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    Filme da Viúva Negra parte de premissa similar à série The Americans

    8 de novembro de 2020 /

    Os trailers de “Viúva Negra” apresentaram os personagens centrais do filme como uma família disfuncional, mas agora o livro oficial da produção (“Black Widow: The Official Movie Special Book”) – que não teve o lançamento adiado como o longa – explicou o que realmente está por trás disso. Em uma declaração publicada no livro, o ator David Harbour (“Stranger Things”), intérprete de Alexei Shostakov/Guardião Vermelho, revelou que eles conviveram como uma família falsa durante os anos 1990, com o objetivo de realizar espionagem nos EUA. A premissa é a mesma da série premiada “The Americans”, sobre um casal de espiões comunistas que se passa por uma típica família americana – no caso da série, nos anos 1980. “[A] conexão entre ele e a Viúva Negra é que eles foram reunidos como uma família de espiões nos EUA nos anos 1990”, conta Harbour. “Então, a personagem de Rachel Weisz, Melina, era meio que a mãe, Alexei era o pai e Natasha e Yelena eram seus filhos pequenos.” Rachel Weisz (“A Favorita”) interpreta Melina Vostokoff/Dama de Ferro e Florence Pugh é Yelena Belova, assassina que passou pelo mesmo treinamento da heroína e que deve continuar o legado da Viúva Negra no MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Nos quadrinhos, as duas e o Guardião Vermelho se alternaram entre aliados e inimigos de Natacha Romanov, a Viúva Negra, vivida por Scarlett Johannson no cinema. Harbour também confirmou que o filme terá uma cena de flashback para estabelecer esse relacionamento. “Vemos isso no início do filme, e eles funcionam como uma família”, disse o ator. “Então eles se conhecem há muito tempo e perderam o contato por quase 20 anos. E quando se reencontram, Alexei tem um conhecimento profundo sobre Natasha, de uma certa forma que ninguém mais tem sobre quando ela era criança. Ele a tirou da Sala Vermelha e também a colocou de volta na Sala Vermelha porque ele acreditava nesta causa.” “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). Originalmente previsto para 30 de abril no Brasil, o filme passou por vários adiamentos devido à pandemia de coronavírus e agora deve estrear, com um ano de atraso, em maio de 2021. Veja abaixo o trailer que ressalta o relacionamento familiar dos personagens.

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    Tom Holland revela começo das filmagens de Homem-Aranha 3

    6 de novembro de 2020 /

    O ator Tom Holland oficializou o começo das filmagens de “Homem-Aranha 3” em seu Instagram e ainda prestou serviço público ao recomendar o uso de máscaras de proteção contra o coronavírus. Ao lado de uma imagem do set de filmagens, em que aparece uniformizado como o herói da Marvel, utilizando uma máscara anti-covid sobre a máscara do Aranha, ele escreveu: “Use máscara. Eu estou utilizando duas”. A produção está acontecendo na cidade de Atlanta, na Geórgia, onde Holland desembarcou na semana passada. Além dele, também anunciaram suas chegadas na cidade para as filmagens os intérpretes Zendaya e Jacob Batalon. Ainda sem título oficial, “Homem-Aranha 3” terá o retorno do elenco dos dois longas anteriores e já tem confirmadas as participações de Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho e Jamie Foxx, que retorna ao papel de Electro que ele desempenhou em outra encarnação da franquia, em “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). O novo filme do herói aracnídeo também contará com direção de Jon Watts, responsável pelos bem-sucedidos “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E sua data de estreia está marcada para dezembro de 2021, previsão que pode ser alterada devido à pandemia de coronavírus. Ver essa foto no Instagram Wear a mask, I’m wearing two… Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 6 de Nov, 2020 às 10:56 PST

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    Até Batwoman está estressada com as eleições nos EUA

    4 de novembro de 2020 /

    A atriz Javicia Leslie, nova protagonista da série “Batwoman”, publicou uma foto em seu Instagram em que aparece caracterizada como a heroína, sentada ao lado de Meagan Tandy (a Sophie) diante de uma tela de tablet acompanhando a cobertura das eleições nos EUA. “As eleições nos deixaram estressadas”, escreveu ela na legenda, refletindo a lenta contagem de votos em alguns colégios eleitorais que podem definir o resultado da eleição presidencial. A imagem ressalta o visual da nova versão de Batwoman. A versão anterior da heroína, Katy Kane, era vivida por Ruby Rose com uma peruca vermelha, como Batwoman usa nos quadrinhos. A aparência da peruca com cabelos escuros e crespos foi criada especialmente para a série, para deixar claro que uma mulher negra passou a vestir o uniforme. Durante o painel de “Batwoman” na DC Fandome, a showrunner Caroline Dries afirmou que Javicia ganharia um novo traje para refletir sua etnia, mencionando uma peruca diferente. Javicia Leslie interpretará Ryan Wilder, personagem criada por Dries, que será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada. Ao contrário de Kate Kane, ela não será lésbica, mas bissexual assumida – como Sara Lance (Caity Lotz) em “Legends of Tomorrow”. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas a showrunner já disse que não pretende matar Kate Kane na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 2021. Ver essa foto no Instagram Elections had us stressin’ Uma publicação compartilhada por Javicia Leslie (@javicia) em 4 de Nov, 2020 às 9:40 PST

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    David Ayer torna públicas reclamações contra Warner por Esquadrão Suicida

    2 de novembro de 2020 /

    O diretor David Ayer acabou com o clima ameno com que tratava os cortes sofridos por “Esquadrão Suicida”, aparentemente enciumado pela autorização de uma versão de diretor de “Liga da Justiça”, que os fãs batizaram de “Snyder Cut” (em referência ao diretor original do filme, Zack Snyder). Desde que a HBO Max encomendou o “Snyder Cut”, Ayer vem fazendo campanha para também levar à plataforma sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas diante da falta de entusiasmo com seu “Ayer Cut”, ele subiu o tom e distribuiu caneladas numa série de tuítes contra a Warner. Ayer denunciou no fim de semana que várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para o filme de 2016. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Por isso, ele afirma que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ele chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção tinha passado por “seis ou sete” montagens diferentes, mas com seu aval e que todo o material foi utilizado. Ele chegou a dizer que não existia uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida era a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Tudo mudou após o “Snyder Cut”, com a declaração de que tinha sim uma versão radicalmente diferente, que estaria “quase completa, faltando alguns efeitos visuais”. Mas se ele imagina que a mudança de tom leve ao lançamento de “Ayer Cut”, o clima inamistoso deve tornar ainda menos provável que a Warner Bros. retome a produção. Em última análise, o desabafo é só mais um pesadelo de relações públicas para o DC Extended Universe. E para virar a página, a Warner não deve parar de conferir no calendário a data de estreia do novo filme dos personagens, “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, com lançamento previsto para agosto de 2021. The first 40 minutes https://t.co/eCGmK0KCFl — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 It was ripped to pieces – I can’t emphasize that enough https://t.co/O40q3Qozy7 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 For sure that became a factor – but the reason was BVS got chewed up by the critics, and the success of Deadpool – the studio leadership at the time panicked. Then major elements of my cut were ripped out before I could mature the edit. Then Johns wrote pages I had to reshoot 😔 https://t.co/MNmiXoH1Cc — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho https://t.co/ENJjdvhez0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020

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    Sean Connery (1930 – 2020)

    31 de outubro de 2020 /

    O ator Sean Connery, o primeiro e melhor James Bond do cinema, morreu neste sábado (31/10) nas ilhas das Bahamas, enquanto dormia, aos 90 anos, após estar “indisposto há algum tempo”. “Um dia triste para todos que conheciam e amavam meu pai e uma triste perda para todas as pessoas ao redor do mundo que gostaram do maravilhoso talento que ele tinha como ator”, disse seu filho Jason à BBC. Lembrado como o espião mais charmoso e elegante do cinema, e fora das telas como um cavaleiro, nomeado pela Rainha Elizabeth II Sir Sean Connery em 2000, ele não podia ser mais diferente da percepção pública de sua imagem. Em contraste, ele não era nenhum pouco refinado – como os atores britânicos de hoje, que estudaram em faculdades de artes para seguir carreira. Ele quase nem estudou. Para virar ator, foram dois dias de aulas de atuação e canto, que lhe renderam uma vaga no coro de uma montagem itinerante do musical “South Pacific”, no início de sua carreira. A busca pelo teatro surgiu da necessidade de pagar de contas, e era apenas mais uma tentativa numa longa lista de empregos temporários do proletário escocês de sotaque carregado, que cresceu na pobreza e fez muitos trabalhos braçais antes de considerar os palcos. Thomas Sean Connery nasceu em 25 de agosto de 1930, o mais velho de dois filhos de pais operários em Edimburgo (seu pai dirigia um caminhão e trabalhava em uma fábrica de borracha). Ele abandonou a escola pouco antes de completar 14 anos e trabalhou em uma variedade de empregos ocasionais, incluindo como leiteiro, pedreiro e salva-vidas. Convocado para servir na Marinha Real, acabou dispensado depois de três anos por ter desenvolvido úlcera e recebeu uma bolsa do governo para se tornar aprendiz de polidor de caixões. Também trabalhou na impressão de um jornal de Edimburgo antes de tentar fazer carreira no fisiculturismo e levantamento de peso. Em 1950, ele competiu no concurso Mr. Universo, terminando em terceiro. Com quase 2 metros de altura e músculos definidos, ainda modelou nu para uma galeria de arte de Edimburgo. A presença imponente e a maneira rude também lhe renderam dinheiro como figurante em peças, séries e filmes. Até que teve a chance de substituir Jack Palance (“Os Brutos Também Amam”) num teleteatro ao vivo da BBC, em 1957. A aclamação recebida por seu desempenho lhe fez perceber que podia viver apenas como ator. Ele estreou no cinema no mesmo ano, como um capanga com problema de dicção no filme de gângster “No Road Back”, e assim assinou seu primeiro contrato com um estúdio, a 20th Century Fox. Em pouco tempo, progrediu para papéis de coadjuvante, contracenando com Lana Turner em “Vítima de uma Paixão” (1958), mas foi a BBC que o lançou como protagonista, no papel-título de “Macbeth” (1960), como Alexandre, o Grande, em “Adventure Story” (1961) e como o Conde Vronsky em “Anna Karenina” (1961). Após interpretar um soldado em “O Mais Longo dos Dias” (1962), a epopeia de Darryl F. Zanuck sobre o Dia D, da 2ª Guerra Mundial, Connery chamou atenção dos produtores americanos Harry Saltzman e Albert Broccoli, que notaram como ele “caminhava como uma pantera”. Durante a conversa inicial, eles ficaram impressionados com seu magnetismo animal, que emanava de sua presunção e falta de filtros. Antes dele, os produtores procuraram David Niven e Cary Grant, atores bem mais velhos, conhecidos por viverem aristocratas e ricos nas telas, mas ambos recusaram um contrato para cinco filmes, que era a oferta inicial. Ao ouvir que o valor era de US$ 1 milhão, Connery aceitou na hora. E embora fosse muito diferente dos intérpretes que Saltzman e Broccoli inicialmente procuravam, transformou James Bond no personagem que todos imaginam agora, quando fecham os olhos: um homem de forte presença física, enorme apelo sexual e carisma de sobra, mas extremamente brutal quando necessário. Connery definiu cada detalhe de James Bond ao estrelar os primeiros cinco filmes produzidos pela United Artists com a superespião britânico do escritor Ian Fleming. Logo após a estreia do primeiro, “007 Contra o Satânico Dr. No” (1962), feito com o orçamento mais baixo de toda franquia, em locações na Jamaica, Connery passou a receber milhares de cartas de fãs por semana. O segundo, “Moscou Contra 007” (1963), foi a única continuação direta de sua fase como James Bond e ele dizia que também era seu favorito. Mas foi o terceiro, “007 Contra Goldfinger” (1964), que transformou a franquia num fenômeno mundial. Ele ainda fez “007 Contra a Chantagem Atômica” (1965) e ao chegar ao quinto longa, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), já tinha se tornado um dos maiores astros de cinema do mundo. Os primeiros filmes de Connery como Bond fizeram tanto sucesso que lançaram moda, inspirando imitadores, paródias e influenciaram para sempre a cultura pop com suas frases icônicas, carros cheio de gadgets, Bond girls e supervilões obcecados em dominar o mundo. Mas quando Saltzman e Broccoli lhe ofereceram mais US$ 1 milhão para renovar seu contrato, Connery disse não. Entre os filmes de 007, ele tinha se diversificado, filmando até um clássico do suspense com Alfred Hitchcock, “Marnie, Confissões de uma Ladra” (1964), e outra produção marcante com Sidney Lumet, “A Colina dos Homens Perdidos” (1965). Portanto, não lhe faltavam ofertas de papéis. Enquanto isso, “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969) foi rejeitado pelo público, tornando-se um desastre de bilheteria e o único filme do espião estrelado pelo australiano George Lazenby – apesar de, em contraste, ter um dos melhores roteiros da saga. Os produtores voltaram a procurá-lo e Connery então aceitou o maior salário já oferecido para um ator até então, US$ 1,25 milhão por um filme, mais um acordo com o estúdio United Artists para financiar dois outros filmes para ele. E assim James Bond voltou a ser quem era em “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971). Com o dinheiro que ganhou para viver 007 mais uma vez, Connery fundou um fundo educacional com o objetivo de ajudar crianças carentes na Escócia. Paralelamente, ele também criou sua própria produtora e retomou sua parceria com Sidney Lumet, estrelando “O Golpe de John Anderson” (1971), “Até os Deuses Erram” (1973) e a adaptação de Agatha Christie “Assassinato no Expresso Oriente” (1974). Mas quando Saltzman e Broccoli lhe procuraram novamente para fazer “Com 007 Viva e Deixe Morrer” (1973), ele disse estar “farto de toda a história de James Bond” e recusou a impressionante oferta de US$ 5 milhões, fazendo com que a franquia trocasse de mãos, para a consagração da versão suave e debochada de Bond, vivida por Roger Moore. Mesmo assim, Connery retrataria 007 uma última vez, aos 52 anos, no apropriadamente intitulado “007 – Nunca Mais Outra Vez”, pelo qual recebeu uma fortuna não revelada da Warner Bros em 1983. O filme só existiu por causa de uma brecha contratual nos direitos do personagem e não foi considerado parte da franquia oficial. O ator continuou sua carreira de sucesso por mais três décadas, variando radicalmente sua filmografia, por meio de títulos como a bizarra e cultuada sci-fi “Zardoz” (1974), de John Boorman, o épico “O Homem que Queria ser Rei” (1975), de John Huston, que lhe valeu uma amizade para toda a vida com Michael Caine, a emocionante aventura medieval “Robin e Marian” (1976), sobre o fim da vida de Robin Hood, dirigida por Richard Lester, o clássico de guerra “Uma Ponte Longe Demais” (1977), de Richard Attenborough, etc. Ele acompanhou os tempos e virou astro de superproduções do cinema hollywoodiano pós-“Guerra nas Estrelas”, repleto de efeitos visuais, estrelando a catástrofe apocalíptica “Meteoro” (1979), de Ronald Neame, o western espacial “Outland: Comando Titânio” (1981), de Peter Hyams, as fantasias “Os Bandidos do Tempo” (1981), de Terry Gilliam, e “Highlander: O Guerreiro Imortal” (1986), mas principalmente “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), de Steven Spielberg, como o pai do personagem de Harrison Ford. A década também lhe rendeu consagração em dois blockbusters: a adaptação do best-seller “O Nome da Rosa” (1986), dirigida por Jean-Jacques Annaud, pela qual foi premiado com o BAFTA (o “Oscar britânico”) de Melhor Ator, e o célebre filme “Os Intocáveis” (1987), maior sucesso da carreira do diretor Brian de Palma. O papel do policial honesto Jim Malone, integrante da equipe intocável de Elliot Ness (Kevin Costner), marcou seu desempenho mais elogiado e seu primeiro e único Oscar, como Melhor Ator Coadjuvante de 1988. Seu nome continuou a lotar cinemas durante os anos 1990, em sucessos como “A Caçada ao Outubro Vermelho” (1990), que lançou o personagem Jack Ryan nas telas, a aventura “O Curandeiro da Selva” (1992), em que veio filmar no Brasil, e em thrillers como “A Rocha” (1996), ao lado de Nicolas Cage, e “Armadilha” (1999), ao lado de Catherine Zeta-Jones. Mas aos poucos foi se envolvendo em produções que, apesar de extremamente caras, tinham cada vez menor qualidade. “Os Vingadores” (1998), que adaptou a série homônima da TV britânica, e principalmente “A Liga Extraordinária” (2003), baseado nos quadrinhos de Alan Moore, marcaram seu desencanto pelo cinema, levando-o a decidir-se por uma aposentadoria precoce. Connery recusou fortunas e apelos de vários cineastas, ao longos dos anos, para mudar de ideia. Mas sua decisão era final, feito o título de seu último filme de 007. “Nunca mais outra vez”. Fora das telas, ele se casou duas vezes: com a falecida atriz australiana Diane Cilento (“Tom Jones”, “O Homem de Palha”), com quem teve um filho, e a artista francesa Micheline Roquebrune, que permaneceu a seu lado desde 1975 – e em meio a muitos casos bem documentados de infidelidade do ator. Os produtores atuais dos filmes de 007, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, emitiram um comunicado sobre sua morte. “Estamos arrasados ​​com a notícia do falecimento de Sir Sean Connery. Ele foi e sempre será lembrado como o James Bond original, cuja marca indelével na história do cinema começou quando ele pronuciou aquelas palavras inesquecíveis, ‘O nome é Bond … James Bond’. Ele revolucionou o mundo com seu retrato corajoso e espirituoso do agente secreto sexy e carismático. Ele é, sem dúvida, o grande responsável pelo sucesso da série de filmes, e seremos eternamente gratos a ele.”

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  • Filme

    Ray Fisher diz que Joss Whedon, produtores e presidente da Warner são racistas

    29 de outubro de 2020 /

    Ray Fisher voltou a falar sobre supostos problemas nos bastidores da produção de “Liga da Justiça”. Desta vez, o intérprete do herói Ciborgue deixou as alegações genéricas de lado para sugerir que o cineasta Joss Whedon, os produtores do filme e até o presidente da Warner são racistas. Durante uma entrevista para a revista Forbes, publicada nesta quinta (28/10), Fisher explicou que foi o fato de “ter sido informado” sobre um possível racismo de Whedon que o fez começar a tuitar contra o diretor e os produtores do filme no meio do ano, sem que tivesse feito qualquer comentário anterior. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Agora, ele diz que foi racismo. “O que deixou minha alma em chamas e me forçou a falar sobre Joss Whedon neste verão foi o fato de eu ter sido informado de que Joss ordenou que a aparência de um ator de cor fosse mudada na pós-produção, porque ele não gostava da cor de seus tom de pele”, disse Fisher. O filme, como todos sabem, mudou a aparência de Henry Cavill, que apareceu para as filmagens das cenas extras, dirigidas por Whedon, usando o bigode de seu personagem em “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Além dele, dois vilões da história, interpretados por Ciarán Hinds e Peter Guinness, também tiveram efeitos visuais aprimorados na pós-produção. Os três são atores brancos. Além de Fisher, o único outro ator negro proeminente da história foi Joe Morton, que não sofreu intervenção computadorizada. Mas ele teria ouvido de alguém do departamento de edição ou efeitos visuais que houve correção de cor em algum figurante, que ele não identifica. A acusação, porém, é pior. Ele denuncia os executivos da Warner Bros. por participarem de “conversas racistas” em torno da produção. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich.” De fato, personagens negros foram eliminados e/ou tiveram suas participações diminuídas, inclusive o próprio Ciborgue vivido por Fisher. Entre os papéis cortados estão os interpretados por Ryan Choi, Karen Bryson e Kiersey Clemons. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de ‘Liga da Justiça’ de 2017 não foi um acidente nem uma coincidência”, garante o ator. Entretanto, ele não testemunhou nada ofensivo pessoalmente. “Essas conversas foram relatadas a mim por outras pessoas presentes na sala. E eu só fui informado depois de ter reclamado de Joss Whedon”, explicou. Porém, acrescenta: “Percebi que as anotações que acabei recebendo de Johns durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia a portas fechadas com os outros executivos”. Fisher ainda afirma que mais detalhes virão à tona após uma investigação, atualmente em curso sobre os bastidores da produção do filme. “Pretendo ser muito mais específico sobre cada um desses caras depois que a investigação terminar – esta entrevista é apenas uma versão resumida”, explicou. O ator aponta que a falta de refutação categórica contra suas declarações conferem veracidade às suas acusações. De fato, a Warner permitiu que as queixas de abusos do ator fossem investigadas, embora nada de desabonador tenha sido encontrado até aqui pelo investigador independente que faz a verificação. Fisher, por sinal, também já contestou este inquérito, por não seguir seus próprios critérios. O raciocínio que ele expõe é o seguinte: “Você realmente tem que se perguntar o que é mais plausível. Eu arruinar minha carreira de propósito fazendo declarações sobre figuras poderosas em Hollywood, que, se falsas, poderiam ser facilmente refutadas, ou algumas pessoas em posições de poder dizerem e fazerem coisas terríveis para manter esse poder durante uma fusão corporativa massiva?”. A fusão referida foi a compra da Warner pela AT&T. O ator disse que apresentou uma série de testemunhas para serem ouvidas durante a investigação, mas a Warner estaria evitando todas. “A Warner Bros. sabe muito bem que minhas afirmações são confiáveis. Eles estão apenas lutando contra elas. ” “Um monte de gente do elenco e da equipe técnica estendeu a mão para mostrar seu apoio, alguns esperados, outros nem tanto. Eu tentei o meu melhor para lidar com as coisas em particular e deixar o processo de RH funcionar, mas a única coisa que parece dar resultado é eu aplicar pressão publicamente”, completou o ator.

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  • Série

    Cineasta egípcio premiado vai dirigir a série do herói Cavaleiro da Lua na Disney+ (Disney Plus)

    28 de outubro de 2020 /

    A Marvel Studios contratou o premiado cineasta egípcio Mohamed Diab para dirigir a série do Cavaleiro da Lua (Moon Knight), que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 2021. Diab é considerado uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, recebendo vários prêmios por seus primeiros longas “Cairo 678” (2010), sobre vítimas de abuso sexual em busca de justiça, e “Clash” (2016), passado num camburão repleto de prisioneiros durante a Primavera Árabe que sacudiu o Egito com protestos. Ele está atualmente trabalhando na pós-produção de seu terceiro longa, “Amira”, que será lançado no ano que vem. A série tem uma conexão com o Egito, já que os poderes do herói derivam do deus egípcio da lua. Nos quadrinhos, Marc Spector era um militar de elite, que vira mercenário e é abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que tem uma visão do deus Khonsu, que lhe permite sobreviver. Apesar desse elemento místico, o personagem tem mais a ver com o universo dos vigilantes, especialmente Batman. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver casos incomuns. A atração será comandada pelo roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix), e atualmente negocia com o ator Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) para assumir o papel principal. “Moon Knight” (título original) fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel. Veja abaixo o trailer legendado de “Clash” para ter uma ideia do estilo do cineasta.

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  • TV

    Demi Lovato vai apresentar cerimônia do People’s Choice Awards

    27 de outubro de 2020 /

    Demi Lovato vai estrear como apresentadora. Nesta terça (27/10), ela anunciou que vai comandar a cerimônia do People’s Choice Awards, que acontece no próximo dia 15 de novembro. Ela já teve 12 indicações e venceu cinco troféus na premiação decidida pelo voto popular (com participação via internet), mas este ano não concorre em nenhuma categoria. A lista de indicados inclui artistas como Billie Eilish, Ariana Grande, Lady Gaga e BTS, além de filmes como “Bad Boys para Sempre”, que lidera a relação com seis nomeações, além de ter rendido indicações tanto para Will Smith quanto para Vanessa Hudgens por suas atuações. O longa da Arlequina, “Aves de Rapina”, o musical “Hamilton” da plataforma Disney+ (Disney Plus) e o thriller “Power”, da Netflix, apareceram em seguida, com cinco menções cada. Entre as séries, “Riverdale”, “Grey’s Anatomy”, “The Walking Dead” e “This Is Us” estão entre as que concorrem aos prêmios. Este ano, além dos artistas populares dos EUA, eleitores do mundo inteiro também poderão votar em seus influenciadores locais favoritos. No Brasil, a seleção inclui celebridades como Maisa, ex-integrantes do BBB como Manu Gavassi, Bianca Andrade (Boca Rosa) e Rafa Kalimann, e outros (Foquinha, Matheus Mazzafera, Alexandra Gurgel e Valentina Sampaio). Para completar, o People’s Choice Awards 2020 ainda vai homenagear a carreira da cantora e atriz Jennifer Lopez com o Icon Award.

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  • Etc

    Nova Batwoman estreia nos quadrinhos antes da série

    27 de outubro de 2020 /

    A DC Comics introduziu a personagem Ryan Wilder nos quadrinhos com a publicação da edição 50 da revista “Batgirl”, que chegou às bancas dos EUA nesta terça-feira (27/10), meses antes da estreia da personagem na série para a qual foi concebida, “Batwoman”. Veja a cena de sua estreia abaixo, com arte de Marguerite Sauvage, Aneke e Emanuela Lupacchino. Último número da atual saga de Batgirl, a revista apresenta Ryan como uma jovem negra sem teto, que mora em uma van com uma planta e recusa ajuda, tendo uma conversa politizada com Barbara Gordon, identidade secreta da Batgirl. Num dos diálogos, Barbara revela que conhece a jovem há muitos anos, desde que Ryan dormia na biblioteca em que ela trabalhava na juventude. Esta citação serve de referência ao fato de que Batgirl também foi uma criação televisiva que virou personagem de quadrinhos. A heroína foi concebida para a 3ª e última temporada da série “Batman”, em 1967, ocasião em que foi apresentada como bibliotecária – uma bibliotecária de óculos, que não conseguia deixar de ser sexy na pele da belíssima Yvonne Craig. Javicia Leslie interpretará Ryan Wilder na TV. A personagem será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada e logo se tornará a nova protagonista de “Batwoman”. Em julho passado, a showrunner Caroline Dries assumiu a autoria da personagem. “Estou inventando uma personagem totalmente nova que, no passado, foi inspirada pela Batwoman, então ela assume o manto e talvez não seja a pessoa certa no momento para fazê-lo, mas é isso que a torna divertida”, contou a produtora, durante sua participação no ATX TV Festival. Por sinal, a showrunner de “Batwoman” descreveu Ryan Wilder exatamente como ela apareceu nos quadrinhos. Aprofundando os detalhes, Ryan é uma jovem negra, ex-traficante de drogas, que está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan pertence à comunidade LGBTQIA+, assumindo-se como bissexual. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose na série, após a atriz anunciar que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando “Batwoman” voltar ao ar em 2021.

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  • Série

    Titãs: Surgem as primeiras imagens do vilão Capuz Vermelho

    26 de outubro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o visual do Capuz Vermelho, vilão da 3ª temporada de “Titãs”. As imagens, disponibilizadas nas redes sociais da série, chamam atenção pela fidelidade com que refletem as encarnações mais recentes do personagem. O uniforme será vestido por Curran Walters, intérprete de Jason Todd (o segundo Robin), que encerrou a 2ª temporada se separando dos Titãs de forma ressentida e voltará como o novo vilão – refletindo a trajetória de seu personagem nos quadrinhos, exceto pela parte em que “morre” tragicamente nas mãos do Coringa. A 3ª temporada vai se passar em Gotham City e incluirá ainda o Espantalho e Barbara Gordon. Em vez de aterrorizar Gotham City, o Espantalho vai aparecer como um presidiário do Asilo Arkham que oferece seus serviços como consultor de psicopatas para a polícia de Gotham City – o que lembra Hannibal Leckter em “O Silêncio dos Inocentes” – , enquanto Barbara será apresentada como nova comissária da política no lugar de seu pai, James Gordon. Nos quadrinhos, ela também é conhecida como Batgirl. Outro detalhe importante é que Estrela Negra (Blackfire), a irmã de Estelar, também terá destaque como vilã. Sua intérprete, Damaris Lewis, foi introduzida no final da 2ª temporada e acabou integrada ao elenco central para os próximos capítulos. Até então disponibilizados pela plataforma DC Universe nos EUA, os episódios de “Titãs” migraram para a HBO Max. Já no Brasil, a série continua na plataforma Netflix. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada. Welcome to the Hood. Jason Todd returns as the Red Hood in season 3 of Titans. Seasons 1 and 2 stream November 1st on @hbomax (US). #DCTitans pic.twitter.com/Pm5riPShNb — DCTitans (@DCTitans) October 26, 2020

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  • Série

    Oscar Isaac negocia estrelar série do herói Cavaleiro da Lua

    26 de outubro de 2020 /

    O ator Oscar Isaac, que viveu Poe Dameron na nova trilogia de “Star Wars”, negocia trocar a galáxia distante da Lucasfilm pelo MCU, o universo cinematográfico da Marvel. Ele abriu conversas com a Disney+ (Disney Plus) para estrelar a vindoura série do herói Cavaleiro da Lua (Moon Knight). Caso as negociações sejam positivas, o papel marcará um retorno de Isaac ao mundo dos super-heróis da Marvel, já que ele interpretou o vilão de “X-Men: Apocalipse” (2016). Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. O personagem é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench, como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. A atração será comandada pelo roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix), e fará parte da segunda leva de estreias da Marvel na Disney+ (Disney Plus), que inclui as produções da Mulher-Hulk (She-Hulk) e Ms. Marvel.

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  • Série

    Batwoman: Imagens oficiais revelam novo visual da heroína

    26 de outubro de 2020 /

    A rede The CW divulgou as primeiras imagens oficiais de Javicia Leslie como a nova Batwoman, nas redes sociais da série televisiva. A divulgação foi feita após o vazamento de fotos e vídeos do set, que dividiram opiniões por conta da peruca da personagem. A versão anterior da heroína, Katy Kane, era vivida por Ruby Rose com uma peruca vermelha, como Batwoman usa nos quadrinhos. O novo visual foi criado especialmente para a série, para deixar claro que uma mulher negra passou a vestir o uniforme. A legenda que acompanha as imagens reforça a troca, ao dizer: “Tornando-se sua própria Batwoman”. Durante o painel de “Batwoman” na DC Fandome, a showrunner Caroline Dries afirmou que ela ganharia um novo traje para refletir sua etnia, mencionando uma peruca diferente. Javicia Leslie interpretará Ryan Wilder, personagem criada por Dries, que será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada. Ao contrário de Kate Kane, ela não será lésbica, mas bissexual assumida – como Sara Lance (Caity Lotz) em “Legends of Tomorrow”. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate Kane na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 2021. Becoming her own Batwoman 🦇 @JaviciaLeslie pic.twitter.com/wnNCLuYI8d — Batwoman (@CWBatwoman) October 26, 2020

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  • Filme

    Demon Slayer: Animação faz US$ 100 milhões e bate recorde de bilheteria no Japão

    26 de outubro de 2020 /

    Enquanto as bilheterias dos EUA experimentam uma crise sem precedentes, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, quebrou o recorde de arrecadação no Japão, superando os US$ 100 milhões em apenas 10 dias. A velocidade com que a marca foi atingida foi maior que a obtida pelo antigo recordista, que também foi uma animação, a clássica “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki, que levou 25 dias para atingir a marca em 2001. “A Viagem de Chihiro” acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. O novo filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também quebrou o recorde de melhor fim de semana de estreia no Japão, registrado na semana passada. Segundo a empresa distribuidora Aniplex, 7,98 milhões de pessoas viram o filme até esta segunda-feira (26/10) no Japão. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, após quase toda sua família ser morta. Veja o trailer abaixo.

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