Criador de John Wick vai adaptar o mangá Hellsing
O cultuado mangá “Hellsing” vai virar um filme live-action produzido pela Amazon. A plataforma contratou Derek Kolstad, criador e roteirista da trilogia “John Wick” e da vindoura série “Falcão e o Soldado Invernal”, para adaptar a trama concebida em 1997 por Kouta Hirano com impacto na indústria cultural japonesa. “Desde que meu irmão me apresentou ao mangá e anime de ‘Hellsing’ alguns anos atrás, estou obcecado em adaptá-lo. E quando [o produtor] Mike Callaghan e sua equipe conseguiram garantir os direitos para então nos colocar em contato com a Amazon, quero dizer… Caramba, cara…. isso é um sonho”, disse Kolstad, em comunicado. “Hellsing” combina a história de Drácula com elementos de sci-fi, passando-se num Reino Unido futurista e distópico. No mangá, Hellsing é uma ordem de cavaleiros britânicos administrada pelos herdeiros de Abraham Van Helsing, que caça vampiros há um século e tem como seu principal ativo uma dessas criaturas, o superpoderoso Alucard, o vampiro original, que jurou lealdade após ser derrotado há 100 anos e, desde então, dedica-se a exterminar outros como ele, enquanto a humanidade nem imagina que esta guerra esteja acontecendo. Integra Hellsing comanda a organização em luta contra uma sociedade secreta formada por neonazistas, que pretendem voltar ao poder com a ajuda de monstros sanguessugos criadas em laboratório, e entre seus principais soldados está uma nova recruta, uma ex-policial chamada Seras Victoria, que é inesperadamente transformada em vampira por Alucard. Os quadrinhos de Kouta Hirano já foram adaptados em duas séries animes. Veja abaixo a abertura da primeira adaptação.
Netflix fará primeira série animada de Asterix
A Netflix fechou parceria com a editora Hachette e o roteirista Alain Chabat para criar a primeira série animada baseada no icônico personagem francês Asterix. A série animada será computadorizada em 3D e produzida na França, com previsão de lançamento para 2023. Chabat, que escreveu e dirigiu a adaptação live-action “Asterix e Obelix: Missão Cleópatra” em 2002, atuará como showrunner. “Missão Cleópatra” foi a mais bem-sucedida das inúmeras aparições de Asterix nas telas e o terceiro longa-metragem de maior bilheteria da história do cinema francês. Asterix foi criado pelo roteirista René Goscinny (1926–1977) e o desenhista Albert Uderzo (1927–2020) em 1959, publicados em capítulos na revista “Pilote”. A primeira história completa, “Asterix, o Gaulês”, foi coletada num álbum em 1961, revelando a premissa que se manteria inalterada desde então. Na trama, Asterix é um baixinho bigodudo morador de um pequena aldeia na Gália, região da antiguidade que viraria a França e que resistia à ocupação romana em 50 a.C. A resistência ao poderio do império só era possível graças a uma poção mágica feita pelo druida Panoramix, que concedia superforça aos aldeões. Ao tomarem a poção, os gauleses se provavam os piores inimigos de César. Menos o grandalhão barrigudo Obelix, que não pode bebê-la, porque caiu no caldeirão mágico quando criança e se tornou superforte o tempo inteiro. Quase 400 milhões de exemplares vendidos depois, os gauleses de Goscinny e Uderzo finalmente ganharão sua primeira série. A Netflix vai adaptar o álbum “O Combate dos Chefes”, de 1966, onde os romanos, depois de serem constantemente constrangidos por Asterix e seus companheiros de aldeia, organizam uma briga entre chefes gauleses rivais e tentam manipular o resultado sequestrando o druida Panoramix para deixar a vila de Asterix sem seus poderes mágicos.
Fotos revelam Melissa McCarthy como Hela no novo filme de Thor
Os paparazzi australianos revelaram um dos segredos de “Thor: Love and Thunder” em fotos tiradas no set da produção, que está sendo filmada pelo diretor Taika Waititi em Sydney. As imagens que já circulam nas redes sociais mostram que Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”) se juntou a Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill na trupe teatral de Asgard. Eles foram fotografados a caráter para uma interpretação teatral dos eventos de “Thor: Ragnarok” (2017). Vale lembrar que Damon, Hemsworth e Neill já tinham aparecido no filme anterior, interpretando os papéis de Loki, Thor e Odin, respectivamente, numa peça sobre “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). McCarthy se junta a eles para dar vida a Hela, a Deusa da Morte (Cate Blanchett no filme de 2017), em novo espetáculo teatral. Matt Damon chegou na Austrália em 16 de janeiro e estaria filmando há um mês – mais tempo que alguns atores de “Guardiões da Galáxia” anteriormente registrados no set. Isto pode significar um papel maior para o intérprete do falso Loki na continuação. “Thor: Love and Thunder” vai mostrar como Jane Foster (Natalie Portman) assume os poderes de Thor (Chris Hemsworth) após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, quando o Deus do Trovéu partiu com os Guardiões da Galáxia para aventuras espaciais. Por conta disso, o filme conta com as participação dos intérpretes dos Guardiões – Chris Pratt (Peter Quill, Senhor das Estrelas), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis) e Sean Gunn (que interpreta Rocket no set). A produção também trará de volta Jaimie Alexander como Sif (sumida desde “Thor: O Mundo Sombrio”) e Tessa Thompson como Valquíria (introduzida em “Thor: Ragnarok”). A estreia está marcada para maio de 2022. New #ThorLoveAndThunder set pics 🚨 pic.twitter.com/voFMVAkICs — cosmic (@cosmic_marvel) March 2, 2021 YES Melissa MCcarthy as Hela that's a Whole Serve #ThorLoveAndThunder pic.twitter.com/kpDPBHk2Af — Jayvon Thomas #TFATWS (17 Days) (@JayvonThomas2) March 2, 2021 OMG MELISSA MCCARTHY AS FAKE HELA AND ANOTHER PLAY #ThorLoveAndThunder pic.twitter.com/2dTHMPMd5K — Ren | WandaVision SPOILERS ᗢ (@wandasolsen) March 2, 2021 #ThorLoveAndThunder casting update: • Sam Neill as Actor Odin• Matt Damon as Actor Loki• Luke Hemsworth as Actor Thor• Melissa McCarthy as Actor Hela pic.twitter.com/cHfDP7d0NL — DR Movie News 📽 (@DRMovieNews1) March 2, 2021
Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo
Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021
Superman & Lois é renovada para 2ª temporada
A rede americana The CW anunciou a renovação de “Superman & Lois” para sua 2ª temporada, uma semana após a exibição do episódio de estreia. A série conquistou números surpreendentes para a CW, assistida ao vivo por 1,71 milhão de espectadores – a segunda maior estreia de uma adaptação da DC Comics da emissora desde “Batwoman” em 2019. E ainda acrescentou mais 1 milhão de espectadores com a exibição de reprise, somando ao todo 2,7 milhões em seus primeiros três dias no ar. Os números não contabilizam a audiência em streaming da plataforma do canal (CW Seed), que o presidente da rede, Mark Pedowitz, afirma ter sido “fenomenal” e que fontes do site Deadline dizem ter batido o recorde como o maior pico de streaming da história da rede. “A estreia multiplataforma fenomenal de ‘Superman & Lois’, que foi um grande sucesso tanto em uma base linear quanto em streaming, é uma prova da criatividade, trabalho árduo e dedicação das pessoas talentosas que trabalharam incansavelmente na frente e atrás do câmera, especialmente neste ambiente desafiador”, disse Pedowitz, em comunicado. “Estamos entusiasmados por agora ter dois novos sucessos genuínos em ‘Superman’ e ‘Walker’, ambos renovados para a próxima temporada junto com mais 11 de nossos programas, posicionando-nos ainda fortes para a próxima temporada.” “Superman & Lois” eleva para 13 o número de séries da CW renovadas para a temporada 2021-2022. A confirmação de sua 2ª temporada segue de perto o mesmo anúncio em relação a “Walker”, que garantiu sua 2ª temporada após dois episódios, que também registraram grande audiência. A diferença é que, ao contrário de “Walker”, destruída pela crítica, “Superman & Lois” caiu nas graças da imprensa norte-americana, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A atração foi criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, e encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. A produção, com clima cinematográfico, começa com Clark revelando ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.
The Walking Dead: Teaser anuncia a 11ª temporada da série
O canal pago AMC divulgou um teaser da 11ª temporada de “The Walking Dead” nas redes sociais. Liberado logo após a exibição do primeiro dos seis episódios extras da 10ª temporada, que foi ao ar na noite de domingo (28/2), o vídeo mostra uma sala de interrogatório e avisa que a série retornará para sua última temporada no verão norte-americano (entre junho e agosto). Embora o vídeo em si não revele muito, o tuite que o acompanha utiliza a expressão “Nova Ordem Mundial”, que é uma dica sobre o arco dos quadrinhos que introduz o Império (Commonwealth, em inglês), a maior comunidade encontrada pelos sobreviventes do apocalipse zumbi, sediados em Alexandria. Nesta segunda-feira (1/3), veio à tona que a série já escalou o intérprete de Mercer, líder militar do Império. Ele será interpretado por Michael James Shaw (o Papa Midnite da série “Constantine”). A New World Order. The final season of #TWD begins Summer 2021. pic.twitter.com/8T32Qx6H1t — The Walking Dead (@TheWalkingDead) March 1, 2021
The Walking Dead escala intérprete do personagem Mercer
O ator Michael James Shaw (o Papa Midnite da série “Constantine”) entrou na série “The Walking Dead” para interpretar um novo personagem fixo, que é bastante conhecido dos leitores dos quadrinhos em que a trama se baseia. Ele dará vida a Mercer, um ex-fuzileiro naval que se torna o líder militar da nova comunidade da série, Império (Commonwealth, na versão original em inglês). Nos quadrinhos, ele tem uma presença forte e durona, que inclui um corte de cabelo à moda de Mr. T (protagonista da série clássica “Esquadrão Classe A”) e uma armadura vermelha, que reflete seu poder nas fileiras imperiais. Mas, apesar de toda sua pose, ele acaba se envolvendo romanticamente com a piradinha Juanita (também conhecida como Princesa), que foi apresentada nos capítulos mais recentes da 10ª temporada de “The Walking Dead”, interpretada por Paola Lázaro. Atualmente, Michael James Shaw também faz parte da série “Blood & Treasure”, e deverá voltar na 2ª temporada da atração, que ainda não tem previsão de estreia.
O Legado de Júpiter: Série de super-heróis da Netflix ganha primeiras imagens
A Netflix divulgou as primeiras fotos da série “O Legado de Júpiter” (Jupiter’s Legacy), adaptação das histórias em quadrinhos de Mark Millar e Frank Quitely. Junto com as imagens, a plataforma divulgou um vídeo que sugere a transformação das artes de Quitely nas fotos reveladas. As imagens revelam o elenco da atração, encabeçado por Josh Duhamel (“Transformers”), Leslie Bibb (“Homem de Ferro”), Ben Daniels (“The Exorcist”), Elena Kampouris (“Antes que Eu Vá”), Andrew Horton (“Como Falar com Garotas em Festas”), Mike Wade (“SEAL Team”), Ian Quinlan (“Gotham”), Tyler Mane (“X-Men”) e Matt Lanter (“90210”). A atração é a primeiro adaptação de quadrinhos da Millarworld desde que a Netflix comprou a editora em 2017. O objetivo da aquisição foi lançar novos títulos do criador de “Kingsman” e “Kick-Ass” que pudessem ser explorados em streaming, mas o primeiro projeto, “Magic Order”, foi abortado em outubro passado após entrar em desenvolvimento. “O Legado de Júpiter” é um drama épico de super-heróis que se estende por décadas e navega por uma dinâmica complexa de família, poder e lealdade. Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar seu legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, encontram dificuldades para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. Com oito episódios, a 1ª temporada tem estreia marcada para 7 de maio.
Ray Fisher é confrontado pela Warner após voltar a sugerir racismo do estúdio
O ator Ray Fisher voltou a acusar a Warner Bros. de racismo, via Twitter, ao insinuar que a contratação do roteirista negro Ta-Nehisi Coates para escrever uma nova versão da franquia Superman com JJ Abrams seria uma forma de causar distração e sepultar suas acusações contra Walter Hamada, presidente da DC Films. “Vocês se lembram daquela vez que Walter Hamada e a Warner Bros. Pictures tentaram destruir a credibilidade de um negro e deslegitimar publicamente uma investigação muito séria, com mentiras na imprensa?”, Fisher tuitou. “Mas ei, Superman Negro…” As novas declarações de Fisher, que já chegou a sugerir que até o presidente da WB, Toby Emmerich, era racista, fizeram o estúdio responder prontamente. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Quem ele diz que o ameaçou foi Geoff Johns, produtor de “Liga da Justiça” – além de criador das séries “The Flash”, “Titãs” e “Stargirl”, e roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Pela importância de Johns para a DC, Walter Hamada teria tentado tentado convencer o ator a não envolver o produtor em suas acusações. Pelo menos, é isto que Fisher afirma, acusando pessoas acima desses executivos por protegê-los em meio ao escândalo. Fisher alega que a investigação interna, que teria resultado no afastamento de Whedon do estúdio, sofreu tentativa de influência por integrantes da chefia da Warner, inclusive de seu alvo declarado, Walter Hamada. Aparentemente, a Warner cansou de deixar essas acusações sem resposta. Após o novo tuíte, o conglomerado de mídia que contém a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial e ainda promoveu uma manifestação do responsável pela investigação dos bastidores de “Liga da Justiça”, que contestam frontalmente as afirmações do ator. “Mais uma vez, há falsas declarações sendo feitas sobre nossos executivos e nossa empresa em torno da recente investigação de ‘Liga da Justiça’. Como afirmamos antes, uma investigação ampla e completa de terceiros foi conduzida. Nossos executivos, incluindo Walter Hamada, cooperaram plenamente, não foram encontradas evidências de qualquer interferência, e a Warner Bros. não mentiu na imprensa. É hora de parar de dizer o contrário e avançar de forma produtiva”, diz o texto da WarnerMedia. A declaração foi amparada por uma manifestação individual de Katherine B. Forrest, a investigadora e ex-juíza federal que chefiou a investigação feita após as acusações de Fisher. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”. Ray Fisher reagiu aos comunicados retomando seus ataques nominais a Walter Hamada. “Como eu disse desde o início: Walter Hamada TENTOU interferir na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não teve sucesso porque eu não o permiti. O fato de o investigador fazer uma declaração afirmando que não houve interferência é propositalmente enganoso e desesperador”, ele acusou. Para completar, ainda retuitou sua denúncia original contra Hamada, datada de 4 de setembro. “Para que vocês entenderem melhor o quão fundo isso vai: Depois de falar sobre ‘Liga da Justiça’, recebi um telefonema do presidente da DC Films em que ele tentou jogar Joss Whedon e Jon Berg embaixo do ônibus na esperança de que eu cedesse e não denunciasse Geoff Johns. Eu não vou ceder”. Ironicamente, enquanto fazia esses ataques, o ator também promovia em suas redes sociais a nova versão de “Liga da Justiça”, dirigida por Zack Snyder. Veja abaixo. Do ya’ll remember that time Walter Hamada and @wbpictures tried to destroy a Black man’s credibility, and publicly delegitimize a very serious investigation, with lies in the press? But hey, Black Superman… A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 #ZackSnydersJusticeLeague #SnyderCut pic.twitter.com/Kgysywx08U — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 27, 2021 As I’ve said from the start: Walter Hamada ATTEMPTED to interfere with the JL investigation. He was unsuccessful in doing so because I did not allow him to. Having the investigator make a statement claiming there was no interference is purposely misleading and desperate. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 27, 2021 For those in the back: https://t.co/bV3wL1HfMZ — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021 My mom is funny. ☺️#ZackSnydersJusticeLeague #Snydercut pic.twitter.com/fFCaN0zfVh — Ray Fisher (@ray8fisher) February 28, 2021
M.O.D.O.K: Série animada da Marvel ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o trailer de “M.O.D.O.K.”, série animada baseada em quadrinhos da Marvel sobre um dos vilões mais conhecidos do Capitão América. A prévia assume rapidamente o tom de humor da produção, além de destacar seu visual inusitado, que resulta da combinação de bonecos, animação de stop-motion e acabamento de computação gráfica. Por conta disso, já está sendo chamada de “Frango Robô” (Robot Chicken) da Marvel. Nos quadrinhos, MODOK é uma aberração de laboratório. Com uma cabeça gigante e um corpo diminuto, incapaz de sustentá-la, o líder da IMA (espécie de HIDRA tecnológica) se movimenta num traje especial, que é meio foguete aéreo, e se mostra um vilão difícil de derrotar devido a seu intelecto avançado. Na série, porém, ele não se mostra tão inteligente, lutando para manter sua organização criminosa funcional e sua família unida, enquanto enfrenta a SHIELD. O personagem tem dublagem original do comediante Patton Oswalt (que curiosamente apareceu em “Agents of SHIELD”). Ele também é um dos criadores, showrunner e produtor da série. Originalmente, a divisão televisiva da Marvel pretendia produzir quatro séries animadas adultas na Hulu, mas, após uma crise interna que levou ao cancelamento de todas as suas produções, apenas “M.O.D.O.K.” sobreviveu. A própria Marvel Television implodiu, foi fechada e todos os seus projetos abandonados. No rescaldo dessa luta pelo poder, o controle sobre as séries de quadrinhos da companhia foram realocados para a divisão cinematográfica, Marvel Studios – que acaba de lançar sua primeira série, “WandaVision”. A expectativa é que a Marvel Studios siga sua política de terra arrasada e cancele “M.O.D.O.K.” após a exibição da 1ª temporada, repetindo o que fez, sem a menor cerimônia, no ano passado com “Hellstrom”, última produção live-action da Marvel Television.
Titãs: Visual da vilã Estrela Negra é revelado
A HBO Max divulgou o visual da vilã Estrela Negra (Blackfire), vivida por Damaris Lewis (“Pose”) na 3ª temporada de “Titãs” (Titans). A personagem, que também se chama Komand’r, é irmã da heroína Estelar (Starfire), interpretada por Anna Diop na série. Lewis chegou a aparecer em dois episódios da 2ª temporada, mas terá participação mais destacada nos novos capítulos, quando buscará eliminar sua irmã, com quem disputa o título de Rainha do planeta Tamaran. Vale lembrar que Estelar também aparecerá com um novo visual, revelado pela HBO Max em novembro do ano passado. Apesar desse conflito interplanetário, a 3ª temporada de “Titãs” vai se passar em Gotham City e incluirá ainda Barbara Gordon (interpretada por Savannah Welch, de “Boyhood”), além de mostrar a transformação de Robin (Jason Todd) no vilão Capuz Vermelho. O visual desse personagem, interpretado por Curran Walters, também já foi revelado. Para completar, a temporada abordará a morte (e a ressurreição) de Donna Troy, a Moça-Maravilha, que teve um destino trágico (e banal) ao final da 2ª temporada. Sua intérprete, Conor Leslie, continua no elenco da atração. Nos quadrinhos, a Moça-Maravilha original “morreu” para renascer como Troia. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada.
Falcão e o Soldado Invernal: Novo teaser mostra visual clássico do Barão Zemo
A Marvel divulgou um novo teaser de “Falcão e o Soldado Invernal”, que mostra pela primeira vez o visual clássico do Barão Zemo, mais próximo dos quadrinhos que em suas aparições anteriores. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também retoma personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e, claro, Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Superman vai ganhar filme produzido por J.J. Abrams
Depois da Warner produzir um novo filme de Batman, Superman também ganhará uma nova versão nos cinemas. O projeto tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e está sendo escrito por Ta-Nehisi Coates, jornalista, escritor e autor de quadrinhos do Pantera Negra e Capitão América, na Marvel. O envolvimento de Abrams não é uma surpresa, já que o cineasta manifesta interesse em Superman há muitos anos. Ele chegou a escrever um roteiro para o super-herói, “Superman: Flyby”, no início dos anos 2000, que acabou preterido em favor de “Superman Returns” (2006) de Bryan Singer. Rumores, inclusive, sugerem que Abrams fechou contrato para sua produtora Bad Robot com a WarnerMedia, em vez de aceitar propostas mais lucrativas (da Netflix, por exemplo), justamente para ter acesso ao personagem. Já Coates vai estrear oficialmente como roteirista de cinema pelas mãos do cineasta Ryan Coogler (“Pantera Negra”), assinando a trama do vindouro drama “Wrong Answer”, que ainda não tem previsão de estreia. Não há outros detalhes sobre o filme de Superman, nem se Abrams será mesmo o diretor do projeto, e também não há menção sobre uma possível troca de atores, visto que isso aconteceu com Batman, mas Henry Cavill ainda demonstra vontade de viver o herói novamente. Cavill interpretou o herói em “Homem de Aço” (2013), “Batman vs. Superman (2015) e “Liga da Justiça” (2017), que ganhará uma versão do diretor Zack Snyder num lançamento digital marcado para o dia 18 de março.












