator foi ao Twitter anunciar que tinha desistido do papel. Skrein publicou uma mensagem pedindo desculpas aos fãs dos quadrinhos. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, revelou o ator. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. Agora, os produtores procuram um novo intérprete para o personagem. Por enquanto, o longa tem confirmados apenas David Harbour (série “Stranger Things”) como o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu , assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deve começar a ser filmado já em setembro, mas ainda não tem data de estreia prevista. pic.twitter.com/8WoSsHXDFO — Ed Skrein (@edskrein) August 28, 2017
Bruce Wayne vira vigilante mascarado no novo trailer legendado de Gotham
A rede americana Fox divulgou o novo trailer da 4ª temporada de “Gotham”. Legendada por fãs, a prévia revela Bruce Wayne (David Mazouz) adotando máscara e capuz pretos para se tornar um vigilante de Gotham City, dando sequência à sua transformação em Batman. Segundo o ator Ben McKenzie (intérprete de James Gordon), a segunda parte da temporada irá adaptar “Batman: Ano Um” (Batman: Year One), de Frank Miller e David Mazzucchelli, que lida justamente com o começo da carreira de Batman – e da Mulher-Gato. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a série acompanha o começo da carreira do Comissário Gordon, em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato (Camren Bicondova), do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Hera Venenosa (Maggie Geha), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Pôsteres registram clima sombrio da 2ª temporada de Riverdale
A rede CW divulgou dois pôsteres da 2ª temporada de “Riverdale”, que reflete o clima sombrio dos novos episódios, após a tentativa de assassinato do pai de Archie (K.J. Kapa). Ambas as artes destacam o Diner onde o assalto aconteceu em cenas noturnas. Um dos cartazes reúne o elenco à frente da lanchonete e o outro mostra o local depredado. A 2ª temporada da série que dominou o Teen Choice Awards 2017, estreia em 11 de outubro nos Estados Unidos.












