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    Monster Hunter é tirado dos cinemas da China após acusação de racismo

    5 de dezembro de 2020 /

    Um dia depois da estreia, “Monster Hunter” começou a ser retirado de cartaz na China. Segundo informações da revista Variety, as primeiras sessões na sexta (4/12) geraram protestos dos espectadores por conta de uma piada que foi considerada racista e “insultuosa” para o povo chinês. A adaptação do videogame supostamente inclui um diálogo de 10 segundos entre o rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, e um ator branco não identificado, no qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. Mas o que mais chama atenção é que o público chinês também reclamou da ineficiência da censura no país. “É verdadeiramente imperdoável que os censores não tenham captado algo assim”, chegou a escrever um espectador na Weibo. Sério. Além do filme, chineses irritados ainda se voltaram contra o videogame em que o filme se baseia, com centenas de críticas negativas e raivosas, a maioria mencionando “joelhos sujos”. “A Capcom está morta para mim!”, escreveu um usuário em chinês, enquanto outro adicionou em inglês: “Não recomendo este jogo apenas por causa do racismo do filme.” Em consequência, a Capcom Asia emitiu um comunicado em chinês, diretamente na Weibo, para se distanciar da crescente controvérsia, lembrando aos usuários da rede social que não teve nenhum papel na produção do filme. Lançado com grande distribuição, “Monster Hunter” ocupou um quarto de todos os cinemas da China na sexta-feira, mas neste sábado sua exibição caiu para apenas 0,7% das telas. A controvérsia foi um grande golpe para as pretensões do filme, demonstrando novamente, após o repúdio local à “Mulan”, que a China não é um novo mercado a ser conquistado por Hollywood, mas um sério obstáculo para a expansão internacional do conteúdo americano – mesmo quando esse conteúdo é, no caso de “Monster Hunter”, produzido em parceria com uma empresa chinesa, a produtora Tencent. Com a parceria, a Tencent agora está sendo acusada de capitalista, com muitos exigindo ação do governo contra ela – uma das maiores empresas de entretenimento da China.

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    Marcius Melhem entra na justiça contra Dani Calabresa e advogada de vítimas de assédio

    5 de dezembro de 2020 /

    O ator e ex-diretor da Globo Marcius Melhem anunciou que entrou com uma ação na Justiça contra a advogada Mayra Cotta, que representa seis mulheres que o acusam de assédio sexual, para que ela prove as denúncias. Durante uma entrevista para o colunista Mauricio Stycer e a editora do Universa, Dolores Orosco, ele também informou que fará uma interpelação judicial a Dani Calabresa, pedindo que ela confirme ou desminta relatos de assédio que teria sofrido, revelados em reportagem da revista Piauí publicada na sexta (4/12). “Eu e ela [Calabresa] sabemos que aquilo não aconteceu”, diz, aludindo a um trecho mais forte da reportagem, em que ele teria tirado o pênis para fora e avançado sobre a atriz. “Eu tenho, assim como ela tem, toda a comunicação que tivemos em todos esses anos”, afirma. “Uma semana depois daquela festa, que eu teria feito aquilo, aquele absurdo, a Dani me convida para ir à Disney, eu e minhas filhas”. Na entrevista, publicada neste sábado (5/12), ele reconhece ter cometido vários erros ao se relacionar com mulheres com quem trabalhou na Globo. “Fui um homem tóxico, um marido péssimo, uma pessoa que cometeu excessos ao se relacionar com pessoas do seu próprio ambiente de trabalho”, admite. Entretanto, nega ter cometido violência sexual: “Embora confesse os meus excessos, eu jamais tive alguma relação que não fosse consensual e jamais pratiquei algum ato de violência com quem quer que seja na minha vida”. Por isso, decidiu combater as supostas mentiras ditas a seu respeito. E afirma dispor de provas, como as citadas trocas de mensagens. “Sou a pessoa mais interessada que tudo seja esclarecido”. As acusações contra Melhem vieram à tona em dezembro de 2019. A Globo fez duas investigações sobre o caso no início deste ano, que não resultaram em nenhuma condenação formal ao comediante. Mas Melhem se afastou em seguida. Ele tirou licença em abril, para acompanhar o tratamento médico de uma filha, e acabou deixando a Globo em agosto, após 17 anos. Em nota divulgada na ocasião, a emissora não mencionou a investigação por assédio. Ao contrário, o elogiou, dizendo que Melhem, que dirigiu o Departamento de Humor da emissora, deu “importante contribuição para a renovação do humor nas diversas plataformas da empresa”. A situação ganhou novo enfoque em outubro, após a jornalista Mônica Bergamo realizar uma entrevista na Folha de S. Paulo com a advogada Mayra Cotta, representante de 12 mulheres (seis vítimas de assédio sexual e seis testemunhas) que acusam Melhem. Na sexta, o repórter João Batista Jr., na Piauí, informou que conversou “com duas vítimas de assédio sexual, sete vítimas de assédio moral e três vítimas dos dois tipos de assédio, o sexual e o moral”. Em seguida, Mayra Cotta, advogada das vítimas, comentou a seriedade das denúncias. “A meu ver, como advogada, o que está descrito na matéria vai além do assédio sexual. É uma tentativa de estupro”, opinou. A reportagem da Piauí também atinge, além de Melhem, diferentes instâncias da Globo que lidaram com o caso, encerrando o assunto com um suposto acobertamento. Melhem chefiou a área de humor da Globo nos últimos anos, sendo responsável pela criação de programas como “Zorra”, “Tá no Ar” e “Fora de Hora”, além do quadro “Isso a Globo Não Mostra”, exibido no Fantástico. Mais recentemente, também foi responsável pela “Escolinha do Professor Raimundo”. Após seu afastamento, todos estes programas foram cancelados. Sobre acusações de assédio moral dentro da Globo, Melhem diz que seu erro foi não ter estabelecido distância dos seus subordinados, mas tratado a todos como se todos fossem amigos íntimos. “Hoje eu vejo o erro disso”, diz. “Mas nunca inibi, coagi, demiti, persegui. Isso não existe. Não existe um relato de ‘se você não fizer isso, eu não te dou aquilo’. Isso não existe”. Ele se vê como vítima de algum tipo de vingança. “Eu acredito que tenham pessoas que eu genuinamente feri, que genuinamente eu magoei. Que eu gostaria muito de saber quem são. E se isso aconteceu, realmente, que eu acredito que aconteceu, me desculpar, reparar e assumir responsabilidade”, afirma. “Mas existem neste grupo processos de vingança contra mim”.

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    Letitia Wright assume postura antivacina, espalha fake news e vira problema para a Marvel

    4 de dezembro de 2020 /

    A Marvel tem um grande desafio pela frente, ao confirmar a produção de “Pantera Negra 2” sem o ator que deu vida ao papel-título, Chadwick Boseman, falecido de câncer em agosto passado. Mas Letitia Wright acaba de tornar a situação ainda mais complicada. Candidata natural a assumir o manto de Pantera Negra na continuação, refletindo o que aconteceu com sua personagem Shuri nos quadrinhos, a atriz adotou postura controversa no Twitter, durante esta sexta-feira (4/12), ao se manifestar contra vacinas em plena pandemia. Ela postou um link para um vídeo polêmico do YouTube no qual o autointitulado profeta Tomi Arayomi faz um monólogo sem fatos sobre a pandemia de covid-19, questionando se as pessoas deveriam tomar a vacina, com várias afirmações anticientíficas para defender sua posição: “Não entendo de vacinas em termos médicos, mas sempre fui um pouco cético em relação a elas.” A atriz chegou a discutir com vários usuários no Twitter, observando que não havia nada de errado em questionar a validade de uma vacina. “Se você não se conforma com as opiniões populares, mas faz perguntas e pensa por si mesmo… você é cancelado”, ela chegou a postar, ao lado de um emoji em que aparecia chorando de rir. Mas até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Minutos depois, o YouTube apagou o vídeo, considerado fake news. O post da atriz sumiu. E ela escreveu: “Minha intenção não era machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi levantar minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos”. Ao flertar com a subcultura do cancelamento, Letitia Wright criou um problema de relações públicas não apenas para si mesma, mas para a Marvel, que talvez precise repensar os planos para sua personagem. my intention was not to hurt anyone, my ONLY intention of posting the video was it raised my concerns with what the vaccine contains and what we are putting in our bodies. Nothing else. — Letitia Wright (@letitiawright) December 4, 2020 if you don’t conform to popular opinions. but ask questions and think for yourself….you get cancelled 😂 — Letitia Wright (@letitiawright) December 4, 2020 i'm not. if she went transphobe, fire away. but i'll personally take it to her if she said something crazy. not to twitter. that's how i do it with friends and how i hope they do it with me if i fkkk up. trying to find it now. https://t.co/hV7NGNjxff — Don "bruh, you lost" Cheadle (@DonCheadle) December 4, 2020 jesus… just scrolled through. hot garbage. every time i stopped and listened, he and everything he said sounded crazy and fkkkd up. i would never defend anybody posting this. but i still won't throw her away over it. the rest i'll take off twitter. had no idea. https://t.co/7uDlP1xwDL — Don "bruh, you lost" Cheadle (@DonCheadle) December 4, 2020

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    Dani Calabresa desabafa no Instagram: “Assédio é crime!”

    4 de dezembro de 2020 /

    A atriz Dani Calabresa se manifestou em seu Instagram após a repercussão de uma reportagem da revista Piauí que detalhou o assédio que ela sofreu de Marcius Milhem, seu antigo chefe, enquanto trabalhava no humorístico “Zorra”. No texto, ela afirmou que precisou denunciar os assédios morais e sexuais para recuperar sua saúde mental. Também disse que nunca quis ser vista como vítima e, por isso, não usou a imprensa para acusar. “Nunca quis ser vista como uma mulher assediada. Mas pra recuperar minha saúde precisei me defender”, escreveu a humorista. Ela fez denúncias aos órgãos internos da Globo, que após investigações acabaram por definir o afastamento do ex-diretor do Departamento de Humor da emissora. Calabresa relatou ter sentido medo e vergonha, mas incentivou que outras vítimas tomem o caminho trilhado por ela para se defenderem. “Tomei as medidas cabíveis para conseguir ajuda. Tudo é muito difícil, dá medo, vergonha, mas temos que lutar por respeito e justiça. Não passarão. Assédio é crime!”, declarou. A artista também agradeceu as mensagens de apoio que tem recebido e ressaltou o papel da colega de cena Maria Clara Gueiros, que chegou a negar ter feito uma denúncia de assédio contra Melhem, mas sempre se manteve ao lado de Dani durante o processo de denúncias. “Preciso declarar aqui todo meu amor e gratidão a Maria Clara Gueiros, minha amiga do meio artístico que me apoiou desde o início! Que mulher maravilhosa! Amorosa! Justa! (E hilaria!)”, escreveu. Maria Clara Gueiros respondeu a citação com um comentário na publicação. “Meu amor, você foi brava, corajosa e persistente. É assim que a gente movimento o mundo. Juntas e do lado certo da História. Te admiro e te amo”, escreveu. O texto de Calabreza termina com um desabafo. “Toda minha solidariedade às mulheres que passam por isso e têm medo de denunciar. É impressionante a luta que uma mulher precisa travar pra provar que é vítima. Denunciem!” Além de Gueiros, o texto da atriz recebeu mais de 280 mil comentários, incluindo de celebridades como Ivete Sangalo, Livia Andrade, Tatá Werneck, Sabrina Sato, Luisa Sonza, Deborah Secco, Ingrid Guimarães, Alice Weggman, Sophia Abrahão, Monique Alfradique, Lore Improta, Valesca Popozuda, Monica Iozzi, Marina Ruy Barbosa, Mônica Martelli, Ana Paula Padrão, Fernanda Paes Leme, Eliana, Paolla Oliveira, Dani Suzuki, Gracyanne Barbosa, Heloisa Périssé, Manu Gavassi, Gaby Amarantos, Emmanuele Araujo, Jeniffer Nascimento, Mari Moon, Fafá de Belém, Maria Padilha, Viviane Araujo, Fiorella Mattheis, Titi Muller, Astrid Fontenelle, Marcelo Tas, Marcos Mion, Paulo Gustavo, Fábio Porchat, Evandro Mesquita, Leo Jaime, Lucio Mauro Filho, Marcelo Cerrado, Bruno Mazzeo, Marcus Majella, Duda Nagle, Carioca, Rainer Cadete, Reynaldo Giannechini e João Cortes, entre muitos e muitos outros. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniella Giusti🍕atriz/comédia (@calabresadani)

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    Assédios de Marcius Melhem vêm à tona e causam repúdio nas redes sociais

    4 de dezembro de 2020 /

    Uma reportagem da revista Piauí, que detalha denúncias de assédios de Marcius Melhem contra atrizes da emissora, colocou o nome do ex-diretor da TV Globo nos tópicos mais comentados do Twitter nesta sexta (4/12). Diversas celebridades, como Danilo Gentili, Giovanna Antonelli, Maurício Meirelles, Fabiula Nascimento, Fabio Rabin, Fábio Porchat e Felipe Andreoli, entre outras pessoas, reagiram à publicação. O artigo descreve, de forma crua, como Melhem tentou beijar Dani Calabresa à força em uma festa da equipe do programa “Zorra Total”, em novembro de 2017. Segundo o texto escrito por João Batista Jr., o ator e roteirista chegou a mostrar o pênis para Calabreza e outras atrizes, além de promover uma sucessão de assédios à comediante, a quem chamava de “gostosa”. A situação teria chegado a tal ponto, que a direção artística da emissora foi procurada. Mas muitas ouviram, ao relatar abusos, que deveriam separar “festinhas” das questões de trabalho. O caso, porém, acabou vazando na imprensa, levando a Globo a realizar uma investigação interna, mas o resultado da investigação de “compliance” nunca foi divulgado. Diferente do que aconteceu com José Mayer em 2017, quando a acusação da figurinista Su Tonani veio a público e a emissora fez questão de pedir desculpas à profissional e deixar claro o rompimento com o ex-galã, a Globo desligou Melhem em agosto passado sem fazer a menção às acusações e ainda celebrando seus feitos, como se nada tivesse ocorrido. Por conta disso, a reportagem ajuda a estabelecer a coragem de Dani Calabresa, a primeira mulher a denunciá-lo e que levou o caso até o fim, estimulando novas denúncias contra Melhem. A revista ouviu dezenas de pessoas, muitas delas vítimas de assédio do diretor. Pelo Twitter, o repórter João Batista Jr. agradeceu aos “inúmeros artistas, diretores, roteiristas e advogados” que o ajudaram a construir a matéria. “Cada avanço, cada linha de apuração. A reportagem só foi possível pela coragem de vocês todos.” Assim que a matéria entrou no ar nesta sexta (4/12), o humorista Danilo Gentili foi um dos primeiros a se manifestar, exaltando Dani Calabresa e, como de praxe, aproveitou para criticar os colegas “esquerdomachos”, entendendo que ela não recebeu apoio de muitos que se dizem feministas – os mesmos que reclamam do tipo de humor feito por ele. “Conheço toda história mais de ano, quando Dani Calabresa me contou. De lá para cá, o que mais teve foi relativização e silêncio de esquerdomacho global defensor do feminismo”, escreveu. “Cadê a coragem desse povo que luta tanto pelo bem? Corajosa foi a Dani Calabresa que ficou anos falando sozinha, colocou o próprio emprego e carreira na reta, enquanto os colegas e até ex faziam em silêncio e relativizavam o assédio. Tudo hipócrita”, disse. Ao contrário do que afirma Gentili, a reportagem aponta que Marcelo Adnet, o “ex” “que luta tanto pelo bem” não fez silêncio. “Estava solidário com sua mulher e participava do grupo que cobrava medidas mais firmes da Globo”, assinala a publicação. “Fiz o mínimo, agi e respeitei totalmente o sigilo que as vítimas pediram. A história é muito pesada e traumática para os envolvidos”, assinalou Adnet em seu Twitter. Fábio Porchat também se manifestou via redes sociais. No Twitter ele disse que episódios como esse “não passarão” e parabenizou as mulheres pela coragem. O humorista Maurício Meirelles prestou “toda sua solidariedade” para Dani Calabresa. Assim como Giovanna Antonelli, que postou uma foto da comediante e escreveu: “Me sinto triste e solidária a todas as mulheres desse mundo e à Dani Calabresa, que sua coragem, ‘encoraje’ tantas outras.” A atriz Fabiula Nascimento foi outra que exaltou a “coragem” da colega. “Todo o meu carinho para a Dani Calabresa pela coragem e firmeza nesse caso horrendo. Meu abraço apertado em todas vítimas”, escreveu. Além de elogiar a atriz, o jornalista Guga Noblat disse que ler a reportagem lhe causou “azia, nojo e revolta”, o ex-CQC Felipe Andreoli chamou o comportamento de Melhem de “abjeto” e Fábio Rabin de “escroto”, acrescentando que se sentia “triste” por não ter estado perto de Dani Calabresa para ajudá-la. Veja abaixo estas e outras reações. Conheço toda história mais de ano, qdo @calabresadani me contou. De lá pra cá o que mais teve foi relativização e silêncio de esquerdomacho global defensor do feminismo. Esse é o feministão que disse que eu devo ser preso e que fazia “humor do bem”.https://t.co/KX0Iw8UKRv — Danilo Gentili (@DaniloGentili) December 4, 2020 Conheço toda história mais de ano, qdo @calabresadani me contou. De lá pra cá o que mais teve foi relativização e silêncio de esquerdomacho global defensor do feminismo. Esse é o feministão que disse que eu devo ser preso e que fazia “humor do bem”.https://t.co/KX0Iw8UKRv — Danilo Gentili (@DaniloGentili) December 4, 2020 Obrigado. Fiz o mínimo, agi e respeitei totalmente o sigilo que as vítimas pediram. A história é muito pesada e traumática para os envolvidos. https://t.co/AJEmvYKJZ6 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) December 4, 2020 Não passarão! Parabéns às mulheres que tiveram força e coragem para denunciar. https://t.co/aUrJ4tr7A8 — Fabio Porchat (@FabioPorchat) December 4, 2020 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Giovanna Antonelli (@giovannaantonelli) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabiula Nascimento (@fabiulaa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Paula Araujo (@appaaraujo) Um abraço apertado e toda minha solidariedade e carinho pra @calabresadani e pra todas e todos que foram atingidos por esse comportamento abjeto, que absolutamente nao cabe e nunca coube em nenhum momento e nenhum lugar. — @andreolifelipe (@andreolifelipe) December 4, 2020 Toda minha solidariedade a @calabresadani, que sempre foi MUITO MUITO MUITO FODA em tudo que faz. Sem nunca precisar recorrer a qualquer ideologia pra isso — Mauricio Meirelles (@MauMeirelles) December 4, 2020 CARALHO MANO!Que bagulho escroto! Li essa matéria ontem a noite e não posso imaginar o que você passou @calabresadani . Triste por não ter estado próximo pra te ajudar. Conta comigo pro que precisar! O que mais você quer, filha, para calar a boca? https://t.co/9OLSwxH95N — Fabio Rabin (@fabiorabin) December 4, 2020 Dani Calabresa é a pessoa mais engraçada que trabalhei. Fazia rir gravando ou apenas numa conversa jogada fora. Um amor de ser humano, solidária e sempre muito simpática. Ler o que o Melhem fez a ela e outras deu azia, nojo e revolta. Que pague na Justiça e suma da TV. — GugaNoblat (@GugaNoblat) December 4, 2020 Dani Calabresa é a pessoa mais engraçada que trabalhei. Fazia rir gravando ou apenas numa conversa jogada fora. Um amor de ser humano, solidária e sempre muito simpática. Ler o que o Melhem fez a ela e outras deu azia, nojo e revolta. Que pague na Justiça e suma da TV. — GugaNoblat (@GugaNoblat) December 4, 2020 Foi a denúncia de uma mulher extremamente consagrada.A gente pode estar no lugar que estiver… não importa… sempre desconfiam das nossas denúncias. O que vc já fez pra mudar isso? Quantas vítimas você já deslegitimou? Quantos homens assediadores que eram seus brothers + — Ana Hikari (@_anahikari) December 4, 2020 Acho válido ressaltar que, sim, todo mundo tem o direito de defesa e investigaçãoMas estou falando especificamente sobre as situações (RECORRENTES) em que nem a investigação foi feita e homens (mulheres tb) já saem em defesa da pessoa acusada, sem dar qualquer amparo à vítima. — Ana Hikari (@_anahikari) December 4, 2020

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  • Série

    Ministro da Cultura britânico quer aviso de “obra de ficção” na série The Crown

    29 de novembro de 2020 /

    O ministro da Cultura do Reino Unido, Oliver Dowden, vai pedir à Netflix para deixar claro que sua série “The Crown”, sobre a família real britânica, é uma obra de ficção. Segundo o jornal Mail on Sunday, que faz a mesma solicitação, o ministro pedirá formalmente à plataforma que introduza uma advertência no início de cada episódio para destacar que a trama é fictícia. “É uma maravilhosa obra de ficção, mas como outras produções televisivas a Netflix deveria ser muito clara desde o início que é somente isso e nada mais”, disse Dowden ao jornal. “Sem isso, temo que uma geração de espectadores que não viveu estes eventos podem confundir a ficção com a realidade”, afirmou. A 4ª temporada da série, disponível há duas semanas, tem dado mais o falar que as anteriores por incluir a história do conturbado casamento do Príncipe Charles com a princesa Diana. As declarações do ministro da Cultura reforçam as recentes afirmação do irmão de Lady Di, Charles Spencer, que pediu uma mensagem de aviso no início de cada episódio. Rumores publicados pela imprensa britânica também afirmam que a família real estaria horrorizada com a série. Um dos motivos seria a forma como Chales é retratado como um marido frio e infiel, uma descrição que não seria exata, segundo a especialista em realeza Penny Junor, que escreveu uma biografia sobre o príncipe. Provavelmente “foi um pouco insensível às vezes, mas não acredito que era arrogante ou indiferente, acredito que realmente tentou fazer o casamento funcionar”, disse a biógrafa à agência AFP. Já o antigo mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, elogiou a produção para o Daily Mail e disse que “é a melhor série já feita até agora, porque mostra a verdade em uma dramatização precisa do que realmente aconteceu”. “Esta é apenas uma espiada atrás das portas do Palácio de Buckingham, que o palácio talvez não queira que você veja”, acrescentou. Sucesso de crítica e público, “The Crown” já ganhou três Globos de Ouro e oito prêmios Emmy, e encontra-se renovada para mais duas temporadas finais.

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    Petição para tirar Amber Heard de Aquaman já tem 1,5 milhão de assinaturas

    29 de novembro de 2020 /

    Os fãs de Johnny Depp odeiam tanto Amber Heard que estão lotando de assinaturas uma petição para forçar a Warner a demiti-la da continuação de “Aquaman”. Quando mais reveses sofre o ator, mais eles consideram a atriz culpada por arruinar sua carreira, fazendo o abaixo-assinado crescer. Nos últimos dias, o documento atingiu 1,5 milhão de assinaturas no site Change.org. Na verdade, a petição é antiga, tem mais de um ano, e só ganhou impulso recentemente, em paralelo à derrota de Depp em seu processo contra o jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”, e seu consequente afastamento de “Animais Fantásticos 3” por essa descrição ter se tornada judicialmente apropriada. Entretanto, os argumentos da autora da petição afirmam o oposto. Para Jeanne Larson, que também se identifica como Jeanne Depp, Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Ela cita como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignora o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Diz que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não fala o mesmo de Depp, que após perder seu processo tornou-se reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. O argumento derrotado de ator e seu advogado, derrotado na Justiça, foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. O próprio Depp tentou pressionar a Warner a demitir Heard de “Aquaman”. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Pouco depois dele ter dito isso sob juramento, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.

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    Vera Fischer diz que Xuxa lhe deu prejuízo ao censurar Amor, Estranho Amor

    26 de novembro de 2020 /

    A atriz Vera Fischer se manifestou sobre a briga judicial que envolve o filme “Amor Estranho Amor”, longa que Xuxa conseguiu manter fora de circulação por anos, numa censura judicial, devido às cenas polêmicas em que ela aparece em situações sexuais impróprias ao lado de um menino de 12 anos. A estrela de “Laços de Família”, “Mandala” e “O Clone” também foi coprodutora do longa, ao lado de Anibal Massaini Neto, e disse ter tomado prejuízo com a polêmica. Em entrevista ao “Cinejornal”, da TV Brasil, ela lamentou a curta carreira cinematográfica do filme de 1982, dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003). “Tinha um elenco enorme… Pena que o público só viu por um tempo. Ele entrou em cartaz nos cinemas, fez ótimo público, mas saiu de circulação. Eu senti muito, até porque era coprodutora do filme. O produtor principal era o Anibal Massaíni e nós sentimos no bolso”. De fato, “Amor Estranho Amor” era repleto de grandes atores e atrizes, como Tarcísio Meira, Íris Bruzzi, Mauro Mendonça e Otavio Augusto. O papel de Xuxa, na verdade, era bem pequeno. Mas tomou dimensões desproporcionais. Na trama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – , a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – interpretava uma garota de programa menor de idade, que seria dada de presente para o personagem de Mauro Mendonça, um político poderoso da região de Santa Catarina, 30 anos mais velho que a adolescente. Mas além de aparecer em cenas de nudez, Xuxa também se envolve com um garoto de 12 anos. Elas acabou se arrependendo de ter participado da produção após passar a apresentar programas infantis, dando início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. Vera também comentou a decisão de Xuxa. “Eu acho que ela (Xuxa) tinha uma equipe muito poderosa. E acho que eles a obrigaram a tirar o filme de circulação. Seminua com um garoto de 12 anos… Eu acho que a situação foi essa”. Mas agora Xuxa parece ter mudado de ideia. Em entrevista recente ao “Fantástico” – e já longe de seus dias de apresentadora infantil – , Xuxa até incentivou seus fãs a assistirem. “Quem não viu, por favor, veja. Fala de uma coisa atual, exploração infantil, realidade de muita gente. Essa é uma ficção, mas a realidade existe com o nome de exploração infantil”. Diante disso, Vera Fischer acredita que finalmente poderá começar a ganhar dinheiro com o longa. “Eu acho que vão querer lançar novamente nos cinemas ou nas plataformas. E vai ser um ganho… a própria Xuxa disse outro dia que o filme é bom e tem que ser visto. Vai ser bom para a gente”, comentou.

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    Ator de Encontro de Casais processa Universal por racismo na divulgação do filme

    25 de novembro de 2020 /

    Um ator da comédia “Encontro de Casais” (2009) está processando o estúdio Universal por racismo durante a divulgação do filme. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Faizon Love, que formou com Kali Hawk o único casal negro da trama, reclama ter sido apagado do pôster pelo marketing do estúdio e convencido a não reclamar, depois de promessas de executivos feitas na época, que nunca se materializaram. Segundo a publicação, em 2009, os jornais do Reino Unido notaram a mudança e isso reverberou online. Na época, um porta-voz da Universal disse que o pôster havia sido alterado para “simplificá-lo” e que o estúdio lamentava a ofensa causada e estava abandonando os planos de usar o pôster revisado daqui para frente. Em sua ação, Faizon Love afirma ter questionado a Universal Studios a respeito do tema e a empresa, tentando evitar problemas, prometeu “(i) a cessação imediata do cartaz racista internacional e (ii) recompensa imediata ao Sr. Love na forma de carreira lucrativa, com papéis no cinema”. A publicação ainda cita que Love recebeu um pedido de desculpas de executivos de alto escalão da Universal, como um telefonema de Adam Fogelson, que acabou de ser promovido de chefe de marketing a presidente do estúdio. Além disso, também houve um pronunciamento de Scott Stuber, um produtor do filme, que estava sob um contrato de produção de cinco anos com a Universal e que hoje é chefe da divisão de filmes originais da Netflix. Até mesmo o ator Vince Vaughn, protagonista do longa, supostamente ajudou a acalmar qualquer controvérsia com promessas. Apesar disso, nenhum deles cumpriram suas promessas. O processo revela que Vaughn fez ligações para Fogelson e se comprometeu em realizar um programa de TV com Love. “Vaughn aparentemente chegou a dizer ao Sr. Love que fazer um alarde sobre sua remoção do pôster não seria bom para sua carreira naquela época, uma declaração à qual Fogelson não se opôs.” O pôster, entretanto, não deixou de ser vinculado e ainda está em vários sites ao redor do mundo. No processo, conta que Love ficou “horrorizado” quando descobriu as diferenças entre o pôster nacional e o internacional do filme. “A Universal Studios não teve problemas em incluir atores negros no filme cômico”, afirma a denúncia. “Mas quando se tratou de divulgar o filme para o público internacional, a Universal Studios optou por separar os atores brancos e negros do filme… Em vez de desfrutar de visibilidade máxima com o lançamento do filme, o Sr. Love foi rebaixado ao proverbial ‘Homem Invisível’, como descrito por Ralph Ellison.” “Embora ‘Encontro de Casais’ tenha alcançado o 1º lugar no ranking de bilheteria no fim de semana de abertura e tenha tido um desempenho espetacular que arrecadou mais de US $ 171 milhões em todo o mundo, a Universal Studios colocou o Sr. Love no banco de trás da jornada apreciada por seus seis colegas brancos.” Os representantes de Love ainda citaram filmes produzidos e protagonizados por artistas negros, como “Policial em Apuros” (2014) e “Pantera Negra” (2018), para demonstrar que é possível atingir grandes sucessos cinematográficos com astros não brancos. O ator não está apenas alegando quebra de contrato e incentivo fraudulento sobre o que ele não obteve desde o lançamento do filme, como também alegando violações de direitos assegurados pela legislação da Califórnia, nos Estados Unidos. Compare abaixo o pôster nacional e o internacional da produção.

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  • Filme

    Mads Mikkelsen entra no lugar de Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. oficializou a participação de Mads Mikkelsen (o “Hannibal”) em “Animais Fantásticos 3”. O astro dinamarquês foi escalado como o bruxo Gellert Grindelwald no lugar de Johnny Depp, que o estúdio pressionou a se demitir da produção. Depp desempenhou o papel no final do primeiro filme e dominou o segundo, que foi batizado com o nome de seu personagem, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Na época, sua escalação gerou controvérsias e levou o tabloide britânico The Sun a questionar a decisão da Warner de trabalhar com um “espancador de esposa”, referindo-se a insinuações existentes na época do divórcio entre o ator e a atriz Amber Heard. Depp não gostou da frase e decidiu processar o jornal. O processo aconteceu neste ano e o ator perdeu. Ele ainda tentou apelar, mas nesta quarta (23/11) teve a tentativa barrada pela justiça britânica por não haver “uma perspectiva razoável de sucesso” em sua causa. O processo, porém, trouxe à tona vários detalhes pouco lisonjeiros da vida privada de Depp, com fotos, gravações e testemunhos de seu comportamento violento e sua relação desregrada com as drogas e o álcool, que levaram o juiz Andrew Nicol a concluir que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. Após a sentença, a Warner pediu a Depp para desistir do filme e anunciou que estava procurando um novo ator para substituí-lo. Muitos fãs imaginaram voltar a ver Colin Farrell na franquia. Ele apareceu como um disfarce de Grindelwald no primeiro filme, de 2016, mas está atualmente ocupado com as filmagens de “Batman”, onde vive o Pinguim. “Animais Fantásticos 3” tem roteiro de J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores. E o elenco voltará a juntar os intérpretes dos filmes anteriores, incluindo Eddie Redmayne, Jude Law, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol e Ezra Miller – outro envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Após os últimos desdobramentos, a estreia do longa, que estava programada para 12 de novembro de 2021, foi adiada para 15 de julho de 2022.

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    Johnny Depp tem apelo negado contra sentença de “espancador de esposa”

    25 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp teve negada sua tentativa de apelar de uma decisão judicial dos tribunais britânicos, no processo que deu razão ao jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. De acordo com o jornal The Times, o juiz responsável pela recusa alegou que não havia “uma perspectiva razoável de sucesso” na apelação. Agora, o ator deve pagar US$ 840,4 mil em custas judiciais ao The Sun por ter perdido sua ação por difamação contra o jornal. Depp processou o tabloide britânico por difamação devido a um texto de agosto de 2018 que, ao comentar sua participação no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” descreveu o ator como “espancador de esposa”, devido a seu divórcio tumultuado com a atriz Amber Heard. No início deste mês de novembro, o juiz Andrew Nicol disse que o editor executivo do News Group Newspapers e do jornal The Sun, Dan Wootton, provou que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. O que mais pesou em sua decisão foi o testemunho de Heard e as fotos que apresentou. Ela disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália. A equipe de Depp havia dito na época que apelaria da decisão. “A sentença é tão falha que seria ridículo para Depp não apelar desta decisão”, disse a defesa do ator em um comunicado. Durante o julgamento, que durou semanas, Depp admitiu ter problemas de vício em drogas e álcool, mas insistiu que as alegações do tabloide sobre seu comportamento violento em relação a Heard eram “completamente falsas”. Mesmo assim, ao ser confrontado com uma gravação em que admitia ter dado uma cabeçada na ex-esposa, confirmou que isso aconteceu, mas não da forma descrita. Os dois atores se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes. Mas a separação não encerrou o caso, porque Depp não aceita qualquer insinuação de que tenha sido violento, apesar da atriz ter aparecido com olho roxo e sofrer uma crise de choro, sem conseguir depor, durante o processo de divórcio. O problema é que processar o jornal só piorou sua imagem e agora o ator é oficialmente um “espancador de esposa”, assim declarado por um tribunal do Reino Unido. Por conta disso, Depp virou um pesadelo de relações públicas, levando a Warner a pressioná-lo para que se demitisse do filme que estava fazendo, o terceiro longa da franquia “Animais Fantásticos”. Sem nenhum outro projeto cinematográfico alinhado, seu único trabalho previsto é a divulgação de seu último papel em “Minamata”, que ele completou no ano passado. Fora isso, seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o ator entrou com uma ação contra Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem ainda uma sequência, aberta pela atriz, que por sua vez decidiu processar Depp pela campanha difamatória que ele move contra ela, pedindo US$ 100 milhões de indenização.

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    Porta dos Fundos tira vídeo do ar após polêmica e acusações de machismo

    23 de novembro de 2020 /

    O grupo humorista Porta dos Fundos decidiu tirar do ar e pedir desculpas públicas por um vídeo de humor político, após receber críticas que o consideraram machista, inclusive do colega Youtuber Felipe Neto. Publicado no canal do Porta dos Fundos no YouTube, o vídeo sugeria que a vereadora mais votada nas eleições de Curitiba teria participado de orgias e vazado nudes de si mesma. “Pela família curitibana brasileira, pelas casas de swing, pelos garotos de programa, pela galera do OnlyFans, pelo clubinho de BDSM e por todos os sigilosos, avisem ao povo que Yollanda está eleita!”, escreveu o perfil oficial do Porta dos Fundos no Twitter para divulgar o vídeo. Apesar do nome da personagem ser diferente, muitos acreditaram tratar-se de uma paródia ofensiva de Indiara Barbosa, do partido Novo, a candidata a vereadora mais votada da capital paranaense. “Eu acho o partido Novo patético. Típica turminha neoliberalóide que sonha em ver ricos ficando mais ricos, enquanto grita “É meritocracia” pros mais pobres. Contudo, o vídeo feito pelo Porta dos Fundos sobre a vereadora do partido foi inaceitável. Totalmente horrível”, tuitou Felipe Neto. A própria Indiara Barbosa lamentou o vídeo. “Apesar de ter sido a vereadora mais votada de Curitiba, pelo partido Novo, certamente essa personagem não sou eu. É uma pena que o Porta dos Fundos associe o sucesso de uma mulher a alguma conotação sexual. Temos muito trabalho para mudar essa cultura retrógrada”, escreveu. O partido Novo também repudiou: “É uma falta de respeito, não só com nossa vereadora eleita, Indiara Barbosa, mas com todas as mulheres que tiveram a coragem de se candidatar a um cargo público, independentemente do partido.” Até a deputada federal Tabata Amaral, do PDT, manifestou-se indignada: “Uma das coisas mais suprapartidárias que existem no Brasil é o machismo. Seja você de esquerda ou direita, não há graça nenhuma em uma piada que insinua que uma mulher só foi eleita usando seu corpo”. “Que nojo. Que vídeo machista. Eu não sou alinhada com o Novo e não votei na Indiara, mas merecemos respeito independentemente dos posicionamentos políticos. Melhorem muito”, acrescentou uma internauta, entre vários outros comentários negativos. Em posicionamento também publicado no Twitter, o Porta dos Fundos argumentou que a personagem retratada existe há muito tempo – há 9 anos, bem antes da candidatura de Indiara Barbosa – , mas mesmo assim, como o conteúdo do vídeo não condizia com o que o grupo defende, os integrantes do grupo decidiram tirar o esquete do ar e agradeceram aos fãs pelo diálogo. “O Porta acredita que o Brasil precisa de mais mulheres em cargos públicos”, acrescenta o perfil oficial dos humoristas, concluindo com um “parabéns” pela vitória da vereadora. Eu acho o partido NOVO patético. Típica turminha neoliberaloide q sonha em ver ricos ficando mais ricos, enquanto grita “É MERITOCRACIA” pros mais pobres. Contudo, o vídeo feito pelo Porta dos Fundos sobre a vereadora do partido foi inaceitável. Totalmente horrível. pic.twitter.com/TF277XosxZ — Felipe Neto 🇧🇷🏴 (@felipeneto) November 23, 2020 Apesar de ter sido a vereadora mais votada de Curitiba, pelo @partidonovo30, certamente essa personagem não sou eu. É uma pena que o @portadosfundos associe o sucesso de uma mulher a alguma conotação sexual. Temos muito trabalho para mudar essa cultura retrógrada. https://t.co/BOyhaBOv9G — Indiara Barbosa (@IndiaraNOVO) November 22, 2020 O NOVO presta solidariedade à Indiara, vereadora mais votada de Curitiba e do Paraná e a todas as mulheres que saíram da indignação para a ação e foram candidatas. — NOVO 30 (@partidonovo30) November 23, 2020 Uma das coisas mais suprapartidárias q existem no Brasil é o machismo. Seja você de esquerda ou direita, não há graça nenhuma em uma piada q insinua q uma mulher só foi eleita usando seu corpo. Esperamos que o @portadosfundos reveja sua postura. Toda solidariedade à @IndiaraNOVO! — Tabata Amaral 🇧🇷 (@tabataamaralsp) November 23, 2020 Que nojoQue vídeo machistaEu não sou alinhada com o Novo e não votei na Indiara, mas merecemos respeito independentemente dos posicionamentos políticos.Melhorem muito. — Amanda Schneider (@oimandyoi) November 23, 2020 Eu não esperava isso do @portadosfundos Sinceramente… Enojada — Mariana Cabral (@marianacabralc) November 23, 2020 @IndiaraNOVO, essa personagem de fato não é você. Yollanda é uma criação de ficção e humor que existe há 9 anos e, dentro do seu universo, explora sua sexualidade livremente. O Porta acredita que o Brasil precisa de mais mulheres em cargos públicos. Parabéns pela vitória! — Porta dos Fundos (@portadosfundos) November 23, 2020

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    Johnny Depp debocha de sua situação com foto de troféu atrás das grades

    23 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp resolveu debochar da situação em que se encontra. Recentemente, ele perdeu um processo de difamação e passou ser considerado judicialmente um “espancador de esposa”, o que o fez ser demitido de “Animais Fantásticos 3” no começo das filmagens, numa tentativa da Warner para conter a publicidade negativa trazida por sua associação com o ator. Rotulado como autor de violência doméstica, Depp não tem contrato para nenhum trabalho novo, mas acaba de ser premiado por seu último papel filmado. No fim de semana, recebeu um troféu do festival Camerimage como “ator com sensibilidade visual única” por sua atuação no drama “Minamata”, em que vive o premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918 – 1978). A organização do evento polonês publicou uma foto do ator nas redes sociais, em que ele aparece com o troféu nas mãos, posando sorridente com a honraria… atrás das grades! A foto foi tirada nas Bahamas, onde Depp se encontra no momento, e teve péssima repercussão nas redes sociais, onde muitos a consideram um deboche, diante das acusações sérias que o envolvem. Seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o próprio ator entrou com uma ação contra a ex, Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem a sequência, aberta pela atriz, que também decidiu abrir processo contra Depp, pedindo US$ 100 milhões pela campanha de difamação judiciária que ele move contra ela. Com estes dois julgamentos pairando sobre o futuro do ator, ele brinca com a imagem de uma prisão. Vale lembrar que todos esses julgamentos são civis e não têm implicação penal, apenas financeira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por EnergaCAMERIMAGE (@camerimage.festival)

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