Len Wein (1945 – 2017)
Morreu o autor de histórias em quadrinhos Len Wein, criador do Wolverine, na Marvel, e do Monstro do Pântano, na DC Comics. Ele faleceu no domingo (11/9), aos 69 anos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada. Desde março, a conta oficial de Wein no Twitter tem sido atualizada com publicações sobre o estado de saúde do artista. O post mais recente é de sábado e foi escrito pela mulher de Wein, Christine Valada. “Saí da minha última cirurgia. Tudo ocorreu muito bem”, escreveu ela, em nome do marido, no último tuíte. Nascido em 1948, Wein foi um dos maiores escritores dos quadrinhos. Ele começou sua carreira na DC Comics escrevendo a Turma Titã, em 1968. Pouco depois, criou com outro mestre, o artista Bernie Wrightson, o icônico Monstro do Pântano, que anos mais tarde seria o carro-chefe do lançamento da Vertigo, a linha de quadrinhos adultos da editora. Ele começou a trabalhar na Marvel no início dos anos 1970, onde criou Wolverine com os desenhistas John Romita Sr. e Herb Trimpe, durante o período em que escreveu a revista do Hulk. Mas seu trabalho de maior impacto costuma não receber os devidos créditos. Em 1975, ele decidiu reviver um dos títulos da Marvel que menos vendia e tinha sido cancelado há cinco anos. Ao lado do desenhista Dave Cockrum, Wein recriou os X-Men, reformando a equipe com a inclusão de novos personagens. Para começar, incluiu Wolverine na equipe, mas também acrescentou Tempestade, Noturno, Colossus e Passáro Trovejante. Eles se juntaram a alguns X-Men clássicos de Stan Lee e Jack Kirby na publicação, e em pouco tempo a revista se tornou a mais popular da Marvel, rendendo spin-offs com cada vez mais personagens até crescer a ponto de hoje ser responsável por um universo cinematográfico e até séries na Fox. Quando Chris Claremont assumiu os X-Men, levando-os ao seu ápice criativo, Wein voltou para a DC, mas em nova função. Contratado como editor, realizou outra revolução, ao abrir as portas a uma nova geração de escritores britânicos e histórias cada vez mais adultas, que mudaram o conteúdo dos quadrinhos de forma definitiva. Ele foi o editor, entre outras coisas, de “Watchmen” e responsável pela carreira de Alan Moore na DC Comics, começando pelas histórias do escritor no personagem que ele criou, o Monstro do Pântano. A influência de seu legado pode ser medida pela repercussão de sua morte nas redes sociais, que motivou tuítes sentidos, saudosos e elogiosos de gente tão diferente quanto Neil Gaiman, criador dos quadrinhos de “Sandman” na DC Comics/Vertigo e autor do livro que virou a série “American Gods”, Joss Whedon, o diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça”, Mark Millar, criador de “Kick-Ass” e “Kingsmen”, Hugh Jackman, o intérprete de Wolverine no cinema, entre inúmeros outros colegas e fãs de seu trabalho. “Len Wein foi o editor que trouxe os criadores britânicos para DC. Ele foi uma das melhores pessoas que conheci em 30 anos trabalhando em quadrinhos”, afirmou Gaiman. “Ele escreveu O Monstro do Pântano, O Vingador Fantasma & minhas histórias favoritas do Batman. Ele mostrou para um garoto de 12 anos que quadrinhos podiam ser literatura”, completou. “Co-criador de Wolverine & dos novos X-Men. Co-iniciador da era moderna dos quadrinhos com sua maior metáfora. E muito mais”, saudou Whedon. “Descanse em paz o grande Len Wein. Ele co-criou Wolverine & O Monstro do Pântano, dois personagens que me deram uma vida como escritor & prazeres imensuráveis como leitor”, escreveu Millar “Sou abençoado por tê-lo conhecido. Nos vimos pela primeira vez em 2008. Eu disse a ele que de suas mãos, coração e mente saiu o personagem mais icônico dos quadrinhos”, lembrou Jackman. “Len Wein era um dos caras mais acolhedores e uma das lendas dos quadrinhos. Percebi isso quando entrei na DC, há oito anos”, disse Diane Nelson, presidente da DC Entertainment. “Ele escreveu e editou quase todos os quadrinhos de personagens centrais da DC. Eu, a empresa e a indústria como um todo vamos sentir sua falta”.
Dwayne Johnson revela projeto com diretor de It: A Coisa
O ator Dwayne Johnson indicou que está trabalhando em um projeto com Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa”. Em um post no Instagram, o ator elogiou o terror e revelou que os dois vão “se divertir trabalhando juntos mais adiante”. Confira abaixo. Obviamente, o post deixou a blogosfera geek em polvorosa. As especulações vão desde a escalação de Dwayne Johnson na continuação de “It”, como a versão adulta de um dos meninos do filme, e até a contratação de Muschietti para a direção de “Adão Negro”, filme da DC que tem Johnson como protagonista, mas ainda não anunciou seu diretor. Por sinal, Muschietti também já foi cotado para o filme da “Liga da Justiça Sombria”, mas nada foi confirmado. Atualmente, Johnson está filmando o thriller de ação “Skyscraper” e em seguida embarca em “Jungle Cruise”, enquanto Muschietti prepara a continuação de “It” e em seguida deverá comandar a adaptação do anime “Robotech”. Pelas agendas da dupla, dificilmente Johnson entraria em “It 2”. Já “Adão Negro” ainda não tem data de lançamento definida. ? I saw an early screening of IT a few months ago and it instantly became one of my all time favorites. Easily TOP 10 all time. Not only does it redefine the horror genre, but it's so layered, smart and brilliantly scary. Congrats to the awesome young cast aka The Losers Club for killing their performances. To Bill Skarsgard for delivering an iconic performance as Pennywise. And to the entire crew and my good buds at Warner Bros/New Line. And most of all congrats to director, Andy Muschietti for making such a defining film. You knocked it outta the f*cking park! Great talking with you man and we're gonna have some fun working together down the road. As a huge fan of the horror genre, this one's special. Have you fully recovered @simonegjohnson? ? #IT Congrats David Katzenberg you handsome MF! Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em Set 6, 2017 às 3:41 PDT
6ª temporada de Arrow escala intérprete de Joe Wilson, o filho do Exterminador
A 6ª temporada de “Arrow” vai introduzir Joe Wilson, o filho do Exterminador (Deathstroke), personagem vivido por Manu Bennett. De acordo com a revista Entertainment Weekly, o ator Liam Hall (“Antes que Eu Vá”) foi escalado no papel. Joe Wilson é mais conhecido pelos leitores dos quadrinhos clássicos dos Novos Titãs. Ele foi criado por Marv Wolfman e George Pérez em 1984 com a identidade de Jericó, um rapaz mudo (devido às consequências de um rapto nas mãos de um inimigo de seu pai) que possui a capacidade de invadir o corpo de quem o olhar diretamente nos olhos. A princípio integrante dos Titãs, ele acabou possuído por demônios que o transformam num vilão, até ser morto pelo próprio pai. Mais ou menos. A história não terminou aí, já que Jericó passou a possuir o corpo do Exterminador. Na série, Joe Wilson seguiu os passos do pai e foi para a agência militar australiana A.S.I.S. A trama vai encontrá-lo anos depois, quando ele se vê lutando por sua sobrevivência numa prisão, enquanto usa um nome falso. Slade, o Exterminador, vai convencer Oliver Queen (Stephen Amell) a ajudar a libertá-lo. Vale lembrar que Slade Wilson tem mais dois filhos: Grant, que virou o vilão Devastador e já morreu, e Rose, que também perdeu um olho como pai, mas é uma heroína e integrante dos Titãs, tendo sido treinada pelo próprio Asa Noturna. O novo ano da série terá a paternidade como tema recorrente. Além da história do Exterminador, Oliver Queen precisará criar seu filho William Clayton (Jack Moore), que não sabia que ele era seu pai até os eventos fatídicos do final da temporada passada. “Arrow” retorna em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Sheena, A Rainha das Selvas vai ganhar novo filme
Sheena, a Rainha das Selvas vai ganhar um novo filme. De acordo com o site Deadline, a Millennium Films já está trabalhando no novo longa, 33 anos após a personagem dos quadrinhos ter sido vivida por Tanya Roberts num biquíni de peles. Ela foi a primeira heroína dos quadrinhos a ter suas próprias histórias individuais a partir de 1937, quatro anos antes da Mulher-Maravilha. Mas foi mesmo o sucesso do recente filme da “Mulher-Maravilha” que voltou a despertar interesse na personagem. Inspirada tanto em Tarzan quanto em sua predecessora literária Rima, a Garota das Selvas (criada em 1904 e vivida por Audrey Hepburn no filme “A Flor que Não Morreu”, de 1959), Sheena foi concebida por S. M. “Jerry” Iger e ninguém menos que Will Eisner (o criador de “The Spirit”). Órfã como Tarzan, Sheena era filha de uma exploradora que morreu ao tomar acidentalmente uma poção mágica de um xamã na África, sendo a partir daí criada pelo próprio xamã. E é graças aos ensinamentos místicos de seu “pai” que Sheena se torna a rainha da selva, adotando um visual que virou a fonte original da subcultura pulp das loiras selvagens de maiô de oncinha. A ideia de uma rainha loira das selvas africanas era típica do período colonial e já se mostrou difícil de ser levada à sério pelo público dos anos 1980, quando foi adaptada pelo roteirista Lorenzo Semple Jr. (mesmo autor da adaptação de “Flash Gordon”) como uma heroína que falava com animais. Além do filme estrelado por Tanya Roberts em 1984, Sheena teve duas séries. A pin-up Irish McCalla incorporou a personagem entre 1955 a 1956, e Gena Lee Nolin fez a versão mais recente, entre 2000 e 2002, que ironicamente foi a mais pudica de todas, mostrando a heroína num maiô comportadíssimo. Ao menos, McCalla era sincera. Ela costumava dizer que não sabia atuar, mas era insuperável ao balançar seu corpo entre as árvores. Para completar as referências, a música dos Ramones “Sheena Is a Punk Rocker” (de 1977) é mesmo uma referência aos quadrinhos clássicos da personagem. A quarta encarnação de Sheena vai começar sua produção em 2018 e ainda não tem previsão de estreia.
Atriz-mirim de Mama e It: A Coisa vai estrelar série de terror do diretor dos dois filmes
A série “Locke & Key” vai marcar a terceira parceria entre a atriz-mirim Megan Charpentier e o diretor Andy Muschietti, após a adolescente participar de seus dois longa-metragens de terror, “Mama” (2013) e “It: A Coisa” (2017). Segunda atriz confirmada no elenco, ela viverá uma das filhas da personagem de Frances O’Connor (“Invocação do Mal 2”) na produção da plataforma Hulu, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King. “Locke & Key” conta a história de Nina Locke (papel de O’Connor) e seus três filhos adolescentes. Após o brutal assassinato de seu marido, Nina e seus filhos mudam-se para Keyhouse, a antiga casa da família em Massachusetts. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo de cada um que passa por elas. A publicação foi indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011. Da última vez, rendeu o prêmio de melhor roteirista para Joe Hill. O piloto terá texto do próprio Joe Hill e produção de Carlton Cuse (séries “Bates Motel”, “The Strain” e “Colony”). Por sinal, não é a primeira vez que este projeto tenta virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação a Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). O elenco incluía Miranda Otto (série “24: Legacy”), Sarah Bolger (série “Into the Badlands”), Jesse McCartney (série “Greek”) e Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e o piloto foi dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Mesmo assim, a série foi recusada. O detalhe é que o piloto acabou vazando e era excelente. O problema parece ter sido o timing: a produtora Fox lançou no mesmo ano “American Horror Story”, também passada numa casa mal-assombrada, no canal pago FX. Ainda não há previsão de estreia da versão dirigida por Andy Muschietti, mas o sucesso de “It: A Coisa” praticamente garante que, desta vez, “Locke & Key” ganhará encomenda de temporada completa.
Gordon vai enfrentar Bruce Wayne na 4ª temporada de Gotham
A 4ª temporada de “Gotham” pretende mostrar os primeiros passos de Bruce Wayne (David Mazouz) para tornar-se o Batman. Mas isso o colocará na mira do detetive James Gordon (Ben McKenzie). Em entrevista ao DC All Access, o produtor executivo John Stephens explicou: “Na primeira metade dessa temporada, Jim Gordon tentará diminuir a força do Pinguim na cidade ao formar uma aliança com Sofia Falcone, interpretada por Crystal Reed, onde ambos tentarão tira-lo do trono. Ao mesmo tempo, Bruce Wayne começará a operar como vigilante mascarado. Quando Jim Gordon percebe isso, decide caçá-lo. Assim teremos um conflito entre Gordon e Wayne mascarado.” Este conflito é reminiscente da trama de “Batman: Ano Um”, uma das histórias em quadrinhos que inspira a trama da temporada. Publicada em 1987, a obra de Frank Miller e David Mazzucchelli tem três desdobramentos importantes. O mais claro é a transformação de Bruce Wayne em Batman. Mas há também seu conflito com Gordon, além de uma segunda transformação: Selina Kyle em Mulher-Gato. Além de “Batman: Ano Um”, Ben McKenzie já tinha adiantado que a série também será influenciada por “O Longo Dias das Bruxas”, de Jeph Loeb e Tim Sale. Publicado entre 1996 e 1997, esta história apresentou um serial killer chamado Feriado (Holiday) que reivindica uma vítima por mês. A história se passa no início da carreira de Batman e inclui muitos dos personagens que já aparecem de alguma forma na série – como Chapeleiro Louco, Hera Venenosa, Selina Kyle, Pinguim e Harvey Dent. Além disso, poderia revelar que Jerome Valeska (Cameron Monaghan) é, na verdade, Feriado, como muitos fãs suspeitam. Há ainda uma subtrama importante sobre o destino de Harvey Dent, que irá virar Duras Caras. A Fox adiantou a estreia dos novos episódios em uma semana nos Estados Unidos. A 4ª temporada vai chegar em 21 de setembro à TV americana. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
The Boys: Seth Rogen vai produzir e dirigir piloto baseado em quadrinhos do autor de Preacher
A Amazon anunciou a encomenda do piloto de “The Boys”, nova série baseada em quadrinhos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”. Os responsáveis pela produção são os mesmos da outra série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver o projeto. O piloto será escrito por Kripke e dirigido por Rogen e Goldberg. “The Boys” estava em desenvolvimento no canal pago Cinemax, mas uma mudança de perfil fez com que destoasse do material focado em ação que deve ocupar a programação da emissora. A trama dos quadrinhos é uma sátira violenta e de humor negro aos super-heróis, protagonizada por um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia os super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública, devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A revista durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem produzir a série. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado, que deve ser aprovado para virar série.
The Walking Dead entra em ritmo de autoparódia e lança cartaz photoshopado de Thor: Ragnarok
Para quem acha que “The Walking Dead” não é mais a mesma, a nova “arte” da produção pode servir de demonstração. Pegando a deixa dos besteiróis que parodiam pôsteres de outras atrações, o Twitter oficial da série postou um cartaz de “Thor: Ragnarok”, com o rosto de Michonne (Danai Gurira) photoshopado no lugar de Valquíria (Tessa Thompson). Não, não é uma arte de fã. O texto que acompanha o pôster “explica” a brincadeira, dizendo: “#ThorRagnarok não é a única guerra para se preocupar neste outono. #TheWalkingDead”. Veja o original e o photoshop abaixo. O pôster também troca os títulos das produções e assume a adaptação do arco conhecido como “Guerra Total” nos quadrinhos de Robert Kirkman. A guerra total (“All Out War”, no original) foi publicada ao longo de 11 edições, entre os números 115 e 126 de “The Walking Dead”. Como a nova temporada terá 16 episódios, divididos em duas partes, espera-se que o showrunner Scott M. Gimple opte por condensar a trama na primeira metade e não estender este arco pela temporada inteira. A 8ª temporada de “The Walking Dead” estreia no dia 22 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Nick Blood vai voltar à série Agents of SHIELD
O agente Lance Hunter, vivido por Nick Blood, vai voltar à ação na 5ª temporada de “Agents of SHIELD”. A revista Entertainment Weekly confirmou o retorno com a divulgação da foto abaixo, em que Blood aparece lendo um roteiro da série. O ator já tinha registrado em seu Instagram uma visita aos sets de gravação da série em abril, mas sua participação ainda não havia se tornado oficial. Lance Hunter foi introduzido na 2ª temporada da série e apareceu pela última vez no terceiro ano da produção, sacrificando sua participação na equipe para evitar compartilhar a responsabilidade por uma missão “malsucedida” na Rússia. Com ele, também saiu a agente Bobbi Morse (Adrianne Palicki), sua ex-esposa. A ideia original dos produtores era transformar o casal em agentes renegados, que estrelariam sua própria série, “Marvel’s Most Wanted”. Mas o piloto do spin-off não foi aprovado pela rede ABC, deixando os dois desempregados. Palicki está atualmente no elenco da série de comédia “The Orville”, que estreia em setembro na Fox, e precisará esperar o cancelamento (que, pelas críticas, não tardará) para retornar à SHIELD. Ainda não há informações sobre a extensão da participação de Blood na nova temporada, que, inclusive, ainda não teve sua data de estreia divulgada. “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Novo trailer de Thor: Ragnarok traz muitas cenas e piadas inéditas
A Marvel divulgou um novo trailer de “Thor: Ragnarok”, repleto de cenas inéditas. O vídeo revela as lutas de Hulk (Mark Ruffalo) contra as feras do apocalipse nórdico – o lobo gigante Fenris e o demônio Surtur – , além de Hela (Cate Blanchett), a deusa da Morte, com seu visual clássico dos quadrinhos, Valquíria (Tessa Thompson) num cavalo alado e o Thor (Chris Hemsworth) piadista frustrado. A propósito, a piada sobre o nome da equipe que o herói está montando tem um contexto mais interessante que o trocadilho com os Vingadores. No tempo em que Valquíria era loira, ela formou um grupo com o Hulk e o Doutor Estranho (que também está no filme) chamado… Os Defensores. Como o título da revista dos anos 1970 foi parar na TV, Thor encerra o assunto dizendo que o novo time não precisa ter um nome. Dirigido pelo cineasta neozelandês Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Alan Ritchson e Minka Kelly serão Rapina e Columba na série dos Novos Titãs
“Titans”, a série baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs, incluiu Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) em seu elenco, como os heróis Rapina e Columba. Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criados por Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) e Steve Skeates, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly para viver os personagens realça o equívoco etário da produção. Se os personagens dos quadrinhos são adolescentes, a atriz tem 37 anos e o ator completa 33 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. Eles se juntarão a Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que tem 28 anos, escalado como Dick Grayson (não se sabe se como Robin ou Asa Noturna), Anna Diop (série “24: Legacy”), 29 anos, como Estelar, e Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”), 13 anos, como Ravena. À exceção de Ravena, os produtores estão escalando intérpretes na faixa etária dos integrantes da Liga da Justiça cinematográfica. Mas, como os fãs dos quadrinhos sabem, os Titãs são um grupo de heróis adolescentes, originalmente formado pelos parceiros dos super-heróis principais. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. Após a reboot dos “Novos 52”, a DC estabeleceu que Dick Grayson está com 21 anos nos quadrinhos, sendo o mais velho dos Novos Titãs. Pois é. A série “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e implodir “A Torre Negra”, pontos baixos de uma carreira em franca decadência. Sua genialidade promete um novo fenômeno, desta vez em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A participação de Berlanti, por sinal, já garantiu que a ruiva Estelar seja interpretada por uma atriz negra, como é regra nas séries de super-heróis que ele produz – vejam-se os ruivos Jimmy Olsen, Miss Marte (ambos em “Supergirl”), Iris West e Kid Flash (em “The Flash”). A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a série está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics. Ainda não há previsão para a estreia de “Titans” ou do lançamento do serviço de streaming.
Criador da série do Demolidor vai escrever e dirigir o filme de X-Force
O roteirista Drew Goddard, que fez sua estreia na direção com o cultuado “O Segredo da Cabana” (2012), vai escrever e dirigir “X-Force”, spin-off de “Deadpool”. Ele ajudou a escrever o roteiro de “Deadpool 2”, que irá introduzir os personagens Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), integrantes da equipe de anti-heróis mutantes criada por Rob Liefeld, o mesmo criador de Deadpool. Além dos dois, o próprio Deadpool (Ryan Reynolds) participará da X-Force, segundo o site Deadline. E, por conta disso, Ryan Reynolds será um dos produtores do novo longa-metragem. Como roteirista, Goddard criou, simplesmente, a série do “Demolidor” e a franquia sci-fi “Cloverfield”. Ele também escreveu episódios para as séries “Buffy”, “Angel”, “Alias” e “Lost”, e foi indicado ao Oscar por seu roteiro de “Perdido em Marte” (2015). Já faz tempo que a Fox planeja trazer X-Force ao cinema. O primeiro roteiro para um filme do grupo chegou a ser escrito por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) e até ganhou uma arte conceitual, criada pelo ilustrador Greg Semkow. Mas, em novembro, a revista The Hollywood Reporter publicou um longo artigo sobre o futuro dos super-heróis mutantes da 20th Century Fox, afirmando que este projeto tinha virado uma participação de Cable e Dominó em “Deadpool 2”, preparando uma presença maior do grupo em “Deadpool 3”. Aparentemente, “Deadpool 3” será substituído por uma espécie de “X-Force com Deadpool”. A equipe liderada por Cable será o terceiro grupo de super-heróis mutantes do estúdio, após o lançamento de “X-Men” em 2000 e do vindouro “Novos Mutantes”, que chega aos cinemas em abril. Nos quadrinhos, esta também foi a ordem de publicação dos personagens. Com “X-Force”, Goddard finalmente vai dirigir uma adaptação cinematográfica da Marvel, algo que a Sony lhe prometeu há três anos, quando o contratou para desenvolver o abortado longa do Sexteto Sinistro, passado no universo do Homem-Aranha. Mas, antes de filmar os super-heróis, Goddard vai dirigir “Bad Times at the El Royale” com Chris Hemsworth (“Thor”) e Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”), que tem estreia marcada para outubro de 2018.
Sinopse da 8ª temporada de The Walking Dead anuncia Guerra Total
O canal pago americano AMC divulgou a sinopse completa da 8ª temporada de “The Walking Dead”. A descrição segue os quadrinhos de Robert Kirkman até no uso da expressão “Guerra Total”, e promete muito mais ação que os episódios da temporada passada. Só um detalhe: não há, em nenhum dos cinco parágrafos abaixo, uma referência ou o simples uso da palavra “zumbi”. Pois é. Segue o textão: “Na última temporada, Rick Grimes e seu grupo de sobreviventes foram confrontados com seu desafio mais mortal até agora. No conforto de Alexandria, eles baixaram sua guarda, apenas para serem lembrados do quanto o mundo em que vivem pode ser brutal. Sentindo-se impotente diante das regras e exigências de Negan, Rick levou o grupo a se submeter. Mas, já que Negan não é alguém razoável, Rick começou a se unir com outras comunidades afetadas pelos Salvadores. E com o apoio do povo de Hilltop e do Reino, eles finalmente tiveram poder de fogo suficiente para enfrentar os Salvadores. Nesta temporada, Rick leva a ‘Guerra Total’ para Negan e seus aliados. Os Salvadores estão em maior número, mais equipados e são implacáveis, mas Rick e as comunidades unificadas estão lutando pela promessa de um futuro melhor. As linhas de batalha são desenhadas enquanto eles se lançam em uma ofensiva cheia de ação. Até então, a sobrevivência tinha sido o foco de Rick e seu grupo, mas isso não é mais suficiente. Eles precisam lutar agora para recuperar a liberdade para que possam viver e reconstruir sua comunidade. Como em qualquer batalha, haverá perdas e feridos. Mas com Rick liderando as forças de Alexandria, Maggie liderando Hilltop e Ezekiel liderando o Reino, o controle de Negan e dos Salvadores neste mundo pode finalmente chegar ao fim”. A 8ª temporada de “The Walking Dead” estreia no dia 22 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.












