Eduardo Costa é condenado a pagar R$ 70 mil a Fernanda Lima
O cantor sertanejo Eduardo Costa foi condenado pela Justiça a indenizar a apresentadora Fernanda Lima em R$ 70 mil por danos morais. A decisão proferida pelo juiz Eric Scapim Cunha Brandão, da 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro, deriva de ofensas desferidas pelo cantor nas redes sociais em 2018, após a exibição de um episódio do programa “Amor & Sexo” na Globo, apresentado por Fernanda. Na ocasião, Costa chamou a apresentadora de “imbecil” e alegou que o programa era destinado a “maconheiro, bandido, esquerdista derrotado, e para projetos de artista como ela”. Além disso, convocou seu público a boicotar a atração. Ofensas nas redes sociais As postagens ofensivas de Eduardo Costa surgiram após um episódio do “Amor & Sexo” que abordava temas como machismo, racismo e homofobia. O cantor expressou seu desagrado em sua conta no Instagram, desencadeando uma série de reações nas redes sociais. O juiz, ao proferir a sentença, ressaltou que as declarações do cantor “potencializaram a possibilidade de incitação do discurso de violência” contra Fernanda Lima, associando injustamente a apresentadora a contextos políticos. Decisão judicial Na sentença, o magistrado Eric Scapim Cunha Brandão destacou a necessidade de indenização por danos morais, citando: “Trata-se de ação na qual pretende a autora ser indenizada por danos morais em razão das imputações apontadas como injuriosas, difamatórias e raivosas que teriam sido feitas pelo réu em postagem no Instagram.” Além da indenização de R$ 70 mil, Eduardo Costa foi condenado a arcar com as custas e honorários do processo, totalizando 20% do valor da condenação, o que soma mais R$ 14 mil. Consequências legais continuam Além desta condenação cível, Eduardo Costa e Fernanda Lima também se enfrentam em esfera criminal. O cantor já foi condenado por difamação a oito meses de prisão e 26 dias-multa, equivalente a um salário mínimo. Com a pena considerada leve, houve a conversão para prestação de serviços comunitários. Entretanto, Costa recorreu da decisão, mas teve derrotas em primeira e segunda instâncias. Agora, resta ao cantor a apelação ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou o cumprimento da pena estipulada.
Bauducco cancela campanha após acusação de plágio envolver Juliette e Duda Beat
A Bauducco cancelou a publicidade estrelada por Juliette e Duda Beat em meio a alegações de plágio relacionadas à canção “Magia Amarela”, criada para a campanha. A faixa foi associada à música “AmarElo” de Emicida, despertando controvérsias sobre originalidade. Entre as semelhanças apontadas estão a identidade visual, como fonte, cor, vitrais e a relação entre “amor” e “elo”/”ela”. A acusação de plágio foi feita por Evandro Fióti, CEO da Lab Fantasma e irmão de Emicida, que expressou sua indignação sobre o caso, mencionando o longo caminho que ele e seu irmão percorreram para ganhar um Grammy com “AmarElo”. “A gente levou 12 anos pra ganhar o Grammy e o trabalho que a gente ganhou o Grammy acabou de ser roubado conceitualmente. Tem noção do ódio que isso gera? Tem noção da vontade que dá de botar fogo em tudo?”, desabafou em uma live no Instagram. Fióti ainda revelou que a Bauducco havia negociado com eles inicialmente, mas que não chegaram a um acordo devido a questões de cronograma e financeiras. Ele reforçou que a crítica era direcionada à marca e não às cantoras, e mencionou que seu departamento jurídico já estava trabalhando no caso. Explicação da marca A campanha intitulada “Magia Amarela” tinha como objetivo celebrar a cor amarela, que é icônica para a Bauducco e tem sido uma característica marcante na identidade visual da marca há mais de três décadas. “A música ‘Magia Amarela’ foi criada para fazer parte de uma campanha de mesmo nome da Bauducco, com o objetivo de celebrar o amarelo, icônico e característico da sua identidade visual, presente nas embalagens e comunicações da marca há mais de 30 anos, além de unir conceitos também historicamente propagados: família, união, encantamento e comunhão. Reforçaria ainda a assinatura utilizada nas campanhas da marca: ‘Um sentimento chamado Família'”, explica a Bauducco. A marca ressaltou que Juliette e Duda Beat foram escolhidas para a campanha devido à amizade e afinidade entre elas, mas que suas participações limitaram-se à interpretação da canção. “A escolha das cantoras Juliette e Duda Beat refletiu o propósito da campanha: são duas artistas que já tinham uma amizade e formam ‘uma família’ com base nos laços de afeto, de afinidade e da arte. É importante ressaltar que a participação das cantoras se restringiu à interpretação da música-tema, sem vínculo com a criação da campanha.” Diante dos questionamentos, a Bauducco afirmou que continuará dialogando com os artistas envolvidos, expressando respeito e admiração por eles. A marca também sinalizou que em futuras oportunidades voltará a celebrar sua cor icônica e sua mensagem de união, sem dar mais detalhes sobre os planos futuros para a campanha “Magia Amarela”.
Juliette e Duda Beat são envolvidas em acusação de plágio de Emicida
Juliette e Duda Beat foram envolvidas numa denúncia de plágio de “AmarElo”, um dos principais sucessos do rapper Emicida com participações especiais de Majur e Pabllo Vittar. A polêmica acontece por causa de novo trabalhos das cantoras, “Magia Amarelo”, lançado na madrugada desta quarta-feira (18/10). Segundo o diretor, produtor e compositor Evandro Fióti, irmão de Emicida, as obras musicais apresentam semelhanças nítidas entre si, principalmente na letra das artistas que diz: “Família, amigos/mais cores pra nós/sorte de quem prova essa magia/a cor da vida é ‘amar elos’ reais”. “Sabe apropriação e tudo aquilo que a gente discursa sobre ética? Então, esse mercado tem bem pouco. Sem criticar as artistas que inclusive admiro. Mas nosso jurídico vai trabalhar!”, escreveu no Twitter/X. “Estou indignado. Vou explicar esse contexto dessa apropriação, plágio e mais uma vez falta ética nesse mercado vindo em sua maioria (mas não somente) de pessoas brancas. E reafirmo essa crítica é coerente e vai no lugar certo. Não quero hate em cima da Juliette ou Duda”, escreveu Fióti em outro post. Diante da polêmica, a equipe de Juliette emitiu um comunicado em que tenta afastá-la da crise. “Informamos que a música ‘Magia Amarela’ faz parte de uma campanha publicitária e que Juliette foi contratada como uma das intérpretes para este trabalho audiovisual. A equipe da cantora está em contato com os contratantes responsáveis pela criação e produção da campanha para mais esclarecimentos”, diz a nota oficial publicada nas redes da vencedora do BBB 21. O detalhe é que até então Juliette não tinha comunicado que a música era parte de uma campanha. Ela fez toda a divulgação do lançamento como uma música oficial de sua carreira, sem fazer qualquer menção à publicidade. Para piorar a situação, a mesma marca tinha negociado antes usar “AmarElo”, de Emicida, mas não chegaram a acordo. “Essa marca negociou com a gente, só que a gente não chegou num acordo tanto por cronograma, quanto por prazo, quanto por questões financeiras, porque a verba que eles tinham não justificava a entrega que a gente tinha que fazer”, explicou Fióti, que não citou nomes, mas depois compartilhou novas publicações que citavam a Bauducco. Sabre apropriação e tudo aquilo que a gente discursa sobre ética? Então, esse mercado tem bem pouco.Sem criticar as artistas que inclusive admiro. Mas nosso juridico vai trabalhar! https://t.co/0j4hYOTTrJ — Evandro (@fiotioficial) October 18, 2023 Estou indignado. Vou explicar esse contexto dessa apropriação, plágio e mais uma vez falta ética nesse mercado vindo em sua maioria (mas não somente), de pessoas brancas. E reafirmo essa critica é coerente e vai no lugar certo, ñ quero hate em cima da Juliette ou Duda. — Evandro (@fiotioficial) October 18, 2023 O que mais escancara a gravidade do plágio é copiar em absolutamente tudo da obra do Emicida. Não é só a fonte ou os vitrais, é tudo. Apesar do rap (e o Emicida) alcançar grandes patamares, a indústria ainda tira o gênero pra nada. Faz apropriação descarada, sem medo. https://t.co/dOryJG4kfI — Felipe Mascari (@felipemascari) October 18, 2023 Aquele parabéns pela “Originalidade” e “Diversidade” se isso ñ é o pacto, o que seria?Esse mercado não surpreende a gente em nada. https://t.co/QFl6LTTSwQ pic.twitter.com/T9atyjbTyE — Evandro (@fiotioficial) October 18, 2023
Latino sofre processo judicial e pode ter mansão leiloada
A Justiça expediu um termo de penhora referente ao apartamento de Latino, localizado na Barra da Tijuca (RJ). Em julho deste ano, o cantor tentou parcelar a dívida milionária que possui com o Condomínio Quintas do Rio, mas a administração rechaçou a proposta por receio de descumprimento do pagamento. As informações foram dadas pela colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles. A medida judicial tenta garantir que Latino irá quitar a dívida que ultrapassa R$ 664 mil, em decorrência do não-pagamento de uma série de obrigações com o imóvel. No entanto, o artista não concorda com o termo de penhora e disse que foi executado de forma incorreta. Nos autos do processo, Latino alegou que a penhora realizada em março deste ano foi feita acima do valor correto, já que ele havia depositado R$ 230 mil à Justiça. Vale destacar que a parcela foi depositada sem a homologação do trato final entre as partes. Morador caótico? Diante da insatisfação do artista, a Associação dos Moradores Quintas do Rio afirmou nos autos que Latino vive tentando tumultuar e travar o processo judicial. Em dada situação, o cantor descumpriu um acordo fechado em que ele deu o imóvel como garantia da dívida. Logo, não existiria razão para questionar a penhora. A Associação ainda pediu que a Justiça impeça o artista de realizar depósitos de forma aleatória, além de exigir a homologação do laudo do apartamento para que o leiloeiro seja intimado o mais rápido possível. Em junho deste ano, o imóvel foi avaliado em mais de R$ 7 milhões por um perito. No final de setembro, Latino afirmou que não teve a intenção de bagunçar o andamento do processo e que estava tentando evitar eventuais erros futuros.
Justiça aguarda provas de Anitta em processo movido por fã idosa
Anitta recebeu um prazo de 15 dias para comprovar uma alegação feita no processo aberto por uma fã idosa, que foi exposa sem consentimento em “Anitta: Made In Honório” (2020). A Justiça do Rio de Janeiro busca entender se a mulher teria invadido o local, como é retratado no quinto episódio da série documental. No processo aberto pela fã idosa, a defesa de Anitta alegou que as imagens do circuito interno da residência foram perdidas devido ao decurso do tempo e sobreposição das gravações. No entanto, o juiz Josué de Matos determinou no início de setembro que a cantora apresente provas sobre a situação. O magistrado afirmou que a apresentação do material bruto seria “prova relevante” na ação judicial movida por Maria Ilza de Azevedo, que acionou à Justiça por uso indevido de imagem, além de confirmar a viabilidade da produção dessa prova no processo. O juiz ainda ressaltou que “superada a alegação de falsidade material do documento, subsiste a tese de falsidade ideológica, na qual se inserem as questões do momento em que o documento foi assinado pela autora e se a mesma foi induzida a erro, ou submetida a coação”. Processo judicial Maria Ilza de Azevedo abriu um processo judicial por ter sido exposta sem consentimento em “Anitta: Made in Honório” (2020), a série documental sobre a artista disponível na Netflix. A fã idosa aparece no quinto episódio, onde ela é retratada como alguém que invadiu o condomínio da cantora no Rio de Janeiro, no dia da apresentação no festival Rock in Rio. O advogado de Maria Ilza, Gabriel de Paula Ferreira, diz que ela foi autorizada a entrar na mansão de Anitta e que, pela forma como foram veiculadas as cenas, a cliente sentiu-se ridicularizada. A assessoria de imprensa de Anitta ainda não se pronunciou sobre a situação.
Ex-BBB Paulo André é processado por expor funcionária de hotel sem autorização
O atleta Paulo André, conhecido por sua participação no “BBB 22”, virou réu em um processo judicial. O caso teve início em maio, quando ele publicou stories em seu perfil no Instagram expondo o rosto de uma funcionária de um hotel sem sua autorização. O que aconteceu? Na ocasião, a funcionária havia entregue ao ex-BBB um par de óculos que ele havia perdido. Ao recebê-los, Paulo André agradeceu, filmando a interação e compartilhando em sua rede social. A funcionária, ao se deparar com a exposição não autorizada, expressou sua insatisfação publicamente, o que desencadeou uma série de eventos que culminaram no processo judicial. Ela mencionou que, embora Paulo André tenha aparecido simpático no vídeo, ele nem sequer olhou para ela enquanto filmava, o que foi percebido como uma falsa simpatia para com ela. O descontentamento da funcionária não passou despercebido e foi capturado por uma página de fofocas no Instagram chamada “Babados Capixabas”. Essa página compartilhou as queixas da funcionária, expondo ainda mais a situação e, consequentemente, a identidade da mulher, que começou a receber atenção não desejada e negativa, sendo atacada pelos fãs do ex-BBB. Diante da repercussão, a funcionária decidiu buscar reparação legal, processando Paulo André e a moderadora da página “Babados Capixabas” por danos morais. Ela relata que foi alvo de ofensas e teve sua imagem exposta, causando-lhe “danos imensuráveis”, e busca uma indenização de R$ 26.400 pela exposição não autorizada e pelos danos subsequentes que sofreu. Paulo André não se manifestou sobre o processo até o momento, enquanto a suposta moderadora da página, Paula Albini Azevedo, negou ser responsável pela página e está colaborando com a justiça para identificar os verdadeiros proprietários da página de fofocas. Histórico de controvérsias Esta não é a primeira vez que Paulo André se vê envolvido em controvérsias por suposta falta de simpatia. Ano passado, o atleta foi apontado como arrogante por participantes da “Farofa da Gkay” e, em outra situação, o influencer Yarley também relatou uma experiência negativa com o ex-BBB.
Jojo Todynho processa Val Marchiori por gordofobia
A cantora Jojo Todynho acionou judicialmente Val Marchiori, requerendo R$ 50 mil por danos morais, decorrentes de comentários gordofóbicos proferidos pela socialite em suas redes sociais. A informação, inicialmente veiculada pelo jornal O Globo, revela mais um capítulo de animosidade entre as celebridades. O caso está em trâmite na 1ª Vara do Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo. Desentendimentos anteriores As brigas entre Jojo e Val datam de 2018, quando a cantora foi nomeada uma das Musas do Baile Vogue, desagradando Marchiori nos bastidores do evento. “Tá louca? Tantas mulheres guapas, lindas, por aí! Qual o critério? Acho ela o máximo, assim… Mas musa, eu não sei!”, exclamou Marchiori, que continuou sua explanação no programa TV Fama, da RedeTV!, defendendo que musas, para ela, seriam personalidades como Sabrina Sato ou Luciana Gimenez. “Não é por ela ser negra ou acima do peso, até porque sou zero preconceito. Só não acho ela (sic) musa”. Jojo Todynho, por sua vez, não deixou os comentários passarem em branco. “Cada um com seus problemas. Ela saiu na [revista] Vogue? Porque eu saí”, retrucou Jojo, no “Programa do Porchat”, na Record TV. Em 2019, a socialite voltou a alfinetar a cantora, referindo-se a ela como “mulher tola” e lamentando a falta de conciliação entre ambas. A motivação do processo A rixa se acirrou em agosto deste ano, quando Marchiori sugeriu que Jojo deveria se submeter à cirurgia bariátrica e fez comentários jocosos sobre a vida sexual da cantora com o ex-marido, Lucas Souza. “Imagina Jojo em cima daquele ex-marido? Meu Deus. É a mesma coisa que espremer, sei lá, uma laranja. Imagina Jojo por cima? Não dá”, debochou a socialite. Jojo reagiu aos comentários, defendendo-se e aludindo às ofensas sofridas: “Um bom dia especial para você Val, que se incomoda comigo até hoje por ter sido musa do Baile do Vogue e posado (para a revista). E você que é a mulher padrão maravilhosa nunca foi chamada. Deixa eu te falar uma coisa. Eu adoro ser laranja, porque adoro ser chupada. Agora, maracujá-de-gaveta, hein!? Maracujá dá sono e nem todo mundo curte o suco.” Na sequência, a cantora pontuou sua indiferença em relação às opiniões alheias e reiterou a confiança em sua advogada para conduzir o caso judicial: “Graças a Deus, não preciso ir pra podcast falar de ninguém. Sabe por quê? Quero que se fod*. Me preocupo com minha vida, comigo. Estou nem aí. As pessoas têm prazer de me cutucar, porque meu brilho incomoda”. E continuou: “Minha advogada é muito bem paga para fazer o trabalho que ela exerce com excelência. O negócio dela é mostrar o que é ser advogada na prática”.
Anitta é processada por compartilhar meme nas redes sociais
Anitta enfrenta processo judicial movido por Poliana da Silva Ribeiro, promotora de vendas de 28 anos, que reivindica indenização de R$ 150 mil por uso indevido de imagem, danos morais e materiais. Segundo o processo que corre na 7ª Vara Cível da Barra da Tijuca, a cantora teria utilizado uma coreografia de Poliana e de suas cinco amigas, criada em 2012, para promover seu álbum “Version of Me”, lançado dez anos depois. A coreografia, batizada de “Wislania” e também conhecida como “Lannah”, foi realizada quando as jovens ainda eram adolescentes e integravam o grupo “Cia Fissura”. A cantora compartilhou o vídeo em suas redes sociais e ele viralizou como meme. Na legenda, Anitta chamou atenção para seu novo disco, antes de falar da música do vídeo: “Hahahahahhahahha já escutou ‘Versions of Me’ hoje? Essa música é a Gata com Chencho Corleone e esse funk no final que o Dennis DJ deixou no piquizin Brasill”. Detalhes do processo Só que Poliana alega que Anitta divulgou o vídeo sem autorização com o intuito de “chamar a atenção pela coreografia feita pelas jovens e obter lucro com o lançamento do álbum”. Até ser retirado da página da cantora, o vídeo contabilizava mais de 6 milhões de visualizações. A ação segue em trâmite na 7ª Vara Cível da Barra da Tijuca e ainda não tem data definida para julgamento. A autora do processo expressou interesse em uma audiência de conciliação. Além de Poliana, outra integrante do grupo, Lannah Rodrigues, também pretende entrar com processo, alegando que não se trata de simples compartilhamento de meme, mas de usar o trabalho delas para promover um produto comercial – o disco de Anitta – sem autorização. Enquanto isso, Anitta prepara o lançamento de seu novo single “Mil Veces”, previsto para o dia 19 de outubro.
Felipe Neto comemora vitória final contra Antonia Fontenelle na Justiça
Felipe Neto celebrou a vitória definitiva em seu processo judicial contra Antonia Fontenelle. O influenciador digital anunciou nesta quarta-feira (11/10) que Fontenelle perdeu o último recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) e terá de pagar uma multa de R$ 76 mil, além de R$ 20 mil em honorários sucumbenciais. “A justiça pode demorar, mas ela é o único caminho possível. Acreditem na justiça”, declarou Felipe Neto em sua conta no X (antigo Twitter), incluindo uma notícia sobre a decisão. O STF julgou o último recurso de Fontenelle e, com a decisão, ela deixa de ser réu primária. Contexto da disputa judicial O processo teve início quando Antonia Fontenelle acusou Felipe Neto de ser o “câncer da internet” e de ser um “canalha”. Além disso, insinuou que ele incentivava crianças a acessar a “deep web”. Em resposta, Felipe Neto entrou com uma ação por injúria. A justiça pode demorar, mas ela é o único caminho possível. Acreditem na justiça.https://t.co/97w4qCdIoQ pic.twitter.com/pa2erE4ndL — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) October 11, 2023
Felipe Neto fala de ameaças e plano de fuga para evitar “execução”
O youtuber Felipe Neto expôs em entrevista ao podcast PodPah, nesta terça (10/10), o peso emocional e as consequências de se posicionar politicamente contra Jair Bolsonaro. Desde 2018, quando começou a criticar o então candidato à presidência, Neto enfrenta ameaças que o levaram a retirar sua mãe do Brasil e a contratar serviços de inteligência para monitorar riscos à sua integridade física. O influenciador digital detalhou que possui até um plano de fuga. “Eu tenho inteligência de segurança, não é só segurança física. Tenho inteligência para poder mapear se alguém está planejando alguma coisa séria, se alguém está planejando alguma execução”, afirmou. Emoção e medo Felipe se tornou um dos principais alvos de ataques da extrema-direita nas redes sociais, especialmente após apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. “Passei por coisas que nenhum ser humano deveria passar. Ser chamado de tudo o que eu fui, ameaças de morte, tive que tirar minha mãe do país. Sinto falta de andar na rua sem segurança, porque as pessoas que discordam de mim aceitam. Mas não vai rolar”, relatou. Ele lamentou a polarização política que impede um debate saudável nas redes sociais. “Queria que a galera pudesse lutar contra. Quando vi, estava tomando tiro de todos os lados. Isso em 2018, e nunca mais parou.” Emocionando-se, ele disse durante a entrevista que perdeu o direito de viver sem medo após resolver se manifestar politicamente. “Sinto falta de não ter medo. Fui pra Portugal e eu pude ver, depois de quase cinco anos, o que é viver sem medo”, desabafou. Processos e acusações Durante o governo de Bolsonaro, Neto enfrentou processos judiciais por corrupção de menores, devido ao uso de palavrões em vídeos antigos, e por crime contra a segurança nacional, após criticar o então presidente. “Tentaram me prender por crime contra a segurança nacional, quando eu xinguei o presidente, aí também respondi a processo criminal do Estado… Os dois [processos] no criminal, se eu perder, tô preso”, explicou. Ele riu sem graça: “Eu não imaginava que eu fosse ficar emocionado. São quase 5 anos e a galera mistura muitas coisas. Quando eu entrei nessa pegada social e política, eu não imaginava que isso fosse acontecer. Eu imaginava que a classe artística ia se unir. E isso não aconteceu”.
Lucas Souza é processado por advogado do divórcio de Jojo Todynho
O ex-militar Lucas Souza, atualmente confinado no reality show “A Fazenda 15”, está sendo processado por seu ex-advogado, Angelo Carbone. O profissional, que conduziu o divórcio de Lucas com a cantora Jojo Todynho, alega que não recebeu pagamento pelos serviços prestados. As informações foram divulgadas pela colunista Mariana Morais, do Correio Braziliense. Angelo Carbone entrou com uma ação judicial exigindo o pagamento dos honorários e uma indenização por danos morais. Segundo o advogado, Lucas Souza não assinou o contrato de honorários, mesmo após o processo de divórcio ter sido iniciado. “Ele me contratou para fazer esses processos. Na época, ele ficou sentado aqui no meu escritório e fez todos os processos junto comigo. Ele pegou contrato de honorários para assinar, e na correria levou o contrato embora e não assinou”, declarou Angelo. Acusações O caso ganha contornos ainda mais complexos com as alegações de Angelo Carbone de que Lucas Souza fez falsas acusações contra ele. “Ele começou a falar pra todo mundo que eu coloquei coisas que ele não tinha falado. O que é um absurdo, porque além de eu ler pra ele pessoalmente (a petição inicial do processo), ele também leu e assinou tanto a petição quanto a procuração”, afirmou o advogado. Lucas Souza teria trocado de advogado durante o processo. “Veio um advogado, me destituiu, e ele não pagou. O que acho estranho é que ele não tinha a parte intelectual e jurídica, se aproveitou do meu escritório, não pagou e ainda passou o processo para outro advogado”, disse Angelo Carbone. O ex-militar perdeu a ação inicial, mas Angelo voltou a acioná-lo na Justiça por não concordar com o valor estipulado pela Justiça. Ele quer R$ 20 mil pelos honorários não pagos e mais R$ 10 mil por danos morais.
Coldplay e ex-empresário se acusam em processos de milhões
A banda britânica Coldplay e seu ex-empresário Dave Holmes entraram em uma batalha judicial envolvendo milhões de libras. Holmes, que gerenciou o grupo de 2005 a 2022, reivindica £ 10 milhões, aproximadamente R$ 63 milhões, em comissões relacionadas a dois álbuns ainda não lançados. Em contrapartida, o Coldplay pede £ 14 milhões, cerca de R$ 88 milhões, alegando má gestão de recursos e acúmulo de custos durante turnês sob a administração de Holmes. Acusação do Coldplay Segundo documentos judiciais citados pelo jornal britânico The Times, o Coldplay acusa Holmes de ter usado sua posição para obter empréstimos no valor de US$ 30 milhões, aproximadamente R$ 154 milhões, da produtora de shows Live Nation. “Até onde sabemos, o Sr. Holmes usou o dinheiro obtido pelos acordos de empréstimo para financiar um empreendimento imobiliário em Vancouver, no Canadá”, afirmou a banda. Defesa de Holmes A defesa de Holmes rebate as acusações, classificando-as como um gesto desesperado da banda para desviar a atenção do processo original. “Acusar Dave Holmes de falhas éticas inexistentes e outros comportamentos inventados não desviará a atenção do verdadeiro problema em questão — o Coldplay tinha um contrato com Dave, eles se recusam a honrá-lo e precisam pagar a Dave o que lhe devem”, afirmam os advogados do empresário.
A Fazenda | Rachel vai processar Cariúcha por denúncia falsa de racismo
Rachel Sheherazade revelou na tarde deste sábado (7/10), em “A Fazenda 15”, que pretende processar Alessandra Cariúcha por denúncia falsa de racismo e tentativa de agressão física. A declaração ocorreu durante uma conversa com Kally Fonseca, Nadja Pessoa e Jaquelline Grohalski no Rancho do Fazendeiro, espaço dentro do programa da Record TV. Acusações, ofensas e cuspe Rachel relembrou episódios em que Cariúcha a chamou de “vadia” e fez acusações de racismo contra ela. “Eu vou processar por denúncia falsa de racismo, porque não cometi racismo, e ela diz que eu cometi racismo. Ela me chamou de vadia, veio pra cima de mim, dois caras que tiveram que segurar ela. Tentativa de agressão física, não vou desculpar”, afirmou a jornalista. A tensão entre as duas participantes não se limitou a palavras. Sheherazade também acusou Cariúcha de cuspir em seu rosto de forma intencional. Quando questionada por Nadja se o cuspe teria sido acidental, Sheherazade foi enfática: “Não, querendo. Para me provocar, claro”. Cariúcha pediu desculpas Antes do início da festa de sexta (6/10), Rachel contou para André Gonçalves e Lucas Souza que Cariúcha a tinha procurado para pedir desculpas por tê-la chamado de “vadia”. A iniciativa foi sugestão de André, para encerrar o clima inamistoso na Sede do reality. “Eu, sinceramente, não acredito no arrependimento dela. É puro jogo”, avaliou Rachel. “Eu teria que ser muito ingênua para acreditar que a pessoa pôs a mão na consciência e se sentiu arrependida. Nem tocou na história do racismo”, disse, lembrando a acusação de Cariúcha, baseada numa distorção de fala que foi desmentida ao vivo por Adriane Galisteu. “Eu ouvi e falei ‘ok, segue o jogo’. Não acredito em nenhuma palavra, mas vou seguir respeitando, falando bom dia e boa tarde. O básico. Eu já fui muito ingênua na vida”, concluiu Desculpas porquê? Na última dinâmica da discórdia, que aconteceu no domingo (1/10), Rachel e Cariúcha discutiram e a funkeira chamou a jornalista de “vadia”. Ela ainda afirmou que a jornalista era uma “patricinha mimada”, “hipócrita”, “falsa” e “cobra”. Então foi para cima da rival, que falou para ela não cuspir pois poderia ser expulsa. Na formação da Roça na noite de terça (3/10), Cariúcha distorceu a fala de Rachel, acusando-a de ter dito para ela não cuspir pois poderia pegar uma doença. E ainda acrescentou: “É porque eu sou preta?” A fala foi desmentida na quarta (4/10), por Adriane Galisteu, após a Record TV mostrar o VAR, deixando Cariúcha sem discurso. Na madrugada de sexta-feira (6/10), André aconselhou a funkeira a se desculpar. “Acho que a única coisa que seria um movimento nobre seu para o público é chamar a Rachel. Sobre ter falado que ela é vadia. Poxa, ela tem uma filha”, disse o ator. Cariúcha concordou com a sugestão e admitiu ter se arrependido de ofender a jornalista: “Eu me arrependi na hora que falei [que ela era vadi*]. Amanhã vou conversar com ela”, declarou a funkeira, que cumpriu a promessa.











