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    Série documental sobre seita sexual da atriz Allison Mack ganha primeiro trailer

    30 de julho de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer da série documental “The Vow”, que vai contar a história da NXIVM, seita sexual que escravizava mulheres e tinha entre seus integrantes a atriz Allison Mack, conhecida pelo papel de Chloe Sullivan na série “Smallville”. Com estreia prevista para 23 de agosto, a atração pretende contar, ao longo de 8 episódios, como um popular grupo de autoajuda, frequentado pela alta sociedade, escondia uma conspiração criminosa para submeter mulheres à escravidão de um falso guru chamado Keith Raniere. A série tem direção de Jehane Noujaim e Karim Amer, responsáveis por “The Great Hack”, documentário sobre o escândalo da Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade do Facebook. Noujaim chegou, inclusive, a participar de um workshop do NXIVM em 2010, o que lhe permite trazer uma perspectiva única para a produção. Como uma organização de auto-ajuda, a NXIVM chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas para cursos de Ranieri, que aproveitava as palestras para convidar mulheres a ingressar no círculo interno do grupo, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. Para participar, as candidatas também precisavam ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences de novas recrutas captadas. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Tudo isto veio à tona numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, que denunciou a seita e apontou a atriz como braço-direito de Rainiere. Pouco depois da denúncia, Rainiere foi preso. Allison Mack também foi detida, mas pagou fiança e aceitou um acordo com a promotoria para se declarar culpada de extorsão e conspiração criminosa, além de testemunhar contra Ranieri, em troca de uma sentença mais branda. Ela não é a única celebridade da seita, que também incluía em seu círculo interno a herdeira milionária Clare Bronfman. O caso ainda está em julgamento e a espera de sentenças.

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    Ator de Empire é preso sob acusação de violência doméstica

    14 de julho de 2020 /

    O ator Bryshere Y. Gray, que interpretou Hakeem Lyon, um dos protagonistas da série “Empire”, foi preso na noite de segunda (13/7) e acusado de violência doméstica no Arizona, Estados Unidos. O caso aconteceu na cidade de Goodyear, onde o casal reside. Segundo o site The Hollywood Reporter, o Departamento de Polícia da cidade recebeu um chamado para a casa do ator por volta das 22h15, no horário local. Além de ligar para a polícia, a mulher de Gray pediu ajuda a um motorista que passava por um posto de gasolina próxima à residência, afirmando que havia sido agredida por horas. Em relato para as autoridades locais, ela disse ter sido asfixiada pelo ator até perder a consciência, além de apresentar marcas visíveis de agressão pelo corpo. Ao ser abordado na residência, Gray se recusou a atender os policiais, mas acabou sendo levado para a delegacia. O ator e músico foi indicado por acusações de agressão, má conduta e lesão corporal grave. A esposa de Gray — que não teve o nome divulgado — foi levada a um hospital, onde recebeu atendimento por conta de seus ferimentos, e foi liberada na sequência. O THR procurou a assessoria do artista para falar sobre o caso, mas não teve retorno. Gray é os segundo integrante do elenco de “Empire” a ser preso. Em janeiro de 2019, Jussie Smollett, que interpretava seu irmão, Jamal Lyon, foi detido sob a acusação de ter encenado um ataque contra si mesmo para se promover. Eventualmente, a promotoria de Chicago decidiu abandonar o processo contra Smollett, sem maiores explicações. Pouco tempo depois, os advogados do ator alegaram que a cidade devia uma indenização a ele. O caso teve nova reviravolta após Smollett ser novamente indiciado, acusado de mentir para a polícia. Inicialmente um grande sucesso da rede Fox, “Empire” foi cancelada em sua 6ª temporada e saiu do ar sem o final planejado, porque a pandemia de covid-19 impediu a gravação de seu último episódio.

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  • Filme

    Estrela iraniana de O Apartamento é condenada a cinco meses de prisão

    25 de junho de 2020 /

    Taraneh Alidoosti, estrela de “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, e uma das atrizes mais populares do Irã, foi condenada a cinco meses de prisão por ativismo antigoverno, informou a BBC Persia e o canal de notícias Iran International TV, ambos do Reino Unido. Nas redes sociais, o advogado de Alidoosti, Kaveh Rad, afirmou que a sentença estava suspensa por dois anos e será anunciada oficialmente em 1º de julho. A notícia também foi confirmada à revista Variety pelo ator iraniano Babak Karimi, que co-estrelou com Alidoosti “O Apartamento”, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2017. Karimi chamou a sentença de um ato de intimidação pelas autoridades iranianas depois que ela compartilhou um vídeo no Twitter de um membro da “polícia da moral” do Irã insultando e atacando uma mulher na rua por não usar o véu hijab. Em janeiro, Alidoosti criticou duramente as autoridades iranianas quando disse a seus 5,8 milhões de seguidores no Instagram que “não somos cidadãos, somos cativos, milhões de cativos”, em um post que foi removido posteriormente. A Iran International TV, com sede em Londres, informou que, por ocasião dos posts, Alidoosti foi convocada para comparecer à Promotoria de Cultura e Mídia, acusada de “atividades de propaganda contra o Estado” e libertada sob fiança. Considerada pelos fãs como a “Natalie Portman do Irã”, ela boicotou a cerimônia do Oscar vencida por “O Vendedor” para protestar contra a proibição de visto a iranianos, decretada por de Donald Trump, chamando a medida de “racista” no Twitter. A atriz se tornou ícone da juventude iraniana ao interpretar a garota alegre e desinibida que desaparece misteriosamente em “Procurando Elly”, filme que projetou Asghar Farhadi mundialmente em 2009. Como Elly, ela ajudou a demonstrar ao mundo a existência de uma classe média moderna em choque com os valores antiquados do regime político-religioso vigente no Irã.

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  • Etc

    Ex-ator mirim de Os Batutinhas é preso por drogas nos EUA

    23 de junho de 2020 /

    O ator Bug Hall, que viveu o Alfafa na versão dos anos 1990 de “Os Batutinhas”, foi preso nos Estados Unidos, acusado de estar usando drogas inalantes. De acordo com o site TMZ, ele estava hospedado num hotel no interior Texas. A polícia foi acionada no sábado (20/6) pelos funcionários do hotel devido ao temor de que ele estivesse sofrendo uma overdose — o que não aconteceu. Ele acabou sendo levado preso pelas autoridades quando os policiais encontraram embalagens de aerosol, que estavam sendo usadas para inalação de gases químicos. De acordo com as autoridades, ele admitiu culpa e foi preso por posse e ingestão de substâncias químicas voláteis. Hoje com 35 anos, Hall nunca repetiu o sucesso da infância, mas continuou atuando em produções baratas e séries de TV, como “CSI”, “Nikita” e “Revolution”. Ele também participou do remake mais recente da franquia centenária (“Os Batutinhas” é da época do cinema mudo), figurando como sorveteiro e entregador em “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014).

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  • Série

    Globo vai exibir série documental sobre crimes de João de Deus

    20 de junho de 2020 /

    Enquanto a Netflix prepara sua série documental, a Globo se adiantou e vai exibir já na próxima terça (23/6) o primeiro capítulo de sua produção sobre o fenômeno e os crimes de João de Deus. Intitulada “Em Nome de Deus”, a série tem seis episódios e, após a exibição na TV aberta, estará disponível completa na Globoplay. A produção é a segunda realização da Globoplay em parceria com a equipe de jornalismo da Globo, depois de “Marielle, O Documentário”. Ela foi concebida por Pedro Bial, que foi quem revelou, em dezembro de 2018 em seu programa, “Conversa com Bial”, a entrevista com a coreógrafa holandesa Zahira Lienike Mous, primeira vítima que aceitou mostrar o rosto e denunciar os abusos praticados por mais de 40 anos pelo médium. A partir dali, outras vítimas se sentiram encorajadas, somando dezenas de denúncias, que levaram ao encarceramento do guru e curandeiro da cidade de Abadiânia, no interior de Goiás. Ele foi condenado a mais de 60 anos de prisão por crimes sexuais. “Em Nome de Deus” tem roteiro de Camila Apel e Ricardo Calil. Já a direção é de Calil, Mônica Almeida e Gian Carlo Belotti (que também assina a direção de fotografia). Ricardo Calil (ex-colega do editor da Pipoca Moderna na Folha) é o diretor dos premiados documentários “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Cine Marrocos” (2018). Mônica Almeida comanda o “Conversa com Bial”. E Belotti dirigiu comerciais e a série “Eu Me Movo” (2016). Além do caso em si, o documentário vai revelar bastidores da denúncia, que teve início com tentativas de levar o médium ao programa de Bial como entrevistados. O apresentador relata que, após vários contatos, foi convidado a ir a Abadiânia, mas desistiu. “Se eu fosse como repórter, poderia trazer minhas impressões dele e daquele ambiente. Mas ali, de certa forma, eu estaria como uma celebridade, e não queria que ele usasse isso como um aval para seus poderes mediúnicos, como ele fez com outros nomes conhecidos que o visitaram”, revelou Bial ao jornal O Globo. “Quando, num momento seguinte, nos deparamos com as denúncias de abusos, começamos a pensar em como lidar com aquele material dentro do nosso formato, de talk show. Não fazer isso seria nos omitirmos diante de algo tão grave”.

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  • Etc

    Netflix prepara série documental sobre João de Deus

    14 de junho de 2020 /

    A Netflix prepara uma série documental sobre o médium João de Deus, ao estilo de “Wild Wild Country”, a produção que contou a polêmica história do guru indiano Bhagwan Shree Rajneesh, conhecido como Osho. E não faltarão controvérsias para narrar a trajetória do guru brasileiro, atualmente condenado por abuso sexual de seguidoras. Por quatro décadas, o médium goiano João de Deus realizou cirurgias e fez atendimentos espirituais no município de Abadiânia, em Goiás. Era tido como santo, mesmo diante de uma acusação de abuso de menor de 1980. A opinião pública só mudou em 2018, após centenas de mulheres virem à público revelar o constrangimento e abuso que sofreram nas mãos do médium. Ele foi julgado e condenado a 20 anos de prisão, que atualmente cumpre em regime domiciliar, devido à pandemia de covid-19, enquanto aguarda outros julgamentos. A produção do documentário está a cargo da empresa Grifa Filmes e vai retratar a vida do médium desde a adolescência, quando ele diz ter visto uma santa, que o conduziu para o caminho do curandeirismo. Nestas quatro décadas, João atendeu cerca de 10 milhões de pessoas, incluindo ex-presidentes da República, ministros do Supremo e autoridades de diversas esferas do poder político. Segundo a revista Veja, a produção vai pagar R$ 70 mil a João de Deus por seus arquivos pessoais. São fotos, documentos e gravações mostrando as curas. Ele também deve ser entrevistado para a atração. Na primeira conversa com a produtora, João negou que tenha assediado mulheres. A Grifa Filmes já produziu dois documentários premiados, “The Cleaners” (2018), que conta os bastidores de profissionais que controlam e apagam conteúdos de redes sociais, e “Piripkura” (2017), que narra a luta pela sobrevivência dos três últimos índios da tribo que leva o mesmo nome. Um dos proprietários da Grifa Filmes, Maurício Dias, afirmou que não pode falar sobre a série sobre João de Deus porque tem um contrato de sigilo com a Netflix. O título da série ainda não foi escolhido.

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  • Etc

    Jaime King é presa durante protesto em Los Angeles

    3 de junho de 2020 /

    A atriz Jaime King foi presa na terça (2/6) durante um protesto em Los Angeles, nos Estados Unidos. No Twitter, a estrela das séries “Hart of Dixie” e “Black Summer” condenou a ação da polícia, afirmando que a manifestação pela morte de George Floyd era pacífica. “Estou escrevendo algemada na parte de trás do ônibus (da polícia). Todos estavam pacíficos. Jaime e o resto das minhas irmãs neste ônibus, indo para a 77ª delegacia”, ela escreveu em seu Twitter. Depois de um tempo, ela fez atualizações sobe o ocorrido. “Estou no ônibus há mais de quatro horas. Ele nos levou da 77ª delegacia para San Pedro. Mulheres sem acesso a remédios vitais, banheiros, sangrando pelas calças. Eles estão rindo de nós. #BlackLivesMattter”, escreveu. No fim do dia, ela apagou todos os tuítes. Mas eles foram copiados e preservados, podendo ser vistos abaixo. Além da atriz de 41 anos, Cole Sprouse, intérprete de Jughead na série “Riverdale”, também revelou ter sido preso ao protestar pela morte de George Floyd e contra o racismo estrutural dos EUA.

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    Atores relatam agressões da polícia ao participarem de protestos antirracistas nos EUA

    1 de junho de 2020 /

    O engajamento de Hollywood nos protestos antirracistas dos últimos dias renderam novos relatos de violência policial nos EUA, testemunhados de perto e na pele de alguns atores conhecidos. John Cusack (“A Ressaca”) gravou em seu celular a truculência de um policial, que o empurrou e o proibiu de registrar a repressão à manifestação de que participava. Kendrick Sampson (o Nathan de “Insecure”) foi agredido ao gravar disparos da polícia contra manifestantes pacíficos de mãos para cima, e exibiu as marcas da agressão que tiraram sangue, enquanto Cole Sprouse (o Jughead de “Riverdale”) chegou a ser preso num protesto, que segundo seu relato estava pacífico até a polícia resolver prender todo mundo. Em seu relato, Sprouse afirma que, mesmo depois de acatar a ordem de dispersão, os manifestantes foram cercados e algemados pela polícia. Veja abaixo os depoimentos e registros da participação dos atores nos protestos, que se iniciaram após o assassinato de George Floyd, na segunda passada (25/5), sufocado por um policial branco após serem rendido e imobilizado. O vídeo de sua morte, captado por uma testemunha desesperada, impactou os EUA, lembrando que não era a primeira vez que um vídeo do tipo viralizava. Em 2014, Eric Garner morreu do mesmo jeito, sob o olhar de testemunhas horrorizadas. As últimas palavras de ambas as vítimas foram “Eu não consigo respirar”, que viraram o novo slogan do movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). Cops didn’t like me filming the burning car so they came at me with batons. Hitting my bike. Ahhm here’s the audio pic.twitter.com/tfaOoVCw5v” — John Cusack (@johncusack) May 31, 2020 Ver essa foto no Instagram I cut this together from both of our IG live stream POVs. Keep in mind, I don’t know this man AT ALL. I want to make this really clear. He was targeted because he called out the undercover cops in the LAPD. He said that the people throwing things (water bottles and such) at the police are not protesters, they are undercover cops (agent provocateurs/infiltrators) who are agitators and trying to give justification to the brutality. He said over the bullhorn to turn your camera’s on the people throwing stuff and call them out because they are LAPD!! VERY shortly after, he was tackled and the people around him were viciously brutalized as you can see in this video to ensure no interference even though no one was interfering. Now to be clear, I don’t EVER advocate for turning your camera on a protestor. I am not demonizing or denouncing the tactics we use to dismantle police/slave catching or #DefundPolice. We have to be creative and relentless. I am not demonizing or denouncing the way we get to express our rage, grief, mourning or trauma in this moment. And I’m talking about Black people. Non Black people – especially white folks – know that what you do at these protests directly affects the lives of Black protesters as you scream #BlackLivesMatter BUT apparently in this moment – HE KNEW SOMETHING or he FELT something. And apparently he happened to be right. I have some videos I’m sorting through now. And he was targeted for it. #DefundthePolice #DefendBlackLives #ProsecuteKillerCops Uma publicação compartilhada por Kendrick Sampson (@kendrick38) em 31 de Mai, 2020 às 6:36 PDT Ver essa foto no Instagram Another angle (via @MattMcGorry) of it going 0-100. Peaceful to violent. The violence comes entirely from LAPD. You can hear the commander yell “MOVE!” – cop talk for “F**K EM UP!” – at the end watch THREE COPS coming at me ganging up on me (even though they have on riot gear and many weapons) as they did many protesters as I defend someone on the ground that they were beating!!! These are acts of war they are committing against us. #DEFUNDPOLICE #defundthepolice Uma publicação compartilhada por Kendrick Sampson (@kendrick38) em 31 de Mai, 2020 às 9:06 PDT Ver essa foto no Instagram Before you swipe – If you’re squeamish – warning – these are SOME my wounds up close. The most obvious are from rubber bullets. They look gross but I was blessed to be shot directly from close range and not have much worse, ive posted some in my stories. These things HURT and are DANGEROUS. The dude was aiming for folks HEADS. Rubber bullets have killed folks and can cause permanent damage, brain damage, concussions etc. Swipe further to see some of the officers. I can see some of their names but their badge numbers were on the back of their helmets. Purposeful. ONE OF them removed his name. Others obscured theirs. I need the names and badge numbers. DM them and any other proof to @alwaysbewright Let’s do this. And together let’s end this legacy of slave catching and #DefundPolice #DefendBlackLife (check out @mvmnt4blklives nationwide campaign for US ✊🏽) Uma publicação compartilhada por Kendrick Sampson (@kendrick38) em 31 de Mai, 2020 às 1:40 PDT Ver essa foto no Instagram A group of peaceful protesters, myself included, were arrested yesterday in Santa Monica. So before the voracious horde of media sensationalism decides to somehow turn it about me, there’s a clear need to speak about the circumstances: Black Lives Matter. Peace, riots, looting, are an absolutely legitimate form of protest. the media is by nature only going to show the most sensational, which only proves a long standing racist agenda. I was detained when standing in solidarity, as were many of the final vanguard within Santa Monica. We were given the option to leave, and were informed that if we did not retreat, we would be arrested. When many did turn to leave, we found another line of police officers blocking our route, at which point, they started zip tying us. It needs to be stated that as a straight white man, and a public figure, the institutional consequences of my detainment are nothing in comparison to others within the movement. This is ABSOLUTELY not a narrative about me, and I hope the media doesn’t make it such. This is, and will be, a time about standing ground near others as a situation escalates, providing educated support, demonstrating and doing the right thing. This is precisely the time to contemplate what it means to stand as an ally. I hope others in my position do as well. I noticed that there are cameras that roll within the police cruisers during the entirety of our detainment, hope it helps. I’ll speak no more on the subject, as I’m (1) not well versed enough to do so, (2) not the subject of the movement, and (3) uninterested in drawing attention away from the leaders of the #BLM movement. I will be, again, posting the link in my story to a comprehensive document for donations and support. Uma publicação compartilhada por Cole Sprouse (@colesprouse) em 1 de Jun, 2020 às 1:14 PDT

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    Produtor de Hollywood é preso por fraudar fundo de auxílio à pandemia de coronavírus

    23 de maio de 2020 /

    O executivo de Hollywood William Sadleir, de 66 anos, foi preso nesta sexta (23/5) em Los Angeles por agentes do FBI por determinação da justiça da Califórnia e de Nova York. Ex-presidente da produtora e distribuidora Aviron Pictures, Sadleir é acusado de envolvimento em uma fraude de US$ 30 milhões relacionada a um fundo criado para ajudar empresas durante a pandemia do novo coronavírus. O Ministério Público de Los Angeles afirma que ele solicitou empréstimos de US$ 1,7 milhão usando um fundo criado a partir da crise sanitária. “Imediatamente após o recebimento do valor, uma quantia significativa foi desviada para as contas pessoais da Sadleir e usada para despesas pessoais”, diz o processo. Parte do dinheiro foi usado para pagar os cartões de crédito American Express do produtor e de sua esposa, assim como para pagar parcelas do automóvel, segundo o documento. Em outra denúncia apresentada em Nova York, ele é acusado de participar de vários planos fraudulentos relacionados a investimentos na Aviron Pictures e afiliadas. Os promotores acusaram Sadlier de transferir ilegalmente US$ 25 milhões em fundos da Aviron e usar US$ 14 milhões do total para comprar uma residência em Beverly Hills. “Ele passou a se passar por um funcionário de uma falsa empresa com suposta sede em Nova York, que ele criou para exercer sua atividade ilegal”, disse William Sweeney Jr, vice-diretor do FBI em Nova York. Sadlier, que fundou a Aviron, foi demitido do cargo de alto executivo na empresa no final do último ano. O motivo não foi divulgado. A Aviron Pictures produziu, entre outros filmes, “O Sequestro” (2017), com Halle Berry, o terror “Os Estranhos: Caçada Noturna” (2018), o drama “Uma Guerra Pessoal” (2018), com Rosamund Pike, o fracasso “Calmaria” (2019), com Matthew McConaughey e Anne Hathaway, o romance teen “After” (2019) e o thriller “O Informante” (2019), com Joel Kinnaman. Se condenado pelas quatro acusações de fraude na Califórnia, Sadlier cumprirá 82 anos de prisão. Já as acusações de Nova York – duas de fraude eletrônica e uma de falsidade ideológica – representam outros 42 anos atrás das grades.

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  • Etc

    Lori Loughlin faz acordo por dois meses de prisão em caso de fraude

    21 de maio de 2020 /

    A atriz Lori Loughlin, intérprete da tia Becky em “Três é Demais” e “Fuller House”, aceitou se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, no caso em que é acusada de subornar uma universidade para aceitar suas filhas como estudantes. A pena de Loughlin ainda inclui 24 meses (dois anos) de liberdade condicional, em que terá que reportar as suas atividades ao governo. O marido da atriz, Massimo Giannulli, também aceitou se declarar culpado e deve passar cinco meses na cadeia. Até então, os dois vinham se declarando inocentes, com julgamento marcado para outubro. Eles foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of Southern California) para aceitar suas duas filhas em uma bolsa reservada para atletas do remo — esporte que nenhuma das duas garotas pratica. Por meio de seus advogados, eles alegavam que os US$ 500 mil eram “uma doação legítima” para a instituição. Mas mudaram de ideia, após acompanharem o julgamento de outra mãe famosa, indiciada pelo mesmo crime. A atriz Felicity Huffman (de “Desperate Housewifes e da recente minissérie “Olhos que Condenam”) se declarou culpada desde o início, fez um mea culpa e foi condenada a apenas duas semanas de prisão, saindo três dias antes do previsto em sua sentença. Além das duas, uma investigação do FBI revelou que vários pais milionários pagavam subornos para conseguir vagas para seus filhos nas melhores universidades dos EUA, fraudando o sistema de aprovação por desempenho acadêmico e/ou atlético.

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  • Filme

    Capone choca críticos americanos e vira “Crapone” por cenas escatológicas

    12 de maio de 2020 /

    “Capone”, novo filme sobre o gângster Al Capone, que entrou em locação digital nos serviços de VOD dos EUA nesta terça-feira (12/5), chocou a crítica americana que esperava ver uma cinebiografia convencional. Protagonizado por Tom Hardy (“Venom”) e dirigido por Josh Trank (“Quarteto Fantástico”), o filme se concentra no fim da vida do mafioso, que sofre com sífilis e demência após ter ficado preso por 11 anos em Alcatraz. Os críticos se dividiram sobre a produção, mas há um consenso sobre as cenas em que Al Capone faz suas necessidades, consideradas literalmente uma merda. As reações são de nojo, como descrições que vão de “grotesco” (no jornal Chicago Sun-Times) a “uma piñata de catarro e outras excreções” (New York Times), a ponto de várias publicações renomearem a obra como “Crapone”, juntando o nome do gângster ao ato de defecar (em inglês). “Se você sempre quis ver um cinebiografia de Al Capone que começa e termina com Tom Hardy cag**** explosivamente nas calças, tenho boas notícias”, brincou o crítico David Ehrlich, do site IndieWire, que no final elogiou “Capone” por ser “admiravelmente não comercial”. A divisão radical de opiniões rendeu 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas não devem ajudar Josh Trank a recuperar a carreira após o desastre de “Quarteto Fantástico” (2015), já que a maioria das resenhas destaca que o filme parece não ter direção, apostando mais em climas que narrativa coerente. Isto se deve ao fato de muitas cenas serem manifestações de delírios. Igualmente divisiva, a interpretação de Tom Hardy rendeu comentários por sua coragem de ir ao extremo, que alguns consideraram também uma caricatura do extremo. O desempenho seria sua performance “mais maximalista”, na definição do site Vulture, ou apenas “uma das piores performances da carreira” de Hardy, que “resmunga, tosse e caga em cenas que carecem de qualquer forma de direção, simpatia e/ou propósito”, de acordo com o site Next Best Picture. O site The Hollywood Reporter preferiu dizer que “a loucura limítrofe do método de auto-paródia da performance de Tom Hardy exige que seja vista”, enquanto a revista Vanity Fair simplesmente perguntou: “E se ‘Venom’ fosse chato?”. Trank também preferiu a ironia para comentar a repercussão. Ele destacou uma frase negativa de Matt Neglia, do Next Best Picture, sobre o filme: “Me deixou enjoado”. “Preciso dessa citação em um pôster para a minha sala”, postou o diretor no Twitter. Ele próprio descreveu seu trabalho como “estranho, desconfortável e bonito”, recomendando que o público vá “com a mente aberta”. O cineasta ainda considerou que os comentários sobre as cenas escatológicas o faziam lembrar das críticas ao filme “Pink Flamingos” (1972), clássico de John Waters que escandalizou os anos 1970. Veja o trailer de “Capone” abaixo.

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  • Filme

    Capone: Trailer mostra Tom Hardy como o poderoso chefão mafioso

    16 de abril de 2020 /

    O diretor Josh Trank divulgou nas redes sociais o trailer de seu novo filme, “Capone”, que traz Tom Hardy no papel do lendário gângster americano Al Capone. A contrário das versões mais conhecidas da história do poderoso chefão, como “Os Intocáveis” (1987), Hardy interpreta um Capone envelhecido e doente. A produção acompanha os últimos dias do mafioso, já afastado de seu império do crime, após oito anos na prisão. Enquanto esteve preso, sua saúde deteriorou, levando-o a passar a maior parte do encarceramento em tratamento na ala hospitalar do presídio de Alcatraz. Ele contraiu sífilis e estava em estado de avançada confusão mental, quando recebeu autorização para se tratar num hospital. Quando recebeu diagnóstico de estado terminal, ele recebeu permissão para passar o fim da vida numa mansão na Flórida com a família. E é este o período que o filme enfoca, quando seu estado mental não permite mais distinguir entre lembranças de seu apogeu violento e sua situação atual. “Capone”, que estava sendo divulgado como “Fonzo”, um dos muitos apelidos do criminoso, também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após o fiasco de “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, Trank assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Disque Amiga para Matar”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Segundo o diretor, a estreia está marcada para 12 de maio. Não se sabe onde. TRAILER. Tom Hardy. Capone. Coming MAY 12. (Different title. My cut. 🤩) pic.twitter.com/2PLdrcFxY6 — Josh Trank (@joshuatrank) April 15, 2020

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  • Etc

    Figurante da Marvel é preso por vender remédio falso contra coronavírus

    26 de março de 2020 /

    O ator Keith Middlebook, que figurou em três filmes da Marvel, foi preso nesta quinta (26/3) pelo FBI por vender pílulas milagrosas que supostamente curam a covid-19. De acordo com a imprensa americana, ele estaria vendendo os remédios “com patente pendente” que não só curaria os que já estão doentes, mas também evitaria que pessoas saudáveis fossem contaminadas. Middlebrook foi preso em flagrante assim que tentou entregar as pílulas a um agente do FBI que se passava por um investidor. A agência descobriu que ele vinha tentando obter fundos com investidores em potenciais para a empresa criada por ele, a Quantum Prevention CV. Ele tentava atrair as pessoas prometendo ganhos de 200 a 300% para cada milhão de dólares investidos. Para dar maior credibilidade para a sua história, ele alegava que o ex-jogador de basquete Magic Johnson fazia parte da diretoria de sua companhia. Após a prisão, Keith Middlebook – que tem cerca de 2,5 milhões de seguidores no Instagram – foi indiciado por fraude. Se condenado, pode pegar até 20 anos de cadeia. Ele apareceu como homem da lei nos filmes “Homem de Ferro 2”, “Homem de Ferro 3” e “Thor”.

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