Dakota Johnson e diretora de “Madame Teia” vêm ao Brasil divulgar filme
A atriz Dakota Johnson vem ao Brasil com a diretora S. J. Clarkson para divulgar o filme “Madame Teia”, que estreia nos cinemas em 14 de fevereiro. A vinda foi divulgada com ajuda de um vídeo gravado pela estrela. Apesar do anúncio, a Sony, produtora do longa, não revelou a data de chegada da artista. O filme da Madame Teia Depois de explorar vilões como Venom, Morbius e o vindouro Kraven, a produção é a primeira dos filmes com personagens secundários dos quadrinhos do Homem-Aranha focada num herói. Na verdade, em várias heroínas de uma vez. Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) tem o papel principal de Cassandra Webb, uma paramédica de Manhattan que, após sofrer um acidente quase fatal, começa a desenvolver poderes de clarividência. Graças a esse poder de ver o futuro, ela descobre a ameaça de um psicopata assassino, focado em matar um trio de jovens aleatórias, que recentemente cruzaram o caminho da protagonista. Acontece que o próprio assassino tem ligação com o passado de Cassandra, é igualmente clarividente e viu no que as jovens vão se transformar. Mulheres-Aranha Entre as jovens protegidas por Cassandra está Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha dos quadrinhos (e posteriormente segunda Madame Teia), vivida por Sydney Sweeney (“Euphoria”), Mattie Franklin, outra Mulher-Aranha vivida por Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”), e Anya Corazon, a Garota-Aranha, interpretada por Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”). Outros detalhes do elenco fazem do filme um prólogo do Homem-Aranha, como a presença do jovem “tio” Ben Parker, vivido por Adam Scott (“Ruptura”), e sua cunhada Mary Parker, mãe de Peter/Homem-Aranha, com interpretação de Emma Roberts (“American Horror Story”). Detalhes da produção O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless (responsáveis pelo fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony) e por Kerem Sanga (“Coração Violento”). A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). E elenco ainda conta com os atores Mike Epps (“The Upshaws”), Zosia Mamet (“Girls”) e Tahar Rahim (“O Mauritano”) na pele do vilão Ezekiel Sims.
Invencível | Novos episódios ganham data de estreia
A plataforma Prime Video anunciou nesta segunda-feira (22/1) a data de estreia da Parte 2 da 2ª temporada de “Invencível”. A revelação veio com um teaser, que traz o herói do títulos sangrando após uma briga. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio e uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. A trama acompanha Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), dublador de Mark, o Invencível. Além dele, o elenco de vozes originais inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original. Os novos episódios chegam ao streaming da Amazon em 14 de março.
Bilheteria | “Meninas Malvadas” mantém liderança em fim de semana congelado nos EUA
As bilheterias dos Estados Unidos e Canadá congelaram literalmente neste fim de semana invernal, diante de neve e temperaturas abaixo de zero. Não só a arrecadação foi uma das mais baixas dos últimos tempos, como o Top 5 trouxe os mesmos filmes da semana passada. Top 5 congelado “Meninas Malvadas” manteve-se como filme mais visto pelo segundo fim de semana consecutivo, arrecadando apenas US$ 11,7 milhões de 3.826 locais, com uma queda de 59% de faturamento em relação à estreia na semana passada. Em 10 dias em cartaz, o filme somou US$ 50 milhões na América do Norte e US$ 66 milhões mundiais. “Beekeeper – Rede de Vingança” repetiu o 2º com US$ 8,5 milhões de 3.330 cinemas. O thriller estrelado por Jason Statham acumulou US$ 31,1 milhões nos Estados Unidos, mas teve um desempenho muito forte no exterior, fazendo seus rendimentos atingirem US$ 75,3 milhões globais. “Wonka” também manteve sua 3ª posição, com US$ 6,4 milhões de 3.316 locais. Primeiro blockbuster de 2024, o musical da Warner Bros. já somou US$ 187,2 milhões no mercado doméstico e US$ 531,8 milhões mundiais. “Todos Menos Você” ficou em 4º lugar com US$ 5,4 milhões e ainda atingiu um marco financeiro, ao ultrapassar US$ 100 milhões em bilheteria global. Com isso, a produção da Sony se tornou a comédia romântica para maiores a conquistar a maior bilheteria mundial desde “O Bebê de Bridget Jones” em 2016. Fechando o Top 5, a animação “Patos!” arrecadou mais US$ 5,3 milhões, totalizando US$ 94,7 milhões domesticamente e US$ 191,6 milhões globalmente. Abaixo do Top 5 “Aquaman 2: O Reino Perdido” ficou num distante 6º lugar, com US$ 3,6 milhões, mas continua a mostrar sua força no exterior, aproximando-se da marca de US$ 400 milhões em bilheteria mundial. Esse desempenho ajuda a Warner a escapar de um prejuízo maior. Mesmo assim, o estúdio adiantou o lançamento do filme em streaming, colocando-o para locação digital em VOD já a partir de terça (23/1), buscando gerar mais dinheiro para cobrir o buraco deixado pelo investimento na produção. A principal estreia da semana, “I.S.S.”, ficou somente em 7º lugar, com US$ 3 milhões em 2.250 locais. A sci-fi independente, estrelada por Ariana DeBose e Chris Messina, gerou uma reação morna da crítica, com 62% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas seu destino foi selado pela frieza do público, que lhe classificou com um C- no CinemaScore, pesquisa feita na saída dos cinemas dos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | MENINAS MALVADAS 2 | BEEKEEPER – REDE DE VINGANÇA 3 | WONKA 4 | TODOS MENOS VOCÊ 5 | PATOS!
Estreias | Programação de cinema destaca Turma da Mônica Jovem
O filme da “Turma da Mônica Jovem” é o maior lançamento desta quinta (18/1), ocupando o circuito amplo dos cinemas. Mas as telas também recebem filmes de terror, animação, catástrofe e drama da temporada do Oscar – com dois filmes portugueses no circuito de arte. Confira as estreias da semana. TURMA DA MÔNICA JOVEM – REFLEXOS DO MEDO A nova fase na franquia cinematográfica da Turma da Mônica introduz uma mudança significativa de elenco, equipe criativa e produção em relação às versões live-action anteriores. Recebendo hate desde a escalação, por substituir o elenco original amplamente aclamado, e sofrendo questionamentos precoces pela divulgação de trailers de qualidade duvidosa, o lançamento vem confirmar muitos dos temores dos fãs. Para começar, a trama complica a simplicidade dos primeiros lançamentos ao ser apresentada como uma história de terror (ao estilo “Scooby-Doo encontra os Feiticeiros de Waverly Place”), mas não usa o gênero para representar uma jornada de amadurecimento como “Laços” e “Lições”, embora houvesse uma possibilidade clara de explorar os medos/traumas associados à chegada à adolescência e à transição para o Ensino Médio. A história se desenrola no contexto do primeiro dia de aula do Ensino Médio, quando Mônica, Cebola, Magali, Cascão e Milena descobrem que o Museu do Limoeiro está ameaçado de ser leiloado. Determinados a impedir que isso aconteça, os amigos se unem para investigar os motivos por trás da situação e se deparam com segredos antigos e assustadores relacionados ao bairro. À medida que exploram esses mistérios, percebem que estão lidando com uma ameaça maior do que imaginavam, envolvendo elementos sobrenaturais. Há a intenção de abordar temas de terror e suspense, mas falhas técnicas e a falta de conexão entre os intérpretes impedem que a tentativa seja levada a sério. Complicador maior, a história traz uma Magali feiticeira. Embora seja uma característica que os leitores reconhecem dos gibis da versão jovem da Turma, o detalhe não deixa de ser um choque para o público que cresceu com os quadrinhos originais ou descobriu os personagens nos dois filmes recentes. E, no fundo, só serve para tornar a produção mais próxima de um “Detetives do Prédio Azul Jovem”. Por sinal, esse é o grande paradoxo da “Turma da Mônica Jovem”: embora o elenco seja mais velho, o filme é mais infantil, sem o mesmo apelo universal para todas as idades dos anteriores. A direção é de Maurício Eça (“A Menina Que Matou os Pais”), o papel de Mônica é feito pela atriz Sophia Valverde (“As Aventuras de Poliana”) e o grande elenco – com personagens demais – ainda destaca Xande Valois (“Um Tio Quase Perfeito”) como Cebola, Bianca Paiva (“Chiquititas”) como Magali, Theo Salomão (“Escola de Gênios”) como Cascão e Carol Roberto (“The Voice Kids”) como Milena. MEU AMIGO ROBÔ A animação sem diálogos é uma fantasia gentilmente excêntrica, ambientada numa versão animada da Nova York dos anos 1980, povoada exclusivamente por animais antropomórficos e robôs surpreendentemente sensíveis. Esta narrativa, que dispensa falas em favor de uma narrativa visual expressiva, é baseada na graphic novel de 2007 de Sara Varon, que originalmente tinha um público-alvo jovem. O filme de Berger, no entanto, mergulha em nostalgia pela Nova York da era Reagan, apelando para um público mais amplo e difícil de definir. Apesar de adequado para crianças, o subtexto incidente e a atmosfera de melancolia podem confundir os mais jovens. Premiado no Annie Awards 2023 (o Oscar da animação) como Melhor Filme Independente, a obra do espanhol Pablo Berger (da versão muda de “Branca de Neve”) explora a relação entre dois personagens principais, um cão e um robô, que vivem uma amizade caracterizada por um companheirismo potencialmente queer, mas mantido em castidade. A história segue o cão, vivendo uma vida solitária no East Village, cuja rotina é interrompida ao montar um robô de um kit que ele compra, inspirado por um infomercial. A amizade entre o cão e o robô floresce através de atividades compartilhadas, como passeios turísticos e patinação no Central Park, ao som de “September” de Earth, Wind and Fire. No entanto, a separação inevitável ocorre quando o companheiro mecânico enferruja após um dia na praia, forçando o cão a enfrentar o inverno sozinho, enquanto o robô se deteriora, sonhando com um reencontro. “Meu Amigo Robô” aborda temas de amor, perda e amizade, sugerindo que relacionamentos finitos não são necessariamente fracassados. A narrativa comovente também se destaca por suas referências visuais inteligentes aos anos 1980 e à vida nas ruas de Nova York, explorando as alegrias e tristezas da vida urbana e a busca por conexão em um mundo frequentemente indiferente. MERGULHO NOTURNO Embora não seja adaptação de um conto de Stephen King, o terror compartilha das características tradicionais das obras do autor, confrontando americanos comuns com o sobrenatural. Na trama, o casal formado por Wyatt Russell (“O Falcão e o Soldado Invernal”) e Kerry Condon (de “Os Banshees de Inisherin”) se muda com a filha adolescente (Amelie Hoeferle, de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”) e o filho caçula (Gavin Warren, de “Fear the Walking Dead”) para uma nova casa, apenas para descobrir que a piscina do quintal é assombrada por espíritos malévolos. A produção da Blumhouse/Atomic Monster expande a história de um aclamado curta-metragem homônimo de 2014, de Rod Blackhurst e Bryce McGuire. A direção é do próprio McGuire, que faz sua estreia em longas e, desde o início, estabelece um clima de suspense e tensão. No entanto, a ampliação da história para o formato de longa-metragem enfrenta desafios. Embora comece de forma promissora, o desenvolvimento da história se depara com complicações em seu roteiro e mitologia, tornando-se vítima de uma narrativa excessivamente elaborada. O que é bizarro diante de uma premissa que se resume, basicamente, a duas palavras: piscina assombrada. SOBREVIVENTES – DEPOIS DO TERREMOTO O candidato da Coreia do Sul ao Oscar 2004 traz novas perspectivas para o cinema de catástrofe. A ação se passa em Seul após um terremoto devastador, quando um único edifício permanece em pé, cercado por escombros. A escassez de alimentos e água logo se torna um problema para os moradores sobreviventes, incluindo Min-sung (Park Seo-joon, de “A Criatura de Gyeongseong”), um jovem servidor público, e sua esposa (Park Bo-young, de “Uma Dose Diária de Sol”). A narrativa não se concentra apenas no drama de sobrevivência, mas também examina questões morais complexas. Young-tak (Lee Byung-hun, de “Round 6”), um homem corajoso, é eleito líder pelos moradores e toma decisões difíceis, incluindo a expulsão violenta dos refugiados que buscam abrigo. E assim, o que começa como um microcosmo funcional e igualitário, logo se transforma rapidamente em um estado fascista, evidenciando tensões sociais e políticas. A produção é adaptação de um webtoon (quadrinhos online) de Kim Soong-Nyung, que examina a complexidade moral em tempos de crise e desafia o público a refletir sobre a natureza humana e as escolhas feitas em circunstâncias extremas. A direção é de Um Tae-hwa (“Desaparecimento: O Garoto que Retornou”). SEGREDOS DE UM ESCÂNDALO O novo drama de Todd Haynes (“Carol”) é baseado num fato real, mas se apresenta com uma abordagem original e intensa. Estrelado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”), o filme é marcado por personagens moralmente ambíguos, com o objetivo de criar desconforto proposital. A trama segue uma atriz (Portman) que viaja até a Georgia para estudar a vida de uma mulher da vida real (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore era uma mulher casada que teve um romance com um adolescente de 13 anos, foi presa e após cumprir a pena judicial se casou com o jovem, vivido por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. E com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona. Na sua busca para compreender Gracie, Elizabeth ultrapassa os limites entre curiosidade e invasão, enquanto seu objeto de estudo se mostra defensiva e complexa. Nesse jogo, o filme cria uma atmosfera tensa e estranha, salpicada por um humor sutilmente obsceno, que dialoga com seu tema tabu. A tensão é equilibrada por elementos cômicos, tornando possível arrancar risadas pela audácia da trama. Mas não se trata de uma obra fácil, especialmente para quem evita mergulhar em narrativas sobre indivíduos terríveis. Ousado em sua temática e na construção dos personagens, “Segredos de um Escândalo” traz os atores entregando performances habilidosas e desconcertantes, que resulta numa experiência que pode ser profundamente perturbadora, mas também extasiante para os cinéfilos. O NATAL DO BRUNO ALEIXO Bruno Aleixo é uma mistura de urso de pelúcia e cão, com um toque visual que lembra um Ewok do universo “Star Wars”. Seu um humor peculiar, rabugento e irônico ganhou notoriedade com uma série de vídeos na internet e se popularizou com “O Programa do Aleixo”, lançado na TV portuguesa em 2008. Desde então, Aleixo ganhou vários spin-offs online e participações em outros programas, que fizeram crescer seus coadjuvantes e o tornaram um fenômeno pop em Portugal. O personagem foi criado por João Moreira, Pedro Santo e João Pombeiro. Os dois primeiros assinam seu segundo longa – depois de “O Filme do Bruno Aleixo” (2019) – que chega ao Brasil fora de época, devido à temática natalina. A produção narra as recordações de Natais passados de Bruno Aleixo após um acidente de carro que o deixa em coma – entre as memórias, destaca-se um Natal passado na casa de sua avó brasileira. A trama acaba por recontar o tradicional conto de Natal de Charles Dickens de forma original, utilizando diferentes estilos de animação para cada segmento. Essa abordagem criativa oferece ritmos e tonalidades variadas à narrativa. Apesar de ser um pouco ofuscado pelo sucesso de seu antecessor, a produção foi uma das comédias portuguesas mais destacadas de 2022. MAL VIVER O drama do português João Canijo (“Sangue do Meu Sangue”) forma um díptico com “Viver Mal”, ambos ambientados em um hotel. Enquanto a outra obra se foca nos hóspedes, o lançamento atual se concentra na equipe, principalmente nas relações femininas em deterioração. O enredo envolve a gerente do hotel, Piedade (Anabela Moreira), sua mãe Sara (Rita Blanco), dona do estabelecimento, e a filha de Piedade, Salomé (Madalena Almeida), que retorna inesperadamente após a morte de seu pai. Completando o elenco, estão Raquel (Clei Almeida), prima e empregada, em um relacionamento complicado com Angela (Vera Barreto), a fiel governanta e cozinheira. A trama explora as tensões familiares e profissionais, que se misturam no local visivelmente desgastado e em dificuldades financeiras, criando um efeito trágico, com personagens femininas refletindo sobre suas vidas em meio a um ambiente de hostilidade, tristeza e desafeto. Venceu o Prêmio do Júri do último Festival de Berlim.
Vincent D’Onofrio diz que séries da Netflix entraram na cronologia do MCU
O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk nas séries da Marvel confirmou que o Demolidor e outras séries da Netflix entraram oficialmente na cronologia do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao Hollywood Reporter, o ator afirmou que a mudança de status aconteceu após uma nova equipe assumir a nova série do “Demolidor” “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator. “Agora podemos começar ‘Born Again’ com toda essa história atrás de nós e o resultado dela. Então estamos todos falando sobre ‘Daredevil: Born Again’ nesses termos agora”, completou. A declaração vem após a Disney+ também passar a identificar as séries da Netflix como parte da cronologia do MCU. Além disso, segue rumores sobre as voltas de Deborah Ann Woll e Elden Henson aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson. Eles tinham sido descartados pela equipe anterior de “Daredevil: Born Again”, que planejava um reboot radical para o Demolidor. Em outubro, o Marvel Studios demitiu toda a equipe de produção da série, que tinha vários capítulos prontos. Quem assumiu no lugar de Chris Ord (“The Brave”) e Matt Corman (“Inimigo Interno”) foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro” na Netflix. Ele teria sido responsável por convencer o MCU a considerar as séries da Netflix como cânones.
Por que o filme da “Turma da Mônica Jovem” tem elenco diferente?
O sucesso dos primeiros filmes e da série da “Turma da Mônica” deixou muitos fãs revoltados com a troca de intérpretes para a produção do longa da “Turma da Mônica Jovem”, a ponto de render uma petição online. Com o título de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”, a produção estreia nesta quinta (18/1) no Brasil. Por ironia, as reclamações foram resultado do grande acerto na escalação dos atores das primeiros adaptações live-action dos quadrinhos de Mauricio de Sousa. O público se apaixonou por Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Com isso, sobrou hate para seus substitutos. Até Sophia Valverde, que protagonizou as novelas de Poliana do SBT, sofreu rejeição. Mas se o elenco original foi um sucesso, por que mudaram a escalação? Ainda mais que “Turma da Mônica Jovem” reflete a passagem do tempo e mostra os personagens no começo da adolescência, idade atual dos intérpretes originais. Existe uma resposta oficial. O produtor-executivo de audiovisual da Mauricio de Sousa Produções (MSP), Marcos Saraiva, revelou, em entrevista à Folha de São Paulo no ano passado, que o elenco foi alterado por conta de uma série de fatores, sendo dois deles a idade dos personagens e os direitos de adaptação de obra, apontando que “Turma da Mônica” e a “Turma da Mônica Jovem” são propriedades diferentes. A desculpa da idade dos personagens não cola, porque Giulia Benite está com 15 anos, exatamente a idade da Mônica em sua versão Jovem. Sophia Valverde, ao contrário, terá que fingir ser mais nova no filme, por ter atingido 18 anos. O restante da turma traz Xande Valois (“Um Tio Quase Perfeito”) como Cebola, Bianca Paiva (“Chiquititas”) como Magali, Theo Salomão (“Escola de Gênios”) como Cascão e Carol Roberto (“The Voice Kids”) como Milena – com idades variando entre 18 e 19 anos. Siga o dinheiro Já a questão dos direitos de adaptação traz à tona um ponto interessante. Afinal, ambas as publicações são originárias da MSP. Mas basta ver quem produziu os filmes para reparar que a empresa cometeu o mesmo erro de iniciante da Marvel. Visando obter mais dinheiro, a MSP negociou “Turma da Mônica” e “Turma da Mônica Jovem” com estúdios diferentes – como a Marvel fez com os X-Men e o Homem-Aranha, antes de assumir suas próprias produções. Os filmes da “Turma da Mônica” tiveram parceria com a Paramount, Globo Filmes, Paris Filmes e outras empresas, incluindo Quintal e Biônica Filmes, enquanto “Turma da Mônica Jovem” vem pela Sony e outros parceiros, como Bronze Filmes, BeBossa Entertainment e Imagem Filmes. Empresas completamente diferentes. Curiosamente, Marcos Saraiva disse à Folha que o estúdio não queria repetir o “erro” da Marvel, vinculando protagonistas aos mesmos atores, como em “Os Vingadores”, e apontando que os cachês sobem conforme os artistas se tornam famosos. Eles ainda poderiam se recusar a voltar aos papéis. É por isso, por sinal, que a Marvel fecha contratos para até seis filmes quando define os protagonistas – seria um “acerto” da Marvel, então? Ou seja, para não cometer um “erro” da Marvel, a MSP cometeu outro. A leitura que se pode fazer desse negócio é que houve pressa – não é possível saber se o pagamento pelos direitos foi antecipado no fechamento do contrato. E também subestimou-se a possibilidade de sucesso continuado do elenco dos filmes originais, já que o filme da “Turma da Mônica Jovem” só saiu do papel após dois longas e uma série, tempo suficiente para o elenco da “Turma da Mônica” atingir a idade certa para estrelá-lo. Outro detalhe é que a MSP adiantou planos para fazer uma trilogia da “Turma da Mônica Jovem”. Só que o novo elenco escalado já está mais velho que os personagens no filme inicial. Se os lançamentos refletirem o espaçamento de dois anos, que ocorreu entre “Laços” e Lições”, Sophia Valverde terá 22 no último longa, idade de formatura na faculdade – e ela é uma das mais novas desse casting. A Mônica jovem ainda está no Ensino Médio nos gibis de Mauricio. Entretanto, as mudanças não se resumem ao elenco. Envolvem toda a equipe de produção, incluindo direção e roteiro, e até a própria abordagem da franquia, que deixa de lado o foco principal na jornada de amadurecimento para contar uma história mais convencional, com elementos sobrenaturais. A estreia de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo” nos cinemas nesta quinta (17/1) permitirá ver pra valer a reação do público diante de tantas diferenças. O lado positivo para a MSP – e seus novos parceiros – é que a franquia é tão famosa que pode originar mais um sucesso.
Keanu Reeves vai lançar seu primeiro romance de ficção
O astro Keanu Reeves anunciou a publicação de seu primeiro romance, “The Book of Elsewhere” (“O Livro de Outro Lugar”, em tradução livre), em colaboração com o escritor britânico China Miéville. O romance é uma adaptação da série de quadrinhos “BRZRKR”, criada pelo próprio Reeves, e explora a jornada de um guerreiro imortal. Em declaração ao jornal britânico The Guardian, Reeves expressou entusiasmo com a parceria com Miéville, autor de obras de ficção científica como “Estação Perdido” e conhecido ativista da esquerda radical. “China fez exatamente o que eu esperava. Ele veio com uma arquitetura clara para a história e soube brincar com o mundo BRZRKR, que eu amo tanto. Fiquei emocionado com a visão dele e me sinto honrado de participar deste processo colaborativo”, disse o ator, conhecido pelas franquias “Matrix” e “John Wick”. Miéville compartilhou sentimentos positivos sobre a colaboração. “Às vezes, os melhores jogos são os que jogamos com os brinquedos dos outros”, comentou. “Foi uma honra, um choque e uma alegria quando Keanu me convidou para brincar. Eu jamais poderia ter antecipado o quão generoso ele seria com brinquedos que ele passou tanto tempo criando.” “BRZRKR”, lançada em 2021 em parceria com o escritor Matt Kindt e o artista Ron Garney, rapidamente se tornou um best-seller e inspirou uma série animada na Netflix, atualmente em desenvolvimento com o ator no papel principal. Além dos quadrinhos, Keanu Reeves é autor do livro de poemas “Ode to Happiness” (“Ode à Felicidade”), ainda não publicado no Brasil.
Dolph Lundgren critica refilmagens e cortes de “Aquaman 2”
O ator Dolph Lundgren (“Mercenários 4”) não gostou da versão final de “Aquaman 2: O Reino Perdido”, que está em cartaz nos cinemas. Para o intérprete do Rei Nereus, o filme era bem melhor antes das refilmagens encomendadas pela Warner, a ponto de considerar incompreensível a necessidade de voltar ao set depois de ver a primeira versão da produção. Para ele, as refilmagens só aconteceram para diminuir o papel de Amber Heard, o que dá credibilidade a rumores sobre os bastidores da produção. “Acabei de perceber que foi algum tipo de decisão corporativa de tentar limitar a participação de Amber Heard e, como estou interpretando seu pai, fui cortado junto”, disse Lundgren ao site Comicbook. “Fiquei desapontado pelo público, porque acho que o roteiro original era ótimo e o corte original — vi um pouco dele – estava muito bom. Então, não vi razão para refilmar e remodelar a história, o que obviamente levou à decepção dos espectadores e não apenas à minha.” A sequência chegou aos cinemas no final de dezembro após campanha dos fãs de Johnny Depp para que Amber fosse cortada da produção, devido à batalha judicial entre ela e o ator, seu ex-marido, envolvendo acusação de abuso doméstico. A Warner Bros. removeu Depp de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, após Depp ser derrotado num julgamento na Inglaterra, e os fãs queriam que o estúdio fizesse o mesmo com Heard, já que ela perdeu outro processo nos EUA. Uma petição online alcançou mais de 1,5 milhão de assinaturas. Embora seu papel tenha sido mantido, durante a produção houve relatos de que ele seria muito diminuído, o que de fato acabou acontecendo. Heard confirmou na Justiça que as versões mais recentes do roteiro reduziram sua participação drasticamente. “Recebi um roteiro e depois novas versões do roteiro que haviam tirado cenas com ação, que retratavam meu personagem e outro personagem — sem dar spoilers — lutando um com o outro, e basicamente retiraram uma grande parte do meu papel.” Fora do tribunal, a atriz foi mais comedida sobre a situação e não comentou os cortes durante a estreia – que ela não foi convidada a divulgar. Ela preferiu agradecer aos fãs nas redes sociais e silenciar sobre a equipe de produção. “Depois de todo esse tempo, ‘Aquaman 2’ fez seu ‘splash’ (desculpe, é muito fácil)”, ela escreveu no Instagram, junto com uma série de fotos do set do filme. “Obrigada a todos os meus fãs pelo apoio avassalador e amor no retorno de Mera em AQ. Muito obrigada.” O diretor James Wan deu outra versão para a diminuição do papel da atriz. “Eu sempre apresentei isso a todos desde o início. O primeiro ‘Aquaman’ foi a jornada de Arthur (Jason Mamoa) e Mera (Heard). O segundo filme sempre seria sobre Arthur e Orm (Patrick Wilson)”, ele afirmou à revista Entertainment Weekly. “Então, o primeiro foi um filme de ação-aventura romântico, o segundo é um filme de ação-aventura de ‘bromance’. Vamos deixar assim.”
“Meninas Malvadas” lidera bilheteria nos EUA
O remake musical de “Meninas Malvadas” dominou as bilheterias norte-americanas durante o fim de semana prolongado do feriado de Martin Luther King Jr., arrecadando US$ 32 milhões. O sucesso é atribuído à popularidade duradoura do filme original de 2004, que se tornou um marco cultural. Produzido com um orçamento de apenas US$ 36 milhões, o filme foi inicialmente planejado para a Paramount+, mas exibições teste entusiasmadas convenceram o estúdio a lançá-lo nos cinemas. Internacionalmente, “Meninas Malvadas” arrecadou US$ 6,5 milhões em 16 territórios, menos da metade de sua distribuição internacional planejada – a ampliação começa a partir da próxima semana – , resultando em US$ 38,5 milhões mundiais. Dados de pesquisas da Paramount indicam que 75% do público sabia que era um musical antes de comprar o ingresso, enquanto 16% saíram do cinema “decepcionados” com o gênero. Os trailers minimizaram esse aspecto, o que pode ter contribuído com a frustração e com a avaliação mista da nota B no CinemaScore, a enquete feita com o público na saída dos cinemas. A nota da crítica ficou em 71% no Rotten Tomatoes. O resto do Top 5 Em 2º lugar nas bilheterias, “Beekeeper – Rede de Vingança” faturou US$ 16,8 milhões no fim de semana. Internacionalmente, o thriller de ação estrelado por Jason Statham arrecadou US$ 20,4 milhões em 49 territórios, totalizando US$ 37,2 milhões mundiais. Em comparação a “Meninas Malvadas”, a avaliação do público no CinemaScore foi um pouco melhor (B+) e da crítica no Rotten Tomatoes um pouco pior (69%). O 3º lugar foi para outro musical, “Wonka”, que liderava até a semana passada. A produção da Warner Bros faturou US$ 11 milhões no fim de semana, mas já acumula US$ 178 milhões na América do Norte e US$ 507 milhões globalmente até o momento. A animação “Patos!” e a comédia “Todos Menos Você” disputaram o fechamento do Top 5 com desempenhos muito próximos, entre US$ 6,5 e US$ 6 milhões de arrecadação no fim de semana. A produção da Sony estrelada por Sydney Sweeney e Glen Powell acumula US$ 56,4 milhões na América do Norte e US$ 78 milhões mundiais, enquanto o desenho da Illumination/Universal contabiliza US$ 87,8 milhões domésticos e US$ 174,7 milhões globais. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | MENINAS MALVADAS 2 | BEEKEEPER – REDE DE VINGANÇA 3 | WONKA 4 | PATOS! 5 | TODOS MENOS VOCÊ
Conheça as atrizes cotadas para viver a nova Supergirl no cinema
O DC Studios já começou a buscar a nova Supergirl do cinema. A personagem teria previsão de estreia em “Superman: Legacy” antes de ganhar seu filme solo, e o diretor James Gunn estaria prestes a definir sua intérprete. Segundo o site americano Deadline, três atrizes concorrem ao papel de Kara Zor-El, a prima de Kal-El, também conhecido como Clark Kent e Superman. As favoritas seriam Milly Alcock (a versão jovem de Rhaenyra Targaryen em “A Casa do Dragão”), Emilia Jones (protagonista do filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”) e Meg Donnelly (da série “Os Winchesters”, que já é dubladora de Supergirl nas animações da DC). Nenhuma das cotadas ainda fez teste, mas, de acordo com o site, existe a possibilidade de o cineasta oferecer o papel diretamente à alguma atriz. Com isso, Sasha Calle, que interpretou a personagem em “The Flash”, lançado em 2023, não volta mais ao papel. O filme solo da heroína, “Supergirl: Woman of Tomorrow”, ainda não tem previsão de estreia. O James Gunn tava rebatendo tudo que era rumor nos últimos dias, mas agora ele está em silêncio em relação a notícia da Supergirl. Já sabem né? 🎆 pic.twitter.com/y51faO3lS9 — Nação DC (@Nacao_DC) January 11, 2024
The Walking Dead: Série derivada com Rick e Michonne ganha primeiro trailer
O canal pago americano AMC divulgou o trailer de “The Walking Dead: The Ones Who Live”, continuação da série de zumbis centrado nos personagens Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira). A prévia mostra os dois personagens separados, enfrentando dilemas e zumbis, junto com novos coadjuvantes – entre eles Terry O’Quinn, de “Lost”. A série derivada terá seis episódios e vai mostrar a jornada de Michonne – que saiu de “The Walking Dead” em 2020, na metade de 10ª temporada – atrás de Rick, ao descobrir que ele sobreviveu à explosão vista em sua última aparição na série principal – uma temporada antes, em 2018. Desde então, o destino de Rick é desconhecido e não há pistas sobre o que aconteceu após ele ter sido aprisionado pela Milícia da República Cívica (CRM, na sigla em inglês), um exército cruel e fortemente armado, que foi explorado com maiores detalhes em “The Walking Dead: World Beyond”. Universo The Walking Dead “The Walking Dead: The Ones Who Live” é a terceira produção centrada em personagens de “The Walking Dead”, após atrações centradas na dupla Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeff Dean Morgan), e em Daryl (Norman Reedus). Scott M. Gimple é o showrunner da nova série, que contará com Lincoln e Gurira como produtores, e também traz de volta Pollyanna McIntosh como a traiçoeira Jadis. A estreia foi marcada para 25 de fevereiro nos EUA, mas não há previsão para o lançamento no Brasil.
Bilheteria | “Wonka” supera lançamento de terror e mantém liderança nos EUA
“Wonka” continua a dominar as bilheterias dos EUA e Canadá, mantendo-se no topo com uma arrecadação estimada de US$ 14,4 milhões neste fim de semana. O musical liderado por Timothée Chalamet, sucesso da temporada de Natal de 2023, está prestes a ultrapassar a marca de US$ 165 milhões na América do Norte, apresentando o melhor desempenho entre os títulos do período de festas do ano. Internacionalmente, “Wonka” superou os US$ 300 milhões após faturar mais $28,9 milhões em 77 mercados, alcançando um total global impressionante de US$ 465,8 milhões. A produção da Warner Bros. superou a estreia do terror “Mergulho Noturno”, primeiro filme lançado após o anúncio da fusão das produtoras Blumhouse e Atomic Monster, de Jason Blum e James Wan, responsáveis por alguns dos maiores sucessos do gênero nos últimos anos. Mesmo assim, o filme surpreendeu com uma arrecadação de US$ 12 milhões, superando as expectativas e críticas extremamente negativas. O lançamento da Universal Pictures teve só 26% de aprovação positiva, na média das resenhas avaliadas pelo agregador Rotten Tomatoes, e tirou nota C no CinemaScore, pesquisa feita com o público na saída dos cinemas americanos. “Mergulho Noturno”, que conta a história de uma piscina assassina mal-assombrada, também arrecadou US$ 5,7 milhões em 36 mercados, alcançando um total global de US$ 17,7 milhões. A estreia no Brasil vai acontecer em 18 de janeiro. O resto do Top 5 “Aquaman 2: O Reino Perdido” e “Patos!” travaram uma disputa acirrada pelo 3ª lugar. A Warner afirma que “Aquaman 2” reportou US$ 10,6 milhões, superando por pouco os US$ 10,3 milhões de “Patos!”. Contudo, outros estúdios sugerem que “Aquaman 2” arrecadou próximo de US$ 10 milhões, ficando atrás de “Patos!” por uma margem estreita. A classificação final será definida na segunda-feira, com a divulgação dos números finais. Após três fins de semana em cartaz, “Aquaman 2” atingiu US$ 100 milhões na América do Norte, mas obteve melhores resultados no mercado internacional, somando US$ 30,3 milhões neste fim de semana em 77 países, para um total mundial de US$ 334,8 milhões. Já “Patos!” soma US$ 77,8 milhões no mercado norte-americano e US$ 150 milhões em todo o mundo. O Top 5 se completa com “Todos Menos Você”, comédia romântica que registrou um aumento de 9% em seu faturamento em relação ao fim de semana anterior. A produção da Sony arrecadou US$ 9,5 milhões, alcançando um total doméstico de US$ 43,7 milhões. No mercado internacional, somou US$ 5,4 milhões, totalizando US$ 58,4 milhões globalmente. A estreia brasileira está marcada para 25 de janeiro. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | WONKA 2 | MERGULHO NOTURNO 3 | AQUAMAN 2: O REINO PERDIDO 4 | PATOS! 5 | TODOS MENOS VOCÊ
“As Marvels” sai de cartaz com a pior bilheteria da Marvel em todos os tempos
“As Marvels” encerrou sua temporada nos cinemas nesta semana, registrando apenas US$ 205,8 milhões de faturamento. Com isso, sai de cartaz com a menor bilheteria entre todos os filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), abaixo até de “O Incrível Hulk”, que fez US$ 264 milhões em 2008. O filme foi um fracasso histórico. Orçado em US$ 274,8 milhões, deixou um prejuízo de centenas de milhões de dólares para a Disney. Muitos questionaram o motivo de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, tirar o protagonismo solo da Capitã Marvel após o primeiro filme da heroína render US$ 1,1 bilhão em 2019. Em vez de uma história centrada na personagem, o estúdio dividiu seu destaque com duas personagens de séries sem o mesmo apelo comercial, demonstrando a confusão criada pelo compartilhamento de produções de cinema e televisivas no MCU. O resultado negativo nas bilheterias coloca em cheque a noção de que o público assiste qualquer coisa lançada pela Marvel. Reavaliando sua estratégia, o estúdio anunciou uma série de adiamentos, deixando apenas “Deadpool 3” como seu único lançamento nos cinemas em 2024.












