Deadpool mantém liderança no Brasil, enquanto Han Solo cai para 3º lugar

“Han Solo: Uma História Star Wars” realmente não virou o blockbuster esperado pela Disney. Em sua segunda semana de exibição no Brasil, o filme caiu uma posição, sendo superado por “Vingadores: Guerra infinita”, que já está há mais de um mês em cartaz.

O derivado de “Star Wars” rendeu R$ 4,2 milhões para ocupar a 3º lugar no ranking das bilheterias nacionais, de acordo com o relatório do site Filme B.

Assim, ficou abaixo de dois filmes de super-heróis. O longa dos Vingadores subiu para o 2º lugar, com cerca de R$ 5,5 milhões, e “Deadpool 2” arrecadou R$ 10,2 milhões para se manter no topo da venda de ingressos pelo terceiro fim de semana consecutivo, visto por 655 mil pessoas entre os dias 31 de maio e 3 de junho.

O detalhe mais preocupante é que, enquanto a maioria dos filmes representou melhora de desempenho em relação à semana passada – isto é, após a greve dos caminhoneiros – , “Han Solo” teve queda de público.

“Vingadores: Guerra Infinita” puxou a recuperação, com 40% mais ingressos vendidos que no fim de semana passado, seguido por “Deadpool 2”, que teve aumento de 26%. Já “Han Solo” registrou menos 13%.

Segundo o Filme B, houve um aumento de 16,2% na arrecadação geral dos cinemas, entre os dez filmes que mais venderam ingressos.

Entre os estreantes do fim de semana, os que tiveram melhor desenho foram, obviamente, os três filmes que tiveram maior distribuição, ocupando do 4º ao 6º lugares. A animação “Gnomeu e Julieta e o Mistério do Jardim” fez R$ 4,4 milhões, a comédia brasileira “Não se Aceitam Devoluções” faturou R$ 2,2 milhões e o religioso “Eu Só Posso Imaginar” somou R$ 1,8 milhões.

Melhor lançamento do fim de semana, o drama musical brasileiro “Paraíso Perdido” fez R$ 154 mil e ficou em 9º lugar, refletindo sua distribuição em número limitado de salas.

Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna

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