Pantera Negra: Stan Lee comenta criação do super-herói em novo vídeo legendado do filme
A Marvel divulgou um novo vídeo legendado de “Pantera Negra”, que traz entrevistas com a equipe criativa e o ator Chadwick Boseman (“Capitão América: Guerra Civil”). Mas o mais interessante é ouvir Stan Lee falar sobre a criação do personagem há 50 anos. A trama se passa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e acompanha a volta de T’Challa (Chadwick Boseman) para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e o elenco também inclui Michel B. Jordan (“Creed”), Letitia Wright (série “Humans”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Martin Freeman (reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”), Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”) e Andy Serkis (também retomando o vilão visto em “Capitão América: Guerra Civil”). A estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
The Gifted: Trailer do final da temporada menciona os X-Men e sugere Magneto
A Fox divulgou o trailer do episódio duplo que finaliza a 1ª temporada de “The Gifted”, série derivada dos filmes dos “X-Men”. A prévia menciona explicitamente os X-Men e sugere a ligação de Polaris com seu pai, que nos quadrinhos é simplesmente o supervilão Magneto. O criador e showrunner da série Matt Nix (série “Burn Notice”) chegou a comentar que esta relação seria abordada na trama. “Nossa versão de Lorna a encontra na época em que ela não sabia de tudo. Definitivamente, seu estado mental é um problema. Ela é instável. O que teremos gradualmente ao longo da série é uma exploração de seu passado que, assim como nos quadrinhos, é um pouco turvo. Não é como se ela estivesse morando em casa com Magneto e comendo cereais. Mas, como todos os fãs de quadrinhos, nós pensamos nisso, em como iremos caminhar para isso. Quero dizer, seus poderes certamente são como os de Magneto. Isso é algo que iremos explorando com o passar do tempo, mais para o final da temporada, quando algumas ideias e suspeitas surgirem.” De acordo com Nix, essa conexão levantará a personagem a refletir sobre o legado de seu pai. “Ela terá que se questionar: “Ok, se for esse o caso [de ser filha de Magneto], o que isso significa?’ A ideia é que existem desafios e oportunidades com isso. Será que ela aceitará o fato?”. Polaris foi criada por Arnold Drake e Jim Steranko em 1968. Ela e Destrutor (Havok), seu namorado, foram os dois primeiros X-Men a se juntar ao time após o quinteto original criado por Stan Lee e Jack Kirby. São quase 50 anos de história para basear a personagem na série. A série não tem um grande público ao vivo, com uma média de 3,3 milhões de telespectadores, mas conta com uma arma “secreta”: a internet. Quando somadas as exibições em plataformas online e gravação digital, sua audiência cresce 146%, atingindo 8,3 milhões de telespectadores. Este público transforma “The Gifted” na terceira maior audiência geral entre as séries de drama que estrearam em 2017. Com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Gifted” também teve uma das estreias mais bem-avaliadas da temporada. A atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com um grupo de mutantes rebeldes. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). Já os mutantes rebeldes incluem alguns X-Men dos quadrinhos: Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”), Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”) e as infames irmãs gêmeas Cuckoo (Skyler Samuels, de “Scream Queens”), além de Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), concebido especialmente para a série.
Série Krypton, passada no planeta de Superman, ganha novas fotos
O canal pago SyFy divulgou novas fotos de “Krypton”, série de ficção científica passada no planeta natal de Superman. As imagens revelam figurinos do clã El, que usa o símbolo de Superman, e uniformes militares. A série foi criada por David S. Goyer (roteirista de “O Homem de Aço”) e Ian Goldberg (criador da série “Dead of Summer”), e acompanha Seg-El, o avô do Superman, que luta pelo destino de seu planeta. O personagem é apresentado ainda em sua juventude, na pele do ator Cameron Cuffe (“Florence: Quem É Esta Mulher”?), e fará par romântico com a personagem de Georgina Campbell (série “Broadchurch”), membro do clã do General Zod. O elenco ainda inclui Ian McElhinney (série “Game of Thrones”), Elliot Cowan (série “Da Vinci’s Demons”), Wallis Day (“Jekyll & Hyde”), Paula Malcomson (“Ray Donovan”), Aaron Pierre (“Prime Suspect 1973”), além de Blake Ritson (também de “Da Vinci’s Demons”) como o vilão Brainiac. A direção do piloto foi assinada por Colm McCarthy (séries “Sherlock” e “Doctor Who”) e a estreia vai acontecer em 21 de março nos Estados Unidos.
2ª temporada de Legion terá salto temporal e um novo intérprete do Rei das Sombras
O criador de “Legion”, Noah Hawley, revelou que a 2ª temporada da série terá salto temporal de um ano, e que o ator Navid Negahban (série “Homeland”) entrou no elenco como novo intérprete do Rei das Sombras, o parasita mental que queria enlouquecer o protagonista David Haller (Dan Stevens). “Não queria entrar no segundo ano com clareza o tempo inteiro, então elaboramos um salto temporal. Podemos deixar as coisas mais turvas agora. É por causa do mistério, das tentativas de entender as coisas, que a série é divertida”, disse Hawley, durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Curiosamente, a atriz Aubrey Plaza, intérprete de uma das facetas do vilão na 1ª temporada, também deve continuar na série, já que participou do encontro com a imprensa promovido pela TCA. Sua interpretação de Lenny/Farouk/Demônio dos Olhos Amarelos/Rei das Sombras foi o ponto alto da atração. Originalmente, Lenny era a melhor amiga de David Haller, mas teria morrido no começo da série e virado uma imagem mental para Farouk manipular o protagonista. Como David descobriu o truque do vilão, Farouk passou a assumir sua aparência real (vivido por Saïd Taghmaoui, de “Mulher-Maravilha”). Então, como Lenny vai voltar? A atriz deu uma resposta misteriosa. “Eu estava sendo usada como um receptáculo na 1ª temporada. Lenny quase se tornou como David, onde ela não sabe o que é real ou quem é ela. Para a 2ª temporada, é como se meu poder tivesse sido tirado de mim. Agora temos que cavar mais fundo. Eu realmente não posso responder isso agora”. Adaptação dos quadrinhos da Marvel, a 2ª temporada de “Legion” terá mais dez capítulos inéditos, com estreia prevista para abril.
Ex-atriz mirim de Mad Men será a nova Sabrina, Aprendiz de Feiticeira
A atriz Kiernan Shipka, que estrelou a série “Mad Men” ainda criança, no papel de Sally Draper (a filha de Don Draper/Jon Hamm), foi selecionada para estrelar a nova série da bruxinha Sabrina. Ela tinha 7 anos quando apareceu na 1ª temporada de “Mad Men” e 15 quando a série acabou em 2015. No ano passado, participou da série “Feud”, como a filha de Bette Davis (Susan Sarandon). A nova série de Sabrina será seu primeiro trabalho como protagonista, e também seu primeiro emprego como maior de idade – ela completou 18 anos em novembro. A personagem é a criação mais popular da Archie Comics, graças ao sucesso de seu desenho animado dos anos 1970 e à sitcom infantil dos anos 1990 “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, em que foi interpretada por Melissa Joan Hart. Só que a nova versão será bem diferente. Intitulada “Chilling Adventures of Sabrina”, a atração será uma série de terror. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). “Nós somos todos grandes fãs do trabalho de Kiernan e, quando começamos a falar sobre quem seria a nova encarnação da Sabrina, o nome dela estava na lista de desejos de todos”, disse Aguirre-Sacasa em comunicado. “Esta é uma versão mais sombria e macabra de Sabrina, e estamos extremamente animados para que as pessoas vejam Kiernan recriar essa personagem icônica”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear em 2018.
Atriz da série de Spike Lee entra no filme da Capitã Marvel
A atriz DeWanda Wise, que conquistou o público da Netflix com a série “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo” (1986), de Spike Lee, entrou no filme “Capitã Marvel”. O papel não foi revelado, mas se trata da primeira investida importante da atriz no cinema, após também estrelar as séries “Shots Fired” e “Underground”. O primeiro filme de super-heroína da Marvel será estrelado por Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) no papel-título e voltará a trazer Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) como Nick Fury. Além deles, o elenco inclui Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Ben Mendelson (“Rogue One”) em papéis não confirmados, mas que geram grande especulação entre os fãs dos quadrinhos. O que foi revelado até agora é que os skrulls estarão na trama e que a história será passada nos anos 1990. A roteirista Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Tomb Raider”) foi contratada em agosto para ajeitar o roteiro, trabalhando em cima da premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para março de 2019.
Kendrick Lamar revela música e curadoria da trilha de Pantera Negra
O rapper Kendrick Lamar divulgou em seu canal no YouTube a música “All The Stars”, que compôs para a trilha de “Pantera Negra”, com participação da cantora SZA. Além da faixa, Lamar foi responsável pela curadoria da trilha sonora do longa-metragem, selecionando músicas em parceria com o produtor Anthony “Top Dawg” Tiffith (do selo Top Dawg Entertainment, que produz os discos de Lamar). A Marvel revelou que um disco com as músicas do filme (e outras inspiradas pelo super-herói) será lançado junto da estreia cinematográfica. O projeto marca a primeira produção de Kendrick Lamar para um grande filme de Hollywood. Num comunicado oficial, o rapper comentou: “‘Pantera Negra’ é incrível, do elenco ao diretor. A magnitude deste filme é um exemplo de um ótimo casamento entre arte e cultura. Eu estou verdadeiramente honrado em contribuir meu conhecimento em produção e composição junto com a visão de Ryan [Coogler, diretor] e da Marvel”. Próximo filme de super-heróis da Marvel, “Pantera Negra” estreia em 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Série The Gifted é renovada para a 2ª temporada
A Fox anunciou a renovação de “The Gifted”, série derivada dos filmes dos “X-Men”, para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito durante o painel da rede no evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association), a poucos dias do final da temporada inaugural, marcado para segunda-feira (8/1). A série não tem um grande público ao vivo, com uma média de 3,3 milhões de telespectadores, mas conta com uma arma “secreta”: a internet. Quando somadas as exibições em plataformas online e gravação digital, sua audiência cresce 146%, atingindo 8,3 milhões de telespectadores. Este público transforma “The Gifted” na terceira maior audiência geral entre as séries de drama que estrearam em 2017. Com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Gifted” também teve uma das estreias mais bem-avaliadas da temporada. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com o grupo de mutantes rebeldes. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). E os mutantes rebeldes incluem alguns X-Men dos quadrinhos: Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”), Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”) e as infames irmãs gêmeas Cuckoo (Skyler Samuels, de “Scream Queens”), além de Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), concebido especialmente para a série.
Produtor de It e Invocação do Mal é o novo presidente da DC Films
A Warner anunciou um novo presidente da DC Films, a divisão focada em criar um universo cinematográfico da DC Comics. Após o fracasso de “Liga da Justiça”, o novo presidente do estúdio, Toby Emmerich, afastou a dupla Jon Berg e Geoff Johns – caíram para o lado, assumindo outras funções ou revertendo para antigas – e promoveu Walter Hamada, produtor responsável pelos filmes de terror da New Line. Sob o comando de Hamada, os títulos de terror da New Line se provaram as produções mais lucrativas do conglomerado Warner, rendendo hits como “It – A Coisa” (US$ 698 milhões), “Invocação do Mal 2” (US$ 320 milhões) e “Annabelle: A Criação do Mal” (US$ 306,5 milhões). Além disso, o produtor mostrou ter grande capacidade para criar um universo estendido, transformando “Invocação do Mal” numa fábrica de spin-offs. O Universo “Conjuring” (o título original) já rendeu mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias e este ano ainda lançará “The Nun” e “Crooked Man”. Além dessas qualificações, Hamada conta com a confiança de Toby Emmerich, que presidiu a New Line antes de ser promovido a chefão da Warner. E é parceirão de James Wan, o diretor que criou a franquia “Invocação do Mal” e lança este ano o filme solo de “Aquaman”. A decisão de sacudir a DC Films se deve à insatisfação generalizada entre os acionistas da Warner, que não entendem como é possível acertar tão em cheio com “Mulher-Maravilha” e errar tanto com “Liga da Justiça”. Além de “Aquaman”, de James Wan, a DC Films prepara “Mulher-Maravilha 2”, novamente comandado por Patti Jenkins, e o primeiro longa de “Shazam!”. Curiosamente, este filme também tem DNA de terror da New Line, pois será dirigido por David F. Sandberg, de “Annabelle 2: A Criação do Mal”. O estúdio também pretende lançar um filme de super-heróis de terror: a adaptação dos quadrinhos da Liga da Justiça Sombria. E é difícil imaginar uma escolha mais perfeita para inaugurar a nova fase de projetos da DC com Hamada.
Filhas de Raio Negro são destaque em comercial da nova série da DC Comics
A rede CW divulgou um novo comercial de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC Comics. A prévia finalmente destaca as filhas do Raio Negro, que também têm super-poderes. A decisão delas de virarem heroínas ser um dos temas da 1ª temporada. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, o herói foi batizado no Brasil como Raio Negro, apesar deste nome já identificar um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também estreou na TV americana recentemente. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro e irá mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce e o rapper Krondon como o vilão Tobias Whale. Além de existir no mesmo universo das séries de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, a atração compartilha o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia está marcada para 16 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, a série será disponibilizada pela Netflix.
Velozes e Furiosos 8 foi a maior bilheteria de 2017 no Brasil
Quem precisa de Liga da Justiça, quando bastam Vin Diesel e Dwayne Johnson para vencer todos os super-heróis de Hollywood. A franquia que junta os astros, “Velozes e Furiosos” mostrou, mais uma vez, ser um fenômeno no Brasil. Segundo informações do site Filme B, “Velozes e Furiosos 8” liderou as bilheterias do país em 2017, com R$ 133,4M (milhões) de arrecadação. O filme teve um ótimo desempenho internacional – foi a segunda maior bilheteria mundial do ano – , embora não tenha se saído tão bem assim nos Estados Unidos. Já o 2º lugar nacional ficou com o mencionado “Liga da Justiça”, que rendeu R$ 131M. Ironicamente, o longa dos super-heróis não passou do 10º na América do Norte e com rendimentos muito abaixo do esperado. Num desempenho bem próximo, “A Bela e a Fera” fecha o Top 3 com R$ 130M. Os demais campeões de bilheteria no Brasil foram “Meu Malvado Favorito 3” (R$ 125M), “Mulher-Maravilha” (R$ 109M), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (R$ 102M), “Thor: Ragnarok” (R$ 99M) e “Logan” (R$ 91M). A única produção nacional a aparecer no top é a comédia “Minha Mãe é uma Peça 2” (R$ 89M), em 9º lugar. Por fim, o drama religioso “A Cabana” (R$ 74 milhões) fecha o Top 10.
Série britânica com trilha do guitarrista do Blur ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da série britânica “The End of the F**king World”, uma comédia de humor negro sobre adolescentes antissociais, que embarcam numa jornada de destruição. A série adapta os quadrinhos premiados de Charles S. Forsman e acompanha a road trip de James (Alex Lawther, de “O Jogo da Imitação”), um autoproclamado psicopata, e Alyssa (Jessica Barden, da série “Penny Dreadful”), uma rebelde de saco cheio com tudo. Os dois roubam um carro para encontrar uma vida melhor. Mas à medida que sua viagem caótica se desenrola, torna-se evidente que eles cruzaram um limite e não têm escolha senão ir até onde conseguirem. A adaptação foi escrita pela atriz Charlie Covell (da premiada série policial “Marcella”), a direção é de Jonathan Entwistle, que estreia na TV após dirigir clipes (como o do Seafret estrelado por Maisie Williams), e a trilha foi composta por Graham Coxon, guitarrista da banda Blur – que fez 40 músicas inéditas para a produção. “The End of the F**king World” foi exibida em outubro no Reino Unido e estreia na plataforma de streaming na sexta (5/1).
Novo comercial da série do Raio Negro mostra os poderes elétricos do super-herói
A rede CW divulgou um novo comercial de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC Comics. A prévia mostra o protagonista soltando os raios que lhe dão nome. Criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, o herói foi batizado no Brasil como Raio Negro, apesar deste nome já identificar um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original) que também estreou na TV americana recentemente. O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série não vai refletir as histórias iniciais do personagem, encontrando Jefferson Pierce uma década depois dele deixar seu uniforme de lado, a pedido da esposa, para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro e deverá mostrar a origem de duas novas super-heroínas: as filhas do personagem, vividas por Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”). Nos quadrinhos, elas viram Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning). O elenco também inclui Christine Adams (série “Terra Nova”) como a mulher de Pierce e o rapper Krondon como o vilão Tobias Whale. Além de existir no mesmo universo das séries de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, a atração compartilha o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia está marcada para 16 de janeiro nos Estados Unidos. Entretanto, enquanto as outras séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner, “Black Lightning” será disponibilizada no país pela Netflix, a partir do dia 23 de janeiro.












