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  • Música

    Avril Lavigne lança clipe fúnebre com clichês de metal satânico

    15 de julho de 2019 /

    Avril Lavigne lançou um novo clipe de temática mórbida. Apesar de trazer caixão e carro fúnebre, “I Fell In Love With The Devil” não tem o tom confessional de “Head Above Water”, que marcou a volta da cantora no ano passado, refletindo a sua luta contra a doença de Lyme. Desta vez, o clima sombrio é clichê, reciclando a iconografia de vídeos de metal melódico satânico. No vídeo, a cantora se alterna entre longos vestidos vermelhos e o visual de uma noiva de preto, entre cruzes, um cenário montado num cemitério e um homem elegante como o diabo. Consta que os fãs evangélicos da cantora ficaram contrariados. “Você precisa de Jesus”, escreveu um seguidor. De todo modo, em contraste com o visual, a música é chorosa feito pop sertanejo. Lembra Sandy num clipe de metal – o que, por sinal, existe. A direção é do cineasta Elliott Lester (“Em Busca de Vingança”), que também assinou o clipe “Head Above Water”.

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  • Música

    Miley Cyrus lança clipe feminista com participação de sua mãe e ativistas

    2 de julho de 2019 /

    Miley Cyrus lançou o clipe de “Mother’s Daughter”, em que retoma batidas de pop eletrônico e postura mais sexual. A diferença é que desta vez não se trata de rebeldia adolescente, mas de expressão artística de uma mulher tão bem resolvida que inclui a própria mãe, Leticia “Tish” Cyrus, entre as convidadas do vídeo para ilustrar empoderamento – não apenas feminino, mas LGBTQIA+. Amparada por uma direção de arte glamourosa, que combina sado-masoquismo, parada LGBTQIA+ e super-heróis, Miley reúne diversos nomes da cena alternativa americana – entre artistas e ativistas, aparecem os modelos trans Aaron Philip e Casil McArthur, a skatista Lacey Baker, a dançarina Amazon Ashley, a atriz Angelina Duplisea e a ativista de 11 anos Mari Copeny – , para se assumir politicamente feminista e queer. O clipe é repleto de slogans, de “a virgindade é uma construção social” e “o pecado está em seu olhar” até “não é um objeto” e “meu corpo, minhas regras” (frases escritas sobre corpos femininos nus), sem abrir mão da sensualidade explícita. O que deve dar curto-circuito em machistas que propagam que feministas são feias e assexuadas. Miley demonstra como o feminismo é, na verdade, um afrodisíaco poderoso. Mas também algo que pode representar um ato maternal, como amamentação – uma das imagens do vídeo. “Deve ser devido a alguma coisa na água ou que eu sou filha da minha mãe”, ela diz na canção, juntando empoderamento e família – e lá se vai outro pedaço do cérebro conservador para o chão. A direção é do cineasta francês Alexandre Moors, que após chamar atenção com o drama indie “Chevrolet Azul” (2013) tem se especializado em clipes de rappers americanos, como ScHoolboy Q e Kendrick Lamar. A música “Mother’s Daughter” faz parte do EP “She Is Coming”, com título de duplo sentido, lançado por Miley em maio. A cantora anunciou que o disco de seis faixas será o primeiro de uma trilogia, que deve ser completada ainda este ano com os EPs “She Is Here” e “She Is Everything”.

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  • Filme

    Trailer da continuação de Trolls é ataque contra o rock

    20 de junho de 2019 /

    A DreamWorks Animation divulgou o trailer de “Trolls: World Tour”, sequência da animação “Trolls” (2016). E há tantas coisas erradas no vídeo musical que era preferível o silêncio. Não “o som do silêncio”, já que este é um dos problemas – o clássico depressivo “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel, virou exemplo de música fofa na prévia, que ainda não foi legendada ou dublada para o lançamento nacional. No novo longa, a rainha Poppy e Branch fazem uma descoberta surpreendente: existem outros mundos de Troll além do deles, cada um definido por um gênero diferente de música. E o rock – denominação do som que no trailer é representado como heavy metal dos anos 1980 – é o vilão dessa história. Os roqueiros querem dominar o mundo Troll e acabar com os outros gêneros musicais. A ironia dessa premissa é que ela representa o oposto do que sempre aconteceu no mundo real, onde o pop foi criado no final dos anos 1950 para acabar com o rock. E basicamente conseguiu seu objetivo no século 21, após se mesclar com o R&B e fazer sumir qualquer vestígio de rock nas listas de sucessos comerciais. “Trolls: World Tour” é apenas o mais novo capítulo dessa história antiga de ataque do pop contra o rock, que pretende ensinar às crianças como roqueiros representam o mal. Basicamente, o que o pastor Jimmy Lee Swaggart já fazia há meio século, ao conclamar seguidores a queimar os discos de rock – música do diabo. A continuação bizarra traz Justin Timberlake e Anna Kendrick de volta aos papéis de Branch e Poppy, respectivamente. E entre as novidades no elenco estão Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”), Chance the Rapper (“Slice”), Anthony Ramos (“Nasce uma Estrela”), Karan Soni (“Deadpool”), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) e Ozzy Osbourne (“Um Diabo Diferente”). Os roteiristas são os mesmos do primeiro filme, Jonathan Aibel e Glenn Berger, e a direção está a cargo da dupla Walt Dohrn e David P. Smith, que estreiam em longa-metragem após comandarem episódios de séries animadas. A animação tem estreia marcada para 16 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Novo clipe de Taylor Swift encerra briga com Katy Perry e junta ícones LGBTQIA+ por mais tolerância

    17 de junho de 2019 /

    A cantora Taylor Swift lançou o clipe de “You Need To Calm Down” (você precisa se acalmar), em que critica o assédio online, motivado por machismo, homofobia, raiva ou simples obsessão, pregando mais tolerância entre as pessoas. O vídeo, codirigido pela própria cantora, é colorido e repleto de participações especiais. Diversos ícones LGBTQIA+ dos Estados Unidos fazem participações e poses para a câmera, entre eles os apresentadores Ellen DeGeneres e RuPaul, a atriz Laverne Cox (de “Orange Is The New Black”), o ator Billy Porter (da série “Pose”) e o cantor Adam Lambert. Para completar, Katy Perry aparece para abraçar Taylor e encerrar a briga pública entre as duas, que entram em cena vestidas de batata frita e hambúrguer – supostamente, uma combinação perfeita (para o colesterol alto). A letra que pede menos ódio e mais amor deve virar meme de rede social. Já a propaganda/metáfora de fast food não inspira os mesmos sentimentos positivos. Não há como reclamar de quem virar hater disso. “You Need To Calm Down” é o segundo single do novo álbum de Taylor, “Lover”, que terá 18 faixas e ainda não tem data de lançamento. O primeiro foi “Me!”, lançado em abril com participação de Brendon Urie, da banda Panic! At The Disco.

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  • Filme,  Música

    Spice Girls vão voltar ao cinema como desenho animado

    14 de junho de 2019 /

    A Paramount anunciou o desenvolvimento de um novo filme das Spice Girls, desta vez em formato de animação. O estúdio conta com o envolvimento das cinco integrantes do grupo feminino, inclusive Victoria Beckham, que não participa da nova turnê musical das Spice Girls. “Elas tiveram uma ideia e foram desenvolvendo. Estão muito envolvidas”, explicou a presidente da Paramount Animation, Mireille Soria, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. A animação vai trazer os hits conhecidos do grupo, mas também incluirá músicas inéditas – logicamente, será acompanhada por um disco de trilha sonora. O roteiro está a cargo de Karen McCullah e Kirsten Smith, dupla que trabalhou junta na famosa comédia “Legalmente Loira” (2001). Este será o segundo longa-metragem das cantoras inglesas. O anterior foi “O Mundo das Spice Girls”, lançado em 1997, no auge da popularidade do quinteto que popularizou a expressão “girl power” no mundo inteiro. O novo lançamento está previsto para 2020.

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  • Música

    Ed Sheeran e Justin Bieber lançam clipe que é versão milionária de filtros do Instagram

    17 de maio de 2019 /

    Ed Sheeran e Justin Bieber lançaram nesta sexta (17/5) o aguardado videoclipe de sua colaboração musical, “I Don’t Care”. A música parece mais forró que pop, e o clipe não passa de uma versão milionária dos filtros gratuitos de bichos e sorvetão usados em fotos nas redes sociais. É para parecer descontraído, colorido e engraçado, enquanto se ouve que os cantores bem-sucedidos tem problemas de depressão e ansiedade, mas ficam bem quando estão com seus amores – Bieber está casado com Hailey Baldwin e Sheeran, com Cherry Seaborn. A direção do vídeo é do inglês Emil Nava, favorito dos clipes de Calvin Harris, que também assinou “Happier”, de Sheeran. Vale lembrar que os dois cantores já tinham colaborado antes, no hit “Love Yourself”, lançado por Bieber em 2015. E apareceram recentemente num clipe de Lil Dicky, “Earth”, em que Sheeran virou um babuíno e Bieber um coala. Em retrospectiva, foi uma prévia de suas transformações em bichinhos fofinhos no novo vídeo.

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  • Música

    Clipe do grupo feminino Blackpink quebra recordes no YouTube

    9 de abril de 2019 /

    Sensação feminina do K-pop, o grupo sul-coreano Blackpink bateu dois recordes no YouTube com o lançamento do clipe de “Kill This Love”. O vídeo registrou a maior estréia de um vídeo na história da plataforma de streaming, com 56,7 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. Com a marca, o grupo desbancou a cantora americana Ariana Grande, que tinha o recorde de clipe mais visto em 24 horas por “Thank U, Next”, exibido 55,4 milhões de vezes em sua estreia. Mas não ficou nisso. “Kill This Love” também se tornou o clipe que mais rapidamente bateu a marca de 100 milhões de visualizações no YouTube: em menos de três dias desde seu lançamento – que aconteceu na quinta passada (4/4). Atualmente, a conta está em mais de 142 milhões de visualizações. No início deste ano, a banda já tinha batida um recorde com o clipe de “Ddu-Du Ddu-Du”, como o vídeo de K-pop mais visto de todos os tempos. “Kill This Love” deixou esse sucesso para trás. Com visual colorido e fashion, que lembra antigos clipes de Taylor Swift – mas não tão colorido quanto os clipes do grupo rival de K-pop Red Velvet – , Blackpink vem se firmando como referência no gênero, que tem como equivalente popular masculino o grupo BTS.

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  • Música

    Novo clipe dos Jonas Brothers cita Game of Thrones e evoca Miami Vice

    5 de abril de 2019 /

    Os Jonas Brothers laçaram um de seus melhores clipes, acompanhando a música “Cool”, em que recriam a vibe de “Miami Vice”. Dirigido por Anthony Mandler – que também fez o clipe de “Sucker” – , o vídeo é uma homenagem a uma era saudosa da MTV, em que artistas apareciam em cenas de praia, repletas de mulheres de biquíni, e usando ternos de cor pastel sobre camisetas claras. Não falta sequer os óculos escuros, a obsessão pelo penteado ligeiramente imperfeito e a cena panorâmica num iate, elementos icônicos do pop dos anos 1980. O visual combina com uma letra que é pura massagem de ego. “Quando crescer, quero ser igual a mim”, diz Kevin Jonas, depois do refrão grudar forte – “Estou me sentindo tão cool”, repete sem parar o melhor cantor do grupo. Outro detalhe divertido da letra surge quando Joe Jonas assume os vocais e passa descrever que chegar em casa é se sentir “vencendo como em ‘Game of Thrones'”, numa clara referência a quem ele encontra neste momento – sua noiva Sophie Turner, a Sansa Stark. A maior surpresa fica por conta da forma espontânea como os vocais soam, às vezes quase improvisados, para injetar um pouco de criatividade no padrão redondinho do hit pop. Pode não parecer, mas a experiência como ator de Kevin Jonas melhorou muito sua interpretação musical.

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  • Música

    Sam Smith é assombrado por hologramas em seu novo clipe

    30 de janeiro de 2019 /

    Sam Smith divulgou o clipe de “Dancing With a Stranger”, sua parceria com a cantora Normani. O vídeo mostra os dois em um grande casa modernista, assombrados por hologramas de relacionamentos casuais. O cantor e a ex-Fifth Harmony são assediados pelas imagens incorpóreas, enquanto lembram, com semblante triste, de uma noitada em que tentaram superar um amor antigo. “Olha o que você me fez fazer/ Estou com alguém novo/ Oh, baby, baby/ Dançando com um estranho”, cantam no refrão. “Escrevi [a música] na turnê ‘The Thrill Of It All’ no ano passado. Para mim, ela engloba tudo o que eu estava sentindo enquanto fazia malabarismos com minha vida pessoal e em turnê. É um momento lindo para mim, por eu ser um grande fã de Normani, e por tudo o que ela significa para mim. Estou muito animado para ver sua luz brilhar. Espero que todos gostem de ouvir essa música tanto quanto eu”, declarou Smith sobre o lançamento. Ele vai se apresentar no Brasil em abril como uma das principais atrações do Lollapalooza. O vídeo tem direção de Vaughan Arnell, que virou especialista em clipes de aspirantes à vaga de novo George Michael do pop britânico. Além de Sam Smith, ele também dirigiu trabalhos recentes de Robbie Williams, James Blunt, John Newman e Olly Murs, sem esquecer do último vídeo de… George Michael.

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  • Filme,  Música

    Dua Lipa vira ciborgue em clipe da trilha do filme Alita: Anjo de Combate

    24 de janeiro de 2019 /

    Dua Lipa divulgou o clipe de “Swan Song”, música que faz parte da trilha de “Alita: Anjo de Combate”. Bastante cinematográfico, o vídeo conta com participação da personagem-título do filme. O detalhe é que ela não aparece em cenas recicladas da produção, mas em novos efeitos de computação gráfica, criados especialmente para o trabalho da cantora. Alita (a atriz Rosa Salazar) ajuda Dua Lipa a treinar artes marciais e se transformar em ciborgue para lutar contra a opressão. O vídeo explica que a cantora trabalha num lixão de ferro retorcido com outras catadoras deslumbrantes, usando correntes de grife como colar, uma luva de látex desparceirada, coturnos de plataforma, roupas pretas e diversos brincos inspirados em peças de tecnologia. O visual é altamente fashionista, apresentando um glamour pós-apocalíptico de dar inveja nas top models famosas que atuaram em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015). Mas não demora e um tanque robótico de guerra coloca as sem-teto de catálogo de moda em fuga, o que faz Dua Lipa querer erguer o punho como se fosse negra. “Eu não vou me calar/ Porque ficar em silêncio é o mesmo que morrer/ Este não é o meu canto do cisne”, ela canta no refrão. A direção do clipe é de Floria Sigismondi, do filme “Runaways – Garotas do Rock” (2010), da série “The Handmaid’s Tale” e de vários vídeos musicais de David Bowie. Já “Alita: Anjo de Combate” tem direção de Robert Rodriguez (“Sin City”) e roteiro e produção de James Cameron (“Avatar”). A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Música

    Retrospectiva: Os 50 melhores clipes nacionais de 2018

    2 de janeiro de 2019 /

    2018 foi o ano em que os clipes brasileiros mudaram de patamar com o envolvimento de muitos diretores de publicidade e cinema, fazendo com que até as produções de música indie atingissem uma qualidade muito acima da média de outras retrospectivas. Sejam do rock independente ou da nova MPB, os clipes brasileiros nunca tiveram uma qualidade tão uniforme, passando pelos mais diferentes ritmos. Claro que ninguém foi tão longe quanto Anitta, que deu a volta ao mundo só para gravar um clipe – e lançou pelo menos mais três vídeos fantásticos em 2018, embora apenas um tenha entrado na lista, para dar espaço a 50 artistas diferentes. Mas ela não foi a única a ter músicas transformadas em superproduções. Não faltam, entre as obras selecionadas, efeitos visuais cinematográficos e participações de astros famosos em dramatizações de impacto – com pelo menos uma estrela de cinema atrás também do microfone. Outro detalhe visível é o engajamento da maioria das produções, contra a intolerância e o racismo, e em defesa dos direitos LGBTQIA+ e do empoderamento feminino. Há retratos de trabalhadores e estudantes em seus cotidianos, e histórias de amor que acontecem longe dos cenários tradicionais das novelas da Globo. A diversidade chega a dar esperanças no futuro. Aperte o play para ver e ouvir, numa ordem definida por afinidade sonora, e confira os nomes dos artistas abaixo. 1 Baco Exu do Blues – Bluesman | 2 Criolo – Boca de Lobo | 3 Rincon Sapiência – Crime Bárbaro | 4 Àttooxxá – Caixa Postal | 5 Karol Conka & Sabotage – Cabeça de Nego | 6 Emicida & Fióti – Rap do Motoboy | 7 Iza – Dona de Mim | 8 Xenia França – Pra que me Chamas? | 9 Mawu – Chamamento | 10 Cordel do Fogo Encantado – Liberdade, a Filha do Vento | 11 Scalene – Esc (Caverna Digital) | 12 Molho Negro – O Jeito de Errar | 13 Canto Cego – Eu Não Sei Dizer | 14 The Mönic – Buda | 15 Marcelo Gross – Alô, Liguei | 15 Wasadog – I’m Willin’ | 16 Daniel Groove – Seu Amor | 18 Leela – YouTube Mine | 19 Letrux – Além de Cavalos | 20 Dani Vellocet – A Rainha e o Leão | 21 Gab – Not Yours | 22 André Cardinali – Contos de Fadas | 23 Marcelo Perdido – Tesoura sem Ponta | 24 Alaska – Vazio | 25 Lupa – Lunático | 26 Fresno – Convicção | 27 Isabel Lenza – Cinematográfico | 28 Verônica Ferriani – Amado Imortal | 29 Luiza Lian – Azul Moderno | 30 Ana Cañas – Eu Amo Você | 31 Baleia – Eu Estou Aqui | 32 Duda Beat – Bixinho | 33 Bel – Esse calor | 34 Alok, Zeeba & IRO – Ocean | 35 Pabllo Vittar – Indestrutível | 36 Prume – 606 On Fire | 37 Filipe Catto – Canção de Engate | 38 Cleo – Jungle Kid | 39 Teach Me Tiger – Drive | 40 Trago – A Ponte | 41 Plutão Já Foi Planeta – Estrondo | 42 Rubel – Colégio | 43 Tagua Tagua – Rastro de Pó | 44 Alex Sant’Anna – Insônia | 45 Leo Moraes – Incrível | 46 Fran Rosas – Relatividade | 47 Nana – Gato É Crime, Denuncie | 48 Francisco, El Hombre – Tá com Dólar, Tá com Deus | 49 Adriana Calcanhotto – O Cu do Mundo | 50 Anitta – Medicina

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    Retrospectiva: Os 50 melhores clipes internacionais de 2018

    2 de janeiro de 2019 /

    2018 foi um ano marcado por clipes impactantes, especialmente no rap, onde Childish Gambino (mais conhecido como o ator Donald Glover) e The Carters (mais conhecidos como Jay-Z e Beyoncé) elevaram a arte da performance em vídeos musicais. A retrospectiva anual também teria um capítulo inteiro dedicado a Ariana Grande, que se destacou com três clipes geniais. Entretanto, para selecionar 50 artistas diferentes, dois desses vídeos ficaram de fora da lista abaixo – mas podem ser vistos aqui e aqui. A lista também inclui roqueiros indies, música eletrônica europeia e até fenômenos adolescentes asiáticos, passando por diferentes ritmos. A ordem, por sinal, é por afinidade sonora, funcionando como uma sequência de discotecagem bastante eclética. Aperte o play para ouvir e confira os nomes dos artistas abaixo. 1 Childish Gambino – This Is America (EUA) | 2 The Carters – Apes*t (EUA) | 3 Kendrick Lamar e SZA – All The Stars (EUA) | 4 Drake – Nice for What? (EUA) | 5 Jay Rock – Rotation 112th (EUA) | 6 A$AP Rocky – A$AP Forever (EUA) | 7 Travis Scott ft. Drake – Sicko Mode (EUA) | 8 Vince Staples – Fun! (EUA) | 9 Bruno Mars ft. Cardi B – Finesse (EUA) | 10 The 1975 – Sincerity Is Scary (Inglaterra) | 11 The Internet – Come Over (EUA) | 12 Leon Bridges – Beyond (EUA) | 13 Tierra Whack – Whack World (EUA) | 14 Ariana Grande – Thank U, Next (EUA) | 15 Kali Uchis ft. Tyler, The Creator e Bootsy Collins – After The Storm (Colômbia) | 16 Shawn Mendes & Zedd – Lost In Japan (Canadá) | 17 Janelle Monáe – Pynk (EUA) | 18 The Blaze – Heaven (França) | 19 Sevdaliza – Shahmaran (Holanda) | 20 St. Vincent – Fast Slow Disco (EUA) | 21 The Chemical Brothers – Free Yourself (Inglaterra) | 22 Little Dragon – Lover Chanting (Suécia) | 23 Christine and the Queens ft. Dâm-Funk – Girlfriend (França) | 24 Dua Lipa – IDGAF (Inglaterra) | 25 Gorillaz – Humility (Inglaterra) | 26 Troye Sivan – Bloom (Austrália) | 27 Mark Ronson ft. Miley Cyrus – Nothing Breaks Like a Heart (EUA) | 28 Taylor Swift – Delicate (EUA) | 29 Halsey – Without Me (EUA) | 30 Lil Dicky ft Chris Brown – Freaky Friday (EUA) | 31 Red Velvet – Power Up (Coreia do Sul) | 32 Twice – What Is Love? (Coreia do Sul) | 33 LCD Soundsystem – Oh Baby (EUA) | 34 The Prodigy – Need Some1 (Inglaterra) | 35 Interpol – If You Really Love Nothing (EUA) | 36 Flasher – Material (EUA) | 37 Muse – Pressure (Inglaterra) | 38 Parcels – Withorwithout (Alemanha) | 39 Father John Misty – Mr. Tillman (EUA) | 40 Florence + The Machine – Big God (Inglaterra) | 41 Mitski – Nobody (EUA) | 42 Courtney Barnett – Need A Little Time (Austrália) | 43 Tancred – Something Else (EUA) | 44 Alice Bag – 77 (EUA) | 45 Dream Wife ft. Fever Dream – F.U.U. (Inglaterra) | 46 Jack White – Over and Over and Over (EUA) | 47 Beck – Colors (EUA) | 48 Jack Back – It Happens (Sometimes) (França) | 49 Confidence Man – Don’t You Know I’m In A Band (Austrália) | 50 Sotomayor – Y Mi Voz Se Va (México)

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    Universal planeja um “Mamma Mia” com hits de Prince

    3 de dezembro de 2018 /

    A Universal quer lançar um musical com o repertório de Prince. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o estúdio adquiriu os direitos de vários hits do artista para produzir um filme baseado nas canções. A ideia é criar uma espécie de “Mamma Mia”, a comédia musical com trilha de sucessos do Abba, só que com músicas do cantor falecido há dois anos. A opção pelo musical em vez da cinebiografia – ao estilo do que “Bohemian Rhapsody” fez com a banda Queen – se deve ao fato de os produtores acreditarem que a biografia de Prince já está muito bem contada em “Purple Rain”, filme de 1984 estrelado pelo próprio cantor e que venceu o Oscar de Melhor Canção. A produção está a cargo de Jody Gerson, presidente e diretor executivo da Universal Music, e de Troy Carter, que cuida do legado musical do músico. O projeto ainda não tem título nem previsão de estreia. Vale lembrar que a vida de Prince também vai virar documentário, dirigido por Ava DuVernay (de “Selma” e “Uma Dobra no Tempo”) para a Netflix.

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