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    Gravadora dispensa Marilyn Manson após denúncias de abuso sexual

    1 de fevereiro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson está sem gravadora. Ele teve seu contrato oficialmente rompido após as denúncias de abuso sexual, agressão, tortura psicológica e estupro publicadas pelas atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) e outras quatro mulheres nesta segunda (1/2). Em um comunicado, a gravadora Loma Vista Recordings informou que não vai mais promover o álbum mais recente de Manson ou trabalhar com ele em projetos futuros. “À luz das alegações perturbadoras de Evan Rachel Wood e outras mulheres nomeando Marilyn Manson como abusador, a Loma Vista deixará de promover seu álbum atual, com efeito imediato. Devido a esses desenvolvimentos preocupantes, também decidimos não trabalhar com Marilyn Manson em qualquer projeto futuro”, diz o texto da gravadora. A página de Manson também foi apagada do site da Loma Vista. A decisão é a primeira repercussão das denúncias desta segunda, que começaram com um post de Evan Rachel Wood, que namorou o cantor quando tinha 18 anos e ele 36. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006 a 2010, e chegaram a ficar noivos. “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson”, escreveu a atriz em suas redes sociais. “Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Em resposta à postagem, quatro outras mulheres também apresentaram alegações de abuso semelhantes contra Manson. Wood compartilhou esses desabafos em seu Stories no Instagram. Estas não são as primeiras alegações de abuso contra Manson. Em maio de 2018, um boletim de ocorrência chegou a ser preenchido contra ele por crimes sexuais não especificados que datavam de 2011. A investigação não foi adiante, porque o crime acabou prescrito. O advogado de Manson, Howard E. King, disse na ocasião: “As alegações feitas à polícia são categoricamente negadas pelo Sr. Warner e são completamente delirantes ou parte de uma tentativa calculada de gerar publicidade … Qualquer alegação de impropriedade sexual naquela ou em qualquer outra época é falsa. ”

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    Evan Rachel Wood acusa Marilyn Manson de abuso sexual

    1 de fevereiro de 2021 /

    Evan Rachel Wood (da série “Westworld”) usou as redes sociais nesta segunda (1/2) para denunciar abusos sofridos quando namorava o cantor Marilyn Manson. A atriz conheceu Manson quando tinha 18 anos e ele 36. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006 a 2010, e chegaram a ficar noivos. Em um post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. A atriz já tinha mencionado diversas vezes ter sobrevivido a um relacionamento violento e abusivo, mas até então nunca havia nomeado o responsável. Em 2016, chegou a dizer ter sido estuprada duas vezes, identificado um dos agressores como um namorado, o que teria sido o motivo que a levou a tentar se suicidar. Em sua antiga conta no Twitter, atualmente desativada, ela revelou que cortava os pulsos quando o “abusador” a ameaçava, mas que isso só o desarmava temporariamente. Ela chegou a gravar um vídeo falando sobre o relacionamento abusivo e revelou que não sabe se algum dia conseguirá superar o trauma. “É muito difícil se sentir segura. Eu penso sobre isso todos os dias, de uma forma ou outra. Eu não estou bem porque não importa o quanto eu trabalhe isso ou tenha trabalhado isso, eu ainda estou procurando um certo tipo de paz, procurando formas de me sentir segura. Estou tentando colocar tudo isso pra trás, mas não sei se eu algum dia poderei fazer isso. Eu não estou bem porque não me lembro como é não sentir medo”, disse na época. Desde que revelou esses detalhes, ela se tornou uma defensora dos sobreviventes de violência sexual e doméstica. Em resposta à nova postagem de Wood, pelo menos quatro outras mulheres trouxeram novas alegações de relatos de abuso contra Manson. Wood compartilhou essas histórias em seu Stories. Alguns dos detalhes também foram publicados pela revista Vanity Fair. As denúncias são de abuso psicológico, “comportamento demente”, incluindo chantagem, manipulação e isolamento, abuso físico, como cortes e estupro. As mulheres também dizem que sofreram ataques de pânico, PTSD e/ou depressão devido aos supostos abusos e agora estão se manifestando em um esforço para exigir a responsabilização. Até o momento, Marilyn Manson não comentou as denúncias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Evan Rachel Wood (@evanrachelwood)

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  • TV

    Marcius Melhem volta à justiça contra Felipe Castanhari após perder para Danilo Gentili

    29 de janeiro de 2021 /

    Os processos de Marcius Melhem contra comediantes que o atacaram após a revista Piauí publicar uma reportagem-denúncia com acusações de assédio sexual tem rendido desdobramentos. Enquanto Danilo Gentili escapou de punição e ainda tripudiou com piada, Felipe Castanhari recebeu uma segunda advertência no caso. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) determinou que Castanhari retire do ar uma nova publicação em que acusa Melhem de promover “censura e intimidação”. A postagem foi feita após ele ser condenado a apagar um primeiro post, em que chamava Melhem de “criminoso”, “escroto” e “assediador”, sob pena de pagar R$ 10 mil por dia. Mas, após obedecer a determinação, Castanhari voltou a repetir o termo “assediador” em novo ataque, comparando a decisão de Melhem de ir Justiça a assédio. “A imposição do silêncio é uma das principais armas de um assediador”, ele escreveu. “Sendo verossímeis as alegações de que o conteúdo exposto na rede social é ofensivo e capaz de abalar a honra do autor, e, considerando que a publicação mencionada imputa ao autor crime pelo qual sequer foi indiciado até o momento, defiro a tutela de urgência pleiteada”, diz a decisão, assinada pela juíza Ana Luiza Madeiro Cruz Eserian. O apresentador do programa “Mundo Mistério”, da Netflix, recebeu um prazo de 24 horas para apagar o post, tempo que já foi superado sem que o texto saísse do ar. Por ser reincidente, a multa agora é de R$ 20 mil por dia. Já Danilo Gentili escapou da mesma punição pelo entendimento de outra juíza, Carolina de Figueiredo Dorlhiac Nogueira, da 38ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, que considerou as manifestações do apresentador do programa “The Noite” como piadas e não ofensas à honra. De fato, Gentili não fez afirmações diretas como Castanhari, valendo-se de humor para agredir Melhem. “Em breve, Marcius Melhem estreará seu novo programa: Porra total”, escreveu o comediante do SBT. “Eu sempre achei que o Marcus Melhem forçava. Mas eu achava que era só no humor”, continuou. “Uma coisa não podemos negar. O Marcius Melhem foi um grande líder na Globo. Daqueles que não tem medo de botar o pau na mesa”, acrescentou. Melhem considerou os conteúdos “ofensivos e depreciativos”, mas a magistrada entendeu que o caso ainda precisa ser plenamente esclarecido e que atender a demanda de Melhem poderia caracterizar a violação de princípios democráticos e censura. Como resultado, Gentili emplacou mais uma piada às custas de Melhem. Ele publicou um “pedido formal e público de desculpas ao sr. Melhem”, dando como justificativa o fato de ter sido “injusto com ele em determinada afirmação. Certa vez eu disse que não conseguia rir de nada que esse senhor fazia, porém dessa vez eu tô rindo muito”. Além dos dois comediantes citados, Marcius Melhem também abriu processos contra Rafinha Bastos, Marcos Veras, Dani Calabresa e a revista Piauí.

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  • Série

    Armie Hammer sai da série do Poderoso Chefão após polêmica das mensagens canibais

    28 de janeiro de 2021 /

    O ator Armie Hammer abandonou mais uma produção, em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que ele supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais. Ele deixou o elenco de “The Offer”, uma série da Paramount+ (Paramount Plus ou Paramount Mais no Brasil) sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão”. “The Offer” narra a realização do filme de 1972, vencedor do Oscar, através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. Ruddy seria interpretado por Hammer. A série de 10 episódios, produzida por Michael Tolkin (“Escape at Dannemora”), agora busca outro intérprete. A saída de Hammer do projeto acontece após ele abandonar a comédia “Shotgun Wedding”, da Lionsgate, que estrelaria ao lado de Jennifer Lopez. O ator vive um pesadelo de relações públicas após supostas mensagens privadas virem à tona, em que o astro de “Me Chame pelo Seu Nome” se confessa canibal e com desejos típicos de um serial killer. As mensagens foram publicadas por uma conta de Instagram administrada por uma mulher não identificada, que afirma ter vivido um caso com Hammer. Desde então, várias outras mulheres disseram ter recebido mensagens ou ter ouvido conversas semelhantes do ator, que nega as acusações.

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  • TV

    Acusadoras de Marcius Melhem são oito funcionárias da Globo

    25 de janeiro de 2021 /

    Foram oito as funcionárias da rede Globo que acusaram o ex-diretor da empresa, Marcius Melhem, de assédio sexual e/ou moral. Este foi o total de depoimentos feitos na Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público, visando abertura de inquérito. A informação veio à tona no momento em que a promotora Gabriela Manssur se prepara para encaminhar os depoimentos aos promotores do Rio de Janeiro, o que deve acontecer ao longo desta semana. A promotora deve recomendar ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro a abertura de um inquérito criminal e a adoção de medidas cautelares, como proibir Melhem de se aproximar das mulheres que o acusam. Gabriela Manssur também pode recomendar que Melhem seja proibido de divulgar mensagens que trocou com elas, como já fez com Dani Calabresa, e que a investigação corra sob sigilo. Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, o advogado do ex-diretor, José Luis Oliveira Lima, emitiu nota comemorando a formalização das denúncias. Segundo ele, Melhem “vê com alívio o fato de que ele finalmente vai saber quem o acusa e do que. É um desejo do próprio Marcius — manifestado inúmeras vezes — que algo tão sério se desenvolva na Justiça, onde deveria estar desde o primeiro minuto, e não através de linchamento público. Marcius manifesta mais uma vez seu desejo por justiça e esclarecimento, sem distorções ou inverdades”.

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  • Filme

    Godzilla vs Kong ganha primeiro trailer legendado

    24 de janeiro de 2021 /

    A Warner divulgou o esperado trailer legendado completo de “Godzilla vs. Kong”. A prévia destaca cenas de luta eletrizantes entre os monstros gigantes, que deveriam lotar os cinemas em uma situação normal. Mas a pandemia faz com que o lançamento aconteça simultaneamente em streaming, na plataforma HBO Max. O vídeo dá maior ênfase para Kong. O macaco gigante e seus protetores empreendem uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar, e com eles está Jia (Kaylee Hottle), uma jovem órfã com quem ele formou um vínculo único e poderoso. Mas a viagem marítima é inesperadamente interrompida pelo ataque de um Godzilla enfurecido, abrindo uma trilha de destruição em todo o mundo. O trailer também sugere e a sinopse oficial confirma que o confronto épico entre os dois titãs – instigado por forças desconhecidas – faz parte de um mistério maior, envolvendo outras criaturas. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo lançamento ainda acompanha a agência Monarch, vista em todos os longas, em uma nova missão perigosa, que encontra pistas sobre a origem dos Titãs, além de uma conspiração dos humanos para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a família remanescente do filme anterior, formada por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) e Kyle Chandler (“Bloodline”). Pronto há meses, “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em quase um ano devido à pandemia. Após os últimos remanejamentos, o longa chegará aos cinemas em 26 de março, junto com sua disponibilização para os assinantes da HBO Max. Embora a WarnerMedia não tenha feito um anúncio oficial, a data é próxima da estimativa feita no passado para o lançamento da HBO Max na América Latina.

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  • TV

    Justiça determina que Rafinha Bastos apague ofensa contra Marcius Melhem

    21 de janeiro de 2021 /

    Depois de Felipe Castanhari, Rafinha Bastos também foi intimado a apagar um post ofensivo contra o ex-diretor da Globo Marcius Melhem. Melhem foi denunciado por atrizes da Globo por assédio sexual e moral. Elas levaram a queixa ao departamento competente da emissora e, após uma investigação interna, o comediante se afastou das funções de chefia do Humor da rede, tendo seu contrato encerrado com a empresa. Desde então, as queixas se tornaram públicas, mas mantiveram o anonimato. Rafinha Bastos se envolveu na história com a edição de um vídeo, publicado três vezes (duas no Twitter e uma no Instagram), em que debocha de uma declaração de Melhem sobre o caso (“foi muito doloroso para mim”). “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação, substituindo o áudio da entrevista do comediante por frases gravadas em sua voz: “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. Sob pena de multa diária de R$ 500, podendo chegar ao máximo de R$ 50 mil, a juíza Tonia Yuka Koroku, da 13ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou que Bastos “exclua de suas redes sociais os vídeos”, que foram considerados ofensivos à honra de Melhem. Na análise da magistrada, a exclusão “se justifica pelo conteúdo ofensivo que ultrapassa o mero exercício da livre expressão do pensamento”. “Os direitos fundamentais não são absolutos”, diz ela. “O limite está nos direitos fundamentais das outras pessoas que podem ser atingidas, como é o caso dos autos.” O vídeo teve quase 80 mil visualizações e ainda estão no ar. Veja a versão do Instagram abaixo (quando não puder ver, ele finalmente terá saído do ar). A ação de Melhem pede ainda retratação pública e R$ 50 mil de indenização por danos morais, mesma quantia pedida a Felipe Castanhari, que igualmente recebeu ordem judicial para tirar de suas redes sociais as acusações feitas a Melhem, chamado por ele de “assediador” e “escroto”. No caso de Castanhari, a decisão foi de outra juíza, Ana Luíza Madeiro Cruz, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Além dos dois, postagens de Danilo Gentili e Marcos Veras também foram alvo de reclamação judicial. Por enquanto, a Justiça atendeu apenas aos pedidos de tutela antecipada para a retirada dos posts. Já as retratações e indenizações por danos morais serão julgadas mais adiante. O ex-diretor da Globo também move uma ação contra a revista Piauí, que publicou uma reportagem com detalhes de supostos assédios, e Dani Calabresa, que se recusou a desmentir fatos polêmicos e contestados por Melhem na citada publicação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rafinha Bastos (@rafinhabastos)

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  • Filme

    Josh Duhamel deve substituir Armie Hammer em comédia com Jennifer Lopez

    20 de janeiro de 2021 /

    O ator Josh Duhamel (“Transformers”) entrou em negociações para substituir Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) na produção da comédia “Shotgun Wedding”. Hammer afastou-se da produção após um perfil do Instagram espalhar supostas mensagens em que ele se confessa canibal e revela preferências sexuais típicas de serial killer. “Não estou respondendo a essas alegações de m*rda, mas à luz dos ataques online viciosos e espúrios contra mim, não posso, em sã consciência, deixar meus filhos por quatro meses para fazer um filme na República Dominicana. A Lionsgate está me apoiando nisso e sou grato a eles por isso”, explicou Hammer, sobre o afastamento. Caso feche contrato, Duhamel fará par com Jennifer Lopez (“As Golpistas”). Mistura de comédia e ação, “Shotgun Wedding” acompanhará os dois protagonistas no dia de seu casamento. Enquanto reúnem suas famílias adoráveis, mas cheias de opiniões, para viajar até o local paradisíaco da cerimônia, os dois começam a discutir e colocam em xeque o matrimônio. E no momento em que o casamento balança, todos acabam virando reféns. O projeto tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. É que ele estava originalmente negociando estrelar o filme, mas acabou entrando apenas como produtor.

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  • Etc

    Sindicato dos Atores dos EUA abre processo para expulsar Donald Trump

    20 de janeiro de 2021 /

    O sindicato dos atores dos Estados Unidos demonstrou uma “coragem” tardia ao anunciar na terça-feira (19/1), último dia do governo de Donald Trump, ter iniciado um processo disciplinar contra ele, que pode levar à expulsão do ex-presidente americano de seus quadros. O sindicato SAG-AFTRA votou “esmagadoramente” a favor da abertura de um processo por violação da Constituição por Trump. A medida reflete o repúdio nacional contra o ataque ao Capitólio perpetrado em 6 de janeiro por apoiadores do ex-apresentador do reality show “O Aprendiz”. O comitê disciplinar do sindicato examinará o envolvimento de Trump no ataque. Canastrão em vários filmes, o magnata de extrema direita também é objeto de um processo de Impeachment no Congresso por “incitamento à insurreição”. “Donald Trump atacou os valores que este sindicato tem entre os mais sagrados: democracia, verdade, respeito pelos nossos concidadãos de todas as raças e religiões e a sacrossanta liberdade de imprensa”, afirmou a presidente da SAG-AFTRA, Gabrielle Carteris, em comunicado. O comitê disciplinar também estudará a “perigosa campanha de desinformação destinada a desacreditar e, em última instância, ameaçar a segurança dos jornalistas”, orquestrada segundo o sindicato pelo presidente republicano. Vale lembrar que, ao contrário do ataque ao Congresso, isso não é novidade, mas algo que o sindicato ignorou completamente durante os quatro anos de mandato de Trump. Os 160 mil membros do SAG-AFTRA incluem atores, mas também um grande número de profissionais dos meios audiovisuais nas mais diversas áreas, incluindo apresentadores de programas jornalísticos e de variedades (como “O Aprendiz”). “Como sindicato, nosso papel mais importante é a proteção de nossos membros”, afirmou David White, diretor-executivo da organização. Se condenado, Trump pode ter que pagar multa, passar pelo vexame da suspensão e, na pior das hipóteses, até ser expulso do SAG-AFTRA, que geralmente oferece aos seus associados alguns benefícios como aposentadoria e acesso a determinados filmes antes de seu lançamento. Trump entrou no SAG-AFTRA em 1989, quando apareceu em seu primeiro filme, o trash de baixo nível “Os Fantasmas Não Transam”, interpretando seu papel favorito: ele mesmo. A partir daí passou a exigir aparecer em todo o filme que usasse alguma de suas propriedades como cenário, o que o levou a entrar em produções como “Esqueceram de mim 2: Perdido em Nova York” (1992), “Celebridades” (1998), “Zoolander” (2001) e nas séries “Um Maluco no Pedaço” e “Sex and the City”. Sempre como Donald Trump.

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  • Etc

    Esquete do Porta dos Fundos sofre repúdio por suposto preconceito etário

    19 de janeiro de 2021 /

    Um vídeo estrelado por Fabio Porchat no canal do Porta dos Fundos motivou notas de repúdio na segunda-feira (18) por “um suposto ‘humor’ que reforça estereótipos equivocados”. O Instituto Ethos e a plataforma Labora apontam que o alvo da reclamação é uma esquete em que o personagem vivido por Porchat se refere à mãe de 57 anos “como se ela fosse uma criança incapaz”. Para eles, trata-se de “preconceito etário” (“idadismo”). A esquete também chamou atenção da HUB 40+, uma comunidade voltada para a empregabilidade e marketing de pessoas acima dos 40. Em nota, Mauro Wainstock, sócio fundador da HUB 40+, diz que o programa “ridiculariza uma mãe de 57 anos em sua relação com os filhos e a tecnologia”. Lançada há oito dias, a esquete se chama “Responsável”. Mas o tratamento da mãe “como se ela fosse uma criança incapaz” tem contexto maior que o citado. O alvo não é apenas a relação da mãe com a tecnologia, mas com a mídia em geral – e por meio de incentivo do filho alienado. A piada visa demonstrar como as pessoas estão susceptíveis à lavagem cerebral ao acompanharem noticiários sensacionalistas da TV, novelas bíblicas e fake news por whatsapp. Veja o vídeo completo abaixo.

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    Justiça determina que Felipe Castanhari apague ofensa contra Marcius Melhem

    18 de janeiro de 2021 /

    A Justiça determinou que Felipe Castanhari, apresentador do “Mundo Mistério”, da Netflix, apague um texto de seu perfil no Twitter em que chama o ex-diretor da TV Globo Marcius Melhem de “criminoso”, “escroto” e “assediador”. A decisão é assinada pela juíza Ana Luiza Madeiro Cruz, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que deferiu tutela antecipada de urgência pleiteada pela defesa de Melhem. Nesta segunda (18/1), ela deu um prazo de 24 horas para que Castanhari apague a mensagem, sob pena de multa de R$ 10 mil. Em sua decisão, Ana Luiza Madeiro Cruz afirma que “não se pode admitir que alguém, a pretexto de estar manifestando o seu livre pensamento, impute a outro, peremptoriamente, a prática de crime pelo qual, conforme consta nos autos, não foi sequer indiciado, ao menos até o momento”. Melhem foi denunciado por atrizes da TV Globo por assédio sexual e moral. Elas levaram a queixa ao departamento competente da emissora e, após uma investigação interna, o comediante se afastou das funções de chefia do Humor da rede, tendo seu contrato encerrado com a empresa. Mas a separação foi amigável, com elogios a Melhem, o que fez com que as denúncias começassem a se tornar públicas, primeiro como vazamentos anônimos, depois por entrevistas de uma advogada das atrizes que não se identificam e, por fim, numa reportagem polêmica da revista Piauí, cheia de detalhes contestados e acusações graves de fontes desconhecidas. Apenas no mês passado, após Melhem iniciar um processo legal contra as supostas fontes das acusações – que até o momento não assumiram publicamente as denúncias – , as advogadas que representam as funcionárias da Globo entraram no Ministério Público Federal (MPF) com pedido de investigação contra ele. Duas atrizes que fizeram denúncias prestaram depoimento à Ouvidoria das Mulheres no Conselho Nacional do Ministério Público na véspera do Natal. Entretanto, ainda não existe uma ação na Justiça contra Melhem. A juíza que acolheu a ação do comediante contra Castanhari reconheceu o mérito da reclamação, afirmando que são “verossímeis as alegações de que o conteúdo exposto na rede social é ofensivo e capaz de abalar a honra do autor [Melhem]”. Segundo os documentos, a postagem de Castanhari que originou o processo foi feita no dia 5 de dezembro e dizia: “Não caiam nesse discursinho de merda do Marcius Melhem. Esse cara é um criminoso, um escroto, um assediador que merece cadeia por todo o sofrimento que causou”. O texto já não estaria mais no ar. Além de Castanhari, Melhem também processa os humoristas Rafinha Bastos, Danilo Gentili e Marcos Veras por declarações similares, bem como a atriz Dani Calabresa, uma das citadas pela Piauí como vítima de suposto assédio sexual, que não teria contestado a reportagem.

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  • TV

    Marcius Melhem processa Danilo Gentili, Rafinha Bastos, Marcos Veras, Felipe Catanhari e revista Piauí

    16 de janeiro de 2021 /

    A atriz Dani Calabresa não é a única pessoa que o ex-diretor do núcleo humorístico da TV Globo Marcius Melhem está processando devido à acusações que recebeu de assédio moral e sexual. De acordo com o colunista Leo Dias, ele também abriu ações contra os comediantes Rafinha Bastos, Danilo Gentili, Marcos Veras e o youtuber Felipe Catanhari, além da revista Piauí, que publicou uma reportagem polêmica com fontes anônimas detalhando vários dos supostos casos de assédio cometidos por Melhem. Os advogados de Melhem afirmam que as opiniões expressas pelos comediantes vão além da liberdade de expressão e ofendem a honra, a intimidade e a imagem pública de seu cliente. Melhem pretende receber R$ 200 mil por danos morais da revista Piauí e promete doar o valor total ao Retiro dos Artistas. Já nos processos contra os comediantes, ele pede R$ 50 mil de cada um por calúnia e difamação. Para não ter que pagar, eles precisarão provar que Melhem fez o que acusaram – ou, ao menos, que não lhe ofenderam. Além do dinheiro, os advogados de Melhem pedem que a Justiça exija uma retratação publica em relação ao conteúdo contestado – no caso dos comediantes, tanto em suas respectivas redes sociais quanto em entrevistas concedidas à imprensa. As ações foram protocoladas na última sexta-feira (15/1) nas Varas Cível de São Paulo e do Rio de Janeiro. Melhem ainda move um processo de R$ 200 mil contra Dani Calabresa, valor que promete doar, caso vença, à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Ele também pede o ressarcimento do custo dos tratamentos psiquiátrico e psicoterápico que fez entre fevereiro e dezembro do ano passado, quando surgiram as fofocas de assédio, no valor de R$ 46,4 mil.

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    Godzilla vs Kong tem estreia antecipada para março

    16 de janeiro de 2021 /

    Com a definição da estratégia de lançar seus filmes de 2021 simultaneamente no cinema e na HBO Max, a Warner decidiu mexer em seu calendário novamente para antecipar a estreia de “Godzilla vs. Kong”. O filme já está pronto. Deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em um ano devido à pandemia de coronavírus, para maio de 2021. Só que o estúdio tem um buraco em sua programação de março. A falta de previsão para um filme no período poderia afetar seus planos de atrair assinantes para a HBO Max com títulos de cinema. Assim, “Godzilla vs Kong” teve sua estreia adiantada para 26 de março de 2021 – e chegará aos cinemas no mesmo dia em que será disponibilizado na HBO Max, serviço disponível apenas nos EUA por enquanto. A antecipação também mostra uma reaproximação entre a Warner, distribuidora do filme, e a Legendary Pictures, produtora responsável pelo título, que vinha protestando contra a estratégia do estúdio de lançar todos os seus filmes de 2021 diretamente no streaming. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo filme juntará os dois gigantes principais desse universo compartilhado. Além da briga dos monstros, o filme vai acompanhar a agência Monarch em uma missão perigosa, que descobre pistas sobre a origem dos Titãs, além de uma conspiração dos humanos para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além do trio remanescente Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), que apareceram em “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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