MC Pipokinha acumula polêmicas e é proibida de cantar. Lembre as confusões
Aos 24 anos de idade, a funkeira MC Pipokinha coleciona polêmicas e causa controvérsias por onde passa. A última delas foi na cidade de Curitiba (PR), onde foi proibida de cantar pelo deputado estadual Tito Barrichello (União), que ameaçou prendê-la caso seu show na casa noturna Shed Bar não fosse cancelado. O parlamentar ainda enviou um pedido de cancelamento da apresentação ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), da Polícia Civil. No domingo (14/5), a casa noturna anunciou que a apresentação seria cancelada devido aos últimos acontecimentos envolvendo a cantora. No plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado disparou que “lugar de prostituta é na casa de prostituição”, ao parabenizar o dono da boate que suspendeu o show da cantora. Palavras ofensivas, que se somam a outras recebidas pela funkeira. Em poucos meses de sucesso, a jovem catarinense Doroth Helena de Souza Alves, de 24 anos, vem chamando atenção por letras explícitas e coreografias de simulação sexual violenta. Ela já teve problemas com performances, mas também fora dos palcos, por declarações impensadas que a envolveram em diversas confusões. Os problemas começaram em janeiro, quando uma mulher desmaiou após um acidente em um de seus shows. Ao ser chamada no palco para participar de uma coreografia sensual, ela levou um chute do dançarino Jonas Kaik, que continuou a performance sem perceber o que tinha acontecido. À imprensa, Kaik disse que a fã foi prontamente socorrida. “O pessoal da produção de imediato já foi e pegou ela. Ela levantou de boa, desceu, a gente deixou ela com o pessoal da casa, da emergência”, afirmou. Conhecida por letras explícitas e shows picantes, ela foi vítima de assédio num show em fevereiro, ao apresentar-se seminua, com adesivos nos seios. Na ocasião, diversos homens da plateia tentaram arrancar sua calcinha, além de apalpar seu corpo. No entanto, Pipokinha minimizou a situação, criando uma grande polêmica nas redes sociais. “Assédio todo mundo sofre. Isso é a coisa mais normal que existe. Agora vai saber de você se defender. […] Se você não sabe se defender, evita, não use roupa curta”, argumentou. “Se não sabe lidar com o assédio, se você não tem boca e não tem peito para bater de frente com o cara e falar ‘não é não’, se vai ficar com medo quando ele mexer com você, não use roupa curta”, acrescentou. Em março, ao menos sete de seus shows foram cancelados após debochar do salário de professores. Pipokinha fez o comentário em suas redes ao falar sobre uma fã que disse ter brigado com uma professora para defendê-la. “Coitada, deixa ela. Meu baile tá R$ 70 mil, 30 minutinhos em cima do palco eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil pra ser professora às vezes. Tem que estudar muito”, disse. Após a repercussão, a artista se desculpou. “Eu estava sofrendo muitos ataques que não chegaram à mídia e, no calor da emoção, acabei falando aquilo mesmo. Mas em nenhum momento quis ofender os professores”, desabafou. No mesmo mês, ela também foi criticada por atendado ao pudor, após um vídeo em que aparece recebendo sexo oral de uma espectadora viralizar nas redes sociais. O caso dividiu opiniões: enquanto uns a criticaram pela cena, outros defenderam que coisas assim são normais no tipo de funk proibidão que a MC simboliza. Nesta semana, teve nova controvérsia nas redes sociais, desta vez com um DJ menor de idade. Um vídeo do DJ Márcio, cantando “Bota na Pipokinha” ao lado da cantora, viralizou por conta do diálogo que se seguiu à apresentação. Pipokinha fez uma pergunta indiscreta para o DJ: “Quando é que você vai fazer 18 para botar em mim?”. Ele respondeu: “18? Ano que vem, Pipokinha”. E ela completou: “Tá bom, me chama”.
Diretor de Cannes defende participação de Johnny Depp no festival
O Festival de Cannes 2023, que inicia na terça-feira (16/5), já virou alvo de polêmica. Acusado de acobertar artistas abusivos, o diretor do evento, Thierry Fremaux, chegou a questionar à imprensa se os jornalistas realmente acreditam na afirmação. O motivo da confusão é a exibição do filme de época francês “Jeanne du Barry”, estrelado por Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) após ser acusado de agredir e violentar a ex-esposa, Amber Heard. O posicionamento do diretor é uma resposta à atriz Adele Haenel, que acusou o evento de conivência com abusadores. A atriz de 34 anos, vencedora do César (o Oscar do cinema francês) e estrela de “Retrato de uma Jovem em Chamas” (2019), anunciou sua aposentadoria por não concordar com a maneira como a indústria de seu país protege agressores. Ela citou nomes como Roman Polanski, vencedor do César de melhor diretor em 2020, o ator Gérard Depardieu e Dominique Boutonnat, presidente do Centro Nacional de Cinema. Mas Thierry Fremaux insiste que as afirmações de Adele são falsas, pelo menos no que diz respeito a Cannes, apesar de Depp. Na entrevista coletiva de apresentação da 76ª edição de Cannes, o diretor afirmou não se importar com o julgamento do ator. “Não conheço a imagem de Johnny Depp nos Estados Unidos. Não sei o que é, Johnny Depp só me interessa como ator. Sou a pessoa menos indicada para falar de tudo isso, porque se há alguém que não se interessou por este mesmo julgamento midiático, sou eu”, declarou Frémaux. Ele entretanto, escalou o filme estrelado pelo ator e dirigido por Maïwenn para abrir o renomado festival francês. “Se Johnny Depp tivesse sido banido da atuação, ou se o filme tivesse sido banido, nós não estaríamos falando sobre isso. Nós vimos o filme da Maïwenn e achamos que ele poderia estar na competição. Não sei por que ela escalou Depp, mas essa é uma pergunta para Maïwenn, não para mim.” Fremaux ainda criticou Adele Haenel. “Ela não pensava nada disso quando veio para Cannes, a não ser que ela tenha sofrido de algum tipo de dissonância louca”, alfinetou. “As pessoas usam Cannes para falar de algumas questões problemáticas, e isso é normal, porque damos a elas essa plataforma. Mas, se vocês acham que aqui é um festival para estupradores, vocês não estariam aqui me escutando, não estariam reclamando que não conseguem ingressos para algumas exibições”, completou. Embora tenha vencido parcialmente um processo de difamação contra Heard, Depp perdeu uma ação no Reino Unido contra o jornal The Sun, que o rotulou como “espancador de esposa”. E, durante o julgamento americano, Depp confirmou serem verdadeiros vários textos escritos em que manifesta prazer em praticar violência contra a atriz, alegando se tratar de liberdade artística. O evento cinematográfico de Cannes ocorre até 27 de maio e conta com 19 filmes em competição, um terço deles dirigidos por mulheres – um recorde para o festival.
Cena pós-créditos de “Velozes e Furiosos 10” traz retorno de personagem inesperado
O site The Wrap soltou um grande spoiler após a premiére mundial de “Velozes e Furiosos 10” em Roma. O penúltimo filme da franquia terá o retorno inesperado de um personagem querido pelos fãs. Sem segurar o segredo, o site confirmou que Dwayne “The Rock” Johnson irá reprisar seu personagem Luke Hobbs na franquia, aparecendo em uma grande cena pós-créditos que serve de gancho para o 11º filme. A notícia é uma grande surpresa, considerando que o ator jurou publicamente nunca mais voltar à franquia após brigar com o protagonista Vin Diesel durante a produção de “Velozes e Furiosos 8”, em 2017. The Rock estreou na franquia no quinto filme, passado no Rio de Janeiro e lançado em 2011. Ele interpretou o policial Hobbs em quatro longas-metragens oficiais, incluindo o derivado “Hobbs & Shaw” (2019). Mas ele e Vin se desentenderam e o problema dos bastidores acabou vindo à público em postagens do próprio Johnson no Instagram. O astro só fez “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” porque Diesel não participou da produção. Os atores viviam trocando farpas desde então, mas acredita-se que a dupla possa ter se reconciliado em meados do ano passado. Outro possível motivo para a súbita mudança de ideia é que The Rock não anda com muita sorte em seus últimos filmes. “Adão Negro” (2022), “DC Liga dos Superpets” (2022) e “Jungle Cruise” (2021) tiveram desempenho muito abaixo das expectativas nas bilheterias. Além disso, seu lançamento da Netflix “Alerta Vermelho” (2021), apesar do sucesso no streaming, foi muito mal recebido pela crítica, com apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para os fãs, o acontecimento é motivo de comemoração, já que todos adorariam ver o maior número possível de membros da família “Velozes” presentes no último filme da franquia. Isso, é claro, se Vin não tiver blefado ao sugerir a possibilidade de um 12º longa. “Velozes e Furiosos 10” apresenta Jason Momoa (“Acquaman”) como o vilão Dante Reyes, que está em busca de vingança contra os protagonistas da franquia devido à morte de parentes em “Velozes e Furiosos 5” (2011). O roteiro foi escrito por Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”) e Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”), e a direção foi assumida em cima da hora por Louis Leterrier (“Truque de Mestre”) – que volta no 11º longa. A estreia do novo filme está marcada para quinta-feira (18/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Nova polêmica entre Manoel Soares e Patrícia Poeta teria sido premeditada pelo apresentador
A última polêmica envolvendo Manoel Soares e Patrícia Poeta no programa “Encontro” não teria sido o que pareceu na telinha da Globo. Segundo informações da colunista Fabia Oliveira, o apresentador já sabia do combinado com o convidado e supostamente agiu de má-fé para gerar desconforto. Fontes da colunistas afirmam que, em reunião realizada no set no dia anterior ao programa, todos foram avisados de que o convidado estaria microfonado e em qual câmera estaria posicionado. Para reforçar, antes do “Encontro” começar, o aviso foi repetido para todo o elenco. Manoel Soares teria ignorado a orientação para se meter na entrevista propositalmente, com o aparente objetivo de colocar o nome de Patrícia no meio do burburinho. Nas imagens que circulam no Twitter, nota-se que Patrícia agiu conforme o combinado. Na ocasião, Patrícia recebia um cobrador chamado Edimilson que havia sido convidado para compartilhar sua história emocionante com a mãe na atração. Quando ela começou a perguntar, Manoel se meteu, ficou na frente da câmera e entregou um microfone portátil para Edimilson, sem necessidade. A apresentadora afirmou: “Não, ele está com o microfone já”. Ela então pegou o microfone e caminhou até a produção para devolvê-lo. “Obrigada, Manoel. Ele já estava com o microfone, já estava combinado aqui”, completou. Logo após o ocorrido, Manoel foi visto no celular, um comportamento comum do apresentador após esse tipo de cena. Assim que a cena foi ao ar, Patricia Poeta voltou a ser detonada por colunistas, como Sonia Abrão, e internautas nas redes sociais por se irritar com o colega. E esse climão aqui hoje no #Encontro, mais uma vez entre Patrícia e Manoel. pic.twitter.com/h7GTt9rVBx — Arthur Pires (@arthuraiquemeda) May 12, 2023
Ator de “Bastardos inglórios” é acusado de abuso por 50 pessoas de seu último filme
O ator, diretor e produtor alemão Til Schweiger (“Bastardos inglórios”) foi acusado de comportamento abusivo por 50 profissionais que trabalharam em seu último filme. De acordo com a revista alemã Der Spiegel, o astro protagonizou vários ataques de fúria e cometeu agressões verbais ao longo das filmagens da comédia “Manta, Manta — Zwoter Teil”, dirigida por ele. Conhecido por interpretar Hugo Stiglitz em “Bastardos inglórios” (2009), de Quentin Tarantino, Schweiger teve pelo menos um caso de violência física no set do novo filme. Na ocasião, o ator bateu na cara de alguém que questionou sua capacidade de dirigir. As denúncias levantaram preocupações sobre a cultura de abuso em Hollywood e na indústria cinematográfica em geral. Ainda conforme a revista, o comportamento de Schweiger seria o “maior segredo” do cinema da Alemanha, onde ele carrega um nome de peso. Os casos de agressividade já seriam frequentes há mais de uma década, mas aumentaram à medida em que o profissional ficou mais famoso. A atriz Caroline Peters (“Andando Sobre As Águas”) se mostrou aliviada ao ver a informação se tornando pública. “Finalmente isso será debatido em público. As pessoas, a partir de agora, não precisarão lidar com esse comportamento sozinhas”, disse a atriz à Der Spiegel. Além disso, a ministra da Cultura alemã Claudia Roth pediu que as denúncias sejam apuradas com rigor. Schweiger negou tudo e acusou a publicação de estar requentando rumores antigos e já desmentidos. A advogada do ator também criticou a revista por publicar as acusações sem dar a Schweiger a oportunidade de se defender. Além de “Bastardos Inglórios” (2009), o profissional atuou em “Atômica” (2017), ao lado de Charlize Theron, “Guerra é Guerra!” (2012), com Reese Witherspoon, Chris Pine e Tom Hardy, e “Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida” (2003), com Angelina Jolie.
Dani Calabresa se pronuncia após polêmica com Cara de Sapato: “Está comprometido a mudar”
Dani Calabresa resolveu se manifestar na tarde deste domingo (7/5) sobre as críticas sofridas por ter feito stories com Antônio Cara de Sapato durante um show de Luan Santana na noite anterior. A humorista está lutando na justiça para provar que o ex-diretor da Globo Marcius Melhem a assediou, enquanto o lutador está sendo investigado por importunação sexual contra Dania Mendez no “BBB 23”. No post original, Calabresa fez um agrado à torcida Docshoes, de Amanda Meirelles e Cara de Sapato, afirmando: “Eu shippei, eu shippei tanto. Eu não dormia. Amizade mais linda desse Brasil”. E ainda completou: “Custava ceis casarem? Poxa vida.” Já num vídeo publicado neste domingo em suas redes sociais, a humorista disse concordar com a decisão da Globo em ter expulsado Cara de Sapato e MC Guimê do programa e que apagará a publicação, mas também destacou que o lutador admitiu seus erros e está comprometido em mudar. “Ontem eu fui no show do Luan Santana e, na empolgação de encontrar o ex-participantes do ‘BBB 23’, eu fiz alguns stories com todos e um em especial vibrando com a Amanda e o Cara de Sapato”, explicou a comediante, que admitiu ter passado uma impressão errada. “Eu entendo que passei a impressão de relevar o fato de ele estar sendo investigado por importunação sexual, então estou aqui para dizer que concordo com as iniciativas tomadas pela TV Globo em relação a esse assunto e vou inclusive apagar os stories.” Apesar disso, Dani enfatizou o comprometimento do lutador em reconhecer seus erros. “Mas eu considero uma evolução ele ter reconhecido o erro e que a TV Globo agiu certo ao tirá-lo do programa. Ao contrário de muitos assediadores, ele não atacou a vítima nem tentou descredibilizá-la. E está comprometido a mudar”, afirmou. A comediante ainda deixou claro que não pretende minimizar a denúncia de importunação sexual contra Cara de Sapato e diz confiar na Justiça para que ela dê uma resposta adequada. “Eu nunca vou invalidar a denúncia de outra mulher, eu não vou fingir que eu não vi uma atitude abusiva, confio que a Justiça vai dar uma resposta para a sociedade”, finalizou ela. Dani Calabresa sofreu críticas até mesmo de Marcius Melhem, que responde processo judicial após ser acusado pela atriz e outras mulheres de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. O humorista ironizou a situação em seu perfil no Instagram, dizendo que se sentiu “tendo ido ao show ontem, de tanto que me marcam”. pic.twitter.com/cwvd39Dfw6 — Dani Calabresa (@calabresadani) May 7, 2023
Roteiristas em greve zombam de Jenna Ortega, estrela de “Wandinha”
Alguns roteiristas de Hollywood resolveram zoar falas da atriz Jenna Ortega, protagonista da série “Wandinha”, em meio à greve da categoria nos EUA. A atriz causou controvérsia na época de lançamento de “Wandinha” por dizer que ajudou a melhorar o roteiro da série. Ela afirmou ter conseguido barrar cenas que, para ela, não combinavam com a personagem – como um triângulo amoroso. “Acho que nunca tive que bater meu pé no chão em um set tantas vezes como em ‘Wandinha’”, disse a atriz, durante um episódio do podcast “Armchair Expert”, admitindo ter agido de forma pouco profissional ao mudar falas da personagem. No clima quente da greve, Nick Adams, roteirista da série “Bojack Horseman”, lembrou a polêmica ao alfinetar a jovem atriz no Twitter. “É bom Jenna Ortega estar de volta de Nova York para o turno dela na greve”, escreveu de forma irônica. Outro que debochou das afirmações de Ortega foi Karen Joseph Adcock, responsável pelo roteiro da premiada série “The Bear”. “Reescrever é escrever. Vejo você na fila, Jenna”, comentou, sobre os piquetes. Brandon Cohen, da série “House Party”, também decidiu zombar da atriz, levantando um cartaz com os dizeres: “Sem roteiristas, Jenna Ortega não vai ter ninguém com quem brigar”. “Wandinha” foi renovada para a 2ª temporada, com Jenna Ortega promovida à produtora da atração. Ela também é considerada favorita para receber uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz pela atuação na série. Jenna Ortega better be back from NY for her afternoon shift on the picket line. — Nick "Labor Organizer" Adams (@nickadamsweb) May 2, 2023 Rewriting is writing! See you at the line, Jenna! 🖤 https://t.co/9S3TfBXW4c — Karen Joseph Adcock (@ckharyn) May 3, 2023 "Just Roll With It" and "House Party" writer Brandon Cohen's #writersstrike sign: "Without writers, Jenna Ortega will have nothing to punch up!" https://t.co/dZAklOuSmR pic.twitter.com/yxHdyJ1OVR — Variety (@Variety) May 3, 2023
Atriz de “Mulher-Hulk” detona Met Gala por homenagear Karl Lagerfeld: “Cancelamento seletivo”
A atriz Jameela Jamil, que interpreta a personagem Titania na série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, utilizou sua conta no Instagram para criticar o tema escolhido no Met Gala de 2023. Este ano, o evento homenageou o designer Karl Lagerfeld, que faleceu aos 85 anos em 2019. Lagerfeld foi uma figura controversa no mundo da moda, sendo alvo de diversas polêmicas ao longo da sua carreira, como comentários ofensivos sobre o peso de mulheres, comentários racistas, declarações controversas sobre a crise dos refugiados e acusações de apropriação cultural. Em um post feroz no Instagram, a atriz e apresentadora do podcast “Bad Dates” compartilhou os seus pensamentos sobre a “cultura do cancelamento seletivo” que muitos dos presentes demonstraram ao comparecer ao evento. “Ontem à noite, Hollywood e moda disseram em voz alta o que estava implícito quando muitas feministas famosas escolheram celebrar no mais alto nível um homem que foi tão publicamente cruel com as mulheres, pessoas gordas, imigrantes e sobreviventes de agressão sexual”, escreveu Jamil. “E todas as publicações femininas e espectadores online escolheram alegremente ignorar isso.” Jamil continuou: “De repente, a vontade de encontrar os tuítes de alguém quando tinha 12 anos desapareceu. Ninguém tem uma moral perfeita, muito menos eu, mas Jesus Cristo, tivemos um ano para corrigir o rumo aqui e não conceder a maior honra possível a um conhecido intolerante”. Jameela usou a legenda da sua publicação para explicar por que estava compartilhando a sua opinião nas redes sociais e por que era importante refletir sobre isso, especialmente com uma eleição presidencial chegando. “Isto não é sobre cancelamento cultural. Nem mesmo é sobre Karl. Trata-se de mostrar como o cancelamento cultural é seletivo dentro da política progressista, da maneira mais flagrante até agora. Trata-se de mostrar por que as pessoas não confiam nos progressistas. Por causa de táticas escorregadias e duplos padrões como este”, acrescentou. “E não foi apenas Hollywood aqui, o público em geral participou e foi inteiramente cúmplice na eliminação da verdade ontem à noite. Eles trocaram suas forquilhas por colheres para lamber essa merda toda… Se continuarmos assim, não se surpreenda quando perdermos a próxima eleição”. Esta não foi a primeira vez que Jamil expressou o seu descontentamento com o tema deste ano do Met Gala. Em outubro de 2022, a atriz compartilhou uma série de capturas de tela de artigos com exemplos dos atos de mau gosto de Lagerfeld. “Por que é ISSO que comemoramos quando existem tantos designers INCRÍVEIS por aí que não são homens brancos e preconceituosos? O que aconteceu com os princípios e ‘defesa’ de todos? Você não pode lutar pela justiça nessas áreas e, em seguida, comparecer à celebração de alguém que se deleitava em seu próprio desdém público pelas pessoas marginalizadas”, escreveu Jamil no ano passado. “Desculpe, mas não. Isso não é a década de 1990. Não lutamos contra toda essa merda apenas para jogar tudo fora porque algum cara branco fez roupas bonitas para as magras favoritas das pessoas… vamos lá.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jameela Jamil (@jameelajamil)
“Linha Direta” retorna com caso que abalou carreira de Sônia Abrão
A TV Globo vai voltar a exibir o programa “Linha Direta”, sucesso dos anos 2000, a partir desta quinta-feira (4/5). Com apresentação de Pedro Bial, o primeiro episódio focará no assassinato da jovem Eloá Pimentel, que abalou a carreira da apresentadora Sônia Abrão. Na época, o programa “A Tarde é Sua” foi um dos que mais cobriu o caso, chegando até mesmo a ultrapassar limites em busca de audiência contra os concorrentes, que também davam destaque à tragédia. A apresentadora conseguiu o número de telefone do apartamento em que as adolescentes eram mantidas como reféns e ligou duas vezes para conversar com o sequestrador na tentativa de solucionar a ocorrência. Essa atitude da jornalista gerou revolta em parte do público e da própria imprensa, que consideraram a situação como sensacionalismo. Com o desfecho trágico do sequestro, alguns telespectadores chegaram a acusar a apresentadora de ser responsável pela morte de Eloá. Eloá e a sua amiga Nayara Rodrigues foram feitas reféns pelo namorado de Eloá, Lindemberg Alves, em Santo André, São Paulo, em outubro de 2008. Todo o acontecimento foi televisionado na época. Durante quatro dias, diversos canais de televisão do país acompanharam o sequestro e a atuação da polícia na tentativa de resgatar as duas adolescentes com vida. No entanto, o sequestrador matou Eloá e tentou assassinar Nayara, que sobreviveu ao ataque e pôde contar a história. Em entrevista à revista Quem, publicada no mês passado, Sônia Abrão afirmou que “faria tudo de novo” se a situação se repetisse. “Sem dúvida foi o momento mais dramático da minha carreira! Fui a única pessoa com quem ela falou, ainda no cativeiro, três dias antes de ser morta. Fiquei muito tensa e emocionada. Faria tudo de novo”, afirmou. Os episódios de “Linha Direta” trarão a cada semana os detalhes de um crime já solucionado, incluindo eventualmente novas evidências sobre os casos, além de apresentar investigações em andamento – buscando ajuda do público para encontrar procurados. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por TV Globo (@tvglobo)
Ed Sheeran ameaça deixar a música se for condenado por plágio
Ed Sheeran afirmou na segunda-feira (1/5) que pode deixar a carreira musical caso seja condenado por um suposto plágio em “Thinking Out Loud”, hit lançado em 2015. Em 2017, o cantor foi processo pelos herdeiros do falecido Ed Townsend por ter utilizado partes de “Let’s Get it On”, escrita por Townsend junto com Marvin Gaye, na criação da música viral. Os herdeiros alegam que o ruivo deveria compartilhar os lucros por ter violado os direitos autorais. O caso só chegou nos tribunais neste ano. Na ação, os herdeiros pedem cerca de 100 milhões de euros como indenização, ou seja, mais de R$ 500 milhões na cotação atual. Segundo o Daily Mail, o artista teria ficado revoltado durante o julgamento, que ocorre na cidade de Nova York. “Se isso acontecer, não faço mais música, vou parar. Acho realmente um insulto dedicar toda a minha vida a ser um artista e compositor, e ter alguém diminuindo isso”, disse Sheeran. A defesa de Sheeran ainda reforçou que a estrutura musical utilizada na canção está disponível on-line. “As duas músicas compartilham versões de uma progressão de acordes semelhante e desprotegida que estava disponível gratuitamente para todos os compositores”, disseram durante o processo. Já os advogados da família Townsend rebateram a informação com um vídeo de Ed Sheeran, onde o músico teria feito uma “transição perfeita” entre as duas músicas durante uma apresentação ao vivo. Eles acreditam ser uma confissão de “roubo”. Ed Sheeran, por sua vez, alegou que já combinou “Thinking Out Loud” com outros hits musicais de acordes semelhantes à obra, como “Crazy in Love”, de Van Morrison, e “I Will Always Love You”, de Dolly Parton. “Eu misturo músicas em muitos shows. Muitas músicas têm acordes semelhantes. Você pode ir de ‘Let it Be’ para ‘No Woman No Cry’ e voltar. E, francamente, se eu tivesse feito o que você está me acusando, eu seria um idiota em subir no palco para 20 mil pessoas e fazer isso”, afirmou. Se a Justiça entender que Ed Sheeran é considero culpado, haverá um novo julgamento para determinar o valor da indenização por uso de direitos autorais.
Canal Viva deleta cenas de “black face” em reprise de Malhação 1998
O canal Viva decidiu picotar a reprise de “Malhação 1998”. Acontece que a novela original contém cenas polêmicas de “black face”, quando brancos se pintam de preto para representar pessoas negras. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (1/5). “Os capítulos desta semana (1 a 5/5) passaram por algumas alterações. As obras reproduzem comportamentos e costumes da época em que foram realizadas. Eventualmente, algum trecho pode ser excluído desde que não gere prejuízo para a compreensão da narrativa”, informou o canal. Nas redes sociais, o diretor Erick Brêtas defendeu o corte das cenas que podem desrespeitar os telespectadores. “É um caso de black face. Em 1998, isso poderia ser tolerado. [Mas] a sociedade evoluiu, e hoje cenas assim são consideradas ofensivas”, afirmou o executivo. O diretor ainda optou por revelar quais foram os trechos removidos pelo canal: “Os episódios em questão mostram o plot de uma banda de rastafáris que deveria se apresentar em um concurso de bandas. A ausência da banda leva um grupo de meninos brancos a se pintarem de preto e se apresentarem no lugar da banda ausente”, contou ele. Brêtas lembrou que “esse plot não acontece de forma rápida na trama” e que “as consequências dessa ação duram vários episódios”. Contudo, o diretor afirmou que entende as críticas dos fãs com os cortes atuais, mas que é necessário “equilibrar os valores da sociedade contemporânea”. “Preservar a memória da nossa teledramaturgia sempre foi um compromisso do Viva, e não há como negar o empenho do canal em resgatar clássicos da nossa história. Mas essa missão tem que se equilibrar com os valores da sociedade contemporânea. Muitos espectadores poderiam se sentir ofendidos com a reprodução daquelas cenas e com a duração de um plot de blackface por vários capítulos.” Até o momento, a Globo não informou se essa política de cortes vai atingir também relançamentos na plataforma do Globoplay. Vivinha avisa: os capítulos desta semana de "Malhação 1998" (1 a 5/5) passaram por algumas alterações 📺 ⁰As obras do Canal VIVA reproduzem comportamentos e costumes da época em que foram realizadas. Eventualmente, algum trecho pode ser excluído desde que não gere prejuízo para… — VIVA (@canalviva) May 1, 2023 A ausência da banda leva um grupo de meninos brancos a se pintarem de preto e se apresentarem no lugar da banda ausente. Um caso de black face. Em 1998 isso poderia ser tolerado. A sociedade evoluiu e hoje cenas assim são consideradas ofensivas. (+) — Erick Bretas (@bretas_erick) May 1, 2023 Preservar a memória da nossa teledramaturgia sempre foi um compromisso do Viva e não há como negar o empenho do canal em resgatar clássicos da nossa história. Mas essa missão tem que se equilibrar com os valores da sociedade contemporânea. (+) — Erick Bretas (@bretas_erick) May 1, 2023 A trama principal pode ser compreendida com a continuação da história. Espero que vocês continuem com a gente. Bom feriado pra todos e todas. — Erick Bretas (@bretas_erick) May 1, 2023
Vítima de estupro encontra Polanksi após 46 anos
A escritora Samantha Geimer, que foi vítima de estupro por parte do diretor Roman Polanski quando tinha apenas 13 anos, em 1977, compartilhou uma foto ao lado do cineasta em suas redes sociais. O encontro ocorreu 46 anos após o crime que ainda impede o cineasta de retornar aos Estados Unidos. O registro fotográfico foi feito pelo marido de Samantha, David Geimer, durante um encontro em Paris com Polanski e sua esposa, a atriz Emmanuelle Seigner. A própria Emmanuelle compartilhou a publicação em suas redes sociais. O encontro aconteceu no início de março deste ano, quando Samantha concedeu uma entrevista à Emmanuelle. A entrevista foi publicada pela revista Le Point e trouxe a vítima defendendo seu agressor. Samantha afirmou que o que aconteceu com Polanski nunca foi um grande problema para ela. Ela não tinha conhecimento de que o estupro era ilegal e que alguém poderia ser preso por isso. Apesar do crime que sofreu, ela afirmou estar bem e ter continuado bem após todos esses anos. Samantha ressaltou que o fato de terem feito do caso algo de grande proporção pesa terrivelmente sobre ela. Ter que repetir constantemente que o estupro não foi uma grande coisa é um fardo horrível para a vítima. No entanto, ela afirmou que o encontro com Polanski foi bom e que ela estava feliz em revê-lo após tantos anos. Polanski foi preso em 1977 por ter relações sexuais ilegais com a então menor. Ele aceitou um acordo judicial, cumpriu 42 dias de prisão e, quando o juiz do caso ameaçou voltar atrás no combinado, fugiu dos Estados Unidos para se abrigar na França, seu país natal, evitando a prisão. Desde então, ele é considerado foragido da Justiça dos EUA. Embora seja protegido na França por conta de sua cidadania, ele poderia, em tese, ser preso e extraditado se fosse a outro país. A Justiça dos EUA já tentou isso duas vezes. Ao viajar à Suíça para um festival em 2009, Polanski foi detido e colocado em prisão domiciliar numa propriedade que possui no país. No entanto, o tribunal suíço acabou rejeitando o pedido de extradição e libertou o diretor. Em 2014, houve nova tentativa na Polônia, país da família do cineasta, e o resultado foi o mesmo: o tribunal considerou que a pena já havia sido cumprida. Sobre as tentativas de extradição, Geimer disse que a iniciativa foi “injusta e contrária à justiça”, além de reforçar que Polanski já cumpriu sua sentença. “Da minha parte, ninguém queria que fosse preso, mas ele foi e foi o suficiente. Ele pagou sua dívida com a sociedade. É isso, fim da história. Ele fez tudo o que lhe foi pedido até que a situação ficou fora de controle e ele não teve outra escolha a não ser fugir”, disse na entrevista à Le Point. Com o surgimento do movimento #MeToo nas redes sociais, o caso de Polanski voltou a ser comentado e novas mulheres se apresentaram como supostas vítimas de abusos do diretor nos anos 1970. Em meio a essa controvérsia, Polanski ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cinema de Veneza em 2019 e o César (o Oscar francês) de Melhor Roteiro Adaptado em 2020, por “O Oficial e o Espião”, o que causou repúdio entre influenciadores e imprensa, e “esfriou” a relação entre o diretor e a indústria cinematográfica francesa. Atualmente, Polanski trabalha em um novo filme, “The Palace”, que aguarda lançamento, mas nenhum financiador, produtor ou estúdio francês quis fazer parte da obra, que acabou recebendo apoio da RAI Cinema da Itália. Além disso, o filme não foi incluído na programação do Festival de Cannes deste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmanuelle Seigner (@emmanuelleseigner)
Halle Bailey canta em clipe da trilha de “A Pequena Sereia”
A Disney divulgou um clipe de “A Pequena Sereia”, que traz a atriz Halle Bailey (da série “Grown-ish”) cantando uma nova versão de “Part of Your World”. Reunindo várias cenas da produção, o vídeo é uma espécie de trailer do filme, acompanhado pela música que encantou o público na trilha da animação original de 1989 No filme, Halle Bailey interpreta a versão live-action de Ariel, a pequena sereia do título, que ao salvar um príncipe de um acidente no mar acaba cedendo à curiosidade de conhecer a vida na Terra. O elenco também inclui Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. A estreia vai acontecer em 25 de maio no Brasil, um dia antes dos EUA.












