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    Estreias | “Aquaman 2” e série de “Sr. e Sra. Smith” chegam ao streaming

    2 de fevereiro de 2024 /

    A programação de streaming da semana destaca a estreia da série baseada no filme “Sr. e Sra. Smith” e a chegada de “Aquaman 2: O Reino Perdido” em VOD para locação digital. A lista de séries também destaca dois suspenses sul-coreanos e a última temporada de “Segure a Onda” (mais conhecida pelo título em inglês “Curb Your Enthusiasm”), enquanto os filmes incluem a nova comédia de Larissa Manoela. Com cinco séries e cinco filmes, o Top 10 da semana pode ser conferido abaixo.   SÉRIES   SR. E SRA. SMITH | PRIME VIDEO   Apesar do título, a única coisa em comum entre a série e o filme homônimo de 2005 é que a trama gira em torno de John e Jane Smith, um casal aparentemente comum que esconde um segredo. Todo o resto é diferente. Enquanto no filme Brad Pitt e Angelina Jolie eram um casal de espiões experientes que não sabia do segredo um do outro, na série os dois são agentes iniciantes que fingem um relacionamento para sua missão. Donald Glover (“Atlanta”) e Maya Erskine (“PEN15”) vivem o casal do título, que vão se conhecendo conforme compartilham cenas de ação e atividades domésticas, e enquanto mentem para todos sobre o que realmente fazem. A falta de familiaridade entre eles alimenta o humor dos episódios, em meio a situações de adrenalina máxima. Além dos protagonistas, o elenco da temporada inaugural contou com muitos famosos, incluindo o brasileiro Wagner Moura (“Guerra Civil”), Alexander Skarsgard (“O Homem do Norte”), Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Eiza González (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Ron Perlman (“Sons of Anarchy”), Michaela Coel (“I May Destroy You”), Sharon Horgan (“Catastrophe”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Úrsula Corberó (“La Casa de Papel”), John Turturro e Paul Dano (ambos de “Batman”). Glover assina a criação e os roteiros com Francesca Sloane, que trabalhou com o ator em “Atlanta”.   BARGANHA | PARAMOUNT+   Thriller sul-coreano que já virou cult, a série inicia com uma transação obscura em um hotel distante, onde a jovem Park Joo Young (Jeon Jong-seo, de “Em Chamas”) propõe vender sua virgindade a Noh Hyung-soo (Jin Sun-kyu, de “Caçadores de Demônios”). A situação toma um rumo inesperado ao desvendar que Joo Young faz parte de uma operação de tráfico de órgãos e Noh Hyung-soo é um policial disfarçado. Mas a verdadeira complicação é um terremoto, que destrói o hotel, lançando os personagens em um cenário de caos e desespero, onde precisam forjar alianças tênues pela sobrevivência em meio à destroços e lutas contra criminosos que comercializam partes do corpo humano. Criada e dirigida por Jeon Woo-sung (até então curta-metragista), a série se desenvolve ao longo de seis episódios que se destacam pelo uso de técnicas cinematográficas avançadas, como longas sequências filmadas em plano-sequência, que proporcionam uma sensação de continuidade e imersão. Este método permite que o espectador acompanhe de perto a tensão e a dinâmica entre os personagens enquanto tentam escapar das armadilhas mortais do hotel em ruínas. Além de oferecer uma trama cheia de suspense e ação, “Barganha” ainda reflete sobre a desvalorização da vida humana e as implicações morais do capitalismo – temas também explorados no fenômeno “Round 6”.   MALDITO DIA DE SORTE | PARAMOUNT+   O suspense sul-coreano segue Oh Taek, um taxista interpretado por Lee Sung-min (“Vingança pelo Passado”), que fica em uma situação perigosa ao pegar um passageiro incomum, Geum Hyeok-soo, vivido por Yoo Yeon-Seok (“Oldboy”). Geum revela ser um assassino em série e essa revelação desencadeia uma série de eventos que colocam Oh Taek em uma situação de vida ou morte, forçando-o a confrontar dilemas morais enquanto luta por sua sobrevivência. Dirigida por Pil Gam-sung (“Hostage: Missing Celebrity”), a série se destaca por sua execução cinematográfica e pela maneira como constrói suspense e tensão ao longo dos episódios. Utilizando uma abordagem visual que enfatiza sequências contínuas e dinâmicas, a atração mantém os espectadores engajados através de uma mistura de drama psicológico e ação intensa, enquanto mergulha em temas como a natureza do mal, a redenção e as consequências de nossas escolhas. O enredo é habilmente tecido para revelar gradualmente as camadas de cada personagem, equilibrando elementos de thriller com questões humanas profundas, numa jornada repleta de reviravoltas inesperadas e confrontos éticos.   BABY BANDITO | NETFLIX   Inspirada no notório “Robo del Siglo” ocorrido no Aeroporto Internacional Arturo Merino Benítez em Santiago, Chile, em 12 de agosto de 2014, a atração conta a história de true crime através da perspectiva de um skatista apaixonado. Kevin Tapia, interpretado pelo estreante Nicolás Contreras, se lança na aventura perigosa ao tentar impressionar Génesis, papel de Francisca Armstrong (“La Ley de Baltazar”), planejando um roubo audacioso contra a temida gangue “Carniceros”. O evento real, marcado pela ousadia dos assaltantes em subtrair uma quantia milionária, serve de pano de fundo para uma trama repleta de ação, dilemas morais e reviravoltas inesperadas. Dirigida por Julio Jorquera Arriagada (“Notícia de um Sequestro”), Fernando Guzzoni (“Blanquita”) e Pepa San Martín (“Amor de Família”), a obra não dramatiza apenas um dos maiores roubos da história chilena, mas também oferece um olhar introspectivo sobre os personagens envolvidos, suas motivações e o impacto de suas ações. Kevin e Génesis enfrentam situações que colocam em prova sua fidelidade um ao outro, seus sentimentos e sua disposição para lidar com as repercussões de seus atos, destacando como o amor e a necessidade de pertencimento influenciam decisões críticas.   SEGURA A ONDA 12 | HBO MAX   A 12ª e última temporada de “Curb Your Enthusiasm” (nome original pelo qual é mais conhecida) volta a trazer Larry David se comportando mal, como de costume. Mas o protagonista e criador da série não revelou o que pretende fazer para se despedir da atração, que começa sua rodada final de episódios no domingo (4/2). A série acompanha uma versão exagerada de David, experimentando uma vida fictícia repleta de conflitos inspirados em situações supostamente reais. Como exemplo dessa mistura, ele contracena com um elenco fixo de intérpretes, mas também com outros atores famosos que vivem a si mesmos. Embora David nunca tenha se casado com a intérprete de sua ex-esposa, Cheryl Hines, nem seja empresariado pelo comediante Jeff Garlin ou divida sua casa com J.B. Smoove, o mau-humor deliciosamente ranzinza exibido nos episódios é 100% baseado nas reações reais do ator-produtor.   FILMES   AQUAMAN 2: O REINO PERDIDO | VOD*   A sequência de “Aquaman” (2018), maior sucesso da DC no cinema, representa um momento complexo no cinema de super-heróis, decretando o fim do DCEU, o universo DC criado em torno da visão de Zack Snyder. Marcado por uma série de fracassos de bilheterias, o DCEU se salvava pelos primeiros “Mulher-Maravilha” e “Aquaman”, mas a continuação optou por se afastar exatamente do que funcionou no primeiro filme para reinventar o herói vivido por Jason Momoa como um protagonista de comédia de “animigos”, numa história de ação e humor ao estilo de “Fuga à Meia-Noite” (1988). No centro da narrativa está a aliança entre Aquaman e seu meio-irmão Orm, interpretado por Patrick Wilson, inimigos declarados no primeiro filme, que se unem contra um terceiro inimigo comum: o Manta Negra, vivido por Yahya Abdul-Mateen II. Manta busca vingança, armado com um tridente místico e uma substância tóxica ameaçadora. Para impedi-lo, os irmãos embarcam numa jornada que desafia suas habilidades e convicções, enquanto tentam proteger não só Atlantis, mas também o mundo da superfície. O enredo também aborda aspectos familiares de Aquaman, incluindo seu papel como pai. O elenco é complementado por Temuera Morrison, Dolph Lundgren, Nicole Kidman, Amber Heard e Randall Park, que ajudam a manter uma continuidade com o filme anterior, apesar da grande mudança de tom. Dirigido novamente por James Wan, o filme economizou no acabamento dos efeitos visuais, ao estrear em um momento de transição para a DC, com James Gunn e Peter Safran direcionando a franquia para um novo começo. A busca pelo distanciamento do DCEU também se deu pela opção por uma narrativa independente, que evita referências diretas às tramas anteriores do universo – participações de dois Batman diferentes foram filmadas e abandonadas. Representando realmente o fim de uma era, foi menos promovido que outros lançamentos de super-heróis, naufragou nas bilheterias e chegou rapidamente ao streaming, sem parecer a continuação de um blockbuster de US$ 1,1 bilhão.   TÁ ESCRITO | VOD*   O novo filme de Larissa Manoela faz uma mescla de comédia romântica e fantasia. A atriz dá vida à Alice, uma jovem leonina que, ao contrário de seu signo, se sente insegura e detesta ser o centro das atenções. Ela se frustra por viver com a mãe (Karine Teles), uma virginiana obcecada por organização, e com o irmão espertinho (Kevin Vechiatto). Seu maior sonho é conquistar o primeiro emprego e ir morar com o namorado (André Luiz Frambach, noivo de Larissa na vida real), porém a relação vai por água abaixo devido aos planos profissionais do garoto. A jovem vai culpar todos os astros por conta dos desafios, até que, contra todas as probabilidades, recebe uma oportunidade para abordar astrologia em um podcast. As mudanças continuam quando ela recebe um livro em branco com instruções mágicas, que tem o poder de tornar realidade qualquer previsão astrológica escrita em suas páginas. A trama segue Alice enquanto ela tenta usar o livro para beneficiar a si mesma e aos outros, afetando assim a vida das pessoas de acordo com seus signos do zodíaco e causando uma série de eventos imprevistos. Com performances carismáticas, especialmente de Larissa Manoela, “Tá Escrito” foi concebido como uma tentativa de transmitir uma mensagem sobre a individualidade para além dos signos astrológicos, só que, em vez disso, o enredo acaba reforçando estereótipos. A direção é de Matheus Souza (“A Última Festa”) e o roteiro foi concebido por Thuany Parente (“Apocalipse”) e Mariana Zatz (“Turma da Mônica: Lições”).   LOUCAS EM APUROS | PRIME VIDEO   A comédia de viagem acompanha quatro amigas asiático-americanas em apuros na China. Estreia na direção de Adele Lim, roteirista de “Podres de Ricos” e “Raya e o Último Dragão”, o filme gira em torno de Audrey (Ashley Park, de “Emily em Paris”), uma advogada criada por pais americanos que decide procurar sua mãe biológica em Pequim. Acompanhando Audrey está sua melhor amiga Lolo (Sherry Cola, de “Good Trouble”), uma artista que usa sua arte erótica para desafiar estereótipos e a fetichização dos asiáticos, Kat (Stephanie Hsu, de “Maravilhosa Sra. Maisel”), uma atriz que trabalha em uma popular telenovela chinesa e está tentando esconder sua extensa lista de ex-parceiros de seu noivo super cristão, e a lacônica Deadeye (Sabrina Wu, de “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”), uma fã obcecada de K-pop. A narrativa é impulsionada pelas diferenças de temperamento e personalidade das protagonistas, além da forma diferente com que cada uma lida com sua herança cultural chinesa. Mas o que realmente chama atenção na comédia é o tom escrachado, repleto de momentos ultrajantes, incluindo piadas escatológicas. A crítica americana se divertiu, dando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.   ORION E O ESCURO | NETFLIX   A nova animação da Netflix gira em torno de Orion, um menino de 11 anos que enfrenta um medo paralisante do escuro, reflexo de suas ansiedades mais profundas. A narrativa se aprofunda quando Orion encontra a personificação de seu maior temor, a Escuridão, que, contrariando as expectativas, se revela um personagem compreensivo e mal-entendido. Este encontro inicia uma jornada inusitada onde Orion é convidado a explorar o mundo noturno, proporcionando uma oportunidade para o garoto confrontar suas inseguranças e descobrir a beleza oculta nas sombras. A trama representa uma incursão notável do premiado roteirista Charlie Kaufman ao universo da animação infantil, mantendo intacta sua assinatura narrativa que desafia gêneros e explora a psique humana. Conhecido por roteiros introspectivos e complexos, como “Adaptação” (2002) e “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004), Kaufman faz uma exploração rica das inquietações internas do protagonista de uma forma que ressoa tanto com o público jovem quanto com os adultos. Embora tenha dirigido seus últimos filmes, esse segundo projeto...

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    Helen Slater dá boas-vindas à nova Supergirl, Milly Alcock

    1 de fevereiro de 2024 /

    A atriz Helen Slater, primeira Supergirl do cinema, que estrelou o filme da heroína em 1984, deu as boas-vindas a Milly Alcock (“Game of Thrones”), escalada para interpretar a personagem em seu próximo longa, “Supergirl: Woman of Tomorrow”. Slater publicou uma montagem no Instagram falando em “passar a capa” adiante e lembrando todas as atrizes que viveram Supergirl nas telas, incluindo ela própria, Alcock, Laura Vandervoort (“Smallville”), Melissa Benoist (da série “Supergirl”) e Sasha Calle (“The Flash”). Na legenda, ela acrescentou: “Parabéns à luminosa Milly Alcock, a próxima Supergirl! O universo DC espera por você! Você vai ser incrível!”. Milly Alcock, que interpretou a versão jovem de Rhaenyra Targaryen nos primeiros capítulos da série “A Casa do Dragão”, foi apresentada como a nova Kara Zor-El, prima do Superman, na segunda-feira (29/1). Ela deve aparecer em “Superman: Legacy” antes de estrelar seu próprio filme. “Supergirl: Woman of Tomorrow” é parcialmente inspirado na minissérie de mesmo nome de Tom King. Gunn e Safran descreveram essa versão da personagem como algo que o público não está acostumado. Gunn explicou no ano passado: “Veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde criança, e a Supergirl, criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e que viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de maneiras terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, antes de vir para a Terra.”   Supergirl nos quadrinhos e nas telas Criada por Otto Binder e Al Plastino em 1959, a personagem conhecida como Kara Zor-El é prima de Kal-El, o Superman, e como ele é uma das poucas sobreviventes do planeta Krypton. A personagem foi considerada secundária por vários anos, aparecendo em histórias curtas e agindo em segredo, como “arma secreta” de Superman, até sua existência se tornar pública em 1962. Só no fim dos anos 1960 ela passou a ser protagonista de uma publicação da DC (“Adventure Comics”) e apenas em 1972 ganhou uma revista com seu nome. Entretanto, essa versão, cuja identidade secreta era Linda Lee Danvers, morreu durante o evento “Crise nas Infinitas Terras” em 1986. Desde então, a DC fez várias tentativas de ressuscitar Supergirl – uma delas era uma adolescente que se fundiu com uma versão artificial da heroína e um anjo, e acabou no inferno, e outra foi uma nova Kara Zor-El, que adotou a identidade de sobrinha de Lana Lang. Mais dois e tentativas depois, a personagem foi reintroduzida em “Supergirl, Woman of Tomorrow”, gibi com o mesmo nome do filme, lançado em 2021. “Supergirl, Woman of Tomorrow” será, na verdade, o segundo filme da personagem, que teve sua primeira produção, “Supergirl”, estrelada por Helen Slater em 1984. Mais recentemente, Sasha Calle viveu a heroína no filme “The Flash” (2023), enquanto Laura vandervoort e Melissa Benoist viveram a garota de aço na TV, respectivamente em 23 episódios de “Smallville”, entre 2009 e 2011, e como estrela da série “Supergirl” por seis temporadas, de 2015 a 2021. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Helen Slater (@helenrslater)

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    James Gunn revela produção de dois novos projetos da DC em 2024 após Superman

    31 de janeiro de 2024 /

    O diretor James Gunn recorreu às redes sociais para compartilhar atualizações significativas sobre o desenvolvimento do novo Universo Cinematográfico da DC (DCU). O cineasta informou que, além da iminente produção de “Superman: Legacy”, que ele vai dirigir, dois outros projetos estão programados para entrar em produção ainda em 2024. Gunn também revelou que a série “Comando das Criaturas” está com seus episódios em fase final de produção e tem lançamento previsto para o final deste ano. E expressou gratidão pelo apoio dos fãs ao longo do último ano, desde que ele e Peter Safran apresentaram sua visão para a DC pela primeira vez. “Há um ano, Peter Safran e eu apresentamos nossa lista da DC pela primeira vez – obrigado a todos vocês pelo apoio que nos deram ao longo do ano”, ele começou, antes de detalhar os avanços dos projetos: “Hoje, ‘Superman: Legacy’ está prestes a iniciar a produção, episódios de ”Comando das Criaturas’ estão sendo finalizados e serão lançados ainda este ano, e pelo menos mais dois projetos estão se preparando para começar [a produção] nos próximos meses”. Anteriormente, ele revelou que estava terminando os roteiros da 2ª temporada de “Pacificador” e, com a escalação de Milly Alcock (“A Casa do Dragão”) como a nova Supergirl, o segundo projeto deve ser o longa “Supergirl: Woman of Tomorrow” O cineasta ainda enfatizou a qualidade do trabalho em progresso e o envolvimento de novos talentos: “Roteiros incríveis continuam chegando e talentos incríveis estão chegando a novos projetos, planejados e não planejados. Obrigado!”, concluiu, refletindo seu otimismo e entusiasmo pelos futuros lançamentos no DCU. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn)

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    Krysten Ritter dá pista da volta de Jessica Jones

    30 de janeiro de 2024 /

    A atriz Krysten Ritter postou uma foto significativa em suas redes sociais. Na imagem, ela aparece usando uma das camisetas que vestiu na série “Jessica Jones” e escreveu “IYKYK”. As iniciais significam, em inglês, “se você sabe, você sabe”. Os fãs da Marvel entenderam a mensagem críptica como a confirmação de sua participação na nova série do Demolidor, que recomeçou a ser gravada do zero nos últimos dias. Tudo indica que a atração vai reintroduzir os personagens das séries da Netflix no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).   Mudança de rumo Originalmente, “Daredevil: Born Again” deveria ser um reboot radical, com distanciamento das três temporadas de “Demolidor”. Só que o Marvel Studios não gostou da nova abordagem, demitiu todo mundo e quem assumiu foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro”. Scardapane convenceu Kevin Feige, o chefão do estúdio, a considerar as séries da Netflix como parte da cronologia oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Assim, “Daredevil: Born Again” vai continuar a história das três temporadas de “Demolidor”, que integraram um miniuniverso na Netflix e atualmente estão disponíveis na Disney+. O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk, o Rei do Crime, já tinha afirmado que essa seria a abordagem da nova série. “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator em entrevista ao The Hollywood Reporter. Uma das mudanças entre o projeto anterior e o atual foram registradas no fim de semana, quando Deborah Ann Woll e Elden Henson foram flagrados de volta aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson, em gravações nas ruas de Nova York com Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock/Demolidor. Seus personagens tinham sido descartados pela equipe demitida. A volta do Justiceiro, vivido por Jon Bernthal, também está confirmada, e há rumores sobre o retorno de Wilson Bethel como Benjamin “Dex” Poindexter, o vilão mais conhecido como Mercenário. “Jessica Jones”, exibida entre 2015 e 2019, trazia Ritter como a personagem-título, uma detetive particular mau-humorada, beberrona e deprimida com superforça. Krysten Ritter shares a new video on Instagram wearing the same shirt as Jessica Jones with the caption: “IYKYK” 👀 pic.twitter.com/pYHVVEuZ0t — Cosmic Marvel (@cosmic_marvel) January 30, 2024

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    Atriz de “A Casa do Dragão” será a nova Supergirl do cinema

    29 de janeiro de 2024 /

    O DC Studios definiu sua nova Supergirl. A atriz Milly Alcock, que interpretou a versão jovem de Rhaenyra Targaryen nos primeiros capítulos da série “A Casa do Dragão”, vai voar para os cinemas de capa e cabelos loiros. Ela estrelará o longa “Supergirl: Woman of Tomorrow” como Kara Zor-El, prima do Superman. James Gunn confirmou a escalação nas redes sociais, dizendo que “Milly é uma jovem atriz fantasticamente talentosa”. Alcock fez testes de tela na semana passada para os chefes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran, junto com Meg Donnelly (da série “Os Winchesters” e dubladora da heroína nos desenhos da DC), que estava na disputa pelo papel. A atriz Emilia Jones (protagonista do filme vencedor do Oscar “No Ritmo do Coração”) também entrou no páreo, mas não participou dos testes finais. Boatos sobre sua exclusão variam desde recusa a participar dos testes até a necessidade de definir seus próximos trabalhos diante da incerteza de conseguir o papel. A escalação antecipada cria a expectativa de uma aparição de Supergirl no novo filme de Superman, “Superman: Legacy”, que Gunn começa a filmar no próximo trimestre. “Supergirl: Woman of Tomorrow” será rodado em seguida, provavelmente no final do ano. O filme é parcialmente inspirado na minissérie de mesmo nome de Tom King. Gunn e Safran descreveram essa abordagem como algo que o público da Supergirl não está acostumado. Ela contrastará com seu primo, Superman. Gunn explicou no ano passado: “Veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado à Terra e criado por pais amorosos desde criança, e a Supergirl, criada em uma rocha, um pedaço de Krypton, e que viu todos ao seu redor morrerem e serem mortos de maneiras terríveis durante os primeiros 14 anos de sua vida, antes de vir para a Terra.”   Supergirl nos quadrinhos e nas telas Criada por Otto Binder e Al Plastino em 1959, a personagem conhecida como Kara Zor-El é prima de Kal-El, o Superman, e como ele é uma das poucas sobreviventes do planeta Krypton. A personagem foi considerada secundária por vários anos, aparecendo em histórias curtas e agindo em segredo, como “arma secreta” de Superman, até sua existência se tornar pública em 1962. Só no fim dos anos 1960 ela passou a ser protagonista de uma publicação da DC (“Adventure Comics”) e apenas em 1972 ganhou uma revista com seu nome. Entretanto, essa versão, cuja identidade secreta era Linda Lee Danvers, morreu durante o evento “Crise nas Infinitas Terras” em 1986. Desde então, a DC fez várias tentativas de ressuscitar Supergirl – uma delas era uma adolescente que se fundiu com uma versão artificial da heroína e um anjo, e acabou no inferno, e outra foi uma nova Kara Zor-El, que adotou a identidade de sobrinha de Lana Lang. Mais dois e tentativas depois, a personagem foi reintroduzida em “Supergirl, Woman of Tomorrow”, gibi com o mesmo nome do filme, lançado em 2021. “Supergirl, Woman of Tomorrow” será, na verdade, o segundo filme da personagem, que teve sua própria produção estrelada por Helen Slater em 1984. Mais recentemente, Sasha Calle viveu a heroína no filme “The Flash” (2023), enquanto Laura vandervoort e Melissa Benoist viveram a garota de aço na TV, respectivamente em 23 episódios de “Smallville”, entre 2009 e 2011, e como estrela da série “Supergirl” por seis temporadas, de 2015 a 2021.

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    Bilheteria | “Nosso Lar 2” lidera arrecadação com maior estreia nacional do ano

    29 de janeiro de 2024 /

    “Nosso Lar 2 — Os Mensageiros”, dirigido por Wagner de Assis, liderou as bilheterias do fim de semana com a maior estreia nacional do ano, atraindo 544 mil espectadores para uma arrecadação de R$ 11,8 milhões entre quinta e domingo (28/1). Em quatro dias, a continuação do sucesso de 2010 já superou o total de espectadores do filme brasileiro mais visto no ano passado, “Nosso Sonho”. Por coincidência, isso aconteceu logo após a notícia da promulgação da nova lei de cotas para filmes nacionais nos cinemas. Desempenho histórico A estreia de “Nosso Lar 2” também representa a sexta maior abertura nacional desde 2002 – quando teve início a contabilização da Comscore no Brasil. Entre as estreias nacionais, “Nosso Lar 2” só é superado por grandes sucessos como “Minha Mãe é uma Peça 3”, “Nada a Perder” e “Os Dez Mandamentos”, que lideram o ranking de maiores bilheterias de estreia. O sucesso da nova adaptação da obra de Chico Xavier ecoa o legado de seu antecessor, que em 2010 levou 4 milhões de pessoas aos cinemas, ficando atrás apenas de “Tropa de Elite 2” em termos de audiência. A continuação agora se destaca não apenas pela sua recepção pelo público, mas também pelo seu impacto significativo no cenário cinematográfico nacional, marcando uma retomada expressiva para o cinema brasileiro pós-pandemia. A expectativa é que o filme ultrapasse rapidamente a marca de 1 milhão de espectadores, seguindo o feito de “Minha Irmã e Eu”. Lançado no final de 2023 e ainda em cartaz nos cinemas, a comédia estrelada por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães já contabilizou 1,8 milhão de pessoas nas salas de exibição. Top 5 da semana A bilheteria do fim de semana também trouxe “Todos Menos Você” em 2º lugar, visto por 155 mil espectadores e com faturamento de R$ 3,55 milhões. Após liderar por cinco semanas, “Aquaman 2: O Reino Perdido” caiu para o 3º lugar, com renda de R$ 3,42 milhões e público de 153 mil pessoas. “Minha Irmã e Eu”, destaque nacional pós-pandemia, ocupou o 4º lugar com mais R$ 3,34 milhões. A comédia brasileira acumulou até agora 1,82 milhão de espectadores e bilheteria total de R$ 35,47 milhões. “Wish: O Poder dos Desejos” fecha o Top 5 das arrecadações com R$ 3,25 milhões no fim de semana. No total, os cinemas brasileiros faturaram R$ 37,57 milhões, com um fluxo de 1,62 milhão de espectadores nas salas.

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    Vídeos flagram Deborah Ann Woll e Elden Henson de volta à série do Demolidor

    27 de janeiro de 2024 /

    A série do herói Demolidor retomou as gravações em Nova York, revelando o retorno de Deborah Ann Woll e Elden Henson aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson. Vídeos das gravações mostram os dois alegres ao lado de Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock (o Demolidor), saindo de um bar e caminhando pelas ruas de Nova York à noite. Wool e Henson não tinham sido convidados a repetir seus papéis no projeto original da série. Seus personagens tinham sido descartados pela equipe anterior de “Daredevil: Born Again”, que planejava um reboot radical, com distanciamento da série “Demolidor” da Netflix. Só que o Marvel Studios no gostou da nova abordagem, demitiu todo mundo e quem assumiu foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro”. Scardapane convenceu Kevin Feige, o chefão do estúdio, a considerar as séries da Netflix como parte da cronologia oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Assim, “Daredevil: Born Again” vai continuar a história das três temporadas da Netflix, que atualmente estão disponíveis na Disney+, e se encerraram com Matt Murdock sócio de Karen e Foggy numa firma de advocacia. O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk, o Rei do Crime, já tinha afirmado que essa seria a abordagem da nova série. “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator em entrevista ao The Hollywood Reporter. This is the best quality footage for Daredevil Born Again being filmed in New York City 🎬 #DaredevilBornAgain pic.twitter.com/DkVJ86iNyX — Zero (@zerowontmiss) January 27, 2024 January 26, 2024what a day 🥹#Daredevil pic.twitter.com/AA1VSu4DsC — Daredevil Shots (@_DaredevilShots) January 27, 2024 Matt, Foggy and Karen reunited for ‘DAREDEVIL BORN AGAIN’. (via: @OT_Tristan) pic.twitter.com/T8hQeyAmBr — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) January 27, 2024

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  • Série

    The Walking Dead: Rick e Michonne tentam se encontrar em novo trailer

    25 de janeiro de 2024 /

    O canal pago americano AMC divulgou novos pôster e trailer de “The Walking Dead: The Ones Who Live”, continuação da série de zumbis centrado nos personagens Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira). A prévia mostra os dois personagens separados, enfrentando dilemas e zumbis, junto com novos coadjuvantes – entre eles Terry O’Quinn, de “Lost”, e Lesley-Ann Brandt, de “Lucifer”. A série derivada terá seis episódios e vai mostrar a jornada de Michonne – que saiu de “The Walking Dead” em 2020, na metade de 10ª temporada – atrás de Rick, ao descobrir que ele sobreviveu à explosão vista em sua última aparição na série principal – uma temporada antes, em 2018. Desde então, o destino de Rick é desconhecido, embora se saiba que ele foi levado por Jadis (Pollyanna McIntosh) para a Milícia da República Cívica (CRM, na sigla em inglês), um exército cruel e fortemente armado, que foi explorado com maiores detalhes em “The Walking Dead: World Beyond”. O novo trailer mostra Jadis em papel de comando na milícia e conversas de recrutamento de Rick para a causa, em meio a imagens de guerra, com mísseis disparados por helicópteros contra prédios de cidades aparentemente intactas no pós-apocalipse.   Universo The Walking Dead “The Walking Dead: The Ones Who Live” é a terceira produção centrada em personagens de “The Walking Dead”, após atrações centradas na dupla Maggie (Lauren Cohan) e Negan (Jeff Dean Morgan), e em Daryl (Norman Reedus). Scott M. Gimple é o showrunner da nova série, que também conta com Lincoln e Gurira como produtores. A estreia está marcada para 25 de fevereiro nos EUA, mas não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Dakota Johnson e diretora de “Madame Teia” vêm ao Brasil divulgar filme

    24 de janeiro de 2024 /

    A atriz Dakota Johnson vem ao Brasil com a diretora S. J. Clarkson para divulgar o filme “Madame Teia”, que estreia nos cinemas em 14 de fevereiro. A vinda foi divulgada com ajuda de um vídeo gravado pela estrela. Apesar do anúncio, a Sony, produtora do longa, não revelou a data de chegada da artista.   O filme da Madame Teia Depois de explorar vilões como Venom, Morbius e o vindouro Kraven, a produção é a primeira dos filmes com personagens secundários dos quadrinhos do Homem-Aranha focada num herói. Na verdade, em várias heroínas de uma vez. Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) tem o papel principal de Cassandra Webb, uma paramédica de Manhattan que, após sofrer um acidente quase fatal, começa a desenvolver poderes de clarividência. Graças a esse poder de ver o futuro, ela descobre a ameaça de um psicopata assassino, focado em matar um trio de jovens aleatórias, que recentemente cruzaram o caminho da protagonista. Acontece que o próprio assassino tem ligação com o passado de Cassandra, é igualmente clarividente e viu no que as jovens vão se transformar.   Mulheres-Aranha Entre as jovens protegidas por Cassandra está Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha dos quadrinhos (e posteriormente segunda Madame Teia), vivida por Sydney Sweeney (“Euphoria”), Mattie Franklin, outra Mulher-Aranha vivida por Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”), e Anya Corazon, a Garota-Aranha, interpretada por Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”). Outros detalhes do elenco fazem do filme um prólogo do Homem-Aranha, como a presença do jovem “tio” Ben Parker, vivido por Adam Scott (“Ruptura”), e sua cunhada Mary Parker, mãe de Peter/Homem-Aranha, com interpretação de Emma Roberts (“American Horror Story”).   Detalhes da produção O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless (responsáveis pelo fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony) e por Kerem Sanga (“Coração Violento”). A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). E elenco ainda conta com os atores Mike Epps (“The Upshaws”), Zosia Mamet (“Girls”) e Tahar Rahim (“O Mauritano”) na pele do vilão Ezekiel Sims.

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    Invencível | Novos episódios ganham data de estreia

    22 de janeiro de 2024 /

    A plataforma Prime Video anunciou nesta segunda-feira (22/1) a data de estreia da Parte 2 da 2ª temporada de “Invencível”. A revelação veio com um teaser, que traz o herói do títulos sangrando após uma briga. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio e uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. A trama acompanha Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), dublador de Mark, o Invencível. Além dele, o elenco de vozes originais inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original. Os novos episódios chegam ao streaming da Amazon em 14 de março.

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    Bilheteria | “Meninas Malvadas” mantém liderança em fim de semana congelado nos EUA

    21 de janeiro de 2024 /

    As bilheterias dos Estados Unidos e Canadá congelaram literalmente neste fim de semana invernal, diante de neve e temperaturas abaixo de zero. Não só a arrecadação foi uma das mais baixas dos últimos tempos, como o Top 5 trouxe os mesmos filmes da semana passada.   Top 5 congelado “Meninas Malvadas” manteve-se como filme mais visto pelo segundo fim de semana consecutivo, arrecadando apenas US$ 11,7 milhões de 3.826 locais, com uma queda de 59% de faturamento em relação à estreia na semana passada. Em 10 dias em cartaz, o filme somou US$ 50 milhões na América do Norte e US$ 66 milhões mundiais. “Beekeeper – Rede de Vingança” repetiu o 2º com US$ 8,5 milhões de 3.330 cinemas. O thriller estrelado por Jason Statham acumulou US$ 31,1 milhões nos Estados Unidos, mas teve um desempenho muito forte no exterior, fazendo seus rendimentos atingirem US$ 75,3 milhões globais. “Wonka” também manteve sua 3ª posição, com US$ 6,4 milhões de 3.316 locais. Primeiro blockbuster de 2024, o musical da Warner Bros. já somou US$ 187,2 milhões no mercado doméstico e US$ 531,8 milhões mundiais. “Todos Menos Você” ficou em 4º lugar com US$ 5,4 milhões e ainda atingiu um marco financeiro, ao ultrapassar US$ 100 milhões em bilheteria global. Com isso, a produção da Sony se tornou a comédia romântica para maiores a conquistar a maior bilheteria mundial desde “O Bebê de Bridget Jones” em 2016. Fechando o Top 5, a animação “Patos!” arrecadou mais US$ 5,3 milhões, totalizando US$ 94,7 milhões domesticamente e US$ 191,6 milhões globalmente.   Abaixo do Top 5 “Aquaman 2: O Reino Perdido” ficou num distante 6º lugar, com US$ 3,6 milhões, mas continua a mostrar sua força no exterior, aproximando-se da marca de US$ 400 milhões em bilheteria mundial. Esse desempenho ajuda a Warner a escapar de um prejuízo maior. Mesmo assim, o estúdio adiantou o lançamento do filme em streaming, colocando-o para locação digital em VOD já a partir de terça (23/1), buscando gerar mais dinheiro para cobrir o buraco deixado pelo investimento na produção. A principal estreia da semana, “I.S.S.”, ficou somente em 7º lugar, com US$ 3 milhões em 2.250 locais. A sci-fi independente, estrelada por Ariana DeBose e Chris Messina, gerou uma reação morna da crítica, com 62% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas seu destino foi selado pela frieza do público, que lhe classificou com um C- no CinemaScore, pesquisa feita na saída dos cinemas dos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | MENINAS MALVADAS   2 | BEEKEEPER – REDE DE VINGANÇA   3 | WONKA   4 | TODOS MENOS VOCÊ   5 | PATOS!

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    Estreias | Programação de cinema destaca Turma da Mônica Jovem

    18 de janeiro de 2024 /

    O filme da “Turma da Mônica Jovem” é o maior lançamento desta quinta (18/1), ocupando o circuito amplo dos cinemas. Mas as telas também recebem filmes de terror, animação, catástrofe e drama da temporada do Oscar – com dois filmes portugueses no circuito de arte. Confira as estreias da semana.   TURMA DA MÔNICA JOVEM – REFLEXOS DO MEDO   A nova fase na franquia cinematográfica da Turma da Mônica introduz uma mudança significativa de elenco, equipe criativa e produção em relação às versões live-action anteriores. Recebendo hate desde a escalação, por substituir o elenco original amplamente aclamado, e sofrendo questionamentos precoces pela divulgação de trailers de qualidade duvidosa, o lançamento vem confirmar muitos dos temores dos fãs. Para começar, a trama complica a simplicidade dos primeiros lançamentos ao ser apresentada como uma história de terror (ao estilo “Scooby-Doo encontra os Feiticeiros de Waverly Place”), mas não usa o gênero para representar uma jornada de amadurecimento como “Laços” e “Lições”, embora houvesse uma possibilidade clara de explorar os medos/traumas associados à chegada à adolescência e à transição para o Ensino Médio. A história se desenrola no contexto do primeiro dia de aula do Ensino Médio, quando Mônica, Cebola, Magali, Cascão e Milena descobrem que o Museu do Limoeiro está ameaçado de ser leiloado. Determinados a impedir que isso aconteça, os amigos se unem para investigar os motivos por trás da situação e se deparam com segredos antigos e assustadores relacionados ao bairro. À medida que exploram esses mistérios, percebem que estão lidando com uma ameaça maior do que imaginavam, envolvendo elementos sobrenaturais. Há a intenção de abordar temas de terror e suspense, mas falhas técnicas e a falta de conexão entre os intérpretes impedem que a tentativa seja levada a sério. Complicador maior, a história traz uma Magali feiticeira. Embora seja uma característica que os leitores reconhecem dos gibis da versão jovem da Turma, o detalhe não deixa de ser um choque para o público que cresceu com os quadrinhos originais ou descobriu os personagens nos dois filmes recentes. E, no fundo, só serve para tornar a produção mais próxima de um “Detetives do Prédio Azul Jovem”. Por sinal, esse é o grande paradoxo da “Turma da Mônica Jovem”: embora o elenco seja mais velho, o filme é mais infantil, sem o mesmo apelo universal para todas as idades dos anteriores. A direção é de Maurício Eça (“A Menina Que Matou os Pais”), o papel de Mônica é feito pela atriz Sophia Valverde (“As Aventuras de Poliana”) e o grande elenco – com personagens demais – ainda destaca Xande Valois (“Um Tio Quase Perfeito”) como Cebola, Bianca Paiva (“Chiquititas”) como Magali, Theo Salomão (“Escola de Gênios”) como Cascão e Carol Roberto (“The Voice Kids”) como Milena.   MEU AMIGO ROBÔ   A animação sem diálogos é uma fantasia gentilmente excêntrica, ambientada numa versão animada da Nova York dos anos 1980, povoada exclusivamente por animais antropomórficos e robôs surpreendentemente sensíveis. Esta narrativa, que dispensa falas em favor de uma narrativa visual expressiva, é baseada na graphic novel de 2007 de Sara Varon, que originalmente tinha um público-alvo jovem. O filme de Berger, no entanto, mergulha em nostalgia pela Nova York da era Reagan, apelando para um público mais amplo e difícil de definir. Apesar de adequado para crianças, o subtexto incidente e a atmosfera de melancolia podem confundir os mais jovens. Premiado no Annie Awards 2023 (o Oscar da animação) como Melhor Filme Independente, a obra do espanhol Pablo Berger (da versão muda de “Branca de Neve”) explora a relação entre dois personagens principais, um cão e um robô, que vivem uma amizade caracterizada por um companheirismo potencialmente queer, mas mantido em castidade. A história segue o cão, vivendo uma vida solitária no East Village, cuja rotina é interrompida ao montar um robô de um kit que ele compra, inspirado por um infomercial. A amizade entre o cão e o robô floresce através de atividades compartilhadas, como passeios turísticos e patinação no Central Park, ao som de “September” de Earth, Wind and Fire. No entanto, a separação inevitável ocorre quando o companheiro mecânico enferruja após um dia na praia, forçando o cão a enfrentar o inverno sozinho, enquanto o robô se deteriora, sonhando com um reencontro. “Meu Amigo Robô” aborda temas de amor, perda e amizade, sugerindo que relacionamentos finitos não são necessariamente fracassados. A narrativa comovente também se destaca por suas referências visuais inteligentes aos anos 1980 e à vida nas ruas de Nova York, explorando as alegrias e tristezas da vida urbana e a busca por conexão em um mundo frequentemente indiferente.   MERGULHO NOTURNO   Embora não seja adaptação de um conto de Stephen King, o terror compartilha das características tradicionais das obras do autor, confrontando americanos comuns com o sobrenatural. Na trama, o casal formado por Wyatt Russell (“O Falcão e o Soldado Invernal”) e Kerry Condon (de “Os Banshees de Inisherin”) se muda com a filha adolescente (Amelie Hoeferle, de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”) e o filho caçula (Gavin Warren, de “Fear the Walking Dead”) para uma nova casa, apenas para descobrir que a piscina do quintal é assombrada por espíritos malévolos. A produção da Blumhouse/Atomic Monster expande a história de um aclamado curta-metragem homônimo de 2014, de Rod Blackhurst e Bryce McGuire. A direção é do próprio McGuire, que faz sua estreia em longas e, desde o início, estabelece um clima de suspense e tensão. No entanto, a ampliação da história para o formato de longa-metragem enfrenta desafios. Embora comece de forma promissora, o desenvolvimento da história se depara com complicações em seu roteiro e mitologia, tornando-se vítima de uma narrativa excessivamente elaborada. O que é bizarro diante de uma premissa que se resume, basicamente, a duas palavras: piscina assombrada.   SOBREVIVENTES – DEPOIS DO TERREMOTO   O candidato da Coreia do Sul ao Oscar 2004 traz novas perspectivas para o cinema de catástrofe. A ação se passa em Seul após um terremoto devastador, quando um único edifício permanece em pé, cercado por escombros. A escassez de alimentos e água logo se torna um problema para os moradores sobreviventes, incluindo Min-sung (Park Seo-joon, de “A Criatura de Gyeongseong”), um jovem servidor público, e sua esposa (Park Bo-young, de “Uma Dose Diária de Sol”). A narrativa não se concentra apenas no drama de sobrevivência, mas também examina questões morais complexas. Young-tak (Lee Byung-hun, de “Round 6”), um homem corajoso, é eleito líder pelos moradores e toma decisões difíceis, incluindo a expulsão violenta dos refugiados que buscam abrigo. E assim, o que começa como um microcosmo funcional e igualitário, logo se transforma rapidamente em um estado fascista, evidenciando tensões sociais e políticas. A produção é adaptação de um webtoon (quadrinhos online) de Kim Soong-Nyung, que examina a complexidade moral em tempos de crise e desafia o público a refletir sobre a natureza humana e as escolhas feitas em circunstâncias extremas. A direção é de Um Tae-hwa (“Desaparecimento: O Garoto que Retornou”).   SEGREDOS DE UM ESCÂNDALO   O novo drama de Todd Haynes (“Carol”) é baseado num fato real, mas se apresenta com uma abordagem original e intensa. Estrelado por Natalie Portman (“Thor: Amor e Trovão”) e Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”), o filme é marcado por personagens moralmente ambíguos, com o objetivo de criar desconforto proposital. A trama segue uma atriz (Portman) que viaja até a Georgia para estudar a vida de uma mulher da vida real (Moore), que ela vai interpretar em um filme biográfico. A personagem de Moore era uma mulher casada que teve um romance com um adolescente de 13 anos, foi presa e após cumprir a pena judicial se casou com o jovem, vivido por Charles Melton (de “Riverdale”). Mas nem duas décadas de distância e uma vida discreta nos subúrbios fizeram o escândalo ser esquecido. E com sua vida revirada pela estranha em sua casa, questões do casal, até então adormecidas, começam a vir à tona. Na sua busca para compreender Gracie, Elizabeth ultrapassa os limites entre curiosidade e invasão, enquanto seu objeto de estudo se mostra defensiva e complexa. Nesse jogo, o filme cria uma atmosfera tensa e estranha, salpicada por um humor sutilmente obsceno, que dialoga com seu tema tabu. A tensão é equilibrada por elementos cômicos, tornando possível arrancar risadas pela audácia da trama. Mas não se trata de uma obra fácil, especialmente para quem evita mergulhar em narrativas sobre indivíduos terríveis. Ousado em sua temática e na construção dos personagens, “Segredos de um Escândalo” traz os atores entregando performances habilidosas e desconcertantes, que resulta numa experiência que pode ser profundamente perturbadora, mas também extasiante para os cinéfilos.   O NATAL DO BRUNO ALEIXO   Bruno Aleixo é uma mistura de urso de pelúcia e cão, com um toque visual que lembra um Ewok do universo “Star Wars”. Seu um humor peculiar, rabugento e irônico ganhou notoriedade com uma série de vídeos na internet e se popularizou com “O Programa do Aleixo”, lançado na TV portuguesa em 2008. Desde então, Aleixo ganhou vários spin-offs online e participações em outros programas, que fizeram crescer seus coadjuvantes e o tornaram um fenômeno pop em Portugal. O personagem foi criado por João Moreira, Pedro Santo e João Pombeiro. Os dois primeiros assinam seu segundo longa – depois de “O Filme do Bruno Aleixo” (2019) – que chega ao Brasil fora de época, devido à temática natalina. A produção narra as recordações de Natais passados de Bruno Aleixo após um acidente de carro que o deixa em coma – entre as memórias, destaca-se um Natal passado na casa de sua avó brasileira. A trama acaba por recontar o tradicional conto de Natal de Charles Dickens de forma original, utilizando diferentes estilos de animação para cada segmento. Essa abordagem criativa oferece ritmos e tonalidades variadas à narrativa. Apesar de ser um pouco ofuscado pelo sucesso de seu antecessor, a produção foi uma das comédias portuguesas mais destacadas de 2022.   MAL VIVER   O drama do português João Canijo (“Sangue do Meu Sangue”) forma um díptico com “Viver Mal”, ambos ambientados em um hotel. Enquanto a outra obra se foca nos hóspedes, o lançamento atual se concentra na equipe, principalmente nas relações femininas em deterioração. O enredo envolve a gerente do hotel, Piedade (Anabela Moreira), sua mãe Sara (Rita Blanco), dona do estabelecimento, e a filha de Piedade, Salomé (Madalena Almeida), que retorna inesperadamente após a morte de seu pai. Completando o elenco, estão Raquel (Clei Almeida), prima e empregada, em um relacionamento complicado com Angela (Vera Barreto), a fiel governanta e cozinheira. A trama explora as tensões familiares e profissionais, que se misturam no local visivelmente desgastado e em dificuldades financeiras, criando um efeito trágico, com personagens femininas refletindo sobre suas vidas em meio a um ambiente de hostilidade, tristeza e desafeto. Venceu o Prêmio do Júri do último Festival de Berlim.

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    Vincent D’Onofrio diz que séries da Netflix entraram na cronologia do MCU

    17 de janeiro de 2024 /

    O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk nas séries da Marvel confirmou que o Demolidor e outras séries da Netflix entraram oficialmente na cronologia do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao Hollywood Reporter, o ator afirmou que a mudança de status aconteceu após uma nova equipe assumir a nova série do “Demolidor” “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator. “Agora podemos começar ‘Born Again’ com toda essa história atrás de nós e o resultado dela. Então estamos todos falando sobre ‘Daredevil: Born Again’ nesses termos agora”, completou. A declaração vem após a Disney+ também passar a identificar as séries da Netflix como parte da cronologia do MCU. Além disso, segue rumores sobre as voltas de Deborah Ann Woll e Elden Henson aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson. Eles tinham sido descartados pela equipe anterior de “Daredevil: Born Again”, que planejava um reboot radical para o Demolidor. Em outubro, o Marvel Studios demitiu toda a equipe de produção da série, que tinha vários capítulos prontos. Quem assumiu no lugar de Chris Ord (“The Brave”) e Matt Corman (“Inimigo Interno”) foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro” na Netflix. Ele teria sido responsável por convencer o MCU a considerar as séries da Netflix como cânones.

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