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    Episódio de Marilyn Manson é cortado da série Creepshow

    2 de fevereiro de 2021 /

    Após ter sua participação cortada na 3ª temporada de “American Gods”, Marilyn Manson também será extraído da série “Creepshow”. O cantor gravou participação num episódio da 2ª temporada da antologia de terror da plataforma Shudder, mas a rede AMC, responsável pelo serviço, anunciou que esse capítulo não será mais exibido. Os cortes integram a repercussão das denúncias feitas na segunda-feira (1/2) contra o cantor. Manson foi acusado de abuso sexual por cinco mulheres, entre elas sua ex-noiva Evan Rachel Wood (estrela da série “Westworld”), o que também o fez ser dispensado por sua gravadora Em seu post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Depois do desabafo da atriz, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares e os parceiros comerciais de Manson começaram a lhe virar as costas. Manson demorou várias horas para abordar a polêmica, publicando uma nota curta em seu Instagram. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ”

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    Marilyn Manson responde às acusações de abuso: “Horríveis distorções”

    2 de fevereiro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson manifestou-se pelas redes sociais para abordar as repercussões de uma segunda-feira (1/2) tensa, em que foi acusado de abuso sexual por cinco mulheres, entre elas sua ex-noiva Evan Rachel Wood (estrela da série “Westworld”), o que o fez ser dispensado por sua gravadora e cortado da série “American Gods” de forma praticamente automática. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” A nota curta é uma resposta ao post em que Evan Rachel Wood acusou publicamente o roqueiro de abusar “horrivelmente” dela quando ainda era adolescente. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006, quando a atriz de “Westworld” tinha 18 anos, até 2010 e chegaram a ficar noivos. Depois da denúncia, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares e os parceiros comerciais de Manson começaram a lhe virar as costas, repercutindo o apelo da atriz. Em seu post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Confira os dois posts originais abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marilyn Manson (@marilynmanson) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Evan Rachel Wood (@evanrachelwood)

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    Marilyn Manson é cortado da série American Gods

    2 de fevereiro de 2021 /

    Depois de ser dispensado por sua gravadora, a participação de Marilyn Manson na 3ª temporada de “American Gods” também foi cortada. A dispensa aconteceu depois que Evan Rachel Wood acusou publicamente o roqueiro de abusar “horrivelmente” dela quando ainda era adolescente. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006, quando a atriz de “Westworld” tinha 18 anos, até 2010 e chegaram a ficar noivos. Depois da denúncia, outras quatro mulheres apresentaram queixas similares. “Devido às alegações feitas contra Marilyn Manson, decidimos remover sua performance do episódio restante em que ele apareceria, que estava agendado para ir ao ar no final desta temporada. O Starz está inequivocamente ao lado de todas as vítimas e sobreviventes de abuso”, disse um porta-voz do canal pago Starz em comunicado. Manson se juntou à série baseada no premiado romance de Neil Gaiman na atual temporada, como o sangrento Johan Wengren, vocalista da banda Viking de death metal Blood Death. O cantor foi uma parte essencial do episódio “The Unseen”, exibido na noite de domingo (31/1) nos EUA, e voltaria em mais um episódio. Em seu post nas redes sociais, Evan Rachel Wood escreveu: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. As alegações da atriz e de outras quatro mulheres não as primeiras denúncias de abuso contra Manson. Em maio de 2018, um boletim de ocorrência chegou a ser preenchido contra ele por crimes sexuais não especificados que datavam de 2011. A investigação não foi adiante, porque o crime acabou prescrito.

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    Gravadora dispensa Marilyn Manson após denúncias de abuso sexual

    1 de fevereiro de 2021 /

    O cantor Marilyn Manson está sem gravadora. Ele teve seu contrato oficialmente rompido após as denúncias de abuso sexual, agressão, tortura psicológica e estupro publicadas pelas atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”) e outras quatro mulheres nesta segunda (1/2). Em um comunicado, a gravadora Loma Vista Recordings informou que não vai mais promover o álbum mais recente de Manson ou trabalhar com ele em projetos futuros. “À luz das alegações perturbadoras de Evan Rachel Wood e outras mulheres nomeando Marilyn Manson como abusador, a Loma Vista deixará de promover seu álbum atual, com efeito imediato. Devido a esses desenvolvimentos preocupantes, também decidimos não trabalhar com Marilyn Manson em qualquer projeto futuro”, diz o texto da gravadora. A página de Manson também foi apagada do site da Loma Vista. A decisão é a primeira repercussão das denúncias desta segunda, que começaram com um post de Evan Rachel Wood, que namorou o cantor quando tinha 18 anos e ele 36. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006 a 2010, e chegaram a ficar noivos. “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson”, escreveu a atriz em suas redes sociais. “Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Em resposta à postagem, quatro outras mulheres também apresentaram alegações de abuso semelhantes contra Manson. Wood compartilhou esses desabafos em seu Stories no Instagram. Estas não são as primeiras alegações de abuso contra Manson. Em maio de 2018, um boletim de ocorrência chegou a ser preenchido contra ele por crimes sexuais não especificados que datavam de 2011. A investigação não foi adiante, porque o crime acabou prescrito. O advogado de Manson, Howard E. King, disse na ocasião: “As alegações feitas à polícia são categoricamente negadas pelo Sr. Warner e são completamente delirantes ou parte de uma tentativa calculada de gerar publicidade … Qualquer alegação de impropriedade sexual naquela ou em qualquer outra época é falsa. ”

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    Evan Rachel Wood acusa Marilyn Manson de abuso sexual

    1 de fevereiro de 2021 /

    Evan Rachel Wood (da série “Westworld”) usou as redes sociais nesta segunda (1/2) para denunciar abusos sofridos quando namorava o cantor Marilyn Manson. A atriz conheceu Manson quando tinha 18 anos e ele 36. Os dois tiveram uma longa relação, de 2006 a 2010, e chegaram a ficar noivos. Em um post em seu Instagram, a atriz desabafou: “O nome do meu abusador é Brian Warner, também conhecido como Marilyn Manson. Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão. Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens. Eu estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. A atriz já tinha mencionado diversas vezes ter sobrevivido a um relacionamento violento e abusivo, mas até então nunca havia nomeado o responsável. Em 2016, chegou a dizer ter sido estuprada duas vezes, identificado um dos agressores como um namorado, o que teria sido o motivo que a levou a tentar se suicidar. Em sua antiga conta no Twitter, atualmente desativada, ela revelou que cortava os pulsos quando o “abusador” a ameaçava, mas que isso só o desarmava temporariamente. Ela chegou a gravar um vídeo falando sobre o relacionamento abusivo e revelou que não sabe se algum dia conseguirá superar o trauma. “É muito difícil se sentir segura. Eu penso sobre isso todos os dias, de uma forma ou outra. Eu não estou bem porque não importa o quanto eu trabalhe isso ou tenha trabalhado isso, eu ainda estou procurando um certo tipo de paz, procurando formas de me sentir segura. Estou tentando colocar tudo isso pra trás, mas não sei se eu algum dia poderei fazer isso. Eu não estou bem porque não me lembro como é não sentir medo”, disse na época. Desde que revelou esses detalhes, ela se tornou uma defensora dos sobreviventes de violência sexual e doméstica. Em resposta à nova postagem de Wood, pelo menos quatro outras mulheres trouxeram novas alegações de relatos de abuso contra Manson. Wood compartilhou essas histórias em seu Stories. Alguns dos detalhes também foram publicados pela revista Vanity Fair. As denúncias são de abuso psicológico, “comportamento demente”, incluindo chantagem, manipulação e isolamento, abuso físico, como cortes e estupro. As mulheres também dizem que sofreram ataques de pânico, PTSD e/ou depressão devido aos supostos abusos e agora estão se manifestando em um esforço para exigir a responsabilização. Até o momento, Marilyn Manson não comentou as denúncias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Evan Rachel Wood (@evanrachelwood)

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    Marcius Melhem volta à justiça contra Felipe Castanhari após perder para Danilo Gentili

    29 de janeiro de 2021 /

    Os processos de Marcius Melhem contra comediantes que o atacaram após a revista Piauí publicar uma reportagem-denúncia com acusações de assédio sexual tem rendido desdobramentos. Enquanto Danilo Gentili escapou de punição e ainda tripudiou com piada, Felipe Castanhari recebeu uma segunda advertência no caso. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) determinou que Castanhari retire do ar uma nova publicação em que acusa Melhem de promover “censura e intimidação”. A postagem foi feita após ele ser condenado a apagar um primeiro post, em que chamava Melhem de “criminoso”, “escroto” e “assediador”, sob pena de pagar R$ 10 mil por dia. Mas, após obedecer a determinação, Castanhari voltou a repetir o termo “assediador” em novo ataque, comparando a decisão de Melhem de ir Justiça a assédio. “A imposição do silêncio é uma das principais armas de um assediador”, ele escreveu. “Sendo verossímeis as alegações de que o conteúdo exposto na rede social é ofensivo e capaz de abalar a honra do autor, e, considerando que a publicação mencionada imputa ao autor crime pelo qual sequer foi indiciado até o momento, defiro a tutela de urgência pleiteada”, diz a decisão, assinada pela juíza Ana Luiza Madeiro Cruz Eserian. O apresentador do programa “Mundo Mistério”, da Netflix, recebeu um prazo de 24 horas para apagar o post, tempo que já foi superado sem que o texto saísse do ar. Por ser reincidente, a multa agora é de R$ 20 mil por dia. Já Danilo Gentili escapou da mesma punição pelo entendimento de outra juíza, Carolina de Figueiredo Dorlhiac Nogueira, da 38ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, que considerou as manifestações do apresentador do programa “The Noite” como piadas e não ofensas à honra. De fato, Gentili não fez afirmações diretas como Castanhari, valendo-se de humor para agredir Melhem. “Em breve, Marcius Melhem estreará seu novo programa: Porra total”, escreveu o comediante do SBT. “Eu sempre achei que o Marcus Melhem forçava. Mas eu achava que era só no humor”, continuou. “Uma coisa não podemos negar. O Marcius Melhem foi um grande líder na Globo. Daqueles que não tem medo de botar o pau na mesa”, acrescentou. Melhem considerou os conteúdos “ofensivos e depreciativos”, mas a magistrada entendeu que o caso ainda precisa ser plenamente esclarecido e que atender a demanda de Melhem poderia caracterizar a violação de princípios democráticos e censura. Como resultado, Gentili emplacou mais uma piada às custas de Melhem. Ele publicou um “pedido formal e público de desculpas ao sr. Melhem”, dando como justificativa o fato de ter sido “injusto com ele em determinada afirmação. Certa vez eu disse que não conseguia rir de nada que esse senhor fazia, porém dessa vez eu tô rindo muito”. Além dos dois comediantes citados, Marcius Melhem também abriu processos contra Rafinha Bastos, Marcos Veras, Dani Calabresa e a revista Piauí.

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  • Série

    Armie Hammer sai da série do Poderoso Chefão após polêmica das mensagens canibais

    28 de janeiro de 2021 /

    O ator Armie Hammer abandonou mais uma produção, em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que ele supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais. Ele deixou o elenco de “The Offer”, uma série da Paramount+ (Paramount Plus ou Paramount Mais no Brasil) sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão”. “The Offer” narra a realização do filme de 1972, vencedor do Oscar, através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. Ruddy seria interpretado por Hammer. A série de 10 episódios, produzida por Michael Tolkin (“Escape at Dannemora”), agora busca outro intérprete. A saída de Hammer do projeto acontece após ele abandonar a comédia “Shotgun Wedding”, da Lionsgate, que estrelaria ao lado de Jennifer Lopez. O ator vive um pesadelo de relações públicas após supostas mensagens privadas virem à tona, em que o astro de “Me Chame pelo Seu Nome” se confessa canibal e com desejos típicos de um serial killer. As mensagens foram publicadas por uma conta de Instagram administrada por uma mulher não identificada, que afirma ter vivido um caso com Hammer. Desde então, várias outras mulheres disseram ter recebido mensagens ou ter ouvido conversas semelhantes do ator, que nega as acusações.

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  • TV

    Acusadoras de Marcius Melhem são oito funcionárias da Globo

    25 de janeiro de 2021 /

    Foram oito as funcionárias da rede Globo que acusaram o ex-diretor da empresa, Marcius Melhem, de assédio sexual e/ou moral. Este foi o total de depoimentos feitos na Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público, visando abertura de inquérito. A informação veio à tona no momento em que a promotora Gabriela Manssur se prepara para encaminhar os depoimentos aos promotores do Rio de Janeiro, o que deve acontecer ao longo desta semana. A promotora deve recomendar ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro a abertura de um inquérito criminal e a adoção de medidas cautelares, como proibir Melhem de se aproximar das mulheres que o acusam. Gabriela Manssur também pode recomendar que Melhem seja proibido de divulgar mensagens que trocou com elas, como já fez com Dani Calabresa, e que a investigação corra sob sigilo. Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, o advogado do ex-diretor, José Luis Oliveira Lima, emitiu nota comemorando a formalização das denúncias. Segundo ele, Melhem “vê com alívio o fato de que ele finalmente vai saber quem o acusa e do que. É um desejo do próprio Marcius — manifestado inúmeras vezes — que algo tão sério se desenvolva na Justiça, onde deveria estar desde o primeiro minuto, e não através de linchamento público. Marcius manifesta mais uma vez seu desejo por justiça e esclarecimento, sem distorções ou inverdades”.

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    Godzilla vs Kong ganha primeiro trailer legendado

    24 de janeiro de 2021 /

    A Warner divulgou o esperado trailer legendado completo de “Godzilla vs. Kong”. A prévia destaca cenas de luta eletrizantes entre os monstros gigantes, que deveriam lotar os cinemas em uma situação normal. Mas a pandemia faz com que o lançamento aconteça simultaneamente em streaming, na plataforma HBO Max. O vídeo dá maior ênfase para Kong. O macaco gigante e seus protetores empreendem uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar, e com eles está Jia (Kaylee Hottle), uma jovem órfã com quem ele formou um vínculo único e poderoso. Mas a viagem marítima é inesperadamente interrompida pelo ataque de um Godzilla enfurecido, abrindo uma trilha de destruição em todo o mundo. O trailer também sugere e a sinopse oficial confirma que o confronto épico entre os dois titãs – instigado por forças desconhecidas – faz parte de um mistério maior, envolvendo outras criaturas. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo lançamento ainda acompanha a agência Monarch, vista em todos os longas, em uma nova missão perigosa, que encontra pistas sobre a origem dos Titãs, além de uma conspiração dos humanos para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a família remanescente do filme anterior, formada por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) e Kyle Chandler (“Bloodline”). Pronto há meses, “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em quase um ano devido à pandemia. Após os últimos remanejamentos, o longa chegará aos cinemas em 26 de março, junto com sua disponibilização para os assinantes da HBO Max. Embora a WarnerMedia não tenha feito um anúncio oficial, a data é próxima da estimativa feita no passado para o lançamento da HBO Max na América Latina.

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  • TV

    Justiça determina que Rafinha Bastos apague ofensa contra Marcius Melhem

    21 de janeiro de 2021 /

    Depois de Felipe Castanhari, Rafinha Bastos também foi intimado a apagar um post ofensivo contra o ex-diretor da Globo Marcius Melhem. Melhem foi denunciado por atrizes da Globo por assédio sexual e moral. Elas levaram a queixa ao departamento competente da emissora e, após uma investigação interna, o comediante se afastou das funções de chefia do Humor da rede, tendo seu contrato encerrado com a empresa. Desde então, as queixas se tornaram públicas, mas mantiveram o anonimato. Rafinha Bastos se envolveu na história com a edição de um vídeo, publicado três vezes (duas no Twitter e uma no Instagram), em que debocha de uma declaração de Melhem sobre o caso (“foi muito doloroso para mim”). “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação, substituindo o áudio da entrevista do comediante por frases gravadas em sua voz: “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. Sob pena de multa diária de R$ 500, podendo chegar ao máximo de R$ 50 mil, a juíza Tonia Yuka Koroku, da 13ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou que Bastos “exclua de suas redes sociais os vídeos”, que foram considerados ofensivos à honra de Melhem. Na análise da magistrada, a exclusão “se justifica pelo conteúdo ofensivo que ultrapassa o mero exercício da livre expressão do pensamento”. “Os direitos fundamentais não são absolutos”, diz ela. “O limite está nos direitos fundamentais das outras pessoas que podem ser atingidas, como é o caso dos autos.” O vídeo teve quase 80 mil visualizações e ainda estão no ar. Veja a versão do Instagram abaixo (quando não puder ver, ele finalmente terá saído do ar). A ação de Melhem pede ainda retratação pública e R$ 50 mil de indenização por danos morais, mesma quantia pedida a Felipe Castanhari, que igualmente recebeu ordem judicial para tirar de suas redes sociais as acusações feitas a Melhem, chamado por ele de “assediador” e “escroto”. No caso de Castanhari, a decisão foi de outra juíza, Ana Luíza Madeiro Cruz, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Além dos dois, postagens de Danilo Gentili e Marcos Veras também foram alvo de reclamação judicial. Por enquanto, a Justiça atendeu apenas aos pedidos de tutela antecipada para a retirada dos posts. Já as retratações e indenizações por danos morais serão julgadas mais adiante. O ex-diretor da Globo também move uma ação contra a revista Piauí, que publicou uma reportagem com detalhes de supostos assédios, e Dani Calabresa, que se recusou a desmentir fatos polêmicos e contestados por Melhem na citada publicação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rafinha Bastos (@rafinhabastos)

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    Josh Duhamel deve substituir Armie Hammer em comédia com Jennifer Lopez

    20 de janeiro de 2021 /

    O ator Josh Duhamel (“Transformers”) entrou em negociações para substituir Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) na produção da comédia “Shotgun Wedding”. Hammer afastou-se da produção após um perfil do Instagram espalhar supostas mensagens em que ele se confessa canibal e revela preferências sexuais típicas de serial killer. “Não estou respondendo a essas alegações de m*rda, mas à luz dos ataques online viciosos e espúrios contra mim, não posso, em sã consciência, deixar meus filhos por quatro meses para fazer um filme na República Dominicana. A Lionsgate está me apoiando nisso e sou grato a eles por isso”, explicou Hammer, sobre o afastamento. Caso feche contrato, Duhamel fará par com Jennifer Lopez (“As Golpistas”). Mistura de comédia e ação, “Shotgun Wedding” acompanhará os dois protagonistas no dia de seu casamento. Enquanto reúnem suas famílias adoráveis, mas cheias de opiniões, para viajar até o local paradisíaco da cerimônia, os dois começam a discutir e colocam em xeque o matrimônio. E no momento em que o casamento balança, todos acabam virando reféns. O projeto tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. É que ele estava originalmente negociando estrelar o filme, mas acabou entrando apenas como produtor.

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    Sindicato dos Atores dos EUA abre processo para expulsar Donald Trump

    20 de janeiro de 2021 /

    O sindicato dos atores dos Estados Unidos demonstrou uma “coragem” tardia ao anunciar na terça-feira (19/1), último dia do governo de Donald Trump, ter iniciado um processo disciplinar contra ele, que pode levar à expulsão do ex-presidente americano de seus quadros. O sindicato SAG-AFTRA votou “esmagadoramente” a favor da abertura de um processo por violação da Constituição por Trump. A medida reflete o repúdio nacional contra o ataque ao Capitólio perpetrado em 6 de janeiro por apoiadores do ex-apresentador do reality show “O Aprendiz”. O comitê disciplinar do sindicato examinará o envolvimento de Trump no ataque. Canastrão em vários filmes, o magnata de extrema direita também é objeto de um processo de Impeachment no Congresso por “incitamento à insurreição”. “Donald Trump atacou os valores que este sindicato tem entre os mais sagrados: democracia, verdade, respeito pelos nossos concidadãos de todas as raças e religiões e a sacrossanta liberdade de imprensa”, afirmou a presidente da SAG-AFTRA, Gabrielle Carteris, em comunicado. O comitê disciplinar também estudará a “perigosa campanha de desinformação destinada a desacreditar e, em última instância, ameaçar a segurança dos jornalistas”, orquestrada segundo o sindicato pelo presidente republicano. Vale lembrar que, ao contrário do ataque ao Congresso, isso não é novidade, mas algo que o sindicato ignorou completamente durante os quatro anos de mandato de Trump. Os 160 mil membros do SAG-AFTRA incluem atores, mas também um grande número de profissionais dos meios audiovisuais nas mais diversas áreas, incluindo apresentadores de programas jornalísticos e de variedades (como “O Aprendiz”). “Como sindicato, nosso papel mais importante é a proteção de nossos membros”, afirmou David White, diretor-executivo da organização. Se condenado, Trump pode ter que pagar multa, passar pelo vexame da suspensão e, na pior das hipóteses, até ser expulso do SAG-AFTRA, que geralmente oferece aos seus associados alguns benefícios como aposentadoria e acesso a determinados filmes antes de seu lançamento. Trump entrou no SAG-AFTRA em 1989, quando apareceu em seu primeiro filme, o trash de baixo nível “Os Fantasmas Não Transam”, interpretando seu papel favorito: ele mesmo. A partir daí passou a exigir aparecer em todo o filme que usasse alguma de suas propriedades como cenário, o que o levou a entrar em produções como “Esqueceram de mim 2: Perdido em Nova York” (1992), “Celebridades” (1998), “Zoolander” (2001) e nas séries “Um Maluco no Pedaço” e “Sex and the City”. Sempre como Donald Trump.

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    Esquete do Porta dos Fundos sofre repúdio por suposto preconceito etário

    19 de janeiro de 2021 /

    Um vídeo estrelado por Fabio Porchat no canal do Porta dos Fundos motivou notas de repúdio na segunda-feira (18) por “um suposto ‘humor’ que reforça estereótipos equivocados”. O Instituto Ethos e a plataforma Labora apontam que o alvo da reclamação é uma esquete em que o personagem vivido por Porchat se refere à mãe de 57 anos “como se ela fosse uma criança incapaz”. Para eles, trata-se de “preconceito etário” (“idadismo”). A esquete também chamou atenção da HUB 40+, uma comunidade voltada para a empregabilidade e marketing de pessoas acima dos 40. Em nota, Mauro Wainstock, sócio fundador da HUB 40+, diz que o programa “ridiculariza uma mãe de 57 anos em sua relação com os filhos e a tecnologia”. Lançada há oito dias, a esquete se chama “Responsável”. Mas o tratamento da mãe “como se ela fosse uma criança incapaz” tem contexto maior que o citado. O alvo não é apenas a relação da mãe com a tecnologia, mas com a mídia em geral – e por meio de incentivo do filho alienado. A piada visa demonstrar como as pessoas estão susceptíveis à lavagem cerebral ao acompanharem noticiários sensacionalistas da TV, novelas bíblicas e fake news por whatsapp. Veja o vídeo completo abaixo.

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