Humorista processa Fernando Holiday e Nikolas Ferreira por fake news
A humorista Virgínia Álvares abriu um processo contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o vereador de São Paulo Fernando Holiday (PL-SP) por danos morais. Na ação, que corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), ela acusa Holiday de ter criado uma fake news e Nikolas de ter ajudado a espalhar. Virgínia pede uma indenização de R$ 90 mil de cada um. A notícia falsa trazia um vídeo da humorista com o ministro da Justiça, Flávio Dino, para alegar que, ao contrário do que havia afirmado, Dino teria se encontrado com a chamada “Dama do Crime”. Espalhada pelas redes sociais com impulsionamento de bolsonaristas, a postagem viralizou. Entretanto, era fake news. A tal “Dama do Crime” se chama Luciane Barbosa Farias. Ela é esposa traficante Tio Patinhas, líder do Comando Vermelho no Amazonas, e virou notícia em novembro passado por ter feito reuniões com integrantes do Ministério da Justiça, por indicação do governo da Amazônia (do União Brasil). Luciane nunca se encontrou com Flávio Dino. O vídeo original do encontro entre Virgínia e Flávio Dino foi publicado nas redes sociais da humorista no dia 27 de julho. Segundo o processo, Fernando Holiday publicou o vídeo de Dino com a humorista em novembro. Junto do vídeo, ele escreveu: “Flávio Dino mentiu ao dizer que nunca se reuniu com a ‘dama do tráfico'”. A postagem foi feita nas redes sociais e no TikTok. Quando a notícia começou a ser desmentida, ele exclui as postagens, mas ela já tinha se espalhado e sido multiplicada à exaustão. Os dois políticos processados são contra a aprovação do projeto de lei que transforma fake news em crime. Reação de Virgínia Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a comediante revelou que a fake news foi disseminada “num dos momentos mais difíceis” de sua vida, quando ela estava na UTI com sua filha. “E hoje esses dois rapazes estão na internet falando da Choquei, por causa do quê? Da fake news. Quem são eles, né?”, disse, com lágrimas nos olhos. “Cada um sabe o que passa”. Os advogados da humorista, Maria de Lourdes Gonçalves Lopes e Carlos Alberto Benites, disseram à imprensa que essa será “apenas a primeira ação” de uma série, que ainda será distribuída e tem como alvo outros parlamentares e veículos de comunicação que propagaram a fake news. Eles afirmam que solicitaram na ação para que os conteúdos excluídos dos impulsionadores seja entregue pelas redes sociais. Reação dos políicos Em nota, Fernando Holiday disse que “reconheceu o equívoco” ao apagar o post de suas redes. Ele disse que está disposto a se retratar publicamente, mas considera a medida judicial “um exagero”. Já Nikolas Ferreira afirmou que não tem nada a ver com o caso e que nenhuma publicação sobre ela consta em suas redes sociais. “Até o momento não houve qualquer citação judicial, por isso não há qualquer pronunciamento a ser feito. Ainda assim, gostaria de reforçar que reconheci o equívoco da publicação quando apaguei o post de minhas redes sociais. Estou disposto a publicar uma retração se assim for necessário, mas considero qualquer medida judicial um exagero”, disse Holiday. “Só resta ser um engano da parte da humorista em processar o Deputado, pois não há nenhuma postagem, citação ou imagem dela em suas redes. Deputado Nikolas inclusive postou alertando sobre essa fake news que estavam divulgando. Estamos abertos para esclarecer tais fatos para a parte autora”, disse Nikolas por meio de sua equipe. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Virgínia Álvares (@vialvares)
Choquei é investigada por indução ao suicídio de Jéssica Vitória Canedo
O perfil Choquei está sendo investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais devido à morte da Jéssica Vitória Canedo, que tirou a própria vida após ser vítima de uma fake news sobre um possível relacionamento amoroso com o influenciador Whindersson Nunes. De acordo com o delegado Felipe Monteiro, responsável pelo inquérito, foi solicitada a quebra de sigilo das páginas do veículo nas redes sociais. A tentativa de enquadramento é por suspeita de indução ao suicídio. Outras páginas que compartilharam a notícia falsa também estão sendo investigadas. “Para dar prosseguimento à investigação, que avalia o crime doloso de indução ao suicídio, estamos aguardando a aprovação do pedido de quebra de sigilo das contas das contas do veículo nas redes sociais. Também estamos avaliando quem serão as próximas pessoas interrogadas”, afirmou o delegado ao jornal O Globo. O que fez a Choquei O texto original da Choquei citava o perfil Garoto do Blog com fonte da notícia. “Veja: o perfil Garoto do Blog no Instagram divulgou prints de uma conversa do humorista Whindersson Nunes com uma mulher de Minas Gerais. A garota teria enviado os prints para uma amiga, que divulgou nas redes sociais”. Além desse texto foram publicadas fotos de Whindersson e dois prints de mensagens do Whatsapp, que eram falsos. Em outra postagem com mais dois prints, a Choquei ainda afirmou: “Na sequência, o humorista estaria disposto a pagar para a moça encontrá-lo para ‘distrair a cabeça'”. Não há uma indução literal a suicídio nos textos, que não citam o nome de Jéssica (ela foi “descoberta” por outros perfis), mas a notícia falsa fez com que a jovem passasse a ser assediada, sofrendo bullying virtual. Diagnosticada com depressão, ela não aguentou e tirou a própria vida. O caso ampliou a discussão em torno da transformação de fake news em crime, porém há quem argumente que as leis atuais podem punir os responsáveis. A abertura do inquérito servirá para comprovar se é possível responsabilizar fake news por suicídio. Processo da família de Jéssica Além desse enquadramento, a família de Jéssica teria “interesse em instaurar um inquérito por crime contra a honra”, segundo o delegado Monteiro. Crimes da espera privada só podem ser abertos pela família ou a própria vítima, mas até o momento não houve “uma ação efetiva dos familiares”, confirmou o policial. Ao Globo, o advogado da família confirmou que eles colhem provas para enquadrar a conduta da página em outros crimes na justiça, além do que está sendo investigado no atual inquérito. No caso, haveria tentativa de enquadrar a postagem num dos três crimes previstos de ofensa à honra: Calúnia (mentir sobre cometimento de crime), Difamação (ofender a reputação) e Injúria (desqualificar e atingir honra e moral). Não houve relato falso de cometimento de crime e sim de um suposto affair, o que já eliminaria calúnia. A acusação buscaria, portanto, provar que a exposição dos prints falsos seria difamação e/ou injúria. O enquadramento é possível, mas mais difícil de ser comprovado sem que fake news seja considerado crime. Evolução do inquérito Na quinta-feira (28/12), Raphael Souza, dono da Choquei, deu depoimento à polícia. Num texto publicado nas redes sociais, a Choquei afirmou que ele “apresentou fatos e documentos que contribuem para elucidar o episódio e dar a real dimensão do papel da Choquei no caso”. Outros veículos, que também publicaram a notícia falsa de que Jessica teria um relacionamento amoroso com o influenciador Whindersson Nunes, estão sendo convidados pela Polícia Civil a dar depoimento.
Cacau Protásio é alvo de ataques após vencer processo por preconceito
Isto é Brasil. Cacau Protásio virou alvo de ataques preconceituoso após vencer um processo por… ataques preconceituosos. A atriz expôs no Instagram as ofensas que recebeu devido à decisão judicial que lhe garantiu indenização de R$ 80 mil pelo Estado do Rio de Janeiro. Ela será indenizada por ofensas feitas por bombeiros em 2019, durante as filmagens do longa-metragem “Juntos e Enrolados”, no qual interpretou uma integrante da corporação. Cacau compilou uma série de comentários pejorativos em um vídeo publicado no Instagram. Na legenda, ela desabafou sobre o racismo no Brasil. “Tenho que provar que sou boa todos os dias. Tenho que falar baixo, se não sou chamada de agressiva ou barraqueira. Sou injustiçada, ofendida e agredida, mas eu ainda estou errada. Pagam para assistir à comediante branca, e poucos são os que pagam para assistir a uma preta”, desabafou. A estrela do sitcom “Vai que Cola” ainda aproveitou para apontar a falta de oportunidades no mercado e desabafou: “A Justiça para alguns, não pode ser favorável pra uma preta. Se eu faço certo, eu estou errada, se eu não faço, eu estou errada. Se eu estou errada então, eu sou massacrada. Que merd@ gente! Só quem é preto sabe do que eu estou falando…”. “Sou mulher, sou preta, sou gorda. Deus, muito obrigada por me trazer assim ao mundo”, continuou. “E outra, aos ignorantes, não achem que internet é terra sem lei”, completou. A Justiça do Rio deu razão à atriz, que foi ofendida durante a filmagem de cenas previamente autorizadas de “Juntos e Enrolados” num quartel de bombeiros da capital fluminense. Após os trabalhos, ela foi surpreendida com áudios e vídeos com ofensas racistas e gordofóbicas, disparadas por bombeiros do local. Na ocasião, a corporação lamentou o caso e disse que não compactuava com qualquer ato discriminatório. Dois bombeiros foram punidos. Um deles ficou preso durante três dias e o outro durante dez. Em entrevista ao jornal O Globo, ela confessou que quase desistiu do filme e precisou fazer terapia após a repercussão das ofensas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cacau Protasios (@cacauprotasiooficial)
Universal terá que indenizar surfista brasileiro que apareceu em “Jurassic World”
A Justiça paulista condenou a Universal Pictures Brasil a pagar uma indenização de R$ 25 mil ao surfista brasileiro Felipe Cesarano. A decisão foi tomada após o estúdio americano Universal utilizar, sem autorização, a imagem do surfista no filme “Jurassic World: Reino Ameaçado”, lançado em 2018. A Universal Pictures Brasil é a empresa responsável pela veiculação e exploração do filme no Brasil. Especialista em surfar ondas gigantes, que chegam a ter 21 metros, ele foi inserido no filme como um “efeito especial” barato. A produção exibiu uma onda na qual ele surfou em 2016 na praia de Jaws, no Havaí, para dar a ideia de que o movimento do mar tinha sido criada por dinossauros. A imagem também foi usada no trailer do filme, que pode ser conferido abaixo. O que dizem as partes “Foi difícil acreditar que uma produtora da magnitude da ré teria tido uma postura dessas”, afirmaram à Justiça os advogados Antonio Carlos Amorim e Felipe Amorim, que representam o surfista. “Não se deu o trabalho nem de alterar a cor da prancha do Felipe. A única diferença, talvez, seja a edição de um dinossauro indo de encontro a ele, no qual é quase comido e devorado”, disseram no processo. Na defesa apresentada à Justiça, a Universal Pictures Brasil afirmou que a cena que “supostamente conteria a imagem” de Cesarano tem apenas quatro segundos, “sem qualquer destaque ou relevância no filme”. “Considerando a distância, foco, os múltiplos elementos que compõem cena e a sua curta duração, não é possível identificar com segurança o autor [do processo] em nenhum momento, seja no filme em si ou em sua divulgação”, afirmou. De acordo com a Universal, “o ponto principal da cena é o enorme dinossauro, que sai da água para atacar os surfistas”. A defesa também afirmou que em nenhum momento houve a exploração comercial do filme com base na identidade do atleta. A Justiça não aceitou a desculpa, mas a condenação foi muito baixa. O que leva a crer que o caso poderia render mais se fosse levado à Justiça dos EUA – o que ainda pode acontecer.
Governo do Rio é condenado a pagar R$ 80 mil para Cacau Protásio
A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Estado pague uma indenização de R$ 80 mil para Cacau Protásio. A atriz sofreu ataques e ofensas racistas durante uma filmagem num quartel do Corpo de Bombeiros no centro da capital carioca. O caso ocorreu em novembro de 2019, durante a produção da comédia “Juntos e Enrolados”. Na época da filmagem, começaram a circular áudios e vídeos em que integrantes da corporação reclamavam da presença de Cacau no quartel com comentários racistas, homofóbicos e gordofóbicos. “Começaram a xingar, começaram a insultar e é muito doloroso ouvir”, contou Cacau Protásio ao Fantástico na ocasião. “Eu conto história, conto ficção. Eu não mereço ser agredida. Assim como ninguém merece”, acrescentou a atriz nas redes sociais. Reação do Corpo de Bombeiros A filmagem ocorreu com autorização da corporação e contou com o acompanhamento de um bombeiro responsável. Na época, o Corpo de Bombeiros disse que não compactuava com qualquer tipo de ação discriminatória. A corporação afirmou no processo que identificou os dois agentes responsáveis pelas filmagens e os puniu. De acordo com o g1, um deles, que gravou e compartilhou as imagens foi detido por 3 dias. O outro, que gravou e compartilhou um áudio com ofensas, foi detido por 10 dias. Governo do Rio tentou apelar O Governo do Estado do Rio de Janeiro recorreram da primeira decisão judicial do caso, que determinava o pagamento de uma indenização de R$ 30 mil. O caso foi para segunda instância, que determinou aumento no valor da indenização. A desembargadora Ana Cristina Nacif Dib Miguel, relatora do caso, disse que o valor de R$ 80 mil foi determinado porque se levou em consideração que o Estado é responsável pelas ações de seus funcionários, além da gravidade das ofensas e a repercussão do episódio.
A Fazenda | Shay acusa Nadja de roubo, que ameaça processar
O Natal não foi uma data de fraternidade para Nadja Pessoa e Shayan Habhbin, rivais de “A Fazenda 15”. A ex-peoa ameaçou processar o iraniano após ele acusá-la de roubo nas redes sociais. O clima de rivalidade do reality, encerrado na última quinta (21/12), ficou evidente na postagem de Shay. Na tarde desta segunda (25/12), ele usou os stories do Instagram para a expor a rival. “Vocês não sabem o que aconteceu. Vocês se lembram dos óculos que eu usava na Fazenda que todo mundo gostava? Pois é, eu procurei nas minhas malas e não achei.” “Ontem, eu peguei a dona Nadja usando durante a viagem dela. Como assim? Pelo amor de Deus! Eu mandei mensagem para ela, eu pedi: ‘Devolve, por favor’. Pedi com toda a educação, delicadeza. Ela me ignorou e ainda saiu falando mal de mim. Cara, é muito cara de pau”, declarou o ex-peão. Após a acusação, Nadja se pronunciou por meio dos Stories. “Para quem acusa alguém de furto dentro de um reality show. Tem câmeras e é gravado 24 horas, e já estamos tomando todas as medidas cabíveis. Isso é crime de difamação e calúnia”, escreveu a equipe dela. Shay demonstrou não ter ficado preocupado e fez uma nova acusação. “Parece que ela tem a fama de pegar as coisas dos outros. Será que é verdade que ela pegou o celular da [atriz] Vida Vlatt? Meu Deus, que coisa feia, hein, Nadja? Você falou que sua mãe te educou muito bem. Eu acho melhor você devolver os meus óculos”, completou ele. Nadja parou de seguir o Shay,ela acabou de postar isso👀 pic.twitter.com/dnek9qdCqF — 💋camila calada vence 🃏 (@camilam40524544) December 25, 2023 GENTE? O Shay falando que a Nadja Pegou o óculos dele e tirou fotos em uma viagem. #AFazenda pic.twitter.com/WwOvzkEFVq — JANIELSON (@euosodrac) December 25, 2023
Ex-BBB Adélia Soares diz que não vai defender a Choquei, apesar da nota assinada
Responsável pelo comunicado publicado pela Choquei, em que a página de fofocas se defende por ter contribuído para a morte de uma jovem, a ex-BBB Adélia Soares anunciou que não vai defender o perfil em um eventual processo. Ela explicou que foi uma decisão institucional devido à repercussão do caso. “Eu quero deixar bem claro que nós não iremos atuar nesse caso, nós não somos advogados da Choquei nesse caso”, ressaltou Adélia em um post no Instagram. “Em relação a essa situação, a Choquei, que é a página, os administradores da página procuraram o escritório apenas para fazer uma nota, uma manifestação, uma resposta pública para eles.” Ela reiterou: “O escritório apenas emitiu a nota, não vai atuar nesse caso, inclusive foi uma decisão institucional que o escritório não vai atuar nesse caso”, disse ela. Efeito manada Mesmo sem estar envolvida na situação, Adélia fez um apelo contra o linchamento virtual sofrido pelo perfil criado por Raphael Sousa. “Esse é um caso extremamente delicado, deve ser analisado com muita minúcia. Inclusive, o posicionamento do escritório é para que não ocorra com a Choquei justamente [o que aconteceu com a jovem]. O efeito de manada é muito perigoso!”, apontou. “Todas as vezes que ocorre um efeito manada, muitas pessoas acabam se posicionando, fazendo ataques sem saber exatamente os detalhes da situação, sem ouvir os dois lados, sem analisar, simplesmente fazendo ataques”, seguiu a ex-BBB. “Eu falo isso até porque várias mensagens chegaram no direct do escritório, eu comecei a observar que esse efeito manada, que tanto atacam essa página, de ter cometido fake news e ter gerado conclusões e todas as consequências horrorosas que aconteceram… O efeito manada dos senhores também pode gerar esse mesmo efeito”, advertiu Adélia. “Então, a internet está precisando de mais consciência, de pessoas que antes de julgarem, analisem, ouçam e entendam os dois lados antes de se posicionarem. Vim fazer um apelo aos senhores para que não cometam o mesmo erro que vocês acusam outras pessoas de terem cometido”, encerrou. Nota polêmica A nota assinada por Adélia, atualmente em destaque no perfil da Choquei no X (antigo Twitter), acabou alimentando mais polêmica. O texto começa esboçando empatia, lamentando o ocorrido e se solidarizando com os familiares de Jéssica Vitória Canedo, que se matou após sofrer perseguição virtual devido à prints falsos sobre um inexistente caso dela com Whindersson Nunes. Tanto a jovem de 22 anos quanto Whindersson negaram se conhecer, mas não houve retratação. A nota de Adélia buscou eximir a Choquei de culpa pela tragédia, ao apelar à liberdade de expressão e ao direito à informação. Apesar da falta de averiguação na notícia, o comunicado afirma que “não ocorreu qualquer irregularidade na divulgação das informações prestadas por esse perfil”. Alheio a manuais de jornalismo, o texto se manifesta em termos jurídicos: “Cumpre esclarecer que não há responsabilidade a ser imputada pelos atos praticados, haja vista a atuação mediante boa-fé e cumprimento regular das atividades propostas”. “Em relação aos eventos que circulam nas redes sociais e que foram associados a um trágico evento envolvendo a jovem Jéssica Vitória Canedo, queremos ressaltar que todas as publicações foram feitas com os dados disponíveis no momento e em estrito cumprimento das atividades habituais decorrentes do exercício do direito à informação”, segue o comunicado, que também reforça o “compromisso em agir com diligência e responsabilidade” da Choquei. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Profa. Adélia Soares ⚖️ (@dra.adeliasoares) Comunicado oficial. pic.twitter.com/3dTXX6ETlN — CHOQUEI (@choquei) December 23, 2023
Ator de “Harry Potter” processa Disney por acidente em “Willow”
O veterano ator britânico Ralph Ineson está processando a Disney por lesões sofridas durante as gravações da série “Willow”. O ator de 54 anos, conhecido pela franquia “Harry Potter”, o terror “A Bruxa” e as séries “The Office” (a inglesa) e “Game of Thrones”, afirma ter sofrido danos permanentes nos ombros em uma gravação noturna da produção no Reino Unido. Segundo o processo, durante o trabalho no País de Gales, Ineson precisou se vestir com uma pesada armadura de cavaleiro para lutar conta um suposto ogro de quase três metros de altura quando caiu desajeitadamente e deslocou o ombro. Ele busca uma indenização por danos de até 150 mil libras (R$ 929 mil), alegando que seus ferimentos o impediram de trabalhar, pois sua capacidade de desempenhar papéis que envolvem lutas e cavalgadas permanentemente prejudicada. Seu processo detalha que os produtores são responsáveis por exercerem pressão para que as gravações cumpram o prazo, mas não por limparem os degraus onde Ineson caiu. Exibida pela Disney+, “Willow” teve apenas uma temporada e foi cancelada em março deste ano. A série era sequência do filme homônimo dos anos 1980, e trazia de volta Warwick Davis como intérprete do personagem-título.
Vin Diesel nega “categoricamente” acusações de agressão sexual de ex-assistente
O ator Vin Diesel se manifestou sobre a denúncia de agressão sexual feita por uma ex-assistente em ação judicial. Por meio de seu advogado, Bryan Freedman, ele negou “categoricamente” as acusações feitas por Asta Jonasson, afirmando que as alegações são “bizarras”. “Vamos ser claros: Vin Diesel nega categoricamente as acusações por completo. Esta é a primeira vez que ele ouve falar dessa afirmação de mais de 13 anos feita por uma suposta funcionária que teria trabalhado com ele por nove dias”, disse a defesa do ator em nota à imprensa. A denúncia A revista americana Vanity Fair teve acesso aos documentos da ação judicial, que descreve que Asta foi contratada pela empresa de Vin Diesel, One Race, para trabalhar na produção de “Velozes e Furiosos 5”, em Atlanta. Recém-formada na Escola de Cinema de Los Angeles, ela era encarregada de organizar festas e acompanhar o ator em eventos. Além disso, tinha que ficar próximo de Diesel caso ele ficasse com mulheres quando sua namorada, Paloma Jiménez, não estivesse presente. Em setembro de 2010, Asta foi solicitada a ficar na suíte de Vin Diesel, no hotel St. Regis, enquanto ele entretia duas mulheres que havia trazido de uma boate. Os documentos do processo dizem que, quando elas foram embora, o ator teria agarrado os pulsos da então assistente e a puxado para a cama. Asta alega que recusou o avanço e conseguiu se soltar, ficando perto da porta da suíte na esperança de que ele parasse. No entanto, o documento afirma que Diesel se aproximou, passou as mãos em seu corpo e beijou seu pescoço. Ela alega ter implorado para ele parar, dividida entre o medo de recusar seu chefe com mais afinco e a necessidade de sair do quarto para garantir sua segurança. O ator não deu ouvidos e fez movimentos mais ousados, que fizeram a assistente gritar e correr para o banheiro. Ainda segundo o relato, Vin diesel teria seguido Asta, encurralado ela contra a parede e a forçado a tocar seu órgão sexual. O ator, então, se satisfez. Segundo a petição, ela desviou o olhar e tentou desassociar-se do que estava acontecendo para evitar enfurecer seu chefe. O processo alega que, horas depois desse incidente, a irmã de Vin Diesel e presidente da One Race, Samantha Vincent, entrou em contato com Asta para rescindir seu contrato, menos de duas semanas após a contratação.
“Bebê do Nirvana” volta a processar a banda por foto do álbum “Nevermind”
O Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA decidiu reativar um processo contra a banda de rock Nirvana nesta quinta-feira (21/12), a pedido de Spencer Elden, o indivíduo retratado na capa do álbum “Nervermind” quando era bebê. A ação acusa a banda de publicar pornografia infantil na capa do disco de 1991. Spencer Elden, que agora tem 32 anos, moveu a ação em 2021, acusando a banda – por meio de seus integrantes e herdeiros – , o fotógrafo Kirk Weddle e a gravadora Universal Music de explorá-lo sexualmente. A famosa capa de “Nevermind” retrata Elden debaixo d’água em uma piscina como sua genitália exposta, nadando em direção a um anzol com uma nota de dólar. Ele alega exploração sexual por meio da imagem e afirma sofrer danos pessoais contínuos. O advogado do Nirvana, Bert Deixler, manifestou-se após a decisão, afirmando: “Este revés processual não muda nossa visão. Defenderemos este caso sem mérito com vigor e esperamos prevalecer.” Representantes de Elden não fizeram comentários imediatos sobre a decisão do tribunal. Processo tinha sido arquivado A decisão resgata o processo, que tinha sido considerado improcedente pela Justiça em setembro do ano passado. Em sua decisão original, o juiz distrital Fernando Olguin disse que Elden esperou décadas para alegar que a banda o explorou sexualmente e mandou arquivar o caso por prescrição do prazo legal para fazer a reclamação. A imagem acusada de ser pornografia era geralmente entendida como uma crítica ao capitalismo e, até o processo de Elden, jamais gerou outro entendimento, como deixam claras as ausências de protestos conservadores contra sua venda em lojas de discos. Fotos não sexualizadas de bebês nus não são consideradas pornografia infantil de acordo com a lei dos EUA. No entanto, Robert Y. Lewis, o advogado de Elden, buscou a Justiça com uma interpretação incomum da imagem. Ele argumentou que a foto ultrapassava os limites porque a inclusão de dinheiro num anzol faz com que o bebê pareça “um trabalhador do sexo”. Em sua defesa original, os músicos alegaram falta de mérito. Os advogados demonstraram que, se a teoria de Elden fosse legítima, qualquer um que possuísse uma cópia do disco seria culpado por posse de pornografia infantil, por exemplo. Além disso, destacaram que, até recentemente, o jovem usufruía com prazer da notoriedade adquirida como o “bebê do Nirvana”. “Ele reencenou a fotografia muitas vezes; tatuou o título do álbum no peito; apareceu em um talk show vestindo um macacão cor nude e fez uma paródia de si mesmo; autografou cópias da capa do álbum para vender no eBay; e usou a fama para tentar se aproximar de mulheres”, diz o texto da resposta jurídica ao processo original.
Vin Diesel é processado por agressão sexual na franquia “Velozes e Furiosos”
O ator Vin Diesel está sendo processando por agressão sexual durante as filmagens de “Velozes e Furiosos 5”, de 2010. Na petição inicial, a assistente de produção Asta Jonasson descreve que os dois estavam no hotel St. Regis, em Los Angeles, quando o ator a encurralou, passou as mãos em seu corpo e se masturbou, sem seu consentimento. Na ação, ele se descreve como “aterrorizada” e afirma ter tentado recusar os avanços diversas vezes. A revista americana Vanity Fair teve acesso aos documentos da ação judicial, que descreve que Asta foi contratada pela empresa de Vin Diesel, One Race, para trabalhar na produção de “Velozes e Furiosos 5”, em Atlanta. Recém-formada na Escola de Cinema de Los Angeles, ela era encarregada de organizar festas e acompanhar o ator em eventos. Além disso, tinha que ficar próximo de Diesel caso ele ficasse com mulheres quando sua namorada, Paloma Jiménez, não estivesse presente. Em setembro de 2010, Asta foi solicitada a ficar na suíte de Vin Diesel, no hotel St. Regis, enquanto ele entretia duas mulheres que havia trazido de uma boate. Os documentos do processo dizem que, quando elas foram embora, o ator teria agarrado os pulsos da então assistente e a puxado para a cama. Asta alega que recusou o avanço e conseguiu se soltar, ficando perto da porta da suíte na esperança de que ele parasse. No entanto, o documento afirma que Diesel se aproximou, passou as mãos em seu corpo e beijou seu pescoço. Ela alega ter implorado para ele parar, dividida entre o medo de recusar seu chefe com mais afinco e a necessidade de sair do quarto para garantir sua segurança. O ator não deu ouvidos e fez movimentos mais ousados, que fizeram a assistente gritar e correr para o banheiro. Ainda segundo o relato, Vin diesel teria seguido Asta, encurralado ela contra a parede e a forçado a tocar seu órgão sexual. O ator, então, se satisfez. Segundo a petição, ela desviou o olhar e tentou desassociar-se do que estava acontecendo para evitar enfurecer seu chefe. O processo alega que, horas depois desse incidente, a irmã de Vin Diesel e presidente da One Race, Samantha Vincent, entrou em contato com Asta para rescindir seu contrato, menos de duas semanas após a contratação.
Zezé Di Camargo é condenado por dívida de conta de água
Zezé Di Camargo foi condenado pela Justiça de Goiás por passar 10 anos sem pagar os serviços de fornecimento de água e esgoto de um imóvel ocupado por 12 anos. As contas teriam sido geradas entre 1994 e 2004. A Saneado, empresa responsável pelo abastecimento no estado de Goiás, abriu um processo em 2012 e exigiu o pagamento de R$ 9.445,46, porém o valor foi reajustado para R$ 17.404,70. Agora, a companhia solicitou a penhora dos valores das contas do sertanejo para quitar o valor. A Justiça considerou apenas os últimos 10 anos de débitos, já que os primeiros 24 meses foram prescritos como “improcedentes”. O sertanejo recorreu em segunda e em terceira instância, mas acabou sendo condenado pela 7ª Vara Cível. Nota oficial de Zezé Em nota, a assessoria de Zezé Di Camargo explicou que o cantor não possui atualmente imóvel em Goiânia, apenas em Araguapaz, outro município do estado, e que acredita se tratar de contas de um antigo imóvel que ele possuía. A equipe também não soube informar se realmente houve penhora de algum valor. Zezé afirmou que já pagou as dívidas, que se encontram num fundo judicial até a conclusão do processo: “A obrigação de pagamento não é definitiva, e apesar da dívida ser de baixo valor (dezessete mil reais), existem aspectos que serão ainda analisados, de forma que a cobrança pode ser considerada equivocada e ilegal”, diz um comunicado divulgado nas redes do cantor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zezé Di Camargo (@zezedicamargo)
Jonathan Majors é condenado por agressão e demitido pela Marvel
O ator Jonathan Majors, que interpreta o vilão Kang no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), foi considerado nesta segunda (18/12) culpado de agressão e assédio da ex-namorada, Grace Jabbari. O júri composto por três homens e três mulheres chegou ao veredito após três dias de deliberação. A sentença será estabelecida pelo juiz do caso no dia 6 de fevereiro. As acusações podem acarretar pena de até um ano de prisão. No total, Majors enfrentou quatro acusações de agressão e assédio agravado, depois de ligar para o serviço de emergência em 25 de março, quando disse que encontrou sua ex-parceira, Grace Jabbari, inconsciente em seu apartamento. A polícia prendeu Majors depois de verificar ferimentos aparentes em Jabbari, incluindo uma laceração atrás da orelha e um dedo machucado e fraturado. Majors se declarou inocente de todas as acusações e sua defesa mostrou que ele não dormiu em casa, além de expor vídeos de Jabbari bebendo sozinha num clube. Um taxista que transportou os dois na noite anterior testemunhou que eles brigaram e cada um foi para um lado, e que Majors foi agredido sem revidar. As acusações contra Majors foram apresentadas pelo estado de Nova York e não pela própria Jabbari. O caso foi um julgamento criminal, e não civil, o que significa que o ônus da prova é maior para o júri, que teve de encontrar provas de culpa para além de qualquer dúvida razoável em cada acusação. Por isso, ele foi considerado inocente de duas acusações no caso, agressão intencional em terceiro grau e assédio agravado em segundo grau. A advogada do ator, Priya Chaudhry, disse que Majors “espera limpar totalmente seu nome”, o que indica que ele deve entrar com uma apelação no tribunal. Pouco depois da leitura do veredicto, o Marvel Studios retirou o ator do papel de Kang, o Conquistador, em seus próximos filmes do MCU. Ele já tinha aparecido no papel nas duas temporadas de “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, e seria o grande antagonista do próximo filme dos “Vingadores”. Para completar, o estúdio Searchlight Features, de propriedade da Disney, tirou de seu calendário de lançamentos do drama “Magazine Dreams”, já totalmente filmado, que traz o ator no papel principal.












