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  • Série

    Locke & Key: Série de terror “amaldiçoada” ganha primeiro trailer legendado

    8 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou oito fotos e o primeiro trailer legendado da série “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. A prévia marca o fim da maldição que impedia a produção de sair do papel. O detalhe é que a prévia não é muito assustadora, especialmente quando comparada à “A Maldição da Residência Hill”, sugerindo mais uma trama de fantasia que de terror. “Locke & Key” acompanha uma mãe e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) vivem, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke, enquanto a mãe é interpretada por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da Netflix teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado num piloto anterior. O anúncio da estreia é o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. O produtor que conseguiu materializar a série foi Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”), que se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Mas mesmo após seu afastamento, Muschietti continua creditado como produtor. A 1ª temporada terá 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Novo pôster inclui transformação de Oliver Queen no Espectro

    8 de janeiro de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso, que se encerra na semana que vem. A arte traz um grande spoiler em relação ao line-up de heróis: a transformação de Olive Queen (Stephen Amell) no Espectro. Após sua morte, o Arqueiro Verde foi convocado por Jim Corrigan (Stephen Lobo) no purgatório para assumir seu papel na Crise. Nos quadrinhos, o Espectro original, Jim Corrigan, surgiu na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. Ele também foi assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Corrigan já tinha aparecido na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso, mas interpretado por outro ator (Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”). Além desse “detalhe”, o novo pôster da atração destaca as participações de Lex Luthor (Jon Cryer), de Raio Negro (Cress Williams), do estreante Ryan Choi (Osric Chau, de “Supernatural”) e ainda enfatiza a parceria entre as heroínas Batwoman (Ruby Rose) e Supergirl (Melissa Benoist), colocadas em posição central na luta contra o Anti-Monitor (LaMonica Garrett). Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em 8 de dezembro nos Estados Unidos, ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participa da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Equipe de Coringa revela dificuldades para trabalhar com Joaquin Phoenix

    7 de janeiro de 2020 /

    A equipe de maquiagem e cabelo de “Coringa” participou de uma apresentação especial dos profissionais do setor que foram pré-selecionados para disputar uma indicação no Oscar. E sem ter muito a mostrar em termos de efeitos visuais, os maquiadores e cabeleireiros revelaram no evento, realizado no fim de semana, que seu maior desafio no longa foi enfrentar o difícil Joaquin Phoenix nos bastidores da produção. Numa descrição do painel do filme, publicada no site NBP, os profissionais contaram que tiveram diversos confrontos com o ator, que desejava fazer sua própria maquiagem e cabelo no longa. Eles conseguiram entrar num acordo, mas, mesmo assim, não foram muito respeitados. Segundo o relato, Phoenix “saía no meio do processo de coloração de cabelo e desaparecia no meio das filmagens, então a equipe tinha dificuldade de encontrá-lo para finalizar o trabalho”. Os maquiadores ainda afirmaram que Phoenix não gostava de ser tocado muito frequentemente e que isso fazia com que sua maquiagem muitas vezes ficasse incompleta. “O processo de manter continuidade era tão difícil que a pessoa responsável por isso se demitiu”, registrou a cobertura da apresentação. Os profissionais contaram que só conseguiram trabalhar com Phoenix após desenvolverem um método para mantê-lo parado. “A equipe subornava ele com bolachas de água e sal”, que era só o que ele estava comendo para perder peso para o papel. Segundo o registro do painel, Phoenix estava sempre faminto e isso pode ter aumentado muito seu mau-humor durante as filmagens. No ano passado, o programa “Jimmy Kimmel Live” exibiu um vídeo dos bastidores de “Coringa”, que mostrava Phoenix tendo um ataque de diva contra o diretor de fotografia Lawrence Sher, até simplesmente abandonar a filmagem. Confira aqui. No domingo passado (5/1), Joaquin Phoenix ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator por seu papel em “Coringa”

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  • Série

    The CW renova todas as suas séries de super-heróis e mais 7 atrações

    7 de janeiro de 2020 /

    A rede americana The CW anunciou a renovação de 13 séries para a temporada de outono, que inicia entre setembro e novembro nos EUA. A lista inclui todas as séries de super-heróis da emissora: “The Flash” (7ª temporada), “Supergirl” (6ª temporada), “Legends of Tomorrow” (6ª temporada), “Black Lightning” (4ª temporada) e a estreante “Batwoman” (2ª temporada). “Arrow”, infelizmente”, está se despedindo nas próximas semanas, com o final de sua 8ª temporada, e não terá mais episódios produzidos, mas seu espaço deve ser preenchido por novas (plural) adaptações dos quadrinhos da DC Comics. Além de “Batwoman”, a outra série que estreou em 2019 também foi renovada: “Nancy Drew” terá 2ª temporada. As demais atrações da lista são Riverdale (5ª temporada), “Legacies” (3ª temporada), “Charmed” (3ª temporada), “All American” (3ª temporada), “In The Dark” (3ª temporada), “Roswell, New Mexico” (3ª temporada) e até “Dynasty” (4ª temporada), série de pior audiência do canal, assistida ao vivo por uma média de 396 mil telespectadores e que registra irrelevantes 0,11 ponto na classificação da Nielsen para o público alvo dos anunciantes. Ficaram de fora apenas as séries que decidiram acabar por conta própria, como a citada “Arrow” e a veterana “Supernatural”, além das atrações de midseason, como “Katy Keene”, que ainda nem estreou (chega à TV americana em fevereiro), e as séries de verão. Por sinal, 2020 também marcará a despedida da “veranista” “The 100” no canal.

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  • Série

    Lucifer vai encontrar Deus na última temporada da série

    7 de janeiro de 2020 /

    Deus vai participar de “Lucifer”. A produção da série da Netflix escalou o ator Dennis Haysbert no papel de “pai” do protagonista, vivido por Tom Ellis. A escalação vai propiciar um encontro de intérpretes da série clássica “24 Horas”. Haysbert ficou conhecido por viver o primeiro presidente negro da TV americana, David Palmer, no thriller de ação em tempo real. Ele apareceu em campanha na temporada inaugural, de 2001, e já eleito nos anos seguintes. Seu irmão naquela série era o ator D.B. Woodside, que em “Lucifer” interpreta o anjo Amenadiel. Haysbert, porém, não será o primeiro intérprete de Deus em “Lucifer”. Um homem que se dizia Deus, vivido por Timothy Omundson (“Psych”), apareceu na 2ª temporada. E o “personagem” foi ouvido num episódio “bônus” da 3ª temporada, com a voz do escritor Neil Gaiman, que criou essa versão de Lucifer nos quadrinhos da DC/Vertigo. Sempre é bom lembrar que a série não tem quase nada a ver com a trama publicada. “Nós fizemos uma lista enorme de possíveis atores para o papel, e Dennis estava no topo dela”, disse o showrunner da série, Joe Henderson, para a revista Entertainment Weekly. “Tivemos sorte que ele aceitou. Era nossa primeira escolha”. A 5ª e última temporada de “Lucifer” será dividida em duas partes. A Netflix lançará oito episódios em maio, fará uma pequena pausa, e os outros oito episódios chegarão no segundo semestre de 2020.

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  • Filme

    Fotos e vídeos revelam que filmagens do novo Batman já começaram

    6 de janeiro de 2020 /

    As filmagens de “The Batman”, estreia de Robert Pattinson no papel do herói da DC Comics, já começaram em Londres. Transeuntes flagraram as movimentações de câmeras, figurantes e carros cenográficos nas ruas da capital inglesa, que foi transformada em Gotham City para a produção. Além de caminhões com logotipos de Gotham, uma sequência de fotos mostra Robert Pattinson (“High Life”) ou um dublê em uma moto, enquanto outro homem – aparentemente Colin Farrell (“Dumbo”) — surge de cabelos brancos com um guarda-chuva – também possivelmente como Pinguim. Um detalhe curioso é que os veículos não são modernos, mas dos anos 1990. Também foram feitos vídeos, veja abaixo. O elenco de “The Batman” também inclui Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) em papel não identificado (mas provavelmente como Harvey Dent/Duas Caras). Com direção de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “The Batman” tem estreia marcada para junho de 2021. Running down the Thames today and see this! 👀#Batman #Gotham #Thames #London #Filming #movies pic.twitter.com/KAaqQRi8zg — JordanLee🎬 (@100Jordanlee) January 5, 2020 Is this London or Gotham…..?Filming The Batman 🦇 outside my offices this morning! 👍 @empiremagazine pic.twitter.com/Mszt5wLcYG — Wade Gravett (@WadeGrav) January 6, 2020 pic.twitter.com/lLZ2L4CtHm — Wade Gravett (@WadeGrav) January 6, 2020 Can confirm 100% as he never revealed his face but is this Robert…..!? 🦇 pic.twitter.com/MX90S7bqol — Wade Gravett (@WadeGrav) January 6, 2020 Just want to clear something up!My pic on the left was taken at 12.30pm when they used a stand-in to set up the shot.My pic on the right was taken at 3.30pm when filming was active and it's clearly Robert Pattinson.Trousers, boots, jacket all have differences 👍 pic.twitter.com/htYFo2onbr — Wade Gravett (@WadeGrav) January 6, 2020 Meanwhile, in Gotham, UK…#batman #gotham #london #filming #TheBatmanIsComing #thebatman #movie #film #filmproduction #movieset #Thames pic.twitter.com/yQYIYjJD7c — Alessandro Volpino (@volpino131186) January 5, 2020 The police are wrapped in blankets…. I’m gonna assume this scene will look like the night, in the film. Also the ‘paparazzi’ extras for the film, are constantly taking photos of the police during the report. #TheBatman pic.twitter.com/2kphGXkEaJ — Adam Khan (@AdamKhan100) January 6, 2020 Batman filming near Temple..Gotham city brought to London#TheDarkKnight #Gotham #Gothamcity #CapedCrusader #Batman #London pic.twitter.com/Ol1dKpl0Yl — x.acity01 (@xacity01) January 6, 2020 videos from the set, filming today 🎥: https://t.co/B1jc37sdSU #TheBatman pic.twitter.com/9RxdogcLFB — ibabysky (@Ibabysky) January 6, 2020

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  • Filme

    Ex-Batman, Christian Bale negocia papel no novo filme de Thor

    6 de janeiro de 2020 /

    Christian Bale pode estar planejando uma volta aos filmes de super-herói. Após viver Batman em três adaptações dos quadrinhos da DC Comics, ele está cotado para estrear na Marvel. O site Collider apurou – e o Hollywood Reporter confirmou – , que Bale negocia um papel em “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão), o quarto filme solo do herói Thor. A Marvel não comentou a notícia e o papel de Bale é um mistério. Caso a negociação seja bem-sucedida, ele será o segundo Batman a virar ator da Marvel. Michael Keaton, que viveu o herói da DC em dois longas entre 1989 e 1992, já apareceu como vilão em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em 2017. Novamente dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnorok”), o próximo filme do Deus do Trovão será baseado num arco de quadrinhos em que Thor Odinson se revela indigno para levantar o Mjölnir – depois dos acontecimentos da saga “Pecado Original”. Com isso, Jane Foster vira a nova portadora do martelo encantado, escolhida por seu altruísmo e dedicação em salvar vidas (nos quadrinhos, como médica), tornando-se a Poderosa Thor. Neste contexto, não está descartada a possibilidade de Bale “aparecer” como Bill Raio Beta, um alienígena que também assume a identidade de Thor nos quadrinhos. Neste caso, o papel pode ser de captura de performance ou simples dublagem, já que o personagem não tem aparência humana. O elenco vai trazer de volta Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, além de manter a participação de Tessa Thompson como Valquíria. A estreia de “Thor: Love and Thunder” está marcada para outubro de 2021.

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  • Filme

    Os Novos Mutantes: Trailer confirma clima de terror na última adaptação da Marvel feita pela Fox

    6 de janeiro de 2020 /

    A Fox divulgou o aguardado segundo trailer de “Os Novos Mutantes”, adaptação de quadrinhos que tinha caído no limbo após a compra do estúdio pela Disney. A prévia chega dois anos após o lançamento do primeiro trailer. E, de forma frustrante, continua a ser considerada uma produção separada da Marvel, apesar do logo do estúdio aparecer rapidamente no meio do vídeo – como acontecia nos filmes dos “X-Men”, da Fox. Apesar dos problemas, a prévia é empolgante, combinando história de super-heróis com clima de filme de terror, como o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) prometia. Não se sabe se as refilmagens prometidas aconteceram, já que o vídeo explora a situação dos personagens em clima claustrofóbico. Eles aparecem numa clínica, após o despertar de seus poderes causarem mortes acidentais, mas logo desconfiam que na verdade estão presos e não sendo tratados. E algo terrível ronda aquele lugar. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. O elenco se completa com a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Além desses personagens de carne e osso, o trailer apresenta o grande vilão da trama, uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra a heroína Miragem. No trailer, enfrenta Magia, que aparece com sua espada de energia – numa cena para deixar os fãs dos quadrinhos animados. A estreia no Brasil está marcada para 2 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020

    6 de janeiro de 2020 /

    O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia ​Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)

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  • Filme

    Dubladora oficial da Arlequina no Brasil é dispensada de Aves de Rapina e desiste da profissão

    4 de janeiro de 2020 /

    A dubladora Iara Riça anunciou ter desistido da carreira, após ser dispensada de seu trabalho no filme “Aves de Rapina”. Ela publicou um desabafo nas redes sociais, dizendo que não daria voz para a Arlequina pela primeira vez desde que a personagem surgiu na série animada clássica do Batman, nos anos 1990. Riça contou que, mesmo já tendo dublado grande parte do filme, o diretor de dublagem não achou que o trabalho dela estivesse à altura do projeto. Sem entender, Riça decidiu se aposentar definitivamente da profissão de dubladora. Assim, ela não dará mais voz à Arlequina, à Florzinha das “Meninas SuperPoderosas”, à Jean Grey de “X-Men: Evolution” nem qualquer outra personagem. A notícia já mobilizou os fãs de filmes dublados, que fizeram a hashtag #IaraVoltePraHarley disparar no Twitter. A estreia de “Aves de Rapina” está prevista para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Reta final do crossover do Arrowverso ganha novo trailer e 15 fotos

    2 de janeiro de 2020 /

    A rede The CW divulgou um trailer e 15 fotos do quarto episódio de “Crise nas Infinitas Terras”, o megacrossover de séries do Arrowverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, a versão live-action de “Crise nas Infinitas Terras” começou a ser exibida em dezembro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Supergirl”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Arrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, o herói Raio Negro (Black Lightning) também participou da história, assim como personagens de diversas outras atrações, tanto atuais quanto clássicas. Após a exibição dos três primeiros episódios, o evento entrou em hiato de fim de ano e só será concluído em 14 de janeiro nos Estados Unidos, com a exibição de capítulos consecutivos de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Ainda não há previsão para a estreia do crossover no Brasil, que deve acontecer pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Recorde de Vingadores: Ultimato é atualizado e chega a 2,8 bilhões de bilheteria

    2 de janeiro de 2020 /

    “Vingadores: Ultimato” se tornou oficialmente o filme de maior bilheteria de todos os tempos em julho passado, ao arrecadar US$ 2,7 bilhões nas bilheterias e superar, a princípio, em US$ 100 mil o blockbuster “Avatar”, de 2009. O detalhe é, numa atualização do mercado, o número dos heróis da Marvel se provou ainda maior. Graças a totalizações finalizadas das bilheterias da China, a adaptação de quadrinhos adicionou mais US$ 3 milhões à sua contagem global. Embora não pareça fazer muita diferença na contabilidade recordista do longa, esses US$ 3 milhões extras ajudam o blockbuster dirigido pelos irmãos Russo a virar o primeiro filme a atingir US$ 2,8 bilhões em bilheteria mundial. Isto também aumenta mais sua diferença para os 2,7 milhões da bilheteria de “Avatar”, uma vantagem que o diretor James Cameron acreditava poder reverter num novo relançamento do longa. Além de “Vingadores: Ultimato”, a Disney teve mais cinco filmes com faturamento maior que US$ 1 bilhão em 2019: “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Atualmente com US$ 813,6 milhões, “Star Wars: Ascensão Skywalker” deve se juntar ao clube dos bilionários nos próximos dias. Graças a todo esse sucesso, a Disney bateu diversos recordes de arrecadação e fechou 2019 com mais de US$ 13 bilhões em bilheterias mundiais.

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  • Etc

    Atriz de Capitão América é presa e acusada de matar a própria mãe

    2 de janeiro de 2020 /

    A atriz Mollie Fitzgerald, que fez uma pequena participação no filme “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011), foi presa na terça-feira (31/12), nos Estados Unidos, acusada de matar a própria mãe a facadas. Segundo o site de notícias americano TMZ, a prisão aconteceu em Olathe, Kansas, depois de a polícia responder a um chamado por distúrbio armado. Na residência, os oficiais encontraram Patricia, mãe de Mollie, de 68 anos, morta por um golpe de facada. A atriz de 38 anos também foi encontrada no local com ferimentos leves e levada ao hospital. Além da carreira como atriz, Mollie é produtora e diretora, com quatro curtas e um longa-metragem em sua filmografia. No filme da Marvel, ela aparece em uma cena como dançarina, ao lado de Howard Stark (Dominic Cooper), que a beija (lembre na imagem abaixo), mas seu principal trabalho no filme não foi como atriz e sim como assistente pessoal do diretor, Joe Johnston – que retribuiu estrelando o longa que ela escreveu, dirigiu e produziu, “The Lawful Truth”, em 2014.

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