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    The Umbrella Academy: Abertura da 2ª temporada revela viagem no tempo e apocalipse

    29 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e a abertura legendada da 2ª temporada de “The Umbrella Academy”, que mostra os protagonistas transportados para os anos 1960, numa continuação imediata dos eventos que encerraram a temporada inaugural. Mas se trata de um passado alterado, em que a União Soviética está em guerra nuclear com os Estados Unidos. A prévia é cheia de efeitos visuais e rapidamente chega ao fim com a explosão de bombas atômicas… e a morte de todos – menos um. Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no Brasil como “A Academia Umbrella” – , a série tem como protagonistas um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Vários anos depois de se separarem, eles se reúnem no funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. A 2ª temporada mostra o que acontece depois deles falharem. Refletindo o final da temporada inaugural, os Hargraves vão parar no passado graças aos poderes de Five, que embora tenha salvo todos do fim do mundo, acabou alterando a linha temporal. Nos próximos capítulos, ele tentará uma nova forma de salvar os irmãos e voltar ao presente, impedindo o apocalipse em 1963. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A estreia dos novos episódios vai acontecer na sexta (31/7) em streaming.

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  • Etc,  Filme

    Diretor revela vídeo em que “Doutor Estranho” sai do set e surpreende loja de quadrinhos

    28 de julho de 2020 /

    O diretor Scott Derrickson divulgou um vídeo inédito dos bastidores de “Doutor Estranho” nas redes sociais, que registra um momento divertido da produção. O vídeo foi feito em 2015, durante as filmagens do longa em Manhattan, Nova York. Ao perceber que perto do set havia uma loja de quadrinhos, o diretor brincou com o astro Benedict Cumberbatch como seria incrível se ele entrasse lá caracterizado como o personagem. O ator concordou e ainda estimulou o diretor a fazer uma “pegadinha” para surpreender os frequentadores da comic shop. O momento foi gravado por Derrickson e mostra como o Cumberbatch deixou clientes e vendedores da loja rindo à toa. No final, após posar para fotos, Cumberbatch ainda disse: “Se o filme não der certo, posso vir trabalhar com vocês?”. Mas “Doutor Estranho” foi um grande sucesso, com bilheteria mundial de US$ 677 milhões, e vai ganhar uma sequência. Infelizmente, o clima dos bastidores não será o mesmo, pois Derrickson não retornará para comandar as filmagens. Em seu lugar, a Marvel escalou o cineasta Sam Raimi, que voltará a comandar um filme de super-herói após marcar época à frente dos três primeiros “Homem-Aranha” da Sony. Assista ao registro abaixo, revelado na íntegra pela primeira vez na noite de segunda (27/7). Never before shown moment. While shooting in Manhattan right in front of a comic book store, I spontaneously suggested to Benedict that he go inside and he agreed. pic.twitter.com/ge2DcqWpu1 — N O S ⋊ Ɔ I ᴚ ᴚ Ǝ ᗡ ⊥ ⊥ O Ɔ S (@scottderrickson) July 28, 2020

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  • Etc

    Versão online da Comic-Con decepciona e reúne pouco público

    28 de julho de 2020 /

    Primeira tentativa de realizar um grande evento de forma virtual, a versão online da Comic-Con não conseguiu empolgar o público e fracassou em materializar uma versão digital da convenção real. Os organizadores prometeram o melhor dos mundos, uma edição cheia de atrações, gratuita e sem filas. Mas a Comic-Con@Home teve poucas estrelas do mundo do entretenimento e, tragicamente, pouca presença de fãs. Além da baixa visualização dos vídeos disponibilizados, faltaram fãs na própria programação. Maior atrativo de qualquer Comic-Con, os cosplays acabaram esquecidos pelos organizadores, sem aparecer em nenhum vídeo, embora habitualmente sejam as imagens mais associadas à festa geek. Também não houve comércio virtual, um oportunidade perdida para promoções e lançamentos que, em outros tempos, movimentariam fortunas nos corredores do centro de convenções de San Diego. Faltou até programação interativa – e alternativa – , com passatempos temáticos. A Comic-Con@Home se restringiu a uma sucessão de vídeos produzidos com o aplicativo Zoom, reunindo cabeças falantes. E, aparentemente, alguns desses vídeos, apresentados como “lives”, eram pré-gravados. Keanu Reeves, que participou de dois painéis no fim de semana – para divulgar “Bill & Ted: Encare a Música” e comentar os 15 anos de “Constantine” – , acabou sendo a maior estrela do evento, que ainda contou com o elenco do filme “Os Novos Mutantes”, das séries das franquias “Star Trek” e “The Walking Dead”, e um punhado de outras atrações televisivas. Apesar de alardeados 350 painéis online, menos de duas dezenas foram dedicados a filmes e séries. Já as discussões acadêmicas sobre o que representa “A máscara nos quadrinhos de ‘Watchmen'”, “A psicologia da cultura pop de Natal” e “A ciência de ‘Star Trek'” ficaram às moscas. Não por acaso, a grande maioria dos vídeos disponibilizadas na página da Comic-Con Internacional no YouTube registrou menos de 2 mil visualizações. Alguns não conseguiram atrair nem 500 pessoas. A Comic-Con Internacional sempre teve esses debates obscuros, mas eles nunca chamaram tanta atenção quanto em sua versão virtual. O formato do evento “democratizou” a programação, colocando painéis hollywoodianos ao lado de discussões da “academia dos geeks”, sem priorizar destaques. A única divisão oferecida foi a dos dias da semana. Mais assistido de todos os painéis, o encontro de vários intérpretes da série “Vikings”, da 1ª à última temporada, atraiu o interesse de 223 mil pessoas. Só outro vídeo chegou perto desses números: “Os Novos Mutantes”, que reuniu 213 mil pessoas. Este painel foi também o que mais caprichou em novidades. Além de reunir o diretor e o elenco completo, apresentou a primeira cena do filme e um trailer inédito. Nenhum outro momento da programação chegou perto desse volume. Entre os bate-papos mais bem-sucedidos, o debate com Keanu Reeves sobre “Constantine” foi visto por 67 mil e um painel dedicado aos papéis heroicos de Charlize Theron teve 57 mil visualizações. Dentre as séries, depois de “Vikings” o programa mais assistido foi dedicado a “The Walking Dead”, que reuniu 87 mil fãs, seguido por “Fear The Walking Dead”, visto por 72 mil e um painel com diversas atrações do universo “Star Trek”, prestigiado por 64 mil. Outros destaques incluíram a participação do elenco de “The Boys”, com 54 mil visualizações, “His Dark Materials”, com 44 mil, e o curioso empate de público dos painéis de “The 100”, “Wynona Earp” e “What We Do in The Shadows”, com 34 mil espectadores. O dado negativo ficou por conta do desinteresse gerado pelo painel da 4ª temporada de “Van Helsing”, visto por apenas 4 mil pessoas. A falta de grandes atrativos se deveu à ausência de produções da Disney e da WarnerMedia. Os dois conglomerados decidiram dar pouca importância para o evento, porque têm outros planos de divulgação. A Disney tem sua própria “Comic Con”, a D23 Expo, que este ano também deverá ser virtual, e a Warner anunciou sua primeira convenção dedicada às atrações da DC Comics, a DC FanDome, que vai acontecer no dia 22 de agosto. Se a realização da Comic-Con@Home não foi exatamente o que os fãs esperavam, o que acabou se materializando serviu para alertar os “concorrentes” sobre o que precisa ser aperfeiçoado. Além disso, demonstrou para todo mundo que não é caro nem muito difícil organizar uma convenção digital. Sem as dificuldades logísticas para reunir diversos astros num mesmo local, acomodar o público e ainda contar com equipamento sofisticado para exibições especiais, até fãs estão fazendo convenções online. Durante o fim de semana da Comic-Con, aconteceram duas: JusticeCon, dedicada à “Liga da Justiça”, com a presença do diretor Zack Snyder e do ator Ray Fisher (Ciborgue), e #SaveDaredevil, com diversos atores e a equipe da série “Demolidor”. Só a entrevista com Zack Snyder na JusticeCon foi acompanhada por 281 mil pessoas. Ou seja, teve mais público que a atração mais vista da Comic-Con@Home.

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  • Série

    Roteirista de Toy Story 4 fará série baseada nos quadrinhos de Paper Girls

    26 de julho de 2020 /

    A Amazon aprovou e oficializou a produção da 1ª temporada de “Paper Girls”, adaptação dos quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan (“Os Fugitivos”) e Cliff Chiang. Os quadrinhos são uma espécie de versão feminina de “Stranger Things” – só que estrearam um ano antes da produção da Netflix. Assim como em “Stranger Things”, a trama se passa nos anos 1980 e envolve quatro amigas que correm por sua cidadezinha de bicicletas. Mas há um motivo especial para elas usaram bikes. Elas trabalham como entregadoras de jornal (daí o nome Paper Girls). A trama se passa na manhã seguinte do Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro, que acaba envolvendo as quatro amigas num conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. O projeto tem produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, e foi inicialmente oferecido para análise da Amazon no ano passado. A adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos. “Como grandes fãs do que Brian e Cliff criaram em ‘Paper Girls’, não poderíamos estar mais animados com a oportunidade de dar vida a essa incrível aventura”, disseram Folsom, Cantwell e Rogers em comunicado. “Esta é uma história com tanto coração e tantas cores e dimensões únicas, e nossa sincera esperança não é apenas fazer justiça ao material original, mas fazer com que as ‘Paper Girls’ sejam diferentes de qualquer outra coisa atualmente na TV.” A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos já podem ser lidos no Brasil, em publicações da editora Devir. Veja abaixo algumas capas da edição americana, lançada pela Image Comics.  

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  • Filme

    Nova versão de Liga da Justiça não trará nenhuma cena dirigida por Joss Whedon

    25 de julho de 2020 /

    O diretor Zach Snyder revelou que até hoje não viu a versão de “Liga da Justiça” finalizada por Joss Whedon, exibida nos cinemas e lançada em Blu-ray. E nem pretende ver. Durante sua participação na convenção online Justice Con, neste sábado (25/7), Snyder afirmou que não aproveitará nada dirigido pelo colega em sua remontagem do filme. Whedon foi o diretor contratado para realizar refilmagens de “Liga da Justiça”, após a Warner aproveitar uma tragédia pessoal de Snyder para afastá-lo da produção, ao final das filmagens principais. Responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, Whedon refez boa parte do longa dos heróis da DC, mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão do primeiro diretor, que será finalmente conhecida, após campanha dos fãs convencer os novos donos do estúdio a financiar uma montagem alternativa – o lançamento vai acontecer em 2021 na HBO Max. Na conversa com as organizadoras da Justice Con, The Nerd Queens (Cole e Nana) e Wonder Meg, Snyder evitou até dizer o nome de Whedon. Mas assegurou: “Eu queimaria e destruiria o filme se precisasse usar um simples take que não filmei”. Snyder contou que, antes mesmo de deixar a direção, já enfrentava oposição dos executivos da Warner sobre várias de suas decisões. Eles queriam que o filme fosse “hilário”, revelou. Entre as iniciativas que foram proibidas, havia detalhes triviais, como mostrar Superman com o uniforme preto, numa referência à famosa história em quadrinhos de “O Retorno do Super-Homem” (de 1993), que estava sendo abordada na trama. Os executivos temiam que o traje preto fosse “muito assustador”. A versão do Superman de preto finalmente aparecerá na nova versão do filme, e Snyder até compartilhou um breve clipe de 20 segundos, mostrando como ficará o visual de Henry Cavill em sua nova edição de “Liga da Justiça”. O diretor também disse que estava trabalhando para restaurar a proporção de tela para o formato IMAX, que ele pretendia usar originalmente. E ainda revelou que o compositor Junkie XL vai completar a trilha para acompanhar as cenas adicionais do filme, além de confirmar que o filme terá mais de 3h30, e por isso pode ser lançado como uma minissérie – mas isso ainda não foi decidido. Para completar, reiterou que sua “Liga da Justiça” trata principalmente do Ciborgue, cujo arco foi amplamente cortado por Whedon. Com cuidado para não revelar grandes spoilers, Snyder finalizou anunciando que o primeiro teaser de sua versão e o título oficial do novo “Liga da Justiça” serão revelados na DC FanDome, uma espécie de Comic-Con da DC, que vai acontecer no próximo mês. Confira abaixo o vídeo com a conversa completa com o diretor.

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  • Etc

    Ray Fisher desafia Joss Whedon a processá-lo após reforçar denúncias de abuso

    25 de julho de 2020 /

    O ator Ray Fisher, que viveu Ciborgue em “Liga da Justiça”, aumentou o tom contra Joss Whedon. Após denunciar o diretor no Twitter, por comportamento abusivo no set do filme, ele fez novas acusações durante sua participação na convenção online Justice Con, neste sábado (25/7). “Eu não me importo de ficar mal-falado ou perder trabalhos por falar sobre isso, não se conseguir fazer justiça. O que eu quero dizer é que o cara provavelmente está assustado, e deveria estar mesmo, porque vamos chegar ao fundo de tudo o que aconteceu”, ele jurou. Whedon tinha participação confirmada na Comic-Con@Home, que também está acontecendo no fim de semana, mas seu painel foi discretamente cancelado pelos organizadores do evento virtual. Este foi um dos motivos de Fisher sugerir que ele estaria “com medo”. O ator ainda afirmou que está reunindo provas e testemunhas para corroborar sua acusação. “Demorei dois anos e meio para reunir as evidências e construir um caso sólido o bastante para que minhas acusações não fossem simplesmente ignoradas. Eu abordei algumas pessoas e perguntei se elas poderiam contar suas histórias, mesmo que fosse anonimamente, confidencialmente. Estamos no processo de reunir tudo isso, tendo certeza que essas pessoas não sofram retaliação por contarem suas histórias.” O intérprete do Ciborgue comentou que está acostumado a lidar com racismo em Hollywood, e que “não se ofende com qualquer comentário”, mas que o nível de abuso no set de “Liga da Justiça” não foi aceitável. O ator ainda voltou a acusar os produtores Jon Berg e Geoff Johns de acobertarem o que estava acontecendo, dizendo que, na época das filmagens, levou suas denúncias “às pessoas que estavam no comando”, mas que nada foi feito. Ele ainda desafiou o diretor. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir.” Whedon foi o diretor contratado para realizar refilmagens de “Liga da Justiça”, após a Warner aproveitar uma tragédia pessoal de Zack Snyder para afastar o diretor original. Responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, Whedon refilmou boa parte do longa dos heróis da DC, mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão de Snyder, que será finalmente conhecida, após campanha dos fãs convencer os novos donos do estúdio a financiar a montagem alternativa – o lançamento vai acontecer em 2021 na HBO Max. Veja abaixo o vídeo com a participação de Ray Fisher. A polêmica vem à tona após os primeiros 26 minutos de conversa.

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  • Filme

    Superman veste uniforme negro em cena da nova versão de Liga da Justiça

    25 de julho de 2020 /

    A Comic-Con@Home não é o único evento digital acontecendo neste fim de semana. Neste sábado (25/7), o cineasta Zack Snyder participou de um painel no Justice Con, dedicado ao filme da “Liga da Justiça”. Durante a discussão de sua versão estendida, o diretor aproveitou para compartilhar uma cena cortada do filme exibido nos cinemas, que mostra Superman, vivido por Henry Cavill, vestindo o uniforme preto do super-herói. Embora Superman não tenha aparecido com seu segundo uniforme mais conhecido nos cinemas, a cena não é exatamente inédita, pois foi incluída como bônus no Blu-ray de “Liga da Justiça”. Curiosamente, no extra original, Cavill usava o traje colorido tradicional do herói. Snyder revelou que essa cena foi filmada com Cavill de vermelho e azul, porque o estúdio não tinha aprovado o uniforme preto. No entanto, ele fez testes durante as filmagens para saber se poderia alterar a cor mais adiante, o que ele pretende fazer no lançamento de sua versão em streaming. O diretor também confirmou que o título oficial do filme e um trailer completo serão revelados durante o evento DC FanDome, uma espécie de Comic-Con (ou D23 Expo) exclusiva da DC, que ocorrerá no próximo mês. Para quem não lembra, ele filmou “Liga da Justiça” inteiro, mas a Warner aproveitou uma tragédia pessoal para afastá-lo da pós-produção e chamou Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão do diretor original, que ele estimulou com inúmeros posts de imagens não vistas no cinema. Após forte campanha dos fãs e mudanças no comando da Warner, que foi comprada pela AT&T, os novos executivos encomendaram uma edição finalizada do “Snyder Cut”, que será lançada com exclusividade na plataforma HBO Max em 2021. Enquanto o trailer da nova “Liga da Justiça” não vem, aproveite e compare abaixo as duas versões da cena cortada de Superman no filme.

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  • Série

    Invencible: Nova série de Robert Kirkman terá oito atores de The Walking Dead

    25 de julho de 2020 /

    A nova série de Robert Kirkman, criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, vai reunir oito atores da versão televisiva de seu universo de zumbis. Mas o público não será capaz de reconhecer suas faces, porque “Invincible” é uma produção animada. A atração é baseada em outra publicação de quadrinhos de Kirkman – lançada como “Invencível” no Brasil – , desta vez sobre o universo dos super-heróis, e contará com intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead” em seu elenco de dubladores: Lauren Cohan (a Maggie), Steven Yeun (Glenn), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). O trabalho de voz voltará a reunir Cohan e Yeun, após a separação trágica de seus personagens em “The Walking Dead”. O papel do ex-intérprete de Glenn, por sinal, é o principal da série. Ele vai viver Mark Grayson, um jovem comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente e que havia herdado seus poderes para ajudar a proteger a Terra. Até ser convidado a se juntar a ele em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores também destaca JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, além de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco de superprodução. “Invincible” está sendo produzido para a plataforma de streaming da Amazon, mas ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo um vídeo que explica porque “Invencible”, cuja publicação já foi concluída, foi a melhor história em quadrinhos de super-heróis de todos os tempos. Contém spoilers – e também pode tornar o leitor obcecado em colecionar as edições, o que pode levar à frustração, porque a publicação foi interrompida no Brasil.

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  • Série

    Helstrom: Série de terror da Marvel ganha primeiro trailer assustador

    24 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da nova série da Marvel, “Helstrom”, que difere de tudo que se imagina em relação às adaptações da editora de quadrinhos. O clima é de terror demoníaco, com direito à performance assustadora de Elizabeth Marvel (presidente dos EUA na série “Homeland”). A prévia também revela a data da estreia da atração. Nos quadrinhos, Daimon Helstrom é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretende mudar tudo isso. Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. Elizabeth Marvel tem o papel de Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero num episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive um personagem importante dos quadrinhos. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios. “Helstrom” deveria estrear ao lado de uma série do “Motoqueiro Fantasma”, que foi descartada antes do começo de sua produção, e chega à Hulu com futuro incerto. Ela deveria inaugurar um universo de terror da Marvel, mas se tornou a última produção live-action realizada pela Marvel Television, antes da divisão ser dissolvida e suas funções incorporadas pela Marvel Studios. Não só isso, o showrunner do programa, Paul Zbyszewski (produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”), foi dispensado em abril, em plena quarentena. Uma estreia bem-sucedida pode reverter o mau agouro. A série vai chegar em 16 de outubro no serviço de streaming dos EUA.

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  • Série

    The Walking Dead: 10ª temporada vai continuar em 2021 com episódios extras

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago AMC fez um anúncio-surpresa em relação à 10ª temporada de “The Walking Dead”, durante o painel virtual da série na Comic-Con@Home. A temporada recebeu encomenda de mais seis episódios e será a maior já produzida para a série, com um total de 22 capítulos. Mas antes de aprofundar a novidade, o canal deu uma má notícia, confirmando que a 11ª temporada de “The Walking Dead” não estreará neste ano, devido à pandemia de coronavírus. O adiamento já era esperado, pois as gravações dos novos episódios ainda não começaram. Durante o painel, a showrunner Angela Kang confirmou que a equipe está trabalhando apenas nos roteiros. “Obviamente, a covid interrompeu muitas coisas em todos os locais de trabalho, incluindo o nosso. As reuniões dos roteiristas para a 11ª temporada foram remotas nos últimos meses. Não iniciamos a produção ainda, mas voltaremos ao trabalho com segurança assim que pudermos”, ela contou. O AMC, porém, manterá a tradição de lançar novidades da série em outubro, mês em que geralmente estreia novas temporadas. No dia 8 de outubro, será exibido o episódio até então considerado como final da 10ª temporada, “A Certain Doom”, que acabou não indo ao ar em abril como planejado – a Fox vai exibir o capítulo na mesma data no Brasil. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio, porque a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar, em meio à pandemia, antes de concluir a pós-produção do capítulo final. Entretanto, “A Certain Doom” não vai mais representar o fim da temporada. “Estamos animados para anunciar uma extensão da 10ª temporada, pois haverá mais seis episódios extras para acompanhar o final, que serão exibidos no início de 2021, se tudo correr bem”, disse Kang, acrescentando que a equipe está atualmente trabalhando neste material extra e que ela “terá mais o que compartilhar em breve”. Não ficou claro o motivo que levou a AMC a acrescentar mais seis episódios na 10ª temporada, em vez de considerar os próximos episódios como parte da 11ª. Esses episódios contarão uma história diferente do que havia sido planejado desde o início da 11ª temporada? Só os produtores sabem. Mas a showrunner apontou que as explicações virão “em breve”.

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  • Série

    The Walking Dead: Abertura legendada do próximo capítulo mostra volta de Maggie

    24 de julho de 2020 /

    A Fox divulgou a abertura (de 3 minutos e meio) do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e confirmou a data de exibição do capítulo no Brasil. A prévia também confirma outro detalhe: a volta da atriz Lauren Cohan ao papel de Maggie. A personagem interpretada por Lauren Cohan estava sumida desde o salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar a construir uma nova comunidade. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Além de seu retorno, o episódio vai mostrar o aguardado conflito entre os sobreviventes de Alexandria e a horda de zumbis dos Sussurradores. Como curiosidade, “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. O capítulo extraviado, que não conseguiu ser finalizado a tempo de sua exibição em abril, devido à pandemia de coronavírus, terá transmissão simultânea no Brasil e nos Estados Unidos, no dia 4 de outubro. Mas – surpresa! – não será mais a season finale. Mais detalhes sobre esta novidade podem ser conferidos aqui. Veja abaixo duas versões do vídeo. A primeira foi disponibilizada no YouTube da Fox Premium latina, enquanto a segunda, com legendas em português e baixa resolução, no Instagram da Fox Brasil. Ver essa foto no Instagram O último episódio da décima temporada de #TheWalkingDead acaba de ser confirmado! 🙌 Vai ao ar no domingo, dia 4 de outubro, nos Estados Unidos e também aqui no Brasil através das telas do @FoxChannelBR, @FoxPremiumBR e no App da FOX – para assinantes. #TWD10naFOX Uma publicação compartilhada por FOX Channel Brasil (@foxchannelbr) em 24 de Jul, 2020 às 3:29 PDT

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  • Série

    Final da temporada de The Walking Dead e nova série derivada ganham data de exibição

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago americano AMC anunciou nesta sexta (24/7), durante painel virtual na Comic-Con@Home, as datas de exibição do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e da estreia da nova série “Walking Dead: World Beyond”. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio. O capítulo final, batizado de “A Certain Doom”, chegou a ser gravado antes da suspensão dos trabalhos em séries e filmes devido à pandemia de coronavírus, mas, infelizmente, a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar antes de concluir sua pós-produção. O mesmo aconteceu com “Walking Dead: World Beyond”, que se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA. Com a retomada dos trabalhos, os efeitos que faltavam poderão finalmente ser finalizados. Assim, os dois títulos voltaram à programação do canal pago, com exibição marcada para o mesmo dia: 4 de outubro nos Estados Unidos. A transmissão vai começar com a season finale de “The Walking Dead” e, em seguida, acontecerá a estreia de “Walking Dead: World Beyond”. A ordem pode ser importante, porque o desfecho da temporada da série principal vai reintroduzir Maggie, personagem interpretada por Lauren Cohan, sumida desde antes do salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada, mas esta comunidade pode ser a mesma de onde partem os personagens de “World Beyond”. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. Já o spin-off “Walking Dead: World Beyond” conta uma jornada criada especialmente para a TV por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar novos personagens, jovens que cresceram numa comunidade militarizada e protegida, que resolvem se aventurar pela primeira vez no exterior – também conhecido como apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como a líder da comunidade. As datas de exibição dos dois programas devem ser as mesmas no Brasil, ou pelo menos muito próximas. A Fox tem exibido “The Walking Dead” simultaneamente aos EUA. Mas “Walking Dead: World Beyond” será disponibilizado pelo AMC Brasil, que costuma trazer o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original.

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  • Etc

    Próximo Homem-Aranha é adiado para dezembro de 2021

    24 de julho de 2020 /

    As mais recentes mudanças no cronograma de lançamentos da Disney causaram um efeito dominó. A Sony rapidamente aproveitou o súbito aparecimento de uma vaga no concorrido calendário de dezembro de 2021, com o adiamento de um ano de “Avatar 2”, para mudar a estreia de seu terceiro Homem-Aranha, ainda sem título. Prevista para 4 de novembro de 2021, a estreia do super-herói foi atrasada em algumas semanas e agora vai acontecer em 17 de dezembro, data até então reservada para “Avatar 2”. Não está claro se a mudança foi planejada em conjunto com a Disney, que é coprodutora do longa e tem excesso de títulos, com poucas vagas para encaixá-los, devido à compressão do calendário causada pela pandemia de coronavírus. A continuação de “Homem-Aranha: Longe de Casa” vai trazer de volta Tom Holland ao papel de Peter Parker/Homem-Aranha após o filme anterior bater o recorde de bilheteria da franquia, com US$ 1,13 bilhão. O valor também representou a maior arrecadação da história da Sony, superando o lançamento do “007: Operação Skyfall”, que faturou US$ 1,1 bilhão. O filme é bastante esperado pelos fãs, após o herói ser denunciado como criminoso e ter sua identidade secreta revelada nos instantes finais de “Homem-Aranha: Longe de Casa”.

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