“WandaVision” ganha primeiros Emmys da Marvel
A Academia da Televisão dos EUA começou a entregar seus primeiros troféus de 2021 na noite de sábado (11/9) em Los Angeles. E a primeira das três cerimônias previstas já rendeu Emmys para o Marvel Studios em sua estreia na premiação, com duas conquistas para “WandaVision”. A série exibida na Disney+ venceu as categorias de Design de Produção (cenografia) e Figurino para produções de meia-hora e fantasia, respectivamente. Mas a atração que disparou na frente no começo do Emmy 2021 foi “O Gâmbito da Rainha”. A minissérie da Netflix conquistou nada menos que 7 troféus técnicos: Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem e Edição de Som em minissérie. Outros destaques foram “The Mandalorian”, “Pose” e o humorístico “Saturday Night Live”, com três troféus cada. Este é o último Emmy de “Pose”, que se encerrou na 3ª temporada e concorre a oito prêmios ao todo. As conquistas até agora foram nas categorias de Figurino, Maquiagem e Cabelereiro de série contemporânea, que disputava como favorita. Além de “WandaVision”, a premiação destacou outra série estreante: a comédia “Ted Lasso”, da Apple TV+, com dois troféus técnicos. Entre as plataformas, a Netflix abriu frente com 12 vitórias (incluindo dois Emmys de “The Crown”), seguida pela Disney+ com seis troféus. Já em 3º lugar há um surpreendente empate entre HBO/HBO Max e Apple TV+, ambas com quatro prêmios. Chamados de Emmys das Artes Criativas, os primeiros prêmios são técnicos e entregues ao longo de dois dias. A segunda metade da premiação acontece neste domingo (12/9) em duas partes (à tarde e à noite), enquanto o evento com os prêmios principais – e único dos três dias com transmissão televisiva – está marcado para o próximo domingo (19/9). Confira abaixo todos os troféus entregues na primeira noite do Emmy 2021. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”
“Shang-Chi” ultrapassa US$ 250 milhões mundiais
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve-se imbatível no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 4,3 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou surpreendentes US$ 35,8 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 145,6 milhões no mercado doméstico. O desempenho representa o maior segundo fim de semana de todo o período da pandemia, superando os US$ 25,8 milhões de “Viúva Negra”. A diferença de resultados dá razão à Scarlett Johansson em sua disputa contra a Disney. A atriz argumenta que o lançamento simultâneo em streaming prejudicou as bilheterias de seu longa, e a queda de arrecadação foi realmente dramática após a estreia. Já “Shang-Chi”, que é exclusivo dos cinemas, manteve uma arrecadação forte. O filme também se manteve em 1º lugar em vários países do mundo, incluindo o Brasil, Austrália, França, Alemanha, Coréia, Itália, México, Rússia, Espanha e Reino Unido. O sucesso do novo herói da Marvel é tão impressionante que precisou só de 10 dias, em plena pandemia, para cruzar os US$ 250 milhões mundiais. O montante internacional está em US$ 112 milhões, o que rende um total exato de US$ 257,6 milhões em todo o mundo. E isto sem o mercado chinês, que não deve receber “Shang-Chi” por censura política. Os números reforçam a decisão da Disney de encerrar sua experiência com o Premier Access, seu PVOD na Disney+, e voltar a realizar lançamentos apenas no cinema, ainda que com uma janela bem menor de exclusividade – 45 dias, em vez dos 90 de antes da pandemia. A Disney, por sinal, também ocupa o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões de faturamento doméstico neste domingo (12/9), com um cume de US$ 101,8 milhões até o momento. No mundo inteiro, o valor está em US$ 276,5 milhões graças ao lançamento na China, que já rendeu US$ 76,3 milhões até o momento. A principal estreia da semana, o terror “Maligno” da Warner, abriu apenas em 3º lugar, com US$ 5,57 milhões em 3,5 mil telas nos EUA. Disponibilizado também na HBO Max, o filme não teve o desempenho esperado, especialmente diante das críticas positivas que costumam impulsionar bilheterias de terror – teve 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Somando as arrecadações internacionais, chegou a US$ 15,1 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui outro terror, “A Lenda de Candyman”, com US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana para um total doméstico de US$ 48 milhões, e outra produção da Disney, “Jungle Cruise”, que fez US$ 2,4 milhões para um total doméstico de US$ 109,9 milhões após sete semanas nos cinemas.
Astros de “The Boys” comemoram final das gravações da 3ª temporada
Os atores Karl Urban, Jack Quaid e Erin Moriarty anunciaram o final das gravações da 3ª temporada de “The Boys” nas redes sociais. Em seu post no Instagram, o intérprete do carrancudo Billy Bruto (Billy Butcher) agradeceu aos colegas de elenco, a equipe e a produção da Amazon e da Sony “por trabalhar duro e nos manter seguros durante a covid”, além de exaltar o showrunner Eric Kripke por criar uma temporada “totalmente insana”. “Todos vocês merecem um abraço e uma bebida… e muita terapia depois do que acabamos de fazer”, acrescentou Quaid, que vive o tímido Hughie Campbell, em seu próprio texto. “Mal posso esperar para que vocês vejam”, os dois arremataram. E só não foi em coro porque os posts foram publicados separadamente. Por sua vez, a atriz que interpreta Starlight revelou que os Boys foram mesmo tomar bebidas após o fim dos trabalhos, publicando várias imagens da celebração. “Não poderia ter um grupo melhor para passar por isso”, ela comemorou, entre brindes. As gravações duraram sete meses durante a pandemia e incluem, entre sua muitas “insanidades”, o registro de uma orgia de super-heróis, o “Herogasm”, que deu o que falar nos quadrinhos originais de Garth Ennis em que a atração se baseia. Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, detendo o recorde de público da plataforma de streaming em sua 2ª temporada. Sem revelar números oficiais, a empresa afirmou que a temporada passada teve o lançamento global mais assistido dentre todas as suas séries originais e, em suas primeiras semanas, quase dobrou (+ 89%) a audiência mundial atingida pelo primeiro ano de produção – já considerada uma marca elevada para a companhia – , atraindo milhões de novos espectadores a cada semana. Não por acaso, a atração vai ganhar um spin-off e receberá um reforço de peso em sua 3ª temporada: Jensen Ackles como o herói Soldier Boy, o Capitão América do mundo de “The Boys”. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Quaid (@jack_quaid) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erin Moriarty (@erinelairmoriarty)
Marvel Comics demite desenhista brasileiro
A Marvel Comics anunciou na sexta-feira (10/9) que Joe Bennett, desenhista brasileiro conhecido pelos quadrinhos de “O Imortal Hulk”, não trabalha mais na empresa. O artista foi demitido após 25 anos e o motivo do desligamento não foi divulgado. No entanto, a demissão aconteceu poucos dias após críticas de um colega de trabalho, Al Ewing, que declarou em suas redes sociais que não trabalharia mais com ele após um problema na edição nº 43 de “O Imortal Hulk”, onde a vitrine de uma joalheria foi desenhada com inclusão de uma estrela de Davi e um erro de grafia (jewery), cuja combinação foi considerada uma citação racista. “Esta não foi a primeira vez que tive ciência de um problema com o Joe. Eu tenho falado nos bastidores, mas isso não conforta as pessoas que são as vítimas dessa propaganda brutal”, disse Ewing sobre o quadrinho desenhado por Bennet. Bolsonarista, Bennett já tinha gerado controvérsias ao fazer uma ilustração do então deputado Jair Bolsonaro em 2017 como um herói que enfrentava figuras animalizadas de outros políticos brasileiros e ao celebrar o tapa dado por Augusto Nunes em Glenn Greenwald num dos maiores vexames do programa “Pânico”, da Jovem Pan. “Esse tapa foi meu também! Devia ter dado era um soco!!”, escreveu o quadrinista em sua rede social. Após os leitores da Marvel reclamarem, ele apagou o post e pediu desculpas a Greenwald. Artista de traços impactantes e viscerais, Bennett ainda não se manifestou sobre os comentários do roteirista Al Ewing ou sobre sua demissão. O trabalho de Bennett e Ewing em “O Imortal Hulk” foi indicado ao Eisney Award, o Oscar dos quadrinhos, em 2019.
Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas
A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.
“Aquaman” volta a ser zoado em nova animação
A HBO Max divulgou o teaser de “Aquaman: King of Atlantis”, uma produção que joga por água abaixo todo o esforço de transformar Aquaman num herói sério. Para quem não lembra, o personagem foi alvo de várias piadas no Cartoon Network, que aproveitou um desenho antigo para zoar o herói que se comunica com peixes. Depois do esforço de Jason Momoa para mostrar que Aquaman podia ser “badass”, a HBO Max resolveu zoar o personagem de novo, incorporando algumas mudanças trazidas pelo ator, como a barba, numa trilogia animada (ou minissérie de três episódios) de comédia. O mais curioso é que a sátira animada tem produção do cineasta James Wan, diretor do filme estrelado por Jason Momoa e sua continuação, atualmente em filmagens. A atração mostrará em três partes o início atrapalhado do reinado de Aquaman em Atlantis, após assumir o poder com uma surra em Orm, o Mestre do Oceano, no filme de 2018. Roteiros e produção estão a cargo de Victor Courtright e Marly Halpern-Graser (ambos de “ThunderCats Roar!”) e a dublagem original destaca Cooper Andrews (“The Walking Dead”) como Aquaman, Gillian Jacobs (“Community”) como Mera, Thomas Lennon (“Máquina Mortífera”) como Vulko e Dana Snyder (dublador de “Squidbillies”) como Mestre do Oceano. A estreia está marcada para 14 de outubro.
Elenco de “Lucifer” se despede dos fãs
Com a chegada da 6ª e última temporada de “Lucifer” ao streaming nesta sexta (10/9), a Netflix preparou um vídeo de despedida em que o elenco agradece aos fãs pela audiência, fidelidade e campanhas de salvamento. Vale lembrar que a série foi salva duas vezes do cancelamento, a mais recente na atual temporada, que não existiria se não fosse o desejo dos fãs por mais “Lucifer”. Como lembrou Tom Ellis, intérprete do protagonista: “Esta não é uma experiência normal. A continuidade da série na Netflix só aconteceu por causa dos fãs”. Além de Ellis, também se pronunciaram Lauren German (a “detec-tive” Chloe Decker), Kevin Alejandro (o “douche” Dan Espinosa), Aimee Garcia (Ella Lopez), D.B. Woodside (Amenadiel), Rachael Harris (Linda Martin) e Lesley-Ann Brandt (Mazikeen, a “Maze”), todos emocionados. “Esta foi uma experiência única de vida”, resumiu Woodside. “Eu até fico com um nó na garganta, porque os fãs mudaram minha vida”, completou Harris. O vídeo termina com Ellis convidando o público a assistir aos últimos episódios na Netflix. Só esqueceu de avisar que é preciso uma caixinha de lenços descartáveis para superar o final. Lucifãs, quem lembra do dia 15/06/2018? Foi o dia que eu contei pra vocês que tinha resgatado Lucifer. Hoje, três temporadas depois, a história do nosso diabão chega ao fim. Fiquem com essa mensagem especial do elenco pra vocês. #LuciferNetflix ❤️ https://t.co/UheerUQ743 pic.twitter.com/4FkEHi7P2Z — netflixbrasil😈 (@NetflixBrasil) September 10, 2021
Cena de “Shang-Chi” revela destino do falso Mandarim de “Homem de Ferro 3”
A Marvel liberou mais uma cena de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, atualmente em cartaz nos cinemas. A prévia revela o destino de Trevor Slattery, o ator contratado para viver o falso Mandarim de “Homem de Ferro 3”. Na cena, o protagonista (Simu Liu) e sua amiga Katy (Awkwafina) descobrem que o personagem vivido por Ben Kingsley virou o Bobo da Corte do verdadeiro Mandarim (Tony Leung). Lançado na última sexta-feira (3/9), “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” já arrecadou mais de US$ 150 milhões e deve se manter na liderança das bilheterias mundiais por pelo menos mais uma semana.
“Y: The Last Man” ganha trailer nacional para estreia na Star+
A plataforma Star+ divulgou o trailer nacional de “Y: The Last Man”, em versões legendada e dublada em português. A prévia apresenta rapidamente a catástrofe mundial que serve de premissa para a trama, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics). Lançada no Brasil sob o título de “Y: O Último Homem”, a HQ vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. A morte de todos os homens mergulha o planeta no caos, originando colapso energético, ao mesmo tempo em que a descoberta de um último sobrevivente masculino lança uma corrida entre nações rivais por sua posse. Encomendada há seis anos, a adaptação da obra de Brian K. Vaughan (criador também de “Fugitivos da Marvel”) teve bastidores conturbados e passou por duas escalações diferentes de elenco antes da estreia, conduzida por sua segunda showrunner, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”). Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), vive o “Último Homem” e o elenco ainda destaca Diane Lane (“Batman vs Superman”), Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”). A estreia vai acontecer em 13 de setembro no Brasil, mesmo dia do lançamento da série na plataforma americana Hulu.
Elizabeth Olsen encerra participação nas filmagens de “Doutor Estranho 2”
A participação de Elizabeth Olsen nas filmagens de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” chegaram oficialmente ao fim. A novidade foi divulgada pela hairstylist Karen Bartek nas redes sociais. A profissional publicou uma imagem comemorando o encerramento ao lado da atriz, que retorna ao papel de Wanda, a Feiticeira Escarlate, após o sucesso de “WandaVision”. “Não somos mais ‘Estranhas’. Acabamos novamente”, escreveu ela na legenda da postagem, citando seu segundo trabalho seguido com a atriz, que emendou “WandaVision” com “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. O novo filme será continuação dos eventos da série do Disney+, além de “Loki” e do filme “Homem-Aranha sem Volta para Casa”. Com roteiro de Michael Waldron (criador de “Loki”) e direção de Sam Raimi (da trilogia original do Homem-Aranha), o segundo longa do herói da Marvel vivido por Benedict Cumberbatch tem estreia marcada para março de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karen Bartek (@kikibartek)
Animação da DC baseada no game “Injustice” ganha primeiro trailer
A Warner divulgou o trailer do longa animado “Injustice”, inspirado no popular videogame de “Injustice: God Among Us”. A trama se passa num universo alternativo sombrio da DC, em que o Coringa mata Lois Lane grávida e destrói Metrópolis, precipitando uma mudança radical de atitude de Superman, que passa a adotar uma política de tolerância zero contra os criminosos. Isto o transforma num tirano e divide os heróis, colocando uns contra os outros – afinal, o jogo original era de lutas. Lançado em 2013, o game original fez enorme sucesso, ganhou vários prêmios e teve continuação em 2017. Sua história já tinha sido adaptada numa graphic novel e agora virou animação para o mercado de streaming – e para os últimos colecionadores de Blu-ray. A adaptação foi escrita por Ernie Altbacker (“Batman: Silêncio”) e dirigida por Matt Peters (“Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips”), e seu elenco de vozes destaca Justin Hartley, que foi o Arqueiro Verde de “Smallville” como Superman, além de Anson Mount (“Star Trek: Discovery”) como Batman, Laura Bailey (“Fruits Basket”) como Lois Lane, Brandon Michael Hall (“Search Party”) como Ciborgue, Gillian Jacobs (“Rua do Medo”) como Arlequina, Kevin Pollak (“Maravilhosa Sra. Maisel”) como Coringa, Janet Varney (“You’re the Worst”) como Mulher-Maravilha, Reid Scott (“Veep”) como Lanterna Verde e Anika Noni Rose (“Uma Invenção de Natal”) como Mulher-Gato. A estreia está marcada para 21 de outubro nas plataformas digitais no Brasil.
“Venom: Tempo de Carnificina” tem estreia antecipada no Brasil
A Sony Pictures Brasil anunciou que “Venom: Tempo de Carnificina” vai chegar antes do que estava previsto nos cinemas brasileiros. A produção baseada nos quadrinhos da Marvel teve sua estreia adiantada em uma semana, para o dia 7 de outubro. A decisão reflete mudanças recentes do calendário cinematográfico, como o adiamento de “Top Gun: Maverick” para o ano que vem. Esta foi a quarta alteração da data do filme, mas a primeira que adiantou o lançamento. Mesmo com a antecipação, o longa continua com um atraso de um ano em relação à sua previsão original, marcada para outubro de 2020. Como o adiantamento nos EUA será maior, com duas semanas de antecipação, “Venom: Tempo de Carnificina” vai desembarcar no Brasil seis dias após a estreia na América do Norte. O nome oficial da produção refere-se ao vilão Carnificina, introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek, namorada do Carnificina nos quadrinhos. Já a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo longa de origem de Venom em 2018. Veja abaixo o trailer legendado mais recente da produção.
Simu Liu revela bastidores de uma das principais cenas de ação de “Shang-Chi”
O ator Simu Liu compartilhou no Instagram um vídeo dos bastidores de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, revelando um trecho das filmagens de uma das principais sequências de ação do longa, que acontece em um ônibus. Junto do vídeo, ele contou que foram meses de ensaios e preparações para realizar a cena que aparece no filme, e mesmo assim chegou a se machucar durante as filmagens. “Você paga um preço humano por optar por cenas sem efeitos visuais. Os hematomas e arranhões são consequências e, no meu caso, resultaram num inchaço do meu joelho do tamanho de uma bola de tênis no final desse dia. Ainda assim, eles tiveram que me tirar de cima desse ônibus; queria fazer e refazer [a cena] até ela ficar perfeita, e mais um pouco. Amei cada segundo”. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” estreou na sexta-feira passada (3/9) e rapidamente se tornou um dos maiores blockbusters da pandemia, já tendo arrecadado mais de USS$ 150 milhões em bilheteria mundial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Simu Liu (刘思慕) (@simuliu)












