“Missão: Impossível 7” será o filme mais longo da franquia
A duração oficial de “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” foi revelada. De acordo com o IGN, o filme liderado por Tom Cruise terá uma duração total de 2 horas e 36 minutos, tornando-o o mais longo de todos os filmes anteriores da franquia, superando em nove minutos o recordista anterior, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” de 2018. A história original, na verdade, é muito mais longa, porque “Missão: Impossível – Acerto de Contas” precisou ser dividido em duas partes, com a primeira programada para chegar nos cinemas brasileiros no próximo dia 13 de julho e a segunda prevista para 27 de junho de 2024. Ambos os filmes são dirigidos por Christopher McQuarrie e estrelados por Tom Cruise, ao lado de outros veteranos da franquia como Rebecca Ferguson, Simon Pegg e Ving Rhames. Além disso, a trama também resgata Vanessa Kirby, introduzida em “Fallout” como a vilã Alanna Mitsopolis/Viúva Branca, e Henry Czerny, que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, comandado por Brian De Palma em 1996. Já as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). Veja o trailer abaixo, em versões legendada e dublada em português.
Juíza rejeita processo por nudez com menores em “Romeu e Julieta” de 1968
O processo de abuso sexual e negligência relacionado ao filme “Romeu e Julieta” lançado há 55 anos, em 1968, será arquivado. A decisão foi estabelecida pela juíza Alison Mackenzie nesta quinta-feira (25/5). A justificativa foi de que o filme lançado pela Paramount é protegido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão. Em dezembro do ano passado, os protagonistas do filme, Olivia Hussey e Leonard Whiting, que deram vida ao casal principal, moveram uma ação legal contra o estúdio. Eles alegaram que foram coagidos pelo diretor Franco Zeffirelli a realizar uma cena de nudez no longa. Na época das filmagens, Hussey tinha 16 anos, enquanto Whiting tinha 17 anos. Como resposta, a Paramount solicitou o arquivamento do processo com base na lei anti-SLAPP da Califórnia, que tem o objetivo de eliminar processos judiciais incoerentes que restringem a liberdade de expressão. Apontando a indenização de US$ 100 milhões dos atores contra a Paramount, a juíza afirmou que a acusação de Hussey e Whiting contém uma “grosseira descaracterização” do ocorrido. Ela também rejeitou o argumento dos atores de que a cena de nudez poderia ser considerada “pornografia infantil”. “Os requerentes não apresentaram nenhuma evidência que comprove que o filme em questão pode ser considerado suficientemente sugestivo do ponto de vista sexual, a ponto de ser concluído que é ilegal”, escreveu a juíza. “O argumento dos requerentes se limita à interpretação seletiva de estatutos federais e estaduais, sem oferecer qualquer evidência sobre a interpretação ou aplicação dessas disposições legais a trabalhos artísticos de mérito, como o aclamado filme em questão”. Sob justificativa da emenda, a juíza concedeu a moção da Paramount para rejeitar o processo, concluindo que os requerentes não cumpriram as disposições de uma lei da Califórnia que suspende temporariamente o prazo de prescrição para alegações de abuso sexual infantil. “A moção especial do réu para eliminar toda a reclamação dos autores… é CONCEDIDA, pois cada causa de ação reivindicada surge de atividade protegida e os autores falharam em mostrar uma probabilidade de sucesso nos méritos dessas reivindicações”, declarou. Solomon Gresen, advogado representante de Hussey e Whiting, afirmou em entrevista que está consultando advogados especializados em apelações e planeja abrir um processo separado em um tribunal federal. Os atores planejam basear o novo processo em um Blu-ray lançado pela distribuidora Criterion em fevereiro, que inclui uma restauração digital em 4K. “As crianças não podem consentir com o uso dessas imagens”, defendeu Gresen. “Eles estão lucrando com essas imagens sem consentimento”. No filme, a cena polêmica mostra os dois atores em um quarto, com uma tomada prolongada das nádegas de Whiting e um breve vislumbre dos seios de Hussey quando ela sai da cama. Ambos prestaram depoimentos ao tribunal em 11 de maio, descrevendo sua experiência durante as filmagens. Segundo Hussey, durante a cena, Whiting “voltou para a cama, se cobriu com as cobertas, deitou-se em cima de mim e agimos como se estivéssemos tendo relações sexuais”. Já Whiting deu um relato semelhante, afirmando que “deitou-se embaixo das cobertas com a autora Hussey, subiu em cima dela e agiram como se estivessem tendo relações sexuais”. Em resposta, os advogados da Paramount chamaram esses depoimentos de “testemunhos completamente falsos e perjuros”. Eles afirmaram que o filme “representa uma cena e uma sequência de eventos completamente diferentes”. Já tendo enfrentado acusações de assédio sexual e agressão sexual no passado, o diretor Franco Zeffirelli faleceu em 2019, ficando incapaz de responder às acusações de Hussey e Whiting. Por outro lado, seu filho, Pippo Zeffirelli, comentou sobre o caso em seu nome. “É constrangedor ouvir que hoje, 55 anos após as filmagens, dois atores idosos que devem sua notoriedade essencialmente a este filme acordam para declarar que sofreram um abuso que lhes causou anos de ansiedade e desconforto emocional”, disse ele em janeiro de 2023. Lançado em 1968, “Romeu e Julieta” recebeu diversas indicações em premiações renomadas, incluindo nas categorias de Melhor Filme e Melhor Diretor no Oscar, onde o longa levou a estatueta por Melhor Fotografia e Melhor Figurino. Já no Globo de Ouro, a premiação reconheceu Hussey e Whiting como artistas revelação, com o longa vencendo na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Aplaudido e elogiado, novo filme de Scorsese já é considerado favorito ao Oscar
Depois de aplausos de quase 10 minutos no Festival de Cannes, o novo filme de Martin Scorsese (“O Irlandês”) ganhou críticas estelares. “Assassinos da Lua das Flores” atingiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – com apenas uma das 27 críticas sendo negativa. O filme é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca assassinatos cometidos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 por Scorsese e Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e o roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. Robert De Niro vive o vilão (“O Irlandês”), o fazendeiro William Hale, determinado a obter direitos de petróleo. E para isso com a ajuda de seu sobrinho, Ernest Burkhart, papel de Leonardo DiCaprio, que era casado com Mollie Burkhart (Lily Gladstone), membro da tribo cujos familiares foram assassinados por Hale e seus associados. Apesar da presença dos dois astros famosos, que nunca tinham contracenado antes, os elogios dos críticos se concentraram na performance de Gladstone, que inclusive já sendo cotada para uma potencial indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A crítica do The Hollywood Reporter observa que “muitos de nós estivemos esperando impacientemente que Gladstone conseguisse um papel substancial desde seu trabalho sensível em ‘Certas Mulheres’ (2016) de Kelly Reichardt. E coube a um diretor frequentemente criticado por sua escassez de personagens femininas dimensionais não apenas fornecer esse papel, mas torná-la o coração ferido de seu filme.” “Ela tem a atuação mais extraordinária de uma mulher em qualquer um dos filmes de Scorsese”, exaltou o jornal britânico The Independent. Leonardo DiCaprio também parece ser um candidato forte para uma possível indicação de Melhor Ator, com vários críticos dizendo que o papel, contrário ao tipo que o ator costuma desempenhar, é uma vitrine impressionante. O IndieWire chega a ponto de dizer que o filme contém “a melhor performance de toda a carreira de Leonardo DiCaprio… Sua interpretação matizada e inflexível como o repugnante Ernest Burkhart extrai novas maravilhas da longa falta de vaidade do ator.” Alguns críticos comentaram que Scorsese optou por não se concentrar muito na investigação do FBI sobre os assassinatos, mencionando que Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), que interpreta o agente real do FBI Tom White, só se torna proeminente na última hora, e outros atores de renome, como John Lithgow (“The Crown”) e Brendan Fraser (“A Baleia”), só têm pequenos papéis, mas os mesmos críticos também observam que focar a narrativa nos Burkharts foi a decisão mais acertada do diretor. “A sensação é de uma ferida aberta até o fim”, escreveu o Vulture. Considerado o primeiro western da carreira de Scorsese, o filme também foi elogiado como um dos melhores westerns já feitos pelo London Evening Standard: “Eu até colocaria minha bota de cowboy em risco e declararia que este é um dos melhores westerns já feitos e quase certamente o melhor filme de 2023 até agora”. “Assassinos da Lua das Flores” também está já sendo considerado, precocemente, como um dos favoritos ao Oscar 2024 de Melhor Filme. O longa foi exibido fora de competição no Festival de Cannes e estreia em 19 de outubro nos cinemas brasileiros, antes de seu lançamento na Apple TV+.
Novo filme de Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio ganha primeiro teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de “Killers of the Flower Moon”, o novo filme dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Leonardo DiCaprio (ambos de “O Lobo de Wall Street”), que terá première mundial no Festival de Cannes. Com narração de DiCaprio, a prévia destaca o apuro visual da produção, que chega a lembrar pinturas ao recriar cenas do começo do século 20, além de enfatizar o papel de Robert De Niro (“O Irlandês”) como vilão e mostrar uma procissão de astros. O filme é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca assassinatos cometidos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título de “Assassinos da Lua das Flores”. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 por Scorsese e DiCaprio e o roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Killers of the Flower Moon” é a sexta parceria entre o diretor e DiCaprio, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). Mas é a primeira vez que DiCaprio contracena com De Niro num filme do diretor – que tem os dois atores como maiores parceiros de sua carreira. Além da dupla famosa, também participam da produção Lily Gladstone (“Billions”), Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), Brendan Fraser (“A Baleia”), John Lithgow (“The Crown”), Tantoo Cardinal (“Stumptown”), Pat Healy (“Station 19”), Louis Cancelmi (“Billions”), Gary Basaraba (“Suburbicon”), Tatanka Means (“The Son”), Scott Shepherd (“X-Men: Fênix Negra”), Cara Jade Myers (“Rutherford Falls”) e os músicos Sturgill Simpson (“A Caçada”) e Jason Isbell (“Squidbillies”). O filme será lançado em outubro nos cinemas, antes do lançamento em streaming.
Reality revela que Stallone é “Rambo” com namorados das filhas
O reality show familiar de Sylvester Stallone estreia nesta quarta (17/5) na Paramount+ com muitas revelações sobre a intimidade do astro de “Rocky, Um Lutador” e “Rambo – Programado Para Matar”. “Família Stallone” mostra sua vida ao lado da esposa Jennifer Flavin e suas filhas Sophia, de 26 anos, Sistine, de 24 anos, e Scarlet, de 20 anos. Durante a divulgação do programa, o ator adiantou alguns temas que serão explorados na atração, como os namoros das filhas, que lhe tiram o sono há anos. Com seu instinto superprotetor digno de “Rambo”, Stallone assumiu que intimida qualquer pretendente das três. A primeira vez foi quando um colega de classe ligou para Sophia pedindo ajuda com uma tarefa de história. “Isso foi no quinto ano”, revelou Sophia ao jornal USA Today. “Meu pai disse a ele que eu estava no Egito… por dois anos”. No entanto, as coisas só pioraram quando os namorados começaram a aparecer na sua casa. Stallone confirmou que gosta de manter a cara fechada para amedrontar os rapazes. “É como entrar em um ringue de luta”, explicou. “Você olha para o sujeito e pensa: ‘Hmm, então esse é o seu oponente'”. Sua filha do meio, Sistine, relembrou uma situação em que estava prestes a ter um momento romântico com um rapaz em casa, quando seu pai apareceu dramaticamente na sacada com uma luz no fundo. Segundo ela, ele estava vestido com um roupão e segurava um taco de golfe ou algum tipo de arma. “Eu gostaria que fosse apenas um sonho, mas isso realmente aconteceu”, revelou Sistine. “Foi traumatizante ter meu pai me vendo prestes a beijar um garoto, mas foi ainda mais traumatizante para o garoto, que nunca mais voltou depois disso”. Enquanto acompanha a rotina da família, o reality também vai contar com participações especiais. A mais inusitada é a do lendário ator Al Pacino, de “O Poderoso Chefão”. Stallone admitiu que a aparição foi uma pegadinha no amigo de longa data, a quem vê “três vezes por ano, talvez até menos”. No programa, o ator convida Pacino para ir a uma pizzaria em Los Angeles, sem avisar das gravações. “Eu pensei ‘por que não surpreendê-lo com câmeras?'”, brincou Stallone. “A pizza chegou e então as câmeras apareceram. [Pacino] ficou tipo, ‘O que é isso? Estou em um programa de reality show? Meu Deus’. E ele simplesmente aceitou”. A esposa de Stallone confirmou que Pacino ficou tranquilo quando as câmeras pararam de gravar e até aprovou as cenas. “Ele foi o primeiro a assinar o termo de autorização”, disse ela. “Ele disse, ‘Onde eu assino?'”. “A Família Stallone” terá oito episódios disponibilizados semanalmente na Paramount+. Veja o trailer abaixo.
Novo trailer de “Missão: Impossível 7” traz várias cenas de ação
A Paramount divulgou novos pôsteres e trailer de “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1”, o sétimo filme da franquia de ação estrelada por Tom Cruise. A prévia é uma espécie de “greatest hits” da franquia, com alguns cenários já vistos anteriormente, perseguições de carros, direção arrojada de motos e saltos no abismo, além de destacar individualmente os rostos conhecidos e as novidades do elenco. As cenas de ação são introduzidas com narração de Henry Czerny, que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, comandado por Brian De Palma em 1996, e as locações incluem o deserto de Abu Dhabi, o trânsito de Londres, as pontes de Veneza, um trem em disparada e um mergulho de motocicleta montanha abaixo, ambos no interior da Noruega. Só para a cena final, Tom Cruise precisou treinar por um ano, período em que realizou mais de 500 saltos de paraquedas e mais de 13 mil saltos de motocicleta, até se sentir pronto para as filmagens no abismo real. Além da volta de Tom Cruise ao papel do agente Ethan Hunt e de Czerny como seu ex-chefe, outros integrantes da saga de espionagem que voltam a reaparecer são Rebecca Ferguson, Ving Rhames e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust, Luther Stickell e Benji Dunn. Além disso, a trama também resgata Vanessa Kirby, recentemente introduzida como a vilã Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Já as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). Novamente escrito e dirigido por Christopher McQuarrie, responsável pelos dois filmes anteriores da franquia, “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” tem estreia marcada para 13 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja o trailer abaixo, em versões legendada e dublada em português.
“Nurse Jackie” e “Weeds” podem ganhar sequência com os atores originais
As séries “Nurse Jackie”(2009) e “Weeds”(2005) podem estar prestes a ganhar sequências com os atores originais no canal americano Showtime. De acordo com o site Deadline, há indícios de que as produções estejam em estágios iniciais. Apesar dos representantes da Showtime e da Lionsgate Television preferirem não comentar, a novidade se encaixa na nova estratégia de programação da emissora, que está focada na criação de franquias. As sequências contariam com as protagonistas originais, Edie Falco (a Nurse Jackie) e Mary-Louise Parker (“Weeds”), que também devem ser creditadas como produtoras. As fontes destacam ainda que os projetos ainda estão sendo finalizados e os acordos estão sendo negociados. “Weeds” acompanhava Nancy Botwin, uma dona de casa suburbana que passa a traficar maconha após a morte inesperada do marido, como forma de pagar as contas e sustentar a casa e os dois filhos. Logo, os meninos, seu contador e até seu cunhado se envolvem no negócio, que cresce, ultrapassa fronteiras, a chega até ao México, tornando-a foragida, em fuga da polícia e de traficantes perigosos. E vale lembrar que o capítulo final já apresentava um salto temporal para mostrar o futuro dos Botwin. Criada por Jenji Kohan, que depois ficou ainda mais famosa com as produções de “Orange Is the New Black” (2013) e “GLOW” (2017), na Netflix, a produção durou oito temporadas de 2005 a 2012 e conquistou dois prêmios Emmy, um Globo de Ouro e um prêmio do WGA ao longo de sua exibição. Já “Nurse Jackie” contava a história de Jackie Peyton, uma enfermeira talentosa e dedicada, que trabalhava no pronto-socorro de um hospital em Nova York. Porém, por trás da fachada de uma profissional exemplar, Jackie guardava um segredo sombrio: um vício em remédios controlados. A trama explorava as dificuldades enfrentadas por Jackie para equilibrar sua exigente carreira, lidar com colegas de trabalho e pacientes, ao mesmo tempo em que escondia seu vício e mantém sua vida pessoal em ordem. Com um misto de drama e humor mordaz, abordava temas como dependência química, ética profissional e os desafios da vida de uma enfermeira que se esforça para dar o melhor de si enquanto confronta seus próprios demônios. A série original foi criada por Liz Brixius (“Chicago Med: Atendimento de Emergência”), Evan Dunsky (“Hemlock Grove”) e Linda Wallem (“That ’70s Show”) e ganhou cinco prêmios Emmy, incluindo troféus de atuação para Edie Falco e Merritt Wever (“História de um Casamento”). No caso de Weeds, não é a primeira vez que surge a possibilidade de um revival. Em 2019, a Starz, empresa irmã da Lionsgate TV, anunciou que estava desenvolvendo uma sequência escrita por Victoria Morrow (“Fundação”), que iria retomar a história da família Botwin 10 anos após os acontecimentos da série original, em uma era de legalização da maconha. Embora tenham passado na TV paga no Brasil, “Nurse Jackie” e “Weeds” são inéditos no streaming no país.
Novo filme da franquia “G.I. Joe” está em desenvolvimento após série descartada
Um novo longa da franquia “G.I. Joe” está sendo desenvolvido pela Paramount. De acordo com Lorenzo di Bonaventura, produtor da franquia, o estúdio planeja aproveitar o roteiro de série derivada, descartada pela Amazon. Segundo ele, o objetivo é transformar a trama da série em um longa-metragem. “Na verdade, desenvolvemos um piloto com a Amazon. Isso foi antes da Paramount+, quando a Paramount+ estava chegando”, disse di Bonaventura em entrevista ao site de entretenimento Collider. “Não deu certo. Estamos em muitas conversas sobre o que fazer com isso, como um filme, então devo dizer que provavelmente você verá isso se concretizar. ‘Quando’ é sempre impossível de dizer. Por muito tempo, não houve conversas. Mas há muita coisa acontecendo agora.” O lançamento mais recente da franquia “G.I. Joe” foi o filme “Snake Eyes” (2021), um derivado que contou a história de origem de um de seus principais heróis, interpretado por Henry Golding (“Podres de Ricos”). Dirigido por Robert Schwentke (“O Capitão”), o longa arrecadou apenas US$ 27 milhões nos Estados Unidos. Após receber críticas bastante negativas, atingindo apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi considerado um dos maiores fracassos dentre as produções lançadas durante a pandemia. Com a recepção amarga, “Snake Eyes” teve sua distribuição internacional nos cinemas cancelada às vésperas da estreia. A Paramount optou por lançar o filme para compra em formato digital algumas semanas após a estreia nos EUA. Na época, a empresa pretendia usar o derivado para promover um reboot e lançar novos filmes de “G.I. Joe”. Nos cinemas, a franquia estreou em 2009 com “G.I. Joe – A Origem de Cobra”. O longa teve Channing Tatum, Joseph Gordon-Levitt e Sienna Miller no elenco, arrecadando US$ 302,5 milhões. Em seguida, a Paramount lançou uma sequência intitulada “G.I. Joe: Retaliação” (2013), com os veteranos da ação Dwayne Johnson e Bruce Willis. A continuação conquistou US$ 375,7 milhões nas bilheterias. O novo filme da franquia ainda está em estágio de pré-produção e não tem previsão de estreia.
Kevin Costner faz “Yellowstone” acabar na 5ª temporada
A Paramount anunciou que “Yellowstone”, série mais vista da TV paga dos EUA, vai acabar na 5ª e atual temporada. O fim será seguido por uma sequência – ainda sem título, que tem previsão de estreia em dezembro. Nenhum elenco foi anunciado para a nova série, mas Matthew McConaughey (“Magnatas do Crime”) estava em negociações para o projeto. Ele deve ser acompanhado por alguns membros do elenco original de “Yellowstone”. O fim de “Yellowstone”, criada por Taylor Sheridan, ocorreu depois de diversos atritos entre os produtores e o astro Kevin Costner, protagonista da atração. Segundo fontes do Deadline, não está claro se Costner voltará para os episódios finais, que devem começar a ser gravados em agosto. Fontes envolvidas na produção de Yellowstone revelaram ao site que o astro originalmente limitou sua participação na série a 65 dias de gravações por temporada, mas queria rodar apenas 50 dias na temporada atual e exigiu que sua participação na Parte 2 fosse gravada em apenas uma semana. A polêmica causou mal-estar nos bastidores da atração, envolvendo desde Sheridan até nomes do elenco como Luke Grimes (Kayce), Kelly Reilly (Beth), Wes Bentley (Jamie) e Cole Hauser (Rip). Segundo revelou o programa “Entertainment Tonight” na quinta (5/5), Costner já tinha definido que não voltaria para “Yellowstone” após a 5ª temporada, mas a situação pode ser ainda mais complicada. Por conta disso, a greve dos roteiristas dos EUA criou uma situação difícil para a produção. Se Costner não voltar, Taylor Sheridan não poderá reescrever os roteiros, que já estão prontos, até que o Sindicato dos Roteiristas fechem um acordo com os estúdios. O final abrupto também é um golpe contra a Paramount, que passou a liderar a audiência da TV paga e transformou “Yellowstone” numa fábrica de derivados. Para se ter noção, o último capítulo da 4ª temporada teve 13 milhões de espectadores nos Estados Unidos, uma diferença brutal para os 9,3 milhões que assistiram ao final de “A Casa do Dragão” na HBO americana. Os episódios derradeiros serão exibidos a partir de novembro, com o spin-off fazendo sua estreia no mês seguinte – para deixar claro que se trata de uma continuidade. Entretanto, não está claro se todos os roteiros restantes de “Yellowstone” foram concluídos e se Sheridan escreveu roteiros para a atração derivada. A greve dos roteiristas dos EUA pode impactar nas datas de estreia, que estão sujeitas a alterações. Também não foi revelado se a extensão da franquia será ambientada na fazenda Dutton, em Montana ou em outro lugar, nem quais dos astros originais de “Yellowstone” aparecerão na série derivada. Chris McCarthy, Presidente e CEO da Showtime/MTV Entertainment Studios, do conglomerado Paramount Global, pronunciou-se em comunicado sobre a decisão de continuar a série numa atração derivada. “‘Yellowstone’ tem sido a pedra angular sobre a qual lançamos todo um universo de sucessos globais – de ‘1883’ a ‘Tulsa King’ – e estou confiante de que nossa sequência de ‘Yellowstone’ será outro grande sucesso, graças à brilhante mente criativa de Taylor Sheridan e nossos incríveis elencos que dão vida a esses shows”, disse “A história de Dutton continua, pegando onde ‘Yellowstone’ termina em outro conto épico. Estamos emocionados em trazer essa nova jornada para o público ao redor do mundo”, acrescentou David Glasser, CEO da 101 Studios, responsável pela realização dos episódios. A sequência, que será o primeiro derivado do universo de “Yellowstone” a carregar o nome da série original, será exibida no canal pago americano Paramount Network e na plataforma de streaming Paramount+. No Brasil, todos os episódios da série original estão disponíveis na Paramount+.
Kevin Costner deve encerrar participação em “Yellowstone” na 5ª temporada
Segundo o programa “Entertainment Tonight”, o ator Kevin Costner não voltará para “Yellowstone” após a 5ª temporada. O astro, que ajudou a transformar série em um fenômeno, deixará a produção após o término da temporada atual, que está em desenvolvimento. Este suposto rompimento ocorre após meses de rumores e relatos de conflitos nos bastidores do programa. Segundo relatos, o co-criador da série, Taylor Sheridan, já estava preocupado com o compromisso de Costner com as gravações da 5ª temporada. A primeira parte da 5ª temporada já foi ao ar, mas a segunda parte ainda não foi concluída e não possui uma data de lançamento definida – e, de acordo com o “Entertainment Tonight”, não está claro quando o elenco e a equipe retornarão para trabalhar nos novos episódios. Entre os rumores sobre o compromisso de Costner com o final da temporada fala-se que ele só estaria disponível por uma semana de gravações. Apesar do inegável poder de estrelato de Costner e do seu papel fundamental em fazer “Yellowstone” deslanchar, a série já mostrou ir muito além da sua estrela original. O universo de “Yellowstone” já tem duas séries derivadas, com astros como Harrison Ford (o Indiana Jones) e Helen Mirren (“A Rainha”) estrelando a mais recente, “1923”, além de um projeto em desenvolvimento com Matthew McConaughey (vencedor do Oscar por “Clube de Compras Dallas”). Ainda assim, com a produção paralisada na segunda parte da 5ª temporada, resta saber qual será a solução de Sheridan e a sua equipe para lidar com a aparente ausência de Costner na série principal do universo de “Yellowstone” – ou até mesmo se a série continuará sem sua primeira grande estrela. No Brasil, todos os episódios de “Yellowstone” estão disponíveis na Paramount+.
Paramount+ bate recorde de assinantes enquanto enfrenta despesa bilionária
A Paramount+ continua crescendo no mercado do entretenimento e acaba de atingir um número recorde de assinantes da plataforma. Com 60 milhões de assinaturas, o streaming atinge seu marco mais alto até então. Durante o primeiro trimestre de 2023, a plataforma teve um acréscimo de 4,1 milhões de usuários. Considerando o período de um ano, o streaming surpreendeu com um aumento de 40% no número de assinaturas – saltando de 43 milhões para o marco atual. Parte da estratégia para o crescimento veio do lançamento de novas séries e programação esportiva, como a Liga dos Campeões da UEFA. “Star Trek: Picard”, “Mayor of Kingstown” e “Teen Wolf: O Filme” são alguns dos seriados novos mais procurados na plataforma. Já a Pluto TV, seu serviço gratuito de streaming, atingiu 80 milhões de usuários ativos mensais. A expectativa da Paramount+ é crescer muito mais com a integração do streaming do Showtime em sua plataforma nos EUA. Enquanto no mercado internacional – inclusive no Brasil – já é possível assistir séries como “Yellowjackets” e “Your Honor” na Paramount+, estes títulos fazem parte do streaming exclusivo do canal Showtime no mercado norte-americano. O conglomerado Paramount Global se prepara para consolidar esta fusão nos próximos meses. Com isso, pretende poupar US$ 700 milhões anuais de despesas paralelas. Mas já teve que desembolsar antecipadamente US$ 1,7 bilhão de custos de programação, que inclui pagamentos por rescisões de contrato e direitos de programas que não pretende levar para a Paramount+ após a fusão dos serviços. “Em conexão com nosso plano de integrar o Showtime à Paramount+ e iniciativas para racionalizar e dimensionar corretamente nossas operações internacionais, alinhar com nossa estratégia de streaming e fechar ou globalizar alguns de nossos canais internacionais durante o primeiro trimestre de 2023, revisamos nosso portfólio de conteúdo e determinamos que não usaríamos determinados conteúdos em nossas plataformas”, declarou a empresa sobre o processo. De acordo com o CEO da Paramount Global, Bob Bakish, a empresa está “focada em continuar impulsionando o crescimento do streaming líder de mercado enquanto navega em um ambiente macroeconômico dinâmico”. As despesas do streaming fizeram com que a receita do conglomerado (que inclui canais de TV como CBS e MTV e os filmes do estúdio Paramount Pictures) ficassem em US$ 7,3 bilhões, abaixo do esperado, de acordo com especialistas. Isto impactou numa queda no valor das ações da empresa. Por conta dessa fusão e necessidade de mostrar crescimento financeiro, a empresa se prepara para aumentar o valor mensal da assinatura da plataforma. No Brasil, a Paramount+ disponibiliza assinaturas a partir de R$14,90 por mês, com preços menores em planos para uso exclusivo do streaming no celular.
Pedro Pascal negocia papel na sequência de “Gladiador”
O ator Pedro Pascal, estrela de “The Last of Us”, está nos últimos estágios das negociações para ingressar no elenco de “Gladiador 2”. O filme é uma continuação da produção de 2000, dirigida por Ridley Scott e protagonizada por Russel Crowe (“Noé”). A sequência é um projeto da Paramount e vai se passar 25 anos após a morte de Maximus Decimus Meridius (Russell Crowe), um ex-general vendido como escravo e forçado a lutar como gladiador na Roma governada por Commodus (Joaquin Phoenix). Ainda não existem informações sobre qual será o papel de Pascal no longa. Mas sabe-se que Paul Mescal (“Aftersun”) será o protagonista do filme, como sobrinho de Commodus e filho de Lucilla, interpretada no primeiro filme por Connie Nielsen (“Gladiador”), que voltará na sequência. O elenco também contará com Denzel Washington (“O Protetor”), Joseph Quinn (“Stranger Things”) e Barry Keoghan (“Eternos”), além de Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”) reprisando o papel do gladiador Juba. A sequência conta com roteiro de Peter Craig (“Top Gun: Maverik”) e terá novamente Ridley Scott como diretor. Na época do lançamento, “Gladiador” arrecadou US$ 460 milhões de bilheteria e recebeu 11 indicações ao Oscar, ganhando 5 estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Crowe. “Gladiador 2” tem estreia prevista para 22 de novembro de 2024.
Estrela de “Stranger Things” será imperador romano em “Gladiador 2”
O ator Joseph Quinn (o Eddie de “Stranger Things”) vai estrelar o filme de Ridley Scott (“O Estrangulador de Boston”). O projeto da Paramount é uma continuação de “Gladiador”, vencedor do Oscar de Melhor Filme de 2001. Quinn vai ter o papel do imperador romano Caracalla. Ele se juntará a Paul Mescal (“Aftersun”), que será o protagonista do filme, que contará ainda com Denzel Washington (“A Tragédia de Macbeth”) e Barry Keoghan (“Os Banshees de Inisherin”), além dos retornos de Connie Nielsen (“Mulher-Maravilha 1984”) como Lucilla, a irmã do imperador Commodus (papel de Joaquin Phoenix no filme original), e Djimon Hounsou como Juba, um colega gladiador e ex-aliado de Maximus (Russell Crowe no filme de 2000). A história da sequência deve se passar 25 anos depois dos eventos de “Gladiador”, acompanhando Lucius (Mescal), o filho de Lucilla e sobrinho de Commodus. David Scarpa (que trabalhou com Scott em “Todo o Dinheiro do Mundo”) é o responsável pelo roteiro. O filme original arrecadou US$ 460 milhões nas bilheterias e recebeu 11 indicações ao Oscar, vencendo 11 estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Crowe. Relembre abaixo o trailer de “Gladiador”.











