Amazon vence facilmente primeiro processo contra novo filme de Borat
O comediante Sacha Baron Cohen e a plataforma de streaming da Amazon superaram sem esforços o primeiro processo movido contra a produção do filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, lançado na sexta passada (23/10) na Amazon Prime Video. O juiz Kevin Farmer, do condado de Fulton, na Geórgia, mandou arquivar a ação de herdeiros de Judith Dim Evans, uma sobrevivente do Holocausto que apareceu no filme e morreu antes da estreia. Os parentes diziam que ela tinha sido “enganada” para participar da produção, mas o juiz encontrou vários problemas no processo, alguns dos quais apontados pela equipe de defesa da Amazon. Pela aparição supostamente “não autorizada” de Judith, seus parentes pediam US$ 75 mil de indenização, declarando que Judith acreditava estar dando entrevista para um documentário “sério” e que ela teria ficado “horrorizada e chateada” ao saber que o filme “era uma comédia destinada a zombar do Holocausto e da cultura judaica”. Entretanto, o jornalista Mike Fleming Jr testemunhou no site Deadline e nas redes sociais seu conhecimento dos bastidores da cena. Baron Cohen não surpreendeu a idosa. Pela primeira vez, ele não quis fazer uma pegadinha, justamente por respeitar Evans como sobrevivente do Holocausto. “Por respeito, alguém disse a Evans e à amiga com quem ela compartilha a cena que o próprio Baron Cohen é judeu e interpretaria um personagem ignorante, que serviria como um meio de educação sobre o Holocausto”, escreveu Fleming Jr. O filme, inclusive, tem uma dedicação especial a Judith Dim Evans em seus créditos finais. O processo foi aberto antes do filme ser lançado, baseando-se em cenas do trailer. O encontro em questão mostra Borat numa sinagoga nos EUA, numa fantasia caricata de judeu, interagindo com duas senhoras judias após sua filha Tutar (Maria Bakalova) descobrir no Facebook que “o Holocausto nunca aconteceu”. “Eu estive no Holocausto, eu vi com meus olhos”, Judith diz para Borat. A cena integra as críticas do filme às fake news, das quais Sacha Baron Cohen é um dos críticos mais contundentes. Os advogados da Amazon divulgaram um comunicado comemorando a rapidez com que o processo foi extinto. “A ação foi extinta, incondicionalmente. O processo acabou. Sacha Baron Cohen ficou profundamente grato pela oportunidade de trabalhar com Judith Dim Evans, cuja compaixão e coragem como sobrevivente do Holocausto tocou o coração de milhões de pessoas que viram o filme. A vida de Judith é uma repreensão poderosa àqueles que negam o Holocausto, e com este filme e seu ativismo, Sacha Baron Cohen continuará sua defesa para combater a negação do Holocausto em todo o mundo.”
Sacha Baron Cohen agradece Trump pela publicidade gratuita de Borat
O ator Sacha Baron Cohen não perdeu a oportunidade de divulgar seu novo filme, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, às custas de Donald Trump, que comentou seu trabalho na manhã deste sábado (24/10), chamando-o de impostor, bizarro e sem graça. “Donald, agradeço a publicidade gratuita para ‘Borat’! Admito que também não acho você engraçado. Mas mesmo assim o mundo inteiro ri de você”, escreveu o comediante no Twitter. Ele ainda provocou, ao completar o post. “Estou sempre procurando pessoas para bancar palhaços racistas e você precisará de um emprego depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!”. A manifestação aconteceu após Trump ser questionado pela imprensa se tinha visto seu advogado, Rudolph Giuliani, em situação imprópria durante uma pegadinha do novo filme de Borat. O chefe do bureau de imprensa da Casa Branca (Voice of America), Steve Herman, relatou a resposta do presidente no Twitter. “Não sei o que aconteceu”, disse Trump. “Mas, sabe, há muitos anos ele tentou me enganar. E eu fui o único que disse ‘de jeito nenhum’. Ele é um impostor. E eu não o acho engraçado”, afirmou. “Para mim, ficou claro que era um cara bizarro”, completou Trump. Trump ainda não respondeu ao tuíte de Cohen, que viralizou, rendendo 1,4 mil comentários e mais de 13 mil retuítes. Enquanto isso, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” continua rendendo assunto. A comédia foi lançada na sexta (23/10) na Amazon Prime Video e se o barulho em torno de seu conteúdo se converter em audiência, deve se tornar o maior sucesso da plataforma de streaming. Donald—I appreciate the free publicity for Borat! I admit, I don’t find you funny either. But yet the whole world laughs at you. I’m always looking for people to play racist buffoons, and you’ll need a job after Jan. 20. Let’s talk!https://t.co/itWnhJ8TQF — Sacha Baron Cohen (@SachaBaronCohen) October 24, 2020
Roteiristas se demitem da série de José Padilha sobre Marielle Franco
Quatro roteiristas da série de ficção sobre Marielle Franco (1979-2018) pediram demissão por divergências sobre a condução do projeto, idealizado por Antônia Pellegrino (“Bruna Surfistinha”) e dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”). A notícia foi publicada na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A equipe de apoio do projeto é formada por duas pesquisadoras, quatro roteiristas e um diretor, todos negros. Dos sete, deixaram o trabalho os quatro roteiristas. A composição desta equipe teria sido resultado de questionamentos nas redes sociais, porque os três principais envolvidos na série, a criadora do projeto, Antonia Pellegrino, o diretor Padilha e o autor indicado pela Globo para supervisionar os trabalhos, George Moura, são brancos. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social. As divergências dos roteiristas seriam sobre os caminhos narrativos escolhidos para a produção, que ainda está em fase inicial e não tem nenhum capítulo completamente escrito. Mas a crise também acrescenta mais questionamento à produção, incluindo a prática do “tokenismo”, ou seja, uma ação apenas simbólica (no caso, a contratação de roteiristas negros) destinada a responder à crítica de falta de diversidade racial e inclusão na produção. Além da questão racial, houve muitas críticas ao envolvimento de Padilha no projeto, especialmente após a realização da série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011). A série será lançada na plataforma Globoplay, que teria atravessado a Amazon na negociação do projeto.
Borat grava vídeo para o Brasil, “terra da parada de bumbuns”
O comediante Sacha Baron Cohen gravou um vídeo “hello Brazil” curto em que fala duas frases em português – “Tudo bem?” e “Tudo bom” – para promover o lançamento de “Borat 2” na Amazon Prime Video Brasil. A principal piada do vídeo, porém, aparece escrita em inglês: quando a bandeira brasileira surge na tela, uma legenda identificando o Brasil como “a terra da parada de bumbuns” – uma referência politicamente incorreta ao carnaval. A legenda do vídeo cita a piada. “O Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras”. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita. A produção estreia nesta sexta (23/10), mas já está nos trending topics do Twitter devido a uma cena polêmica, envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. Saiba mais. O #Borat disse que gosta do Brasil por uma razão, mas a gente sabe que tem várias outras. 🇰🇿🇧🇷 pic.twitter.com/rFC2EvIqWU — PrimeVideoBR (@PrimeVideoBR) October 22, 2020
Cena polêmica de Borat 2 fulmina carreira de advogado de Trump
“Borat 2”, que chega em streaming na Amazon nesta sexta-feira (23/10), está dando muito o que falar nos EUA. Além do humor que barbariza a extrema direita do país, uma cena em particular virou debate nacional. Trata-se de uma pegadinha envolvendo Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, que atualmente é advogado e conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump. A situação acontece após uma “entrevista” conduzida pela filha de Borat (Maria Bakalova), feita em nome de um veículo conservador inventado. Ao fim da conversa, eles vão juntos a uma suíte de hotel equipada com câmeras. Além de beber e pedir o telefone da jovem, Giuliani se deita na cama do quarto e é visto colocando a mão para dentro das calças, na sua região genital. É quando a cena é interrompida por Borat (Sacha Baron Cohen), que entra no quarto e grita: “Ela tem 15 anos! É muito velha para você!”. A cena foi gravada em julho e Giuliani chegou a ligar para a polícia, dizendo que “um homem com uma roupa rosa” entrou gritando no seu quarto de hotel. “Eu pensei: isso aqui deve ser um assalto, um esquema de chantagem, ou algo assim. Ele saiu correndo depois”, contou o advogado ao New York Post. “Só percebi que provavelmente era Baron Cohen depois. Ele já enganou muita gente, mas não a mim”. Já tem gente dizendo que a carreira de Giuliani acabou depois do filme. Entre as pessoas que afirmam isso está a crítica de TV da revista Vanity Fair, Sonia Saraya, a colunista do New York Times e vencedora do Pulitzer Maureen Dowd, e o simpático boneco de neve Olaf. “Tendo visto ‘Borat 2’, agora posso dizer com segurança que Rudy Giuliani acabou em grande estilo. É pior do que você pensa e mais desconfortável do que qualquer coisa que vi em um filme recente, documentário ou ficção”, tuitou Josh Gad, voz de Olaf em “Frozen”. O diretor Judd Apatow (“Descompensada”) retuitou Gad e acrescentou: “Eu vi. Gostaria de poder desver. Mas ‘Borat 2’ é hilário.” Em sua defesa, o advogado afirma que estava apenas ajeitando a camisa para dentro das calças, após tirar seu microfone, e que o resto foi inventado. Não colou. A cantora Demi Lovato respondeu à declaração de Giuliani no Twitter apontando a incongruência. “Então você normalmente bebe com repórteres, segue-os até o quarto e depois deita na cama e deixa que tirem o microfone para você?”, ela escreveu na rede social. “Acho que tenho feito minhas entrevistas de maneira totalmente errada…” Oficialmente chamado de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Borat Subsequent Moviefilm), o filme de Sacha Baron Cohen já está nos trending topics do Twitter antes mesmo da estreia. A produção deve se tornar o maior sucesso da Amazon. Confira abaixo o trailer oficial.
Ministério Público questiona Ancine sobre destino dos milhões do audiovisual
O Ministério Público Federal questionou, num ofício datado de 13 de outubro, porque a Agência Nacional do Cinema (Ancine) aprovou apenas um projeto para obter recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) num período de dez meses. O procurador Sergio Suiama deu 15 dias de prazo para a agência responder esta e outras demandas, e este prazo acaba na próxima quarta (28/10). No ofício, obtido pela reportagem do jornal O Globo, o MP pede explicações à agência e a seu diretor-presidente, Alex Braga, sobre a razão de não terem sido deliberados projetos destinados ao FSA entre agosto de 2019 e maio de 2020. “No período de onze meses entre julho de 2019 e maio de 2020, consta que nenhum projeto passou pela fase de elaboração de alíquotas de retorno financeiro, o que levou a um significativo déficit. Desse modo, requisito a V.S.a. que esclareça a paralisação da elaboração de alíquotas no mencionado intervalo, bem como quantos projetos aguardam a elaboração de relatório de adimplência pela ANCINE dentre os enviados ao BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, responsável pelo pagamento dos contratos) para contratação”. O documento também compara o número atual com o de projetos contratados nos governos anteriores: “Considerando que, no ano de 2018, a média de projetos contratados destinados aos recursos do FSA era de 25 (vinte e cinco) ao mês, valor que se iguala ao montante total dos últimos 14 (catorze) meses, requisito a V.S.a. que especifique as razões para a drástica queda na média em 2019 e 2020”. O ofício também solicita que a agência “apresente as metas e estimativas de conclusão de projetos (contratação pelo BRDE e publicação em Diário Oficial), contemplando tanto os projetos já acumulados ao longo do período analisado, quanto os novos que forem submetidos à apreciação desta autarquia”. Vale observar: o FSA não está paralisado há dez meses, mas há um ano e dez meses, desde que Bolsonaro se tornou presidente. A Pipoca Moderna alerta para este fato desde agosto do ano passado, quando o então ministro da Cidadania Osmar Terra suspendeu um edital de filmes LGBTQIA+ denunciado pelo presidente usando como justificativa a necessidade de recomposição dos membros do Comitê Gestor do FSA. Para as verbas serem liberadas, é preciso formar um Comitê Gestor, e o governo Bolsonaro só tomou essa iniciativa em dezembro do ano passado. Na ocasião, o comitê comunicou a existência de um montante de R$ 703,7 milhões, relativo à taxas de Condecine e Fistel cobradas do setor audiovisual em 2018, que estaria disponível para produções de filmes, séries e games nacionais em 2019. Este valor, porém, nunca foi utilizado. Desde então, as poucas reuniões realizadas pelo comitê discutiram empréstimos bancários e outras pautas, menos a liberação do FSA – a razão de existência do chamado Comitê Gestor do FSA. O fato mais preocupante é que, em junho passado, a Ancine sugeriu num comunicado contábil bastante vago – e sem dar maiores explicações – que o dinheiro do FSA teria sumido. Até a eleição de Bolsonaro, o governo federal costumava liberar o FSA no começo de cada ano. Assim sendo, já são dois anos completos de verbas do FSA que o desgoverno atual não libera – algo em torno de R$ 1,5 bilhão. Este dinheiro já foi arrecadado, via taxas. Apenas não foi disponibilizado onde deveria, para cumprir o objetivo legal de sua arrecadação. O MP está puxando um fio que pode conduzir a uma bomba.
Vingadores voltam a se juntar em apoio à Joe Biden
Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltaram a se juntar na noite terça-feira (20/10), desta vez por uma causa política do mundo real. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento reuniu os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), Eles se reencontraram via videoconferência para apoiar e arrecadar fundos para a campanha de Joe Biden à presidência dos EUA, e tiveram companhia da candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. A senadora do Partido Democrata mostrou conhecer “Os Vingadores” e prestou homenagem a Chadwick Boseman, a estrela do “Pantera Negra” que morreu em agosto, a quem ela chamou de amigo querido. Mas foi o marido de Harris, o advogado de entretenimento Doug Emhoff, quem roubou a cena numa participação especial, ao chamar Trump de “um vilão adequado para o Universo Cinematográfico da Marvel”. A reunião dos Vingadores foi o mais potente evento político de apoio a Biden realizado em Hollywood, mas muitos outros estão sendo realizados nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se juntou à campanha democrata na sexta-feira passada (16/10) e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, manifestaram-se em outro encontro pró-Biden. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 50% de intenção de voto contra 41% de Donald Trump, em levantamento apurado pelo jornal The New York Times na terça-feira (20/10).
Produção de Legalmente Loira 3 é oficializada e ganha data de estreia
O estúdio MGM anunciou nesta terça (20/10) nas redes sociais que “Legalmente Loira 3” vai realmente acontecer! A atriz Reese Witherspoon voltará ao papel de Elle Woods no terceiro filme, que teve seu lançamento marcado para maio de 2022. “Elle Woods está de volta! ‘Legalmente Loira 3’ chegará em maio de 2022. Encerramos nosso caso”, diz o tuite do estúdio. O anúncio era esperado desde maio, quando houve a contratação dos roteiristas Mindy Kaling (“Eu Nunca…”) e Dan Goor (“Brooklyn Nine-Nine”) para desenvolver a nova história da advogada, mas o estúdio ainda não havia oficializado a produção. Os dois primeiros filmes de “Legalmente Loira” faturaram juntos quase US$ 267 milhões nas bilheterias. O detalhe é foram feitos por “apenas” US$ 18 milhões. Uma das produções que mais deu lucro em 2001, o longa original acompanhava os esforços de Elle Woods, uma patricinha fútil que tenta provar sua inteligência na universidade de Direito após ser abandonada pelo namorado. O longa ganhou uma sequência em 2003, em que Elle descobria os bastidores da política americana. A continuação ainda não teve sua premissa revelada. Elle Woods is back! Legally Blonde 3 coming May 2022. We rest our case. #LegallyBlonde3 #ElleWoods @ReeseW pic.twitter.com/WnxI1YEfqD — MGM Studios (@MGM_Studios) October 20, 2020
Sacha Baron Cohen encarna Borat e deixa Jimmy Kimmel sem calças na TV
O ator Sacha Baron Cohen participou do programa “Jimmy Kimmel Live” à caráter na noite de segunda-feira (19/10) para divulgar o segundo filme de Borat. Encarnando o personagem, ele fez tudo, menos conceder uma entrevista. Na verdade, foi Borat/Cohen quem fez perguntas, questionando Kimmel sobre dados que indicariam se ele tem coronavírus. Por exemplo: “Você passou mais de 15 minutos, na última semana, na companhia de judeus?” e “Como membro da elite de Hollywood, você bebeu sangue de crianças recentemente?”. No divertido segmento, Borat sujeitou Kimmel às situações mais ridículas possíveis, chegando até a tirar as calças do apresentador no ar, com ajuda de sua “filha” (interpretada pela atriz búlgara Maria Bakalova). O programa também exibiu uma cena de “Borat 2”, que já tinha sido vista no trailer oficial. Nela, Borat leva sua filha para uma clínica evangélica no interior dos EUA, após ela engolir uma miniatura de bebê, e pede ajuda do pastor que os atende tirar “o bebê” de dentro dela. Para realçar o absurda da situação, Borat causa ainda mais constrangimento ao dizer que “se sente culpado, pois foi o responsável por colocar o bebê dentro da filha”. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como o velho e conhecido Borat e também como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. A estreia está marcada para esta sexta-feira (23/10) em streaming, exclusivamente na Amazon Prime Video.
Atriz de Grown-Ish diz ter sido atacada por carreata de apoiadores de Trump
A atriz Francia Raisa, conhecida pelas séries “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” e “Grown-Ish”, e também por ter doado um rim para Selena Gomez, postou um vídeo desesperado neste domingo no Stories do Instagram. Abalada a ponto de chorar, ela relatou uma experiência traumática na rodovia 405 no sul da Califórnia, dizendo que podia ter morrido por causa dos apoiadores do presidente Trump. Ela relatou situações de terror que passou enquanto dirigia, ao ser cercada por uma carreata de militantes de direita em direção a um evento de arrecadação de fundos de Trump. Francia afirma que as pessoas que passavam a seu lado apontavam para ela, buzinando e rindo o tempo todo por sua aparência “mexicana”. Ela teria sido “encaixotada” por carros à sua frente, na sua traseira e nas laterais, que a impediam de sair do lugar e diz que quase bateu e perdeu o controle de seu veículo. “Foi tão perigoso e eu não entendo como esse pode ser o país que algumas pessoas querem. Realmente, isto é o que torna ‘a América grande’? Isto é fu****, eu poderia ter morrido…”, ela desabafou, nervosa e entre lágrimas. “Apontando para mim e rindo porque eu sou ‘mexicana’. Meu Deus, foi assustador pra cara***…” Francia Raisa é californiana, nascida e criada em Los Angeles, e sacrificou sua própria saúde para salvar a vida da amiga Selena Gomez, que disse ter ficado à beira da morte antes da doação do rim em 2017. Embora ela não tenha gravado o incidente em questão, preocupada em não bater seu carro, vários registros da caravana foram postados nas redes sociais pelos próprios manifestantes. Veja abaixo algumas fotos, após o desabafo da atriz. 405 #LosAngeles #TrumpCarRally #Trump @realDonaldTrump #CarRally pic.twitter.com/OJntaWTYOd — Civildebateplease (@Civildebate2017) October 18, 2020
Astros de Vingadores: Ultimato voltam a se juntar em evento político
Os diretores e astros do blockbuster “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria de cinema em todos os tempos, voltarão a se juntar na terça-feira (20/10), desta vez num evento político. Batizado de “Voters Assemble!” em alusão ao grito de guerra dos super-heróis (“Vingadores Unidos” ou “Avengers Assemble”, em inglês), o evento será uma arrecadação de fundos virtual em apoio ao candidato à presidência dos EUA Joe Biden, do Partido Democrata. A arrecadação contará com participação dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores dos dois últimos longas dos Vingadores, além dos atores Chris Evans (o Capitão América), Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro), Scarlett Johansson (a Viúva Negra), Mark Ruffalo (o Hulk), Paul Rudd (o Homem-Formiga), Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Zoe Saldana (a Gamora), que compartilharão a liderança da campanha com a candidata à vice-presidência, senadora Kamala Harris. Ruffalo tem sido especialmente claro sobre seu apoio a Biden nas redes sociais, usando sua plataforma para encorajar seus fãs a votar. Em uma postagem no Instagram, Ruffalo exibiu uma máscara que dizia “VOTE” com a legenda: “Devemos eleger campeões que lutarão pelo New Deal Verde e pressionar o Congresso a aprovar uma ação climática que corresponda à escala do problema com a urgência das demandas futuras do nosso país.” Além deles, Samuel L. Jackson (o Nick Fury) se juntou à campanha de Biden com um vídeo para pedir votos de eleitores negros. A participação dos Vingadores é apenas um dos muitos eventos que refletem o engajamento do mundo do entretenimento a favor de Biden nos EUA. O elenco do musical de sucesso da Broadway “Hamilton” também se reuniu para uma campanha na sexta-feira passada (16/10), e diversos atores descendentes de sul-asiáticos, como Mindy Kaling, Kumail Nanjiani e Lilly Singh, juntaram-se em apoio à candidatura democrata. Atualmente, Joe Biden lidera as pesquisas das eleições para presidente dos EUA, com 54% de intenção de voto contra 42% de Donald Trump no último levantamento, apurado pela rede CNN na quinta-feira (15/10) passada.
Demi Lovato divulga clipe de música anti-Trump
A cantora pop Demi Lovato, que nunca tinha feito uma canção política na carreira, lançou nesta semana “Commander in Chief”, uma balada triste em que critica duramente o presidente Donald Trump pela resposta de seu governo à pandemia de coronavírus e aos protestos antirracismo dos últimos meses. O clipe chegou no Youtube na madrugada desta quinta (15/10), com pessoas de várias idades e de diferentes etnias dublando a letra. Lovato aparece apenas no fim, em um palco com luzes cintilantes, deixando as palavras ganharam força via a representatividade do povo ao seu redor. A letra diz: “Honestamente, se eu fizesse as coisas que você faz/ Não conseguiria dormir/ Sério, será que você sequer sabe a verdade? /Estamos em um estado de crise, as pessoas estão morrendo/ Enquanto você engorda os bolsos/ Comandante-em-chefe, como é a sensação de ainda ser capaz de respirar?/…” Ela apresentou “Commander in Chief” ao piano, durante o evento de premiação musical da revista Billboard na noite de quarta (14/10), e a mensagem foi considerada tão forte que a rede NBC, responsável pela transmissão do Billboard Music Awards, censurou a projeção da palavra “Vote” no cenário. Para os responsáveis pela decisão, a música era claramente negativa para Trump e a convocação ao voto soava como um incentivo ao voto contra o presidente. O detalhe acabou causando polêmica nas redes sociais, após a própria NBC publicar uma imagem não censurada da apresentação, em que um “Vote” enorme, em letras brancas, podia ser visto atrás da cantora. Lovato retuitou a foto silenciosamente, sem fazer comentários. Em uma entrevista à rede CNN americana, a cantora voltou a destacar que, mais que polemizar, seu objetivo é encorajar seus fãs a se engajarem na política e a votarem nas eleições de 3 de novembro nos EUA. “Precisamos comparecer às urnas e votar porque é muito importante que nossas vozes sejam ouvidas”, disse.
Personagem clássico de Seinfeld escolhe Donald Trump como novo arqui-inimigo
A campanha do presidente Donald Trump para desacreditar a votação pelos correios na vindoura eleição presidencial dos EUA resultou no retorno de um personagem clássico da série “Seinfeld”. O ator Wayne Knight voltou a viver o malévolo carteiro Newman, rival de Jerry Seinfeld na série clássica dos anos 1990, num vídeo de um comitê ligada ao Partido Democrata, para assegurar ao público que a votação pelo correio é segura, mesmo que as assinaturas de revistas possam ter problemas com carteiros como Newman. O esquete em que o personagem escolhe Donald Trump como novo arqui-inimigo foi escrito por David Mandel, ex-roteirista e produtor de “Seinfeld”, que também comandou a série “Veep” (Vice), da HBO. Knight se recusou durante muitos anos a reviver seu icônico personagem, mas com Mandel a bordo e o tema eleitoral, disse ter sentido que era seu dever repetir o papel para defender o sistema postal e seu serviço nos EUA. Veja o vídeo abaixo.










