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  • Série

    Amazon desiste de “Uma Equipe Muito Especial” e rescinde renovação

    18 de agosto de 2023 /

    A Prime Video decidiu reverter a renovação de “Uma Equipe Muito Especial” (A League of Their Own), que teve sua 2ª temporada abortada. O cancelamento da série, baseada no filme estrelado por Madonna em 1992, é consequência das greves de Hollywood, que afetam a produção de vários projetos. A decisão foi a segunda desse tipo anunciada nesta sexta (18/8), juntando-se ao cancelamento de “Periféricos”, que também tinha sido renovada pela plataforma da Amazon.   Impacto das greves A série tinha sido renovada em março para uma 2ª temporada curta de quatro episódios, para encerrar sua trama. Mas apesar de ter concluído todos os seus roteiros antes da greve do Sindicato dos Roteiristas em maio, a paralisação dos atores comprometeu seu cronograma. A produção só ficaria pronta para 2025, quando a plataforma acredita já ter uma programação competitiva de originais. Portanto, assim como aconteceu com “Periféricos”, “Uma Equipe Muito Especial” também ficará sem final. É mais uma má notícia para quem assina a Amazon Prime Video para assistir séries completas.   Adaptação atualizada Para quem não lembra, o filme “Uma Equipe Muito Especial” abordava o primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A série caprichava na recriação de época e trazia uma história bem mais realista – e dramática – que o filme. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e não era um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que ficaram de fora em 1992, incluindo a participação de jogadoras negras, não vistas no time do filme, e relacionamentos queer. O elenco contava com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”).   Elogios e polêmica A 1ª e agora única temporada estreou em agosto do ano passado, recebendo críticas positivas e uma aprovação impressionante de 94% entre os críticos no Rotten Tomatoes. A produção também foi reconhecida por organizações como GLAAD, Independent Spirit Awards e NAACP Image Awards. Apesar do sucesso, a série enfrentou desafios. Fontes do Hollywood Reporter revelaram que o sistema de avaliação da Amazon mostrou que o público achava as histórias queer da série desagradáveis, sugerindo minimizar esses temas na promoção. O cocriador Will Graham expressou preocupação com esse viés conservador e seu questionamento apontou que apenas séries com protagonistas assumidamente heterossexuais eram bem avaliadas, o que levou a empresa a abandonar esse sistema de classificação com base nas opiniões do público. De todo modo, vale lembrar que a produção da Amazon era, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios, devido à baixa audiência. Veja abaixo o trailer nacional da série.

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  • Série

    Amazon volta atrás e cancela “Periféricos” após renovação

    18 de agosto de 2023 /

    A série de ficção científica “Periféricos” (The Peripheral), que havia sido renovada para uma 2ª temporada pela Prime Video, teve sua renovação rescindida. A série era estrelada por Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) e Jack Reynor (“Midsommar”). Fontes ouvidas pelos sites Deadline e Variety apontam que a opção pelo cancelamento foi motivada pelas greves de escritores e atores de Hollywood.   Impacto das greves A plataforma da Amazon havia anunciado a encomenda da 2ª temporada em fevereiro, cerca de dois meses após a primeira (e agora única) temporada ter terminado. A equipe tinha começado a pré-produção no início de maio, mas os trabalhos foram abandonados em seguida, quando os escritores entraram em greve. A atração era baseada no best-seller homônimo de William Gibson, criador do movimento literário cyberpunk, com adaptação de Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008). Já a produção era de Jonathan Nolan e Lisa Joy (os criadores de “Westworld”) em seu primeiro projeto após fecharem contrato com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua produção, porém, era muito cara. A 1ª temporada custou cerca de US$ 175 milhões e rendeu apenas oito episódios. Em comparação, o drama futurista da HBO “Westworld”, de Joy e Nolan, custava cerca de US$ 140 milhões pelo mesmo número de episódios. Por conta dos custos, a renovação agora rescindida tinha sido para uma exibição mais curta, de apenas seis episódios, após a série despertar apenas um engajamento morno do público. Além disso, o excesso de efeitos visuais e a falta de data para o começo das gravações gerou incertezas sobre o cronograma. Os episódios só ficariam prontos em 2025, o que pesou na decisão do cancelamento. “Periféricos” é a primeira série a sofrer cancelamento devido às greves dos roteiristas e dos atores dos EUA.   Trama sem final A trama acompanhava uma família pobre nos EUA rural, que tem a vida sacudida com a chegada de um novo simulador beta de realidade virtual para ser testado pelos irmãos. A protagonista Flynne Fisher (Moretz) é uma jovem inteligente, ambiciosa, mas condenada, porque não tem futuro naquele lugar. Até que o futuro chega para ela, na forma de uma nova tecnologia de games trazida por seu irmão Burton, vivido por Jack Reynor (“Midsommar”). A princípio impressionada com o realismo das imagens do aparelho, a protagonista logo muda de ideia sobre o teste ao perceber que pode ser ferida de verdade no “game” realista, ao usar o aparelho perigoso. Na verdade, o que os irmãos pensam ser uma simulação do ciberespaço revela-se uma conexão real com o futuro, possibilitada por uma tecnologia de outra época. Só que sua presença por lá incomoda pessoas poderosas, que contratam assassinos para matá-los no presente. A resolução desse conflito fica agora sem final, frustrando os espectadores que investiram seu precioso tempo para acompanhar os episódios disponibilizados. Veja o trailer nacional da atração.

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  • Série

    Stevie Nicks elogia “Daisy Jones & The Six”: “Minha própria história”

    15 de agosto de 2023 /

    A série “Daisy Jones & The Six”, da Prime Video, que estreou em março deste ano, chamou atenção não apenas dos fãs e críticos, mas também de uma das lendas do rock que inspirou sua trama. Stevie Nicks, a icônica vocalista do Fleetwood Mac, compartilhou sua admiração pela série nas redes sociais nesta terça (15/8), afirmando que a fez sentir como um “fantasma assistindo à minha própria história”.   Inspirada em Fleetwood Mac Adaptada do livro de Taylor Jenkins Reid, a série não é especificamente baseada no Fleetwood Mac, mas a autora admitiu que se inspirou na famosa banda de rock dos anos 1970. Em uma entrevista com a Penguin Books em 2019, Reid revelou que começou com “o germe de Stevie Nicks e Lindsey Buckingham e Fleetwood Mac”, mas também pesquisou muitos outros cantores e bandas da época. Os fãs rapidamente apontaram paralelos entre Fleetwood Mac e “Daisy Jones & The Six”, incluindo os membros da banda e os relacionamentos românticos. As semelhanças foram notadas entre Stevie Nicks e a personagem Daisy Jones (interpretada por Riley Keough), bem como entre a tecladista Christine McVie e Karen Sirko (Suki Waterhouse). Nicks expressou seus sentimentos em uma postagem na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter), dizendo: “No começo, não era realmente minha história, mas Riley, sem esforço, logo se tornou minha história. Trouxe de volta memórias que me fizeram sentir como um fantasma assistindo minha própria história. Foi muito emocional para mim. Só queria que Christine pudesse ter visto. Ela teria adorado. Espero que continue.”   A música da série Os produtores da série, cientes das comparações inevitáveis com o Fleetwood Mac, trabalharam com os produtores musicais Blake Mills e Tony Berg para criar várias faixas originais que soassem como música dos anos 1970, mas de uma banda que nunca existiu. Scott Neustadter, co-showrunner, explicou que eles não queriam que a música soasse como qualquer banda específica. “Eles sabiam que você não deveria ser capaz de citar todas as influências. Deveria soar como um disco legal em sua coleção que saiu naquela época.”   Reconhecimento e sucesso A série, que segue a ascensão da banda de rock Daisy Jones and The Six na cena musical de Los Angeles nos anos 1970, conquistou um total de nove indicações ao Emmy 2023.A resposta de Nicks à série é um testemunho da autenticidade que a produção conseguiu capturar, ressoando com uma das artistas que inspirou sua produção. Just finished watching @daisyjonesand6 for the 2nd time. In the beginning, it wasn't really my story, but Riley seamlessly, soon became my story. It brought back memories that made me feel like a ghost watching my own story. It was very emotional for me. I just wish Christine… pic.twitter.com/CmbexMFx6l — Stevie Nicks (@StevieNicks) August 15, 2023

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  • Reality,  TV

    Match nas Estrelas: Amazon revela trailer de reality com Ingrid Guimarães e Papisa

    15 de agosto de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou o trailer de “Match nas Estrelas”, um novo reality show apresentado pela atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e pela astróloga Tati Lisbon, conhecida como Papisa. O programa, que estreia em 15 de setembro, promete uma abordagem única ao mundo dos encontros amorosos, combinando astrologia e romance em 12 episódios.   Astrologia e romance O reality show é, na verdade, um dating show, uma espécie de “Bachelorette” astral, onde cada participante encontra quatro pretendentes de diferentes signos do zodíaco. A busca pelo “match” ideal depende da compatibilidade astral, resultando em encontros inusitados, beijos apaixonados e até conflitos. Na prévia, é possível perceber a diversidade do elenco e a dinâmica divertida do programa. Com a ajuda bem-humorada de Ingrid Guimarães e Papisa, cada participante vai para quatro encontros com pretendentes de diferentes signos, nos quais o coração e a compatibilidade astral serão fundamentais na busca pelo par perfeito. Ao final, um pretendente precisa ser escolhido, momento que deixa o participante na dúvida entre o coração e a “sinastria” – convergência de mapas astrais.   Equipe Com uma grande equipe, o programa tem roteiros de Celso Duvecchi, Larri Andrade, Jô Hallack, Jéssica Reis, Sarah Rodrigues, Edu Araújo, Luli Romano e Priscila Nicolielo, e direção de Eduardo Pupo e Raphael Alvarez. A produção executiva fica a cargo de João Cardia, Kátia Nascimento, Juliana Farias, Dante Hideki, Caio di Napoli, Juliana Bauer e Marcos Araujo.

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  • Filme

    Prime Video revela fotos de comédia de terror com atriz de “Sabrina”

    14 de agosto de 2023 /

    A Amazon Prime Video revelou nesta segunda-feira (14/8) as primeiras fotos de “Totally Killer”, comédia slasher estrelada por Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), que reforça a parceria da plataforma com a produtora de horror Blumhouse Television, iniciada em 2019.   Slasher com viagem no tempo O filme acompanha o retorno de um infame serial killer, batizado de “Sweet Sixteen Killer”, na noite de Halloween, 35 anos após o chocante assassinato de três adolescentes, para reivindicar uma quarta vítima. A personagem de Shipka é Jamie, uma jovem de 17 anos que ignora avisos de sua mãe superprotetora (Julie Bowen, de “Modern Family”) e se depara com o maníaco mascarado. Em fuga por sua vida, ela acidentalmente viaja no tempo para 1987, ano dos assassinatos originais. Forçada a navegar pela cultura desconhecida e extravagante dos anos 1980, Jamie se une à versão adolescente de sua mãe (Olivia Holt, de “Manto e Adaga”) para derrotar o assassino de uma vez por todas, antes que fique presa no passado para sempre. Curiosamente, uma história muito parecida já foi levada às telas no filme “Terror nos Bastidores” (The Final Girls), vencedor de vários prêmios no circuito dos festivais de cinema fantástico em 2015. Dirigido por Nahnatchka Khan (“Young Rock”), “Totally Killer” tem roteiro de David Matalon (“Até o Fim”), Sasha Perl-Raver (“Let’s Get Merried”) e Jen D’Angelo (“Abracadabra 2”), e estreia em 6 de outubro.

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  • Reality,  Série

    Estreias: “Only Murders in the Bulding” e as melhores séries da semana

    11 de agosto de 2023 /

    A volta de “Only Murders in the Bulding”, com o reforço de Meryl Streep, é a principal novidade na programação de séries da semana, que também marca o início da despedida de “High School Musical: A Série: O Musical”. A lista ainda apresenta duas novas produções sul-coreanas: uma trama de ação com super-heróis e um reality show com zumbis, além de um novo mistério de “Cruel Summer”, animações e clássicos modernos. Confira os 10 lançamentos que merecem uma conferida em streaming.   ONLY MURDERS IN THE BUILDING 3 | STAR+   Os novos episódios da comédia, que traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez como três vizinhos obcecados por documentários criminais, destacam os reforços de peso de Paul Rudd (“Homem-Formiga”) e Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) na trama. Após o fim do mistério original na 2ª temporada, a trama dá início a um novo “quem matou”, desta vez envolvendo um ator de teatro – vivido por Paul Rudd. O falecido foi assassinado no palco de uma peça do personagem de Martin Short, o que envolve o trio no mistério e transforma todos os demais coadjuvantes em suspeitos, inclusive uma atriz canastrona, interpretada por Meryl Streep. Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman, com produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”), a atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel.   MOVIMENTO | STAR+   A série sul-coreana de super-heróis e supervilões adapta o popular webtoon de Kang Full, que acumulou mais de 200 milhões de visualizações. A trama, ambientada na década de 1990, gira em torno de uma equipe especial da Agência de Planejamento de Segurança Nacional da Coreia do Sul. Este grupo de elite, composto por indivíduos com superpoderes, foi encarregado de executar missões confidenciais e sangrentas para defender a nação. No entanto, misteriosamente, a equipe desapareceu sem deixar rastros, deixando seu legado envolto em segredo. O motivo do sumiço: ao ver seus filhos pequenos manifestarem superpoderes, eles decidem proteger suas famílias do próprio governo. Décadas depois, a série acompanha dois adolescentes com poderes excepcionais: Bongseok, que começou a voar antes de aprender a andar, e Huisoo, que sobreviveu a um devastador acidente de carro sem um arranhão. Os dois se encontram na mesma escola e rapidamente formam um vínculo estreito, compartilhando seus segredos e descobrindo outros com habilidades semelhantes. No entanto, suas vidas despreocupadas tomam um rumo sombrio quando pessoas com poderes começam a ser assassinadas. O elenco estelar da série inclui Ryu Seung-ryong (“Kingdom”), Han Hyo-joo (“Garota do Século 20”), Zo In-sung (“Fuga de Mogadíscio”), Lee Jung-ha de “Run On”, Go Youn-jung (“Sweet Home”), Anzu Lawson (“A Lição”) e Hee-soon Park (“Dr. Brain”). A direção é de Park In-Je, conhecido por seu trabalho na 2ª temporada de “Kingdom”.   HIGH SCHOOL MUSICAL: A SÉRIE: O MUSICAL 4 | DISNEY+   Sem a participação de Olivia Rodrigo, que se despediu oficialmente na temporada passada, o final da série é marcado pela volta de atores da trilogia de filmes originais. Na trama, os estudantes da East High School vão descobrir, em sua volta às aulas, que a escola será usada com cenário das filmagens do aguardado “High School Musical 4”, que voltará a juntar os atores dos longas da Disney. Mais que isso: os alunos vão interpretar figurantes na produção. Assim, os capítulos contarão com os retornos de Monique Coleman (a Taylor), Lucas Grabeel (o Ryan) e Corbin Bleu (o Chad), além de coadjuvantes adultos da trilogia. Para completar, o elenco oficial da série estará preparando um musical final de formatura, que, por sua vez, será inspirado em “High School Musical 3: Ano da Formatura”. Mas este plano esbarra num problema: como a maioria dos alunos está envolvida com o novo filme, quase ninguém aparece para os ensaios.   CRUEL SUMMER 2 | AMAZON PRIME VIDEO   A 2ª temporada traz um novo mistério envolvente, mantendo a estrutura narrativa que consagrou sua temporada inaugural. Dividida em três épocas distintas, cada uma com uma estética visual própria, a trama acompanha duas novas protagonistas: Megan Landry (Sadie Stanley), uma estudante exemplar e avessa a riscos, e Isabella LaRue (Lexi Underwood), a filha rica de diplomatas. A trama se desenrola na pequena cidade turística de Chatam, no noroeste do Pacífico, onde Isabella chega como estudante de intercâmbio para morar com Megan e sua família. A amizade entre as duas, que começa tensa, evolui para uma relação de “vida ou morte”, mas é abalada por um vídeo íntimo envolvendo um garoto local, Luke (Griffin Gluck), e um corpo encontrado no lago. A série criada por Bert V. Royal (“A Mentira”) mantém sua estrutura narrativa única, com saltos frequentes entre as três diferentes linhas do tempo. Cada período é separado por apenas alguns meses, mas sinaliza uma grande mudança na vida de suas protagonistas. A trama se desenrola no verão de 1999, quando Isabella chega à cidade, no inverno do mesmo ano, quando a amizade entre as meninas se fortalece, e no verão de 2000, quando a relação das duas se desfaz, e explora temas como sexualidade e consentimento entre jovens adultos, além de diferenças de classe. Graças à sua ambientação específica no final dos anos 1990, a produção também incorpora detalhes como a tecnologia rudimentar da época, a preocupação com o bug do milênio e uma trilha sonora marcante.   IMPÉRIO DA DOR | NETFLIX   A minissérie dramática estrelada por Matthew Broderick (“Curtindo a Vida Adoidado”) e Uzo Aduba (“”Orange Is the New Black”) aborda a epidemia dos opioides nos Estados Unidos. Os seis episódios acompanham Richard Sackler (Matthew Broderick), um herdeiro da bilionária família farmacêutica Sackler e executivo sênior da Purdue Pharma, que começa a ser investigado por uma equipe federal liderada por Edie (Uzo Aduba) sobre a venda desenfreada de Oxycontin, um opioide que atua como analgésico com ação semelhante à morfina. A partir daí, os episódios fazem uma análise criminal sobre a responsabilidade da indústria farmacêutica em viciar a população americana. Criada por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster, co-roteiristas de “Malévola: Dona do Mal”, a série tem direção do cineasta Pete Berg (“22 Milhas”) e seu elenco também conta com Taylor Kitsch (“A Lista Terminal”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”) e West Duchovny (“Saint X”). Vale lembrar que o escândalo da Purdue Pharma já foi contado em outra minissérie: a premiada “Dopesick”, disponível na Star+ – que é bem melhor.   ASH VS EVIL DEAD | LIONSGATE+   Este divertido terrir é uma continuação da trilogia original “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Na trama, Ash está envelhecido, falido e trabalhando como empregado em uma loja de ferragens quando os Deadites, demônios dos primeiros filmes – “A Morte do Demônio” (1981), “Uma Noite Alucinante” (1987) e “Uma Noite Alucinante 3” (1992) – , reaparecem em sua vida. Puxado de volta para a batalha contra as forças do mal, ele recruta seus colegas de trabalho Pablo (Ray Santiago) e Kelly (Dana DeLorenzo) para sua cruzada, enquanto é perseguido por uma mulher misteriosa chamada Ruby (Lucy Lawless, a eterna Xena e esposa de Tapert). A produção mantém o estilo “pastelão” da franquia original, combinando horror grotesco com comédia física. A direção de Sam Raimi no episódio piloto e a presença de Campbell ajudam a solidificar a conexão com os filmes originais, o que fez a série ser recebida com entusiasmo pelos fãs da franquia, entre eles os críticos de cinema – alcançou 99% de aprovação no Rotten Tomatoes. A narrativa de horror, comédia e ação se expande ao longo de três temporadas, produzidas entre 2015 e 2018, que exploram o passado de Ash, sua relação com sua cidade natal, a introdução de sua filha Brandy (Arielle Carver-O’Neill) e sua batalha final contra os Deadites, num aceno para o legado duradouro do protagonista como um herói relutante e carismático. Todos os 30 episódios produzidos estão sendo disponibilizadas no streaming.   A LUA ABRAÇA O SOL | HBO MAX   Um verdadeiro clássico, considerada uma das obras-primas dos K-dramas históricos, “A Lua Abraça o Sul” conquistou uma legião de fãs desde sua estreia em 2012. Estrelada por Kim Soo-hyun (“Tudo Bem Não Ser Normal”) no papel do jovem príncipe Lee Hwon e Han Ga-in (“Dr. Gang”) como Heo Yeon-Woo, a série tece uma história romântica envolvente ambientada na era Joseon. A trama inicia-se com o romance entre o futuro rei e a jovem filha de um funcionário palaciano, que é tragicamente separada dele devido a intrigas políticas, culminando em uma suposta morte e reencarnação como xamã. A trama atravessa os anos, vários coadjuvantes e conduz a um inevitável reencontro, porém, para frustração do agora Rei, sua antiga paixão não recorda nada de sua vida anterior. O sucesso de “A Lua Abraça o Sol” se deve em grande parte à combinação magistral de drama histórico com elementos de fantasia e romance. Adaptada do romance homônimo de Jung Eun-gwol, a série apresenta uma narrativa complexa que explora temas como amor proibido, poder e destino. A produção impecável, o figurino detalhado e a trilha sonora emotiva contribuem para a atmosfera enriquecedora, que conquistou diversos prêmios, incluindo o prestigiado Grande Prêmio (Daesang) no MBC Drama Awards – Melhor Série e Melhores Atores do ano. Exibida em todos os países do Sudeste Asiático, a série teve impacto inegável na cultura pop, permanecendo como um marco nos K-dramas e uma das maiores influências nas produções do gênero que se seguiram.   PLANETA ESTRANHO | APPLE TV+   A nova animação baseada nos quadrinhos de Nathan W. Pyle apresenta um olhar irônico e criativo sobre um planeta distante, que não é muito diferente do nosso. Neste mundo divertido de cenários rosa e roxo, agradáveis seres azuis mostram o absurdo de seus hábitos cotidianos. Por exemplo, dentes são denominados “pedras da boca”, e um simples espirro é conhecido como “explosões de fluidos faciais”. E se um gato ronronar, é sinal de que está funcionando. Com dez episódios, a série explora situações do dia a dia desses estranhos alienígenas, incluindo interações em cafeterias, experiências de quase morte em aviões e a ingestão de “veneno suave” em bares, visando apontar até que ponto nos acostumamos com as situações mais bizarras, sem considerar suas complexidades. Com produção de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), a série destaca em seu elenco de dublagem Tunde Adebimpe (“O Casamento de Rachel”), Demi Adejuyigbe (“The Amber Ruffin Show”), Hannah Einbinder (“Hacks”), Lori Tan Chinn (“Awkwafina Is Nora From Queens”) e Danny Pudi (“Community”).   OS CADETES MECH | NETFLIX   A animação por computação gráfica adapta os quadrinhos “Mech Cadet Yu”, criados por Greg Pak e Takeshi Miyazawa e publicados pela editora americana BOOM! Studios. A trama se passa 50 anos no futuro, após uma espécie alienígena aterrorizante atacar nosso planeta. O protagonista é o adolescente Stanford Yu, dublado por Brandon Soo Hoo (“Um Drink no Inferno”), sonha em pilotar um Robo Mech, robôs gigantes do espaço que vieram em auxílio à Terra, mas não passa de um zelador na Sky Corps Military Academy, vendo os cadetes se aprimoraram nas lutas mecânicas. Quando finalmente tem a oportunidade, Stanford e seus colegas precisam deixar de lado todas as diferenças pessoais e trabalhar juntos como uma equipe para defender a humanidade contra uma nova invasão. A trama foi adaptada por Aaron Lam, conhecido por seu trabalho em “Ash Vs. The Evil Dead”, e o elenco de dubladores ainda destaca Daniel Dae Kim (“Havaí Cinco-0”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). A produção é uma parceria entre o BOOM! Studios e a Polygon Pictures, estúdio japonês que já trabalhou em outras animações da Netflix, como “Drifting Dragons”, “Levius” e “Círculo de Fogo: The Black”.   ZUMBIVERSO | NETFLIX   Neste reality show diferente, os competidores...

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  • Filme

    Estreias: “Aranhaverso”, comédias pro Dia dos Pais e as novidades do streaming

    11 de agosto de 2023 /

    A mais recente animação do Homem-Aranha finalmente chega no cinema em casa, enquanto as plataformas de streaming lançam filmes inéditos para adolescentes e fãs do cinema de ação. Entre gritos de terror, explosões e beijos, a programação digital também reserva duas comédias para comemorar o Dia dos Pais em família. Confira abaixo os 10 principais lançamentos online da semana.   HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO | VOD*   Com duração de 2 horas e 20 minutos, a nova adaptação dos quadrinhos da Sony/Marvel é a animação mais longa já produzida em Hollywood. E também uma das mais bonitas já feitas, graças ao visual extremamente colorido – inspirado tanto nos quadrinhos quanto na pop art. Continuação de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a produção traz uma nova aventura de Miles Morales (voz original de Shameik Moore) e Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld). Convidado por Gwen a conhecer o centro do Aranhaverso, onde todos os Homens-Aranhas de diferentes realidades convivem, Miles também reencontra o Peter Parker (Jake Johnson) do primeiro filme, que agora tem uma filha, e descobre o que todos, menos ele, têm em comum: uma tragédia em suas histórias de origem. Ao perceber que a tragédia em sua família está prestes a acontecer, Miles decide impedi-la, o que o coloca contra o Homem-Aranha 2099, dublado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), para quem uma mudança na linha do tempo poderia acabar com o Aranhaverso. Inconformado, Miles prefere fazer seu próprio destino, originando o conflito da trama, que ainda inclui um vilão capaz de viajar pelo multiverso. Mas o que mais chama atenção no longa é que cada personagem tem seu próprio estilo visual, muitos deles contrastantes, que ainda assim combinam maravilhosamente bem com a narrativa. A direção está a cargo do trio formado por Kemp Powers (roteirista e co-diretor de “Soul”), o português Joaquim dos Santos (“Avatar: A Lenda de Korra”) e Justin K. Thompson (especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars”). Eles substituem o trio original vencedor do Oscar de Melhor Animação, formado por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. Já o roteiro ficou a cargo dos produtores do primeiro longa, Phil Lord e Chris Miller, junto com David Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”).   VERMELHO, BRANCO E SANGUE AZUL | AMAZON PRIME VIDEO   Adaptação do best-seller de Casey McQuiston, a comédia romântica traz Taylor Zakhar Perez (“A Barraca do Beijo 3”) como Alex Claremont-Diaz, filho da presidente dos Estados Unidos, e Nicholas Galitzine (“Cinderela”) na pele do príncipe britânico Henry. Os dois têm muito em comum: beleza estonteante, carisma inegável, popularidade internacional e um total desdém um pelo outro. Separados por um oceano, sua rivalidade nunca foi um problema, até que um desastroso – e muito público – confronto em um evento real se torna alimento para tabloides, potencialmente colocando em risco as relações entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha no pior momento possível. Para controlar os danos, suas famílias poderosas forçam os dois rivais a uma “trégua” encenada. Mas o que a princípio começa como uma amizade falsa e instagramável se transforma em algo mais significativo do que Alex ou Henry poderiam imaginar. Logo Alex se vê envolvido em um romance secreto com um Henry surpreendentemente desajeitado, o que pode complicar a campanha de reeleição de sua mãe e implodir de vez as relações entre as duas nações. Direção e roteiro são assinados pelo dramaturgo Matthew López (“The Inheritance”), vencedor do Tony, que faz sua estreia em longas-metragens. A produção é de Greg Berlanti (o criador do “Arrowverso” e diretor de “Com Amor, Simon”), e o elenco coadjuvante traz Uma Thurman (“Kill Bill”) como presidente dos EUA, além de Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Sarah Shahi (“Adão Negro”), Rachel Hilson (“Com Amor, Victor”), Stephen Fry (“Sandman”), Ellie Bamber (“Willow”) e Thomas Flynn (“Bridgerton”).   ZOEY 102 | PARAMOUNT+   Jamie Lynn Spears (a irmã de Britney) volta ao papel de Zoey Brooks, 15 anos após o final da série da Nickelodeon, para o primeiro filme derivado da atração. Na trama, os personagens já passaram da adolescência e encaram os desafios da vida adulta. Após anos afastados desde o fim do Ensino Médio, todos se reúnem para celebrar um casamento: de Quinn (Erin Sanders) e Logan (Matthew Underwood). Mas alguns casais não permaneceram juntos ao final da série, como Zoey e Chase (Sean Flynn). Para evitar a saia justa, Zoey decide contratar um namorado fictício para acompanhá-la e evitar que encontre o ex-namorado solteira. Com uma proposta nostálgica, a trama também promete revelar os destinos de outros personagens queridos, como Michael Barrett (Christopher Massey), melhor amigo de Chase. Além disso, Abby Wilde e Jack Salvatore voltam como Stacey Dillsen e Mark Del Figgalo, respectivamente. Mas nem todos integrantes do elenco original estarão presentes no longa. Por mais que sua ausência já fosse esperada, a atriz Alexas Nikolas realmente não aparece na produção. Nos últimos anos, ela relatou diversas acusações de abuso infantil contra o criador do seriado, Dan Schneider. Na série, ela deu vida à Nicole Bristow, colega de quarto e melhor amiga de Zoey até a 2ª temporada. Outros personagens ausentes são Lola Martinez, interpretada por Victoria Justice, e o ator indicado ao Oscar Austin Butler, que interpretou James Garret. Enquanto Justice entrou na série na 2ª temporada como nova colega de quarto de Zoey, o intérprete de Elvis no cinema foi o interesse amoroso da protagonista na 4ª e última temporada. Além dos rostos conhecidos, o filme apresentará novos personagens. Thomas Lennon (“Reno 911!”) será Kelly Kevyn, o chefe de Zoey, enquanto Owen Thiele (“Theater Camp”) assumirá o papel de Archer March, um amigo próximo da protagonista. Por fim, Dean Geyer (“A Praia Assassina”) será Todd, o namorado de mentira de Zoey. É importante ressaltar que Dan Schneider, criador da série original, não está envolvido na produção. Responsável por outros programas de sucesso do canal, como “Drake & Josh” e “Brilhante Vitória”, ele permanece afastado de todos os projetos da Nickelodeon/Viacom após sofrer uma série de acusações de assédio sexual e moral.   AGENTE STONE | NETFLIX   O thriller de ação estrelado e produzido por Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) investe em cenas intensas, explosões e muita tensão para introduzir a história de uma agência secreta de espionagem, que usa tecnologia avançada para impedir ameaças potenciais à segurança global. Entretanto, enquanto os agentes comemoram seus feitos, são inesperadamente derrotados por uma hacker. Inconformada, a protagonista resolve agir mesmo sem o apoio do computador conhecido como Coração, contando com sua habilidade e seus parceiros de confiança para derrotar os inimigos. O elenco também conta com Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Matthias Schweighöfer (“Army of the Dead”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Paul Ready (“The Terror”) e a indiana Alia Bhatt (“RRR: Revolta, Rebelião, Revolução”) como a antagonista. O filme é uma tentativa clara da Netflix de estabelecer uma nova franquia de ação estrelada por grandes estrelas, por isso apela para sequências ao estilo de James Bond, mas com uma mulher maravilha no centro de tudo. Gadot é a força motriz da trama, com Dornan mostrando tons de cinza sob a aparência descontraída de seu personagem. A química natural entre os dois carrega o filme, mas não é suficiente para diferenciá-lo de uma versão genérica de 007/Missão: Impossível. O roteiro é do autor de quadrinhos Greg Rucka (“The Old Guard”) e de Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e a direção é de Tom Harper (“The Aeronauts”). E todo esse esforço acabou destruído pela crítica nos EUA, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes.   DEMONÍACA | VOD*   O terror explora a angústia de uma família em uma fazenda remota no Texas. A trama começa quando os irmãos Louise (Marin Ireland, de “The Umbrella Academy”) e Michael (Michael Abbott Jr., de “Amor Bandido”) visitam a fazenda da família, onde seu pai está à beira da morte. A mãe os recebe com relutância, alertando sobre uma força diabólica que tomou posse da casa. Com o tempo, eles percebem que algo sinistro realmente se apoderou dos pais, manifestando-se através de visões perturbadoras e eventos cada vez mais violentos. A sensação de abandono da fazenda e o vazio entre os membros da família formam um cenário perfeito para o mal, que cresce mais audaz e inquietante conforme o filme avança. A direção é de Bryan Bertino, que ganhou notoriedade em 2008 com seu trabalho de estreia “Os Estranhos”. Agora, o diretor retorna às suas raízes do horror, aplicando uma abordagem sombria e minimalista como em seu filme anterior. Ele evita o uso excessivo de trilhas sonoras estridentes ou clichês visuais, optando por um estilo de direção que induz medo de maneira mais sutil e impactante. A obra mantém uma consistência estilística com “Os Estranhos”, evidenciando o comprometimento do diretor com um horror niilista e implacável.   O JUIZO | VOD*   O terror brasileiro chama atenção por ser uma produção em família, dirigida por Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), escrita por sua esposa Fernanda Torres (autora de “Os Outros”) e estrelada por seu filho, Joaquim Torres Waddington (“Diário de um Confinado”), e até sua sogra famosa, Fernanda Montenegro (“Doce de Mãe”). Trata-se de uma história de maldição sobrenatural com raízes na escravidão, que até lembra as tramas dos antigos quadrinhos de Júlio Shimamoto. Em crise no casamento devido ao alcoolismo e por ter perdido o emprego, Augusto Menezes (Felipe Camargo, de “Santo Maldito”) decide se mudar com esposa (Carol Castro, de “Maldivas”) e filho (Joaquim Torres Waddington) para uma fazenda herdada de seu avô. O que ele não imaginava era que a propriedade fosse assombrada por Couraça (o rapper Criolo) e Ana (Kênia Bárbara, de “Os Outros”), escravos decididos a se vingar dos antepassados de Augusto.   MEU PAI É UM PERIGO | VOD*   A comédia de Dia dos Pais gira em torno dos problemas de relacionamento entre um filho adulto (Sebastian Maniscalco, de “Green Book: O Guia”) e seu pai (Robert De Niro, de “O Irlandês”). A trama acompanha Sebastian, um sujeito que está prestes a visitar a família rica da sua namorada (Leslie Bibb, de “O Legado de Júpiter”). Sem ter onde deixar o pai idoso, ele acaba levando-o na viagem. Uma vez lá, o pai parece fazer de tudo para envergonhar o filho – até matar o pavão de estimação da família da nora, para servi-lo no jantar. Mas, aos poucos, os dois começam a criar uma conexão que não existia antes. Considerado sem graça pela maioria da crítica, o filme dirigido por Laura Terruso (“Dançarina Imperfeita”) ainda conta com Kim Cattrall (“How I Met Your Father”), Anders Holm (“Inventando Anna”), David Rasche (“Succession”) e Brett Dier (“Jane the Virgin”) no elenco.   PAPAI É POP | AMAZON PRIME VIDEO   Outra comédia de Dia dos Pais, a produção brasileira traz o ator Lázaro Ramos aprendendo a ser pai. Ele vive Tom, um homem comum que vê sua vida mudar com o nascimento da filha. Ao lado da esposa Elisa (Paolla Oliveira), precisa aprender na prática como cuidar da bebezinha e, em meio a situações da vida cotidiana, passar por uma transformação radical para se tornar um pai presente. Baseado no livro homônimo de Marcos Piangers, o filme mostra a diferença entre teoria e prática em relação à paternidade – e vai fundo no didatismo. O roteiro é de Ricardo Hofstetter (“Malhação”) e a direção de Caito Ortiz (do divertido “O Roubo da Taça”).   FERVO | STAR+   A comédia brasileira tem praticamente a premissa da série “Ghost” (Paramount+). Um casal se muda para uma nova casa, sem saber que ela é assombrada, e começa a interagir com os fantasmas, que são mais divertidos que assustadores. O diferencial nacional é que a casa costumava ser um local de “fervo” LGBTQIAP+ e agora reúne drag queens do além. Além disso, o enredo é estruturado a base de esquetes, que possibilitam um desfile enorme de convidados especiais – de Paulo Vieira a Marcelo Adnet. A direção é de Felipe Joffily, que na semana passada lançou outra comédia nos cinemas, “Nas Ondas da Fé”. Já o elenco...

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  • Série

    Série derivada de “John Wick” ganha trailer com Mel Gibson, kung fu e black power

    9 de agosto de 2023 /

    A plataforma americana Peacock divulgou um novo pôster e o trailer completo de “The Continental”, série baseada nos filmes de “John Wick”. A produção é um prólogo, passado nos anos 1970, que a prévia apresenta em ritmo intenso, com muita ação, tiros, kung fu, soul music e black power, evocando os filmes da época. A atração vai contar a origem do hotel que serve de ponto de encontro e refúgio para os personagens da franquia, acompanhando a chegada do jovem Winston Scott (visto na trilogia cinematográfica com interpretação de Ian McShane) ao famoso Continental. A versão jovem de Winston é vivida por Colin Woodell (“The Flight Attendant”), que para ajudar o irmão em dificuldades irá confrontar ninguém menos que Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”), intérprete de um personagem chamado Cormac, um chefão do submundo e atual gerente do hotel. Os dois vão disputar o controle do local, com Winston reunindo uma gangue diversificada para tomar de assalto a fortaleza do rival. Os demais atores da produção incluem Katie McGrath (“Supergirl”), Ayomide Adegun (“Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpente”), Peter Greene (“Luta Pela Liberdade”), Hubert Point-Du Jour (“The Good Lord Bird”), Jessica Allain (“A Lavanderia”), Mishel Prada (“Vida”), Nhung Kate (“The Housemaid”) e Ben Robson (“Animal Kingdom”), entre outros. “The Continental” tem roteiro de Greg Coolidge (“Policial em Apuros”) e Kirk Ward (“Wayne”), que compartilham a produção com o roteirista e o diretor dos filmes de “John Wick”, Derek Kolstad e Chad Stahelski. Já a direção dos episódios está a cargo do cineasta Albert Hughes (“O Livro de Eli”). A minissérie de apenas três episódios terá estreia mundial em 22 de setembro. No Brasil, a exibição vai começar na mesma data, na plataforma Prime Video, da Amazon.

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  • Música,  Série

    Taylor Swift lança “Delicate (Taylor’s Version)” na série “O Verão que Mudou Minha Vida”

    5 de agosto de 2023 /

    A cantora Taylor Swift, conhecida por suas estratégias meticulosas de lançamento, surpreendeu os fãs com a estreia de “Delicate (Taylor’s Version)” na série “O Verão que Mudou Minha Vida”, do Prime Video. A música, uma regravação do hit do álbum “Reputation”, toca no sexto episódio da 2ª temporada, disponibilizado pelo serviço de streaming na noite de sexta-feira (4/8).   Especulações sobre novo álbum Até o momento, Taylor Swift não anunciou o lançamento do álbum “Reputation (Taylor’s Version)”. No entanto, a inclusão de “Delicate (Taylor’s Version)” na série indica que a cantora já está trabalhando na regravação. Taylor está regravando os seus primeiros seis álbuns em resposta à venda de seus masters, com suas gravações originais, sem seu consentimento para Scooter Braun, empresário de Justin Bieber, que pretendia relançar as músicas originais e faturar com isso. Ao regravar suas músicas, Swift busca recuperar o controle sobre sua obra e garantir que os lucros de suas canções vão diretamente para ela.   Sucesso das regravações A regravação mais recente foi “Speak Now (Taylor’s Version)”, lançado em 7 de julho. Além de novas versões das faixas originais, o álbum também inclui parcerias inéditas, como “Castles Crumbling” com Hayley Williams e “Electric Touch” com Fall Out Boy, e outras quatro músicas “From The Vault”: “Foolish One”, “Timeless”, “When Emma Falls In Love” e “I Can See You”. Com o lançamento, Taylor se tornou a primeira mulher na história a ter quatro álbuns entre os 10 mais vendidos dos EUA ao mesmo tempo – o Top 10 da Billboard. Além deste recorde, “Speak Now (Taylor’s Version)” também virou o 12º álbum da cantora a atingir o 1º lugar do ranking, dando-lhe o título de artista feminina com o maior número de álbuns no topo das paradas em todos os tempos.   Sobre a série “O Verão Que Mudou Minha Vida” A série “O Verão Que Mudou Minha Vida”, do Prime Video, é baseada numa trilogia literária da autora norte-americana Jenny Han, conhecida por “Para Todos os Garotos Que Já Amei”, obra que foi adaptada pela Netflix. A série é centrada na adolescente Belly (Lola Tung) e acompanha a personagem dos 15 aos 24 anos, durante os verões em que se apaixonou por dois irmãos, e os problemas que isso causa. A série foi recentemente renovada para sua 3ª temporada, que conclui a adaptação da trilogia. ‼️ Confira a prévia COMPLETA e em melhor qualidade de “Delicate (Taylor’s Version)”! pic.twitter.com/2mtOzVq7Lb — Taylor Swift Brasil (@taylorswiftbr) August 4, 2023

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  • Reality,  TV

    Xuxa se irrita com adiamento da “Caravana das Drags”

    4 de agosto de 2023 /

    A apresentadora Xuxa Meneghel teria ficado bastante insatisfeita com o adiamento das gravações da 2ª temporada de “Caravana das Drags”, reality de competição entre drag queens da Amazon Prime Video. A notícia do adiamento foi comunicada nesta sexta-feira (4/8), gerando decepção após uma reunião com a plataforma de streaming. Desistência da Prime Video? Uma fonte próxima à apresentadora relatou ao colunista Lucas Pasin que Xuxa ficou bastante irritada com a situação. “Ela ficou brava mesmo, e com uma sensação de que o Prime Video desistiu totalmente do programa. E, de fato, a chance deles terem desistido é mesmo enorme. Parece não existir interesse por parte da direção do canal”, disse a fonte. A mesma fonte ainda destacou que Xuxa investiu energia no projeto e estava muito feliz com ele. “A sensação foi que eles desistiram”, reforçou. Futuro da “Caravana das Drags” ainda incerto A “Caravana das Drags”, que estreou no catálogo da Prime Video em abril deste ano, apresenta 10 drag queens competindo pelo título de Drag Suprema do Brasil. O programa é comandado por Xuxa Meneghel e Ikaro Kadoshi. Procurada, a assessoria de imprensa do Prime Video confirmou que as gravações não acontecerão este ano. Além disso, a possibilidade de uma 2ª temporada encontra-se em aberto.

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  • Série

    Sutura: Nova série estrelada por Claudia Abreu e Humberto Morais começa a ser gravada

    4 de agosto de 2023 /

    O Prime Video anunciou o início das filmagens do thriller médico “Sutura”. Estrelada por Claudia Abreu (“Desalma”) e Humberto Morais (“Poliana Moça”), a série tem previsão de estreia para 2024. A trama conta a história de Ícaro (Morais), um incorruptível jovem da periferia de São Paulo, recém-formado em Medicina que não poderia fazer a sua residência médica por conta de uma dívida contraída durante a faculdade. Do outro lado está a Dra. Mancini (Abreu), uma cirurgiã de elite recém-saída de um trauma, atormentada por tremores nas mãos, que quer voltar a operar. A única solução que encontram para resolverem seus problemas é atuar como médicos do crime, dando início a uma perigosa vida dupla onde escapar pode se provar impossível.   Elenco e produção O elenco conta também com Juliana Paiva (“Salve-se Quem Puder”), Gabriel Braga Nunes (“Verdades Secretas”), Danilo Mesquita (“Além da Ilusão”), Lara Tremouroux (“Rota 66: A Polícia que Mata”), Leopoldo Pacheco (“Pantanal”), Naruna Costa (“Rota 66: A Polícia que Mata”), Yara de Novaes (“Novela”), entre outros. A série foi criada por Fábio Montanari (“Pico da Neblina”), com desenvolvimento e redação final de Marcelo Montenegro (“3%”). Já a produção é da Boutique Filmes e da Spiral International, com direção geral de Diego Martins (“Rota 66: A Polícia que Mata”).

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  • Série

    “O Verão Que Mudou Minha Vida” é renovada para 3ª temporada

    3 de agosto de 2023 /

    A Amazon Prime Video anunciou a renovação de “O Verão Que Mudou Minha Vida” para a 3ª temporada, após o segundo ano da produção se tornar um dos originais mais vistos da história da plataforma de streaming. Baseada na trilogia de livros da autora e produtora executiva Jenny Han (a mesma da franquia “Para Todos os Garotos”), a 3ª temporada consistirá em 10 episódios, um aumento em relação às temporadas anteriores de 7 e 8 episódios, respectivamente. A história vai adaptar o último volume da coleção, “Sempre Teremos o Verão”. “Ficamos encantados ao ver a paixão com que os fãs abraçaram ‘O Verão Que Mudou Minha Vida’, tornando as sextas-feiras de verão um fenômeno de entretenimento”, disse Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon e MGM Studios, sobre a renovação. “Esta série encantadora e profundamente emocionante mostrou a amplitude de nossa base de clientes, atraindo um conjunto jovem e diversificado de espectadores. Jenny Han é uma contadora de histórias talentosa, cujos fãs têm clamado pelo terceiro capítulo desta história. Estamos animados hoje em compartilhar a notícia de que eles têm muito mais verão pela frente”. De acordo com um comunicado de imprensa da Amazon, a renovação foi feita antes das greves dos roteiristas e atores de Hollywood, mas a produção não começará até que ambas as greves tenham sido resolvidas.   História e produção da série A 1ª temporada apresentou Belly (Lola Tung) e seus dilemas amorosos de verão, entre os irmãos Conrad (Christopher Briney) e Jeremiah (Gavin Casalegno), enquanto lidava com as mudanças afloradas da puberdade aos 15 anos. Já o segundo ano mostrou Conrad e Jeremiah brigando por causa da jovem veranista, e o retorno do câncer de sua amiga Susannah (Rachel Blanchard), que deixaram o verão mais sombrio na volta de Belly a Cousins Beach. Mas quando até o futuro da amada casa de Susannah é colocado em jogo, ela consegue convencer a todos a deixarem as picuinhas de lado para reunir a gangue e salvar suas amizades. O novo ano segue com Jenny Han como showrunner ao lado de Sarah Kucserka (“Alta Fidelidade”), e contará o desfecho da história de amor de Belly e os irmãos, com direito a anúncio de casamento e corrida contra o tempo para impedir o matrimônio. 𝘈 3𝘢 𝘵𝘦𝘮𝘱𝘰𝘳𝘢𝘥𝘢 𝘧𝘰𝘪 𝘤𝘰𝘯𝘧𝘪𝘳𝘮𝘢𝘥𝘢 𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴 𝘥𝘢𝘴 𝘨𝘳𝘦𝘷𝘦𝘴 𝘦 𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘥𝘶çã𝘰 𝘯ã𝘰 𝘵𝘦𝘳á 𝘪𝘯í𝘤𝘪𝘰 𝘢𝘵é 𝘲𝘶𝘦 𝘢𝘴 𝘯𝘦𝘨𝘰𝘤𝘪𝘢çõ𝘦𝘴 𝘴𝘦𝘫𝘢𝘮 𝘳𝘦𝘴𝘰𝘭𝘷𝘪𝘥𝘢𝘴. — Prime Video Brasil (@PrimeVideoBR) August 3, 2023

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  • Etc

    “Victoria’s Secret Fashion Show” retorna em setembro na Amazon

    31 de julho de 2023 /

    Após um hiato de quatro anos, o “Victoria’s Secret Fashion Show” está de volta. O evento, que se tornou um marco na indústria da moda desde sua criação em 1995, será transmitido na plataforma Prime Video, da Amazon, no dia 26 de setembro. A produção promete ser uma mistura de documentário e desfile de moda, com o objetivo de consagrar a mudança da marca, que agora visa empoderar e celebrar mulheres de todos os tipos ao redor do mundo. A iniciativa busca reinventar a tradição dos “shows” da Victoria’s Secret, famosa por suas lingeries e pelas “angels”, como eram conhecidas suas modelos, no momento em que a marca busca um novo posicionamento após uma série de polêmicas.   Retorno esperado Greg Unis, presidente da marca Victoria’s Secret e PINK, expressou entusiasmo com a parceria com a Amazon. “Esta colaboração cria uma experiência de visualização incomparável, trazendo a magia do Tour diretamente para o público em geral. Por meio dessa colaboração, estamos reforçando nosso compromisso de entregar conteúdo cativante que celebra nossa herança e ressoa com nossos clientes”, disse Unis. Além do desfile de moda, a produção oferecerá um olhar exclusivo nos bastidores e apresentará o VS20, um grupo visionário de 20 criativos globais que criaram curadorias de moda inspiradas nas cidades de Bogotá, Lagos, Londres e Tóquio para desenvolver designs personalizados da Victoria’s Secret.   Relembrando as polêmicas A reinvenção do desfile acontece após Rihanna ocupar o espaço deixado pela marca com seus próprios shows de moda íntima, Savage x Fenty, não por acaso transmitidos pela Prime Video. Os eventos extremamente diversificados da cantora viraram o novo padrão para marcas de lingerie. Enquanto o mundo demandava mais diversidade, representatividade e inclusão, os desfiles da Victoria’s Secret ficaram presos aos antigos padrões de beleza, e criticados por apresentar apenas modelos altas, extremamente magras e majoritariamente brancas. Além disso, a empresa teve que lidar com declarações preconceituosas de executivos. Em 2018, Ed Razek, então diretor de marketing da empresa, explicou em uma entrevista à Vogue por que não selecionava modelos de tamanhos maiores e mulheres trans para a apresentação. “Não acho que teremos esse tipo de modelo, porque esse show é uma fantasia. São 42 minutos de entretenimento”, declarou. Isto fez a marca ser considerada ultrapassada e levou ao cancelamento de seus famosos shows, após duas décadas de domínio midiático.   A nova era da Victoria’s Secret Em resposta ao declínio geral, a Victoria’s Secret passou por mudanças significativas. Em agosto de 2019, a primeira modelo trans, a brasileira Valentina Sampaio, foi contratada pela marca, que no ano seguinte começou a incluir modelos plus size em suas campanhas de lingerie. Atualmente, a marca conta com um time de embaixadoras, o VS Collective, que deixa claro sua nova tendência inclusiva. A lista inclui a atriz indiana Priyanka Chopra Jones, a modelo norte-americana Hailey Bieber, a tenista japonesa Naomi Osaka e a brasileira Valentina Sampaio. Ainda não foram revelados detalhes sobre o casting do próximo desfile e se haverá atrações musicais.

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