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  • Série

    Séries novatas Perfect Harmony e Lincoln Rhyme são canceladas nos EUA

    11 de junho de 2020 /

    A rede NBC cancelou dois de seus lançamentos da temporada, a comédia “Perfect Harmony” e o thriller policial “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”. Apenas a segunda era exibida no Brasil, pelo canal pago AXN. Nenhuma das duas conseguiu atrair grande público nos EUA. A comédia foi um desastre completo, com média de 1,9 milhão de espectadores, enquanto a atração criminal conseguiu quase o dobro da atenção, vista por 3,6 milhões ao vivo. Elas se juntam ao destino de “Sunnyside”, primeira série cancelada da temporada, após quatro episódios assistidos por apenas 1,3 milhão de pessoas. “Perfect Harmony” era uma espécie de “Glee” da meia-idade ou, ainda, um “Glee” evangélico. A trama acompanhava o ex-professor de música Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz um coral sacro ressoar. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. Com direito a muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. Com 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e o elenco desafinado também destacava Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”). “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”, por sua vez, era baseada na franquia literária do escritor Jeffery Deaver, iniciada por “O Colecionador de Ossos” em 1997 e que teve até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada em 2018. Todos os livros centram-se no personagem Lincoln Rhyme, que foi vivido por Denzel Washington no cinema e era interpretado por Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. No filme, Amelia era interpretada por ninguém menos que Angelina Jolie. Na série, foi vivida por Arielle Kebbel (“Midnight Texas”). A adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. A série não teve destino muito melhor, com 36% no Rotten Tomatoes e cancelamento após 10 episódios. Mas era previsível. A produção tinha sido desenvolvida por VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos em dois pilotos, “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. A NBC ainda não anunciou o destino de outras quatro atrações da temporada – uma das mais fracas do canal. Mas a julgar pelas audiências de “Bluff City Law” (3,6 milhões), “Council of Dads” (2,8 milhões), “Indebted” (1,5 milhões) e “Zoey’s Extraordinary Playlist” (1,9 milhão) não deve demorar para a guilhotina cair novamente.

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  • Reality,  TV

    Reality policial Cops é cancelado após protestos antirracistas nos EUA

    10 de junho de 2020 /

    O canal pago americano Paramount Network resolveu cancelar o longevo reality policial “Cops”, que vinha sendo transmitido desde 1989, como resposta aos protestos antirracistas após o assassinato de George Floyd por policiais brancos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a emissora decidiu, primeiramente, não exibir episódios que fizessem alusão a táticas policiais violentas. Mas ao verificar o conteúdo da série, a conclusão foi pelo cancelamento total da produção. “‘Cops’ não está mais na Paramount Network e não temos planos presentes ou futuros para que retorne”, disse um porta-voz do canal pago. O reality show, que mostra abordagens e ações policiais – boa parte das vezes com câmeras portadas pelos próprios oficiais – foi transmitido por 25 temporadas na TV aberta americana, pela rede Fox, passando a ser exibido pelo SpikeTV em 2013. Este canal foi rebatizado e re-embalado como Paramount em 2018. Outras emissoras que transmitiam temporadas antigas, como a WGN, confirmaram que também deixarão de exibir “Cops”, que começaria sua 33ª temporada neste mês. A produção era bastante famosa, tendo gerado vários conteúdos similares ao redor do mundo, como o programa “Polícia 24h” na rede Band. A produção de “Cops” quase chegou a ser cancelada em 2014, quando um integrante da equipe do programa (Bryce Dion) foi morto com um tiro disparado por um policial, que também matou um suspeito armado com uma arma de ar comprimido (não letal).

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  • Etc

    Marvel condena uso da caveira do Justiceiro por policiais que reprimem atos antirracistas nos EUA

    6 de junho de 2020 /

    Depois de uma campanha online pedir que a Disney/Marvel proíba a polícia dos Estados Unidos de utilizar a caveira do Justiceiro em seus uniformes, a Marvel se pronunciou, afirmando que “está levando a sério” o uso não licenciado do símbolo do Justiceiro por policiais vistos na linha de frente da repressão contra os protestos antirracistas que eclodiram nos EUA desde a morte de George Floyd, sufocado por policiais brancos. Embora não tenha dado detalhes das ações que pretende adotar para impedir o uso do símbolo da caveira, a Marvel condenou diretamente a associação entre policiais e o Justiceiro, apontando para um trecho de uma história em quadrinhos em que o próprio personagem aborda o tema. “Não somos iguais. Vocês fizeram um juramento de manter a lei e ajudar as pessoas, enquanto eu desisti disso há muito tempo. Vocês não fazem o que eu faço, ninguém faz. Vocês precisam de um modelo? O nome dele é Capitão América e ele ficará feliz em ouvi-los”, diz o Justiceiro na revista indicada pela editora, em que Frank Castle aparece rasgando um adesivo com sua caveira colada em uma viatura e exigindo que os policiais nunca mais a utilizassem. Conhecido por matar criminosos, o logo do Justiceiro representa um vigilantismo que não cabe a policiais no mundo real, que são convocados para manter a ordem, e não executar suspeitos. A Marvel também apontou para uma declaração pública de apoio aos protestos que fez pelas redes sociais. “Nós estamos juntos contra o racismo. Estamos juntos pela inclusão. Estamos juntos com nossos funcionários, contadores de histórias, criadores e toda a comunidade negra. Precisamos nos unir e falar sobre isso”, escreveu a empresa no último domingo (31/5) nas redes sociais. Para completar, Gerry Conway, criador do personagem, disse que criará uma campanha para desassociar a caveira de Frank Castle da brutalidade policial. Pelo Twitter, o quadrinista convocou artistas não-brancos a “reivindicar a caveira como um símbolo de justiça ao invés de [um ícone para] opressão ilegal da polícia”.

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  • Série

    A Juíza: História de Patrícia Acioli, executada por policiais, vai virar série

    5 de junho de 2020 /

    A história da juíza Patrícia Acioli, assassinada em 2011, em Niterói (RJ), vai inspirar uma série de streaming, numa co-produção com o mercado americano. Intitulada “A Juíza”, a atração obteve investimento privado para desenvolvimento de três temporadas, informou a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo. Na série, desenvolvida pela roteirista Laura Malin (“Embarque Imediato”) e produzida pela Estúdio Escarlate, a juíza vai se chamar Pilar e condenar policiais criminosos envolvidos em mortes de inocentes, residentes em comunidades. Cada episódio contará um caso diferente, ao estilo das séries procedimentais americanas. Segundo O Globo, são histórias que lembram a recente morte do menino João Pedro, de 14 anos, em operação policial em São Gonçalo (RJ). Patrícia Acioli, conhecida por condenar milicianos e policiais criminosos, era juíza em São Gonçalo. Ela foi executada com 21 tiros em agosto de 2011. Onze policiais foram condenados por esse crime, entre eles o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que na época do assassinato comandava o 7º Batalhão de Polícia Militar da cidade. Sua morte gerou comoção no país, mas Flávio Bolsonaro preferiu atacá-la nas redes sociais pela “forma absurda e gratuita com que ela humilhava policiais”. Para o então deputado estadual, que empregava milicianos e era vizinho do policial que executou a vereadora Marielle Franco em 2018, isso “contribuiu para [ela] ter muitos inimigos”. Em maio passado, o desgoverno do clã Bolsonaro nomeou o advogado de um dos assassinos, Zoser Plata Bondim Hardman de Araújo, que também defendeu vários milicianos, para o cargo de Assessor Especial do ministro da Saúde. Acioli foi executada por ter descoberto um esquema de pagamento de propina de traficantes para a polícia de São Gonçalo, com o objetivo de manter o funcionamento das bocas-de-fumo na cidade e transformar assassinatos encomendados em autos de resistência – quando o boletim de ocorrência informa que o acusado morreu ao resistir à prisão em suposta troca de tiros. Delações premiadas feitas por um dos próprios policiais presos revelou que os PMs recebiam de R$ 10 mil a R$ 12 mil por semana do tráfico de drogas da região. A pesquisa de Laura Malin analisou alguns dos 10 mil casos de pessoas mortas em confronto com policiais no Rio de Janeiro entre 2001 e 2011, especialmente as mortes registradas como auto de resistência, para escrever a série. A 1ª temporada contará com oito episódios, mas não há informação sobre qual plataforma exibirá a série.

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  • Filme

    Em clima de revolta social, Os Miseráveis não decepciona

    10 de maio de 2020 /

    “Os Miseráveis” (2019) é o primeiro longa-metragem de de Ladj Ly, diretor nascido em Mali e residente na França. Tem como base um curta de mesmo nome (de 2017) e foi consagrado no Festival de Cannes com o Prêmio do Júri, dividindo a honraria com “Bacarau”, de Kleber Mendonça Filho. São, aliás, dois filmes que têm muito em comum, tratando de uma reação à violência e autoritarismo de quem se acha acima da lei. Ambos os filmes, apesar de diferentes em outros aspectos, estão entre as obras recentes que melhor refletem o seu tempo. Muitos também comparam “Os Miseráveis” a “Faça a Coisa Certa” (1989), de Spike Lee, devido ao final explosivo. E a comparação tem mesmo tudo a ver. A trama segue o ponto de vista de uma dupla de policiais. Um deles sai da província para ir trabalhar em Paris, mais especificamente na brigada anti-crime de Montfermeil. O lugar serviu de locação para o romance clássico de Victor Hugo, daí o motivo do título do filme, que serve como homenagem a “Os Miseráveis” mais famoso e também como referência a uma situação social ainda muito complicada na região. O policial que está chegando, Pento, vivido por Damien Bonnard (de “Na Vertical”), é o que mais se aproxima do espectador, já que tem uma visão mais pacífica e totalmente alheia da rotina daquela sociedade e da atuação de seus colegas policiais, de nomes Gwada (Djibril Zonga) e Chris (Alexis Maneti). Como o público, ele acha estranho o estilo de trabalho de seus novos colegas, bastante violentos e cheios de si. E há as figuras das crianças marginalizadas. Há o garotinho que brinca com um drone, que filma tanto espaços privados quanto imagens públicas e que será crucial para a trama; há um outro que rouba um filhote de leão de um circo e que sofrerá violência mais adiante; e há toda uma fauna de adultos e crianças que têm sua importância para a história. O que se deve destacar como um dos méritos do filme é o quanto o jovem cineasta é capaz de povoar sua trama com vários personagens e várias situações e conseguir dar complexidade e profundidade a todos, tanto aos policiais quanto aos que vivem à margem da sociedade. Alguns podem ficar surpresos com o fato de o diretor abrir e encerrar o filme com o ponto de vista dos policiais. De todo modo, a escolha não tira a voz das crianças. Ao contrário, é fácil se sentir incomodado com a atitude autoritária e torcer por uma revolta. Quanto a isso, o filme não decepciona.

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  • Série

    Fox cancela Deputy na 1ª temporada

    4 de abril de 2020 /

    A rede americana Fox anunciou o cancelamento de “Deputy”, série policial estrelada por Stephen Dorff (da 3ª temporada de “True Detective”), que tinha estreado em janeiro. A série foi um fracasso de público e crítica. A 1ª temporada encerrou-se em 23 de março com uma média de 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e apenas 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada pelo roteirista Will Beall (de “Aquaman”), a atração teve piloto dirigido pelo cineasta David Ayer (de “Esquadrão Suicida”) e contava com apoio oficial do Departamento do Xerife de Los Angeles. Na trama, Dorff vivia o “Deputy” do título, o xerife assistente Bill Hollister, um dos policiais mais indisciplinados de Los Angeles. Mas que, por ser o assistente mais antigo, acaba virando chefe do departamento após o xerife morrer de maneira inesperada. O elenco incluía Yara Martinez (“Jane the Virgin”), Brian Van Holt (“Cougar Town”), Siena Goines (“Jericho”), Bex Taylor-Klaus (“Scream”), Shane Paul McGhie (“Do Que os Homens Gostam”) e Mark Moses (“The Last Ship”). “Deputy” foi a segunda série estreante cancelada pela Fox nesta temporada. A primeira tinha sido o drama “Almost Family”, que teve a façanha de conseguir apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. No Brasil, “Deputy” foi exibido pelo canal pago Fox – e teve blog chamando a atração de “grande aposta” do canal para 2020…

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  • Filme

    Sony antecipa lançamento de Bad Boys para Sempre em formato digital

    23 de março de 2020 /

    A Sony resolveu antecipar o lançamento de “Bad Boys para Sempre” nas plataformas digitais. O blockbuster estrelado por Will Smith e Martin Lawrence será lançado na próxima terça (31/3) nos serviços de VOD dos EUA. Com o fechamento das salas das grandes redes, os estúdios começaram a lançar os filmes que estavam em cartaz diretamente na internet. Além do sucesso da Sony, vários blockbusters recentes estão na lista programada para distribuição digital. “O Homem-Invisível” chegou ao VOD na semana passada nos EUA – mas não no Brasil – , “Bloodshot” estará disponível na terça (24/3) e “Dois Irmãos” na próxima semana. “Bad Boys para Sempre” estreou no dia 17 de janeiro nos cinemas norte-americanos (30/1 no Brasil) e rendeu US$ 419 milhões em bilheteria mundial, o suficiente para o estúdio oficializar a produção de mais uma sequência. Considerado o melhor exemplar da trilogia “Bad Boys”, iniciada em 1995, atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. No filme, Smith e Martin retomam os papéis de Mike Lowrey e Marcus Burnett, que viveram nos dois filmes anteriores – o primeiro, de 1995, lançou Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema. Mas enquanto Smith se manteve em forma e ainda segue carreira como astro de ação, o sumido Lawrence ganhou alguns quilos e ressurge fora de forma para o papel. Esta discrepância foi incorporada na trama, que traz Burnett pensando em se aposentar, enquanto Lowrey tenta convencê-lo a apoiá-lo numa perigosa investigação final. O terceiro “Bad Boys” também inclui em seu elenco os atores Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), Alexander Ludwig (o Bjorn de “Vikings”), Charles Melton (o Reggie de “Riverdale”) e a mexicana Paola Nuñez (“The Son”), além dos músicos DJ Khaled e Nicky Jam. A direção é da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah, mais conhecidos por seu trabalho na série “Snowfall”. Confira abaixo o trailer oficial de “Bad Boys para Sempre”.

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  • Série

    Law & Order: SVU e séries de Chicago são renovadas por mais três temporadas

    27 de fevereiro de 2020 /

    A rede NBC renovou todas as séries produzidas por Dick Wolf por mais três anos. Isto significa um aumento significativo no recorde de exibição de “Law & Order: SVU”, que ao chegar a seu 21º ano, em setembro passado, tornou-se a série live action mais duradoura da História da televisão americana. Com a renovação, o longevo drama policial estrelado por Mariska Hargitay e o rapper Ice-T vai chegar até a 24º temporada. A mesma renovação trienal foi estendida para a franquia “Chicago”, que atualmente consiste de três séries diferentes. A primeira e ainda carro-chefe “Chicago Fire”, atualmente exibindo seu oitavo ano de produção, teve sua duração confirmada até a 11ª temporada, “Chicago PD””, que atravessa o sétimo ano, garantiu-se até a 10ª e “Chicago Med, em seu quinto ano, chegará até a 8ª temporada. As renovações maciças fazem parte de um super-acordo fechado entre Wolf e o estúdio Universal Television. O megaprodutor assinou um contrato de cinco anos e nove dígitos, que inclui a produção de novas séries para streaming, visando o lançamento da plataforma Peackock, da NBCUniversal. O acordo inclui liberação de direitos para o catálogo de séries de Dick Wolf para a plataforma. Segundo cálculos do site Deadline, a soma de valores de todas as aquisições, direitos e encomendas giram em torno de US$ 1 bilhão. “Estamos muito satisfeitos, empolgados e orgulhosos por, como parte desse acordo épico com a Wolf Entertainment, o público leal da NBC saber que seus programas favoritos têm um futuro garantido nos próximos três anos”, disse Paul Telegdy, presidente da NBC Entertainment, em comunicado sobre o acordo. “Gostei muito de trabalhar com Dick ao longo de décadas e nem é preciso dizer que ele continua sendo um dos produtores mais influentes da história”, acrescentou Bonnie Hammer, presidente do NBCUniversal Content Studios. “Ele é um visionário diferente de qualquer outro, cujo impacto mudou todo o cenário da televisão. Estamos muito felizes em ver Dick e sua equipe permanecerem na família NBCUniversal por muitos anos.” Além das séries de Dick Wolf, a NBC também já tinha renovado o drama médico “New Amsterdam” e o melodrama familiar “This Is Us” para três temporadas de uma vez.

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  • Série

    Matthew Gray Gubler se despede de Criminal Minds no Instagram

    21 de fevereiro de 2020 /

    O ator Matthew Gray Gubler, que viveu o Dr. Spencer Reid em 15 temporadas de “Criminal Minds”, despediu-se da série e do personagem com um post no Instagram, após a exibição do último capítulo da atração, que foi ao ar na noite de quarta (19/2) nos EUA. Ele postou uma foto da mesa de seu personagem, colocando em seu centro um revólver, um relógio e o crachá do FBI de Spencer. “Eu carreguei esses três artefatos quase todos os dias nos últimos 15 anos. Depois desta noite, eu vou carregá-los apenas no meu coração, onde guardarei para sempre as memórias da melhor equipe, elenco e amigos que um combatente fictício do crime poderia ter”. Uma das séries mais longevas da TV americana, “Criminal Minds” teve ao todo 323 episódios, mas se encerrou com uma temporada mais curta que o habitual, de apenas 10 capítulos, produzida especificamente para finalizar sua trama. Criada por Jeff Davis (também criador de “Teen Wolf”), a produção da rede CBS chega ao Brasil pelo canal pago AXN, que programou a exibição do capítulo final para 9 de março. Ver essa foto no Instagram i’ve carried these 3 props with me almost every day for the last 15 years. after tonight i’ll just carry them in my heart where i will forever keep memories of the best crew, the best cast, and the best fands (fans/friends) a fictional crimefighter could ever have. Uma publicação compartilhada por official matthew gray gubler (@gublergram) em 19 de Fev, 2020 às 2:23 PST

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  • Série

    Globoplay renova Arcanjo Renegado para 2ª temporada

    18 de fevereiro de 2020 /

    A Globoplay, plataforma de streaming da Globo, anunciou a renovação de “Arcanjo Renegado” para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito apenas 12 dias após a estreia da série, disponibilizada em 6 de fevereiro. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou à imprensa que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da plataforma. “A série revelou novos criadores e abordou temas sensíveis de maneira arrojada e sem maniqueísmos. Foi bem recebida pela crítica e aclamada pelos assinantes. A confirmação da 2ª temporada consagra esses bons resultados e reafirma nossa estratégia de buscar no mercado independente parceiros capazes de contar boas histórias”, afirmou Brêtas. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, e inclui em seu elenco ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. A série não deve ser exibida na TV aberta, mas há planos para apresentá-la no canal pago Multishow a partir de 2021.

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  • Etc,  Série

    Bosch vai acabar na 7ª temporada como a série mais longa da Amazon

    16 de fevereiro de 2020 /

    A plataforma Amazon Prime Video anunciou a renovação de “Bosch” para sua 7ª e última temporada. A decisão foi tomada com bastante antecipação, antes da estreia da 6ª temporada, que chega neste ano, mas ainda não tem previsão de lançamento. O objetivo é dar tempo para os produtores e roteiristas preparem um final adequado à trama. Assim, “Bosch” vai se encerrar em 2021 como a série mais longa da Amazon, com 70 episódios ao todo – cada temporada tem 10 episódios. Embora não divulgue dados, a Amazon costumava afirmar que a atração representa uma de suas maiores audiências, ao lado de “The Man in the High Castle”, que foi encerrada em novembro passado. “Bosch” é criação de Eric Overmyer (criador de “Treme”) e se baseia no personagem homônimo dos livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. O protagonista é um detetive policial de Los Angeles, vivido por Titus Welliver (de “Lost”), que se envolve em tramas inspiradas pelo clima clássico do cinema noir. Em suas cinco primeiras temporadas, ele já investigou o assassinato de um produtor de Hollywood que lavava dinheiro para a máfia, perseguiu um serial killer, virou o principal suspeito de um crime, precisou resolver o assassinato de um advogado que defendia vítimas negras de brutalidade policial e também lidar com seu próprio passado. “Estou orgulhoso do que realizamos com ‘Bosch'”, disse o escritor Michael Connelly em comunicado. “É agridoce, mas todas as coisas boas chegam ao fim, e estou feliz por podermos sair da maneira que queremos. Isso começou há sete anos com o showrunner Eric Overmyer e eu escrevendo o piloto. Planejamos escrever o último episódio juntos também. Vamos deixar para trás o programa de maior duração até agora na Amazon, e ele continuará lá para ser descoberto por novos espectadores. Isso é incrível para mim. Outra coisa é que não teríamos chegado até aqui sem Titus Welliver. Não poderia haver um ator melhor para desempenhar esse papel”, completou. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Lance Reddick (também de “Lost” e “Fringe”), Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”) e Madison Lintz (que foi a menina Sophia em “The Walking Dead”).

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  • Filme

    Fim de Festa: Vencedor do Festival do Rio ganha trailer

    12 de fevereiro de 2020 /

    A Imovision divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Fim de Festa”, filme vencedor do Festival do Rio – que também ganhou o troféu Redentor de Melhor Roteiro. Segundo longa dirigido por Hilton Lacerda, “Filme de Festa” retoma a parceria de “Tatuagem” entre o cineasta e o ator Irandhir Santos – e que também inclui vários outros filmes roteirizados por Lacerda. O elenco ainda inclui Suzy Lopes (“Bacurau”), Ariclenes Barroso (“Me Chama de Bruna”) e Hermila Guedes (“Segunda Chamada”). Na trama, Irandhir vive um detetive de polícia que tenta desvendar um crime que aconteceu durante o Carnaval. Ao voltar antecipadamente de suas férias, ele passa a investigar a morte de uma jovem turista francesa e, durante o inquérito, depara-se com fatos que se confundem com sua própria história. O filme retrata situações do Brasil atual e é parcialmente inspirado no caso real da turista alemã Jennifer Kloker, assassinada em 2010 em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, a mando da própria sogra. “Fim de Festa” tem estreia marcada para o dia 5 de março.

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  • Série

    Arcanjo Renegado: Globoplay estreia série sobre “tropa de elite” do Bope

    6 de fevereiro de 2020 /

    A Globoplay lança uma nova série policial neste sexta (6/2). Intitulada “Arcanjo Renegado”, a produção traz policias do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, além de ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”). Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. “Na trama, o Mikhael perdeu muito cedo o pai, policial militar, vítima da violência, e a mãe, por conta de um câncer. Cresceu cuidando da irmã, Sarah (Erika Januza), mas, em função da morte do pai, e por ter um olhar extremamente equivocado da sua própria instituição e da sociedade fluminense, ele é um ser com uma visão de correção deturpada”, explicou Jose Junior, criador da série. A ideia é mostrar como personagens complexos se entrelaçam numa linha tênue entre o bem e o mal. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” teve cenas gravadas em favelas do Complexo da Maré, nos bairros da Penha e Ramos, na Avenida Brasil e em locações no Centro do Rio, tendo a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) como cenário constante na parte política da trama. O elenco também inclui Erika Januza (“O Filme da Minha Vida”), Flávio Bauraqui (“A Vida Invisível”), Rita Guedes (“1 Contra Todos”), Leonardo Brício (“O Mecanismo”), Danni Suzuki (“Vai que Cola”), Bruno Padilha (“Aruanas”) e participação especial da atriz Lea Garcia (“Pacificado”). Confira o trailer abaixo.

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