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  • Filme

    Jason Clarke negocia estrelar o remake de Cemitério Maldito

    16 de abril de 2018 /

    O sucesso de “It: A Coisa” tirou o projeto do remake de “Cemitério Maldito”, também baseado num livro de Stephen King, do fim da fila de produções em desenvolvimento na Paramount. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”) abriu negociações para viver o pai da família da história. Clarke recentemente atuou em um outro filme de terror, “A Maldição da Casa Winchester”, que foi um grande fracasso de crítica e bilheteria. Apesar de Andy Muschietti, diretor de “It: A Coisa”, ter afirmado que adoraria fazer o remake de “Cemitério Maldito”, o filme acabou nas mãos dos diretores Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão perto de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem. Ali perto também existe um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, quem volta à vida age de modo estranho e violento. O livro publicado em 1983 teve sua primeira adaptação para o cinema em 1989, dirigida por Mary Lambert, e que originou uma famosa música-tema da banda Ramones.

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  • Filme

    Roteirista de Jogador Nº 1 vai escrever filme do brinquedo e herói de quadrinhos Rom

    27 de março de 2018 /

    O roteirista Zak Penn, roteirista do infame “X-Men: O Confronto Final” e do vindouro “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg, vai adaptar os quadrinhos derivados do brinquedo “Rom”, da Hasbro. O projeto foi anunciado há três anos, mas o fracasso de “Transformers: O Último Cavaleiro” desacelerou os planos da Paramount, que só agora deu o primeiro passo para tirar a ideia do papel. Não há indícios de que a produção ainda fará parte de um universo compartilhado de brinquedos da Hasbro, com “Transformers”, “G.I. Joe” e a esquecida produção dos “Micronautas”, desenvolvida pelos roteiristas de “Deadpool”, Rhett Reese e Paul Wernick (que também escreveram “G.I. Joe: Retaliação”). Para quem não lembra, os quadrinhos de “Rom, o Cavaleiro do Espaço” chegaram a ser publicados no Brasil como recheios de gibis da Marvel. A editora americana foi responsável pela adaptação dos brinquedos e criou grande parte da mitologia conhecida do personagem, originalmente projetado como brinquedo de ação semelhante a Comandos em Ação (G.I. Joe). A história em quadrinhos foi escrita por Bill Mantlo e ilustrada pelo famoso artista Sal Buscema. Mas mesmo interagindo com outros heróis da Marvel nas revistas, o brinquedo acabou sendo um fracasso de vendas e acabou abandonado. A publicação teve maior repercussão e durou sete anos, entre 1979 e 1986. Recentemente, quadrinhos do personagem voltaram a ser publicados pela editora IDW.

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  • Filme

    Ben Affleck vai estrelar o filme de ação sobre a tríplice fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai

    19 de março de 2018 /

    Será que agora vai? O thriller de ação “Triple Frontier” voltou a ser anunciado, agora com produção da Netflix – após a desistência da Paramount. O filme está em desenvolvimento há uma década e chegou a marcar filmagens no ano passado, na fronteira tríplice do Brasil, Argentina e Paraguai. O projeto já teve inúmeros atores famosos ligados à sua produção e acabou fechando com Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) para os papéis principais. O elenco também inclui Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Vale lembrar que, a certa altura de seu longo desenvolvimento, o longa esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks. Uma configuração anterior ainda tinha Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), sobre as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul, o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhou no aprimoramento do roteiro. A história agora se concentra em cinco amigos cujas lealdades são testadas, quando se juntam para derrubar um poderoso traficante da América do Sul, desencadeando conseqüências não intencionais. De acordo com informações da revista Empire, este novo rumo da trama teria sido o estopim da última implosão da produção. A reescrita não teria agradado a Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Se ninguém desistir novamente em cima da hora, as filmagens devem finalmente começar já neste fim de semana, com locações no Havaí, Califórnia e Colômbia. O elenco, inclusive, já está ensaiando no Havaí. Ou seja, nada da tríplice fronteira real, embora o diretor sempre possam extrair imagens das “cataratas de Wakanda” e incluir na produção, para localizar o filme.

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  • Filme

    Scorsese anuncia final das filmagens de The Irishman, seu retorno aos dramas mafiosos

    10 de março de 2018 /

    Martin Scorsese anunciou o fim de filmagens de “The Irishman”, no Instagram. Junto de uma foto dos bastidores de seu retorno às tramas mafiosas, o diretor agradeceu “a todos que ajudaram a tornar isto possível”. Entretanto, o longa ainda está longe de ser finalizado. A pós-produção vai consumir bastante tempo, devido aos efeitos de computação gráfica. Como a trama vai atravessar décadas, Scorsese optou por rejuvenescer digitalmente o elenco central para interpretar suas versões jovens, em diferentes fases da história. Não será a primeira vez que esse tipo de processo será tentado no cinema. Filmes como “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008) e “Tron: O Legado” (2010) foram alguns dos pioneiros. Mas Scorsese busca ainda maior realismo. E isto tem um custo. Por conta disso, nenhum estúdio de cinema quis se envolver no projeto, especialmente após o filme anterior do cineasta, “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. Quando a Netflix apareceu disposta a bancar a empreitada, o filme tinha um orçamento especulado em US$ 100 milhões. Mas o site Deadline revelou que o valor aumentou bastante desde então. Os custos estariam em US$ 140 milhões e longe de estacionar. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian, criado a partir do livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, que detalha a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana, supostamente envolvido na morte do sindicalista Jimmy Hoffa. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). Por sinal, Joe Pesci que já estava aposentado e também trabalhou em “Cassino”, voltará a atuar no filme. O elenco central se completa com outro veterano, Al Pacino. Ainda não há previsão para a estreia. That’s a wrap! Thank you to the many people who made this possible. #iheardyoupainthouses #theirishman Uma publicação compartilhada por Martin Scorsese (@martinscorsese_) em 5 de Mar, 2018 às 1:03 PST

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  • Série

    Yellowstone: Série estrelada por Kevin Costner ganha primeiro trailer

    28 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano Paramount divulgou o trailer de “Yellowstone”, primeira série estrelada por Kevin Costner (“Homem de Aço”). O ator já tinha trabalhado na minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora faz sua estreia numa atração de longa duração. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), que controla a maior fazenda contígua dos Estados Unidos e sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenar poços d’água ou o sumiço de testemunhas sem importância não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A estreia está marcada para o dia 20 de junho nos Estados Unidos.

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  • Paul Walker
    Filme

    Vida de Paul Walker vai virar documentário

    27 de fevereiro de 2018 /

    A vida do ator Paul Walker, da franquia “Velozes e Furiosos”, vai virar documentário do canal pago Paramount. O filme será dirigido por Adrain Buitenhuis, que antes fez “I Am Heath Ledger”, documentário sobre Heath Ledger, que também morreu no auge na fama. O novo filme se chamará… “I Am Paul Walker”, dando sequência a uma série de documentários sobre personalidades falecidas do produtor Derik Murray – como “I Am Bruce Lee” (2012), “I Am Steve McQueen” (2014), “I Am Chris Farley” (2015), “I Am JFK Jr.” (2016) e o vindouro “I Am MLK Jr.”, que estreia em abril no Paramount. O filme de Paul Walker contará com imagens de arquivo e entrevistas com amigos e colegas do ator, mas além de explorar sua carreira nos cinemas, mostrará sua paixão pelo mar, a velocidade e o trabalho humanitário que realizou no Haiti. Paul Walker morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro, enquanto estava de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. A família do ator chegou a processar a Porsche, fabricante do veículo em que ele estava, mas a empresa foi inocentada.

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  • Filme

    Despachado para a Netflix, Aniquilação arranca elogios rasgados dos críticos americanos

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount pode ter comemorado muito cedo o feito de passar adiante duas bombas sci-fi para a Netflix. Enquanto “The Coverfield Paradox” se provou um desastre radioativo, “Aniquilação”, que será exibido nos cinemas apenas nos Estados Unidos e por período limitado, está sendo saudado como uma obra inovadora pela crítica americana. O filme tem 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que deu 17% para “The Coverfield Paradox”. Mas graças à pouca fé do estúdio, não terá um como deveria – chega nesta sexta (23/2) em duas mil salas na América do Norte – 1,4 mil a menos que a comédia “A Noite do Jogo”, também bem-avaliada (leia mais sobre isso aqui). “Aniquilação” também tinha estreia marcada para fevereiro nos cinemas brasileiros e alimentava grandes expectativas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Agora vai sair direto em streaming, repetindo a sina do ótimo filme de estreia do diretor Alex Garland, “Ex Machina: Instinto Artificial” (2014), que venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e foi indicado na categoria de Melhor Roteiro Original, e acabou menosprezado com um lançamento direto em DVD por aqui. Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Como Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado, Ellison, que vem amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, praticamente desistiu do longa, após ter gastado uma fortuna para realizá-lo. As reações da crítica demonstram que ele cometeu um grande erro. “Aniquilação” era a chance de a Paramount ter um blockbuster bem-avaliado após produzir a maioria dos candidatos ao Framboesa do Ouro 2018, a premiação dos piores do ano – “Transformers: O Último Cavaleiro”, “Baywatch”, “Mãe!” e “Pai em Dose Dupla 2”. Veja uma mostra do que os críticos norte-americanos acharam do filme: “Com sua estreia ‘Ex Machina’, um estudo extraordinário de inteligência artificial e falácia humana, Garland mostrou potencial como um verdadeiro visionário de ficção científica e dá seu próximo passo com ‘Aniquilação’. Alguns espectadores vão curtir a audácia, outros poderão achá-lo o filme mais louco desde ‘Mãe!’. É um conto completamente bizarro que deixará o público tonto em relação ao que acabou de ver, mas ainda assim é genuinamente satisfatório” – Brian Truitt, jornal USA Today. “‘Aniquilação’ é uma prova perfeita de que ele é um diretor e visionário para valer – não só por criar um mundo imersível, mas um mundo tão fascinante que você vai querer investigar repetidamente. Foi uma longa espera desde ‘Ex Machina’, mas Garland provou que valeu a pena esperar” – Eric Eisenberg, site CinemaBlend. “Em termos de tom, há muito aqui, mas nunca excessivamente exagerado ou incongruente. Existem algumas cenas particularmente sangrentas de horror corporal (uma dissecação específica é garantia de pesadelos) e o gosto de Garland por imagens delirantes garante que muitas cenas no filme deixarão uma impressão duradoura” – Benjamin Lee, jornal The Guardian. “‘Aniquilação parece fabulosamente verdejante e ameaçador, a combinação certa para um filme que deseja receber o espectador em seu mundo para abalá-lo. Trata-se de um prato refinado de carne vermelha cinematográfica – perfeitamente cozido no lado de fora, mas sangrento por dentro” – Todd McCarthy, revista The Hollywood Reporter. “Sem receio de parecer um sonho e impenetrável, mas com uma evidente essência sinistra, ‘Aniquilação’ é uma fantasmagoria de outro nível, uma meditação profunda sobre as qualidades objetivas e subjetivas da autodestruição. Uma experiência visionária com dimensão monumental, capaz de deixar Kubrick orgulhoso” – Rodrigo Perez, site The Playlist. “Uma jornada a um coração de trevas estranho, ‘Aniquilação’ parece que foi criado a partir de uma combinação de genes de ‘Apocalypse Now’, de Francis Ford Coppola, ‘O Enigma de Outro Mundo’, de John Carpenter, e ‘2001 – Uma Odisseia no Espaço’, de Stanley Kubrick, com um surrealismo tão prolongado e fascinante que fez meus olhos arder, principalmente porque eu não queria piscar para não perder nenhum momento de insanidade” – Nick Schager, site Daily Beast. “Sim, ‘Aniquilação’ é um tipo de ficção científica intelectual e complicada, mas os lançamentos do gênero nos últimos anos tem se provado ambiciosos e um filme como o de Garland também poderia ser apreciado por vários tipos de espectadores” – Molly Freeman, site ScreenRant. A Netflix disponibiliza o filme em 12 de março no Brasil.

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    Continuação de Transformers é cancelada e franquia passará por reboot na próxima década

    18 de fevereiro de 2018 /

    O universo cinematográfico dos Transformers acabou. A continuação de “Transformers: O Último Cavaleiro” foi cancelada e a franquia vai passar por um reboot e recomeçar do zero na próxima década, informou a Hasbro, empresa que fabrica os carrinhos-robôs em que os filmes são baseados. O anúncio foi feito durante evento do mercado de brinquedos, a convenção Toy Fair, em que a Hasbro revelou seu cronograma de filmes em parceria com a Paramount. Eles incluem o lançamento de “Bumblebee”, spin-off passado nos anos 1980 dos “Transformers”, além de novos filmes de “G.I. Joe”, “Dungeon & Dragons”, a estreia dos super-heróis “Micronautas” e um “filme evento”, possivelmente um crossover de franquias. Veja abaixo. Pelo cronograma, não há nenhum “Transformers” previsto até 2021 e a decisão de zerar a trama deixará os fãs da franquia (existem) sem a resolução do cliffhanger do último filme. Destruído pela crítica, “Transformers: O Último Cavaleiro” teve apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes e a pior arrecadação da franquia. Custou mais de US$ 200 milhões e fez “apenas” US$ 130 milhões no mercado doméstico, atingindo um total de US$ 605 milhões em todo o mundo. Por conta disso, Hasbro e Paramount decidiram reiniciar tudo, e assim se livrar de toda a história mirabolante do último filme – assinada por quatro roteiristas, entre eles Akiva Goldsman, que também enterrou “A Torre Negra” e “O Chamado 3” no ano passado.

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    Filme de Scorsese para a Netflix já custou US$ 140 milhões e orçamento não para de crescer

    12 de fevereiro de 2018 /

    Quando Martin Scorsese e a Netflix entraram em acordo para produzir “The Irishman”, o filme tinha um orçamento especulado em US$ 100 milhões. Mas o site Deadline revelou que o valor aumentou bastante desde então. Os custos estariam em US$ 140 milhões e longe de estacionar. Curiosamente, as filmagens está quase acabando. As despesas se devem ao processo de pós-produção. A trama vai atravessar décadas e o elenco central será rejuvenescido digitalmente para interpretar suas versões jovens, em diferentes fases da história. Não será a primeira vez que esse tipo de processo será tentado no cinema. Filmes como “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008) e “Tron: O Legado” (2010) foram alguns dos pioneiros. Mas Scorsese busca ainda maior realismo. E isto tem um custo. Por conta disso, nenhum estúdio de cinema quis se envolver no projeto, especialmente após o filme anterior do cineasta, “Silêncio”, ter fracassado nas bilheterias. Superprodução que não teve o orçamento divulgado, “Silêncio” fez apenas US$ 7 milhões nos EUA. O filme conta com roteiro de Steve Zaillian criado a partir do livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, que detalha a vida de Frank “The Irishman” Sheeran, o maior assassino da máfia americana, supostamente envolvido na morte do sindicalista Jimmy Hoffa. Robert De Niro fará o papel principal. Ele e Scorsese não filmam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). Por sinal, Joe Pesci que já estava aposentado e também trabalhou em “Cassino”, voltará a atuar no filme. O elenco central se completa com outro veterano, Al Pacino. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Netflix adquire mais uma sci-fi problemática, estrelada por Michael Peña e Lizzy Caplan

    11 de fevereiro de 2018 /

    Dando sequência à sua onda de compras de filmes de ficção científica problemáticos, a Netflix adquiriu da Universal os direitos de distribuição de “Extinction”. Assim como aconteceu com “The Cloverfield Paradox” na Paramount, o filme foi tirado do cronograma de lançamentos do estúdio no final do ano passado e não tinha mais previsão de lançamento, apesar de já ter sido completamente filmado. Estrelado por Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Lizzy Caplan (“Truque de Mestre: O 2º Ato”), o filme acompanha um homem que tem um sonho recorrente de perder sua família – e esse pesadelo se transforma em realidade quando o planeta é invadido por uma força destrutiva. O roteiro final é de Eric Heisserer (do elogiado “A Chegada”) e a direção de Ben Young (“Predadores do Amor”). Além dos dois filmes citados, a Netflix também adquiriu da Paramount no começo do ano a sci-fi “Aniquilação”, estrelada por Natalie Portman. A diferença é que este filme terá lançamento limitado nos cinemas dos EUA no dia 23 de fevereiro, antes de ser disponibilizado no mercado internacional por streaming em março.

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    Diretor de Alice Através do Espelho vai filmar o brinquedo Action Man

    10 de fevereiro de 2018 /

    O brinquedo “Action Man”, versão britânica de “G.I. Joe”, vai virar filme. A Paramount vai produzir uma adaptação dos soldadinhos de plástico da Hasbro, e já anunciou a equipe responsável pelo filme. “Action Man” terá roteiro de Simon Farnaby (do elogiado “Paddington 2”) e direção de James Bobin (“Alice Através do Espelho”). A Hasbro vai coproduzir o lançamento, dando sequência a sua parceria com o estúdio responsável pelos filmes de “Transformers” e “G.I. Joe”.

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    Netflix teria pago US$ 50 milhões por The Cloverfield Paradox

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount pode ter feito o negócio do ano. Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Netflix teria pago US$ 50 milhões pelos direitos de exibição de “The Cloverfield Paradox”. E a Paramount ainda resguardou os direitos de lançar o filme na China e no mercado de home video. Ainda de acordo com o THR, a decisão de negociar os direitos de exibição foi tomada de comum acordo entre o produtor J.J. Abrams e o presidente do estúdio, Jim Gianopulos, após a percepção de que o filme poderia fracassar nas bilheterias. Eles procuraram a Netflix que prontamente se dispôs a pagar uma fortuna pelo título, por integrar uma “franquia” estabelecida. Nos bastidores da Paramount, porém, a avaliação negativa sobre a qualidade do material já tinha provocado diversos adiamentos no lançamento do longa-metragem. Gianopulos, que assumiu recentemente o estúdio, teria tentado refilmagens e outras medidas para salvar a produção, antes de decidir passar o problema adiante. Ele já tinha feito a mesma coisa com “Aniquilação”, sci-fi estrelada por Natalie Portman, que a Netflix adquiriu por uma quantia ainda não revelada. A diferença é que “Aniquilação” terá uma estreia limitada nos Estados Unidos em 23 de fevereiro, antes de chegar ao streaming em março. Nas mãos da Netflix, “The Cloverfield Paradox” acabou ganhando uma estreia de surpresa na noite de domingo (4/2). O anúncio de que ele já estava na plataforma foi feito no primeiro e único comercial da produção, exibido durante o intervalo do Super Bowl, e o resultado foi exatamente o que interessava ao serviço de streming: repercussão. A Netflix não divulga audiência, mas a curiosidade do público foi fisgada, a ponto de gerar muitos comentários nas redes sociais. Entretanto, assim que os críticos puderam ver o material, veio a confirmação de que a Paramount evitou um fiasco comercial. Com apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Cloverfield Paradox” gerou o consenso de que não era mesmo um filme para o cinema.

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    Roteirista de O Aviador vai voltar a trabalhar com Leonardo DiCaprio em filme sobre Da Vinci

    2 de fevereiro de 2018 /

    A cinebiografia do pintor italiano Leonardo Da Vinci, que será estrelada por Leonardo DiCaprio, começa a sair do papel. O roteirista John Logan, que já trabalhou com o ator em “O Aviador”, vai assinar o roteiro da adaptação do livro de Walter Isaacson para o cinema. Especialista em biografias, Isaacson também escreveu “Steve Jobs”, que foi transformado no filme estrelado por Michael Fassbender, e “Albert Einstein”, que serviu de base base para a série “Genius”, estrelada por Geoffrey Rush. DiCaprio tem interesse em viver Da Vinci para fazer jus à história de seu nascimento. Diz a lenda que ele foi batizado como Leonardo porque sua mãe grávida estava observando uma pintura de Da Vinci num museu italiano quando o futuro astro deu seu primeiro chute em sua barriga. Criador da série “Penny Dreadful” e roteirista dos dois últimos filmes de James Bond, John Logan também está desenvolvendo a cinebiografia “Just Kids”, baseado no livro de memórias da cantora Patti Smith.

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