Jason Momoa desiste de estrelar o remake de O Corvo
O remake de “O Corvo” perdeu seu ator e diretor. Você já ouviu isto antes, mas esta não é uma notícia antiga. É que a produção perdeu seu quinto protagonista e seu quarto diretor consecutivos, desde que foi anunciada há cerca de uma década. O ator Jason Momoa (“Aquaman”) e o diretor Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”) foram os últimos de uma longa lista de envolvidos que desistiram de filmar o remake na véspera da data marcada para o começo das filmagens. Desta vez, as câmeras iam começar a trabalhar em cinco semanas, em Budapeste. A franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994, e o projeto da refilmagem vem batendo o recorde de desistências. A maldição é real, pelo menos para o estúdio Relativity, que faliu desde o anúncio do projeto sem recuperar os gostos, mais de US$ 20 milhões com a pré-produção, e sem que nem uma cena sequer tenha sido filmada – gastos em desenvolvimento, roteiros não filmados, adiantamentos de contratos, reserva de estúdios, locações etc. Graças à crise, o produtor Samuel Hadida comprou os direitos do filme bem barato e achou que tinha dado sorte. Que inocente. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: O Último Cavaleiro”), os primeiros a desistirem há oito anos. Seus substitutos, o ator Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e o diretor Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), foram, respectivamente, substituídos por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) e F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Jack Houston (“Ben-Hur”) virou a opção seguinte, antes de Momoa se candidatar, sob direção de Corin Hardy – que tinha apenas um longa em seu currículo. O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que o roqueiro Nick Cave (!!!) aparece creditado no IMDb como roteirista, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns filmes, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original. A trama foi concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos. O personagem é o mesmo Eric Draven dos quadrinhos, que Brandon Lee morreu interpretando. O impressionante, na verdade, é que o remake de “O Corvo” ainda não foi oficialmente cancelado, mesmo sem ator, diretor e depois de tantas desistências. Mas o site Deadline afirma que a saída de Momoa e Hardy aconteceu após um impasse entre o produtor e a Sony, responsável por uma fatia substancial do financiamento, em troca da distribuição internacional do longa. A saída da Sony teria inviabilizado o orçamento. Por isso, é provável que “O Corvo” finalmente descanse em paz, sem voltar a ressuscitar no corpo de um novo intérprete. Embora seja provável que, num último suspiro, acabe estrelado e dirigido por iniciantes e lançado direto em streaming.
The Magic Order: Netflix divulga trailer de sua primeira revista em quadrinhos
A Netflix divulgou o trailer de “The Magic Order”, sua primeira revista em quadrinhos, que chega nas lojas físicas em 13 de junho. O projeto é também o primeiro lançamento da Netflix após a aquisição da Millarworld, que publica os quadrinhos de Mark Millar, criador das obras que viraram os filmes “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. A ideia da plataforma é lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries, considerando como as obras anteriores de Miller fizeram sucesso no cinema. No caso de “The Magic Order”, uma série já está em desenvolvimento. A trama tem seis edições e ilustra, com desenhos de Olivier Coipel, a trajetória de cinco famílias de mágicos que passaram gerações tentando proteger a humanidade, todos vivendo de forma normal e fora da atenção dos vizinhos. Até que surge um novo e misterioso vilão, que passa a matar os integrantes das famílias poderosas. “Minha ideia com ‘The Magic Order’ foi mostrar uma sociedade secreta de bruxos bons que combatem todas as coisas ruins há centenas de séculos, mas que vivem discretamente com seus empregos de colarinho branco e suas vidas domésticas ordinárias”, disse Millar, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Eles têm essa vida secreta, mas para o restante são completamente normais, o que é uma ideia mais de um ‘Sopranos’ do que ‘O Senhor dos Anéis'”, completou. Veja a arte de capa do primeiro exemplar logo abaixo do trailer.
Norman Reedus pode ganhar US$ 20 milhões para continuar em The Walking Dead
O ator Norman Reedus, intérprete de Daryl em “The Walking Dead”, pode ganhar US$ 20 milhões para atuar na 10ª temporada da série. Os valores da negociação envolvendo o ator, os produtores e o canal pago americano AMC foram divulgados pelo site da revista The Hollywood Reporter. Daryl deverá se tornar o personagem principal da série após a saída de Andrew Lincoln, que interpreta Rick Grimes, e Lauren Cohan, que interpreta Maggie. Ambos estarão na 9ª temporada, mas reportagens apuraram que eles não deverão continuar na série após este período. Ironicamente, a série vai perder Lauren Cohan porque os produtores se recusaram a lhe dar aumento. Ela queria receber o mesmo que Lincoln e Reedus já recebiam na ocasião. Como não aceitaram sua reivindicação, ela entrou em outra série – “Whiskey Cavalier”. A economia machista se provou cara para a atração. Além da proposta de salário milionário, Norman Reedus pode ter em breve outro motivo para comemorar. Sua mulher, a atriz Diane Kruger estaria esperando seu primeiro bebê, segundo “múltiplas fontes” do site da revista americana Us Weekly. O casal está junto desde 2016. Será o primeiro filho da atriz alemã, mas Reedus já tem outro filho, de 18 anos, com sua ex-mulher Helena Christensen.
Diretor de X-Force diz ter se divertido com destino inglório dos personagens em Deadpool 2
Perigo, perigo, spoiler. Responsável por tirar do papel o filme dos heróis da X-Force, o cineasta Drew Goddard (roteirista de “Perdido em Marte” e criador da série “Demolidor”) disse ter se divertido com o fato de “Deadpool 2” ter matado os personagens da primeira formação do grupo em sua primeira missão. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, Goddard contou que Ryan Reynolds até quis consultá-lo para saber se poderia fazer isso, mas ele não quis criar nenhum obstáculo para a criatividade do colega. Goddard até incentivou o intérprete e roteirista de “Deadpool 2”, dizendo para ele não se preocupar com o filme seguinte. “Para ser honesto, acho que é isso que deixa tão empolgado. Lembro-me de ler essa cena e rir muito, especialmente porque é a última coisa que você espera que aconteça em um desses filmes. Os longas atuais andam muito obcecados em preparar terreno para lançar o próximo, e a falta disso [em ‘Deadpool 2’] me deixou muito feliz”, disse Goddard. “Uma coisa que eu disse para o Ryan foi ‘não se preocupe com isso, teremos outras ideias. Façam o filme de vocês, nós damos um jeito’. Esse tende a ser o jeito que eu gosto de trabalhar. É muito mais importante focar em fazer seu filme do que se preocupar com o próximo. É muito mais importante fazer um filme realmente bom e ter seu tempo, e depois deixar isso ditar o que serão os filmes seguintes”, completou. Goddard, porém, adiantou que Deadpool (Ryan Reynolds), Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beetz) formarão a base do grupo que estrelará o filme “X-Force”. Criada em 1991 por Rob Liefeld (o mesmo criador de Deadpool), a X-Force tinha um perfil mais militarizado e agressivo do que os X-Men. Cable liderou a primeira formação, que tinha ainda Dominó, Dinamite, Míssil, Feral, Shatterstar e Apache. Outros personagens conhecidos dos filmes de mutantes da Fox, como Wolverine, Psylocke, Colossus, X-23 e o próprio Deadpool também já integraram a X-Force. “X-Force” ainda não tem previsão de estreia.
Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu
A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.
Andrew Lincoln deve sair de The Walking Dead na próxima temporada
O ator Andrew Lincoln deve deixar a série “The Walking Dead” ao final da próxima temporada. De acordo com uma notícia do site Collider, isto já estaria decidido. Seu contrato só valeria até o 9º ano da produção. Tem mais. O buraco é ainda maior que isso. Mesmo sua participação na 9ª temporada seria reduzida. De acordo com o site, o intérprete de Rick Grimes aparecerá em apenas meia dúzia de episódios. Isto significa que teria o mesmo destaque que Maggie, a personagem de Lauren Cohan, que voltará para um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC estaria se preparando para oferecer um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. O AMC se recusou a comentar a notícia, quando foi questionado pelos sites Deadline e TVLine. A saída de Rick, personagem cuja trajetória marcou toda a atração desde seu primeiro episódio, aumenta ainda mais o tamanho do equívoco irreparável do então showrunner Scott M. Gimple, responsável pela decisão de matar Carl, o filho de Rick, interpretado por Chandler Riggs – e que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Carl seria o personagem perfeito para tomar a frente da série após uma suposta morte de Rick. Como se não bastasse, os produtores assumiram uma postura machista ao não ceder o aumento pedido por Lauren Cohan para renovar sua participação na trama, de forma a equilibrar seu salário com os dos atores masculinos do programa. Sem ser atendida, ela não assinou sua renovação contratual e foi fazer outra série. Diante da polêmica criada, um acordo de meio termo foi acertado para ela aparecer de forma recorrente, mas não não mais como integrante do elenco fixo. Maggie seria a segunda personagem mais indicada para virar protagonista da série diante de uma suposta saída de Rick. As diversas decisões equivocadas da atração, sob comando de Gimple, fizeram “The Walking Dead” perder cerca de 10 milhões de telespectadores, voltando a índices que a série só atingia em sua estreia, quando ainda era pouco conhecida e o AMC tinha muito menos assinantes. Responsável por popularizar o canal, a série foi tratada com desdém desde o princípio. Seu criador, o cineasta Frank Darabont, foi demitido na metade da 2ª temporada, após reclamar do baixo orçamento e da baixa qualidade da equipe montada pelo canal para tocar a série. Atualmente, ele está envolvido numa batalha legal contra o AMC, numa disputa por centenas de milhões de dólares por direitos sobre “The Walking Dead” que não teriam sido honrados. Pelos serviços prestados, Scott M. Gimple foi promovido a supervisor do chamado “universo Walking Dead”, que também inclui a série “Fear the Walking Dead”. A roteirista-produtora Angela Kang assume como nova showrunner na 9ª temporada, herdando o caos.
Jamie Foxx vai estrelar filme do herói Spawn
O ator Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) foi confirmado como o protagonista de um novo filme do herói demoníaco “Spawn”. Rumores de sua participação já circulavam há algumas semanas, mas a notícia agora é oficial. Ele estrelará a segunda adaptação cinematográfica do personagem de quadrinhos, criado por Todd McFarlane. “Há alguns anos atrás eu voei para o Arizona para conhecer o homem por trás de um dos mais incríveis personagens de quadrinhos do universo… Todd McFarlane. Ele ficou surpreso quando eu lhe disse com o entusiasmo de uma criança que mais do que qualquer coisa eu queria incorporar seu amado personagem Spawn. Eu lhe disse que ninguém trabalharia mais duro do que eu se tivesse a oportunidade… bem … a oportunidade está aqui!!”, pronunciou-se Foxx durante o anúncio do projeto. A produção está a cargo da Blumhouse, estúdio especializado em terrores baratos, que originou fenômenos como “Corra!” e “Fragmentado”. O próprio Todd McFarlane escreveu o roteiro e vai dirigir o longa, fazendo sua estreia em ambas funções. Criado pelo artista em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. A trama dos quadrinhos gira em torno de Al Simmons, um ex-agente de operações secretas da CIA que é traído e assassinado. Após sua morte, sua alma é enviada para o inferno, mas chama atenção de um demônio por todos os inocentes que ele matou. Assim, Simmons acaba fazendo um acordo, que lhe permite retornar ao plano terrestre. No entanto, cinco anos se passaram e sua esposa seguiu em frente, enquanto ele se tornou uma criatura desfigurada e superpoderosa do inferno, que é caçado por anjos e tem que lidar com outras ameaças, incluindo o Violator, outro demônio enviado à Terra para cultivar o mal e gerar mais soldados para o exército do inferno. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. Destruído pela crítica – teve só 18% de aprovação no Rotten Tomatoes – , rendeu apenas US$ 87,8 milhões de bilheteria em todo o mundo. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Será também a segunda adaptação recente consecutiva de um personagem de McFarlane, que também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro.
Mulheres Alteradas: Comédia baseada nos quadrinhos de Maitena ganha trailer
A Paris Filmes divulgou o pôster, o trailer e um vídeo com comentários de “Mulheres Alteradas”. Sim, mais uma comédia brasileira da Paris Filmes. Só que o trailer revela um enredo bem diferente das comédias brasileiras tradicionais, caracterizadas por fazer humor preconceituoso. Em contraste, “Mulheres Alteradas” conta as lutas de quatro mulheres adultas no mundo moderno, às voltas com angústias de relacionamento, casamento, filhos, trabalho, idade e vida social. Enfim, crises existenciais reais. E com um elenco realmente ótimo, liderado pelo quarteto fantástico Deborah Secco (“Bruna Surfistinha”), Alessandra Negrini (“O Gorila”), Monica Iozzi (“A Comédia Divina”) e Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”). Um dia, as amigas em crise com seus cotidianos resolvem trocar de papel e o resultado nas prévias parece divertido sem perder de vista o realismo – ao contrário das fábulas moralistas de trocas sobrenaturais de corpos que volta e meia aparecem nas comédias brasileiras. Dito isto, o tom se mantém no volume histérico que prevalece em todas as comédias brasileiras – reparem como os dramas parecem sussurrados diante dos filmes cômicos gritados produzidos no Brasil. Vale dizer que desta vez a histeria tem a ver com o tema. Está no título e remete ao material original, as tiras em quadrinhos homônimas da cartunista argentina Maitena Burundarena, que retrata questões femininas com humor ácido. São os traços de Maitena que aparecem no trailer, transformando as personagens em cartuns. Para garantir uma boa transposição do humor, a adaptação foi feita por outra fera das tiras de quadrinhos, o brasileiro Caco Galhardo (autor de “Os Pescoçudos”), em sua estreia como roteirista de longa-metragens. O filme também marca a estreia no cinema do diretor Luis Pinheiro, que dirigiu, entre outras, a série “Lili, a Ex”, inspirada em tiras de Galhardo – e também estrelada por Maria Casadelvall. O lançamento de “Mulheres Alteradas” está marcado para 21 de junho.
Nova cena inédita de Lucifer revela final alternativo da série
O site TVLine divulgou uma cena inédita da exibição “bônus” de “Lucifer”, que será exibido nos Estados Unidos na segunda (28/8). Trata-se da segunda cena antecipada do “pós-final” da série. E, como a anterior, faz parte da trama de reboot/universo alternativo, que servirá de desfecho para a série. O material inédito só existe porque dois episódios chegaram a ser inteiramente gravados para a 4ª temporada, antes da Fox anunciar o cancelamento da série. Como a série não terá esta 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar para exibir os episódios prontos como um especial de duas horas. Ambos trazem histórias completas, que não seriam exibidas no começo da próxima temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do final da 3ª temporada. De todo modo, os “bônus” incluem participações curiosas e um deles serve até como encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer), onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Com direção de Kevin Alejandro (intérprete do detetive Dan), este episódio que ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos nesta segunda (28/5) nos Estados Unidos, e não tem previsão para chegar ao Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.
Monica Iozzi será a mãe da Mônica no filme dos personagens de Mauricio de Sousa
A atriz Monica Iozzi foi escalada para interpretar a mãe de Mônica no primeiro filme com atores dos personagens dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. A informação foi confirmada pela revista Veja, junto à assessoria da atriz. Intitulado “Laços”, o filme tem como base a graphic novel “Turma da Mônica – Laços”, uma releitura do trabalho de Mauricio de Sousa produzida pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Além de apresentar uma arte estilizada, os quadrinhos são mais adultos e repletos de referências à cultura pop dos anos 1980. A trama acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura, em busca do cão Floquinho, que fugiu. Os autores da graphic novel são os responsáveis pela adaptação. E a direção está a cargo de Daniel Rezende (de “Bingo – O Rei das Manhãs”). O elenco infantil foi escolhido após uma longa seleção, que chegou a ter mais de 7,5 mil inscritos. Giulia Benite será Mônica, Laura Rauseo viverá Magali, Kevin Vecchiato interpretará Cebolinha e Gabriel Moreira será o Cascão. Todos são estreantes. O elenco adulto do filme ainda foi oficialmente divulgado. Paralelamente a esta produção, também está sendo desenvolvido um filme sobre a “Turma da Mônica Jovem”, que mostra os personagens já adolescentes, lidando com problemas de relacionamentos e outras situações mais maduras que as historinhas clássicas da “Turma da Mônica”.
Primeiro comercial de Homem-Formiga e a Vespa destaca a vilã Fantasma
A Marvel divulgou o primeiro comercial de “Homem-Formiga e a Vespa”, seu próximo filme de super-heróis. A prévia destaca a pareceria entre os dois heróis, interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, que se juntam para enfrentar uma nova supervilã, chamada Fantasma (Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”). A personagem aparecendo dando uma surra no Homem-Formiga e demonstrando alguns dos seus poderes. Fantasma é uma hacker brilhante que possui um uniforme que a torna intangível e capaz de atravessar paredes. Nos quadrinhos, o personagem é um homem, mas essa mudança deve entrar na conta dos roteiristas e não da capacidade tecnológica da criminosa. O trailer completo explicou que Fantasma roubou uma tecnologia secreta do Dr. Henry Pym (Michael Douglas), capaz de conduzir a mundos subatômicos, e isso faz com que os heróis busquem ajuda do grupo atrapalhado de ladrões amigos de Scott Lang (Rudd) – para que Michael Peña volte a roubar as cenas com momentos de humor. Fora esse confronto, não há maiores detalhes da trama, que também irá introduzir Michelle Pfeiffer (“A Família”) como Janet Van Dyne, a Vespa original. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Estreia de Han Solo decepciona e não supera Deadpool 2 no Brasil
A bilheteria nacional de “Han Solo: Um História Star Wars” confirmou a projeção internacional, apurada ainda no fim de semana, com uma arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores. Isto não foi suficiente para tirar “Deadpool 2” do 1º lugar. Pelo segundo fim de semana seguida, o longa do anti-herói da Marvel, mas produzido pela Fox, foi o filme mais visto do Brasil, com mais que o dobro do público do novo “Star Wars” produzido pela Disney. “Deadpool 2” foi visto por 494 mil espectadores e arrecadou R$ 7,7 milhões arrecadados, de acordo com dados da ComScore. Rendeu menos por sala que “Han Solo”, porque ocupou circuito mais barato. Os ingressos do spin-off de “Star Wars” cobravam projeção especial em 3D. O desempenho de “Han Solo: Um História Star Wars” foi abaixo do esperado não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Mesmo assim, o filme conseguiu abrir em 1º lugar na América do Norte, lugar onde foi mais bem-sucedido. Já na China, não passou do 3º lugar. O top 3 se completa com outro blockbuster, “Vingadores: Guerra Infinita”, que um mês após seu lançamento permanece rendendo milhões. Mais exatamente, R$ 3,8 milhões. Com a soma de toda a sua bilheteria, o longa já acumulou mais de R$ 222 milhões no Brasil. Por curiosidade, é interessante observar que o resto do circuito cinematográfico ocupa espaço tão limitado que não foi capaz de superar a exibição de poucas salas e horário único da final da Champions League, o campeonato de times europeus. A vitória do Real Madrid sobre o Liverpool foi vista por quase 22 mil espectadores nos cinemas e rendeu R$ 780 mil, ocupando o 4º lugar no ranking de faturamento de cinemas.
Lucifer: Veja uma cena inédita do episódio “bônus” de Lucifer
A Fox divulgou uma cena inédita da exibição “bônus” de “Lucifer”, que será exibido nos Estados Unidos na segunda (28/8). De forma curiosa, a prévia faz menção ao primeiro caso da atração, o assassinato de Delilah (vivida por AnnaLynne McCord no piloto), uma estrela de Hollywood que era amiga de Lucifer (Tom Ellis) e foi morta diante da boate Lux. Isto significa que a cena faz parte da trama de reboot/universo alternativo, que tem direção de Kevin Alejandro (intérprete do detetive Dan). Os episódios bônus foram gravados para a 4ª temporada antes da Fox anunciar o cancelamento da série. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores capítulos já produzidos para “Lucifer” e temia que o cancelamento os deixasse no limbo. Como a série não terá 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar os episódios prontos para exibi-los como um especial de duas horas. Ambos trazem histórias completas, que não seriam exibidas no começo da próxima temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do final da 3ª temporada. De todo modo, os “bônus” incluem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer), onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. É o episódio dirigido por Alejandro, que ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos no mesmo dia, um após o outro, nesta segunda nos Estados Unidos, e não tem previsão para chegar ao Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.












