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    Seven Seconds é cancelada pela Netflix após uma temporada

    19 de abril de 2018 /

    A série criminal “Seven Seconds” não terá 2ª temporada. A Netflix anunciou o cancelamento da atração, após apenas uma temporada. “Seven Seconds” foi disponibilizada em 23 de fevereiro e conquistou 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Veena Sud (“The Killing”), a série deveria trazer uma história diferente por ano, mantendo um estilo de antologia. Assim, a 1ª temporada contou uma história completa, explorando as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco. A ideia do título era que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências disso duram uma eternidade. Seu grande elenco destacava Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”).

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  • Série

    Pauley Perrette revela fotos dos bastidores de sua despedida da série NCIS

    8 de abril de 2018 /

    A atriz Pauley Perrette postou no Twitter imagens de seu último dia de trabalho em “NCIS”. Ela tirou fotos com os integrantes do elenco, e também informou a data em que sua despedida da série irá ao ar, após 15 temporadas. “Acabei de filmar minha última cena de ‘NCIS’ com Sean Murray, Brian Dietzen, Emily Wickersham e Wilmer Valderrama”, escreveu a atriz, posando com os intérpretes de McGee, Jimmy, Bishop e Torres. A despedida de Perrette vai ao ar em duas partes, nos episódios que serão exibidos em 1 e 8 de maio, antes do final da 15ª temporada (em 22 de maio). Ainda não se sabe como e por que exatamente a forense Abby Sciuto dará adeus à equipe. Anteriormente, ela tinha usado o Twitter para compartilhar com seus fãs sua decisão, explicando que não era resultado de uma briga ou que estava sendo demitida. “Foi uma decisão que eu tomei no ano passado”, esclareceu. “Eu espero que todos amem e apreciam tudo sobre Abby não apenas pelo resto desta temporada mas por tudo que ela fez por nós durante 16 anos”. A saída da atriz, que interpreta a nada convencional especialista forense Abby Sciuto desde a estreia da série, em 2003, terá uma despedida bastante especial, segundo os produtores. “Nós sabemos há algum tempo que esta seria a última temporada de Pauley no ‘NCIS’ e temos trabalhado no sentido de conseguir uma saída especial”, afirmaram os produtores executivos George Schenck e Frank Cardea, em comunicado. Perrette é a terceira integrante do elenco original a sair da série. Michael Weatherly, intérprete do agente Tonny DiNozzo, deixou a atração no fim da 13ª temporada, no começo de 2016. E em 2013, a produção também perdeu Cote de Pablo, intérprete de Ziva David. Com isso, apenas dois membros originais do piloto permanecerão no elenco, caso a série seja renovada, e por coincidência são os atores mais velhos da produção, Mark Harmon e David McCallum. Atualmente em sua 15ª temporada, “NCIS” continua um fenômeno de audiência, assistido em média por mais de 13 milhões de telespectadores na rede americana CBS. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN. Abby’s exit from #NCIS is in two parts. May 1 and May 8th. I worked really hard to give you my best. I really hope EVERYONE tunes in. Bless — Pauley Perrette (@PauleyP) April 8, 2018 Finished shooting my last scene of NCIS with @SeanHMurray @BrianDietzen @EmilyWickersham @WValderrama Airs May 8th.LOVE Y’ALL!!! pic.twitter.com/6jfNgIh0Nz — Pauley Perrette (@PauleyP) April 7, 2018

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  • Série

    Shades of Blue vai acabar na 3ª temporada por agenda lotada de Jennifer Lopez

    4 de abril de 2018 /

    Jennifer Lopez vai entregar seu distintivo. A rede NBC anunciou que a vindoura 3ª temporada de “Shades of Blue” será a última. Os 10 episódios finais da série policial estrearão em 17 de junho nos Estados Unidos. A decisão foi consequência da agenda lotada da protagonista da atração. Ela não está dando conta de seus compromissos. Em março, a NBC anunciou que seu musical ao vivo “Bye Bye Birdie” – estrelado por Lopez – precisaria ser adiado pela segunda vez, devido à agenda da estrela, que está filmando dois filmes este ano, além de participar do reality show “World of Dance” e manter uma residência de shows em Las Vegas, a ser finalizada em setembro. “Eu gostei de produzir e estrelar neste mundo maravilhosamente complicado e interpretar uma personagem tão poderosa, mas imperfeita – uma mulher, um detetive, mas, em primeiro lugar, uma mãe”, disse Lopez, em comunicado. “Agora, olhando para a série com uma pequena distância, interpretar Harlee me fortaleceu e me ajudou a me tornar uma mulher mais segura. É uma loucura como algumas partes permeiam sua alma e mudam você para sempre e por isso sou grata. Criamos uma poética temporada para mostrar como termina sua jornada, que é a verdadeira redenção, do jeito que só Harlee poderia ter feito – da maneira mais difícil, a estrada menos trilhada. Agradeço à NBC e a todos os talentosos atores, roteiristas, produtores e produtores por terem embarcado nessa viagem com a gente! Além de estrelar a série, Lopez também é produtora executiva de “Shades of Blue”, em parceria com Ryan Seacrest, apresentador do “American Idol”, programa de calouros que teve Lopez como jurada. Criada pelo roteirista Adi Hasak, autor dos thrillers de ação “Dupla Implacável” (2010) e “3 Dias Para Matar (2014), a série marcou a volta de Lopez à TV após 20 anos – ela foi lançada como dançarina no programa humorístico “In Living Colour” nos anos 1990. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.

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  • Filme

    Rodrigo Lombardi e Maria Casadevall vão estrelar adaptação de O Caso Morel

    4 de abril de 2018 /

    A cineasta Suzana Amaral vai adaptar “O Caso Morel”, primeiro romance de Ruben Fonseca. As filmagens do longa, que tem roteiro assinado pela escritora Patrícia Melo (“O Homem do Ano”) e pela própria Suzana, estão marcadas para agosto e trarão os atores Rodrigo Lombardi (novela “A Força do Querer”) e Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) nos papéis principais. “O Caso Morel” será apenas o quarto longa da diretora de 89 anos, que não filmava desde “Hotel Atlântico”, lançado em 2009. Sua obra mais conhecida é o excelente “A Hora da Estrela”, vencedor do prêmio da crítica no Festival de Berlim de 1986. Desta vez, ela trabalhará com codireção de Jean Paulo Lasmar, curta-metragista que virou editor de efeitos visuais em Hollywood – trabalhou em “Silêncio” (2016), de Martin Scorsese. O romance romance policial de Rubem Fonseca foi publicado em 1973 e acompanha um artista plástico, que se torna o principal suspeito no assassinato de uma de suas três mulheres. As filmagens serão uma coprodução entre produtoras do Brasil (Bossa Nova Filmes) e Argentina (El Campo Cine, do cineasta Diego Lerman). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc,  Série

    Steven Bochco (1943 – 2018)

    2 de abril de 2018 /

    Um dos roteiristas de séries mais importantes dos Estados Unidos, Steven Bochco morreu neste final de semana aos 74 anos, após perder uma longa batalha contra a leucemia. Ele foi o criador das séries “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, M.D.) e “Nos Bastidores da Lei” (L.A. Law), conquistando 10 Emmys na carreira. “Chumbo Grosso” é considerada a série que iniciou a segunda era de ouro das séries de TV. Lançada em 1981, narrava a vida de funcionários de uma delegacia de polícia em uma cidade americana sem nome, e inovou ao continuar suas tramas paralelas em vários episódios. Até então, as séries podiam ser vistas fora de ordem, já que cada episódio abordava um caso diferente com começo, meio e fim. Mas a partir da criação de Bochco, a vida particular dos personagens ganhou mais importância que a trama procedimental, evoluindo capítulo a capítulo. Foi uma revolução que influenciou o gênero por completo. Isto também originou o costume de incluir uma recapitulação antes de cada novo episódio. A série também trouxe mais dinâmica ao mudar a estética tradicional, abandonando as câmeras fixas que reinavam na televisão em favor de câmeras na mão, num registro tenso inspirado em documentários. E recebeu 8 Emmys em sua 1ª temporada, um recorde absoluto na época. Algumas de suas inovações foram aprofundadas em “Nos Bastidores da Lei”, lançada em 1986, como a ideia de contar toda a história do episódio como se fosse um único dia na vida dos personagens. Esta série também incorporou a luta de classes em sua trama, refletindo o antagonismo entre advogados ricos e seus funcionários subalternos, menos bem-pagos. O último passo da evolução televisiva realizada por Boschco foi “Nova York Contra o Crime”, que ele criou com David Mitch (de “Deadwood”) em 1993. A série explorava os conflitos internos e externos do fictício 15º distrito policial de Manhattan, enquanto entrelaçava diversas tramas em torno de seus personagens. A diferença para “Chumbo Grosso” era a violência, a linguagem mais crua, a inclusão de cenas de nudez e maior realismo. Tratava-se de um protótipo para as futuras séries da TV paga, numa época em que a TV paga ainda engatinhava, e feita para a TV aberta. Além de sua trilogia criminal, o roteirista ainda se destacou com a bem-sucedida sitcom “Tal Pai, Tal Filho”, criada em parceria com David E. Kelley (hoje em “Little Big Lies”) em 1989 e conhecida por ter lançado a carreira do então ator-mirim Neil Patrick Harris. As quatro séries clássicas de Boschco duraram muitos anos, ao contrário de seus trabalhos posteriores, como “Public Morals”, “Brooklyn South”, “Blind Justice” e “Over There”, de uma temporada, “City of Angels”, “Murder One” e “Raising the Bar”, de duas temporadas, e o mais recente, “Murder in the First”, que o levou de volta às delegacias de polícia por três temporadas. Sua última criação, “Murder in the First” foi cancelada em 2016. Seu filho, Jesse Bochco, seguiu o pai na carreira, e é um dos produtores de “Agents of SHIELD”. Em sua despedida, a atriz Sharon Lawrence, que trabalhou em “Nova York Contra o Crime”, lembrou que “sua visão, estilo, gosto e tenacidade me fizeram amar ver televisão”. O cineasta e produtor Reginald Hudlin considerava Bochco praticamente um pai. “Mentor não é uma palavra forte o suficiente [para defini-lo]. Nem um amigo. Ele me ensinou tanto sobre a indústria e a vida, e sempre me protegeu. Estou muito triste”. Nell Scovell, roteirista de “NCIS” e “Charmed”, resumiu a importância de seu ídolo. “O primeiro drama televisivo que lembro de assistir foi ‘Chumbo Grosso’. Eu amava tanto, que só depois fui perceber que definiu um padrão. Obrigada, Steven Bochco”.

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  • Série

    Séries estreantes SEAL Team e SWAT são renovadas

    28 de março de 2018 /

    A rede CBS anunciou a renovação de “S.W.A.T.” e “SEAL Team”. As duas séries estrearam no fim do ano passado, na temporada de outono, e voltarão para suas segundas temporadas no próximo ciclo de séries da TV americana. Ambas as atrações são estreladas por astros conhecidos de outras séries, como Shemar Moore (ex-“Criminal Minds”) e David Boreanaz (ex-“Bones”). Desenvolvida por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York”) e produzida por Shawn Ryan (criador da série policial “The Shield”) e pelo cineasta Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “SWAT” traz Shemar Moore no papel de Daniel ‘Hondo’ Harrelson, um policial dividido entre a comunidade em que cresceu e seu trabalho na corporação. Mas em vez de considerar isso um problema, trata como sua inspiração, ao ser encarregado de comandar a unidade altamente treinada da SWAT de Los Angeles, a tropa de elite do combate ao crime. O elenco também conta com Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Alex Russell (“Poder sem Limites”), Jay Harrington (série “Better Off Ted”), Lina Esco (série “Kingdom”), Kenny Johnson (série “Bates Motel”) e David Lim (série “Quantico”). Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” aproveita a popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é seu cotidiano quando os soldados retornam a seus lares. Além de David Boreanaz, o elenco inclui Max Thierot (série “Bates Motel”), Jessica Paré (série “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”) e Toni Trucks (série “Franklin & Bash”).

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  • Série

    Vídeo de bastidores explica o que é O Mecanismo do título da série inspirada na Operação Lava-Jato

    26 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “O Mecanismo”, que traz o diretor José Padilha (“Tropa de Elite”) e os atores Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”), Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) e Enrique Diaz (“Justiça”) falando da série, livremente inspirada na Operação Lava-Jato. Na prévia, eles explicam o que é o mecanismo do título e reforçam as semelhanças da ficção com a realidade. Apesar disso, a série altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na ficção. Criada por José Padilha e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série vem ganhando bastante publicidade gratuita de simpatizantes do PT, inclusive de um site encrencado na própria Lava-Jato, além da ex-presidente Dilma, que decidiram se manifestar contra a produção na internet. “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. Com oito episódios, a série foi disponibilizada na sexta na plataforma de streaming, inclusive no exterior.

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    Selton Mello promete não dormir até desvendar todo o Mecanismo, em comercial da série

    23 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série inspirada pela Operação Lava-Jato, narrado por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Ele interpreta um policial e promete não dormir até desvendar o mecanismo do título, que mantém o funcionamento da corrupção do país. Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série contrasta com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos” pela opção por se identificar como ficção e dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção. Por conta disso, todos os nomes dos noticiários da Lava-Jato foram alterados. Não apenas dos delegados, mas também dos juízes, políticos, empresários e doleiros. E mais: Petrobras virou PetroBrasil e até a Polícia Federal é identificada como Polícia Federativa. Só faltou chamar o Brasil de… Patópolis. Além de Selton Mello no papel de um delegado à frente das investigações, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série tem oito episódios, disponibilizados nesta sexta-feira (23/3). Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.

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    Comercial de O Mecanismo usa campanha eleitoral para abordar a corrupção no Brasil

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato. O vídeo pega carona na vindoura campanha eleitoral do país para abordar como funciona a corrupção política. O didatismo, entretanto, tropeça num detalhe. A narração esquece de destacar que o dinheiro desviado vem de impostos pagos pela população, e que esta roubalheira é diretamente responsável pelo fato de o serviço público brasileiro – saúde, educação, previdência, etc – ser de tão baixa qualidade. E que, em vez de combater a corrupção, o governo federal trabalha para livrar condenados de penas duras e multas pesadas, oferecendo como solução para os problemas de caixa causados pelo roubo sistêmico as “reformas” de suposta salvação nacional – que, por sua vez, pioram ainda mais o serviço oferecido à população que paga por tudo. A série foi criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming – o diretor também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada. A estreia acontece na sexta (23/3).

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    Trailer explosivo de Sicario 2 traz Benicio Del Toro e Josh Brolin em clima de guerra

    20 de março de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster mórbido e um novo trailer explosivo de “Sicario 2: Soldado”, continuação do suspense policial “Sicario: Terra de Ninguém” (2015). A prévia tem clima de filme de guerra e é repleta de ação, mostrando a relocação das táticas do combate ao terrorismo no Oriente Médio como estratégia para enfrentar o narcotráfico mexicano. Mas há uma reviravolta. A nova missão clandestina da trama é testemunhada por uma menina, que, por razões particulares, o Sicário (matador) vivido por Benicio Del Toro resolve proteger contra a ordem de eliminação de seus aliados. O elenco também traz de volta Josh Brolin do primeiro filme e inclui Catherine Keener (“Corra!”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jeffrey Donovan (série “Shut Eye”), Matthew Modine (série “Stranger Things”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Manuel Garcia-Rulfo (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Ian Bohen (série “Teen Wolf”). O filme não traz de volta a personagem de Emily Blunt, que, segundo o roteirista Taylor Sheridan, completou sua história no primeiro filme. Quem também não retorna é o diretor canadense Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Em seu lugar, a ação é comandada pelo italiano Stefano Sollima, do filme “Suburra” (2015) e da série “Gomorrah”. Orçado em US$ 30 milhões, “Sicario” não se pagou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 46 milhões nos EUA e um total de US$ 84 milhões em todo o mundo. Mas encantou a crítica e teve três indicações ao Oscar 2016: Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Fotografia. A sequência tem estreia marcada para 28 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Ving Rhames entra no remake da série Cagney & Lacey

    19 de março de 2018 /

    O ator Ving Rhames, da franquia “Missão Impossível”, entrou no elenco do remake da série policial “Cagney & Lacey”. Ele vai interpretar o Capitão Stark, comandante da Delegacia de Homicídios de Los Angeles – e chefe das protagonistas. O personagem não existia na série dos anos 1980. O supervisor das personagens do título era o Tenente Bert Samuels, vivido por Al Waxman. Rhames é o segundo ator negro contratado para o remake, em contraste com o elenco original, que tinha apenas um negro, Carl Lumbly (atualmente na série “Supergirl”), intérprete do detetive Marcus Petrie. “Cagney & Lacey” está sendo desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a premissa original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino facilita a atualização da série para os dias atuais. Mas a atualização também passa, como mencionado, por maior inclusão racial, inclusive entre as protagonistas. Os papeis que consagraram Tyne Daly e Sharon Gless serão desempenhados por Sarah Drew (série “Grey’s Anatomy”) e Michelle Hurd (da série “Blindspot”), respectivamente. Ou seja, a nova Lacey será negra. Antes de virar série, a produção precisa ter seu piloto aprovado pela rede CBS.

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    Atriz dispensada de Grey’s Anatomy vai estrelar remake de Cagney & Lacey

    18 de março de 2018 /

    A atriz Sarah Drew, que se disse surpresa por sua dispensa de “Grey’s Anatomy”, não ficou muito tempo desempregada. Ela foi contratada para estrelar o piloto do remake de “Cagney & Lacey”, um dos muitos resgates de séries clássicas atualmente em produção nos Estados Unidos. A nova personagem da intérprete de April em “Grey’s Anatomy” será Cagney. Ela contracenará com Michelle Hurd (da série “Blindspot”), escalada como a co-protagonista Lacey no piloto encomendado pela rede CBS. O novo par confirma a tendência de atualização racial que vem marcando os remakes de 2018. A série original, dos anos 1980, era estrelada por duas atrizes brancas, Tyne Daly e Sharon Gless. A nova Lacey será negra. “Cagney & Lacey” está sendo desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a premissa original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino facilita a atualização da série para os dias atuais. Antes de virar série, a produção precisa ter seu piloto aprovado pelo canal.

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    Atriz de Rookie Blue vai estrelar nova série policial do criador de Law & Order

    15 de março de 2018 /

    A atriz Missy Peregrym vai voltar a seus dias de agente da lei. A estrela da série “Rookie Blue”, que ultimamente visitava o futuro distópico de “Van Helsing”, será a protagonista de “F.B.I.”, nova série da rede CBS. Apesar do título, a atração não é um remake de “The F.B.I.”, que fez bastante sucesso nos anos 1960, mas uma nova criação do veterano Dick Wolf, o maior especialista em séries de procedimento policial da TV americana – criador das franquias “Law & Order” e “Chicago…”. A série vai acompanhar o funcionamento interno da sede de Nova York do Federal Bureau of Investigation (FBI), a polícia federal americana. No ano passado, Wolf produziu uma atração documental justamente sobre este tema, “Inside the FBI: New York”. Peregrym interpretará a personagem central, a agente Maggie Bell. Considerada uma das melhores agentes do FBI, ela chega à divisão de Nova York após uma tragédia pessoal e se atira no trabalho para não deixar esse incidente descarrilar sua vida. Ela se junta ao elenco anteriormente anunciado, formado por Connie Nielsen (“Mulher-Maravilha”), Jeremy Sisto (do “Law & Order” original), Zeeko Zaki (da série “Valor”) e Ebonée Noel (série “Wrecked”). “F.B.I.” será a sexta série de Dick Wolf na programação atual do canal CBS, ao lado de “Law & Order: SVU”, “Law & Order True Crime”, “Chicago Fire”, “Chicago P.D.” e “Chicago Med”. Já aprovada, a 1ª temporada teve 13 episódios encomendados.

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