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    Livro polêmico sobre os bastidores do governo Trump vai virar série

    17 de janeiro de 2018 /

    O livro “Fogo e Fúria – Por Dentro da Casa Branca de Trump” vai virar série, informou a revista The Hollywood Reporter. Uma das obras mais comentadas do início de 2018, que revela os bastidores do governo do presidente norte-americano, “Fogo e Fúria” teve seus direitos adquiridos pela Endeavor Content por mais de US$ 1 milhão. Mas, por enquanto, não há nenhum estúdio anexado à sua adaptação ou canal definido para sua exibição. Escrito por Michel Wolff, que também será produtor da série, o livro viralizou assim que foi anunciado e entrou rapidamente para a lista dos mais vendidos do New York Times. A repercussão causou estragos na carreira de antigos colaboradores do presidente, citados como fontes de revelações perturbadoras, e também na imagem de Trump, descrito no livro como alguém sem preparo para o cargo que ocupa. Há alguns dias, o próprio Trump ameaçou tomar medidas legais contra o autor. “Vamos olhar muito seriamente as leis de difamação em nosso país”, disse o presidente ao final de uma reunião com seu gabinete para discutir o primeiro ano de governo e os planos para o futuro. Para Trump, as leis devem ser modificadas de forma que “quando alguém diz algo que é falso e difamatório sobre uma pessoa, esta tenha a capacidade de recorrer à justiça”. Trump acrescentou que as “leis atuais sobre difamação são uma vergonha e uma desgraça, e não representam os valores americanos ou os valores de igualdade”. O autor do livro, Michel Wolff, não é um jornalista político. Sua carreira foi construída na área do entretenimento, como colunista da revista Vanity Fair, fundador do site Newser, editor da revista Adweek e autor de uma biografia de Rupert Murdock, o ex-dono do conglomerado Fox.

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  • Série

    Ellen Pompeo assina para mais duas temporadas de Grey’s Anatomy e dá entrevista polêmica

    17 de janeiro de 2018 /

    A atriz Ellen Pompeo renovou seu contrato para estrelar mais dois anos de “Grey’s Anatomy” – nas vindouras 15ª e 16ª temporadas. Pelo acordo, ela passará a receber US$ 20 milhões, o que a torna a atriz mais bem paga das séries dramáticas da TV americana. Além disso, foi promovida a produtora – não só da série que tem o nome de sua personagem, mas também de spin-offs como o que será estrelado por Jason George, e com a preferência para desenvolver novos projetos na rede ABC por meio de sua empresa, Calamity Jane. Para marcar o feito, ela deu uma entrevista polêmica, em que conta detalhes dos bastidores da produção, que pretende evitar que se repitam, agora que tem o poder para fazer isso. Falando com a revista The Hollywood Reporter, ela explicou como o machismo impediu, por mais de uma década, que ela fosse considerada a protagonista de direito de “Grey’s Anatomy”, mesmo tendo sempre sido a protagonista de fato desde o primeiro capítulo, já que sua personagem, Meredith Grey, batiza a atração. Sem papas na língua, a atriz contou que só conseguiu valorização após seu colega Patrick Dempsey, intérprete de Derek, seu marido na série, deixar a produção. “Para mim, a saída de Patrick do elenco foi um momento muito importante. Eles sempre o usavam como munição contra mim. ‘Nós não precisamos de você, nós temos Patrick’, disseram por anos”, contou a atriz. Ela lembrou que esse argumento rechaçou vários pedidos de aumento que ela fez, e a impediu de receber mais que ele durante muitos anos. “A série é ‘Grey’s Anatomy e eu sou a Meredith Grey. Mas eles não me davam aumento. Eu poderia ter ido embora, então por que não fui? É a minha série, eu sou a protagonista. Eu tenho certeza que me senti como muitas atrizes se sentem: por que eu deveria deixar um ótimo papel por causa de um cara? Você fica confusa, mas então pensa ‘Não vou deixar um cara me tirar da minha própria casa’”. A atriz também diz ter odiado o fato de, imediatamente após a saída de Dempsey, os produtores sentirem necessidade de incluir um novo galã no elenco para ser seu par romântico. “O que aconteceu quando Patrick saiu da série? Primeiro, um pico de audiência, e eu dei uma risada legal sobre isso. Mas a verdade é que mal ele assinou a rescisão e eles já se precipitaram para incluir um cara novo. Eu estava de férias na Sicília, relaxando após o desfecho tumultuado da temporada, quando começaram a me ligar. ‘O que você acha desse cara?’. E me enviaram fotos. E eu respondi: ‘Vocês estão loucos? Por que acham que precisam substituir essa pessoa?’. Eu não conseguia acreditar em como o estúdio e a rede tinham pressa em incluir logo um novo pênis na série. Trouxeram Martin Henderson, mas acabaram não curtindo o enredo, então o tiraram abruptamente”. No meio dessas idas e vindas, a criadora da série, Shonda Rhimes, assinou um contrato multimilionário com a Netflix, colocando o futuro de “Grey’s Anatomy” em dúvida. E foi quando Pompeo resolveu aproveitar a oportunidade para chutar a porta. “Falei ‘se você quer que a série acabe, tudo bem. Mas se você quer continuar, eu preciso ser incentivada. Eu preciso me sentir empoderada e me sentir dona dessa série’”, contou. “O que eu disse para Shonda foi a verdade: ‘Eu não posso fazer mais nada, e isso é frustrante para mim criativamente. Eu faço 24 episódios de TV por ano e, pelo contrato, não posso aparecer em mais nada. E dirigir é legal, mas apenas me faz ficar longe dos meus filhos’. Então, eu disse ‘tem que ser muito dinheiro. E tem que me ajudar com a minha produtora, porque produzir é algo que eu realmente aprecio. É onde está a minha criatividade agora’”. O resultado foi seu novo contrato, que a torna a atriz mais poderosa das séries dramáticas americanas.

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  • Etc

    Matt Damon lamenta comentários polêmicos sobre assédio e diz que vai calar a boca por um tempo

    17 de janeiro de 2018 /

    O ator Matt Damon resolveu fazer controle de danos, retratando-se pelos seus comentários sobre as denúncias de assédio na indústria de entretenimento. Em entrevista ao programa “Today”, da rede NBC, na terça-feira (16/1), ele reconheceu que deveria “ter ouvido mais” antes de se posicionar sobre o assunto. “Eu não quero aumentar a dor de ninguém com qualquer coisa que eu faça ou fale”, resumiu Damon. Ele acrescentou que há muitas amigas suas envolvidas com a iniciativa Time’s Up, que luta contra o assédio sexual. “Eu apoio o que elas estão fazendo e quero ser parte dessa mudança, mas devo ir para o banco de trás e calar a minha boca por um tempo”. O ator foi criticado por declarações polêmicas sobre a assunto. Em uma entrevista, chegou a propor que as punições refletissem os “níveis” de assédio, e que houve perdão para os assediadores menos graves. “Há uma diferença entre acariciar a bunda de alguém e estuprar ou abusar de crianças, certo? Ambos os comportamentos precisam ser confrontados e erradicados, sem dúvida, mas eles não devem ser considerados iguais”, disse na ABC News. Para Damon, estupro deve ser tratado com cadeia, porque é comportamento criminoso, mas outras atitudes devem ser consideradas apenas “vergonhosas” e “nojentas”. “Não conheço Louis C.K., mas não imagino que ele vá fazer aquelas coisas de novo”, disse o ator, referindo-se às acusações de masturbação do comediante diante de mulheres com quem trabalhou. Minnie Driver, que já namorou Damon, ficou tão chocada que escreveu “Deus, isto é sério?” no Twitter. Ela respondeu ao jornal The Guardian que os homens “simplesmente não conseguem entender o que é o abuso cotidiano” e não devem, portanto, tentar diferenciar ou explicar o que seria uma má conduta sexual contra as mulheres. “Não há hierarquia em referência a abusos. Não se pode dizer que uma mulher estuprada tem direito a se sentir pior que outra para quem só mostraram o pênis. Muito menos um homem. E se bons homens como Matt Damon pensam desta maneira, temos um problema. Precisamos de homens bons e inteligentes que digam que tudo isto é mau, que condenem isto tudo e recomecem do zero”, acrescentou. Por sua vez, Alyssa Milano foi ao Twitter desabafar. “Estamos numa ‘cultura de indignação’ porque o tamanho da raiva é, de fato, revoltante. E é justa”, ela começou. “Eu fui vítima de cada componente do espectro de agressão sexual do qual você fala. Todos machucaram. E todos estão ligados a um patriarcado entrelaçado com uma misoginia considerada normal, aceita e até bem-recebida”, apontou. “Não estamos indignadas porque alguém agarrou nossas bundas em uma foto. Estamos indignadas porque fomos forçadas a crer que isso era normal. Estamos indignadas porque formos submetidas à abuso psicológico. Estamos indignadas porque fomos silenciadas por tanto tempo”. Além disso, o comentário de Damon rendeu um abaixo-assinado pedindo o corte do ator de “Oito Mulheres e um Segredo”, filme de empoderamento feminino, em que ele filmou uma participação especial.

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  • Etc,  Filme

    Mãe de Selena Gomez revela ter tentado convencê-la a não filmar com Woody Allen

    17 de janeiro de 2018 /

    A mãe da cantora e atriz Selena Gomez, Mandy Teefey, escreveu em uma postagem no Instagram que desaconselhou a filha a trabalhar no filme de Woody Allen, “A Rainy Day in New York”. O diretor está na mira do movimento #Metoo, graças à campanha de sua filha Dylan Farrow, que mantém na mídia a polêmica de seu suposto abuso sexual pelo pai, quando tinha sete anos de idade. Respondendo a um internauta em sua página oficial, Mandy, que já foi empresária de Selena, disse ter desaprovado a escolha da filha. “Desculpa. Ninguém pode forçar Selena a fazer algo que ela não quer. Eu tive uma longa conversa com ela sobre não trabalhar com ele [Woody Allen] e não funcionou”, escreveu Mandy. Mandy também disse que Selena “toma suas próprias decisões” e não adiantaria aconselhá-la. Seria como “falar com surdos”, disse. Veja abaixo. A cantora, que ainda não fez nenhuma declaração pública sobre Allen, vem recebendo críticas de seus fãs por não se posicionar. Dois de seus colegas de trabalho no filme do diretor, Timothee Chalamet e Rebecca Hall, renegaram publicamente Allen, anunciando que doariam os salários que receberam por participar de “A Rainy Day in New York” para instituições que combatem o assédio sexual. Mas, segundo a revista People, Selena teria feito uma doação anônima, maior do que o cachê recebido com o filme, para a iniciativa Time’s Up, que recebeu doações dos dois. No começo do mês, ela fez uma postagem em apoio ao movimento organizado por atrizes de Hollywood para combater o assédio sexual.

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  • Etc

    Filha de Woody Allen volta a acusá-lo de abuso sexual em sua primeira entrevista televisiva

    17 de janeiro de 2018 /

    Dylan Farrow, filha de Woody Allen com Mia Farrow, voltou a afirmar que foi abusada sexualmente pelo pai em 1992, quando tinha apenas sete anos. A nova denúncia foi feita no programa “This Morning”, da rede CBS, na primeira entrevista de Dylan para a TV. A entrevista completa será exibida na quinta (18/1), mas já na prévia adiantada pelo programa (veja abaixo) a jovem assume que está em campanha para derrubar Allen. “Por que eu não deveria derrubá-lo? Por que não deveria estar com raiva? Por que não deveria estar ferida? Por que não deveria sentir algum tipo de ultraje, após todos estes anos sendo ignorada, desacreditada e descartada?” “Tudo o que posso fazer é contar minha verdade e esperar. Esperar que me acreditem, em vez de apenas me ouvirem”, ela completa. A campanha de Dylan se tornou pública em 2014, quando ela escreveu uma carta aberta para o jornal The New York Times, denunciando Woody Allen, e ganhou força após o movimento #Metoo. Há algumas semanas, ela publicou uma nova carta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado entre Allen e outros predadores de Hollywood. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou. Embora a pergunta seja retórica, a grande diferença entre Allen e os demais é que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto os demais casos têm mais de uma acusadora. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. A história divide os próprios irmãos de Dylan. Enquanto Ronan Farrow defende a irmã e cobra publicamente atrizes que trabalham com Woody Allen, Moses Farrow já disse que se alguém era abusivo nos anos 1990 era sua mãe, a atriz Mia Farrow, que teria coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen durante as audiências de guarda das crianças no processo de separação. Mia se separou de Woody Allen após ele se envolver, de forma escandalosa, com sua enteada Soon-Yi Previn, que a atriz tinha adotado quando era casada com André Previn. Nenhuma atriz filmada por Woody Allen ao longo de meio século de carreira o acusou de qualquer coisa. Mas a campanha de Dylan começa a ter resultados. Mia Sorvino, que venceu um Oscar ao estrelar “Poderosa Afrodita” (1995) de Allen, disse que não voltaria a trabalhar mais com ele, assim como Greta Gerwig, que estrelou “Para Roma com Amor” (2012). E Timothee Chalamet e Rebecca Hall renegaram publicamente o diretor, anunciando que doariam os salários que receberam por participar de seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, para instituições que combatem o assédio sexual.

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  • Filme

    Filme de Han Solo vai mostrar como começou a amizade com Chewbacca

    16 de janeiro de 2018 /

    “Han Solo: Uma História Star Wars” vai narrar o começo da amizade de Han Solo e Chewbacca, dois integrantes icônicos da franquia espacial. A Disney confirmou este e outros detalhes da produção num kit para a imprensa, apresentando os lançamentos do estúdio em 2018. Como a divulgação do spin-off ainda é escasso, o material acabou revelando mais do que até então se sabia sobre o filme. Vistos pela primeira vez há 41 anos, no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977), Han Solo e Chewbacca terão seu primeiro encontro encenado no novo longa-metragem, que se passará antes dos demais filmes da saga. Diz o texto: “Através de uma série de aventuras ousadas nas profundezas de um submundo criminoso, sombrio e perigoso, Han Solo encontra seu poderoso copiloto Chewbacca e o notório jogador Lando Calrissian, numa jornada que irá definir os rumos de um dos heróis mais improváveis ​​da saga da ‘Star Wars'”. Uma versão da história do encontro entre Solo e Chewie já foi contada nos quadrinhos, numa minissérie de 2000 intitulada “Star Wars: Chewbacca”. A trama envolvia uma história complicada em que Solo era um oficial imperial que salvou a vida de Chewbacca duas vezes, enquanto este tentava libertar escravos Wookiee do Império. Como resultado, os dois formaram um vínculo que aumentou ainda mais quando Solo deixou o serviço imperial. A sinopse do filme alude a uma trama muito diferente, assinada por Lawrence Kasdan, roteirista dos clássicos “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi” – além de “O Despertar da Força” – , em parceria com seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”). O longa tem direção de Ron Howard, que assumiu o cargo após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. O elenco destaca Alden Ehrenreich (“Ave Cesar”) no papel-título, além de Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Donald Glover (série “Atlanta”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Thandie Newton (série “Westworld”) e Joonas Suotamo (“Star Wars: O Despertar da Força”) como Chewbacca. A estreia está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Alec Baldwin diz que ataque de atores a Woody Allen é “injusto e triste”

    16 de janeiro de 2018 /

    Alec Baldwin foi às redes sociais defender Woody Allen, após a decisão de Timothee Chalamet e Rebecca Hall de renegarem publicamente o diretor e doar os salários que receberam por participar de seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, para instituições que combatem o assédio sexual. Baldwin, que trabalhou em três filmes de Allen, disse que considera o ataque público ao diretor “injusto e triste”. Ele também critica o ressurgimento das denúncias de abuso sexual contra Woody Allen, feitas por sua filha Dylan Farrow. “Acusar pessoas de tais crimes deve ser algo feito com cuidado”, ele escreveu. “Woody Allen foi investigado por dois estados e nenhuma acusação foi formalizada. A renúncia a ele e ao seu trabalho, sem dúvida, serve a algum propósito. Mas é injusto e triste pra mim. Eu trabalhei com ele três vezes e foi um dos privilégios da minha carreira”, escreveu Baldwin. As decisões de Chalamet e Hall ocorreram após a denúncia de Farrow ser retomada pelo movimento #MeToo e a iniciativa Time’s Up. Em 2014, Farrow escreveu uma carta aberta ao New York Times, detalhando o suposto abuso sofrido em 1992, quando tinha sete anos de idade. Ela voltou a contar a história em dezembro passado, após o estouro dos escândalos sexuais que sacodem Hollywood, num artigo publicado pelo Los Angeles Times. Allen nega ter atacado sexualmente sua filha e a história divide os próprios irmãos de Dylan. Enquanto Ronan Farrow defende a irmã e cobra publicamente atrizes que trabalham com Woody Allen, Moses Farrow veio a público dizer que se alguém era abusivo era sua mãe, a atriz Mia Farrow, que tinha coagido os filhos a mentirem e acusarem Woody Allen durante as audiências de guarda das crianças no processo de separação. Mia se separou de Woody Allen após ele se envolver, de forma escandalosa, com sua enteada Soon-Yi Previn, que a atriz tinha adotado quando era casada com André Previn. Em seu argumento, Baldwin afirma que as denúncias de abuso sexual nunca devem ser descartadas, mas que também devem ser “tratadas com cuidado”. “É possível apoiar sobreviventes de pedofilia e agressões/abusos sexuais e também acreditar que Woody Allen seja inocente? Eu acho que sim”, ele escreveu. “A intenção disto não é descartar ou ignorar tais denúncias. Mas acusar pessoas de tais crimes deve ser algo feito com cuidado. Em nome das vítimas, também”. No ano passado, Baldwin deixou de usar sua conta pessoal do Twitter depois de receber críticas por suas opiniões sobre o movimento #Metoo. Depois disso, o ator expressou sua tristeza pelas vítimas, admitindo que seu “objetivo é me tornar melhor em todas as coisas relacionadas à igualdade de gênero”. Woody Allen was investigated forensically by two states (NY and CT) and no charges were filed. The renunciation of him and his work, no doubt, has some purpose. But it’s unfair and sad to me. I worked w WA 3 times and it was one of the privileges of my career. — ABFoundation (@ABFalecbaldwin) January 16, 2018 Is it possible to support survivors of pedophilia and sexual assault/abuse and also believe that WA is innocent?I think so.The intention is not to dismiss or ignore such complaints. But accusing ppl of such crimes should be treated carefully. On behalf of the victims, as well. — ABFoundation (@ABFalecbaldwin) January 16, 2018

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  • Etc

    Selma Blair quer ver James Toback preso, após passar 17 anos com medo do diretor

    16 de janeiro de 2018 /

    Selma Blair deu mais detalhes de sua decisão de revelar o assédio que sofreu do diretor James Toback. Em entrevista ao programa The Talk, ela contou que espera ver o diretor na prisão, após passar “17 anos com medo de James Toback”, que a ameaçou de morte. “Ele disse que me colocaria num sapato de cimento e furaria meus olhos com canetas se eu contasse para alguém”, ela afirmou. A atriz confirmou que sentiu muito medo de denunciá-lo, mas depois que surgiram as primeiras acusações contra ele, tomou coragem. “Acreditei que surgiriam ainda mais mulheres, algumas muito mais famosas do que eu, que seriam levadas a sério, com denúncias claras, fazendo as pessoas realmente prestarem atenção, e isto aconteceu. Está realmente acontecendo. E será melhor para todos nós”. Blair fez sua denúncia originalmente à revista Vanity Fair, revelando como, durante uma reunião num hotel em 2000, para discutir sua participação no filme “O Garoto de Harvard”, Toback teria lhe pedido para que tirasse a roupa e recitasse um monólogo. Ainda insatisfeito, disse que iria se masturbar e a impediu de sair, intimidando-a com ameaças. “Há uma garota que foi contra mim”, Blair afirma que ele lhe disse. “Ela ia falar sobre algo que fiz. Mas vou te dizer, e isso é uma promessa, não importa o quanto tempo tenha passado, eu tenho pessoas que podem raptar quem falar e jogar no rio Hudson com blocos de cimento nos pés. Você entende do que estou falando, certo?” Além dela, atrizes como Rachel McAdams, Julianne Moore e Natalie Morales também compartilharam denúncias contra James Toback. Mas a maioria das vítimas do diretor foram atrizes aspirantes. Ao todo, 359 mulheres o acusaram de assédio e abuso, de acordo com o repórter do jornal Los Angeles Times que escreveu o artigo original com denúncias de 30 vítimas, e que inspirou Blair e as demais a finalmente contarem suas histórias. Uma investigação criminal foi aberta contra o diretor e Blair torce para que ele seja preso. “James Toback pertence à prisão”, ela apontou, considerando que este desdobramento será uma vitória “incrível”. “Parece incrivel que isto esteja acontecendo. Para todos nós. Foi um momento que se transformou em um movimento”, disse a atriz, referindo-se ao movimento #Metoo, que iniciou como uma desabafo nas redes sociais, virou campanha de solidariedade e evoluiu para dar nomes aos abusadores. Indicado ao Oscar pelo roteiro de “Bugsy” (1991), James Toback trabalha em Hollywood desde os anos 1970. Seu filme mais recente, “The Private Life of a Modern Woman”, tem Sienna Miller como protagonista e estreou no Festival de Veneza do ano passado.

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    Atriz de filmes B acusa Seal de assédio sexual

    16 de janeiro de 2018 /

    O cantor Seal está sendo investigado pela polícia de Los Angeles, após ser acusado de assédio sexual. A denúncia foi feita por Tracey Birdsall, estrela de diversos filmes B lançados direto em DVD – o mais recente é “Rogue Warrior: Robot Fighter” (2017). Birdsall contou ao site TMZ que decidiu denunciar o cantor após ele fazer declarações polêmicas contra Oprah Winfrey, dizendo que a apresentadora sabia e foi conivente com os crimes cometidos pelo produtor Harvey Weinstein. Segundo seu relato, ela e Seal eram vizinhos em Los Angeles e numa ocasião, em 2016, ela foi agarrada na cozinha do ator, ao pedir de volta um utensílio que lhe tinha emprestado. Birdsall diz que Seal tentou beijá-la à força e, em seguida, agarrou seus seios, insinuando que ela “estava pedindo” por isso, por estar usando shorts e regata. A atriz teria pedido ao cantor que parasse e, nesse momento, ele a convidou para sentar no sofá. Pouco depois, Seal começou novamente a falar de sua roupa e a agarrou. A atriz deixou o local e não teve mais contato com ele. Uma fonte do site confirmou que uma queixa contra o cantor foi aberta no sábado (13/1) e ele está sendo investigado pela polícia de Los Angeles. Em comunicado oficial, um representante do cantor disse que Seal nega “veementemente” as acusações e as classificou como falsas.

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    Autora do livro que inspirou The Handmaid’s Tale se diz contra radicalização do movimento #Metoo

    16 de janeiro de 2018 /

    A escritora canadense Margaret Atwood, autora do livro “O Conto da Aia”, que deu origem à premiada série “The Handmaid’s Tale” (vencedora do Emmy 2017 e Globo de Ouro 2018), entrou em guerra contra feministas por se manifestar contra o movimento #Metoo e defender o julgamento justo para homens acusados de assédio ou abuso sexual. Em um texto escrito para o jornal canadense Globe and Mail, Atwood reconhece que o #Metoo despertou a sociedade para um problema importante, além de ser um sintoma de um “sistema legal danificado”. No entanto, questionou o que querem as mulheres do movimento. “Se o sistema legal é ignorado porque é visto como ineficaz, aonde vamos chegar? Quem serão os novos mediadores?”, perguntou, questionando quem decide os limites e as consequências. Segundo ela, sem limites, “as extremistas vencem”. “A ideologia delas vira uma religião. Qualquer um que não compartilha de suas visões é visto como herege ou traidor. O meio-termo é eliminado.” Para reforçar seu argumento, ela lembrou da vez em que foi chamada de “má feminista” por ter assinado um carta aberta, no ano passado, defendendo um julgamento justo de um amigo, um professor da University of British Columbia, acusado de má conduta sexual. O professor acabou demitido, mas o assédio não chegou a ser comprovado. “As pessoas, incluindo eu, ficaram com a impressão de que aquele homem era um estuprador violento, e todo mundo sentiu-se livre para atacá-lo publicamente”, continuou a escritora. “Sendo que uma pessoa com uma mentalidade justa aguardaria o julgamento até a investigação e as evidências ficarem claras.” O texto de Margaret Atwood causou revolta nas redes sociais. O jornal inglês The Guardian citou vários posts de mulheres que consideraram o posicionamento da escritora como uma “declaração de guerra” contra as vítimas de assédio. “Uma das vozes feministas mais importantes da atualidade desprezou mulheres menos poderosas para manter o poder de um amigo homem”, disparou uma usuária no Twitter. Outros internautas argumentaram que Margaret usou a sua “posição de poder” para silenciar as mulheres que acusaram Steven Galloway, o professor universitário. Em nota ao The Guardian, Margaret Atwood esclareceu que “endossar direitos humanos básicos não equivale a declarar guerra contra as mulheres”. E foi ecoada por seguidores que acusam feministas de fazer bullying. “Nas notícias distópicas de hoje: Mulheres atacam e tentam silenciar outra mulher. E não uma mulher qualquer, mas uma das vozes mais importantes dos nossos tempos. Tem certeza que vocês são as campeãs da luta pelos direitos e liberdades das mulheres que julgam ser?”, resumiu o tuíte de uma defensora da escritora. O livro mais famoso da escritora, “O Conto da Aia”, mostra um futuro distópico, em que mulheres não tem direitos e são condenadas a uma vida de estupros oficiais por parte de homens poderosos. Resistir ou protestar pode render destino pior, como banimento para uma vida equivalente à escravidão em colônias rurais. Levada para as telas na série “The Handmaid’s Tale”, a história é, ironicamente, considerada metáfora perfeita do momento atual, manifestado pelo movimento #Metoo.

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    Catherine Zeta-Jones diz apoiar Michael Douglas após denúncias de assédio

    16 de janeiro de 2018 /

    Catherine Zeta-Jones comentou pela primeira vez a acusação de assédio sexual contra o marido, o ator Michael Douglas. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, realizada durante o evento semestral de imprensa da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a atriz falou que apoia o marido e que os dois apoiam o movimento #Metoo, de denúncias de assédio em Hollywood. “Nossa reação como duas pessoas que estão nesse mercado é que nós apoiamos o #Metoo mais do que qualquer um – eu como mulher, ele como homem”, disse Zeta-Jones, que estava no evento da TCA para promover o telefilme “Cocaine Godmother: The Griselda Blanco Story”, do canal pago Lifetime. A atriz defendeu a atitude do marido de compartilhar a acusação de assédio com o site Deadline, antes da história chegar na imprensa, logo após ser contatado pelas revistas Variety e The Hollywood Reporter, que o procuraram para apurar a denúncia. De forma significativa, as duas revistas não publicaram a reportagem em que apresentariam denúncia, mesmo após a história se tornar conhecida. Michael Douglas se disse “perplexo” diante da acusação, feita por uma ex-funcionária, de que ele teria se masturbado na frente dela e atrapalhado a sua carreira. O ator negou a história e disse que sua acusadora era uma blogueira, interessada em lançar um livro que tinha um capítulo inteiro dedicado a ele. Douglas também disse não ter medo de trazer a história a público, pois nenhuma outra suposta vítima apareceria para contrariá-lo, e que diversos ex-funcionários e amigos foram contatados em busca de outros casos de assédio do ator. Mas, em vez de alimentarem um novo escândalo de Hollywood, testemunharam o bom comportamento de Douglas e correram para avisar ao ator sobre o que estava acontecendo. “Não havia outra forma de se adiantar a uma história que tinha que ser acompanhada. Ele deu uma declaração. Acho que é muito claro como ele se posiciona. Não posso falar mais de algo que é tão pessoal para ele”, continuou Zeta-Jones, que ainda elogiou as mulheres que têm denunciado seus agressores. “Estamos vendo mudanças que levaram muitos anos para começar a ser discutidas. É uma época incrível para as mulheres, e quero que elas se lembrem de como somos fortes e em grande número. Isso [o assédio] vai diminuir. Isso não vai ficar para sempre nas mentes das pessoas, e precisaremos ser gentis uma com as outras. Não podemos pedir para todos sermos gentis conosco se não formos gentis umas com as outras”.

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    Arnold Schwarzenegger se diz “em choque e muito triste” por denúncia de abuso de Eliza Dushku

    16 de janeiro de 2018 /

    Arnold Schwarzenegger, astro de “True Lies”, manifestou-se sobre a denúncia de abuso sexual sofrido pela atriz Eliza Dushku durante as filmagens do longa de 1994, quando ela tinha 12 anos. Ela acusa o coordenador de dublês Joel Kramer de se aproveitar de sua posição na equipe para levá-la para sua piscina em seu hotel e depois boliná-la em seu quarto. “Lembro-me de como ele me deitou na cama e me prendeu com seu corpo gigantesco, e começou a se esfregar em mim”, contou Eliza em seu Facebook. O ator se manifestou no Twitter ao responder uma mensagem de seu colega Tom Arnold. “Tom, você pode apostar que nós faríamos alguma coisa [se soubéssemos]. Eu estou em choque e muito triste por Eliza, mas eu também tenho orgulho dela por ter se transformado em um grande talento e uma mulher extraordinária. Ela é muito corajosa”. Eliza interpretou a filha do personagem de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis em “True Lies”. Além de Schwarzenegger, também se manifestaram sobre o caso, a atriz Jamie Lee Curtis e o diretor James Cameron. E, depois da denúncia de Eliza, outras duas mulheres relataram abusos de Kramer nos anos 1980 e 1990. Kramer trabalhou como dublê de Schwarzenegger por mais de uma década, entre “Comando Para Matar” (1985) e “Batman e Robin” (1997). Diante da repercussão das denúncias, ele foi dispensado pela agência que cuidava de sua carreira, mas nega todas as acusações, as quais chama de “fabricadas”. “Com todas essas acusações, parece até que sou um monstro. Não preciso esconder nada”, declarou. Tom, you bet your ass all of us would have done something. I’m shocked and saddened for Eliza but I am also proud of her – beyond being a great talent and an amazing woman, she is so courageous. https://t.co/EJJbkdior2 — Arnold (@Schwarzenegger) 16 de janeiro de 2018

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    Timothee Chalamet anuncia que doará cachê recebido pelo novo filme de Woody Allen

    16 de janeiro de 2018 /

    Mais um integrante do elenco de “A Rainy Day in New York”, próximo filme de Woody Allen, anunciou que doará o cachê recebido pelo trabalho. Repetindo a iniciativa de Rebeca Hall, Timothee Chalamet decidiu destinar seus vencimentos a três instituições que combatem assédio sexual, entre elas o próprio Time’s Up, fundo criado por várias atrizes e produtoras de Hollywood para combater o assédio. Chalamet postou em seu Instagram um texto anunciando a decisão. O ator afirmou que não podia comentar sobre sua participação no longa de Woddy Allen por “questões contratuais”. No entanto, manifestou sua decisão de não querer “lucrar com a atuação no filme”. Considerado um dos grandes nomes da nova geração de Hollywood, ele é favorito ao Oscar 2018 por seu papel em “Me Chame pelo seu Nome” e também está em outro filme badalado da temporada, “Lady Bird”. As denúncias contra Harvey Weinstein e o avanço do movimento #Metoo, em que vítimas denunciam assédio, fizeram renascer as acusações de Dylan Farrow, filha de Woody Allen, que teria sofrido abuso do próprio pai aos sete anos de idade. Um dos principais denunciantes de Weinstein foi Ronan Farrow, irmão de Dylan e também filho de Allen, que assinou a reportagem contundente da revista New Yorker com acusações de estupro contra o produtor. Em sua mensagem, Chalamet disse que até o presente momento de sua carreira, escolheu seus trabalhos com a “perspectiva de um jovem ator tentando seguir atores mais experientes” que admira. No entanto, fazendo alusão a sua decisão de participar do filme de Allen, afirmou que está aprendendo que “um bom papel não é o único critério para aceitar um trabalho”. Veja o post original abaixo. Uma publicação compartilhada por Timothée Chalamet (@tchalamet) em 15 de Jan, 2018 às 8:51 PST

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