Interrogation: Série criminal de Peter Sarsgaard é cancelada após 1ª temporada
A plataforma CBS All Access cancelou “Interrogation”, estrelada por Peter Sarsgaard (“Escobar: A Traição”), após a 1ª temporada. Co-criado por John Mankiewicz (“House of Cards”) e o sueco Anders Weidemann (“Monky”), “Interrogation” era baseada na história do crime real de um jovem condenado por assassinar brutalmente sua mãe. Sarsgaard interpretava um detetive no caso e Kyle Gallner (“Veronica Mars”) vivia o assassino. A principal novidade da produção era estruturar cada episódio a partir de um interrogatório policial diferente, tirado diretamente dos arquivos do caso real. Além disso, os primeiros nove episódios foram disponibilizados simultaneamente sem numeração, sugerindo ao público que eles poderiam ser assistidos em qualquer ordem, com o final da temporada guardado para ser revelado em uma data posterior. “Essa abordagem não-linear da narrativa está mais próxima de como os detetives reais trabalham, trilhando seus próprios caminhos através das evidências em busca da verdade”, disse Weidemann em fevereiro, época do lançamento.
LA’s Finest é cancelada após duas temporadas
A companhia de TV paga americana Spectrum anunciou o cancelamento de “LA’s Finest”, sua primeira série original, após duas temporadas. Derivada da franquia cinematográfica “Bad Boys” e estrelada por Gabrielle Union e Jessica Alba, a série foi o programa escolhido para lançar a plataforma Spectrum Originals em 2019. A trama era centrada na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003), que assim como no filme é interpretada por Gabrielle Union. Replicando a dinâmica do cinema, ela ganhou uma parceira na série, propiciando o retorno de Jessica Alba à TV, 17 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A decisão de encerrar a produção vem cinco semanas depois do lançamento da 2ª temporada, que teve todos os seus episódios disponibilizados em estilo de maratona na plataforma, e enquanto a 1ª temporada era exibida na Fox, licenciada para a TV aberta para suprir a falta de novos programas, devido à pandemia de coronavírus. A verdade é que “LA’s Finest” teve um histórico problemático desde seu começo. O piloto original chegou a ser rejeitado pela rede americana NBC. Mas a Sony acreditava tanto em seu potencial que foi atrás de parceiros pouco convencionais para reverter a rejeição. Para começar, fechou acordo de coprodução com a Bell Media, dona da rede canadense CTV, e buscou um nova mídia para exibir o programa nos Estados Unidos. As negociações acabaram originando a primeira série da Spectrum, terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga nos Estados Unidos. Desde então, a Spectrum já encomendou mais duas produções. Encontrar um lar não encerrou os problemas da atração, que continuaram durante as gravações da 1ª temporada. Um acidente trágico no set, quando um carro usado numa cena de ação perdeu o controle, levou um dos criadores da série, Brandon Sonnier, a passar por cirurgia de emergência e precisar amputar uma de suas pernas. A tragédia não emocionou a crítica, que odiou a produção. Com apenas 24% de aprovação, “LA’s Finest” tornou-se uma das séries pior avaliadas da história do Rotten Tomatoes. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN, que pertence à Sony.
The Informer: Joel Kinnaman é traído por todos em trailer de filme de ação
A Vertical Entertainment divulgou o novo trailer do filme de ação criminal “The Informer”, estrelado pelo sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). A prévia é repleta de reviravoltas, mostrando como um criminoso (Kinnaman) aliciado pelo FBI, que trocou sua pena pela função de informante, precisa voltar à cadeia para entregar o esquema de um poderoso chefão da máfia polonesa. Com a vida de sua família em risco, ele não pode fugir, muito menos se submeter às traições de ambos os lados. Segundo longa dirigido pelo ator italiano Andrea Di Stefano (o primeiro foi “Escobar: Paraíso Perdido”), “The Informer” adapta o romance noir nórdico “Three Seconds” (de Börge Hellström e Anders Roslund), com roteiro de Matt Cook (“O Dia do Atentado”), e ainda inclui no elenco os atores britânicos Rosamund Pike (“7 Dias em Entebbe”) e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e o rapper americano Common (“Fúria em Alto Mar”). O filme deveria ter estreado em março passado nos cinemas dos Estados Unidos e agora vai sair direto em VOD no dia 6 de novembro. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Bom Dia, Verônica: Tainá Müller caça serial killer em trailer de série da Netflix
A Netflix divulgou o trailer, pôsteres de personagens e as fotos de “Bom Dia, Verônica”, nova série brasileira da plataforma, mas a primeira do gênero criminal. A prévia tem bom clima e apuro técnico, trazendo elementos de abuso doméstico ao conhecido tema de caça a serial killer, que ajudam a contornar problemas típicos da dramaturgia nacional, muito influenciada por teatro e novelas – com a prevalência de dicção artificial e overacting. A Verônica do título é vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, a protagonista decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, Brandão, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Ainda estão no elenco Elisa Volpatto (“Assédio”), Antonio Grassi (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Silvio Guindane (“3%”) e Adriano Garib (“Magnífica 70”). Produção da Zola Filmes, a série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também participam da produção e estão entre os fotografados da galeria abaixo. O próprio Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) criou a adaptação, que conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente a espera da reabertura dos cinemas. O lançamento vai acontecer em 1º de outubro em todo o mundo.
Tainá Müller é policial no teaser da série Bom Dia, Verônica
A Netflix divulgou o pôster e o teaser de “Bom Dia, Verônica”, nova série brasileira da plataforma – mas a primeira do gênero criminal. Além de apresentar cenas da produção, o vídeo também revela a data da estreia: em 1º de outubro. A série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. A Verônica do título é vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, a protagonista decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, Brandão, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Ainda estão no elenco Elisa Volpatto (“Assédio”), Silvio Guindane (“3%”) e Adriano Garib (“Magnífica 70”). Produção da Zola Filmes, a série foi criada pelo próprio escritor Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”), conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que “Bom Dia, Verônica” ganhou uma nova edição na Feira do Livro passada, no Rio de Janeiro, que passou a identificar os autores reais da história. Além deste primeiro livro, Montes e Casoy planejam mais dois volumes sobre sua personagem, “Boa Tarde, Verônica” e “Boa Noite, Verônica”. Os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente a espera da reabertura dos cinemas.
Macabro combina policial e terror na história dos irmãos necrófilos de Nova Friburgo
Marcos Prado tem uma carreira como diretor bastante curiosa. Sua maior experiência é na produção, tendo sido, inclusive, produtor executivo dos dois “Tropas de Elite”, do José Padilha, além de outros dois documentários famosos desse cineasta. Mas seu trabalho na direção começou com o documentário. Seu primeiro documentário para o cinema, “Estamira” (2004), é o retrato de uma mulher que vive em um lixão do Rio de Janeiro, que tem problemas mentais e filosofa sobre o mundo. Confesso que esse filme me deixou um tanto perturbado. Fiquei ao mesmo tempo temeroso de entender o pensamento da personagem e olhar para seus olhos. E é interessante ver que Prado, depois de uma primeira experiência na ficção com “Paraísos Artificiais” (2012), tenha voltado a lidar com o medo (a experiência do medo em “Estamira” é puramente subjetiva), desta vez deliberadamente, ao contar a história dos “irmãos necrófilos” de Nova Friburgo, que foram notícia nos jornais na década de 1990. “Macabro” foi o primeiro filme inédito a ser lançado comercialmente nestes tempos de pandemia, no circuito dos drive-ins. E só por isso já chama a atenção. Por mais que não tenha conseguido uma recepção de tapete vermelho pela crítica, “Macabro” tem jeito de filme que será, no futuro, reavaliado e visto como um exemplar de suspense/terror/policial marcante e com aspectos valorosos. Prado aproveita uma onda bastante positiva de filmes de gêneros que cresceram consideravelmente no Brasil nos últimos anos. Sem falar que, em comparação com a maioria dos muitos exemplares de horror e suspense estrangeiros que têm chegado ao circuito, ainda ganha pontos por nos aproximar dos acontecimentos. O modo como o filme se inicia, com o protagonista vivido por Renato Góes, o Sargento Téo, cometendo um erro ao atirar em um homem em uma operação na favela, confundindo uma furadeira elétrica com uma arma (baseado em um incidente recente real), é uma maneira de começar já abordando os erros da polícia e a situação de racismo e violência que marcam a sociedade brasileira. Talvez nem precisasse que o cabo vivido por Guilherme Ferraz dissesse duas vezes que ele era o único negro daquela cidade, além da família dos irmãos assassinos procurados, mas talvez sim, seja necessário, para tornar mais didática a situação. Fosse em outra época, muito provavelmente, essa questão racial não seria sequer abordada e o filme focaria especificamente na busca pelos assassinos e estupradores e também em seus atos brutais. Há um pouco de fragilidade no modo como o filme parece querer justificar os atos dos irmãos como atos de vingança após anos de maus tratos. Isso é compensado com a construção de uma atmosfera de medo herdada do cinema de horror, como nas cenas de ataque às vítimas, mostradas sempre no escuro e tornando a aparência de um deles próxima de um monstro, a partir do depoimento de uma sobrevivente. Isso ajuda a enriquecer o mistério, ao trazer a feitiçaria para os crimes. O filme é feliz ao estabelecer um vínculo entre dois personagens em especial: o Sargento Téo e uma ex-namorada da adolescência, Dora (Amanda Grimaldi). Essa relação ajuda a aproximar o público dos personagens e a aumentar a dramaticidade na cena em que Dora é abordada por um dos irmãos. É uma das melhores cenas do filme, ao lado de uma cena de briga de Téo com o coronel da região, realizada com câmera na mão. Por sinal, há também que se destacar a beleza da fotografia, a cargo de Azul Serra (“Turma da Mônica – Laços), que enfatiza a exuberância da paisagem natural de Nova Friburgo.
The Capture: Thriller britânico com 95% no Rotten Tomatoes ganha trailer para o streaming
A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer da série “The Capture”, thriller britânico que conquistou elogios rasgados da crítica. A atração foi exibida no ano passado pelo canal BBC One no Reino Unido, ocasião em que atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Teve repercussão tão positiva que vai chegar aos EUA após ter sua 2ª temporada confirmada – que será transmitida simultaneamente pela Peacock no ano que vem. Criada, escrita e dirigida por Ben Chanan (“The Missing”), a série traz Holliday Grainger (a Lucrezia de “Os Borgias”) como a detetive policial Rachel Carey, designada para um caso corriqueiro de assassinato envolvendo um oficial condecorado das forças especiais do Reino Unido, supostamente flagrado cometendo o crime pelo serviço de câmeras públicas de Londres. Mas o oficial (vivido por Callum Turner, de “Emma.”) jura inocência e se dedica a limpar seu nome, fazendo a detetive questionar se as imagens podem ter sido manipuladas para esconder o verdadeiro assassino, alguém bastante poderoso. O elenco da 1ª temporada ainda inclui Laura Haddock (“Da Vinci’s Demons”), Ben Miles (“The Crown”), Lia Williams (também de “The Crown”), Paul Ritter (“Belgravia”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Ron Perlman (“Sons of Anarchy”). Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast (provedora de internet e TV que é dona da NBCUniversal), a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.
Emicida incentiva carreira de atriz de Ludmilla após polêmica
Após a atriz Samantha Schmutz criticar a escolha de Ludmilla, uma “não atriz”, para integrar o elenco da 2ª temporada da série “Arcanjo Renegado”, a cantora acabou no centro de discussões acaloradas. Vendo a onda de críticas, o rapper Emicida resolveu se solidarizar, defendendo a amiga. “C*raio Ludmilla, eu torço demais por você e tô sempre mandando aquele axé daqui, porque vou te contar viu, os bico não consegue ver você vencer mesmo, era só ignorar, mas eles simplesmente não conseguem, precisam falar alguma bosta… Continua que tá lindo e você não está sozinha”, declarou ele. A publicação fez muito sucesso, recebendo mais de 50 mil curtidas e 3 mil retuítes, além de a própria Ludmilla responder à publicação. “Vou seguir fazendo a minha parte, nunca foi fácil e não vai ser agora que será. Tá cada dia mais difícil, mas essa força que tô recebendo é fundamental, ler isso de você me faz bem. Quanto mais eles batem, mais forte a gente fica!”, disse ela. Pra quem não lembra, a polêmica começou quando Ludmilla comemorou em seu Instagram o convite para atuar em “Arcanjo Renegado” e foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha Schmutz, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, atravessou a atriz, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Ludmilla e Samantha Schmutz brigam por causa de papel em série
A cantora Ludmilla e a atriz Samantha Schmutz trocaram farpas nas redes sociais, durante a sexta-feira (19/6), por causa de uma série da Globoplay. Ao comemorar em seu Instagram o convite para integrar o elenco da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, Ludmilla foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, confessou a artista, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Absentia: 3ª temporada ganha trailer e data de estreia
A Amazon divulgou o trailer e a data de estreia da 3ª temporada de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”). Em seu terceiro ano, a atração também terá seu terceiro showrunner consecutivo: Will Pascoe (de “Orphan Black”), que sucede Samantha Corbin-Miller (que sucedeu Matt Cirulnick). Na série, Katic vive Emily Byrne, uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada diante de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto ou mesmo por encomenda de algum canal. A produção foi desenvolvida pela Sony por conta própria, visando lançá-la no mercado internacional, em seus canais da grife AXN, mas a produção acabou chamando atenção da indústria do entretenimento e recebeu propostas de licenciamento, sendo negociada com o serviço de streaming da Amazon. Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Matthew Le Nevez (“The Widow”), Natasha Little (“The Night Manager”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”). A 3ª temporada vai começar três meses após os eventos do segundo ano, com Emily Byrne (Katic) no fim de sua suspensão do FBI e trabalhando duro para ser a melhor mãe possível para seu filho. Infelizmente, tudo muda quando um dos casos criminais do ex-marido Nick (Patrick Heusinger) ameaça a família que Emily está tentando desesperadamente manter. Enquanto corre contra o tempo para salvar Nick, Emily ainda vai perceber que há uma conspiração maior se formando. A perigosa jornada que se segue levará a protagonista para longe de Boston, “testando-a como nunca antes e forçando-a a aprender a confiar novamente, a amar novamente e a finalmente perceber seu verdadeiro lugar no mundo”, segundo a sinopse. A estreia está marcada para 17 de julho.
Ludmilla vai viverá policial na 2ª temporada de Arcanjo Renegado
A cantora Ludmilla vai estrear como atriz na próxima temporada da série “Arcanjo Renegado”, da Globoplay. Ela postou fotos de seu “treinamento pesado” para o papel no Instagram, segurando uma arma. No post, ela revelou que interpretará uma policial militar. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, o papel foi um convite da produção da série após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Interpretar uma policial era um antigo sonho da artista. Na trama, a sua personagem terá cenas com Sara (Erika Januza), que decidirá se tornar uma policial. A 2ª temporada foi confirmada em fevereiro, apenas 12 dias após a estreia da série. Sem citar números, Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais do Globoplay, informou à imprensa que “Arcanjo Renegado” foi a melhor estreia de série da Globoplay. Criada por José Junior (autor também de “A Divisão”) e dirigida pelo cineasta Heitor Dhalia (“Tungstênio”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”, e inclui em seu elenco ex-criminosos de verdade. Arcanjo é o nome de uma equipe do Bope tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga, de “Aspirantes”) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”), que é transferido para uma unidade policial do interior. Dos 16 personagens policiais, 14 são integrantes reais do Bope. Já os papéis de traficantes foram desempenhados por egressos do sistema penal. A série não deve ser exibida na TV aberta, mas há planos para apresentá-la no canal pago Multishow a partir de 2021. Além do projeto da série, Ludmilla também mostrou em suas redes sociais nesta semana sua nova música, “Cobra Venenosa”, que será lançada em 3 de julho. Ela também denunciou nos últimos dias ataques racistas que recebeu nas redes sociais após novo desentendimento com Anitta. Ver essa foto no Instagram Eu não virei atriz não né gente?! Hahaha. A convite do maravilhoso @jjafroreggae chegar com tudo na segunda temporada de #Arcanjorenegado interpretando uma policial militar🔥. Tô treinando pesado, vocês vão poder conferir tudo na Globo em breve, gostaram da novidade? Uma publicação compartilhada por Ludmilla (@ludmilla) em 18 de Jun, 2020 às 7:48 PDT
Séries novatas Perfect Harmony e Lincoln Rhyme são canceladas nos EUA
A rede NBC cancelou dois de seus lançamentos da temporada, a comédia “Perfect Harmony” e o thriller policial “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”. Apenas a segunda era exibida no Brasil, pelo canal pago AXN. Nenhuma das duas conseguiu atrair grande público nos EUA. A comédia foi um desastre completo, com média de 1,9 milhão de espectadores, enquanto a atração criminal conseguiu quase o dobro da atenção, vista por 3,6 milhões ao vivo. Elas se juntam ao destino de “Sunnyside”, primeira série cancelada da temporada, após quatro episódios assistidos por apenas 1,3 milhão de pessoas. “Perfect Harmony” era uma espécie de “Glee” da meia-idade ou, ainda, um “Glee” evangélico. A trama acompanhava o ex-professor de música Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz um coral sacro ressoar. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. Com direito a muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. Com 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e o elenco desafinado também destacava Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”). “Lincoln Rhyme: Hunt for the Bone Collector”, por sua vez, era baseada na franquia literária do escritor Jeffery Deaver, iniciada por “O Colecionador de Ossos” em 1997 e que teve até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada em 2018. Todos os livros centram-se no personagem Lincoln Rhyme, que foi vivido por Denzel Washington no cinema e era interpretado por Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. No filme, Amelia era interpretada por ninguém menos que Angelina Jolie. Na série, foi vivida por Arielle Kebbel (“Midnight Texas”). A adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. A série não teve destino muito melhor, com 36% no Rotten Tomatoes e cancelamento após 10 episódios. Mas era previsível. A produção tinha sido desenvolvida por VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos em dois pilotos, “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. A NBC ainda não anunciou o destino de outras quatro atrações da temporada – uma das mais fracas do canal. Mas a julgar pelas audiências de “Bluff City Law” (3,6 milhões), “Council of Dads” (2,8 milhões), “Indebted” (1,5 milhões) e “Zoey’s Extraordinary Playlist” (1,9 milhão) não deve demorar para a guilhotina cair novamente.
Reality policial Cops é cancelado após protestos antirracistas nos EUA
O canal pago americano Paramount Network resolveu cancelar o longevo reality policial “Cops”, que vinha sendo transmitido desde 1989, como resposta aos protestos antirracistas após o assassinato de George Floyd por policiais brancos. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a emissora decidiu, primeiramente, não exibir episódios que fizessem alusão a táticas policiais violentas. Mas ao verificar o conteúdo da série, a conclusão foi pelo cancelamento total da produção. “‘Cops’ não está mais na Paramount Network e não temos planos presentes ou futuros para que retorne”, disse um porta-voz do canal pago. O reality show, que mostra abordagens e ações policiais – boa parte das vezes com câmeras portadas pelos próprios oficiais – foi transmitido por 25 temporadas na TV aberta americana, pela rede Fox, passando a ser exibido pelo SpikeTV em 2013. Este canal foi rebatizado e re-embalado como Paramount em 2018. Outras emissoras que transmitiam temporadas antigas, como a WGN, confirmaram que também deixarão de exibir “Cops”, que começaria sua 33ª temporada neste mês. A produção era bastante famosa, tendo gerado vários conteúdos similares ao redor do mundo, como o programa “Polícia 24h” na rede Band. A produção de “Cops” quase chegou a ser cancelada em 2014, quando um integrante da equipe do programa (Bryce Dion) foi morto com um tiro disparado por um policial, que também matou um suspeito armado com uma arma de ar comprimido (não letal).












