Chadwick Boseman gravou vários episódios de série animada inédita da Marvel
A apresentação do Dia do Investidor da Disney, em 10 de dezembro, revelou um trailer da nova série animada da Marvel “What If…?”, em que as vozes dos personagens são feitas pelos atores que os interpretaram no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A prévia, inclusive, serviu para confirmar a participação vocal de Chadwick Boseman, dublando o Pantera Negra. Agora, Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, revelou que Boseman não gravou apenas uma participação especial. Ele deixou sua voz em “vários episódios” da série antes de morrer em decorrência de um câncer em agosto deste ano. “Ele participou de quatro sessões e gravou vários episódios”, disse Feige em entrevista ao Emmy Magazine. “Em retrospectiva, foi muito emocionante”. “What If…?” vai ganhar um título diferente da tradução dos quadrinhos nacionais ao estrear no Brasil. Numa tradução literal, será chamada de “E Se…?”. Originalmente batizados no Brasil de “O Que Aconteceria Se…”, os quadrinhos foram lançados em 1977 e possuem mais de 200 edições, que exploram o que aconteceria se alguns personagens não tivessem morrido, outros não tivessem ganhado superpoderes e embarcam até em situações assumidamente ridículas. O conceito fez tanto sucesso que extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série será a primeira animação integrada ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) e deve adaptar sua premissa original para realizar uma exploração do multiverso. Como revelou a prévia apresentada no Dia do Investidor da Disney, os episódios vão mostrar versões alternativas da vida dos super-heróis, que parecem se desenrolar em universos paralelos em que eles tiveram destinos completamente diferentes. O vídeo mostra, por exemplo, Peggy Carter como Capitã Bretanha, e T’Challa, o personagem de Chadwick Boseman, tornando-se o Senhor das Estrelas no lugar de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Boseman, a lista de participações confirmadas na série inclui Michael B. Jordan (Killmonger), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Josh Brolin (Thanos), Mark Ruffalo (Hulk), Tom Hiddleton (Loki), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Chris Hemsworth (Thor), Karen Gillan (Nebulosa), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Rudd (Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Josh Brolin (Thanos), Dominic Cooper (Howard Stark), Hayley Atwell (“Agente Carter”), Neal McDonough (Dum Dum), Dominic Cooper (Howard Stark), Sean Gunn (Kraglin), Natalie Portman (Jane Foster), David Dastmalchian (Kurt), Stanley Tucci (Dr. Erskine), Taika Waititi (Korg), Toby Jones (Dr. Zola), Djimon Hounsou (Korath), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Michael Rooker (Yondu) e Chris Sullivan (Taserface). Para completar, a série ainda introduzirá um personagem inédito, o Vigia dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. A espécie dos Vigias já chegou a aparecer brevemente numa cena pós-créditos de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dando a entender que Stan Lee era um deles. O Vigia será interpretado por Jeffrey Wright (“Westworld”). Nos quadrinhos, ele é praticamente uma entidade cósmica que observa os acontecimentos do multiverso, e também é referido como Uatu – para distingui-lo dos demais, que surgiram posteriormente. Este primeiro Vigia, que morava na lua, também se provou o mais problemático, já que deveria registrar tudo sem interferir, mas na maioria das vezes não resistia a dar uma ajudazinha à humanidade. Esta “falha” pode ser explorada na série. A conferir. A previsão de estreia é para 2021. Veja abaixo o trailer anteriormente divulgado. mostra os personagens da Marvel em cenários hipotéticos. “Tem muitos tipos de histórias que não conseguimos explorar no live-action”, explica Feige. Na semana passada, Feige explicou que Chadwick não será substituído em “Pantera Negra 2”. O anúncio foi feito durante a reunião dos investidores da Disney, em que a companhia detalhou seus planos para os próximos anos.
Fotos de Batwoman revelam nova heroína e chegada de “Bruce Wayne”
A rede americana The CW divulgou as fotos da estreia da 2ª temporada de “Batwoman”, que mostram Javicia Leslie com substituta de Ruby Rose no papel principal. Javicia interpreta uma nova personagem, Ryan Wilder, criada pela showrunner Caroline Dries especialmente para a série (mas que vai aparecer primeiro nos quadrinhos). Ela será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada, como uma fã das ações da vigilante de Gotham City que o destino acaba colocando no lugar da heroína. Na trama, Ryan vai encontrar o uniforme abandonado da heroína, que desaparece misteriosamente, deixando seus amigos desesperados. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai explicar esse sumiço misterioso de Katy Kane, a personagem de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição. As imagens, inclusive, mostram o ator Warren Christie como um falso Bruce Wayne, resultado da transformação do vilão Tommy Elliot (Gabriel Mann) em seu maior rival. A metamorfose era parte da estratégia de Alice (Rachel Skarsten) para surpreender e derrotar Katy Kane/Batwoman. “Batwoman” retorna em 17 de janeiro nos EUA e é exibida no Brasil pelo canal pago HBO.
EUA batiza militares da Força Espacial como Guardiões e a internet não perdoa
O anúncio cômico (mas sério) de Donald Trump de que os EUA iam lançar uma Força Espacial, que passaria a integrar suas Forças Armadas, já rendeu uma série de comédia na Netflix, chamada, justamente, de “Space Force” (Força Espacial em inglês). E se os escritores estavam tendo dificuldades para encontrar um tema para a 2ª temporada, o vice-presidente Mike Pence acaba de providenciar uma solução de graça para a produção. Pence anunciou nesta sexta-feira (18/12) que os integrantes da Força Espacial ganharam uma denominação oficial e, partir de agora, eles serão chamados de “Guardiões”. A revelação deixou a Internet rolando de rir, lembrando, claro, do filme da Marvel “Guardiões da Galáxia”. Mas a piada completa é melhor. Ao revelar o nome “Guardiões”, Pence disse que a escolha foi definida “por profissionais do espaço, para profissionais do espaço” após um processo de pesquisa que durou um ano. Um ano inteiro conversando com “profissionais do espaço” para revelar que os EUA e o planeta serão defendidos por Peter Quill, Gamora, Dax, Rocket e Groot. “A oportunidade de nomear uma nova força é uma responsabilidade importante”, tuitou a Força Espacial oficial dos EUA. “Guardiões é um nome com uma longa história em operações espaciais, remontando ao lema de comando original do Air Force Space Command em 1983, ‘Guardians of the High Frontier’ (Guardiões da Fronteira Altiva). A agência acrescentou que o nome Guardiões conecta a organização a sua “orgulhosa herança e cultura”, bem como sua principal missão de proteger o povo e os interesses dos Estados Unidos e seus aliados. Depois dessa, tuiteiros até relembraram a polêmica do logotipo da Força Espacial, que realmente lembra o símbolo da Frota Estelar da franquia “Star Trek”. “Primeiro, eles imitam o logotipo de ‘Star Trek’, depois se chamam os ‘Guardiões da Galáxia’. Ninguém usou o Google nisto?”, escreveu uma usuária. “Eles vão alistar guaxinins?”, especulou outro, referindo-se a Rocket. Mas teve quem apenas pediu para o presidente eleito Joe Biden se livrar desse embaraço, que está ridicularizando os militares americanos. “Os Guardiões …….. da Galáxia. Joe Biden, vamos nos livrar disso no próximo mês, certo?” First they mimic the Star Trek logo, then they call for force Guardians of the Galaxy. Did no one Google this? https://t.co/ekiIdfd4Q3 — Kimberly Atkins (@KimberlyEAtkins) December 18, 2020 The US Space Force spent "over a year" and a "research involving space professionals" to come up with this: pic.twitter.com/AIyUwWxVd7 — William LeGate 🇺🇸 (@williamlegate) December 18, 2020 You mean like "Guardians of the Galaxy"? Are they going to enlist talking racoons??😂 https://t.co/jSljlIRiO6 — Max Boot (@MaxBoot) December 18, 2020 They legit named themselves the Guardians of the Galaxy. https://t.co/u7ivUbtQDD pic.twitter.com/jV2wPmjl3l — Franklin Leonard (@franklinleonard) December 18, 2020 The Guardians…….. of the Galaxy. @JoeBiden, we’re getting rid of this next month, right? 😒 https://t.co/yPlwkvpZiu — April (@ReignOfApril) December 18, 2020
Skye Aubrey (1945 – 2020)
A atriz Skye Aubrey, que participou de várias séries dos anos 1960 e 1970, morreu em 27 de novembro de causas naturais em DeBary, Flórida, anunciou sua família nesta sexta (18/12). Ela apareceu em séries como “O Fazendeiro do Asfalto”, “Marcus Welby, Médico”, “Têmpera de Aço”, “O Jogo Perigoso do Amor” e “Ilha da Fantasia”, mas um detalhe que chama atenção em sua trajetória é a forte ligação de sua vida com as adaptações dos quadrinhos da DC Comics, do primeiro ao último papel. Aubrey estreou nas telas na série “Batman” em dois episódios de 1967. O primeiro foi um capítulo do segundo ano da produção, que trazia Eli Wallach como Senhor Frio. Já o segundo, da 3ª temporada, deu-lhe bastante destaque como uma “princesa hippie” responsável por organizar um festival de flores, que acabava sequestrada e sofria lavagem cerebral do vilão Louie, o Lilás (Milton Berle). Por coincidência, ela encerrou a carreira três décadas mais tarde também em dois episódios de uma série derivada das publicações da DC: “Superboy”, nos quais interpretou duas vilãs diferentes, Vora em 1989 e Tiger Eye em 1990. Além disso, ela era filha de Phyllis Thaxter, que interpretou Martha Kent, a mãe de Clark Kent/Superman no clássico “Superman – O Filme” (1978), e foi casada de 1976 a 1979 com Ilya Salkind, produtor dos filmes do Superman estrelados por Christopher Reeve. Seu pai, por sua vez, era James T. Aubrey, presidente da rede CBS de 1959 a 1965 e chefe do estúdio MGM de 1969 a 1973. Apesar de toda esse legado, ela apareceu em apenas um filme, no papel de uma enfermeira no suspense “Receita: Violência” (1972), estrelado por James Coburn (“Sete Homens e um Destino”), baseado num romance de Michael Crichton (“Jurassic Park”) e dirigido por Blake Edwards (“A Pantera Cor de Rosa”). Longe das telas, ela seguiu atuando no teatro até os últimos anos de sua vida.
Locke & Key tem renovação antecipada para 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação antecipada da série de terror “Locke & Key” para a 3ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), lembrando que a série ainda precisa exibir a 2ª temporada em 2021, a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. Para completar, a empresa firmou um contrato de desenvolvimento exclusivo com a co-showrunner da série, Meredith Averill, para que ela crie novas séries e outros projetos para a plataforma. Averill comanda “Locke & Key” em parceria com o prolífico produtor-roteirista Carlton Cuse (que tem seu próprio contrato com a Disney), que foi um dos mentores de “Lost” e criou “Bates Motel”, “Colony” e “Jack Ryan”. “Carlton e Meredith construíram um mundo incrível em ‘Locke & Key’, e estamos entusiasmados com o retorno dos Lockes para mais aventuras na 3ª temporada”, disse Brian Wright, vice-presidente geral de negócios da Netflix. Ele acrescentou que também estava “muito feliz por expandir nossa parceria criativa com Meredith Averill, uma talentosa criadora com um olho aguçado para o melhor horror e narrativa sobrenatural.” Os créditos de Averill também incluem “A Maldição da Casa da Colina”, “Jane the Virgin” e “The Good Wife”. Ela desenvolveu “Locke & Key” com Cuse e Aron Eli Coleite (que foi co-showrunner em uma encarnação anterior da série, que não se materializou na Hulu). “Estou extremamente grata por ter encontrado um lar na Netflix onde me sinto constantemente apoiada, desafiada e inspirada”, disse Averill. “Estou ansioso para continuar e expandir nosso relacionamento.” Cuse acrescentou: “Temos algumas aventuras incríveis reservadas para a família Locke na 3ª temporada, e não poderíamos estar mais animados para continuar contando nossa história com nossos grandes parceiros da Netflix.” O sucesso evidente de “Locke & Key” na Netflix coroa a perseverança dos interessados em transformar a história em série, após o projeto ser reprovado em outros canais. A produção sofreu quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a trama. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse decidiu refazer tudo e apresentar sua ideia para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – a terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. Aparentemente, faltava apenas Meredith Averill para o projeto dar certo. Com seus textos e produção, “Locke & Key” intrigou o público e garantiu grande audiência no serviço de streaming. Para quem não viu, a série acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Apesar da renovação antecipada, a data de retorno da série ainda não está definida. Locke and Key fans, the cast has some news for you: The show has been picked up for Season 3! But first, Season 2 will arrive in 2021! pic.twitter.com/d4c0dheBkZ — Netflix (@netflix) December 18, 2020
Gal Gadot revela que fez sua própria denúncia contra diretor de Liga da Justiça
Depois de confessar que testemunhou na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”, Gal Gadot revelou que fez sua própria denúncia contra o diretor Joss Whedon durante as refilmagens do longa de 2017. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz nesta sexta (18/12), em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Gadot, que está promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, não quis detalhar qual foi seu problema com Whedon, mas boatos anteriores mencionavam sua recusa em filmar uma cena em que o Flash caía sobre Mulher-Maravilha durante uma luta, para criar uma piada com insinuação sexual. A cena foi realizada por uma dublê e incluída no longa (veja abaixo). Se foi só isso ou se há outros detalhes, ela não revela, mas deu seu apoio ao colega de elenco Ray Fisher (o Ciborgue), que foi quem trouxe à público o ambiente tóxico no set da produção. Em julho, Fisher denunciou publicamente uma má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. “Eu fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”, disse Gadot. Ao ser entrevista mais cedo num podcast da revista Variety, ela acrescentou que não foi informada do resultado da investigação interna da WarnerMedia sobre as denúncias. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a estrela de “Mulher Maravilha de 1984”, que se disse curiosa com o resultado das várias entrevistas. Em um comunicado de 11 de dezembro, a WarnerMedia afirmou que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. “Também não sei o que isso significa”, disse ela. “Mas estou curiosa para saber qual será o resultado”.
Gal Gadot revela ter testemunhado na investigação sobre bastidores de Liga da Justiça
A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, revelou ter testemunhado na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido no set de “Liga da Justiça”, após a saída do diretor Zack Snyder da produção. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, disse a estrela de “Mulher Maravilha de 1984” durante uma entrevista para o podcast da Variety “The Big Ticket”. Ela não se aprofundou sobre o assunto, dizendo que está curiosa com o resultado das várias entrevistas. A WarnerMedia disse, em um comunicado de 11 de dezembro, que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme. Sem mencionar conclusões, o texto oficial afirmava apenas que “a investigação da WarnerMedia sobre o filme ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Gadot disse que ninguém lhe explicou quais seriam as “medidas corretivas” tomadas. “Também não sei o que isso significa”, disse ela, acrescentando: “Estou curiosa para saber qual será o resultado”. A investigação foi resultado de uma denúncia do ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, que em julho denunciou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. Ele não comentou as acusações, assim como Whedon, mas Berg disse que a denúncia era “categoricamente falsa”. Mas Fisher ganhou apoio de seus colegas. Jason Momoa, o Aquaman, postou uma mensagem reforçando as acusações do intérprete de Ciborgue. Ele descreveu no Instagram sua indignação contra “a forma de m**** como fomos tratados nas refilmagens da ‘Liga da Justiça’. Coisas sérias aconteceram. Precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas”. A própria Gal Gadot chegou a contar ao jornal Los Angeles Times que também denunciou Whedon. Ela disse que, embora ela não tenha participado de refilmagens com Fisher, “eu tive minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito. Mas fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”.
Matthew Rhys viverá alienígena em nova série do FX
Vencedor do Emmy por “The Americans”, Matthew Rhys vai voltar a viver uma espécie de espião em nova série. Depois de espionar os americanos para os comunistas, seu novo trabalho secreto será para uma raça alienígena. Rhys será o protagonista “Wyrd”, produção em desenvolvimento no canal pago FX, o mesmo de “The Americans”. Seu personagem é um extraterrestre enviado à Terra para observar a humanidade, que trabalha disfarçado como detetive particular e está sempre disposto a investigar casos extraordinários. Trata-se de uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Curt Pires e Antonio Fuso, lançados numa minissérie de quatro edições em 2019 pela editora Dark Horse Comics. A trama é descrita no site oficial como “um encontro de James Bond com o ‘Arquivo X’”. A adaptação está sendo feita por Sheldon Turner, roteirista de “Amor sem Escalas” (2009) e “X-Men: Primeira Classe” (2011). Além de estrelar, Rhys será produtor da série, junto com sua esposa, a atriz Keri Russell, com quem ele coestrelou “The Americans”. O ator também continua envolvido com a série “Perry Mason”, que foi renovada para a 2ª temporada na HBO.
Veja os primeiros minutos de Mulher-Maravilha 1984
A Warner divulgou um vídeo com os primeiros minutos de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia é narrada por Gal Gadot, que interpreta a personagem-título, mas acompanha a heroína em sua infância, durante um torneio das amazonas. A versão mirim da Mulher-Maravilha é vivida por Lilly Aspell, que já tinha interpretado a pequena Diana no primeiro filme. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e ainda traz de volta Connie Nielsen como Hipólita e Robin Wright como a guerreira Antiope. As duas são vistas na abertura do filme. Além delas, Chris Pine também retorna como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus e finalmente vai estrear nesta quinta (17/12), acompanhado de críticas elogiosas da imprensa internacional.
Mulher-Maravilha 1984 estreia com elogios da crítica internacional: “Um presente de Natal”
Depois de meses de adiamentos, a tão esperada continuação de “Mulher-Maravilha” finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (17/12). E as primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá dizem que a demora é mais que compensada por um filme excelente. “Mulher-Maravilha 1984” recebeu uma resposta extremamente positiva da crítica internacional, mesmo dos que apontaram problemas no roteiro. Entre os elogios, o filme é descrito como “um presente de Natal” (Chicago Sun-Times) e “o tipo de escapismo que precisamos neste momento” (Financial Times). A maioria das críticas segue esse tom, destacando que o otimismo do longa, novamente estrelado por Gal Gadot e Chris Pine, e dirigido por Patty Jenkins, ressoa com particular importância em 2020, como distração e como mensagem para a humanidade, diante dos problemas do mundo atual. Kate Erbland, do site IndieWire, descreveu o lançamento como “algo alegre, maluco e profundamente agradável”. “E ainda está transbordando com a mesma maravilha e alegria do primeiro filme, um filme raro – de qualquer faixa – que não quer apenas acreditar na bondade das pessoas, mas está disposto a fazê-las realmente trabalhar para isso. Isso é super-heróico. ” Hoai-Tran Bui, do site Slash Film, ressalta que “os encantos otimistas de desenho animado de ‘Mulher-Maravilha 1984’ parecem uma crítica direta da paisagem política e cultural atual, de uma forma que é inquestionavelmente canastrona, mas é – tão banal quanto repetir esta frase repetida demais – um bálsamo muito necessário para 2020.” Brian Truitt, do jornal USA Today, acrescenta: “Grande parte de ‘1984’ é, para usar o vernáculo da época, radical. A química de Gadot e Pine foi um dos melhores aspectos do primeiro ‘Mulher-Maravilha’ e eles trazem muita vida para o novo, enquanto uma alegre Diana apresenta ao deslocado Steve as pochetes e calças paraquedas da época… Adicione uma trilha de Hans Zimmer e, juntos, os dois pombinhos dão ao filme uma vibração emocionante e séria que se materializa no projeto de super-herói recente da DC mais próximo do coração do ‘Superman’ original de Christopher Reeve.” Wendy Ide, do Financial Times, reflete que “com seu enredo emocionante e descrição otimista de uma humanidade que é capaz de aceitar sacrifícios pessoais para um bem maior, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é exatamente o tipo de escapismo inebriante de que precisamos agora”. Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times, concorda, escrevendo que o filme é “um presente de Natal, com partes emocionantes, cômicas, românticas e cheias de ação, e um tom que lembra os filmes do ‘Superman’ de Richard Donner e os filmes do ‘Homem-Aranha’ de 2000. Com certeza, temos um enredo clássico de filme de quadrinhos sobre um louco megalomaníaco com a intenção de dominar o mundo, mas muitas vezes há um tom relativamente leve durante todo essa abordagem. O resultado é um espetáculo de puro entretenimento pop à moda antiga.” Ben Travis, da revista Empire, elogia a atriz principal: “Como no último filme, o coração e a alma de ‘Mulher Maravilha 1984’ é Gadot. Sua Diana exala graça e bondade, e seu poder é exibido com uma feminilidade ousada que ainda soa reveladora em meio a uma paisagem repleta de heróis machos dilacerados”. Peter Debruge, da Variety, destaca a diretora: “Jenkins é uma cineasta extremamente talentosa em quem o estúdio arriscou – raramente questionada quando comparada a homens – e ela prova seu valor ao nunca permitir que o espetáculo abafe as performances… Assim como Wakanda representa uma terra livre das restrições da supremacia branca em ‘Pantera Negra’, sua Diana Prince representa o que qualquer mulher poderia alcançar, se elevada acima do patriarcado”. Alex Abad-Santos, do site Vox, acha que o filme é bem-sucedido, mas… “‘Mulher-Maravilha 1984’ são três filmes em um: é ao mesmo tempo um romance sobre o amor perdido; uma história sobre o ciúme em nossas amizades; e a história de um homem triste e destruído, desesperado para dominar o mundo. E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso… Já vimos antes outros adultos tristes e infantilizados que querem dominar o mundo ou conduzi-lo ao apocalipse (Loki em ‘Vingadores’, Ultron em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Luthor em ‘Batman vs Superman’). Essa história estereotipada é algo adequado para os outros caras. Quanto mais tempo se gasta nisso, menos tempo ‘Mulher-Maravilha 1984′ passa sendo maravilhoso.” Apesar dessa ressalva, Kevin Maher, do jornal The Times, insiste que tudo dá certo no final: “O roteiro de Jenkins e dos co-roteiristas Geoff Johns e Dave Callaham faz uma coisa notável – ele se desdobra na premissa e trata o material com a maior seriedade. E, de alguma forma, funciona”. Vale ressaltar que, apesar dos elogios, a maioria concorda que o filme tem falhas. “’Mulher Maravilha 1984’ é um filme com uma mensagem bem-intencionada, mas que não tem ideia de como colocar essa mensagem em uma história convincente. O filme é culpado por tentar fazer muito e se torna sobrecarregado por causa disso, e é culpado por fazer pouco com sua trama tênue e motivações confusas de personagens”, avalia Matt Goldberg, do site Collider. Segue Peter Debruge, da Variety: “Muitos dos efeitos são fracos. Alguns são absolutamente constrangedores (como quando a Mulher-Maravilha interrompe uma perseguição no deserto bem coreografada para resgatar duas crianças em perigo). E o grande final é um fracasso… pois Jenkins tenta espremer sua grande ideia em alguns minutos apressados de exibição”. Mas ele alerta que, mesmo assim, o filme é “inspirador”. “Jenkins disse que gostaria que o filme durasse 15 minutos a mais. Alguns espectadores talvez preferissem que fosse 15 minutos mais curto. Mas, na maior parte do tempo, eles ficarão felizes em estar na companhia da Mulher-Maravilha. À sua maneira antiquada e pouco cínica, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é um dos melhores blockbusters feitos desde 1984”, conclui Nicholas Barber, da rede britânica BBC.
Disney+ (Disney Plus) anuncia série sobre o MCU, Marvel Studios: Legends
O canal pago Disney+ (Disney Plus) anunciou uma nova produção da Marvel. Trata-se de “Marvel Studios: Legends”, uma série documental da plataforma de streaming focada no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A atração vai revisitar momentos icônicos dos filmes do estúdio, com cada episódio dedicado à jornada de um personagem. Os dois primeiros capítulos, focados na Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e no Visão (Paul Bettany), serão disponibilizados no serviço em 8 de janeiro, uma semana antes da estreia de “WandaVision”, série protagonizada pelo casal. A Marvel não divulgou mais detalhes da série, que adiciona mais uma produção televisiva do estúdio na Disney+ (Disney Plus). A plataforma vai receber só em 2021, além de “WandaVision”, as estreias de “Falcão e o Soldado Invernal” (19 de março), “Loki” (maio), “What If…” (no verão americano) e “Ms. Marvel” (no fim do ano). Ao mesmo tempo, a Marvel pretende lançar três longas nos cinemas: “Viúva Negra” (7 de maio), “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (9 de julho) e “Eternos” (5 de novembro).
Atriz descobriu na internet que tinha sido substituída pela Marvel
A atriz Emma Fuhrmann descobriu que estava desempregada pela internet. Assim como todos os fãs da Marvel, Fuhrmann viu o nome de sua personagem nos filmes da Marvel, Cassie Lang, ganhar outra intérprete durante o evento Dia do Investidor da Disney, na semana passada. Aparentemente, ninguém a procurou para avisar que ela não estaria no terceiro longa do Homem-Formiga, e ela só soube que foi substituída quando viu que atriz escalada no papel que ela desempenhou em “Vingadores: Ultimato”. No blockbuster, ela apareceu como a versão crescida da filha de Scott Lang, o Homem-Formiga (interpretado por Paul Rudd no cinema). No próximo filme, batizado como “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, o papel de Cassie será vivido por Kathryn Newton (“Freaky – No Corpo de um Assassino”). Fuhrmann desabafou no Twitter e agradeceu aos fãs que enviaram mensagens de apoio após a notícia. “Eu só queria passar aqui e dizer que eu vi todas as suas mensagens gentis. Obrigada por todo o apoio, isso significa tudo para mim. Eu fiquei tão triste quanto vocês ao ouvir a notícia na quinta-feira. Só posso esperar que isso signifique que há alguma outra coisa guardada para mim no futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel)”, ela escreveu. A atriz ainda acrescentou que “sempre será grata por ter feito parte” da franquia e especialmente de “Vingadores: Ultimato”, o filme de maior bilheteria da história. “Ser atriz é minha maior paixão, e estou ansiosa para ver o que me aguarda no futuro”, completou. Para azar da jovem, a troca acontece no momento em que Cassie Lang começa a se tornar importante nos filmes da Marvel. Kathryn Newton já deu a entender, em uma postagem no Instagram, que o desenvolvimento da personagem vai refletir os quadrinhos e incluirá sua transformação na heroína Estatura — que, assim como o pai, é capaz de aumentar e diminuir o próprio tamanho. Esta mudança também é um passo rumo ao lançamento dos Jovens Vingadores no cinema. I will always be grateful to have been a part of the MCU & the biggest movie of all time. Being an actress is still my #1 passion & I look forward to what the future holds. Xo Emma ❤️ — Emma Fuhrmann (@EmmaFuhrmann) December 15, 2020
Zack Snyder acha que sua versão de Liga da Justiça será para maiores
Zack Snyder acrescentou tanta coisa na nova edição da “Liga da Justiça” – e mudou tanto o filme exibido nos cinemas – que ele acredita que a obra de quatro horas receberá classificação “R” – o equivalente ao “proibido para menores” nos EUA. “O filme é insano e tão épico que provavelmente será classificado como ‘R’ – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza”, revelou o cineasta em uma entrevista à revista EW. “Nós não ouvimos da MPA (responsável pela classificação etária), mas essa é minha intuição. ” Algumas das situações que podem levar o filme a ter uma classificação etária elevada é que o Batman de Ben Affleck diz um palavrão forte (começa com a letra F) em uma cena, Ciborgue fala o que pensa e o vilão Lobo da Estepe (Steppenwolf) é bastante violento, “cortando pessoas ao meio”, explicou o diretor. Ao revelar que o estúdio está considerando lançar essa versão nos cinemas – paralelamente ao lançamento como minissérie – , Snyder ponderou a estratégia muito criticada da Warner Bros de disponibilizar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente na HBO Max e nos cinemas. “Pareceu uma jogada bastante ousada e que talvez a implicação não tenha sido 100% pensada”, disse ele à EW. “Eu sinto que há muitas pessoas em pânico durante a covid-19. Espero que, no final, seja isso mesmo – algum tipo de empurrão para passar essa fase e não algum tipo de movimento maior para interromper a experiência cinematográfica”. A Warner Bros. ainda não fez nenhum anúncio sobre a possível classificação “R” e lançamento da nova versão de “Liga da Justiça” nos cinemas.












