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    Netflix ameaça processar Brasileirinhas pelo lançamento da plataforma Sexflix

    4 de maio de 2017 /

    A Netflix está ameaçando com processo a produtora Brasileirinhas pelo lançamento de seu serviço de streaming com conteúdo adulto, batizado de SexFlix. Segundo apurou o colunista Ricardo Feltrin, do UOL< a produtora foi notificada extrajudicialmente duas vezes pela Netflix Brasil, que a acusa de plagiar seu nome (pelo uso do “sufixo” flix) e também de ter copiado o seu logotipo. No “aviso” enviado à Brasileirinhas a Netflix alega ser “dona” de todas a marcas que contenham a palavra “flix”. “As marcas SexFlix e PornFlix são uma imitação das marcas Netflix e, desta forma, violam os direitos sobre as marcas da Notificante”, diz a notificação enviada à produtora. “Não só o uso dessas marcas pode sujeitar o infrator a danos por tais violações, mas o uso para conteúdo adulto seria prejudicial e denigriria a reputação das marcas Netflix, aumentando ainda mais os danos causados e passíveis de indenização”, completa o documento da Netflix. A Brasileirinhas informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que o lançamento do serviço está mantido e ocorrerá nos próximos dias. Com cerca de mil filmes e todas as temporadas do reality “A Casa das Brasileirinhas”, o serviço estará disponível a assinantes dispostos a pagar cerca de R$ 29 mensais. O nome SexFlix está registrado no Brasil desde 2005, dois anos antes de o serviço de streaming da Netflix se tornar disponível nos Estados Unidos. Originalmente, o nome SexFlix foi registrado pela empresa Advanced VideoLocadora, mas depois abandonado e agora adquirido pela Brasileirinhas.

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  • Filme

    Ex-empresário acusa Depp de não decorar falas e usar ponto eletrônico para filmar

    2 de maio de 2017 /

    A briga judicial de Johnny Depp contra seus ex-empresários rendeu uma revelação não muito agradável para o ator. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Depp foi acusado de não decorar suas falas para os filmes de que participa. Em vez disso, usa um ponto eletrônico para que alguém sopre para ele o que tem que falar durante as filmagens das cenas. “Ele faz questão de manter um engenheiro de som por perto para não precisar memorizar as falas”, afirmou o advogado de Michael Kump, um dos ex-empresários de Depp. Esta não é, claro, a pior revelação feita sobre a intimidade do ator nos últimos meses, mas se soma a uma série de polêmicas, que incluem um divórcio escandaloso com a atriz Amber Heard, com direito a vídeo de bebedeira, acusação de agressão e suposta violência doméstica. O ator entrou com um processo contra seus empresários por fraude em janeiro, após descobrir que estava praticamente falido. Os empresários alegaram que os problemas financeiros são resultado de gastança desenfreada. Eles dizem que o estilo de vida do ator é sem noção, “extravagante e extremo”, entre outros detalhes constrangedores, e ainda pretendem cobrar dinheiro que Depp lhes deve. O próximo lançamento do ator é “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que chega aos cinemas em 25 de maio, e ele também estará na continuação de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, previsto para novembro de 2018.

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  • Etc

    Luana Piovani é intimada pela polícia em processo movido por Kadu Moliterno

    24 de abril de 2017 /

    Luana Piovani foi intimada a comparecer à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Rio de Janeiro, na próxima quarta-feira (3/5), para prestar esclarecimentos no processo movido contra ela pelo ator Kadu Moliterno, que acusa a atriz de calúnia, difamação e injúria. O processo foi aberto pelo advogado do ator após Luana citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz usou o seu canal no Youtube para falar sobre machismo e violência doméstica, e lembrou que Kadu foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. “Kadu Moliterno, que já foi meu par, bateu na esposa, ela foi capa da revista ‘Veja’ com a manchete: ‘Não foi a primeira vez’ e não soube de condenação. Continua trabalhando, fazendo novelas, posando com as novas namoradas para as revistas de celebridades”, criticou ela, no vídeo. Veja a íntegra aqui. Por meio de um comunicado enviado por sua assessoria de imprensa, Kadu classificou a atitude de Luana como “desnecessária e desprovida de legitimidade”. “Lamento profundamente a atitude de minha colega, totalmente desnecessária e desprovida de legitimidade, trazer um assunto acontecido há 12 anos atrás e resolvido nos termos legais é passível de processo. Tenho com minha família uma relação de amor e amizade. Atualmente estou casado com uma mulher maravilhosa, cercado de paz, amor cumplicidade e respeito! Estou muito triste, pois essa inconsequência atingiu toda minha família, esposa e amigos!”, disse o ator, atualmente casado com Cristianne Rodriguez. Segundo Jonas Tadeu Nunes, advogado do ator, foram abertas três ações contra Luana Piovani. Além da queixa-crime e uma notícia-crime, Kadu também busca indenização num processo civil. Ele compareceu pessoalmente na delegacia reafirmando a denúncia e por isso a atriz foi intimada para prestar esclarecimentos. Para o advogado, a atriz “extrapolou” em sua declaração. “Ela extrapolou pois poderia até ter falado do Kadu que não teria nenhum problema. Ela poderia ter falado: ‘Conforme já saiu nas revistas, existe esse fato aqui do Kadu com a ex-mulher e etc…’. Ela poderia até ter falado, mas no momento que ela fala: ‘Ele continua por aí, trabalhando, fazendo novelas, posando com as namoradas nas revistas de celebridades, viajando para o Caribe e tal…’, isso se chama ‘Plus’. Ela fez um plus subjetivo indagando a sociedade que ele não deveria estar trabalhando e que deveria estar segregado e repudiado pela sociedade. Então ele não deveria estar trabalhando? Não deveria estar fazendo novelas? Deveria estar segregado, repudiado pela sociedade? Isso carateriza um plus para difamação e injúria e é passível de processo criminal conforme está sendo feito e de reparação cível conforme também já foi feito”, disse Jonas Tadeu Nunes em entrevista para o jornal O Globo. Kadu foi casado durante 15 anos com Ingrid Saldanha, com quem teve três filhos. Eles se separaram em 2006, quando Ingrid acusou o ator de espancamento e chegou a registrar queixa em uma delegacia no Rio. Em 2014, a ex-namorada do ator, Brisa Ramos, relatou que foi agredida três vezes por ele. Ela também chegou a procurar a delegacia para prestar queixa. Entretanto, apesar das duas acusações diferentes, o ator não foi condenado. “Kadu nunca bateu em ninguém, em nenhum momento a Justiça o condenou por lesão corporal. O processo foi julgado e encerrado. Ao comparar Kadu com José Mayer, a atriz o coloca como um costumeiro agressor”, afirmou o advogado.

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  • Série

    King Kong vai ganhar série passada na Ilha da Caveira

    18 de abril de 2017 /

    O sucesso mundial de “Kong: Ilha da Caveira” ajudou a impulsionar a produção da primeira série com atores de King Kong. Mas que não será uma sequência nem terá relação com o filme. Ao menos, não com o filme da Legendary. Os produtores vão basear o projeto na obra do criador de King Kong. Segundo o site The Hollywood Reporter, a ideia é que a série tenha uma protagonista feminina e um grupo de atores multiétnicos, que irão explorar tanto as maravilhas quanto os horrores da Ilha da Caveira. Batizada de “King Kong: Skull Island”, a trama está a cargo do casal Jonathan Penner e Stacy Title, respectivamente roteirista e diretor do terror “Nunca Diga Seu Nome” (2017). “Jonathan e Stacy abordaram um mundo que tem extasiado o público ao longo dos anos e deu-lhe um viés contemporâneo, feminino”, disse o CEO da produtora MarVista, Fernando Szew. “É com grande expectativa que nos associamos com a IM Global Television para trazer esta nova visão emocionante diretamente para as casas dos espectadores.” A IM Global é uma joint venture entre a gigante digital chinesa Tencent e Tang Media Partners, o que garante mercado internacional para a produção. A MarVista, por sua vez, adquiriu os direitos para a produção dos herdeiros de Merian C. Cooper, criador, diretor e produtor de “King Kong” (1933), e de Joe DeVito, ilustrador que está processando os estúdios Warner e Legendary por terem visto e roubado suas ideias para “Kong: Ilha da Caveira”. DeVito trabalhou desde 1992 com a família de Cooper para desenvolver a história de “King Kong: Skull Island”. Seu conceito é a base da nova produção, que ainda não tem canal definido. Uma história em quadrinhos baseada no projeto será lançada em julho pelo Boom!Studios.

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  • Filme

    Sylvester Stallone processa Warner por fraude em filme de mais de 20 anos

    13 de abril de 2017 /

    Sylvester Stallone decidiu processar a Warner Bros por fraude. O astro afirma que o estúdio manipulou números para esconder os lucros da sci-fi de ação “O Demolidor”, lançada em 1993. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o ator alega “desonestidade pura e evidentemente intencional” por parte da empresa na prestação de contas, o que fez com que Stallone e a produtora Rogue Marble não recebessem suas percentagens devidas nos lucros da produção. O processo caracteriza os estúdios de cinema como “notoriamente gananciosos” e as práticas da Warner Bros em particular como “inescrupulosas, antiéticas e ofensivas, e causadora de danos substanciais”. Segundo Stallone, ele deveria ganhar 15% do lucro bruto de “O Demolidor” quando o filme atingisse US$ 125 milhões e 20% se superasse US$ 200 milhões. O longa faturou US$ 159 milhões nas bilheterias mundiais. No entanto, o estúdio teria afirmado ao astro que a produção não tinha rendido lucro e, portanto, nenhum pagamento era devido ao ator. “O estúdio apenas tomou posse do dinheiro devido a Rogue Marble por anos e disse a si mesmo, sem qualquer justificação, que a Rogue Marble não tinha direito a quaisquer lucros”, afirma o processo, referindo-se à produtora de Stallone. Stallone revela que após questionar a contabilidade, um cheque lhe foi enviado no valor de US$ 2,8 milhões. No entanto, ele acredita que um pagamento mais significativo ainda é devido. O processo apela à justiça pelo “fim dessa prática para todos os talentos que esperam ser pagos pelo estúdio pelos frutos de seus trabalho”. Em “O Demolidor”, Stallone interpretava um policial congelado criogenicamente, que acorda em 2032 para perseguir um senhor do crime, interpretado por Wesley Snipes. O filme estreou em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas e ainda gerou adaptações em quadrinhos e videogames.

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  • Etc

    Kadu Moliterno processa Luana Piovani após atriz lembrar caso de agressão contra mulher

    12 de abril de 2017 /

    O ator Kadu Moliterno (novela “A Terra Prometida”) entrou com duas ações contra Luana Piovani (“A Mulher Invisível”), após a atriz citá-lo em um vídeo em seu canal no YouTube. Na ocasião, a atriz lembrou que ele foi acusado de agredir a esposa, comparando seu caso com o de José Mayer, que cometeu assédio sexual contra uma figurinista da Globo. Veja o vídeo aqui. Uma das ações foi uma notícia-crime, aberta em uma delegacia, que pode chamar Luana para depor a qualquer momento. A outra é civil e tem caráter indenizatório: Kadu pede R$ 50 mil de reparação financeira por danos morais. “O Kadu tomou duas atitudes, uma delas foi uma ação por dano moral na 7ª Vara Cível, pedindo uma indenização não para ganhar dinheiro fácil de Luana Piovani, mas para que a Justiça a repreenda e ela entenda que não pode exceder o seu direito de manifestação. Ela não pode agredir, ofender”, disse Jonas Tadeu Nunes, advogado que representa o ator, em entrevista para a revista Veja. “O Kadu foi acusado de agressão, mas nada foi provado. O processo ficou suspenso no Juizado de Violência Doméstica porque não foi demonstrada agressão, tratou-se de um desentendimento mútuo do casal. E, nesse caso, prevalece o que se chama de presunção de inocência”, continua Nunes, citando o caso de 2006, quando Ingrid Saldanha, ex-mulher do ator, saiu na capa de Veja afirmando ter sido agredida por ele. “Na delegacia de polícia, o Kadu fez uma notícia-crime, requerendo uma apuração para verificar se de fato ocorreram, por parte da Luana, os crimes de calúnia, difamação e injúria. A polícia pode remeter o caso ao Juizado Especial Criminal ou, se entender que já tem elementos suficientes para apurá-lo, chamar a atriz para depor, além de convocar o Kadu para ratificar a notícia-crime. Na ocasião, pode ser feita uma uma acareação entre eles”, explicou o advogado. De acordo com ele, a ação indenizatória deve levar até um mês para levar Luana a falar — ela primeiro será citada, terá de apresentar uma contestação e então se apresentar em juízo. Já na delegacia, ela pode ser chamada a qualquer momento. Além do fato de Luana acusar Kadu de uma agressão não provada, o advogado contesta a comparação, feita pela atriz no YouTube, entre ele e José Mayer. “Ela dá a entender que ele é reincidente, como se fosse um costumeiro agressor de mulheres. Ao falar do caso do José Mayer, ela comparou um caso de assédio a um de agressão, casos que não têm relação jurídica. Ele nunca assediou ninguém.” Luana Piovani sugeriu que Kadu Moliterno é reincidente porque o ator sofreu outra acusação depois daquela de Ingrid Saldanha. Em 2014, oito anos depois do caso da ex-mulher, ele se viu acusado pela ex-namorada Brisa Ramos. A atriz usou seu perfil do Facebook para afirmar que, em cinco meses de relacionamento, foi agredida três vezes pelo ator.

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  • Etc

    Atriz brasileira de Jane the Virgin processa bilionário por assédio sexual

    7 de abril de 2017 /

    A atriz e top model brasileira Greice Santo, intérprete de Blanca na série americana “Jane the Virgin”, entrou com um processo contra o bilionário canadense Daryl Katz, por lhe oferecer papel em um filme em troca de sexo. Greice contou ao site da revista Variety que o bilionário a assediou com ofertas insistentes, oferecendo uma fortuna para vê-la quatro a seis vezes por mês e, mesmo diante das recusas, teria transferido US$ 35 mil para a sua conta. Segunda ela, o dinheiro foi doado para uma instituição de caridade. “Muitas mulheres têm medo de denunciar. Eu espero inspirar outras meninas a denunciarem também”, ela disse, afirmando que esse comportamento seria típico de Hollywood. A denúncia foi apresentada em uma corte de Nova York pelo marido de Greice, R.J. Cipriani. Em resposta, os advogados de Katz acusaram o casal de tentar extorquir US$ 3 milhões. Entretanto, ele não negou as acusações de Greice, dizendo que alguns elementos da história contada pela atriz foram mal interpretados. Além de proprietário de uma empresa de produção de cinema e TV, a Aquila Productions, Katz tem diversos negócios e propriedades, incluindo uma companhia de petróleo e um time de hóquei. O assédio começou em novembro de 2015 no Havaí, onde Greice foi participar de um ensaio fotográfico para a revista Viva Glam. Ela foi apresentada ao executivo canadense Michael Gelmon que sugeriu a ela conhecer seu primo, Daryl Katz, que estava no hotel. Greice teria ido encontrar o empresário em seu quarto e ele teria dito que a colocaria em um filme e depois mudou a proposta oferecendo apenas dinheiro. A atriz teria perguntado porque ele queria dar dinheiro a ela e ouviu como resposta: “Estou procurando companheirismo e sexo”. No processo, a atriz declarou que recusou a oferta e saiu. No dia seguinte, ela enviou uma mensagem ao CEO da Viva Glam relatando o ocorrido: “Me ofereceu dinheiro. Não me ofendi. Você tem que jogar o jogo”. O bilionário, no entanto, voltou a entrar em contato com ela e, após a atriz se recusar novamente, recebeu uma mensagem de Michael Gelmon dizendo: “Não faltam supermodelos querendo ficar com o meu primo. Mas ele é muito exigente (…) prefere você”. Após muita insistência e promessas de trabalho, Greice concordou em voltar a se encontrar com Katz, desde que o assunto fosse a carreira dela. Porém, após 30 minutos de conversa, o bilionário voltou a propor sexo em troca de dinheiro. “Eu não sou prostituta”, teria respondido Greice e ido embora. No ano passado, a atriz lançou a campanha “Glam with Greice” em que ajuda mulheres traumatizadas por violência doméstica. Na campanha, a atriz escolheu 12 mulheres vítimas de agressões e promoveu um banho de loja, além de cabelo e maquiagem, com o objetivo de melhorar a auto-estima delas.

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  • Filme

    PT traça estratégia jurídica para usar filme sobre Operação Lava-Jato contra a Operação Lava-Jato

    6 de abril de 2017 /

    O PT pretende aproveitar a produção do filme sobre a Operação Lava-Jato, intitulado “Polícia Federal – A Justiça É para Todos”, para tentar prejudicar a própria Operação Lava-Jato, que investiga a corrupção federal realizada pelo partido político e seus aliados. Para este fim, já traçou uma estratégica jurídica. Na quarta-feira (5/4), três deputados federais do partido anunciaram que entrarão com representações contra agentes da Polícia Federal e contra o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava-Jato, devido ao filme. Os parlamentares disseram ter coletado indícios de irregularidades na ligação deles com a produção do longa-metragem, após o produtor Tomislav Blazic e atores relatarem à imprensa visitas à carceragem da PF e acesso ao material da investigação. Orçado em R$ 15 milhões, a produção também teve armas, uniformes, carros, helicóptero e avião cedidos pela Polícia Federal. De acordo com os deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP), a representação pleiteando a “responsabilização criminal” dos agentes será protocolada na Procuradoria de Combate à Corrupção, em Brasília, na tarde desta quinta (6/4). Os parlamentares acusam os policiais de praticarem crimes de improbidade administrativa, peculato, abuso de autoridade e prevaricação por conta da ligação com o filme. “No direito público, aquilo que não é permitido, é proibido. Não há base legal para que a PF patrocine um filme que relate uma operação que ainda está em curso”, declarou Damous à imprensa. O deputado informou que o produtor do filme e os atores do elenco da produção serão listadas como testemunhas, “para confirmar ou desmentir as denúncias”. Contra Moro, os deputados pretendem acionar o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O juiz, que havia determinado que não houvesse filmagem da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março do ano passado, teria permitido que as imagens fossem cedidas à equipe do filme. Os deputados citaram uma entrevista do ator Ary Fontoura, que interpreta Lula no filme, na qual ele diz que teve acesso ao vídeo produzido pela PF. Acionado pela defesa de Lula no dia 23 do mês passado, Moro determinou que fosse apurada a responsabilidade criminal dos agentes policiais, e escreveu em despacho que “não cabe a este Juízo impor censura a veículos de comunicação ou mesmo à produção de algum filme”. “Ninguém pediu que ele funcionasse como censor. Pede-se que ele funcione como juiz, e que fizesse obedecer e respeitar as suas próprias determinações judiciais. Ele está incorrendo, no mínimo, em falta disciplinar, o que será apreciado pelo CNJ”, disse o deputado Wadih Damous. Os parlamentares também anunciaram que solicitaram a convocação do ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB-PR), na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. “Houve violação do direito à privacidade”, explicou Damous. Os petistas apresentaram ainda requerimentos de pedidos de informação sobre o caso direcionados a Serraglio e ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra, protocolados na Câmara entre os dias 17 e 22 de fevereiro, que até o momento não foram respondidos. No fim do mês passado, o deputado Paulo Pimenta apresentou reclamação ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e ao ministro da Justiça, por conta do descumprimento da Lei de Acesso à Informação por conta da PF. Com direção de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis – , o filme tem estreia marcada para 31 de agosto.

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  • Etc

    Justiça americana se recusa a encerrar processo de 40 anos sem a prisão de Polanski

    4 de abril de 2017 /

    O cineasta Roman Polanski não conseguiu encerrar o caso em que é acusado de estupro de uma adolescente de 13 anos, cometido na década de 1970. A Justiça de Los Angeles negou, na segunda-feira (3/4), o pedido do cineasta para ter garantias de que não seria preso caso fosse ao país espontaneamente dar seu depoimento, reforçando que ele é considerado foragido. Em uma decisão de 13 páginas, o juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior, declarou que Polanski “não pode se aproveitar do tribunal ao mesmo tempo em que o desacata”. Cidadão francês, o diretor de 83 anos passou 48 dias na prisão após fazer um acordo com a promotoria há 40 anos, mas ao receber a informação de que o juiz poderia mudar de ideia e condená-lo a 50 anos de prisão, ele aproveitou a liberdade condicional para fugir para a França, onde vive desde então. Durante uma audiência em março, o advogado de Polanski, Harland Braun, pediu ao juiz decidir se o diretor já havia cumprido sua pena. Em petição, demandou uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977. Deste modo, teria sido sentenciado e cumprido a pena. Mas, após este período, o já falecido juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski estava usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.

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    Amber Heard quer impedir estreia de filme em que sua dublê faz sexo explícito

    2 de abril de 2017 /

    A atriz Amber Heard está disputando na justiça uma briga contra os produtores do filme “London Fields”, que ela não quer que seja exibido. Um comunicado divulgado por seu advogado afirma que ela foi vítima de exploração sexual pelo produtor Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley. “Amber Heard é a mais recente vítima deste casal lascivo e explorador sexual”, disse o advogado da atriz, no texto. Ele explicou que Amber fez várias restrições às cenas de nudez e sexo do filme depois de ler o roteiro. O produtor teria aceitado as exigências da atriz. Mas depois filmou cenas com uma dublê de corpo sem que Amber Heard soubesse. “As filmagens com a dublê de corpo inclui uma cena explícita de sexo pornográfico que Heard nunca teria aceitado em fazer”, garantiu o advogado. Por isso, a atriz tenta impedir a distribuição do filme. O diretor Mathew Cullen também está processando o casal por fraude, por terem incluído sequências controversas na montagem final sem sua autorização. Ele declarou que os produtores não tinham direito de usar seu nome na promoção do projeto. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do ex-marido de Amber, Johnny Depp, em uma pequena figuração. O filme teria première no Festival de Toronto de 2015, mas, ao ver as primeiras projeções, Cullen impediu sua exibição no evento. Desde então, “London Fields” está num limbo de batalhas judiciais.

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    Roteirista de O Vingador do Futuro processa Disney por ter roubado Zootopia

    22 de março de 2017 /

    A animação vencedora do Oscar 2017 teria sido resultado de roubo intelectual. Pelo menos é o que afirma o roteirista Gary Goldman, que está processando a Disney por ter copiado sem permissão seus trabalhos para criar o sucesso “Zootopia”. Goldman não é um roteirista iniciante em busca de holofotes. Ele tem longa carreira em Hollywood e seus créditos incluem “Os Aventureiros do Bairro Proibido” (1987), que vai ganhar um remake com Dwayne Johnson, e “O Vingador do Futuro” (1990), que já ganhou um remake recente. No processo, Goldman alega que a Disney replicou “praticamente na íntegra” os temas, configurações, enredo, personagens e diálogos, assim como o título, de seu conceito “Zootopia”, que ele sugeriu ao estúdio em duas ocasiões distintas: em 2000 e 2009. Em anexo, inclui desenhos desenvolvidos para o projeto (veja abaixo) e o roteiro original que escreveu. Ele alega que as semelhanças são gritantes e ataca a Disney por “uma cultura que não só aceita cópias sem autorização de materiais originais de outros, como encoraja isto”. “Eles fizeram isto com ‘Zootopia’ também, quando copiaram ‘Zootopia’ de Gary L. Goldman.” Em comunicado, a Disney rebateu: “O processo do Sr. Goldman é marcado por acusações claramente falsas. Isto é uma tentativa sem escrúpulos de reivindicar um filme de sucesso que ele não criou e que iremos vigorosamente defender em tribunal”. “Zootopia” arrecadou mais de US$ 1 bilhão mundialmente e se tornou num dos maiores sucessos recentes da Disney. O roteiro do filme é creditado a sete pessoas diferentes, inclusive a seus três diretores: Byron Howard, Rich Moore e Jared Bush. O nome de Goldman não aparece listado entre os criadores da trama.

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    Roman Polanski quer voltar aos EUA para encerrar caso de abuso sexual

    16 de fevereiro de 2017 /

    Roman Polanski planeja voltar aos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira (16/2) seu advogado, que busca encerrar o caso dos anos 1970, em que o diretor é acusado de abuso sexual de uma menina de 13 anos. O advogado do cineasta, Harland Braun, pediu a um juiz do Tribunal Superior de Los Angeles que revelasse uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977, foi sentenciado e cumpriu a pena. Mas após este período o juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suiça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. “Depois que for confirmado o conteúdo, pediremos à corte que reconheça a decisão polonesa que provém do litígio iniciado pelo promotor”, ressaltou Braun, que também busca um acordo de imunidade para o diretor participar da audiência. “Se a corte aceitar o princípio de cortesia, Roman poderá vir a Los Angeles e à corte sem medo de ir para a prisão”, acrescentou. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.

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  • Filme

    Viola Davis e Julia Roberts vão estrelar novo drama de temática racial

    3 de fevereiro de 2017 /

    Duas das atrizes mais populares do cinema americano vão dividir as telas em “Small Great Things”. Viola Davis e Julia Roberts serão as protagonistas do filme, que terá como produtor Marc Platt, do premiado “La La Land”. As informações são do site da revista Variety. Baseado no livro escrito por Jodi Picoult, “Small Great Things” traz a história de um enfermeira negra impedida de cuidar de um bebê devido às ordens dos pais racistas. Quando a criança morre durante o turno dela, ela acaba sendo processada pelo casal por não ter salvo a filha deles. Não está claro qual será o papel de Roberts, mas o mais provável é que ela interprete a advogada da personagem de Davis. As duas atrizes já trabalharam juntas em “Comer, Rezar, Amar” (2010). Picoult, por sua vez, é autora do romance adaptado no filme “Uma Prova de Amor” (2009), com Cameron Diaz e Toni Collette. Em alta em Hollywood, Viola Davis venceu o SAG Award (prêmio do sindicato dos atores) e o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante e é favorita ao Oscar 2017 da categoria por seu papel em “Um Limite Entre Nós”.

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