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    Harry Styles recusa papel de príncipe encantado em A Pequena Sereia

    13 de agosto de 2019 /

    Harry Styles recusou a oferta da Disney para interpretar o príncipe encantado do remake live-action de “A Pequena Sereia”. A negociação entre o estúdio e o cantor da boy band One Direction veio à tona em julho, mas na tarde desta terça (13/8), um blog de fãs da Disney publicou que o contrato tinha sido assinado. A notícia foi reproduzida por sites e portais ao redor do mundo – não aqui, é claro. O detalhe é que só o site The DisInsider tinha essa informação. Já os sites mais tradicionais publicaram, ao fim do dia, uma notícia bem diferente, desmentindo o boato plantado como clickbait. Embora tenha demonstrado interesse em seguir carreira cinematográfica, após estrear nas telas com um papel no drama de guerra “Dunkirk”, de Christopher Nolan, “A Pequena Sereia” não é o tipo de filme que Styles pretende fazer. Ele tentou, sem sucesso, estrelar a nova cinebiografia de Elvis Presley, que será dirigida por Baz Luhrmann, mas acabou perdendo o papel para Austin Butler (“The Shannara Chronicles”) Até agora, apenas a protagonista do remake está confirmada. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. Ela tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão para a estreia do novo “A Pequena Sereia”.

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    Nada a Perder 2 já tem sessões de estreia esgotadas

    13 de agosto de 2019 /

    “Nada a Perder 2”, sequência da cinebiografia do bispo Edir Macedo, já tem várias sessões lotadas, a dois dias da estreia, prevista para quinta-feira (15/8). O primeiro filme esgotou as bilheterias de seu fim de semana inaugural com vários dias de antecedência, batendo recorde de pré-venda, com 4 milhões de ingressos vendidos antes da estreia. Acabou virando a maior bilheteria nacional de todos os tempos, somando 12 milhões de ingressos. Apesar da procura antecipada, o fenômeno não deve se repetir na continuação. A diferença começa pelo lançamento em circuito menor. “Nada a Perder 2” será exibido em 600 salas, enquanto a primeira parte foi distribuída em 1,1 mil. Além disso, o site Ingresso.com revela que a pré-venda, iniciada em 15 de de junho, é 4,5 vezes menor do que o montante do filme anterior. O site não divulga números exatos. Segundo o jornal O Globo, boa parte das sessões apresenta características de ingressos comprados em pacotes, ou seja, adquiridos por uma mesma pessoa com o intuito de distribuir para outros espectadores. Isso porque a ocupação se dá em bloco, com fileiras inteiras compradas de uma vez. Tática semelhante aconteceu com “Os Dez Mandamentos” (2016) e no primeiro “Nada a Perder” (2018). Em ambos os casos, salas com todos os ingressos vendidos ficaram vazias na estreia. O número expressivo de bilheteria não se refletiu na ocupação, fazendo dos filmes curiosos sucessos de vendas, mas não de público. Ainda de acordo com O Globo, parte dos bilhetes foi comprada pela Igreja Universal e distribuída aos fiéis, que não necessariamente foram ao cinema. A Igreja Universal sempre negou ter comprado bilhetes em massa, embora reportagens de diversos veículos tenham flagrado tíquetes sendo distribuídos em cultos, igrejas e cinemas no ano passado. A instituição alega que a iniciativa partiu de líderes religiosos. Assim como no primeiro filme, “Nada a Perder 2” também não terá sessões antecipadas para a imprensa, visando impedir que os críticos escrevam sobre o filme antes da estreia. Carregando o subtítulo “Não se Pode Esconder”, a segunda parte cobre os anos entre a saída do bispo Edir Macedo (interpretado por Petrônio Gontijo) da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014, explorando a expansão da Universal pelo mundo. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção, o filme também responde às denúncias contra o bispo Edir Macedo, fundador e líder da entidade, envolvendo lavagem de dinheiro e intolerância religiosa. Está lá, por exemplo, o incidente conhecido como “chute na santa”, em que um bispo da Universal criticou, ao vivo na TV, a adoração de santas católicas. Juntos, os dois filmes têm orçamento de R$ 40 milhões, bancados, segundo o estúdio Paris Filmes, por empresas privadas.

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    Universal desiste de lançar A Caçada após atentados e ataque do presidente Trump

    10 de agosto de 2019 /

    A Universal decidiu descartar o lançamento de “A Caçada” – terror satírico em que milionários caçam “pessoas deploráveis” por esporte – após os atentados do fim de semana passado e o ataque do presidente Trump ao filme, na sexta-feira (9/8). “Enquanto a Universal Pictures já havia pausado a campanha de marketing para ‘A Caçada’, depois de ponderada consideração o estúdio decidiu cancelar os planos de lançar o filme. Nós apoiamos nossos cineastas e continuaremos a distribuir filmes em parceria com criadores ousados ​​e visionários, como aqueles associados com este thriller social satírico, mas entendemos que agora não é o momento certo para lançar este filme “, disse a Universal em um comunicado. A decisão do estúdio veio um dia depois que o presidente Donald Trump mirou no filme e em Hollywood. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu no Twitter. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. O filme violento mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários liberais. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia no Brasil ia acontecer em 24 de outubro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos, mas não há informações sobre se também será afetada. Caso os planos do estúdio sejam em adiar o lançamento, a mudança deve ser mundial. Mas pode ser que a produção seja negociada com algum serviço de streaming e nunca chegue aos cinemas.

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    Trump chama Hollywood de “racista” por causa do filme A Caçada

    9 de agosto de 2019 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disparou críticas contra Hollywood, chamando a indústria cinematográfica americana de “racista” no Twitter e num pronunciamento à imprensa nesta sexta (9/8). Ele ainda acrescentou que os filmes atuais são um perigo para o país. “Hollywood é terrível. Você fala de racismo… Hollywood é racista”, ele disse em Washington, diante da Casa Branca, para a imprensa americana. “O que eles estão fazendo com os tipos de filmes que eles estão lançando é muito perigoso para o nosso país. O que Hollywood está fazendo é um desserviço ao nosso país”. No Twitter, ele voltou ao ataque. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”. A declaração de Trump alude, sem dar nome, ao filme de terror “A Caçada” (The Hunt). A Universal suspendeu a campanha de divulgação do longa, que estreia em setembro, após os recentes atentados motivados por ódio racial nas cidades americanas de El Paso e Dayton. O trailer do filme pode ser visto aqui. Ele deixa claro que as pessoas caçadas são brancos da extrema direita. Além disso, os caçadores são definidos como “a Elite”. Trump, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. De todo modo, a premissa de “A Caçada” é mais antiga que o próprio Trump, pois existe pelo menos desde “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). A nova abordagem foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que também produziu o “racista” “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. E o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Liberal Hollywood is Racist at the highest level, and with great Anger and Hate! They like to call themselves “Elite,” but they are not Elite. In fact, it is often the people that they so strongly oppose that are actually the Elite. The movie coming out is made in order…. — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 9 de agosto de 2019 ….to inflame and cause chaos. They create their own violence, and then try to blame others. They are the true Racists, and are very bad for our Country! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) August 9, 2019

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  • Série

    Novo Aquaman se revela gay na série Justiça Jovem

    31 de julho de 2019 /

    O episódio mais recente da série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), exibido na terça (30/7) pela plataforma DC Universe nos EUA, revelou que um dos seus personagens principais faz parte da comunidade LGBTQIA+. Kaldur’ahm, que é o Aquaman dessa série, apareceu beijando outro personagem do sexo masculino no final do capítulo. O beijo apareceu rapidamente numa montagem em que os heróis se reúnem com os seus respectivos amados, após vencer sua mais recente batalha. Neste momento, Kaldur’ahm beija Wyynde, um personagem atlante. O herói dublado por Khary Payton (o Ezekiel de “The Walking Dead”) ainda não tinha revelado este lado de sua sexualidade na série. Mas já tinha se assumido gay nos quadrinhos – logo após sua estreia como o novo Aqualad. Curiosamente, ele foi criado para a 1ª temporada da série televisiva em 2010 e apenas depois apareceu nas publicações da DC Comics. Kaldur’ahm virou Aquaman na 3ª temporada de “Justiça Jovem”, após o herói original se aposentar. Restam apenas mais seis episódios para o final da temporada, mas a série já se encontra renovada para o quarto ano.

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  • Série

    Enterro musical da série Transparent ganha novo trailer

    27 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou um novo poster e trailer do final da série “Transparent”, que vai acabar com um episódio especial, o primeiro e único sem o protagonista Jeffrey Tambor, demitido após denúncias de assédio sexual. O destino de seu personagem, um pai de família que inicia a transição de gênero na Terceira Idade, assumindo a identidade social de Maura Pfefferman, é revelado logo no começo do vídeo. “Maura morreu”, revela Davina (Alexandra Billings) num telefonema para Shelly (Judith Light), a esposa do falecido. E qual a reação da viúva – e de todo o elenco da produção? Cantar e dançar. E fazer o enterro – em mais de um sentido. A criadora da série, Jill Soloway, decidiu encerrar “Transparent” com um episódio musical em vez de produzir uma 5ª temporada completa – ou uma versão encurtada dela. Tambor foi demitido em fevereiro do ano passado, após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele chegou a desabafar, em comunicado. Ao ser informado por mensagem de texto que tinha sido demitido, ele ainda se declarou “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas”. E logo depois foi arranjar confusão no set de “Arrested Development”, que também chegou ao fim na Netflix. Jeffrey Tambor venceu dois Emmys e um Globo de Ouro como Melhor Ator em Série de Comédia por “Transparent”. Mas o zeitgeist cultural evoluiu muito desde então. Após a série pioneira, mais produções passaram a incluir personagens transexuais em suas tramas, e todos elas são, ao contrário de Tambor, interpretadas por atores transexuais. Há atualmente um entendimento de que heterossexuais não devem viver personagens trans – o que levou até Scarlett Johanssen a abandonar um papel no cinema, num filme sobre uma gângster transexual que, sem ela, como queriam politicamente corretos, não será mais feito. O final musical da série “Transparent” será disponibilizado em 27 de setembro no serviço Prime Video da Amazon.

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    Cara Gente Branca: Trailer da 3ª temporada promete mistura de Moonlight com Sex and the City

    22 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dear White People). Com mais 10 episódios, a atração retorna em 2 de agosto. Mas a série promete uma grande mudança em todos os seus personagens. Para começar, Sam (Logan Browning) deixou seu programa de rádio de lado. Enquanto isso, os outros parecem ter novas prioridades. Como Joelle (Ashley Blaine Featherson) mesma diz, “se todo mundo continuasse igual, a vida seria tediosa e previsível… como a 3ª temporada de uma série da Netflix”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Por sinal, uma das frases do vídeo abaixo promete uma mistura de “Moonlight” com “Sex and the City”.

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    James Gunn explica porque Guardiões da Galáxia Vol. 3 não foi anunciado na Comic-Con

    21 de julho de 2019 /

    O diretor James Gunn usou o Twitter para tranquilizar os fãs que estranharam a falta do anúncio da produção de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” durante a participação da Marvel Studios na Comic-Con International, em San Diego. Segundo o cineasta, o motivo é simples: ele ainda não começou a trabalhar na continuação, porque está ocupado com “O Esquadrão Suicida”, da concorrente DC Comics, que será lançado em 2021. “Desculpe desapontá-los. ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ vai acontecer, mas estou finalizando ‘O Esquadrão Suicida’ primeiro”, ele escreveu. Os filmes e séries anunciados pela Marvel na Comic-Con oficializaram apenas projetos que serão lançados entre 2020 e 2021. Graças à demissão e posterior recontratação de Gunn pela Disney, o terceiro “Guardiões da Galáxia” ficará para depois dessa data. Mas há uma boa notícia para acelerar sua produção após o fim de “O Esquadrão Suicida”: o roteiro já está pronto. Na verdade, o roteiro foi finalizado em junho de 2018. Nesta época, a Marvel considerava iniciar as filmagens ainda em 2019 para um lançamento em 2020, no começo da sua chamada Fase 4. Infelizmente, Gunn foi demitido um mês depois, após trolls da extrema direita americana iniciarem campanha agressiva por sua degola no Twitter, convencendo a Disney com tuítes impróprios do próprio Gunn de uma década atrás. A Disney demorou, mas caiu em si e voltou atrás em março deste ano. A esta altura, porém, Gunn já tinha sido contratado pela Warner para escrever e dirigir uma continuação/reboot do “Esquadrão Suicida”, que ele agora vai filmar antes de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Embora o filme não tenha ganho logotipo estilizado e data de estreia durante a participação da Marvel Studios na Comic-Con International, Kevin Feige, presidente do estúdio, confirmou no evento que o terceiro “Guardiões da Galáxia” será produzido. Sorry to disappoint. Guardians Vol. 3 IS happening, but I am finishing The Suicide Squad first. ❤️ https://t.co/gFodDqiDvl — James Gunn (@JamesGunn) 21 de julho de 2019

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    Onyx Lorenzoni será responsável pelo destino do cinema brasileiro

    20 de julho de 2019 /

    Para criar os “filtros” (eufemismo para censura) que pretende implantar no fomento do cinema e séries brasileiras, o presidente Jair Bolsonaro já mexeu na estrutura do Conselho Superior do Cinema (CSC), órgão responsável por propor e formular a política nacional para a área. Ele reduziu a participação de membros da indústria do audiovisual e da sociedade civil no colegiado, que agora passa a contar com mais integrantes do governo do que nomes ligados ao setor — são sete ministros e cinco representantes do audiovisual. O colegiado, que tinha seis representantes ligados à indústria audiovisual, agora contará com apenas três membros. Já o número de representantes da sociedade civil, como diretores e cineastas, caiu de três para dois integrantes. No novo organograma, o ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni fica responsável por presidir o colegiado que determinará o futuro do cinema nacional. Além dele, também decidirão que filmes serão feitos com o dinheiro das taxas obrigatórias Condecine e Fistel os ministros da Justiça e Segurança Pública (Sérgio Moro), das Relações Exteriores (Ernesto Araújo), da Educação (Abraham Weintraub), da Cidadania (Osmar Terra), da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Marcos Pontes) e da Secretaria de Governo da Presidência da República (Luiz Eduardo Ramos). Com isso, também não há mais representantes da área econômica do governo no CSC. Nos conselhos precedentes, havia integrantes do Ministério da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No governo de Bolsonaro, o cinema não é considerado de importância econômica, o que já vinha se refletindo em ações como proibição de patrocínio estatal, fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas resumidas em cortes, cortes e cortes. As novas mudanças foram publicadas na sexta-feira (19/7) no Diário Oficial e constam do mesmo decreto, anunciado durante cerimônia em comemoração aos 200 dias de governo, em que Bolsonaro transferiu a estrutura do CSC da Secretaria da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania, para a Casa Civil, no Palácio do Planalto. Bolsonaro anunciou que deseja interferir no tipo de filme que se produz no Brasil, atacando a produção nacional como pornográfica, mesmo sem ter visto os filmes que cita como exemplo, e lamenta até os títulos dos filmes disponíveis no mercado, não se sabe quais. Ao assinar o decreto, o presidente disse que o dinheiro público não será mais usado para bancar filmes que, segundo ele, contrariam o “respeito com as famílias”. “Com o Osmar Terra [ministro da Cidadania] fomos a um canto e nos acertamos. Eu não posso admitir que com o dinheiro público se faça um filme como ‘Bruna Surfistinha’. Não temos problema com essa opção ou aquela. O ativismo que não podemos permitir, em respeito com as famílias”, afirmou. No dia seguinte, disse que nunca viu “Bruna Surfistinha”, mas manteve o ataque. Ao mudar a composição do CSC para impor “filtros” em conteúdo, mudando regras criadas para evitar direcionamentos e favorecimentos – como, por exemplo, a um filho de presidente – , Bolsonaro assume franca atitude intervencionista diante do mercado, demonstrando, na prática, que nunca foi um político liberal, mas estatizante como acusava o PT de ser. É bom lembrar que as regras de fomento só garantem a competitividade e a igualdade de condições no mercado por incluir a proibição de barreiras temáticas ou julgamento de conteúdos na destinação de sua verbas. Este é um dos maiores princípios liberais de distribuição de dinheiro público.

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    Depois de atacar o filme, Bolsonaro diz que nunca viu Bruna Surfistinha

    20 de julho de 2019 /

    Um dia depois de atacar o filme “Bruna Surfistinha” para criticar o modelo de financiamento público no cinema brasileiro, e receber respostas do diretor Marcos Baldini e da atriz Deborah Secco, o presidente Jair Bolsonaro disse que nunca viu o longa. A nova afirmação foi feita após evento numa igreja evangélica em Brasília, na sexta (19/7), ao ser questionado se tinha assistido ao filme para criticá-lo. “Eu não, pô! Vou perder tempo com ‘Bruna Surfistinha’? Tenho 64 anos de idade”, respondeu Bolsonaro, de forma ríspida. No mesmo fôlego, Bolsonaro voltou a dizer que vai proibir a Ancine (Agência Nacional do Cinema) de dar “dinheiro público” para “filme pornográfico”. Já estaria decidido, segundo ele. “O que está decidido? Dinheiro público não vai ser usado em filme pornográfico. E ponto final. Acho que ninguém pode concordar com isso. Primeiro, a Ancine, a sede eu acho que é no Leblon. Virão para Brasília. Aquelas noites badaladas, muita festa, vão fazer em Brasília agora essa festa. Estamos estudando a possibilidade, tem que ser lei, voltar a ser agência ou quem sabe extingui-la. Deixa para a iniciativa privada fazer filme. Já viram os títulos dos filmes do nosso Brasil que estão no mercado? Pelo amor de Deus!”, reclamou Bolsonaro. Os títulos dos filmes do nosso Brasil que estão no mercado desde que Bolsonaro virou presidente são, descontando documentários: “Temporada”, “Boi de Lágrimas”, “Eu Sou Mais Eu”, “O Galã”, “Tito e os Pássaros”, “A Pedra da Serpente”, “Minha Fama de Mau”, “Homem Livre”, “Sai de Baixo – O Filme”, “Cinderela Pop”, “Tá Rindo de Quê?”, “Diários de Classe”, “O Último Trago”, “Albatroz”, “Mal Nosso”, “Sobre Rodas”, “Alaska”, “Chorar de Rir”, “Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral”, “Jorginho Guinle – $ó se Vive uma Vez”, “Bio – Construindo uma Vida”, “De Pernas pro Ar 3”, “Horácio”, “Organismo”, “Borrasca”, “A Sombra do Pai”, “B.O.”, “Mormaço”, “A Quarta Parede”, “45 Dias sem Você”, “Kardec”, “Inferninho”, “Histórias Estranhas”, “Dias Vazios”, “Beatriz”, “Deslembro”, “Blitz”, “Divino Amor”, “O Olho e a Faca” e “Turma da Mônica – Laços”. Considerando que Bolsonaro achou “Bruna Surfistinha” ruim sem ver, seria possível ele ter lamentado os títulos dos filmes sem saber de nenhum deles?

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    Diretor de Bruna Surfistinha diz que filme gerou emprego e pagou milhões em impostos

    20 de julho de 2019 /

    O cineasta Marcus Baldini, que dirigiu “Bruna Surfistinha” (2011), resolveu se pronunciar nesta sexta-feira (19/9) a respeito dos comentários pejorativos feitos pelo presidente Jair Bolsonaro contra seu trabalho. Na quinta, Bolsonaro disse não poder “admitir que com dinheiro público se façam filmes como ‘Bruna Surfistinha'”. Por meio de nota oficial, Baldini ressaltou que o longa é “um projeto importante tanto pela questão artística quanto pela econômica”. “’Bruna Surfistinha’ é um filme com olhar humano sobre um assunto relevante e presente na vida das pessoas. Seu impacto poderia até ser medido por números: mais de 2 milhões de pessoas assistiram ao filme somente nos cinemas. Mais outros milhões, na TV. Um filme que empregou 500 pessoas diretamente, pagou milhões em impostos, gerou receita para o governo e foi premiado na Academia Brasileira de Cinema”, afirmou Baldini. De acordo com ele, “o filme ajudou a fortalecer a indústria audiovisual e foi recompensado com o interesse do público, que assim se aproxima do cinema brasileiro”. “’Bruna Surfistinha’ é um filme do qual me orgulho. A diversidade é uma das belezas da humanidade e a cultura, sua expressão. O cinema não pode se reduzir a uma ou outra visão de mundo, pois isso nos limita como gente, como povo.” Além do diretor, a atriz Deborah Secco, intérprete da Bruna Surfistinha no cinema, também se pronunciou por meio de sua assessoria de imprensa, dizendo-se “triste e chocada” diante da declaração do presidente. “Fiquei muito triste e um pouco chocada de o filme ter sido colocado nesse lugar”, afirmou a atriz, para quem “a arte tem que ser ampla, abrangente”. “A gente precisa poder falar sobre tudo, para que, através da arte, consiga debater sobre tudo”, apontou, refletindo uma visão pluralista e democrática. Depois de atacar “Bruna Surfistinha”, Bolsonaro afirmou que pretende criar “filtros” (eufemismo para censura) para projetos de cinema “em respeito às famílias”. Ou então extinguir simplesmente a Ancine, que, entre outras atividades, encaminha o financiamento da maioria dos projetos cinematográficos do país. Na prática, significa mandar às vazes uma indústria inteira, sem se importar com o impacto econômico da medida.

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    Deborah Secco se diz “triste e chocada” com ataque de Bolsonaro a Bruna Surfistinha

    19 de julho de 2019 /

    A atriz Deborah Secco se disse “triste e chocada” diante da declaração de quinta-feira (18/7) do presidente Jair Bolsonaro, que disse não poder “admitir que com dinheiro público se façam filmes como ‘Bruna Surfistinha'”. Ela viveu o papel-título do filme de 2001 e defendeu a produção, por meio de sua assessoria de imprensa. “Fiquei muito triste e um pouco chocada de o filme ter sido colocado nesse lugar”, afirmou a atriz. “Temos de falar sobre tudo para que, através da arte, possamos debater sobre a realidade. Não podemos nos calar vendo tudo isso.” “A história [de ‘Bruna Surfistinha’] retrata uma história real, não só da Bruna, mas de outras mulheres que se encontram nessa situação. Queria muito que nenhuma mulher tivesse de se vender para sobreviver, mas essa não é a realidade do nosso país”, acrescentou a atriz. “Não adianta esconder o que existe. Tenho muito orgulho desse filme, que me trouxe uma nova visão sobre esse assunto [prostituição]. Espero que o mesmo tenha acontecido com outras pessoas que o viram.” Os argumentos da atriz contrastam com o discurso de Bolsonaro, que pretende criar “filtros” (eufemismo para censura) para projetos de cinema “em respeito às famílias”. Para Deborah, cancelar os repasses públicos para produções como “Bruna Surfistinha” seria uma afronta ao papel da arte, que deve tratar dos mais variados temas de uma sociedade. “A arte tem que ser ampla, abrangente, a gente precisa poder falar sobre tudo, para que, através da arte, consiga debater sobre tudo”, afirmou a estrela. “Bruna Surfistinha” foi um dos filmes mais premiados do Brasil em 2012, incluindo troféus do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro para seu roteiro e para as atrizes Deborah Secco e Drica Moraes, o troféu do SESC como melhor filme do ano em votação do público e o prêmio Contigo de Cinema. Também foi um sucesso de grande aprovação popular. O lançamento arrecadou mais de R$ 4 milhões em seu fim de semana de estreia, ficando atrás somente do desenho “Enrolados”, da Disney. Ao todo, o longa gerou renda de R$ 20 milhões e ainda deu origem à série “Me Chama de Bruna”, do canal pago Fox, que se encaminha para a 4ª temporada.

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    Primeiro trailer de The Witcher traz monstros, batalhas e clima épico

    19 de julho de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “The Witcher”, repleto de cenas de batalhas, monstros, magia, traições e cenários enevados que reforçam uma sensação de que “o inverno está chegando”. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual épico. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele quer é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. As gravações da 1ª temporada foram encerradas em junho, mas “The Witcher” ainda não tem previsão de estreia.

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