Show escandaloso de Janet Jackson vai virar documentário
Após o sucesso de dois capítulos sobre Britney Spears (“Framing” e “Controlling Britney Spears”), a série documental “The New York Times Presents”, disponibilizada pela plataforma Hulu nos EUA, vai abordar outro escândalo envolvendo uma estrela pop. Desta vez, o foco será a apresentação de Janet Jackson no Super Bowl de 2004, quando ela teve parte da roupa arrancada por Justin Timberlake, exibindo um de seus seios ao vivo na TV. Intitulado “Malfunction: The Dressing Down of Janet Jackson”, o documentário contará os bastidores do show do intervalo do Super Bowl de 2004 e o impacto que a apresentação teve na carreira da cantora. Embora a carreira de Justin tenha se consolidado ao longo dos anos, a de Jackson nunca se recuperou. A produção pretende examinar os preconceitos raciais, sexuais e culturais que colidiram na ocasião, e pretende mostrar como o incidente impactou de forma diferente os dois envolvidos. O documentário tem direção e produção de Jodi Gomes, que já abordou a família Jackson em “The Jacksons: A Family Dynasty”. A estreia está marcada para 19 de novembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. Os dois episódios de Britney foram disponibilizados no país pela Globoplay.
Entrevista de Wagner Moura irrita integrantes do governo
O ator Wagner Moura, que estreia na direção à frente de “Marighella”, irritou integrantes do governo Bolsonaro e simpatizantes da ditadura militar brasileira ao dar uma entrevista contundente ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na noite de segunda (1/11). Ele falou sobre as ameaças sofridas durante a produção de seu filme “Marighella”, que conta a história do guerrilheiro Carlos Marighella e as barbaridades cometidas pela ditadura no país, mencionando ter enfrentado até tentativa de censura do filme por órgãos do governo, com o cancelamento de recursos da Ancine autorizados para o longa. “Os ataques foram todos. A questão com a Ancine é uma clara censura. O ‘Marighella’ tinha sido contemplado com o fundo setorial para complementação da produção e não recebemos o dinheiro porque foi negado pela Ancine, no momento em que o Bolsonaro falava abertamente em filtragem na Ancine”, declarou, lembrando ainda que outros editais, sobretudo aqueles com temática LGBTQIAP+, foram cancelados após lives de Bolsonaro atacarem as produções. Por conta da identificação do governo Bolsonaro com ideais da ditadura, Moura fez uma comparação à luta contra a repressão de outrora e o enfrentamento contra os representantes atuais do regime. “‘Marighella’ não é apenas sobre quem resistiu à ditadura militar nas décadas de 1960 e 1970, é sobre os que resistem hoje no Brasil”, afirmou. Ele também comparou os atos de terrorismo de Marighella com o que considera terrorismo de estado praticado por Bolsonaro. “Os acusados de terroristas são os pobres, o MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], o Black Lives Matter, e isso sempre me incomodou, mas 600 mil mortos por Covid é terrorismo, 19 milhões de pessoas passando fome, a Amazônia pegando fogo, o ministro da Economia que tem uma conta offshore enquanto o povo paga imposto alto é terrorismo”, afirmou, ao comentar a romantização do guerrilheiro. A respeito de uma declaração de Sérgio Camargo, presidente da Fundação Cultural Palmares, que chamou Marighella de “psicopata comunista”, Moura se recusou a comentar. “Eu não tenho nenhum respeito por nenhuma declaração de quem faça parte desse governo. Nem esse cara, nem aquele da secretaria de Cultura, eu não vou comentar.” Pelo Twitter, o ex-“Malhação” Mario Frias, “aquele da secretaria de Cultura”, decidiu fazer o que Moura não fez. Ele “comentou”: “Somos dois então. Não sinto nada além de desprezo por esse sujeito patético que bate palma pra bandido!”, escreveu. “Também não temos respeito por você”, apoiou André Porciuncula, capitão da PM e braço-direito de Frias na secretaria de cultura, responsável pela aprovação de projetos culturais para receber financiamentos via Lei Rouanet. Teve mais. “Terrorismo quem fez foi o personagem que este ator interpretou e ainda teve a desfaçatez de falar em ‘amor’ para resumir a história de um homicida. E covardia é defender o socialismo e ir morar em um país capitalista”, escreveu a deputada federal Carla Zambelli, sem definir se o país capitalista a que ela se refere é os EUA e se o Brasil é socialista na comparação inusitada. Não é de hoje que os simpatizantes da ditadura escolheram “Marighella” como alvo. A reação é tão extremada que fez o portal americano IMDb, conhecido por reunir avaliações do público sobre lançamentos de cinema, TV e streaming, alterar os pesos das notas dadas à produção após constatar que o filme sofria “review bombing” de usuários do Brasil, onde o filme permanece inédito. Graças à alteração dos critérios, a nota do longa pulou de 4 para 6,5 na semana passada. Embora reconhecidamente romanceie a luta de Carlos Marighella, que não era pela democracia, mas pelo comunismo, “Marighella” é um filme importante para o momento em que o Brasil atravessa, e isso se reflete nos aplausos e elogios que têm recebido em todo o mundo, desde que teve sua première em 2019 no Festival de Berlim. O filme tem 88% de aprovação entre a crítica americana e finalmente vai chegar no Brasil nesta quinta (4/11). Veja abaixo a íntegra da entrevista de Wagner Moura no programa “Roda Vida”, da TV Cultura.
Boneca de “Round 6” aparece na Avenida Paulista
A série sul-coreana “Round 6” já bateu todos os recordes de audiência desde que foi lançada em 18 de setembro, mas a Netflix continua investindo em sua divulgação. Neste feriadão, a boneca do primeiro jogo da trama apareceu simplesmente na Avenida Paulista, numa encenação com atores que parou o trânsito e envolveu transeuntes da região, uma das mais movimentadas de São Paulo. Para a ação, a boneca “aprendeu” português, dizendo com algum sotaque a frase coreana que repetia na série: “Batatinha, 1, 2, 3”. Veja abaixo. Fenômeno mundial, “Round 6” tinha sido vista por 142 milhões de assinantes da Netflix em seu primeiro mês. O número, divulgado em 19 de outubro, deve ter crescido muito mais desde então. Em termos de comparação, essa audiência é quase o dobro do 2º colocado, o sucesso de “Bridgerton”, até agosto passado a série mais assistida da Netflix com 82 milhões de visualizações. O volume de tráfego gerado pela produção foi tão grande que uma das maiores empresas provedoras de internet da Coreia do Sul resolveu processar a plataforma por monopolizar seus serviços. A SK Broadband está cobrando na justiça os custos de manutenção e a quantidade de banda larga utilizados por seus usuários para ver “Round 6”. O lado mais sombrio do fenômeno é que a série está sendo vista por muitas crianças, que tentam recriar os jogos com colegas. O apelo encontra-se no fato de os desafios mortais serem baseados em brincadeiras infantis. Mas por conter muita violência a produção é imprópria para menores de 16 anos. O sucesso se reflete ainda na popularidade repentina dos atores da série. A estreante Jung Ho-yeon, que interpreta a jogadora 067, tornou-se a atriz sul-coreana mais seguida do Instagram praticamente da noite para o dia. Até então modelo, ela viu seu número de seguidores saltar de 400 mil para o nível Juliette de mais de 23 milhões em um mês. Embora a Netflix ainda não tenho anunciado a continuação, o criador e diretor da série, Hwang Dong-hyuk, já está trabalhando em ideias para os próximos capítulos. Limites? Não temos! Em vídeos divulgados nas redes sociais, mostram uma boneca (a mesma de Round 6), nas ruas de São Paulo, mais especificamente, na Avenida Paulista. Com direito aos efeitos sonoros do kdrama (batatinha frita 1,2,3) e pessoas se divertindo no local. Iriam? 🗣 pic.twitter.com/bcMnogYDr3 — Round 6 Brasil (@Round6Brasil) November 1, 2021 Gente, que?????? Boneca da “batatinha 1,2,3”do Round 6 na Paulista pic.twitter.com/sllnjDvDbM — Laís Amaral (@lalamaral) October 30, 2021
Funcionários transexuais processam Netflix após especial com piadas transfóbicas
A Netflix vai enfrentar um processo trabalhista devido ao controverso especial de comédia de David Chappelle, em que o humorista fez piadas transfóbicas. Dois funcionários transexuais foram ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos EUA para acusar a empresa de streaming de retaliação por terem criticado o especial “Encerramento” (The Closer). O ex-gerente de programas B. Pagels-Minor, demitido enquanto organizava uma manifestação de funcionários trans, e Terra Field, uma engenheira de software suspensa após criticar o especial, são os responsáveis pela queixa. Eles afirmam que as ações da Netflix foram projetadas para impedir que os trabalhadores protestassem, impedindo discussões sobre um ambiente seguro para os funcionários LGBTQIAP+. “Esta acusação não é apenas sobre B. e Terra, e não é sobre Dave. Trata-se de tentar mudar a cultura e ter um impacto para os outros”, diz a advogada deles, Laurie Burgess. “A acusação é um ação coletiva. Trata-se de apoiar colegas de trabalho e defender coisas que você se importa.” B. está grávido de 35 semanas e prestes a perder o plano de saúde. “Em meio a todo o estresse, estou tentando tirar um dia de cada vez e focar na minha saúde”, disse ele à revista. “Como é uma gravidez de alto risco, eu tenho que ter cuidado. Nem sabemos qual é a nossa situação de plano de saúde, e estamos programados para estar em um hospital tendo um bebê em menos de 30 dias.” No caso de Terra, uma das primeiras a denunciar as ofensas do especial, ela chegou a ser ameaçada de morte e teve seus dados pessoais vazados. “Isso é o que acontece com as pessoas trans – somos tolerados desde que fiquemos quietos, mas se protestarmos por algo somos assediados”. A Netflix, por sua vez, nega ter tomado qualquer atitude para silenciar os funcionários. “Reconhecemos a mágoa e a dor causadas aos nossos colegas trans nas últimas semanas”, disse um porta-voz do streamer em comunicado à imprensa. “Mas queremos deixar claro que a Netflix não tomou nenhuma ação contra os funcionários por reclamarem ou protestarem.” A plataforma justifica a demissão de B. Pagels-Minor por vazamento de informação sensível à imprensa, acusação que ele nega, e a suspensão de Terra Field por invadir uma reunião de diretores da empresa.
Ataque extremista à “Marighella” gera reação de site americano
Um ataque coordenado contra o filme brasileiro “Marighella” fez o portal americano IMDb, conhecido por reunir avaliações do público sobre lançamentos de cinema, TV e streaming, alterar os pesos das notas dadas à produção. Após a constatação de que a maioria dos comentários negativos vinha do Brasil, onde o filme permanece inédito, o IMDb passou a valorizar mais os comentários positivos do resto do mundo, fazendo com que a nota do filme saltasse de 4 na última quarta-feira (25/10) para 6,5. Ao todo, “Marighella” já recebeu mais de 47 mil avaliações, com 34 mil marcando nota 1 (a mais baixa) e 11 mil dando nota 10 (a mais alta). A maioria esmagadora das notas negativas vem de homens brancos com mais de 30 anos. Para deixar claro seu veto à prática de “review bombing”, bombardeio de comentários negativos com tendência ideológica, o IMDb passou a publicar uma mensagem na página de avaliações do filme, que avisa: “Nosso mecanismo de avaliação detectou atividade incomum de votação para este título. Para preservar a confiabilidade do nosso sistema de avaliação, um cálculo alternativo de notas foi aplicado”. A fórmula usada para este cálculo segue padrões internos e não é divulgada para o público, justamente para evitar que bolsominons ou outros grupos extremistas aprendam como sabotá-la. Em comunicado ao jornal Folha de S. Paulo, o IMDb declarou: “A forma mais simples de explicar é que, apesar de aceitarmos e considerarmos todas as notas enviadas por usuários, nem todas elas têm o mesmo impacto — ou peso — na média final. Quando uma atividade incomum é detectada, nós alteramos os pesos desse cálculo”. Esta é a segunda vez que sites americanos reagem a ataques ideológicos coordenados contra “Marighella”. Em 2019, os primeiros ataques fizeram outro portal famoso de cinema dos EUA, o Rotten Tomatoes, estabelecer uma nova política para a publicação de comentários em sua sessão aberta ao público, barrando “críticas” sobre filmes inéditos – isto é, que ninguém viu. Na época, “Marighella” e outros alvos da extrema direita, como “Capitã Marvel” (!), receberam notas negativas do público antes mesmo de serem exibidos para a crítica especializada. Ao perceber o terrorismo virtual, o Rotten Tomatoes zerou todas as notas e impediu novos comentários até os filmes visados ganharem estreia comercial. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”, disse um comunicado do site. Após ser exibido em festivais e estrear nos EUA, “Marighella” atingiu 88% de aprovação entre a crítica americana, conforme registro atualizado nesta semana no Rotten Tomatoes. Estreia de Wagner Moura como diretor, “Marighella” teve sua première mundial no Festival de Berlim de 2019 e foi recebido com muitos aplausos e elogios da crítica internacional. Mas desde sua concepção desagrada bolsonaristas, uma vez que sua trama romanceia a luta armada contra a ditadura no Brasil. A trama foca nos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele liderou ataques contra o regime e foi executado em uma emboscada da polícia. Transformado em herói na tela, Marighella é considerado um bandido comum pelos negacionistas da ditadura. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). A estreia nacional está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de novembro.
Armeira envolvida na tragédia de “Rush” já teve problemas com Nicolas Cage
A armeira Hannah Gutierrez-Reed, responsável pelo armamento do filme “Rust”, em que a diretora de fotografia Halyna Hutchins foi morta durante o disparo acidental de um revólver com munição real, já havia se envolvido em polêmica em seu trabalho anterior, e com ninguém menos que o astro Nicolas Cage. O conflito entre Gutierrez-Reed e Cage aconteceu durante as gravações de “The Old Way”, segundo apurou o site The Wrap. O ator teria surtado no set, após a armeira disparar três vezes seguidas com um revólver sem dar aviso prévio aos seus colegas. Stu Brumbaugh, maquinista chefe do faroeste estrelado por Cage, afirmou que, após os disparos, o ator teria gritado: “Dê um aviso antes, você acabou de explodir a p*r*a dos meus tímpanos!”. Brumbaugh também contou que pediu a um assistente de direção para que Gutierrez-Reed fosse demitida ainda naquele mesmo dia por conta de sua inexperiência, decisão que teria sido apoiada por Cage. “Falei com ele [o assistente de direção]: ‘Ela precisa ser afastada’. Depois de uma segunda ocorrência similar à anterior [disparar sem dar avisos] fiquei mais furioso. (…) Ela era uma novata”, relatou. O site Daily Beast já tinha afirmado que as filmagens de “The Old Way” chegaram a ser interrompidas porque ela teria entregue uma arma para uma menina de 11 anos de idade sem verificar corretamente seu carregamento. Segundo uma fonte da produção, membros da equipe interviram para que a arma dada à atriz infantil Ryan Kiera Armstrong fosse verificada antes do começo das filmagens, porque Gutierrez-Reed tinha descarregado a arma no chão, “onde havia pedrinhas e outras coisas”, segundo relato. “Não a vimos checar, não sabíamos se tinha alguma coisa no barril ou não”, disse a fonte à publicação. Vale ressaltar que o site The Wrap buscou comentários de um produtor de “The Old Way”, que disse não se lembrar de incidentes envolvendo a armeira. Já Hannah Gutierrez-Reed preferiu não comentar. “The Old Way” marcou o primeiro trabalho da jovem de 24 anos como armeira. “Rust” foi apenas o segundo. Ela conseguiu emprego nesta área por ser filha de um dos maiores atiradores dos EUA, Thell Reed, grande campeão de competições de tiros e que também é um dos armeiros mais requisitados de Hollywood, responsável pelas armas usadas em filmes como “Tombstone” (1993), “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997), “Os Indomáveis” (2007) e o recente “Era uma Vez em… Hollywood” (2019).
Continuação de “Duna” é oficializada
A continuação de “Duna” foi oficializada nesta terça-feira (26/10). O estúdio Legendary, parceiro da Warner Bros. na produção, anunciou a sequência nas redes sociais, avisando: “Este é apenas o começo …”, junto com uma arte em que se lê “Duna Parte Dois” e um texto de agradecimento ao público. “Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de ‘Duna’ e também todos que vão assistir nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua!”, escreveu o estúdio. A Warner Bros. reproduziu o anúncio em todo o mundo, inclusive no Brasil. Veja abaixo. O diretor Dennis Villeneuve já tinha dito que apenas um desastre financeiro muito grande impediria a produção do segundo filme. Ele deixou claro o apoio do estúdio à sua opção de contar a história em duas partes durante uma entrevista publicada em agosto passado na revista Total Film, ao explicar que a única forma de adaptar o livro de Frank Herbert era dividir a história em dois filmes e assim apresentar a trama completa com cinco horas de duração. “O que ouvimos nas últimas décadas é que não era possível adaptar o livro. Acho que, no fundo, o estúdio ainda acha isso! Mas o que eu precisava era provar a eles que era possível fazer um filme lindo e popular de ‘Duna’, e acho que consegui fazer isso – todo mundo na Warner e na Legendary apoia o filme totalmente. Seria preciso um resultado muito ruim nas bilheterias para que ‘Duna: Parte 2’ fosse cancelado. Eles amam o filme, estão orgulhosos do filme, e querem que o próximo vá adiante”, contou na ocasião. Só que a Warner e a Legendary, embora tenham encomendado o roteiro da continuação em 2019, ainda não tinham autorizado a produção da segunda parte de “Duna”, aguardando para ver se o desastre aconteceria. O filme estreou no fim de semana na América do Norte – e também no Brasil – e o resultado, longe de ser catastrófico, foi o melhor desempenho da Warner no ano, superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong”, que também era uma coprodução com a Legendary. “Duna” também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049”, apesar de ter sido lançado simultaneamente em streaming, na HBO Max, nos EUA. No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, “Duna” já contabiliza uma bilheteria de mais de US$ 220 milhões mundiais. This is only the beginning… Thank you to those who have experienced @dunemovie so far, and those who are going in the days and weeks ahead. We're excited to continue the journey! pic.twitter.com/mZj68Hnm0A — Legendary (@Legendary) October 26, 2021 Repost from @legendary: Esse é só o começo… Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de #Duna e também todos que vão nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua! pic.twitter.com/Rkv9I1U0YL — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) October 26, 2021
Batwoman: Warner defende Dougray Scott de acusações de Ruby Rose
Ruby Rose voltou a atacar a produção de “Batwoman” e seu ex-colega Dougray Scott, que interpretou seu pai na série. Ela publicou vários Stories do Instagram, retomando acusações que fez inicialmente na semana passada. Entre os pontos principais estão a falta de segurança no set, que lhe rendeu muitos machucados, a exigência de precisar trabalhar dez dias após passar por uma cirurgia devido a um acidente nas gravações e o desrespeito de Scott aos colegas de trabalho. A Warner Bros., que já tinha se pronunciado após as primeiras acusações, dizendo que Ruby Rose tinha sido demitida da série por “mau comportamento”, subiu o tom para defender Dougray Scott. Chamando Scott de “profissional consumado”, o estúdio condenou explicitamente os comentários da atriz e afirmou que nunca houve qualquer “alegação de intimidação ou de comportamento abusivo contra ele” durante toda a produção. Ao contrário do que aconteceu com Rose. O estúdio reforçou que ela foi demitida por “várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho”. “Condenamos os comentários feitos por Ruby Rose sobre Dougray Scott. A Warner Bros. considera o Sr. Scott um profissional consumado e nunca recebeu qualquer acusação contra ele de bullying ou de comportamento abusivo de sua parte. O Sr. Scott era muito respeitado e admirado por seus colegas e era um líder no set”, pronunciou-se a Warner em um comunicado. “A Warner Bros. Television não renovou a opção de Ruby Rose por mais uma temporada por causa de várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho, que foram amplamente analisadas pelo estúdio”. Dougray Scott refutou as acusações, mas segundo Ruby Rose não teria feito apenas isso. Num de seus Stories, ela revelou que está sendo processada no valor de US$ 10 milhões por calúnia e difamação. A atriz acrescentou que tem “muitas testemunhas apresentando reclamações piores do que apenas a sua raiva”. E ameaçou o produtor Greg Berlanti, criador do “Arrowverso”, por supostamente compartilhar seu advogado com o ator, dizendo que vai vencer o processo e “usar o dinheiro do caso para enfrentar Berlanti”. A saída repentina da protagonista no final da 1ª temporada de “Batwoman” pegou os fãs da série de surpresa. Mas a atração continuou a ser produzida com uma nova personagem principal. Javicia Leslie assinou contrato para virar uma segunda Batwoman, diferente da personagem de Rose. Leslie interpreta Ryan Wilder, que assume o capuz da heroína após o desaparecimento repentino de Kate Kane, a personagem de Rose. Atualmente em sua 3ª temporada, “Batwoman” é exibida no Brasil pela plataforma HBO Max.
Brendan Fraser será vilão de “Batgirl”
O ator Brendan Fraser vai ampliar sua relação com o universo dos quadrinhos da DC Comics. Intérprete do Homem-Robô na série “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), ele será o vilão do filme “Batgirl”. O papel exato não foi confirmado. Ele se junta a Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), intérprete da super-heroína, e J.K. Simmons, que retoma seu papel de Comissário Gordon após “Liga da Justiça”. O filme tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. A direção está a cargo dos belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”). Desenvolvido para a plataforma HBO Max, o longa ainda não começou a ser rodado nem tem previsão de estreia definida.
Netflix enfrenta protesto de funcionários e da comunidade LGBTQIAP+
A Netflix enfrentou uma mobilização de seus próprios funcionários e de ativistas da causa LGBTQIAP+ nesta quarta (20/10), que se reuniram para protestar contra a exibição de um especial de comédia com piadas transfóbicas. Eles acusaram a plataforma de streaming de lucrar com conteúdo que incentiva o ódio contra a comunidade LGBTQIAP+. Os protestos surgiram após o lançamento do especial de comédia “Encerramento” (The Closer), estrelado por Dave Chappelle. Polemista politicamente incorreto, Chappelle costuma achar engraçado defender outros ofensores. Em 2019, ele atacou os criadores dos documentários que denunciaram os cantores Michael Jackson e R. Kelly por abusos. Além disso, uma mulher transexual citada numa piada de “Stick and Stones” (2019) suicidou-se dois meses após a chegada do programa ao streaming. Mesmo com esse antecedente, ele voltou a fazer piadas às custas das pessoas trans. O motivo foi uma defesa de J.K. Rowling, criadora da franquia “Harry Potter” e transfóbica assumida. Em seu monólogo, o comediante fez diversas afirmações consideradas transfóbicas, além de reafirmar estereótipos de gêneros e dar declarações problemáticas. Uma das líderes da manifestação desta quarta, B. Pagels-Minor, foi demitida da Netflix na semana passada, acusada de supostamente vazar informações confidenciais sobre o especial do humorista para a imprensa, o que ela nega. Ela leu uma carta do grupo de funcionários endereçado a Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma. “Acreditamos que esta empresa pode e deve fazer melhor em nossa busca para entreter o mundo e que o caminho a seguir deve incluir vozes mais diversificadas para evitar causar mais danos”, diz um trecho do documento. O próprio Sarandos admitiu ter falhado ao considerar o impacto do especial, em declaração feita na noite de terça, durante evento com acionistas. “Cometi um erro”, ele assumiu. “Eu deveria ter primeiro reconhecido que um grupo de nossos funcionários estava sofrendo, e que eles estavam realmente feridos por uma decisão que tomamos na empresa”, disse o executivo. Foi a reação inicial de Sarandos aos protestos que levou ao confronto. Na semana passada, enquanto grupos LGBTQIAP+ se manifestavam contra o especial, citando estudos que relacionavam piadas preconceituosas à agressões na vida real, o diretor de conteúdo divulgou um memorando interno que afirmava o contrário, que “o conteúdo na tela não se traduz diretamente em agressão no mundo real” e enfatizou a importância de defender “a liberdade artística”. Na ocasião, ele ainda alertou a equipe sênior da empresa de que “alguns talentos podem se juntar a terceiros para nos pedir para remover o especial nos próximos dias, o que não faremos”. Com o vazamento do memorando, vários artistas da comunidade LGBQIA+ se juntaram ao protesto, incluindo Elliot Page (“The Umbrella Academy”), Angelica Ross (“Pose”), Jonathan Van Ness (“Queer Eye”), Alexandra Billings (“Transparent”), Sara Ramirez (“Grey’s Anatomy”), Colton Haynes (“Arrow”), Eureka O’Hara (“AJ and the Queen”), Jameela Jamil (“The Good Place”), TS Madison (“Zola”), Our Lady J (“Pose”) e Joey Soloway (“United States of Tara”). Além disso, Jaclyn Moore, a showrunner da série “Cara Gente Branca” (Dear White People), encerrada em 22 de setembro, anunciou no Twitter que nunca mais trabalharia com a Netflix devido aos “comentários transfóbicos e perigosos” difundidos pelo especial. Diante da escalada conflituosa, a Netflix emitiu um comunicado antes do protesto desta quarta. “Respeitamos a decisão de qualquer funcionário que decide protestar e admitimos que temos muito mais trabalho pela frente na Netflix e em nosso conteúdo”, informou a plataforma, ressaltando ainda que “compreende o profundo dano que causou”. A organizadora do protesto, Ashlee Marie Preston, disse que o objetivo da manifestação não foi apenas o especial, mas para demonstrar que qualquer piada preconceituosa pode ter um efeito danoso. “Estamos aqui hoje não porque não saibamos lidar com uma piada, mas porque nos preocupa que as piadas custem vidas. Não é engraçado”, disse, em vídeo que viralizou nas redes sociais. Veja abaixo. A drag Eureka O’Hara de “Ru Paul’s Drag Race”, foi outra que participou da manifestação e destacou: “Se você promove ódio e discriminação, é diretamente a causa”. A manifestação também atraiu vários fãs e defensores de Dave Chappelle, que apareceram com cartazes. “As piadas são engraçadas”, diziam alguns deles.
Warner diz que Ruby Rose foi demitida de “Batwoman” por mau comportamento
A Warner Bros. TV, estúdio responsável pela produção de “Batwoman”, divulgou uma declaração com palavras fortes em resposta às denúncias graves feitas por Ruby Rose, ex-estrela da série, que acusou nesta quarta (20/10) os produtores de criar um ambiente tóxico e perigoso. No comunicado, a Warner Bros. TV corrobora a afirmação de Rose de que ela foi demitida do programa, mas diz que a ação foi o resultado de uma investigação interna sobre “reclamações sobre comportamento no local de trabalho” contra a atriz. Essa investigação sobre o comportamento de Rose circulou como boato por muito tempo, mas só foi oficialmente confirmada agora. “Apesar da história revisionista que Ruby Rose está agora compartilhando online contra os produtores, elenco e equipe, a rede e o estúdio, a verdade é que a Warner Bros. Television decidiu não exercer sua opção de manter contratada Ruby para a 2ª temporada de ‘Batwoman’ com base em várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho que foram extensivamente revisadas e tratadas em particular por respeito a todos os envolvidos”, diz o comunicado. A nota foi uma reação a uma série de Stories da atriz publicados no Instagram, em que ela lista de assédio sexual à ambiente de trabalho inseguro, revela acidentes, constrangimentos e maus-tratos e mira desde a equipe de produção à colegas de elenco, para explicar porque nunca mais voltaria a trabalhar trabalhar em “Batwoman”. Ela começou sua lista de queixas atacando Peter Roth, ex-presidente do braço televisivo da Warner Bros., afirmando que ele assediava sexualmente as jovens mulheres da equipe, além de tê-la ameaçado logo no começo do trabalho, quando sofreu um acidente que a levou a passar por cirurgia, forçando-a a voltar ao set em 10 dias. Rose listou outros acidentes graves para descrever um ambiente de trabalho inseguro, criado pela pressa da showrunner Caroline Dries de terminar a 1ª temporada em meio à pandemia de coronavírus, enquanto outras séries da Warner tinham optado por suspender as gravações. Também acusou colegas de elenco: Dougray Scott de comportamento não profissional, por ferir uma dublê e gritar com a equipe, e Camrus Johnson, por ter espalhado o boato de que ela era uma “atriz-problema”. Segundo a Warner Bros. TV, ela era realmente uma “atriz-problema”. Agora, oficialmente.
Ruby Rose faz denúncias graves sobre bastidores de “Batwoman”
A atriz Ruby Rose publicou uma série de denúncias graves sobre os bastidores de “Batwoman” no Stories de seu Instagram nesta quarta (20/10). A lista tem de tudo, de assédio sexual à ambiente de trabalho inseguro, revela acidentes, constrangimentos e maus-tratos e mira desde a equipe de produção à colegas de elenco. Revelando que não pediu para sair, mas foi demitida da série em maio de 2020, ela se dirige em seu desabafo à showrunner Caroline Dries, a quem chama de “sem coração”, e aos produtores executivos Greg Berlanti e Sarah Schechter, afirmando que eles “deviam se envergonhar”. “Por favor, aos meus queridos fãs, parem de perguntar se eu vou retornar a essa série terrível. Eu não voltaria por nenhum dinheiro no mundo, nem se apontassem uma arma para a minha cabeça. E eu não me demiti! Eu não desisto. Foram eles que arruinaram a Kate Kane e destruíram a Batwoman, não eu”, escreveu. Ela começa sua lista de queixas atacando Peter Roth, ex-presidente do braço televisivo da Warner Bros., afirmando que ele assediava sexualmente as jovens mulheres da equipe. Rose relembra que o executivo usava sua posição de poder para obrigá-las a realizarem tarefas constrangedoras, como tocarem sua virilha sob o pretexto de arrumar suas roupas. Além disso, ele também a ameaçou. Rose mostrou a cirurgia a que precisou se submeter após sofrer um acidente grave no set. Na ocasião, ela quase teve danos na sua medula espinhal. Com dores crônicas e correndo o risco de ficar paraplégica, ela passou por uma cirurgia de emergência para reparar as contusões. Agora, acrescenta que foi ameaçada por Roth para voltar ao trabalho em dez dias “ou ele demitiria toda a equipe e elenco, e eu decepcionaria todo mundo”. Listando outros acidentes no set, ela lembrou que “um membro da equipe teve queimaduras de terceiro grau pelo corpo todo, e não nos ofereceram terapia após vermos a pele caindo de seu rosto. Eu fui a única que enviou flores e cartões”. Citou também o caso da assistente de produção Amanda Smith, de 30 anos, que ficou tetraplégica após ser atropelada por um guindaste, para acusar a showrunner Caroline Dries por acelerar o ritmo de produção quando todas as outras séries simplesmente interromperam os trabalhos durante a pandemia de coronavírus. “O acidente só aconteceu porque nossa série se recusou a parar quando todas as outras pararam”, apontou a atriz. “Caroline Dries não tem coração e queria terminar a temporada em plena pandemia, e eu disse que isso era uma má ideia… Todo mundo estava distraído, checando amigos e colegas e vendo os sets de ‘Riverdale’, ‘The Flash’ e ‘Supergirl’ fechando… Senti que algo ruim aconteceria… E agora uma pessoa nunca mais voltará a caminhar. E nós fechamos no dia seguinte, por ordem do governo”. Rose acusa a rede The CW de inicialmente se recusar a pagar os custos hospitalares da assistente de produção, que precisou recorrer ao financiamento coletivo do GoFundMe. A atriz também diz que brigou com pessoas no set pela falta de segurança. “Pergunte ao pessoal de cabelos e maquiagem o que eu fiz por eles, depois que dois foram hospitalizados”. Em sua denúncia, ela ainda cita que “disseram que eu precisava fazer uma cena de sexo sem um minuto sequer para processar tudo”. Sobre o elenco, acusa o ator Dougray Scott de comportamento não profissional: “Feriu uma dublê e gritava como uma cadela com as mulheres. Ele era um pesadelo, chegava e ia embora quando queria, e abusava das mulheres. Como protagonista, mandei um e-mail pedindo que proibissem gritos no set, mas negaram”. Reclamou até de Camrus Johnson, que teria ironizado o fato dela ter chegado atrasada um dia, após ficar internada no hospital, acusando-o de ser responsável por boatos que circularam na época de sua saída da série, que a taxaram de “atriz-problema”, e do fato da produção não providenciar um motorista para ela ir ao trabalho após ser proibida de dirigir devido a cirurgia. “‘Pegue um táxi’, me disseram”. Não ficou claro o que motivou o desabafo desta quarta, mas Ruby Rose já tinha insinuado que teve bons motivos para deixar “Batwoman” e não quis torná-los públicos na ocasião por decisão própria. Alguns meses após sair da série, ela mencionou os problemas de bastidores. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Na época de sua saía, o editor do site TVLine, Michael Ausiello, ouviu de suas fontes que a decisão não teria sido exclusiva da atriz, como ela finalmente admitiu agora. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”, disse a fonte na produção. A saía de Rose no final da 1ª temporada pegou os fãs da série de surpresa. Mas a atração continuou a ser produzida com uma nova protagonista. Javicia Leslie assinou contrato para virar uma nova Batwoman, diferente da personagem de Rose. Leslie interpreta Ryan Wilder, que assume o manto de Batwoman após o desaparecimento repentino de Kate Kane, a personagem de Rose. Em meio a todo esse drama, Wallis Day acabou sendo introduzida no final da 2ª temporada como uma “versão alterada” de Kate, após passar por uma cirurgia plástica de reconstrução facial devido a um acidente de avião. Sua performance agradou aos fãs, que esperam vê-la novamente em breve, no papel que Ruby Rose perdeu ou abandonou.
J.K. Simmons será o Comissário Gordon no filme da Batgirl
O filme da Batgirl vai se passar no mesmo universo de “Liga da Justiça”. Ao menos é o que indica a confirmação de que J.K. Simmons voltará a ser o Comissário Gordon na produção, papel que ele desempenhou no filme dirigido duas vezes por Zack Snyder. A Warner oficializou sua volta junto com a contratação de Jacob Scipio, que já tinha trabalhado com os diretores de “Batgirl”, Bilall Fallah e Adril El Arbi, em “Bad Boys Para Sempre”. O papel de Scipio não foi revelado. Já a heroína será vivida por Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), marcando a primeira vez que a personagem aparecerá negra em qualquer mídia. Na semana passada, os diretores também revelaram que Batman faz parte da história. “O que posso dizer é que terá mesmo o Batman”, afirmou Billal Fallah, um dos cineastas, durante participação no Film Fest Gent, festival de cinema da Bélgica. Mas ele fez uma ressalva: “Qual deles, não podemos dizer. Acho que não podemos entrar em muitos detalhes”. A participação de Simmons aponta que se trata do Batman visto em “Liga da Justiça”, interpretado por Ben Affleck. Ao participar de “The Flash”, o ator confessou ter recuperado a alegria de viver Batman e se mostrou aberto a continuar no papel. O filme tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. Vale lembrar que “Batgirl” não será lançado nos cinemas, mas na plataforma HBO Max. As filmagens ainda não começaram, nem há previsão de estreia definida.











