Diretor de Death Note deleta conta do Twitter após ameaças de morte
O diretor Adam Wingard deletou sua conta no Twitter, sem fazer alarde. De acordo com o site ComicBook, o motivo foram as ofensas e ameaças de morte que ele recebeu desde que começou a trabalhar em “Death Note”, adaptação americana do cultuado mangá criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. Em entrevista ao Yahoo Movies no final de agosto, Wingard disse não levar ameaças a sério. Mas parece que o nível baixou ainda mais após a disponibilização do filme na Netflix. “Críticas sobre o filme são diferentes de ficar xingando cineastas no Twitter”, escreveu ele em postagem na rede social, antes de deletar sua conta. O filme foi destruído pela crítica, com apenas 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e integra uma leva de adaptações de mangás que escala atores americanos em papéis asiáticos e tenta justificar a medida com uma simples mudança de locação, sem, entretanto, alterar os elementos culturais japoneses da trama. A história do estudante Light Yagami (Light Turner na versão americana), que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele, já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão. Os próximos trabalhos de Adam Wingard também tem relação com o cinema asiático. Ele foi anunciado como diretor do remake do thriller sul-coreano “I Saw the Devil” e do filme de monstros “Godzilla vs. Kong”.
Filme da Turma da Mônica Jovem escala intérprete de Denise
O filme com atores da “Turma da Mônica Jovem” apresentou sua segunda personagem durante a Bienal do Livro do Rio. Trata-se de Denise, que chegou nas redes sociais, que serão atualizadas até o lançamento do filme no começo de 2019. Veja abaixo os primeiros posts do Instagram. A personagem é interpretada por Carol Amaral. E, fiel aos quadrinhos, vai falar em suas redes no YouYube e Instagram sobre assuntos como moda, estilo e beleza, além de interagir com os seguidores – mas cuidado, ela é fofoqueira! – e com a Ramona, a primeira personagem da “Turma da Mônica Jovem” a dar as caras – lá em dezembro de 2016! A personagem inspirada na bruxinha Ramona, que tem destaque na edição 100 da “Turma da Mônica Jovem”, é vivida por Amanda Torre, e mantém um canal exotérico no YouTube. Até o fim do ano, novos personagens de Turma da Mônica Jovem devem ser introduzidos, com seus próprios canais na internet. Além do filme da “Turma da Mônica Jovem”, também está sendo desenvolvido um longa com atores mirins baseado na história em quadrinhos “Laços”, estrelada pela Turma da Mônica tradicional. Nenhum dos dois filmes tem previsão de estreia definida. Uma publicação compartilhada por Denise Real Oficial (@supremedenise) em Ago 25, 2017 às 9:37 PDT Botei a cara NO SOL, manaaaaaaaas! Agora ninguém segura meu brilho! Uma publicação compartilhada por Denise Real Oficial (@supremedenise) em Set 10, 2017 às 3:01 PDT
Arsenal vai voltar a aparecer em Arrow
O ator Colton Haynes revelou que voltará a vestir o capuz vermelho de Arsenal em breve, na série “Arrow”. Respondendo a um fã no Twitter, que reclamou estar com saudade de Roy Harper na série, o ator escreveu: “Roy estará de volta em breve”. Não só isso, mas ele também tuitou uma foto antiga, em que aparece ao lado do elenco original da série. Mas depois apagou. Por enquanto, não há maiores pistas sobre como o retorno do personagem acontecerá. Haynes deixou a produção ao final da 3ª temporada, em 2015, e, desde então, apareceu apenas em um episódio da 4ª temporada, no ano passado. Recentemente, o ator também retornou para outra série que havia abandonado, participando do arco final de “Teen Wolf”. “Arrow” retorna com sua 6ª temporada em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Novo teaser do Justiceiro registra cena de ação militar
A Netflix divulgou um novo teaser de “Justiceiro” no perfil oficial da série no Instagram. O vídeo mostra uma operação militar acontecendo dentro de uma casa escura. A imagem esverdeada é característica do registro feito através de visor para ação noturna. “Tudo virá à luz eventualmente”, diz o texto que acompanha o vídeo. Uma imagem anterior já tinha mostrado o protagonista com uniforme militar. A sequência abaixo também deve ser de um flashback do período em que Frank Castle (Jon Bernthal) serviu na Marinha americana. Na versão original dos quadrinhos, ele era um marine (fuzileiro naval) veterano da Guerra do Vietnã. Mas a história deve ser atualizada para refletir a idade de seu intérprete, tornando-o integrante dos Navy Seal durante um dos conflitos recentes dos Estados Unidos no Oriente Médio. Seu treinamento militar é o que o torna tão letal. Além de Jon Bernthal, a série contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como os primeiros teasers deixaram claro. Everything will come to light eventually. Uma publicação compartilhada por The Punisher (@thepunisher) em Set 10, 2017 às 10:47 PDT
Mulher-Maravilha 2 faz de Patty Jenkins a diretora mais bem-paga de todos os tempos
A cineasta Patty Jenkins fechou oficialmente com a Warner Bros para voltar ao comando da franquia da “Mulher-Maravilha”. E as condições do novo contrato representam um avanço significativo em relação ao US$ 1 milhão que ela recebeu para dirigir o filme da super-heroína. De fato, a assinatura a transformou na diretora mais bem-paga de todos os tempos. Estúdio e diretora só entraram em acordo após longa e dura negociação, que renderá a Jenkins, segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, algo entre US$ 7 e US$ 9 milhões para dirigir e escrever a continuação de “Mulher-Maravilha”. Além disso, ela será creditada como produtora e receberá parte dos lucros do filme nas bilheterias – o que pode lhe render uma fortuna, se a continuação repetir o fenômeno do primeiro filme. Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha” como um substituta de Michelle McLaren, escolha original da Warner, que deixou o projeto alegando diferenças criativas. Mas se tornou uma figura indispensável para o sucesso da produção, junto com a estrela Gal Gadot, realizando pequenos ajustes na trama e participando de toda a divulgação do lançamento. Receosa, a Warner só havia a contratado para o primeiro filme. Mas quando “Mulher-Maravilha” se tornou um sucesso imediato, rendendo mais de US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, o estúdio tratou de abrir negociações para que ela continuasse na franquia. Foram cerca de três meses de reuniões, até o acordo ser finalizado. Em termos de comparação, a diretora mais bem paga até então, Nancy Meyers, chegou a ganhar US$ 5 milhões no auge de sua carreira. Por conta disso, “Mulher-Maravilha” também se tornou um marco para o empoderamento feminino em seus bastidores, diminuindo a diferença entre os salários de homens e mulheres cineastas. O contrato de Jenkins, por sinal, é bastante similar ao assinado por Zack Snyder, após comandar “O Homem de Aço”, para assumir “Batman vs. Superman” e “Liga da Justiça”. Além da diretora, a atriz Gal Gadot também está confirmada em “Mulher-Maravilha 2”, que teve sua data de estreia programada para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.
Etta Candy fala sobre Steve Trevor em vídeo-bônus do Blu-ray de Mulher-Maravilha
A Warner Bros. Home Entertainment divulgou um bônus do Blu-ray de “Mulher-Maravilha”, que traz Etta Candy (Lucy Davis) falando sobre Steve Trevor (Chris Pine). O material consiste basicamente de um curto monólogo, em que Etta lembra o velho amigo, com um álbum de fotografias em seu colo, enquanto sua fala é interrompida repetidas vezes por cenas do filme – que ocupam a maior parte do vídeo. “Mulher-Maravilha” já está disponível para aluguel digital no Brasil. Já o Blu-ray e o DVD chegam em 26 de setembro.
Homem-Aranha: De Volta ao Lar supera Mulher-Maravilha em bilheteria mundial com ajuda da China
“Homem-Aranha: De Volta ao Lar” teve sua estreia na China no último fim de semana e superou expectativas, com uma arrecadação de US$ 70,8 milhões em seus primeiros três dias. Para se ter noção, os valores representam a terceira maior abertura de filme de super-herói no mercado chinês, atrás apenas de “Vingadores: A Era de Ultron” (2015), que fez US$ 115 milhões, e “Capitão América: Guerra Civil” (2016), com US$ 93 milhões. Com isso, o longa chegou a um total de US$ 495 milhões de bilheteria internacional e um total mundial de US$ 823 milhões, tirando a coroa de “Mulher-Maravilha” como o filme de super-herói de maior faturamento mundial de 2017. A produção da heroína da DC Comics fez US$ 816 milhões mundialmente. Para completar, o longa também se tornou o segundo mais bem-sucedido da franquia do Homem-Aranha. Apenas “Homem-Aranha 3” (2007), dirigido por Sam Raimi, rendeu mais: US$ 890 milhões há dez anos. O detalhe é que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ainda está em cartaz, inclusive no Brasil, e sua totalização ainda não encerrou.
Len Wein (1945 – 2017)
Morreu o autor de histórias em quadrinhos Len Wein, criador do Wolverine, na Marvel, e do Monstro do Pântano, na DC Comics. Ele faleceu no domingo (11/9), aos 69 anos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada. Desde março, a conta oficial de Wein no Twitter tem sido atualizada com publicações sobre o estado de saúde do artista. O post mais recente é de sábado e foi escrito pela mulher de Wein, Christine Valada. “Saí da minha última cirurgia. Tudo ocorreu muito bem”, escreveu ela, em nome do marido, no último tuíte. Nascido em 1948, Wein foi um dos maiores escritores dos quadrinhos. Ele começou sua carreira na DC Comics escrevendo a Turma Titã, em 1968. Pouco depois, criou com outro mestre, o artista Bernie Wrightson, o icônico Monstro do Pântano, que anos mais tarde seria o carro-chefe do lançamento da Vertigo, a linha de quadrinhos adultos da editora. Ele começou a trabalhar na Marvel no início dos anos 1970, onde criou Wolverine com os desenhistas John Romita Sr. e Herb Trimpe, durante o período em que escreveu a revista do Hulk. Mas seu trabalho de maior impacto costuma não receber os devidos créditos. Em 1975, ele decidiu reviver um dos títulos da Marvel que menos vendia e tinha sido cancelado há cinco anos. Ao lado do desenhista Dave Cockrum, Wein recriou os X-Men, reformando a equipe com a inclusão de novos personagens. Para começar, incluiu Wolverine na equipe, mas também acrescentou Tempestade, Noturno, Colossus e Passáro Trovejante. Eles se juntaram a alguns X-Men clássicos de Stan Lee e Jack Kirby na publicação, e em pouco tempo a revista se tornou a mais popular da Marvel, rendendo spin-offs com cada vez mais personagens até crescer a ponto de hoje ser responsável por um universo cinematográfico e até séries na Fox. Quando Chris Claremont assumiu os X-Men, levando-os ao seu ápice criativo, Wein voltou para a DC, mas em nova função. Contratado como editor, realizou outra revolução, ao abrir as portas a uma nova geração de escritores britânicos e histórias cada vez mais adultas, que mudaram o conteúdo dos quadrinhos de forma definitiva. Ele foi o editor, entre outras coisas, de “Watchmen” e responsável pela carreira de Alan Moore na DC Comics, começando pelas histórias do escritor no personagem que ele criou, o Monstro do Pântano. A influência de seu legado pode ser medida pela repercussão de sua morte nas redes sociais, que motivou tuítes sentidos, saudosos e elogiosos de gente tão diferente quanto Neil Gaiman, criador dos quadrinhos de “Sandman” na DC Comics/Vertigo e autor do livro que virou a série “American Gods”, Joss Whedon, o diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça”, Mark Millar, criador de “Kick-Ass” e “Kingsmen”, Hugh Jackman, o intérprete de Wolverine no cinema, entre inúmeros outros colegas e fãs de seu trabalho. “Len Wein foi o editor que trouxe os criadores britânicos para DC. Ele foi uma das melhores pessoas que conheci em 30 anos trabalhando em quadrinhos”, afirmou Gaiman. “Ele escreveu O Monstro do Pântano, O Vingador Fantasma & minhas histórias favoritas do Batman. Ele mostrou para um garoto de 12 anos que quadrinhos podiam ser literatura”, completou. “Co-criador de Wolverine & dos novos X-Men. Co-iniciador da era moderna dos quadrinhos com sua maior metáfora. E muito mais”, saudou Whedon. “Descanse em paz o grande Len Wein. Ele co-criou Wolverine & O Monstro do Pântano, dois personagens que me deram uma vida como escritor & prazeres imensuráveis como leitor”, escreveu Millar “Sou abençoado por tê-lo conhecido. Nos vimos pela primeira vez em 2008. Eu disse a ele que de suas mãos, coração e mente saiu o personagem mais icônico dos quadrinhos”, lembrou Jackman. “Len Wein era um dos caras mais acolhedores e uma das lendas dos quadrinhos. Percebi isso quando entrei na DC, há oito anos”, disse Diane Nelson, presidente da DC Entertainment. “Ele escreveu e editou quase todos os quadrinhos de personagens centrais da DC. Eu, a empresa e a indústria como um todo vamos sentir sua falta”.
Dwayne Johnson revela projeto com diretor de It: A Coisa
O ator Dwayne Johnson indicou que está trabalhando em um projeto com Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa”. Em um post no Instagram, o ator elogiou o terror e revelou que os dois vão “se divertir trabalhando juntos mais adiante”. Confira abaixo. Obviamente, o post deixou a blogosfera geek em polvorosa. As especulações vão desde a escalação de Dwayne Johnson na continuação de “It”, como a versão adulta de um dos meninos do filme, e até a contratação de Muschietti para a direção de “Adão Negro”, filme da DC que tem Johnson como protagonista, mas ainda não anunciou seu diretor. Por sinal, Muschietti também já foi cotado para o filme da “Liga da Justiça Sombria”, mas nada foi confirmado. Atualmente, Johnson está filmando o thriller de ação “Skyscraper” e em seguida embarca em “Jungle Cruise”, enquanto Muschietti prepara a continuação de “It” e em seguida deverá comandar a adaptação do anime “Robotech”. Pelas agendas da dupla, dificilmente Johnson entraria em “It 2”. Já “Adão Negro” ainda não tem data de lançamento definida. ? I saw an early screening of IT a few months ago and it instantly became one of my all time favorites. Easily TOP 10 all time. Not only does it redefine the horror genre, but it's so layered, smart and brilliantly scary. Congrats to the awesome young cast aka The Losers Club for killing their performances. To Bill Skarsgard for delivering an iconic performance as Pennywise. And to the entire crew and my good buds at Warner Bros/New Line. And most of all congrats to director, Andy Muschietti for making such a defining film. You knocked it outta the f*cking park! Great talking with you man and we're gonna have some fun working together down the road. As a huge fan of the horror genre, this one's special. Have you fully recovered @simonegjohnson? ? #IT Congrats David Katzenberg you handsome MF! Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em Set 6, 2017 às 3:41 PDT
6ª temporada de Arrow escala intérprete de Joe Wilson, o filho do Exterminador
A 6ª temporada de “Arrow” vai introduzir Joe Wilson, o filho do Exterminador (Deathstroke), personagem vivido por Manu Bennett. De acordo com a revista Entertainment Weekly, o ator Liam Hall (“Antes que Eu Vá”) foi escalado no papel. Joe Wilson é mais conhecido pelos leitores dos quadrinhos clássicos dos Novos Titãs. Ele foi criado por Marv Wolfman e George Pérez em 1984 com a identidade de Jericó, um rapaz mudo (devido às consequências de um rapto nas mãos de um inimigo de seu pai) que possui a capacidade de invadir o corpo de quem o olhar diretamente nos olhos. A princípio integrante dos Titãs, ele acabou possuído por demônios que o transformam num vilão, até ser morto pelo próprio pai. Mais ou menos. A história não terminou aí, já que Jericó passou a possuir o corpo do Exterminador. Na série, Joe Wilson seguiu os passos do pai e foi para a agência militar australiana A.S.I.S. A trama vai encontrá-lo anos depois, quando ele se vê lutando por sua sobrevivência numa prisão, enquanto usa um nome falso. Slade, o Exterminador, vai convencer Oliver Queen (Stephen Amell) a ajudar a libertá-lo. Vale lembrar que Slade Wilson tem mais dois filhos: Grant, que virou o vilão Devastador e já morreu, e Rose, que também perdeu um olho como pai, mas é uma heroína e integrante dos Titãs, tendo sido treinada pelo próprio Asa Noturna. O novo ano da série terá a paternidade como tema recorrente. Além da história do Exterminador, Oliver Queen precisará criar seu filho William Clayton (Jack Moore), que não sabia que ele era seu pai até os eventos fatídicos do final da temporada passada. “Arrow” retorna em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Sheena, A Rainha das Selvas vai ganhar novo filme
Sheena, a Rainha das Selvas vai ganhar um novo filme. De acordo com o site Deadline, a Millennium Films já está trabalhando no novo longa, 33 anos após a personagem dos quadrinhos ter sido vivida por Tanya Roberts num biquíni de peles. Ela foi a primeira heroína dos quadrinhos a ter suas próprias histórias individuais a partir de 1937, quatro anos antes da Mulher-Maravilha. Mas foi mesmo o sucesso do recente filme da “Mulher-Maravilha” que voltou a despertar interesse na personagem. Inspirada tanto em Tarzan quanto em sua predecessora literária Rima, a Garota das Selvas (criada em 1904 e vivida por Audrey Hepburn no filme “A Flor que Não Morreu”, de 1959), Sheena foi concebida por S. M. “Jerry” Iger e ninguém menos que Will Eisner (o criador de “The Spirit”). Órfã como Tarzan, Sheena era filha de uma exploradora que morreu ao tomar acidentalmente uma poção mágica de um xamã na África, sendo a partir daí criada pelo próprio xamã. E é graças aos ensinamentos místicos de seu “pai” que Sheena se torna a rainha da selva, adotando um visual que virou a fonte original da subcultura pulp das loiras selvagens de maiô de oncinha. A ideia de uma rainha loira das selvas africanas era típica do período colonial e já se mostrou difícil de ser levada à sério pelo público dos anos 1980, quando foi adaptada pelo roteirista Lorenzo Semple Jr. (mesmo autor da adaptação de “Flash Gordon”) como uma heroína que falava com animais. Além do filme estrelado por Tanya Roberts em 1984, Sheena teve duas séries. A pin-up Irish McCalla incorporou a personagem entre 1955 a 1956, e Gena Lee Nolin fez a versão mais recente, entre 2000 e 2002, que ironicamente foi a mais pudica de todas, mostrando a heroína num maiô comportadíssimo. Ao menos, McCalla era sincera. Ela costumava dizer que não sabia atuar, mas era insuperável ao balançar seu corpo entre as árvores. Para completar as referências, a música dos Ramones “Sheena Is a Punk Rocker” (de 1977) é mesmo uma referência aos quadrinhos clássicos da personagem. A quarta encarnação de Sheena vai começar sua produção em 2018 e ainda não tem previsão de estreia.
Atriz-mirim de Mama e It: A Coisa vai estrelar série de terror do diretor dos dois filmes
A série “Locke & Key” vai marcar a terceira parceria entre a atriz-mirim Megan Charpentier e o diretor Andy Muschietti, após a adolescente participar de seus dois longa-metragens de terror, “Mama” (2013) e “It: A Coisa” (2017). Segunda atriz confirmada no elenco, ela viverá uma das filhas da personagem de Frances O’Connor (“Invocação do Mal 2”) na produção da plataforma Hulu, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King. “Locke & Key” conta a história de Nina Locke (papel de O’Connor) e seus três filhos adolescentes. Após o brutal assassinato de seu marido, Nina e seus filhos mudam-se para Keyhouse, a antiga casa da família em Massachusetts. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo de cada um que passa por elas. A publicação foi indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011. Da última vez, rendeu o prêmio de melhor roteirista para Joe Hill. O piloto terá texto do próprio Joe Hill e produção de Carlton Cuse (séries “Bates Motel”, “The Strain” e “Colony”). Por sinal, não é a primeira vez que este projeto tenta virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação a Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). O elenco incluía Miranda Otto (série “24: Legacy”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Jesse McCartney (série “Greek”) e Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e o piloto foi dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Mesmo assim, a série foi recusada. O detalhe é que o piloto acabou vazando e era excelente. O problema parece ter sido o timing: a produtora Fox lançou no mesmo ano “American Horror Story”, também passada numa casa mal-assombrada, no canal pago FX. Ainda não há previsão de estreia da versão dirigida por Andy Muschietti, mas o sucesso de “It: A Coisa” praticamente garante que, desta vez, “Locke & Key” ganhará encomenda de temporada completa.
Gordon vai enfrentar Bruce Wayne na 4ª temporada de Gotham
A 4ª temporada de “Gotham” pretende mostrar os primeiros passos de Bruce Wayne (David Mazouz) para tornar-se o Batman. Mas isso o colocará na mira do detetive James Gordon (Ben McKenzie). Em entrevista ao DC All Access, o produtor executivo John Stephens explicou: “Na primeira metade dessa temporada, Jim Gordon tentará diminuir a força do Pinguim na cidade ao formar uma aliança com Sofia Falcone, interpretada por Crystal Reed, onde ambos tentarão tira-lo do trono. Ao mesmo tempo, Bruce Wayne começará a operar como vigilante mascarado. Quando Jim Gordon percebe isso, decide caçá-lo. Assim teremos um conflito entre Gordon e Wayne mascarado.” Este conflito é reminiscente da trama de “Batman: Ano Um”, uma das histórias em quadrinhos que inspira a trama da temporada. Publicada em 1987, a obra de Frank Miller e David Mazzucchelli tem três desdobramentos importantes. O mais claro é a transformação de Bruce Wayne em Batman. Mas há também seu conflito com Gordon, além de uma segunda transformação: Selina Kyle em Mulher-Gato. Além de “Batman: Ano Um”, Ben McKenzie já tinha adiantado que a série também será influenciada por “O Longo Dias das Bruxas”, de Jeph Loeb e Tim Sale. Publicado entre 1996 e 1997, esta história apresentou um serial killer chamado Feriado (Holiday) que reivindica uma vítima por mês. A história se passa no início da carreira de Batman e inclui muitos dos personagens que já aparecem de alguma forma na série – como Chapeleiro Louco, Hera Venenosa, Selina Kyle, Pinguim e Harvey Dent. Além disso, poderia revelar que Jerome Valeska (Cameron Monaghan) é, na verdade, Feriado, como muitos fãs suspeitam. Há ainda uma subtrama importante sobre o destino de Harvey Dent, que irá virar Duras Caras. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.












