Benedict Cumberbatch aparece bem diferente na primeira foto de drama sobre o Brexit
O Channel 4 divulgou a primeira foto de “Brexit”, drama sobre a votação que resultou na saída do Reino Unido da União Europeia. E a imagem traz o ator Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) bem diferente, com uma careca que lhe dá uma aparência mais envelhecida. Ele interpreta Dominic Cummings, o estrategista principal da campanha “Vote Leave”, que defendia a saída do Reino Unido da União Européia. Produzido para a televisão britânica, “Brexit” também traz em seu elenco os atores Rory Kinnear (“007: Operação Skyfall”) e John Heffernan (série “The Crown”). Kinnear será Craig Oliver, Diretor de Comunicações do Primeiro Ministro David Cameron, que foi contratado para supervisionar a estratégia de comunicação da campanha “Remain” (a favor da permanência na UE), enquanto Heffernan interpretará Matthew Elliott, lobista político e líder da “Vote Leave”. A trama pretende desnudar a anatomia da campanha de alto risco, que buscou conquistar os votos do povo britânico para uma decisão histórica. O roteiro foi escrito pelo dramaturgo James Graham, que atualmente prepara uma nova versão do clássico sci-fi “1984”, e a direção é de Toby Haynes, responsável pelo episódio “USS Callister” da série “Black Mirror”. A exibição vai acontecer em 2019, em data ainda não anunciada.
Russell Crowe vai estrelar sua primeira série no papel de fundador do canal Fox News
O ator Russell Crowe (“A Múmia”) vai estrelar sua primeira série americana. Ele será o protagonista de uma nova produção do canal pago Showtime baseada na vida de Roger Ailes, polêmico fundador da rede de notícias Fox News. A produção é baseada no livro “The Loudest Voice in the Room”, de Gabriel Sherman, que narra a trajetória e a queda do todo-poderoso que morreu em maio do ano passado, aos 77 anos. Roger Ailes se tornou uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana ao transformar o canal Fox News em uma voz enfática dos conservadores, até cair em desgraça por acusações de assédio sexual. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua sua própria atração, processou o jornalista, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ainda sem título, a série limitada é uma criação do escritor do livro, Gabriel Sherman, em parceria com Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje.
Cineasta ucraniano preso na Rússia completa 38 dias de greve de fome
A Copa do Mundo na Rússia tem desviado atenções dos problemas do país, mas o cineasta ucraniano Oleg Sentsov já passou de um mês de greve de fome, de acordo com o jornal Los Angeles Times, após ser preso em 2014 por protestar contra o regime russo. Graças ao Mundial, porém, o caso pode ter resolução, já que a imprensa internacional está presente no país. Diretor de Gámer, exibido na Mostra de São Paulo em 2012, Sentsov foi preso após acusar a Rússia de realizar ataques terroristas na Crimeia, onde morava. Ele acabou sendo preso em sua casa, em maio de 2014, e foi acusado de ter coordenado um grupo de ativistas filiados ao movimento paramilitar ucraniano Pravy Sektor (Setor de Direita), que planejaria atingir as organizações pró-russas e as infraestruturas da península. Quando o Mundial começou, na quinta-feira, Sentsov já tinha 32 dias de greve de fome, iniciada em 14 de maio. Nesta quarta (20/6), completou 38 dias sem comer comidas sólidas, em uma prisão no norte da Sibéria. Com sua saúde debilitada e mais três presos também em greve de fome, o caso volta a chamar atenção de entidades internacionais. Sentsov se diz inocente e acusa o Kremlin de puni-lo por um protesto pacífico contra a Rússia. Ele ainda alerta que há mais 64 presos políticos na sua prisão, que foram detidos sem nada terem feito além de protestar contra a Rússia. Durante a invasão da Crimeia pela Rússia, Sentsov estava entre os voluntários que levavam comida e mantimentos aos soldados ucranianos. Ele ajudou a organizar protestos. Em maio, o Departamento de Defesa dos EUA e o Parlamento Europeu condenaram a prisão de Sentsov. Na segunda-feira, os Estados Unidos voltaram a ligar para a Rússia, pedindo pela soltura imediata, assim como a de 150 prisioneiros políticos ou religiosos. Artistas russos e de outros lugares do mundo vêm fazendo coro para defender o diretor ucraniano. Em uma carta ao presidente Vladimir Putin, fez-se um apelo: “Caro Sr. Putin. Um homem está morrendo. Não acreditamos que ele tenha culpa para ficar 20 anos preso. Sua sinceridade e verdade em suas convicções e a greve de fome demonstram isso. Agora, é necessário mostrar piedade para salvar a vida deste homem”. Putin tem afirmado que o Kremlin não vai intervir em um problema da Justiça russa e disse que ele segue preso por acusações de terrorismo. Resta saber se a pressão da imprensa, reunida na Rússia para a Copa do Mundo, poderá fazer diferença.
Equipes das séries Vida e One Day at a Time lançam campanha contra política imigratória dos EUA
A política de tolerância zero para imigrantes ilegais do governo Trump radicalizou de vez a divisão dos Estados Unidos entre “os horrorizados e os que trabalham no governo de Trump”, como definiu o apresentador Stephen Colbert em seu talk show na noite de terça (19/6). E os que trabalham para Trump estão fazendo um trabalho excelente para horrorizar ainda mais o resto dos americanos, como Corey Lewandowski, gerente da campanha que elegeu o atual presidente dos Estados Unidos. Durante um debate sobre o tema exibido ao vivo na Fox News, ele debochou de uma criança com Síndrome de Down separada da mãe na fronteira, por autoridades americanas, causando uma tempestade de m*rda no Twitter, que engajou Hollywood. A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) disparou: “Corey Lewandowski, você é um pedaço de m*rda”. Mary McCormack (da série “Falling Water”) ponderou um pouco mais: “Oh, meu Deus. O que nos tornamos? Corey Lewandowski zombou de uma criança de dez anos com Síndrome de Down que foi tirada de sua mãe. Por falar sobre um lugar especial no inferno. Onde está o Partido Republicano? Retuitem isso até que eles sejam forçados a olhar para si mesmos”. O diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), o produtor Ben Wexler (série “The Grinder”) e muitos outros se manifestaram. Mas, na mesma noite, uma apresentadora do canal MSNBC não conseguiu manifestar nada. Rachel Maddow começou a dar uma notícia sobre bebês que estavam sendo levados de suas mães e colocados em abrigos para ilegais da “tenra idade”, mas engasgou e precisou interrompeu várias vezes a leitura, até pedir para sua produção cortar, completamente emocionada. O ultraje generalizado com a situação acabou inspirando as equipes das séries “Vida”, do canal pago Starz, e “One Day at a Time”, da Netflix, ambas sobre imigrantes latinos nos Estados Unidos, a se unirem em manifesto coletivo. Roteiristas das duas séries iniciaram numa campanha para que outras produções se juntem em protesto para acabar com a política de separação de crianças e bebês de pais imigrantes na fronteira dos Estados Unidos. As séries pedem doações para estabelecer auxílio legal para pais separados detidos e financiamento para a sua libertação. Num post no instagram, Tanya Saracho, a criadora de “Vida”, apontou que 1.995 crianças já foram separadas de suas famílias e uma cidade de tendas foi erguida no Texas apenas para alojar crianças imigrantes detidas. Locais que a comentarista Laura Ingraham da Fox News chamou de “basicamente acampamentos de verão”, jogando mais lenha da fogueira da indignação – e alimentando sua própria campanha no Twitter, para boicote aos patrocinadores de seu programa de TV. Corey Lewandowski, you are a piece of shit. https://t.co/0XeGkev2bW — Anna Kendrick (@AnnaKendrick47) June 20, 2018 Oh my lord. What have we become? Corey Lewandowski MOCKED a ten yr. old with Down Syndrome who was taken from her mother. Talk about a special place in hell. Where is the @gop? Retweet this until they’re forced to look at themselves. https://t.co/hHzDjMxsY4 — Mary McCormack (@marycmccormack) June 20, 2018 "Today I heard about a ten year old girl with Down syndrome that was taken from her mother and put into a cage.""Womp womp" – Corey Lewandowski, @CLewandowski_ This is who Trump has sticking up for him, and how. https://t.co/nRfL8g2n3U — James Gunn (@JamesGunn) June 20, 2018 This man, Corey Lewandowski, shouldn’t be able to leave his house without being punched in the face https://t.co/gcy5IuZIzT — Ben Wexler (@mrbenwexler) June 20, 2018 Rachel Maddow chokes up and cries on air as she struggles to deliver news that migrant babies and toddlers have been sent to "tender age" shelters pic.twitter.com/O6crm8cvyR — Justin Baragona (@justinbaragona) June 20, 2018 One Day at a Time & Vida are teaming up to end family separation at the border. Donate here to directly support legal services for detained separated parents and funding for their release. #onevidaatatime #keepfamiliestogether https://t.co/GN9YMqjsAM pic.twitter.com/f3MQzv2Cj2 — Gloria Calderón Kellett (@everythingloria) June 19, 2018 #Repost @vidawriters ・・・ In just 6 weeks, upon being detained at the border, 1,995 children have been separated from their families and now a tent city has cropped up in Texas built to detain immigrant children. We have to do something. The #vidawriters Room challenges @gloriakellett and the @odaatnetflix Writers Room to take the #OneVidaAtATime Challenge to #keepfamiliestogether & #endfamilyseparation by donating to @raicestexas to directly support legal services for detained separated families, including providing bonds to get parents released from detention so they can re-unite with their children. Will you do it? HERE'S WHAT TO DO: -COLLECTION: Collect donations (any amount will do) from your show’s writers and support staff — and — Get your parent company to match that amount. -DONATE: Make the donation to https://actionnetwork.org/ fundraising/bondfund -POST YOUR CHALLENGE: Post a video or pic of your writers room/staff holding up signs that say either #keepfamiliestogether and/or #endfamilyseparation, challenging another TV writers room. Uma publicação compartilhada por Tanya Saracho (@tanyasaracho) em 19 de Jun, 2018 às 3:43 PDT
Trump exibiu trailer falso de filme de ação como proposta de paz para Kim Jong-un
O encontro entre o presidente Donald Trump e o ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un, que aconteceu em Cingapura nesta terça (12/6), teve clima de thriller hollywoodiano, com direito a trailer, exibido para a imprensa, com a visão de Trump sobre o futuro. Trump encomendou um vídeo em tom de filme de ação genérico, com um enredo maniqueísta ao extremo, para exemplificar sua proposta de paz. E ele foi registrado pelo site do jornal britânico The Guardian, que o disponibilizou na internet para provar que a ideia não foi concebida como piada, embora pareça algo que internautas criariam como deboche. A “trama” explora a opção pela paz entre cenas de guerra – “o passado” – e imagens de “ficção científica” – “o futuro”, que mostram uma Coreia do Norte pujante, um país com trens de alta velocidade, arranha-céus espelhados, fábricas modernas e gigantescas linhas de transmissão de energia. “A história pode se repetir por gerações, em ciclos que parecem intermináveis”, diz o narrador, evocando os documentários trash do cineasta favorito de Trump, o indiano Dinesh D’Souza. “Chega a hora em que poucos são chamados para fazer a diferença”, continua a narração de tom ufanista, escrita ao estilo dos tuítes de Trump, com repetição de palavras e conceitos simplórios. “Uma história de oportunidade, uma nova história, um novo começo. Dois homens, dois líderes, um destino”. O presidente dos Estados Unidos afirmou à imprensa que mostrou o vídeo a Kim Jong-un e seus assessores no final do encontro. “Acho que eles amaram”, disse Trump. A ideia do trailer falso foi uma aposta na tradição cinéfila da família de Kim. É conhecida a história do pai do ditador, Kim Jong-il, que sequestrou em 1978 o renomado diretor sul-coreano Shin Sang-ok e sua ex-esposa, a atriz Choi Eun-hee, para que eles criassem uma indústria cinematográfica na Coréia do Norte. A dupla conseguiu escapar oito anos depois, durante uma ida ao Festival de Berlim. Esta aventura da vida real voltou à tona recentemente, por ocasião da morte de Choi Eun-hee, falecida em abril deste ano.
Robin Wright é destaque nas primeiras fotos oficiais da temporada final de House of Cards
A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como destacam as imagens, feitas nos bastidores da produção, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.
Reese Witherspoon confirma Legalmente Loira 3
A atriz Reese Witherspoon confirmou nesta quinta-feira (7/6) em sua conta no Instagram que a produção de “Legalmente Loira 3” vai sair do papel. Ela postou um vídeo em que usa um biquíni rosa numa piscina, em alusão à cor favorita de sua personagem na franquia. E legendou: “É verdade…#LegalmenteLoira3”. Desde janeiro, Witherspoon vinha abordando planos para retomar a franquia. Durante uma entrevista ao canal pago E!, ela chegou a dizer que a ideia era mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. O primeiro “Legalmente Loira” acompanhava Elle Woods, uma patricinha extremamente fútil e mimada que decidia ingressar na prestigiada faculdade direito de Harvard. Dirigido por Robert Luketic, o filme de 2001 foi um inesperado sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 142 milhões. Tanto que teve continuação, na qual Ellie foi parar no Congresso dos Estados Unidos como assessora política. As roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, negociam escrever a nova continuação, que ainda não definiu diretor nem a volta de outros personagens. Também não há previsão para o começo das filmagens ou estreia nos cinemas, It’s true… #LegallyBlonde3 Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em 7 de Jun, 2018 às 5:02 PDT
Reese Witherspoon negocia estrelar Legalmente Loira 3
A atriz Reese Witherspoon deve reprisar seu papel mais conhecido, voltando a viver Elle Woods no terceiro filme da franquia “Legalmente Loira”. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a atriz está negociando com o estúdio MGM estrelar e produzir a comédia, que teve seus dois primeiros filmes lançados em 2001 e 2003. As roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, também fazem parte das negociações, assim como os produtores Marc Platt e Adam Siegel. Ainda não há informações sobre direção e demais integrantes do elenco do novo filme, nem sobre o retorno de personagens. Desde janeiro, Witherspoon vem abordando planos para retomar a franquia. Durante uma entrevista ao canal pago E!, ela chegou a dizer que a ideia era mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. O primeiro “Legalmente Loira” acompanhava Elle Woods, uma patricinha extremamente fútil e mimada que decide ingressar na prestigiada faculdade direito de Harvard. Dirigido por Robert Luketic, o filme de 2001 foi um inesperado sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 142 milhões. Já o segundo a mostrou ingressando no mundo eleitoral, trabalhando no Congresso dos Estados Unidos como assessora política.
Robin Wright anuncia o final das gravações de House of Cards
“House of Cards” finalizou as gravações de sua 6ª e última temporada, revelou a atriz Robin Wright no Instagram nesta sexta (1/6). A atriz postou uma foto antiga da produção, em que aparece caracterizada como Claire Underwood com sangue nas mãos, para agradecer e se despedir dos envolvidos na produção. “Na sexta passada, terminamos as filmagens da última temporada de ‘House of Cards’. Trabalhar com esse elenco e essa equipe tem sido uma incrível alegria. Nos tornamos família e eu sentirei falta de cada um de vocês, além das nossas risadas! Obrigada à Netflix e a MRC por seu apoio com o passar dos anos!”, escreveu Wright na legenda da foto. A última temporada não trará Kevin Spacey, intérprete do presidente Francis Underwood, após o ator se envolver num escândalo sexual e ser denunciado por assédio até pelos membros da equipe de produção. Entre os reforços no elenco para finalizar a trama, destacam-se Greg Kinnear (série “The Kennedys”) e Diane Lane (“Batman Vs. Superman”), como irmãos que se aproximarão de Claire, a nova presidente, com interesses escusos. Os episódios finais de “House of Cards” ainda não têm previsão de lançamento, mas devem chegar à Netflix ainda neste ano. As of last Friday, we finished filming the final season of @houseofcards. Working with our cast and crew has been an absolute joy. We became a family and I will miss you all and the nonstop laughs! Thank you @netflix & MRC for all of your support through the years!! Uma publicação compartilhada por Robin Wright (@robingwright) em 31 de Mai, 2018 às 2:05 PDT
Ator americano Danny Glover visita Lula na prisão
O ator americano Danny Glover (“Máquina Mortífera”), embaixador da ONU para os Direitos Humanos e Assuntos Raciais, visitou nesta quinta (31/5) o ex-presidente Lula na cela da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi acompanhado pela ex-presidente Dilma Roussef e permaneceu cerca de meia hora conversando com o petista. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Glover disse que Lula está calmo, confiante e tem segurança no trabalho dos movimentos sociais contra as supostas mentiras apresentadas contra ele. “Eu o apoio porque é o presidente do povo”, afirmou. Glover já tinha acompanhado, na noite anterior, a vigília diária realizada por centenas de simpatizantes desde 7 de abril, quando o ex-presidente foi preso. Assim como os demais, ele pediu liberdade a Luiz Inácio Lula da Silva. “Povo brasileiro, a minha presença aqui não é simbólica, estou aqui representando milhares de pessoas no mundo que exigem que Lula seja libertado”, disse o ator em breve discurso. O ex-presidente foi condenado em segunda instância há 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, e é réu em mais cinco processos por corrupção, obstrução, tráfico de influência, venda de medida provisória, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Além da operação Lava-Jato, ele foi investigado pela operação Zelotes e pela Operação Janus. Lula se diz inocente e vítima de perseguição política.
Para não pagar multa, Kleber Mendonça Filho se diz perseguido pelo MinC e recebe resposta
O cineasta Kleber Mendonça Filho voltou a se dizer perseguido pelo Ministério da Cultura. Em uma carta aberta publicada nas redes sociais, ele afirmou estar sofrendo “uma punição inédita no Cinema Brasileiro” com a exigência da devolução de R$ 2,2 milhões referentes a recursos captados para a realização do longa “O Som ao Redor” (2009), após descumprir regras do edital. Considerado pela crítica um dos melhores longas brasileiros desta década, “O Som ao Redor” foi feito com verba pública após vencer um edital do MinC que determinava que só seriam aceitos “projetos com orçamento de, no máximo, R$ 1,3 milhão”. Entretanto, a produtora do filme enviou para a Ancine (Agência Nacional do Cinema) um orçamento de R$ 1.494.991 — 15% superior ao limite máximo e, após vencer o edital, ainda redimensionou seus custos para R$ 1.949.690. A discrepância entre o custo do filme e o limite permitido pelo edital foi detectada pela área técnica da Ancine e informada à Secretaria do Audiovisual, do MinC, em 2010. Mas a irregularidade foi ignorada e “O Som ao Redor” obteve permissão para captar R$ 1.709.978. O filme acabou selecionado para representar o Brasil na disputa de uma indicação ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. O caso, no entanto, foi denunciado à ouvidoria do MinC e ao Ministério Público Federal, o que levou a uma investigação que confirmou que a obra havia recebido recursos “em desacordo com os limites previstos no edital”. Kleber Mendonça Filho afirma ter dado um jeitinho na época para enquadrar seu filme nas regras, com recursos complementares captados no âmbito estadual, via o Funcultura de Pernambuco. E que isso teria sido aprovado – o que explicaria a irregularidade ter sido ignorada durante o período em que Juca Ferreira foi ministro da Cultura do governo Lula. Após perder os prazos para recorrer à cobrança, o diretor foi às redes sociais reclamar. “No Brasil dos últimos tempos, a nossa capacidade de expressar indignação como cidadãos vem sendo diminuída, creio que por dormência. E é bem aqui onde assumo resignado uma posição habitual demais no nosso país, a de um cidadão que precisa defender-se de acusações injustas”, escreveu, numa carta aberta dirigida ao Ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão. O diretor afirma que seu consultor jurídico chegou a procurar a Coordenação de Editais da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura para esclarecer se a captação extra seria considerada irregular. “A SAV afirmou, via e-mail oficial, que a captação de recursos não-federais (no nosso caso, o Funcultura pernambucano) NÃO VIOLARIA os limitadores dispostos no edital de Baixo Orçamento em questão. Essa resposta está documentada (‘Sim, o edital só veta recursos federais acima de R$ 300 mil.’). Nós nunca faríamos alteração de orçamento sem o acompanhamento das agências responsáveis, elas próprias regidas por regras internas duras”, diz, na carta aberta. Dirigindo-se ao Ministro da Cultura, o cineasta questiona: “Pergunto ao senhor se houve comunicação entre o MinC e a Ancine para tentar esclarecer essa questão institucional que não deveria ser transformada numa punição inadequada para os produtores de um filme exemplar”. E acrescenta, apontando suposta “conspiração”: “Por que a denúncia feita por um funcionário da Ancine encontrou sentido dentro do MinC, mas não na própria Ancine, onde o processo interno não foi adiante?” Logo após a publicação de seu manifesto de muitas páginas, que pode ser lido abaixo na íntegra, a situação escalou a ponto de virar um movimento em defesa da “liberdade de expressão” e “uma questão própria da luta da Cultura no Brasil”, conforme assinala um abaixo-assinado encabeçado pelo ator Wagner Moura. O texto disponibilizado no começo da semana passou a receber diversas assinaturas ilustres para defender o diretor da cobrança e denunciar “com perplexidade e democrática preocupação a conduta do Ministério da Cultura”. O manifesto teve resposta do Ministério da Cultura, que voltou a destacar que a denúncia não partiu do MinC e que o enquadramento se deu por uma questão técnica, prevista em contrato assinado por representante legal da produtora do filme. Além disso, apesar da carta aberta e do abaixo-assinado reclamarem de falta de diálogo, o MinC afirmou ter recebido o advogado de Mendonça Filho a quem informou como deveria ser o procedimento legal para recorrer à cobrança. O MinC ainda informou ter dado mais 10 dias para o diretor ou seu representante encaminhar o recurso e diz rejeitar “veementemente a insinuação irresponsável e sem base nos fatos de que haveria ‘perseguição política’ e ‘atentado à liberdade de expressão’ no caso”. “A instituição está apenas cumprido a sua obrigação legal e ética, de modo técnico e isento”, diz o texto, que lamenta que a empresa do diretor, a Cinemascópio, não tenha exercido o direito de recorrer da decisão, e “em vez do caminho legal, institucional e administrativo”, tenha optado “por pessoalizar a questão e tratá-la em redes sociais, com insinuações”. Leia abaixo todos os comunicados do caso. 1. A carta aberta publicada por Kleber Mendonça Filho: “Recife, 29 de Maio de 2018. Caro Ministro de Estado da Cultura, Sr. Sergio Sá Leitão Dirijo-me ao senhor, através da presente Carta Aberta, por acreditar que essa troca tem um sentido democrático. Esse texto também está sendo compartilhado com o público, entidades de classe, a imprensa e profissionais da cultura no Brasil e no exterior. Como cidadão brasileiro, artista e trabalhador da Cultura, ainda vejo o nosso país como uma Democracia e entendo que o Ministério da Cultura tem como missão divulgar, zelar e fomentar nossa produção cultural, além de dialogar com os trabalhadores da Cultura. De forma institucional, o senhor deve nos representar, mesmo que talvez tenhamos ideias distintas sobre temas que nos são caros, como o Cinema, a Cultura e o país. Foi como cidadão e cineasta que recebi perplexo uma comunicação do seu Ministério, e isso ocorreu por email no dia 29 de março último, durante as 14 semanas de trabalho no meu filme novo, ‘Bacurau’, co-dirigido por Juliano Dornelles. ‘Bacurau’ é uma co-produção franco-brasileira. Estávamos no Sertão do Seridó, no Rio Grande do Norte, quando a comunicação do MinC nos informou que todo o dinheiro do Edital de Baixo Orçamento utilizado na realização de ‘O Som ao Redor’, meu primeiro longa metragem, realizado em 2010, teria de ser devolvido. Desde o fim das filmagens de ‘Bacurau’, há duas semanas, e isso inclui uma pesada desprodução, que tentamos agendar uma visita com o senhor para discutir essa questão. Tentamos de várias formas, contato pessoal e marcação de uma agenda oficial, sem sucesso. Para além disso, sempre nos colocamos à disposição de dialogar. A carta por nós recebida do MinC sugere uma punição inédita no Cinema Brasileiro e que nos pareceria mais adequada a produtores que não teriam sequer apresentado um produto finalizado, e isso após algum tempo de diálogo. A carta veio, inclusive, do mesmo Ministério da Cultura que indicou ‘O Som ao Redor’ para representar o Brasil no Oscar, em 2013. É de suma importância que esse meu escrito não perca de vista a natureza dessa situação. No Brasil dos últimos tempos, a nossa capacidade de expressar indignação como cidadãos vem sendo diminuída, creio que por dormência. E é bem aqui onde assumo resignado uma posição habitual demais no nosso país, a de um cidadão que precisa defender-se de acusações injustas. O valor exigido para devolução (com boleto já emitido) na carta do Ministério da Cultura é R$ 2.162.052,68 – Dois Milhões Cento e Sessenta e Dois Mil e Cinquenta e Dois Reais Com Sessenta e Oito Centavos – já corrigidos. ‘O Som ao Redor’ custou R$ 1,700,000,00 – Um milhão e setecentos mil reais – no seu processo de produção, nos anos de 2010 e 2011. Em câmbio corrigido do dia de hoje, ‘O Som ao Redor’ custou 465 mil (quatrocentos e sessenta e cinco mil) dólares. O MinC deveria premiar produtores que fazem tanto e que vão tão longe com orçamento de cinema tão reconhecidamente enxuto. Os recursos complementares foram captados no âmbito estadual, através do Edital de Audiovisual do Funcultura de 2009 no valor de R$ 410.000,00, sendo que esse valor foi devidamente declarado e autorizado pela ANCINE, após comunicação entre as duas instituições (Ancine e Secretaria do Audiovisual). São informações públicas e declaradas, já há oito anos: MinC/Edital: Um milhão de reais. — Petrobras: 300 mil reais. (Obs: o prêmio do edital da Petrobras era de 571 mil 805 reais, mas saiba que 271 mil 805 reais foram devolvidos para respeitar o limite definido claramente no edital para verbas federais – de um milhão e 300 mil reais). — Funcultura Pernambuco: 410 mil reais, verba estadual (não federal). ‘O Som ao Redor’ é fruto do Concurso de Apoio à Produção de Longas Metragens de Baixo Orçamento 2009. Destaco aqui o trecho do Edital: “11. DAS VEDAÇÕES 11.1 É expressamente vedada: (…) C) O acúmulo do apoio previsto neste Edital com recursos captados através das leis 8.313/91 e 8.685/93, bem como com recursos provenientes de outros programas e/ou apoios concedidos por entes públicos federais, acima do limite de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais)”. Isso parecia entrar em conflito com o item 2.1d acerca da definição de obra cinematográfica de baixo orçamento: “2.1. Para fins deste Edital, entende-se que: (…) d) OBRA CINEMATOGRÁFICA DE LONGA METRAGEM DE BAIXO ORÇAMENTO é aquela obra audiovisual cuja matriz original de captação é uma película com emulsão fotossensível ou matriz de captação digital, cuja destinação e exibição seja prioritariamente e inicialmente o mercado de salas de exibição, cuja duração seja superior a setenta minutos e cujo custo de produção e cópias não ultrapasse o valor de até R$ 1.300.000,00 (um milhão trezentos mil reais);” Nosso consultor jurídico à época levou à Coordenação de Editais da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura a dúvida sobre recursos não-federais. A SAV afirmou, via email oficial, que a captação de recursos não-federais (no nosso caso, o Funcultura pernambucano) NÃO VIOLARIA os limitadores dispostos no edital de Baixo Orçamento em questão. Essa resposta está documentada (“Sim, o edital só veta recursos federais acima de R$ 300 mil.”). Nós nunca faríamos alteração de orçamento sem o acompanhamento das agências responsáveis, elas próprias regidas por regras internas duras. Pergunto ao senhor se houve comunicação entre o MinC e a Ancine para tentar esclarecer essa questão institucional que não deveria ser transformada numa punição inadequada para os produtores de um filme exemplar. Por que a denúncia feita por um funcionário da Ancine encontrou sentido dentro do MinC, mas não na própria Ancine, onde o processo interno não foi adiante? Pergunto-lhe ainda o porquê de o MinC não ter nos respondido ao nosso pedido de compartilhar o processo relativo ao filme entre o Minc e a Ancine, fruto de um email oficial por nós enviado em 28 de agosto de 2017? O MinC também não observou a vedação acima, nem tampouco registra nossa prova de boa fé documentada de termos nos comunicado com a SAV para esclarecer essa questão. Também não observa a maneira correta com a qual tratamos o patrocínio da Petrobras, respeitando o limite claro de um milhão e trezentos mil reais às verbas federais. A interpretação também nos parece equivocada quando analisada a praxe do processo de captação no setor; a interpretação é absurda ainda por representar verdadeiro enriquecimento injustificado da União (a devolução de todo o valor do edital e com valores corrigidos) em virtude da entrega do filme (reconhecida pela própria AGU em parecer). Na época, outros filmes dos primeiros editais de Longas Metragens de Baixo Orçamento esclareceram da mesma forma ética a vedação destacada acima, complementando seus orçamentos com recursos estaduais ou municipais. São informações públicas disponíveis também há anos. Vale observar que o edital de Longas de Baixo Orçamento de 2011 viu o seu texto passar por alteração, finalmente vetando de fato qualquer tipo de recurso extra, municipal e/ou estadual. Caro senhor ministro, preciso ainda registrar que a carta recebida do vosso MinC veio como uma surpresa, especialmente por não termos tido a chance de dialogar com o Ministério. Como artista, o mínimo que espero de um Ministério como...
Série O Mecanismo terá 2ª temporada
A Netflix anunciou a produção da 2ª temporada de “O Mecanismo”. Com uma mensagem no Twitter, a plataforma de streaming avisou que era “muito esquema para uma temporada só”, referindo-se à trama da atração, que investiga a corrupção instalada no governo federal, inspirada na investigação da operação Lava-Jato. Também foi divulgado um vídeo que mostra o delegado Marco Ruffo (Sleton Mello) encarando o quadro que montou para suas investigações, acompanhado pela frase “Quanto mais perto você chega, maior o esquema fica”. Segundo a Netflix, a nova temporada mostrará Ruffo e Verena Cardoni (Carol Abras) seguindo com as investigações para desvendar o monstruoso esquema de corrupção envolvendo políticos, agentes públicos e empreiteiros. Criada por José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”), “O Mecanismo” estreou em março deste ano. A série foi alvo de críticas por conta da forma como optou por retratar os fatos da vida real. A polêmica, entretanto, não se deu pela existência de corrupção no governo federal, que ninguém consegue negar, mas à decisão da série de atribuir ao personagem inspirado no ex-presidente Lula a frase “estancar a sangria”, dita por Romero Jucá em um áudio divulgado ao público em 2016. Ele se referia a esforços para deter os trabalhos da Operação Lava Jato. Vale lembrar que o mesmo áudio incluía referências a Lula entre os que se beneficiariam com o estancamento da dita sangria, e que Jucá foi ministro do ex-presidente, além de seu líder no Congresso. Estes detalhes não foram levados em conta na campanha promovida por militantes do PT para que a Netflix fosse boicotada. A ex-presidente Dilma Rousseff, inclusive, divulgou um comunicado criticando a plataforma de streaming e, principalmente, o diretor José Padilha. Ela disse que, apesar de “O Mecanismo” se dizer “baseada em fatos reais”, o cineasta distorcia a realidade, propagava mentiras e praticava o “assassinato de reputações”. A polêmica manteve a série em evidência e a ajudou a se tornar a mais vista da Netflix no Brasil, segundo informativo da plataforma para o mercado financeiro. Ou seja, atingiu um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. Na época, Lula ainda não havia sido preso. A narrativa da próxima temporada deve mostrar como as investigações chegaram no ex-presidente, cuja condenação é um fato histórico, independente de quem quer que tenha tentado estancar qualquer sangria. É muito esquema pra uma temporada só. pic.twitter.com/hrRoGeth7Q — O Mecanismo (@serieomecanismo) May 28, 2018
Steven Spielberg e Leonardo DiCaprio planejam filmar “continuação” de Lincoln
O ator Leonardo DiCaprio e o diretor Steven Spielberg planejam voltar a trabalhar juntos, 16 anos depois da parceria feita na comédia “Prenda-me se For Capaz” (2002). Eles estão circulando uma cinebiografia do ex-presidente norte-americano Ulysses S. Grant, informou o site Deadline. O filme seria praticamente uma continuação de “Lincoln”, dirigido por Spielberg em 2012. Fontes revelaram ao Deadline que o projeto é “prioridade” para a dupla. Entretanto, ambos estão envolvidos em outros filmes atualmente. O ator vencedor do Oscar por “O Regresso” (2015) vai começar a filmar o novo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon Time in Hollywood”, nos próximos meses. Enquanto isso, o experiente diretor de 71 anos prepara o quinto “Indiana Jones” e, dizem, um remake de “Amor, Sublime Amor” (1961). Ulysses S. Grant é uma figura controvertida nos Estados Unidos. Herói para alguns, vilão para outros, ele foi o comandante militar que venceu a Guerra Civil Americana, sob a presidência de Abraham Lincoln. Graças à popularidade conseguida por sua vitória, cheia de batalhas árduas, mas também marcadas por grandes estratégias, tornou-se o 18º presidente dos Estados Unidos aos 47 anos, o mais jovem do país até então e apenas três anos após derrotar o exército confederado. Ele presidiu o país por dois mandatos. No primeiro, ajudou a unificar a República após a guerra, perseguindo a Ku Klux Klan e reforçando leis de direitos civis e de voto para os antigos escravos do Sul. Grant empregou o exército para impor Justiça nos antigos estados confederados, criou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e construiu o Partido Republicano no sul com apoio de eleitores negros. Mas o segundo mandato enfrentou a reação conservadora, que alimentou o ódio racial por meio de violência sem controle. Isto aconteceu porque o exército passou a ser mobilizado para outra frente – apaziguar conflitos com os índios – e porque seu governo implodiu sob acusações de corrupção – a ponto de ser considerado o mais corrupto da história dos Estados Unidos. Para completar, sua política econômica mergulhou o país numa grande crise. Por conta disso, sua morte, aos 63 anos por câncer, foi muito comemorada. Entretanto, após mais de um século, o lado positivo de seu legado é o que prevalece nas análises do período, com ênfase para seu papel na reconstrução de um país dividido, fortalecimento da Justiça, enfrentamento do racismo e pacificação dos índios com a criação de reservas federais.












