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  • TV

    Marcius Melhem se manifesta sobre acusação de censura da revista Piauí

    25 de agosto de 2021 /

    A assessoria de Marcius Melhem, ex-diretor da Globo que a revista Piauí acusa de entrar na Justiça para censurar uma reportagem sobre desdobramentos de denúncias de assédio que supostamente teria cometido, emitiu uma nota em que o comediante rebate as acusações. “Não é verdade que meus advogados pediram à Justiça para censurar uma reportagem da Piauí”, diz Melhem na nota. “Meu pedido foi tão somente para que fosse apurado o vazamento de informações sigilosas e para que eu pudesse me defender com as provas que tenho. Não pedi segredo de justiça em nenhum processo. A Piauí, sim, pediu sigilo sobre um processo que movo contra a revista”. “O repórter João Batista alegou que fazia uma matéria sobre os ‘desdobramentos jurídicos’ do caso, apesar de não ter publicado uma linha sobre os 6 (seis) processos que abri após as mentiras publicadas. Como a investigação aberta no MP corre sob sigilo judicial, ele sabe que não posso comentar. Mesmo se tivesse acesso às minhas respostas e provas de minha inocência, João Batista não publicaria, pois algumas delas já vieram a público e foram cobertas amplamente pela imprensa – menos pela Piauí”, acrescenta Melhem. Ele ainda destaca: “Meus advogados jamais pediram censura à revista. Pedi tempo para responder porque tinha que consultar a juíza sobre quais fatos eu poderia mencionar em minha defesa, como mensagens trocadas com as supostas vítimas”. Neste ponto, vale lembrar que, no passado, ao se defender na imprensa com a revelação de mensagens privadas, Melhem sofreu novos processos por violação de privacidade. Entretanto, ele confirma que “a Juíza tomou as medidas de preservação do sigilo que julgou necessárias”. O ex-diretor da Globo ainda diz que a decisão judicial o mantém “proibido de divulgar provas a meu favor”, por isso comunicou que não poderia responder as perguntas enviadas pelo repórter. O tempo em que ele demorou para dar esta resposta foi registrado no texto da Piauí como sendo o suficiente para entrar com uma ação e barrar a reportagem. Na prática, o resultado da ação dos advogados de Melhem foi censura, já que a revista foi proibida de publicar a reportagem. Com ou sem intenção, o resultado foi denunciado pela Piauí. A alegação utilizada para impedir a publicação é que a reportagem contém informações sigilosas, vazadas de um processo que corre em segredo na Justiça com denúncias de assédio de diversas atrizes da Globo. No texto que chamou atenção para a censura judicial, João Batista lembrou que a imprensa não tem compromisso com sigilo judicial, pelo contrário. “No direito criminal, a guarda de sigilo judicial cabe aos funcionários da Justiça e às partes envolvidas no processo, e não aos jornalistas”, escreveu o repórter. De fato, algumas das principais reportagens da imprensa mundial foram feitas a partir de vazamentos de documentos sigilosos, situação que tem se repetido bastante na história recente do Brasil. Melhem, porém, acusa João Batista de divulgar “trechos ao pedaços” de documentos, ressaltando sua suposta “parcialidade” na cobertura do caso. O comediante também criticou o fato de a revista não ter se retratado ou mencionado os fatos que teriam sido comprovados como inverídicos na primeira reportagem-denúncia publicada contra ele em suas páginas. “Não escreveu uma linha para informar o público da Piauí sobre as provas que deixam claras as mentiras da primeira matéria”, ressaltou. Para completar, ele compara a posição da revista em duas situações similares como sendo contraditória – em relação ao inquérito em que é investigado, a Piauí se vale de vazamento, e no processo em que Melhem abriu contra a publicação, ela pede sigilo. “Por que a revista Piauí quer vazar um inquérito antes de ter minha defesa lá, ao mesmo tempo em que pede segredo de Justiça no processo que movi contra ela? Afinal, a Piauí é contra ou a favor do sigilo?”, conclui o texto. Veja abaixo a íntegra do comunicado enviado pela assessoria e assinado por Melhem. “Piauí pede segredo de justiça e mente sobre censura. Não é verdade que meus advogados pediram à Justiça para censurar uma reportagem da Piauí. Meu pedido foi tão somente para que fosse apurado o vazamento de informações sigilosas e para que eu pudesse me defender com as provas que tenho. Não pedi segredo de justiça em nenhum processo. A Piauí, sim, pediu sigilo sobre um processo que movo contra a revista. Eu luto por transparência e verdade e, por mim, este processo não teria segredo algum. Seria aberto a qualquer jornalista. Mas sou obrigado a obedecer a Justiça, inclusive pelo sigilo pedido pela Piauí. Assim que for possível, virei a público mostrar a verdade. Piauí, suponho, não publicará. O repórter João Batista alegou que fazia uma matéria sobre os “desdobramentos jurídicos” do caso, apesar de não ter publicado uma linha sobre os 6 (seis) processos que abri após as mentiras publicadas. Como a investigação aberta no MP corre sob sigilo judicial, ele sabe que não posso comentar. Mesmo se tivesse acesso às minhas respostas e provas de minha inocência, João Batista não publicaria, pois algumas delas já vieram a público e foram cobertas amplamente pela imprensa – menos pela Piauí. Meus advogados jamais pediram censura à revista. Pedi tempo para responder porque tinha que consultar a juíza sobre quais fatos eu poderia mencionar em minha defesa, como mensagens trocadas com as supostas vítimas. A Juíza tomou as medidas de preservação do sigilo que julgou necessárias e me manteve proibido de divulgar provas a meu favor. Se a revista se julga censurada por não poder quebrar um segredo de Justiça, por que não me considera também vítima da censura? O repórter divulgou trechos aos pedaços, como sempre fez em sua parcialidade. Omitiu por qual motivo ele não escreveu uma linha para informar o público da Piauí sobre as provas que deixam claras as mentiras da primeira matéria. Por que a revista Piauí quer vazar um inquérito antes de ter minha defesa lá, ao mesmo tempo em que pede segredo de Justiça no processo que movi contra ela? Afinal, a Piauí é contra ou a favor do sigilo?”

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  • Filme

    “Viúva Negra” é liberado para todos os assinantes da Disney+

    25 de agosto de 2021 /

    “Viúva Negra” saiu do Premier Access e foi liberado para todos os assinantes da Disney+ nesta quarta (25/8). Um dos maiores sucessos mundiais do período da pandemia, o filme ficou disponível “de graça” para quem tem a assinatura do serviço após motivar um processo judicial de Scarlett Johansson contra a Disney por quebra contratual. A atriz alega que, ao lançar o filme simultaneamente nos cinemas e no seu streaming, o estúdio prejudicou a arrecadação do filme e, por consequência, a percentagem a que ela tinha direito nas bilheterias. Graças à troca de acusações dos dois lados, a situação praticamente garantiu que o longa é a última aparição da atriz no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como Natasha Romanoff, o que torna o aspecto emocional de sua história ainda mais tocante para os fãs. Dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), “Viúva Negra” é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América. Na trama, a heroína busca refúgio no Leste Europeu com sua “família” russa, formada pelos personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O lançamento em Premier Access, o PVOD da Disney+ (basicamente, uma locação digital mais cara – ou “premium”), tinha garantido uma receita de US$ 125 milhões até a véspera do fim de semana passado. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios somou US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números da Disney+ foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões.

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  • TV

    Revista Piauí sofre censura judicial ao apurar novas denúncias de assédio contra Marcius Melhem

    25 de agosto de 2021 /

    A revista Piauí revelou que foi proibida de publicar uma nova reportagem sobre os desdobramentos do caso Marcius Melhem, ex-diretor da Globo acusado de assediar sexualmente pelo menos oito mulheres, todas funcionárias da emissora. O jornalista João Batista Jr. revelou no site da publicação que, enquanto negociava uma entrevista com Melhem, informando novas apurações feitas sobre o caso para sua assessoria de imprensa, os advogados do humorista entraram na Justiça para que a revista fosse submetida à censura prévia e, assim, impedida de publicar a reportagem. Segundo informa o jornalista, no dia 12 de agosto, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 20ª Vara Criminal da Justiça do Rio de Janeiro, acatou o pedido de Melhem e determinou “a suspensão, pelo tempo que durarem as investigações, da publicação de matéria na revista Piauí ou seu respectivo site”. Em caso de descumprimento da medida judicial, a juíza estabeleceu multa de US$ 500 mil, além do recolhimento dos exemplares da revista nas bancas e da remoção da reportagem do seu site. Também mandou investigar o vazamento de informações da investigação em andamento sobre o caso. João Batista Jr. foi o autor da impactante reportagem publicada em dezembro de 2020 na Piauí, contestada publicamente por Melhem e que levou o ex-chefe do Humor da Globo a processar a revista. Ele questionou a credibilidade da apuração, feita apenas com declarações em “off”, sem ninguém assumir os relatos, e apontou erros simples, como o acusação de que ele teria ido aos camarins “dar uma conferida” em Dani Calabresa numa gravação que, segundo a reportagem, teria acontecido nos estúdios da Globo, mas que ele aponta que na verdade foi na praia de Grumari sem sua presença. Outro episódio rumoroso, lembrou o próprio jornalista no texto sobre a censura, envolvia um ataque à Calabresa ocorrido no bar Vizinha 123, em Botafogo, quando Melhem teria tentado beijá-la à força à saída do banheiro com a genitália exposta, forçando-a contra a parede. “Eu nunca imobilizei ninguém na vida, essa descrição é nojenta, é o que está me causando problemas. Essa descrição é um delírio, é de alguém que quer muito me prejudicar”, disse o humorista em uma entrevista a Roberto Cabrini, exibida no “Domingo Espetacular” logo após a circulação da revista. O juiz Eduardo Tobias de Aguiar Moeller, da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros, em São Paulo, julgou o processo do comediante contra a revista improcedente. Melhem está recorrendo contra a sentença. Após a publicação da Piauí, o jornal Folha de S. Paulo revelou que oito mulheres relataram casos de assédio de Melhem para a promotora Gabriela Manssur, da Ouvidoria Nacional do Ministério Público. Os relatos foram posteriormente remetidos ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Mas a Piauí apurou que pelo menos três mulheres, que fizeram queixas à Globo, decidiram não falar com o MP por razões diversas. Uma delas havia decidido contar seu caso à promotora Manssur, mas, na última hora, voltou atrás com receio de sofrer represálias jurídicas. Investigado pela compliance da Globo durante meses, Melhem tirou uma licença da emissora em março de 2020 e acabou definitivamente afastado em agosto do mesmo ano. A Globo jamais admitiu publicamente que o rompimento do contrato aconteceu devido às denúncias contra o humorista. O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro também pediu uma investigação sobre a conduta da Globo. A nova reportagem que Melhem conseguiu censurar na Justiça trazia mais acusações de assédio e revelava detalhes da investigação em andamento contra o comediante. A Piauí está contestando a decisão judicial que submete a revista à censura. O caso de censura prévia é o terceiro nos últimos dias determinado por juízes de primeira instância. O jornal O Globo também teve duas reportagens proibidas de serem publicadas sobre temas diferentes, a mais recente sobre movimentações financeiras de uma empresa investigada pela CPI da Covid por corrupção no Ministério da Saúde. Falando sobre a censura sofrida por O Globo, o presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Marcelo Rech, alertou que a escalada de censura prévia judicial é autoritária e inconstitucional. “É lamentável que alguns magistrados ignorem preceitos básicos da Constituição, que não admite censura. A censura não existe no Brasil. A ANJ defende que, no âmbito da liberdade da imprensa, seja revisada a decisão o quanto antes, pois ela não afeta só o jornal O Globo mas também toda a imprensa brasileira. É um atentado à liberdade de imprensa e ao jornalismo investigativo. A população tem o direito de tomar conhecimento de todos os fatos de interesse público”, afirmou Rech.

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  • Filme

    Disney revela que “Viúva Negra” arrecadou US$ 125 milhões em streaming

    22 de agosto de 2021 /

    A nova petição da Disney no processo de Scarlett Johansson por quebra contratual, devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, revelou quanto o filme faturou com sua disponibilização em Premier Access na Disney+. Os advogados do estúdio argumentaram na última sexta-feira (20/8) que a produção arrecadou US$ 125 milhões em receitas online até o momento. A revelação faz parte dos argumentos de que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o filme a ser exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. Anteriormente, a Disney tinha anunciado que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seu fim de semana de estreia na Disney+, mas não havia outros registros da bilheteria virtual. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios soma US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões. Em sua ação, Johansson afirmou que a estratégia de lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e na Disney+ havia reduzido sua remuneração. A Disney rebateu dizendo que “não havia mérito” no processo, acrescentando que o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. E de quebra revelou que o cachê da atriz para o filme foi de US$ 20 milhões. Ao abrir a contabilidade, a Disney tenta buscar uma resolução fora dos tribunais. O estúdio quer que a disputa com Scarlett Johansson seja decidida por arbitragem – isto é, por uma terceira pessoa ou entidade privada. Muitos acreditam que o resultado do processo possa ter desdobramentos na indústria do entretenimento. Mas não é bem assim, como resumiu a colega de Johansson, Elizabeth Olsen, em entrevista para a Vanity Fair: “Quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato.

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  • Etc

    Elizabeth Olsen apoia Scarlett Johansson contra a Disney

    21 de agosto de 2021 /

    A Disney aparentemente mexeu num vespeiro ao brigar com Scarlett Johansson. Depois de rumores de que o próprio chefão da Marvel, Kevin Feige, estaria decepcionado com o estúdio, agora a primeira estrela da Marvel na Disney+ se pronunciou abertamente a favor da colega. Em entrevista à revista Vanity Fair, Elizabeth Olsen, protagonista de “WandaVision” e parceira de Johansson nos filmes dos Vingadores, foi clara em seu apoio. Comentando o processo aberto por quebra contratual, devido ao lançamento simultâneo de “Viúva Negra” no streaming, a intérprete de Wanda, a Feiticeira Escarlate, afirmou: “Eu acho que ela é muito valente e, literalmente, quando eu li [sobre o processo] fiquei tipo: ‘Bom para você, Scarlett.'” Olsen comentou que a briga da colega com a Disney não a preocupa, mas a situação do cinema em geral após a covid-19 tem tirado seu sono. “Estou preocupada com um monte de coisas. Não estou preocupada com Scarlett”, disse ela. “Mas estou preocupada com os filmes independentes, que tenham a oportunidade de serem vistos nos cinemas. Isso já era um problema antes da covid. Gosto de ir ao cinema e não quero necessariamente ver apenas candidatos do Oscar ou blockbusters. Eu gosto de ver filmes artísticos no circuito de arte. E eu me preocupo com isso e com as pessoas que tentam manter esses cinemas vivos”. “Mas quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, quero dizer, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”, concluiu. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato. Em vez de entrar num acordo antes da situação ir tão longe, a Disney resolveu dobrar a aposta judicial e, desde a primeira reação do estúdio, o caso se tornou um pesadelo de relações públicas, que pode custar muito mais para a empresa, em termos de reputação, que a compensação pedida por Johansson pelo lançamento híbrido.

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  • Etc

    Disney quer brigar com Scarlett Johansson fora dos tribunais

    21 de agosto de 2021 /

    A Disney voltou à carga contra a ação de Scarlett Johansson na Justiça, peticionando uma moção para decidir seu conflito com a atriz numa arbitragem privada. O estúdio quer que uma terceira pessoa ou entidade privada decida sobre o processo aberto pela atriz por quebra contratual devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, sem passar pelo poder judiciário convencional. Na moção, o advogado da Disney também argumenta que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o lançamento a ser exclusivo dos cinemas. Johansson entrou com uma ação em 29 de julho apontando ter sofrido prejuízo pela decisão unilateral da Disney de lançar “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e na Disney+. Esta iniciativa teria prejudicado a receita de bilheteria do filme e lhe custado dezenas de milhões de dólares, já que seu pagamento estava atrelado à venda de ingressos. A Disney respondeu que “Viúva Negra” teve um bom desempenho mesmo com a pandemia em curso. O filme estreou em 9 de julho e arrecadou US$ 80 milhões em seu fim de semana de estreia. Apesar do valor ser inferior aos padrões pré-pandêmicos da Marvel, ficou US$ 10 milhões acima de “Velozes e Furiosos 9” da Universal – que foi um lançamento exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. O detalhe é que o contrato de Johansson é de 2017, quando a Disney nem sonhava em lançar sua plataforma de streaming, portanto também não contempla um lançamento em streaming. Em sua ação, os advogados da estrela ainda reforçam que a Marvel afirmou em 2019 que o estúdio lançaria o filme “como todos os demais”. A causa de Johansson recebeu apoio de várias associações, entre elas o Sindicato dos Atores dos EUA (SAG-Aftra) e, indiretamente, até da Associação Nacional de Donos de Cinemas dos EUA (NATO), que divulgou uma nota condenando o lançamento de “Viúva Negra” em streaming. Segundo o circuito exibidor, a produção teve uma performance abaixo do esperado nos cinemas justamente por causa da estreia simultânea na Disney+. Segundo projeções feitas pelo Wall Street Jornal, o lançamento híbrido pode ter custado US$ 50 milhões à atriz.

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  • Música

    Sérgio Reis é o novo Wilson Simonal

    20 de agosto de 2021 /

    O jornal O Globo foi o primeiro a fazer a relação entre Sérgio Reis e o cancelamento histórico de Wilson Simonal na cultura brasileira. E os fatos parecem apontar cada vez mais que o futuro do cantor caipira de 81 anos será lembrar de seu passado. Para quem nasceu neste século, há o filme “Simonal” (2018), mas vale resumir. Um dos artistas mais famosos do Brasil, Simonal caiu no ostracismo por ter convidado dois amigos do DOPS, a temida polícia política da ditadura, para enquadrar um ex-contador que suspeitava estar lhe roubando. O caso vazou, rendeu fama de aliado da ditadura e dedo-duro ao cantor e culminou num dos primeiros cancelamentos culturais do Brasil no início dos anos 1970. Já Sérgio Reis gravou vídeos e áudios como parte de uma conspiração antidemocrática, que a Procuradoria Geral da República (PGR) rotulou como “levante”, programada para acontecer em torno do Dia da Independência em Brasília com planos de “quebrar tudo”, cercar o Congresso e invadir o STF (Supremo Tribunal Federal), criando caos para “autorizar” o presidente Bolsonaro a dar um “contragolpe” – isto é, reestabelecer a ditadura no Brasil. “No dia 7 de setembro nós não vamos fazer nenhuma manifestação pela data, para não atrapalhar o presidente. Mas vamos parar em volta de Brasília”, contou Sergio Reis no áudio que circulou em grupos de Whatsapp, avisando que encontraria o presidente do Senado (Rodrigo Pacheco), ao lado de líderes dos sindicatos de caminhoneiros e produtores de soja no dia 8 de setembro para entregar uma intimação: “Eles vão receber um documento dizendo assim: ‘Vocês têm 72 horas para aprovar o voto impresso e para tirar todos os minitros do Supremo Tribunal Federal’. Não é um pedido, é uma ordem. Se não cumprirem em 72 horas, nós vamos parar o país”. “Não é um pedido, é uma ordem. Assim que vou falar com o presidente do Senado”, repetiu Reis em outra gravação. “Enquanto o Senado não tomar essa posição que nós mandamos fazer, vamos ficar em Brasília e não saímos de lá até isso acontecer. E, se em 30 dias não tirarem aqueles caras, nós vamos invadir, quebrar tudo e tirar os caras na marra”, disparou. Ele foi rapidamente repudiado por vários colegas, inclusive por parceiros históricos. “Eu estou profundamente decepcionado com a atitude do Sérgio em ameaçar a normalidade constitucional para fazer valer seus pontos de vista, desprezando o debate leal e democrático. Pregar a paralisação do país para obrigar o Senado a fechar o Supremo vai além do rocambolesco”, afirmou Guarabyra, que disse ter desistido de gravar uma parceria com o cantor bolsonarista. O compositor Luiz Carlos Sá e os cantores Maria Rita e Guilherme Arantes também comunicaram que deixaram o álbum de duetos de Sérgio Reis, atualmente em produção, que não tem mais autorização para incluir suas vozes e composições. “A democracia é um bem conquistado a duras penas. A música é uma arte democrática. Portanto, jamais usarei o meu prestígio para tentar usurpar o nosso sistema democrático”, resumiu Renato Teixeira, também buscando distanciamento. Além disso, o próprio Sérgio Reis revelou que teve shows e comerciais cancelados após suas manifestações golpistas. “Querem me massacrar. Já estou tendo prejuízo. Cancelaram quatro shows e dois comerciais que ia fazer agora. Tiraram do ar um que faço para um supermercado de Curitiba. Vão tirar por um mês do ar e esperar para ver o que acontece”, contou Sérgio Reis, em entrevista. Wilson Simonal só foi descancelado após sua morte, graças ao esforço dos filhos para contar melhor sua história. E ele nunca foi golpista.

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  • Etc

    Britney Spears é acusada de agressão por funcionária

    20 de agosto de 2021 /

    A cantora Britney Spears está sendo investigada por uma suposta agressão em uma de suas mais antigas funcionárias. Segundo o departamento de polícia do condado de Ventura, na Califórnia, o incidente teria acontecido na segunda-feira (16/8) na casa de Britney. A funcionária teria dito aos policiais que ela havia levado um dos cães da artista ao veterinário, alegando que havia problemas com o tratamento do animal. Ela afirma que Britney a confrontou quando voltou do veterinário e, durante uma discussão sobre o bem-estar do cachorro, teria arrancado o celular de suas mãos e a agredido. Britney estaria se recusando a falar com a polícia sobre o incidente, mas sua equipe afirmou que a empregada está inventando tudo. O caso aconteceu após a cantora conseguir a maior vitória em sua luta contra a tutela obrigatória a que está submetida há mais de uma década, com o anúncio de que seu pai aceitou deixar de ser seu tutor.

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  • Etc

    Scarlett Johansson estava dando à luz quando foi atacada pela Disney

    18 de agosto de 2021 /

    Scarlett Johansson estava em trabalho de parto quando a Disney emitiu sua controversa nota sobre o processo que a atriz moveu contra o estúdio, de acordo com o site Deadline. A situação só aumenta a polêmica em torno da declaração do estúdio, considerada sexista pelo Sindicato dos Atores dos EUA, bem como por entidades que combatem a discriminação sexual em Hollywood, que acusaram a empresa de realizar um ataque de gênero em sua defesa, além de tornar público o cachê da artista, numa atitude nunca vista antes. Na ocasião, a Disney disse que a decisão da estrela de abrir um processo contra o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” na plataforma Disney+ era “triste e decepcionante” e demonstrava um “desprezo cruel” em relação aos efeitos da pandemia. O texto ainda ressaltava que a estreia em streaming garantia que a atriz pudesse ter “ganhos adicionais além dos US$ 20 milhões” que já recebera. A atriz teve seu primeiro filho em 30 de julho, exatamente na hora em que a Disney emitiu seu comunicado. Em seu passado recente, a Disney já havia cometido a façanha de demitir a produtora executiva Nina Jacobson no dia em que ela deu a luz, em 2006. O bebê Cosmo é fruto do casamento de Scarlett Johansson com o comediante Colin Jost, do programa humorístico “Saturday Night Live”. Ela também tem uma filha, Rose Dorothy, de 7 anos, de seu casamento anterior com o jornalista francês Romain Dauriac. Embora a atriz não tenha contas nas redes sociais, Jost comemorou o nascimento do filho em seu Instagram. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Colin Jost (@colinjost)

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  • Filme

    Cara Gente Branca: Trailer prepara final da série em clima de musical

    17 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 4ª e última temporada de “Cara Gente Branca” (Dear White People), que vai retornar em clima de musical em 22 de setembro. O vídeo explica a temática musical dos anos 1990 e também explora questões de representatividade, abismo geracional e cultura do cancelamento. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios.

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  • Etc

    Johnny Depp se diz vítima de boicote de Hollywood

    15 de agosto de 2021 /

    Johnny Depp se apresentou como vítima de uma boicote de Hollywood em entrevista deste domingo (15/8) para o jornal britânico The Sunday Times. Ele aponta como evidência o fato de seu último filme, “Minamata”, não ter sido lançado nos Estados Unidos. Depois que perdeu um processo por difamação no ano passado, que ele mesmo abriu contra o tabloide britânico The Sun por ser chamado de “espancador de esposa” devido à denúncias de sua ex-mulher Amber Heard, a MGM supostamente abandonou os planos de lançamento de “Minamata”, último filme feito pelo ator. Depp também foi forçado a sair da franquia “Animais Fantásticos”, da Warner. E encontra-se sem nenhum trabalho em vista desde então. Depp disse que “MInamata” merece ser visto, independentemente de seus problemas pessoais. “Olhamos essas pessoas nos olhos e prometemos que não iríamos explorá-las”, ele disse sobre a produção, em que interpreta um fotojornalista que registrou os horríveis efeitos de uma doença causada pela poluição no Japão nos anos 1970. “Que o filme seria respeitoso. Acredito que mantivemos nossa parte no trato, mas aqueles que vieram depois também deveriam manter a deles.” “Alguns filmes tocam as pessoas”, acrescentou. “E isso afeta aqueles em Minamata e pessoas que vivenciam coisas semelhantes. E por qualquer coisa … Pelo boicote de Hollywood a mim? Um homem, um ator em uma situação desagradável e complicada, nos últimos anos?” Em frases truncadas com pouco sentido, o ator de 58 anos definiu os últimos “cinco anos surreais” que resultaram em sua queda como um “absurdo da matemática da mídia”. E declarou que está “se movendo em direção a onde eu preciso ir para fazer tudo isso… para trazer as coisas à luz”. Ele vai enfrentar mais dois processos judiciais em 2022, um que abriu contra Amber Heard e outro que ela abriu contra ele, que podem lhe custar US$ 100 milhões de indenização. Mas já começou a trabalhar para reconstruir sua imagem com a ajuda dos festivais de cinema de San Sebastian e Karlovy Vary, na Espanha e na República Tcheca, que decidiram homenagear sua carreira com prêmios especiais. Consideradas polêmicas, as homenagens já começaram a render protestos de associações femininas.

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  • Série

    Ator de “Titãs” é investigado por comportamento inadequado pela Warner

    14 de agosto de 2021 /

    O ator Vincent Kartheiser, que interpreta o vilão Espantalho na 3ª temporada de “Titãs”, foi alvo de investigações internas da Warner Bros. TV por acusações de “comentários inapropriados” e “comportamento disruptivo e juvenil” no set da produção. A situação foi vazada para as principais publicações que cobrem a indústria de entretenimento dos EUA depois que as primeiras críticas sobre a temporada rasgaram elogios para sua atuação. Em “Titãs”, seu personagem, o psiquiatra Jonathan Crane (o Espantalho) é um prisioneiro do Asilo Arkham que trabalha como consultor para a polícia de Gotham City em troca de maconha de qualidade. Seu desempenho foi comparado a um Hannibal Lecter (de “O Silêncio dos Inocentes”) maconheiro. De acordo com reportagens da Variety, Deadline e The Hollywood Reporter, Kartheiser foi alvo de várias investigações. A primeira teria sido motivada por comentários e explosões de raiva durante as gravações, que aconteceram em Toronto, no Canadá. Na ocasião, o RH do estúdio concluiu que as ações de Kartheiser eram passíveis de correção, mas não justificavam uma demissão. Mesmo assim, ele foi repreendido oficialmente. A segunda reprimenda veio semanas depois, já na reta final das gravações. Dessa vez, o estúdio decidiu designar uma pessoa para monitorar o comportamento de Kartheiser presencialmente no set. Ele chegou a ser investigado em outras ocasiões, mas as acusações não foram confirmadas, de acordo com as fontes do Deadline. Em comunicado oficial, um representante de Kartheiser negou as acusações. “A Warner Bros. informou a ele quais os comportamentos esperados no set e o Sr. Kartheiser concordou em segui-los”, resumiu o texto. O contrato do ator era para apenas uma temporada e ele não deve retornar caso “Titãs” seja renovada para seu quarto ano de produção. Vincent Kartheiser ficou conhecido entre os fãs de séries por seu papel como Pete Campbell em “Mad Men”. A 3ª temporada de “Titãs” estreou na quinta (12/8) nos EUA, com exibição dos três primeiros episódios na HBO Max nos Estados Unidos. Como a série é disponibilizada no Brasil pela Netflix e apenas após o fim da temporada americana, ainda não há previsão para o lançamento nacional.

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  • Etc

    Isabelle Drummond é acusada de construir igreja no quintal de uma casa alugada

    14 de agosto de 2021 /

    A atriz Isabelle Drummond foi acusada de construir uma igreja no quintal de uma casa alugada no Rio de Janeiro. A dona da propriedade expôs a situação no Twitter. “Inacreditável. A atriz Isabelle Drummond alugou minha casa por dois anos, construiu uma igreja no meu quintal sem a minha autorização”. “Para minha surpresa, me bloqueou nas redes sociais. Por quê? Ninguém sabe que ela tem uma igreja evangélica?”, acrescentou no mesmo post. Ela disse que só soube da construção por um vizinho, já que mora em São Paulo e a casa alugada fica no Rio de Janeiro. “Mas não era segredo. Sendo ela uma pessoa pública, com uma igreja que também recebe abertamente as pessoas, dificilmente seria um segredo. E se tem CNPJ, também é público”, disse. A antiga intérprete de Emília no “Sitio do Picapau Amarelo” aparece, de fato, como diretora no quadro societário da Igreja Casa Shores, no Rio de Janeiro, com CNPJ aberto. No Twitter, a atriz Paula Braun, esposa de Mateus Solano, defendeu Isabelle, sem citar o nome da artista. “Não entendo mesmo exporem uma pessoa pelo que ela faz em casa, seja rezar ou fazer uma suruba. Se eu fosse a atriz processava a proprietária que fez um exposed de algo que poderia ter resolvido particularmente. E é muito louco a proporção que toma aqui.” Em seguida, Mariana Rocha, a proprietária, respondeu: “Só a minha família sabe como encontramos a casa, nosso único bem. É fácil falar quando não é conosco. A exposta aqui sou eu, tá?”. Tomando as dores de Drummond, Braun ainda retrucou: “Mas você tem todo o direito de se chatear e de resolver isso juridicamente via contrato e acordo entre as partes. A partir do momento que você expõe vira espetáculo de mídia”. Na verdade, o espetáculo de mídia começa a partir do momento que uma celebridade cria um igreja. A assessoria de imprensa de Isabelle Drummond ainda não se pronunciou sobre a acusação. Gente, primeiramente #FORABOLSONARO — Mari (@cinemari) August 14, 2021 Foi só um desabafo. É curioso estarem surpresos pela igreja, achei que todo mundo soubesse. Eu tentei acordo, mas fui bloqueada. Já já eu supero. Boa noite e usem máscara. A pandemia não acabou. #ForaBolsonaro 🥰😘😉 — Mari (@cinemari) August 14, 2021

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