Geena Davis vai voltar a Grey’s Anatomy
A atriz Geena Davis (“Thelma e Louise”) vai voltar a aparecer na série “Grey’s Anatomy“. Após ter um arco importante no 11º ano do drama médico, ela retomará o papel da Drª. Nicole Herman na reta final da atual temporada. A personagem irá aparecer no penúltimo episódio, que vai ao ar em 10 de maio nos Estados Unidos, para avisar Arizona (Jessica Capshaw) sobre o surgimento de uma grande oportunidade. Tudo indica que este será o caminho da saída de Arizona da série. A atriz Jessica Capshaw e sua colega Sarah Drew (intérprete de April) não voltarão na 15ª temporada, recentemente confirmada. Intitulado “Cold As Ice”, o episódio de Geena Davis também mostrará algum dos médicos do Grey Sloan Memorial Hospital ferido gravemente, fazendo todo o time refletir sobre o que é realmente importante em suas vidas. Espere muito drama e lágrimas. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.
Grey’s Anatomy é renovada para a 15ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Grey’s Anatomy” para sua 15ª temporada. Com isso, a série criada por Shonda Rhimes passa a igualar “ER/Plantão Médico” como a mais longeva série de temática médica da TV americana. A renovação já era esperada, após a atriz Ellen Pompeo assinar contrato milionário para mais duas temporadas em janeiro. “‘Grey’s Anatomy’ possui um lugar especial no meu coração, e milhões de espectadores se sentem da mesma forma. Graças à feroz lealdade dos fãs que têm acompanhado esta jornada desde o início, e da nova geração que continua a descobrir a alegria e o drama do Grey Sloan Memorial, a série segue mais forte do que nunca”, destacou em comunicado a presidente de entretenimento da ABC, Channing Dungey. A série encerra sua 14ª temporada em 17 de maio, quando se despedirá de duas atrizes de seu elenco fixo, Jessica Capshaw (Arizona) e Sarah Drew (April). No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.
Ellen Pompeo assina para mais duas temporadas de Grey’s Anatomy e dá entrevista polêmica
A atriz Ellen Pompeo renovou seu contrato para estrelar mais dois anos de “Grey’s Anatomy” – nas vindouras 15ª e 16ª temporadas. Pelo acordo, ela passará a receber US$ 20 milhões, o que a torna a atriz mais bem paga das séries dramáticas da TV americana. Além disso, foi promovida a produtora – não só da série que tem o nome de sua personagem, mas também de spin-offs como o que será estrelado por Jason George, e com a preferência para desenvolver novos projetos na rede ABC por meio de sua empresa, Calamity Jane. Para marcar o feito, ela deu uma entrevista polêmica, em que conta detalhes dos bastidores da produção, que pretende evitar que se repitam, agora que tem o poder para fazer isso. Falando com a revista The Hollywood Reporter, ela explicou como o machismo impediu, por mais de uma década, que ela fosse considerada a protagonista de direito de “Grey’s Anatomy”, mesmo tendo sempre sido a protagonista de fato desde o primeiro capítulo, já que sua personagem, Meredith Grey, batiza a atração. Sem papas na língua, a atriz contou que só conseguiu valorização após seu colega Patrick Dempsey, intérprete de Derek, seu marido na série, deixar a produção. “Para mim, a saída de Patrick do elenco foi um momento muito importante. Eles sempre o usavam como munição contra mim. ‘Nós não precisamos de você, nós temos Patrick’, disseram por anos”, contou a atriz. Ela lembrou que esse argumento rechaçou vários pedidos de aumento que ela fez, e a impediu de receber mais que ele durante muitos anos. “A série é ‘Grey’s Anatomy e eu sou a Meredith Grey. Mas eles não me davam aumento. Eu poderia ter ido embora, então por que não fui? É a minha série, eu sou a protagonista. Eu tenho certeza que me senti como muitas atrizes se sentem: por que eu deveria deixar um ótimo papel por causa de um cara? Você fica confusa, mas então pensa ‘Não vou deixar um cara me tirar da minha própria casa’”. A atriz também diz ter odiado o fato de, imediatamente após a saída de Dempsey, os produtores sentirem necessidade de incluir um novo galã no elenco para ser seu par romântico. “O que aconteceu quando Patrick saiu da série? Primeiro, um pico de audiência, e eu dei uma risada legal sobre isso. Mas a verdade é que mal ele assinou a rescisão e eles já se precipitaram para incluir um cara novo. Eu estava de férias na Sicília, relaxando após o desfecho tumultuado da temporada, quando começaram a me ligar. ‘O que você acha desse cara?’. E me enviaram fotos. E eu respondi: ‘Vocês estão loucos? Por que acham que precisam substituir essa pessoa?’. Eu não conseguia acreditar em como o estúdio e a rede tinham pressa em incluir logo um novo pênis na série. Trouxeram Martin Henderson, mas acabaram não curtindo o enredo, então o tiraram abruptamente”. No meio dessas idas e vindas, a criadora da série, Shonda Rhimes, assinou um contrato multimilionário com a Netflix, colocando o futuro de “Grey’s Anatomy” em dúvida. E foi quando Pompeo resolveu aproveitar a oportunidade para chutar a porta. “Falei ‘se você quer que a série acabe, tudo bem. Mas se você quer continuar, eu preciso ser incentivada. Eu preciso me sentir empoderada e me sentir dona dessa série’”, contou. “O que eu disse para Shonda foi a verdade: ‘Eu não posso fazer mais nada, e isso é frustrante para mim criativamente. Eu faço 24 episódios de TV por ano e, pelo contrato, não posso aparecer em mais nada. E dirigir é legal, mas apenas me faz ficar longe dos meus filhos’. Então, eu disse ‘tem que ser muito dinheiro. E tem que me ajudar com a minha produtora, porque produzir é algo que eu realmente aprecio. É onde está a minha criatividade agora’”. O resultado foi seu novo contrato, que a torna a atriz mais poderosa das séries dramáticas americanas.
Atores de séries médicas se juntam em comercial de saúde
Um ano depois da sua bem-sucedida campanha estrelada por médicos da TV, a empresa americana de planos de saúde Signa lançou uma continuação, que volta a juntar intérpretes de médicos de séries clássicas. Da campanha original, retornam Donald Faison, o Dr. Christopher Turk de “Scrubs” (2001-2010), e Patrick Dempsey, o Dr. Derek Shepherd, que em 2015 deixou o elenco de “Grey’s Anatomy” (2005-), série ainda em produção. Desta vez, eles se juntam a Neil Patrick Harris, o Doogie Howser de “Tal Pai, Tal Filho” (1989-1993), e Kate Walsh, a Dr. Addison Montgomery, também de “Grey’s Anatomy” e o já cancelado spin-off “Private Practice” (2007–2013). No vídeo, criado pela agência McCann, os atores se apresentam como médicos televisivos, revelando que realmente não sabem nada de Medicina, mas decidiram aproveitar a chance de salvar vidas de verdade incentivando o exame preventivo. Como no ano passado, o comercial termina com os atores fazendo ‘pose de médico’. Veja abaixo o comercial um vídeo de bastidores da produção.
Patrick Dempsey será suspeito de assassinato em sua volta às séries
Patrick Dempsey está voltando à TV. Dois anos após sair de “Grey’s Anatomy” – de forma chocante – , o ator vai estrelar “The Truth About the Harry Quebert”, minissérie de suspense do canal pago Epix. A atração já começou a ser gravada em Montreal, no Canadá, e, além de Dempsey no papel-título, contará também com Damon Wayans Jr. (série “New Girl”) e Virginia Madsen (série “Designated Survivor”). Na trama, Quebert é um ícone literário, que acaba indiciado por homicídio depois que o corpo de uma jovem é encontrado enterrado em sua propriedade. Wayans interpreta o detetive que investiga o caso e Madsen é a dona de um restaurante local, que descobre um segredo sobre Quebert. A minissérie é uma adaptação do romance homônimo do escritor suiço Joël Dicker e terá 10 episódios, todos dirigidos pelo veterano cineasta francês Jean-Jacques Annaud (“Sete Anos no Tibet”). A adaptação foi escrita pela dupla Lyn Greene e Richard Levine (da série “Masters of Sex”). “The Truth About the Harry Quebert” será a primeira produção da MGM para o Epix desde que o estúdio adquiriu o canal em maio, prometendo aumentar a quantidade de séries originais de sua programação. Ainda não tem previsão para a estréia.
O Bebê de Bridget Jones mantém a graça do primeiro filme
Desde a sua encarnação em 1995 em uma coluna do jornal The Independent, Bridget Jones é uma personagem amada pelos britânicos, representando um tipo de mulher moderna, mais de acordo com a realidade, dentro de suas aspirações, obsessões e imperfeições. Sabiamente, Helen Fielding soube aproveitar o potencial de Bridget não apenas com a publicação de livros, como também com a autorização para que estes ganhassem vida no cinema, estratégia que transformou a sua criação em ícone da cultura pop. Após o desapontador “Bridget Jones: No Limite da Razão” (2004), que revisto hoje soa como uma versão infantilizada do charmoso original “O Diário de Bridget Jones” (2001), o futuro de Bridget Jones parecia incerto no cinema, especialmente por algumas escolhas radicais de Helen Fielding em seu terceiro livro da personagem, “Louca Pelo Garoto”. Nele, temos uma Bridget cinquentona redescobrindo o seu poder de sedução após a morte de Mark Darcy, algo que foi encarado como uma punhalada no coração dos leitores. Ainda que o nome de Fielding esteja creditado no roteiro e produção executiva, toda a equipe decidiu ser mais precavida em “O Bebê de Bridget Jones”, trazendo Bridget de volta com um roteiro totalmente original. Aqui com 43 anos, ela já não tem mais que brigar com a balança ou por um emprego promissor, mas continua nas crises amorosas que a notabilizaram. O perfil workaholic de Mark Darcy (Colin Firth) a fez botar um ponto final no relacionamento e, para contornar a recusa de Hugh Grant em reprisar o seu papel, Daniel Cleaver tem a sua ausência justificada por um episódio trágico. Uma série de circunstâncias faz Bridget Jones ter relações sexuais com dois homens em uma mesma semana. O primeiro é Jack (Patrick Dempsey), sujeito boa-pinta que mais tarde ela descobre ser um guru do amor milionário. O segundo, claro, é Mark Darcy, numa recaída, durante a festa de batizado do novo filho de sua amiga Jude (Shirley Henderson). O que era para ser casual acaba se tornando uma bomba para Bridget no instante em que ela se descobre grávida e não sabe quais dos dois é o pai. Há seis anos sumida do cinema, Renée Zellweger tem um retorno triunfal ao papel que a transformou em estrela. Sem precisar de piscadelas para atrair o público, Renée é verdadeiramente adorável com a sua naturalidade ao dar vida à Bridget, especialmente ao encarar as características a princípio menos atrativas da personagem, como a incapacidade de se dirigir a um grande público sem se meter em algum constrangimento ou a de cair em furadas maiores do que o fundo do poço emocional em que está presa. Diretora do original, Sharon Maguire compreendeu tudo o que fez de Bridget uma mulher muito além da mera heroína de comédia romântica ao conduzi-la ao cinema, e o seu retorno à personagem em “O Bebê de Bridget Jones” é decisivo para manter essa singularidade. Sem desconsiderar as virtudes do filme de 2001, Maguire dá novos passos ao situar Bridget em novos tempos, nos quais uma mulher se vê capaz de novas possibilidades dentro de dilemas gerados a partir de questões como casamento, maternidade, vida profissional e envelhecimento. A conclusão pode soar excessivamente conciliadora para os mais exigentes, mas nada que impeça o encanto do filme, capaz de deixar os espectadores mais leves com a ternura bem particular que injeta, a partir de suas situações adversas e cômicas.
Grey’s Anatomy: Sandra Oh rechaça rumores sobre sua volta à série
A atriz Sandra Oh acabou com a alegria dos fãs de “Grey’s Anatomy”, que já estavam comemorando seu retorno à série. Tudo por conta de um rumor dado como notícia por muitos sites. Em uma entrevista ao programa canadense Entertaiment Tonight, durante o Festival de Toronto, ela rechaçou a possibilidade. “Tenho que dizer uma coisa sobre esses rumores… Eu não sei quem os começou, mas é algo complicado. Não, eu não tenho planos de retornar a ‘Grey’s Anatomy’ tão cedo”, disse, de forma categórica. Sandra Oh deixou a série durante a 10ª temporada, mas o destino de sua personagem, a Dra. Cristina Yang, mantinha aberta a possibilidade de um retorno, ao contrário de outras saídas mais traumáticas do elenco. O último a sair foi o ator Patrick Dempsey, e do jeito favorito da produtora Shonda Rhimes: com a morte de seu personagem, o Dr. Derek Shepherd. A volta de Cristina Yang seria, inclusive, uma forma de preencher o vazio deixado pelo Dr. Shepherd, um dos protagonistas da atração. Mas a “prova” de seu retorno, o vazamento de um suposto título do segundo episódio da vindoura 13ª temporada da atração, jamais foi considerada oficial. A 13ª temporada de “Grey’s Anatomy” retorna com um episódio intitulado “Undo” em 22 de setembro, na rede americana ABC. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Médicos de cinco séries diferentes se juntam pela primeira vez em comercial americano
Uma empresa de planos de saúde dos EUA decidiu inovar em sua campanha publicitária e juntou, em um único comercial, cinco atores que ficaram famosos interpretando médicos na TV. O comercial da Cigna faz parte de uma campanha para incentivar as pessoas a fazerem check-up anualmente. E para convencê-las, a empresa reuniu nada menos que Alan Alda, o eterno Dr. Falcão Pierce da clássica série “MASH” (1972-1983), Noah Wyle, o Dr. John Carter de “Plantão Médico”/”E.R.” (1994-2009), Donald Faison, o Dr. Christopher Turk de “Scrubs” (2001-2010), Lisa Edelstein, a Dra. Lisa Cuddy de “House” (2004-2012), e Patrick Dempsey, o Dr. Derek Shepherd, que em 2015 deixou o elenco de “Grey’s Anatomy” (2005-), série ainda em produção. No vídeo, criado pela agência McCann, os atores se apresentam como médicos televisivos, revelando que realmente não sabem nada de Medicina, mas decidiram aproveitar a chance de salvar vidas de verdade incentivando o exame preventivo. O comercial termina com os atores fazendo ‘pose de médico’. Orçada em US$ 9 milhões, a campanha ficará no ar até 2017 na TV americana e se estenderá para as redes sociais.
Grey’s Anatomy: Sandra Oh pode voltar a viver Cristina Yang na série.
Os fãs de “Grey’s Anatomy” prenderam a respiração com o vazamento do suposto título do segundo episódio da vindoura 13ª temporada da atração. O assunto até congestionou o Twitter. É que o episódio seria chamado de “The Return of Cristina Yang”, numa referência à volta da personagem de Sandra Oh, uma das poucas integrantes do elenco original que saiu da série sem morrer. Com a morte do Dr. Derek Shepherd, vivido por Patrick Dempsey, a volta da Dra. Cristina Yang, umas das queridíssimas dos fãs da série, seria uma forma de preencher o vazio deixado por um dos protagonistas da atração. Ainda não há confirmação oficial nem da volta de Sandra Oh, nem sequer se o título é verdadeiro, pois a criadora da série, Shonda Rhimes, optou por permanecer em silêncio. Mas vale lembrar que ela já tinha adiantada que a 13ª temporada iria focar nos personagens mais antigos da série. A 13ª temporada de “Grey’s Anatomy” retorna com um episódio intitulado “Undo” em 22 de setembro, na rede americana ABC. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
O Bebê de Bridget Jones: Colin Firth e Patrick Dempsey disputam Renée Zellwegger em novo trailer
A Universal Pictures divulgou uma coleção de pôsteres e o novo trailer legendado de “O Bebê de Bridget Jones”, que retoma a saga da eterna solteirona inglesa, iniciada no cinema em 2001 e que agora se torna grávida. A prévia continua mostrando Bridget dividida entre dois amores, o que rende diversas piadas em torno de quem é o pai de seu bebê – embora nenhuma particularmente original. De volta ao papel principal, Renée Zellwegger volta a ser disputada por Colin Firth e, no lugar do ausente Hugh Grant, um novo interesse romântico, vivido por Patrick Dempsey, em seu primeiro papel após sair da série “Grey’s Anatomy”. Qualquer um dos dois pode ser o pai do bebê do título, já que Bridget não sabe qual deles a engravidou. A trama não traz nenhuma referência ao terceiro livro de Helen Fielding, “Louca pelo Garoto”, lançado em 2013, e que gerou mais polêmica que elogios. Isto porque os fãs ficaram revoltadíssimos com a morte de Mark Darcy, o personagem de Firth. Afinal, no final de “Bridget Jones: No Limite da Razão”, Darcy finalmente tinha proposto casamento a Bridget, e os fãs estavam ansiosos em ler sobre suas vidas de casados. Isto tampouco aconteceu no novo filme. O terceiro “Bridget Jones” foi roteirizado pela própria Fielding e por David Nicholls (“Um Dia”). A direção, por sua vez, está a cargo de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme da franquia. A estreia está prevista para 16 de setembro nos EUA e duas semanas depois, em 29 de setembro, no Brasil.
O Bebê de Bridget Jones: Renée Zellwegger engravida, mas permanece solteirona no trailer legendado
A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado de “O Bebê de Bridget Jones”, que retoma a saga da eterna solteirona inglesa, iniciada no cinema em 2001 e que agora, na trama ao menos, tem 43 anos. A prévia é animadora, repleta de bom humor, ainda que mantenha inalterada a fórmula original. De volta ao papel principal, Renée Zellwegger continua com baixa autoestima e divida entre dois amores, mas, desta vez, no lugar de Hugh Grant, quem disputa as atenções da protagonista com Colin Firth é Patrick Dempsey, em seu primeiro papel após sair da série “Grey’s Anatomy”. Qualquer um dos dois pode ser o pai do bebê do título, já que Bridget não sabe qual deles a engravidou. A trama não traz nenhuma referência ao terceiro livro de Helen Fielding, “Louca pelo Garoto”, lançado em 2013, e que gerou mais polêmica que elogios. Isto porque os fãs ficaram revoltadíssimos com a morte de Mark Darcy, o personagem de Firth. Afinal, no final de “Bridget Jones: No Limite da Razão”, Darcy finalmente tinha proposto casamento a Bridget, e os fãs estavam ansiosos em ler sobre suas vidas de casados. Isto tampouco aconteceu no filme, mas o trailer faz referência ao fato. O terceiro filme de “Bridget Jones” estava sendo planejado desde 2009, muito antes da chocante decisão de Fielding, e deveria acontecer imediatamente após os eventos de “No Limite da Razão” (2004). A própria Fielding escreveu os primeiros esboços do roteiro, que foram revistos por David Nicholls (“Um Dia”). A direção, por sua vez, novamente está a cargo de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme da franquia. A estreia está prevista para 16 de setembro nos EUA e seis dias depois, em 22 de setembro, no Brasil.
Patrick Dempsey e Jennifer Garner estariam namorando
A fila andou e serviu para os atores Patrick Dempsey (série “Grey’s Anatomy”) e Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) se encontrarem. Segundo a revista americana OK!, os dois estariam namorando. O casal se conhece há alguns anos, tendo inclusive já “namorado” no cinema, no romance “Idas e Vindas do Amor” (2010), mas a fonte da revista afirma que no último mês eles teriam se reencontrado em clima mais íntimo. “Assim que eles começaram a conversar novamente rolou um clima evidente para ambos. Ela ficou muito empolgada. O segundo encontro foi um jantar que, de tão bom, acabou resultando em um final de semana inteiro juntos”, comentou o fofoq… fonte. Ainda segundo a publicação, o romance seria muito discreto e recente, mas os dois, que terminaram casamentos duradouros em 2015, estariam muito felizes com o início do novo relacionamento. Patrick se separou em janeiro da maquiadora Jillian Fink, com quem ficou por quase 16 anos e com quem teve três filhos. Já Jennifer se divorciou de Ben Affleck (“Argo”) em junho, após 10 anos juntos. Eles também são pais de três crianças.
Renée Zellweger, Colin Firth e Patrick Dempsey se juntam em fotos do novo filme de Bridget Jones
A revista Entertainment Weekly divulgou novas imagens de “Bridget Jones’s Baby” – três fotos da produção e seis poses do elenco – , que ocupa a capa de sua edição desta semana. As imagens destacam o triângulo formato por Renée Zellweger, Colin Firth e o novato da franquia Patrick Dempsey (série “Grey’s Anatomy”). No terceiro filme da franquia “Bridget Jones”, a protagonista precisa lidar com sua gravidez. O principal problema é que, ainda solteira aos 43 anos, ela não sabe quem é o pai de seu filho: se o antigo namorado Mark Darcy (Firth) ou seu novo interesse romântico (Dempsey, no lugar de Hugh Grant, que não retorna para esta sequência). A saga da eterna solteirona começou em 1996, com a publicação de “O Diário de Bridget Jones” e, três anos depois, ganhou continuidade com “No Limite da Razão”. A série ganhou adaptação cinematográfica em 2001, com Renée Zellwegger no papel principal, divida entre Mark Darcy e o pervertido Daniel Cleaver (Hugh Grant). A decisão só ocorreu no filme seguinte, de 2004. Desta vez, porém, a trama não será adaptada de um dos livros de Helen Fielding, já que o terceiro, “Bridget Jones: Louca pelo Garoto”, gerou mais polêmica que elogios. Isto porque os fãs ficaram revoltadíssimos com a morte de Mark Darcy. Afinal, no final de “Bridget Jones: No Limite da Razão”, Darcy finalmente tinha proposto casamento a Bridget, e os fãs estavam ansiosos em ler sobre suas vidas de casados. O terceiro filme de “Bridget Jones” está sendo planejado desde 2009, muito antes da chocante decisão de Fielding, e deveria acontecer imediatamente após os eventos de “No Limite da Razão”. A própria Fielding escreveu os primeiros esboços do roteiro, que foram revistos por David Nicholls (“Um Dia”). A direção está a cargo de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme da franquia. A estreia está prevista para 16 de setembro nos EUA e seis dias depois, em 22 de setembro, no Brasil.










